A União Europeia (UE) atualizou nesta terça-feira (12) a lista de países considerados alinhados às regras do bloco contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária, e o Brasil acabou ficando de fora.
Segundo autoridades europeias, o governo brasileiro não apresentou garantias suficientes sobre a não utilização desses produtos na produção animal.
Em comunicado, o comissário europeu para Agricultura, Christophe Hansen, afirmou que os produtores europeus seguem regras sanitárias rígidas e, por isso, os produtos importados também precisam atender aos mesmos critérios.
“Nossos agricultores seguem alguns dos padrões de saúde e antimicrobianos mais rigorosos do mundo. Portanto, é legítimo que os produtos importados estejam sujeitos aos mesmos requisitos. A decisão tomada hoje demonstra que o sistema europeu de controle funciona”, declarou.
Pelas normas da UE, é proibido utilizar antimicrobianos para estimular crescimento ou elevar a produtividade dos animais. O bloco também veta o uso, na pecuária, de substâncias consideradas essenciais para tratamentos humanos.
Carne brasileira enfrenta limites na Europa
Apesar do aumento nas compras, produtos considerados sensíveis pela União Europeia, como carne bovina, frango e carne suína, seguem submetidos a cotas de exportação. Na prática, o acordo entre Mercosul e União Europeia abriu portas importantes para o agro sul-americano, mas alguns setores continuam cercados por restrições.
A União Europeia trata a carne bovina como um produto delicado economicamente e politicamente. O receio europeu envolve desde a concorrência com pecuaristas locais até pressões ambientais ligadas à produção agropecuária.
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