Brasil tem 2 jogadores na seleção dos mais caros do mundo e valor supera os R$ 8,5 bi
O Brasil voltou em grande estilo à seleção dos jogadores mais valiosos do futebol mundial.
Depois de passar em branco no estudo disponibilizado pelo “Transfermarkt” em janeiro do ano passado, o país vencedor de cinco edições da Copa do Mundo emplacou dois nomes na relação desta temporada.
De acordo com a plataforma especializada na cobertura do Mercado da Bola internacional, Vinícius Júnior, o vencedor do último “The Best” de melhor jogador do planeta, é o ponta esquerda mais caro da atualidade, com valor estimado em 200 milhões de euros (R$ 1,2 bilhão).
Já Gabriel Magalhães, que só recentemente assumiu a titularidade da seleção brasileira, descolou uma das vagas destinadas a zagueiros nesse time global graças ao preço de 75 milhões de euros (R$ 4645,8 milhões).
Os brasileiros
Essa não é a primeira aparição de Vini na seleção dos mais caros do mundo. O astro do Real Madrid já havia dado as caras nas relações de 2022 e 2023.
No ano passado, porém, o jogador revelado pelo Flamengo foi superado por Kylian Mbappé, hoje seu companheiro na equipe espanhola.
Agora, Vini não apenas recuperou seu lugar no time, como também abocanhou o posto de atleta de futebol mais valioso do planeta. Na verdade, ele divide essa posição com o centroavante norueguês Erling Haaland, do Manchester City.
Já a escalação de Gabriel Magalhães para a seleção dos grandes nomes do Mercado da Bola é inédita. O brasileiro tem exatamente o mesmo valor estimado do italiano Alessandro Bastoni (Inter de Milão) e do português Rúben Dias (City). O francês William Saliba, do Arsenal, é mais caro que eles: 80 milhões de euros (R$ 496,9 milhões).
Inflação
Sete jogadores que estavam na seleção de 2024 continuam na lista: Haaland, Rúben Dias, o goleiro português Diogo Costa (Porto), os laterais Trent Alexander-Arnold (Liverpool) e Josko Gvardiol (City), o volante espanhol Rodri (City) e o meia inglês Jude Bellingham (Real).
A escalação ideal do time dos atletas mais valiosos do planeta tem um preço total de 1,37 bilhão de euros (R$ 8,5 bilhões), um aumento superior a 11% na comparação com 12 meses atrás.
Houve empate em duas posições: a de segundo zagueiro (onde aparece Gabriel Magalhães) e a de goleiro, em que quatro jogadores aparecem exatamente com o mesmo valor de 40 milhões de euros (R$ 248,4 milhões): Diogo Costa, David Raya (Arsenal), Gregor Kobel (Borussia Dortmund) e Giorgi Mamardashvili (Valencia).
Seleção dos mais caros do mundo (por posição)
-
G – David Raya (ESP, Arsenal), Diogo Costa (POR, Porto), Gregor Kobel (SUI, Borussia Dortmund) ou Giorgi Mamardashvili (GEO, Valencia): 40 milhões de euros
-
LD – Trent Alexander-Arnold (ING, Liverpool): 75 milhões de euros
-
Z – William Saliba (FRA, Arsenal): 80 milhões de euros
-
Z – Alessandro Bastoni (ITA, Inter de Milão), Gabriel Magalhães (BRA, Arsenal) ou Rúben Dias (POR, Manchester City): 75 milhões de euros
-
LE – Josko Gvardiol (CRO, Manchester City): 75 milhões de euros
-
MC – Rodri (ESP, Manchester City): 130 milhões de euro
-
MC – Federico Valverde (URU, Real Madrid): 130 milhões de euros
-
MAD – Lamine Yamal (ESP, Barcelona): 180 milhões de euros
-
MAC – Jude Bellingham (ALE, Real Madrid): 180 milhões de euros
-
MAE – Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid): 200 milhões de euros
-
A – Erling Haaland (NOR, Manchester City): 200 milhões de euros
Com informações do Transfermarkt / Uol
Telemarketing abusivo gera 1 bilhão de ligações indesejadas por mês; Veja como se proteger
Os brasileiros recebem mais de 1 bilhão de chamadas de telemarketing abusivo por mês, indica documento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) entregue ao Cdust (Comitê de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações).
A agência de telecomunicações afirma ter bloqueado 184,9 bilhões de chamadas inoportunas na rede monitorada de 26 operadoras entre junho de 2022, quando adotou regras para restringir a prática, e dezembro de 2024.
Uma apresentação de prestação de contas ao Cdust mostra que a eficiência das medidas de bloqueio de ligações indesejadas fica em 85%. Os 15% restantes chegam aos usuários de serviços de telecomunicações.
As ações que tentam mitigar o problema não impediram uma alta de chamadas abusivas entre 2023 e 2024. O número de ligações importunas bloqueadas pela Anatel subiu de 76,11 bilhões, nos últimos sete meses de 2023, para 82,52 bilhões, nos primeiros sete meses de 2024, sendo que o total de chamadas na rede se manteve no período.
Trata-se dos dados apresentados pela Anatel ao órgão consultivo. Não há informações mensais para os primeiros meses de 2023, nem para o período após julho do ano passado, segundo a agência.
Segundo os critérios da agência de telecomunicações, o telemarketing abusivo acontece quando a empresa faz ao menos 100 mil chamadas por dia com auxílio de robôs. Nesses casos, a ligação automatizada é interrompida se não há uma resposta imediata, necessária para o redirecionamento a um atendente ou mensagem gravada. O tempo de duração das chamadas fica em torno de seis segundos, de acordo com a Anatel.
A frequência da importunação pode ser ainda maior, a considerar um levantamento feito pelo app Truecaller, em 2021, que mostrou que cada telefone brasileiro recebe em média 32,9 ligações indesejadas por mês. Isso equivale a mais de 10 bilhões de chamadas mensais, considerando os 268 milhões de linhas telefônicas ativas.
Em resposta à solicitação do Cdust para endurecer as regras contra telemarketing abusivo, a Anatel afirmou que a estimativa seria errada porque a análise considerou como importunação todas as chamadas de telemarketing, não o critério da agência, que estipula um mínimo de 100 mil ligações diárias.
As ligações ora oferecem produtos, ora fazem cobranças que ainda não venceram, segundo os consumidores. A importunação também chega à caixa de mensagens. Na definição da Anatel, cobranças não configuram telemarketing abusivo, apenas chamadas oferecendo produtos ou serviços.
Essa realidade se estende também a clientes da Vivo e da TIM, segundo condenações nos tribunais após investigações promovidas pelos Procons (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) de Minas Gerais e Distrito Federal.
Esse tipo de ligação viola o Sistema de Bloqueio de Telemarketing, uma lista na qual consumidores podem se inscrever para evitar a importunação no celular. A Anatel oferece um serviço similar na plataforma Não me Perturbe, mas usuários relatam que continuam a receber chamadas indesejadas mesmo após se cadastrarem.
Condenações
Em abril de 2023, a Vivo foi condenada pela Justiça paulista a pagar uma multa de R$ 2,3 milhões por não respeitar a lista do Não me Perturbe. Em todos os casos, as empresas estão recorrendo contra as punições.
Procurada pela reportagem, a entidade que representa o setor, Conexis, diz que as suas associadas apoiam as medidas da Anatel contra as chamadas inoportunas e fraudulentas. “As empresas de telecomunicações seguem a legislação e a regulamentação vigentes.”
Além do Não me Perturbe, a Conexis destaca o serviço Origem Verificada, no qual as pessoas cadastradas recebem informações sobre quem realiza a ligação, e o Que Empresa me Ligou, que identifica empresas.
A Anatel afirmou à reportagem que já aplicou o total de R$ 32.020.961 em multas por telemarketing abusivo, em 24 processos administrativos. Além disso, bloqueou 1.041 usuários de serviços de telecomunicação por telemarketing abusivo. “Desse total, 223 empresas submeteram pedidos para firmar termo de compromisso com a agência, com 170 deferidos e 53 indeferidos por não atenderem as condições previstas.”
Em nota, a Anatel disse não ter dados de quantas violações já ocorreram à obrigatoriedade de usar o prefixo 0303.
O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) reivindica dentro do Cdust que o recebimento de chamadas de telemarketing só possa ocorrer mediante consentimento livre, expresso e informado do consumidor. “Essa medida representará um passo importante e definitivo para resolver o problema.”
O que é considerado ligação abusiva pela Anatel:
– Chamadas que duram menos de seis segundos. O tempo de referência era três segundos até abril
– Telemarketing que não adota o prefixo 0303, como determinam as regras
– Ligações que caem na caixa postal também são contabilizadas para definir se serviço de telemarketing comete abuso
Combate a chamadas inoportunas
Em setembro, a agência apresentou ao comitê uma proposta de ampliação do combate às chamadas inoportunas. Uma das medidas do pacote seria, por exemplo, a expansão do uso do 0303 a todas as atividades geradoras de intenso volume de chamadas, como doações e cobranças, além do telemarketing ativo. A Anatel usaria como parâmetro o fluxo de mais de 10 mil chamadas diárias para exigir o uso do prefixo.
As normas passariam a valer no último dia 5, mas o início de vigência da regra foi adiado por 90 dias a pedido das operadoras, que questionaram detalhes técnicos do novo regulamento.
Já em operação, o Não me Perturbe bloqueia chamadas de telemarketing realizadas por sete operadoras e 60 instituições financeiras. Essas empresas selaram um termo de cooperação com a Anatel e se comprometeram a não contatar os usuários que pediram bloqueio.
Para a advogada consumerista e colunista da Folha Maria Inês Dolci, mais do que desrespeitarem a obrigatoriedade de uso do prefixo 0303, as empresas de telemarketing vendem e compram dados dos usuários para perpetuar a atividade, sem autorização direta e explícita do consumidor. “A principal legislação que proíbe essa prática é a LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados].”
O consumidor precisa ser informado sobre o uso de seus dados e os motivos disso, segundo Dolci. Deve ainda cobrar essa notificação. “Precisamos de mais projetos de lei, de regulamentações mais severas que garantam privacidade e sossego para o consumidor”, diz a advogada.
Como usar o Não me Perturbe
As pessoas interessadas em bloquear operações de telemarketing de alguma das empresas participantes do Não me Perturbe precisam acessar o site da iniciativa.
A participação requer aceitar os termos de uso da plataforma e fazer um cadastro de usuário e senha. O registro envolve entregar informações como nome completo, CPF, email e telefone, que são, segundo a Anatel, usadas para realizar os procedimentos de bloqueio.
Veja como fazer:
-
Acesse o site Não me Perturbe
-
Caso não tenha cadastro, clique em “Quero me cadastrar”
-
Registre as informações pedidas
-
Usuário deve usar um email válido, uma vez que a plataforma envia um código de confirmação
-
Dentro da plataforma, a pessoa deve clicar em “Novo bloqueio”
-
Depois, adicionar um telefone, que também passará por processo de verificação
-
Na sequência, precisa indicar quais instituições quer bloquear e enviar o formulário
-
O tempo para as empresas efetuarem o bloqueio é de 30 dias corridos
Com informações da Folha de S.Paulo
Startup desenvolve chocolate amazônico a partir de manejo e impacta famílias ribeirinhas
Fortalecer a bioeconomia local ao criar oportunidades de emprego e promover a qualidade de vida dos povos amazônicos, respeitando os diferentes aspectos da identidade cultural destes, bem como a preservação dos conhecimentos tradicionais e da própria floresta, é o que propõe a startup Na Floresta – Alimentos Amazônicos.
Com o projeto “Na’kau – Em busca da sustentabilidade através de relações éticas, conservação da floresta e a valorização de produtos e pessoas amazônicas”, fomentado pelo Programa Inova Amazônia – Módulo Tração, edital Nº 001/2023, com o apoio do Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), e em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o empreendimento tem como propósito colocar em prática ações de impacto socioambiental que sejam positivas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
A missão da startup é estabelecer uma parceria justa e contínua com famílias ribeirinhas manejadoras do cacau selvagem de várzea, que pode ser encontrado nas calhas dos rios Madeira e Amazonas.
Artur Bicelli Coimbra, coordenador do projeto, é mestre em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Ele defende que é importante que a cadeia produtiva do cacau seja melhor estruturada e que o mercado valorize os agricultores familiares que produzem essa matéria-prima, com remuneração financeira justa.
Cultivado por famílias ribeirinhas, o Cacau Selvagem possui qualidade e sabor únicos devido às condições do solo e do clima da região amazônica, que influenciam diretamente no plantio, que é realizado de forma tradicional por meio de Sistemas Agroflorestais (SAFs).
O coordenador destaca também o alto potencial da cacauicultura e explica que os produtos da empresa são frutos de pesquisas e que a forma de produção se dá em harmonia com a natureza. Para que o processo de cultivo não agrida o meio ambiente, é necessário o uso consciente da tecnologia.
“É importantíssimo que a gente obtenha novas tecnologias para tornar a indústria competitiva, pensando em produtos alimentícios inovadores para oferecer ao mundo”, pontuou Artur Bicelli.
Parcerias
Atualmente, diversas famílias têm sido beneficiadas com novas opções de geração de renda nos municípios de Manicoré (a 332 quilômetros da capital), Novo Aripuanã (a 227 quilômetros), Borba (a 151 quilômetros), Nova Olinda do Norte (a 135 quilômetros), Urucurituba (a 208 quilômetros), Autazes (a 113 quilômetros), Codajás (a 240 quilômetros), Coari (a 363 quilômetros), Tefé (a 523 quilômetros), Tabatinga (a 1.108 quilômetros), Atalaia do Norte (a 1.138 quilômetros), Eirunepé (a 1.160 quilômetros) e Envira (a 1.208 quilômetros).
Segundo o fundador da Na’kau, Artur Bicelli, o quilo das amêndoas de cacau tem sido vendido pelos ribeirinhos à startup por uma quantia 120% acima do preço de mercado. Ações de conscientização são oferecidas aos produtores, como treinamentos específicos, investimento em equipamentos e assessoria técnica.
“Hoje, atuamos com mais de 300 famílias no estado do Amazonas, conservando mais de 200 mil hectares de floresta. A gente vem contribuindo consideravelmente para a organização social dessas famílias em comunidades, e para o entendimento delas sobre os negócios e o papel que têm na conservação”, comentou.
A longo prazo, a expectativa é de que seja possível desenvolver, cada vez mais, produtos baseados em estudos que envolvam a socioeconomia, uma oportunidade para os produtos amazônicos que são inovadores e de grande possibilidade de crescimento. A startup já exporta para vários países, e tem uma taxa de crescimento ao ano de 45%.
O pesquisador considera que a análise sensorial do cacau e o contato direto com os cacauicultores de várzea durante o processo de cultivo são fundamentais para a coleta de informações a respeito da matéria-prima e para entender quais os melhores caminhos para a conservação da floresta.
Apoio da Fapeam
“O apoio da Fapeam foi importante para que pudéssemos melhorar vários aspectos do projeto. É importante que a gente consiga fazer outras captações frente à Fapeam para potencializar ainda mais esse projeto que é pioneiro no nosso estado”, comentou.
Inova Amazônia
O programa Inova Amazônia – Módulo Tração tem o objetivo de fomentar, apoiar e desenvolver pequenos negócios, startups, empreendimentos e ideias inovadoras alinhadas à bioeconomia e que tenham como premissa a preservação e uso sustentável dos recursos da biodiversidade do bioma Amazônia.
Com informações da Fapeam
Jornalista Agnaldo Oliveira recebe homenagem com exposição na Arena da Amazônia
Com exposição exclusiva na Arena da Amazônia, a imprensa esportiva local celebra uma justa homenagem em memória do jornalista Agnaldo de Oliveira Gomes Júnior. O memorial é composto por 68 registros históricos capturados por Agnaldo durante a Copa do Mundo de 2014, e doados pela família do jornalista ao Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel).
“O Governo do Estado hoje sente-se honrado de inaugurar esse espaço permanente chamado Agnaldo Oliveira. Com a Autorização do governador Wilson Lima, colocamos aqui na sede da administração da Arena, pois não é só um acervo fotográfico, mas sim um acervo jornalístico que vai contar a história real da Copa do Mundo de 2014”, declara o secretário da Sedel, Jorge Oliveira.
A exposição retrata a emoção das arquibancadas, a intensidade dos atletas e os bastidores dos grandes jogos que aconteceram na Arena da Amazônia, na Copa do Mundo de 2014. O trabalho marcante de Agnaldo, tanto no Amazonas quanto em coberturas internacionais, consolidou sua trajetória como referência no jornalismo esportivo, como a Copa e as Olimpíadas de 2016.
Agnaldo Oliveira comenta sobre a Arena ser o local escolhido para expor as fotografias de seu filho. “não poderia ter local melhor para fazer essa exposição, até porque a Copa do Mundo foi realizada nesse espaço, na Arena da Amazônia. Então, os registros, tanto fotográficos como jornalísticos, devem ficar na casa onde o evento aconteceu”, disse.
Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e com especializações em Gestão de Empresas Internacionais e Marketing, ao longo de sua carreira, Agnaldo Oliveira ocupou posições de destaque, como Diretor de Comunicação e Marketing do PMI/AM, repórter especial da Rede Amazônica, Gerente de Jornalismo do Amazonsat e Editor-Geral da Local TV.
Durante o evento, foi realizada a assinatura do termo de doação do acervo fotográfico, oficializando a entrega das 68 imagens históricas capturadas por Agnaldo de Oliveira Gomes Júnior à Sedel. O ato formalizou o compromisso da família do jornalista e do Governo do Amazonas em preservar e compartilhar esse legado, garantindo que as futuras gerações possam acessar e reconhecer a relevância histórica e cultural do material.
Com informações da Sedel
Papa Francisco pede aos jornalistas que promovam a verdade e sigam contando histórias
O Papa Francisco encorajou os jornalistas e os comunicadores católicos reunidos em Roma para o Jubileu do Mundo da Comunicação a serem corajosos anunciadores da verdade e da esperança no mundo marcado por conflitos, divisões e desinformação.
Numa cerimônia para marcar o Jubileu do Mundo da Comunicação, o Papa Francisco pediu coragem aos jornalistas e profissionais da comunicação, exortando para dizerem a verdade sendo, ao mesmo tempo, “os mensageiros da esperança”.
O Vaticano recebeu cerca de 9000 jornalistas de todo o mundo para participarem neste Jubileu que acontece durante o fim de semana.
Entre os vários profissionais da comunicação estavam convidados como a Prémio Nobel da Paz e jornalista Maria Ressa e o escritor Colum McCann que discursaram no evento.
Descrevendo o jornalismo como uma missão e vocação, o Papa apelou aos convidados para que as suas “histórias contem esperança”, disse o Francisco, no sábado.
Os jornalistas têm uma responsabilidade única que vai além do mero relato dos factos, disse o chefe da Igreja Católica. A forma como a informação é dada é muito importante e faz toda a diferença entre a comunicação que “constrói pontes e abre portas” e uma comunicação que aumenta “divisões, polarizações e simplificações excessivas da realidade”, disse, concluindo que a “boa comunicação requer estudo, reflexão e capacidade de ver e ouvir”.
Na sua mensagem para o 59º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Francisco abordou ainda as preocupações com as comunicações modernas, fazendo uma alusão clara às redes sociais.
Apelo contra a perda de tempo nas redes sociais
Francisco apelou contra o fato de se passar muito tempo nas redes sociais, o que, causa “apodrecimento do cérebro”, sublinhou.
“A dependência das redes sociais apodrece as mentes”, referiu e voltou a defender a literatura midiática e o pensamento crítico para combater o consumo superficial de informação.
O Papa apelou ainda aos esforços de colaboração dos profissionais da mídia, dos educadores e dos inovadores para garantir que a comunicação sirva ao bem comum e não o individual.
Francisco recorda que mais de 120 profissionais dos meios de comunicação social morreram em 2024 na cobertura de conflitos, e terminou a sua mensagem apelando a que se conte a esperança e histórias que alimentem a vida.
Com informações do EuroNews / Vatican News
Dino libera repasse de emendas para três ONGs por critério de transparência
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou o repasse de emendas parlamentares para três organizações não governamentais (ONGs) e entidades sem fins lucrativos. A decisão foi tomada neste sábado (25).
As beneficiadas são a Fundação Euclides da Cunha de Apoio Institucional à Universidade Federal Fluminense (FEC), a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba e o Instituto Besouro de Fomento Social e Pesquisa do Cadastro de Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos Impedidas (CEPIM).
Elas constavam na lista de treze entidades que a Controladoria-Geral da União (CGU) considerou que não apresentavam requisitos adequados de transparência para o recebimento dos recursos.
Após reter os recursos, as três entidades citadas passaram a disponibilizar uma página de transparência em seus sites, segundo a CGU. Além disso, elas apresentaram dados sobre as emendas parlamentares que receberam. Esses foram elementos suficientes para a liberação feita pelo magistrado. As outras dez entidades seguem sem poder receber emendas.
Apesar da liberação, Dino sustentou que a CGU deve continuar monitorando a aplicação dos recursos. Segundo o ministro, a medida serve para “reforçar a dimensão preventiva da sequência de decisões nos processos estruturais relativos à execução das emendas parlamentares” e “afastar definitivamente qualquer dúvida remanescente sobre as entidades em que, anteriormente, houve a identificação de falta de transparência por parte da CGU”.
Com informações da Carta Capital
‘Bloco do Sarará’ promete animar o Centro com várias atrações e 12 horas de folia
O Bar Sarará, localizado na Rua Ferreira Pena, agitará a área central de Manaus, no domingo (26), a partir das 15h, com o primeiro bloco de rua do Carnaval de Manaus, em 2025.
O “Bloco do Sarará” terá 12 horas de festa com pagode; roda de samba; marchinhas; samba enredo. Como atrações estarão no palco: “Couro Velho”; Márcia Siqueira, Dj Carol Amaral; Dj Rafa Militão; Pagode dos Amigos, Cacildis,; Bateria da Aparecida; Uendel Pinheiro e Cauxi Eletrizado.
A organização informa que o bloco será na rua, na frente do Bar Sarará, com uma estrutura de bares, banheiros, além de contar com 100 seguranças, além de Bombeiro Civil; posto médico, ambulâncias e apoio da Polícia Militar. Haverá duas entradas: uma pela Ferreira Pena e outra pela Monsenhor Coutinho.
Também haverá uma área exclusiva com stage; bares exclusivos (de chopes e drinks), espaço gourmet e de descanso; ambiente instagramável; banheiros físicos e químicos; loja sarará.
“Mais de 80% do bloco será grátis com livre acesso, mas com todo conforto e segurança. Basta ir e se divertir. Porém, para os que optarem por algo mais exclusivo, também terá essa opção”, explica Fabíola Araújo, uma das produtoras do “Bloco Sarará”.
O valor do primeiro lote para o espaço exclusivo é R$ 65 e podem ser adquiridos no www.ingressofly.com
Para saber mais, mande mensagem no WhatsApp 98163-0318 ou acesse @obar.sarara.
Com informações da assessoria
Lei de Adjuto Afonso aponta diretrizes para manejo sustentável de frutos e derivados no AM
A cadeia produtiva de frutos florestais e seus derivados já possui diretrizes que garantem o manejo sustentável desses recursos no Estado do Amazonas. A Lei Ordinária nº 7.220/2024, fruto de um Projeto de Lei de autoria do deputado estadual Adjuto Afonso (União Brasil), tem a finalidade de orientar as ações de manejo e garantir que elas estejam alinhadas com os objetivos de conservação e desenvolvimento sustentável.
Dentre as diretrizes estabelecidas na nova Legislação, merecem destaque: a Participação Comunitária; elaboração de Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) em conjunto com as comunidades; valorização da sociobiodiversidade; cumulatividade e alternância de espécies; respeito aos ciclos naturais; monitoramento e avaliação constantes; o fiel cumprimento das leis e regulamentações que protegem o meio ambiente e os recursos naturais como regras de manejo, licenciamento ambiental e fiscalização; e o desenvolvimento econômico das comunidades locais por meio do manejo sustentável.
O autor do projeto, deputado Adjuto Afonso, lembra que o manejo sustentável deve equilibrar a conservação ambiental com o desenvolvimento econômico, garantindo benefícios tanto para as comunidades locais quanto para o meio ambiente.
“Essas diretrizes são essenciais para garantir que o manejo dos recursos florestais seja feito de forma ética, responsável e eficaz, contribuindo para a conservação da Amazônia e o bem-estar das populações que dependem dela, porquanto possui a capacidade de impulsionar a economia, promover a segurança alimentar, preservar o meio ambiente e fortalecer a agricultura familiar, uma vez que, pode gerar empregos, renda e oportunidades para os pequenos e médios fruticultores florestais”, destacou o parlamentar na justificativa.
A lei define como frutos e produtos florestais, frutos provenientes de florestas nativas que pode ser colhido na floresta ou em sistemas agroflorestais e plantações, como açaí, cupuaçu, buriti, uxi, bacaba, camu-camu, pupunha e sorva (uva amazônica), dentre outros.
Com informações da assessoria
Brasil reage a ‘tratamento degradante’ com brasileiros algemados e cobrará explicações
















