Início Site Página 864

Lançamento do BNI Amazônia marca nova era de networking empresarial no Amazonas

Foto: Assessoria

Manaus será palco, no dia 17 de outubro, do lançamento do BNI Amazônia, o mais novo grupo da maior e mais bem-sucedida organização de networking de negócios do Brasil. O evento será realizado no restaurante Terra e Mar (Av. Mario Ypiranga 1309, Manaus), a partir das 6h30, e promete reunir empresários de diferentes segmentos para uma manhã de oportunidades e conexões estratégicas.

O Business Network International (BNI) é uma organização global com 39 anos de história, presente em 78 países e com mais de 329 mil membros em todo o mundo. Seu modelo de negócios exclusivo permite que apenas um representante de cada setor participe de cada equipe, garantindo um ambiente de referências qualificadas e negócios em expansão. Em 2023, a organização gerou US$ 23,3 bilhões em negócios fechados por meio de indicações entre seus membros.

O BNI se diferencia pela filosofia Givers Gain®️ (Contribuir para Receber). O conceito, baseado na troca mútua de negócios e oportunidades, estabelece um ecossistema de crescimento para todos os membros envolvidos. O sucesso dessa filosofia é comprovado pelos resultados globais do BNI, que conta com 11.200 equipes espalhadas pelo mundo.

Segundo o diretor executivo do BNI Amazônia, Alberto Martin Frioli, o lançamento do BNI Amazônia marca um ponto de virada para os empresários locais.

“Trazer o BNI para Manaus é oferecer uma ferramenta poderosa de crescimento para as empresas da nossa região. O poder do networking e da troca de referências qualificadas permite que negócios de todos os portes prosperem em um ambiente colaborativo e de confiança mútua”, destaca.

A diretora executiva do BNI Amazônia, Tânia Silveira Soares, também ressalta a importância do evento. “Esta é uma oportunidade interessante para os empresários do Amazonas se conectarem de maneira estratégica e eficaz. O BNI Amazônia será um pilar para aqueles que buscam expandir seus negócios e construir relacionamentos sólidos, baseados em confiança e colaboração”, afirma.

Além de promover a troca de referências, o BNI também incentiva o desenvolvimento contínuo de seus membros. A organização valoriza o aprendizado contínuo, inovação, atitude positiva, responsabilidade e a importância de construir relacionamentos sólidos. Essas diretrizes formam a base do BNI e moldam o sucesso de cada participante.

Com o lançamento do BNI Amazônia, empresários da região terão a oportunidade de fazer parte dessa rede de sucesso e alavancar seus negócios por meio do poder do networking qualificado. O evento de inauguração promete ser uma experiência transformadora para os que buscam expandir suas conexões e aprender com a tradição e inovação que o BNI oferece.

Serviço:

Evento: Lançamento do BNI Amazônia
Data: 17 de outubro de 2024
Local: Restaurante Terra e Mar
Horário: 6h30
Ingressos: Adquira seu ingresso com os nossos membros do BNI Amazônia

Com informações da assessoria

 

Popó ganhou mesmo? Brasileiro sofre com argentino mas vence por decisão no quinto round

Popó é declarado vencedor na luta contra El Chino (Foto: Jhony Inácio e Danilo Fernandes)

“É isso mesmo que estou vendo?”, se perguntou um torcedor presente ao Ginásio da Portuguesa, em São Paulo, ao ver El Chino aplicando uma série de golpes em Popó durante a luta principal do Fight Music Show 5.

O brasileiro também machucou o rival, mas o cenário de preocupação era geral: por que o tetracampeão mundial, que dominou as outras quatro edições do FMS, estava sendo incomodado por um adversário pouco conhecido no Brasil?

A luta, prevista para terminar após seis rounds, acabou depois do quinto com vitória para o dono da casa. O UOL questionou a organização do FMS sobre a mudança repentina e atualizará a nota assim que houver retorno.

Euforia vira tensão

Popó entrou no ringue, como de praxe, ovacionado pela multidão. Já El Chino, que evitou provocações após rasgar a camisa da seleção brasileira há três semanas, entrou em cena vaiado.

A euforia se transformou em tensão durante os mais de 15 minutos de trocação. O argentino sofreu com a mão pesada do oponente, mas se impôs e deixou os fãs, literalmente, de queixo caído.

As reações no Ginásio da Portuguesa eram um misto de apoio e tentativas de desestabilização. Tanto o tradicional grito de “Popó, Popó, Popó” quanto as ofensas ao desafiante foram ouvidas em coro.

El Chino não se incomodou. Como um bom argentino, não caiu na provocação e chegou, inclusive, a colocar a mão na testa ao ver que o adversário havia errado um soco.

Popó foi valente e, aos 49 anos, machucou o rival oito anos mais novo até o fim. Ele venceu por decisão unânime dos juízes — mas dividida pelo público, que evitou vaiar o desafiante quando o brasileiro foi consagrado ganhador.

Com informações do Uol

Israel ignora pressão internacional e bombardeia há três dias bases da ONU no Líbano

Fumaça é vista acima do vilarejo libanês de Khiam, alvo de um bombardeio israelense (Foto: AFP)

Tanques das Forças Armadas de Israel invadiram uma base da missão de paz da ONU no Líbano neste domingo (13), segundo as Nações Unidas em mais um ataque de Tel Aviv contra a Unifil (Força Interina das Nações Unidas no Líbano) em poucos dias.

Israel bombardeou na quinta (10) e na sexta-feira (11) posições das tropas da ONU no sul do Líbano, país que invadiu no último dia 30, e feriu cinco capacetes azuis, ações que geraram forte condenação da comunidade internacional.

O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu voltou a dizer no domingo que os soldados da missão de paz da ONU devem se retirar das áreas de combate no Líbano, acrescentando que a presença das tropas no local as torna reféns do Hezbollah.

“Chegou a hora de o senhor retirar a Unifil das fortalezas do Hezbollah e das zonas de combate”, disse Netanyahu em um comunicado endereçado ao secretário-geral da ONU, António Guterres — declarado persona non grata em Israel desde o início do mês por, segundo Tel Aviv, não condenar o Irã após os lançamentos de mísseis contra o Estado judeu no último dia 1º.

“As Forças Armadas de Israel pediram [a retirada da Unifil] repetidas vezes, e receberam repetidas recusas, algo que tem o efeito de dar ao Hezbollah escudos humanos”, disse Netanyahu.

Tel Aviv diz mirar alvos do Hezbollah —no domingo, o ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, acusou o grupo armado libanês de utilizar bases da Unifil “como fachada para suas atividades terroristas”, sem apresentar provas. O Hezbollah nega utilizar instalações da ONU para lançar ataques.

Em conversa com o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, Gallant disse que seu país vai continuar tomando medidas para proteger as tropas da ONU no Líbano. Washington é o principal aliado e fiador militar e diplomático de Israel na região. O presidente Joe Biden tem pedido publicamente que Tel Aviv não ataque a Unifil; na prática, porém, segue apoiando o governo Netanyahu mesmo com a invasão do Líbano e a abertura de um novo front na guerra entre o Estado judeu e os grupos apoiados pelo Irã.

Ignorando a pressão internacional, Tel Aviv insiste que a Unifil deve se retirar das zonas de combate —os soldados da missão de paz estão lá com o objetivo de evitar que qualquer um dos dois lados do conflito atravesse a chamada Linha Azul, delimitada pela ONU entre Israel e o Líbano. A força das Nações Unidas se recusa a sair do local, dizendo que a bandeira da ONU “precisa continuar hasteada” na região.

Países que contribuem com militares para a Unifil, principalmente da Europa ocidental, fizeram coro às críticas contra Israel. A Itália falou em possíves crimes de guerra e disse que não obedecerá ordens de Tel Aviv, e a França convocou o embaixador israelense para dar explicações — um movimento diplomático que expressa grave insatisfação.

No sábado (12), 40 países que contribuem diretamente com a Unifil, incluindo o Brasil, emitiram uma nota condenando os ataques contra a missão de paz sem citar Israel. Assinaram o texto países como Alemanha, Reino Unido, China, Turquia, Itália, França e Espanha.

O Itamaraty também disse em nota na sexta-feira (11) que os ataques de Israel são inaceitáveis e violam o direito internacional, voltando a pedir por um cessar-fogo no Oriente Médio, e o papa Francisco pediu neste domingo respeito aos capacetes azuis no Líbano.

Socorristas da Cruz Vermelha no Líbano também foram feridos por um bombardeio israelense no sul do país. De acordo com a organização, ambulâncias da Cruz Vermelha foram enviadas para resgatar sobreviventes de um ataque aéreo contra uma casa, mas o local foi bombardeado uma segunda vez enquanto trabalhavam, ferindo os profissionais de saúde e danificando as ambulâncias.

Os ataques aéreos de Israel contra posições do Hezbollah no Líbano se intensificaram no domingo. A imprensa do país diz que um bombardeio israelense destruiu por completo uma mesquita histórica na cidade de Kfar Tibnit, e o Hezbollah diz ter repelido uma tentativa de invasão por terra próximo do vilarejo de Ramia. Foi a primeira vez que a milícia apoiada pelo Irã reportou combates diretos em solo com tropas israelenses desde o início do conflito atual.

Tel Aviv, por sua vez, afirma realizar uma operação limitada no sul do Líbano, e diz ter entrado em “combate corpo a corpo” contra o Hezbollah. As Forças Armadas do país anunciaram ter matado dezenas de combatentes e destruído infraestrutura militar do grupo.

Israel tem repetido que seu objetivo na invasão do Líbano é garantir a volta dos residentes do norte de Israel, fora de casa há meses —a região é o principal alvo de foguetes do grupo armado Hezbollah vindos do outro lado da fronteira.

Até aqui, a invasão de Tel Aviv contra o Líbano já forçou mais de 1,2 milhão de libaneses a deixar seus lares e matou mais de 2.000 pessoas desde o 7 de outubro de 2023, de acordo com Beirute —nove pessoas morreram no sábado depois de bombardeios de Israel, e o país ordenou que civis se retirem de outros 21 povoados no domingo.

Com informações da Folha de S.Paulo

Festival de Teatro da Amazônia 2024 anuncia espetáculos premiados neste domingo

Na edição de 2024, o Festival de Teatro da Amazônia (FTA) apresentou uma mostra em homenagem ao teatrólogo Chico Cardoso (Foto: Divulgação)

O Festival de Teatro da Amazônia 2024, referência na região norte, encerra a programação neste domingo (13), às 19h, com o espetáculo internacional “La Vorágine”, de La Tierra, da Colômbia, e a premiação da Mostra Competitiva Jurupari, no palco do Teatro Amazonas. A entrada é gratuita.

Os espetáculos da Mostra Competitiva Jurupari concorrem a 20 prêmios, divididos em dez prêmios para categoria adulto e dez para a categoria das infâncias, no valor de R$ 2.200, cada.

Nas modalidades de adulto e teatro das infâncias, a premiação consiste em dez categorias fixas, divididas entre prêmios artísticos e técnicos, além de quatro prêmios abertos, a serem definidos pela Comissão de Seleção.

Com prêmios artísticos vão ser contemplados “Melhor Espetáculo”, “Melhor Direção”, “Melhor Atuação de Ator ou Artista Não-Binárie”, “Melhor Atuação de Atriz ou Artista Não-Binárie” e “Melhor Dramaturgia”, enquanto os prêmios técnicos destacam “Melhor Cenário”, “Melhor Figurino”, “Melhor Visagismo”, “Melhor Iluminação” e “Melhor Design de Som”.

O Festival de Teatro da Amazônia é apresentado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, via Ministério da Cultura – Governo Federal: União e Reconstrução, e pelo Nubank, realizado pela Federação de Teatro do Amazonas (Fetam), com apoio da WEG e do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Icbeu Manaus, Amazonas Shopping, Faculdade Martha Falcão Wyden, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (Esat/UEA), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Teatro Lambe-Lambe Estudo, Pesquisa e Prática-UEA, Ibis Styles e Abaré Central.

Serviço

Data: HOJE – 13 de outubro de 2024 (Domingo)

Horários:

19h – Início do espetáculo

20h30 – Cerimônia de premiação

Local: Teatro Amazonas – Largo de São Sebastião, no Centro

Com informações da assessoria

Boulos diz que casa está sem luz há mais de 12h, critica gestão Nunes e chama Enel de ‘tragédia’

Foto: Reprodução / Instagram

A casa de Guilherme Boulos (PSOL) faz parte do grupo de 906 mil unidades que ainda estão sem energia elétrica em São Paulo e na região metropolitana após a tempestade de sexta-feira, 11. O candidato a prefeito da capital paulista classificou como “descaso completo” o fato dele e mais de 1,6 milhão de pessoas estarem sem luz há mais de 12 horas.

O deputado federal mora no Campo Limpo, bairro da Zona Sul, um dos mais afetados pela tempestade. Boulos cancelou a agenda de campanha para visitar os locais atingidos pela chuva. Ele mostrou o local pela vizinhança em que uma árvore em cima de um carro e de uma perua escolar.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o candidato do PSOL criticou a gestão de Ricardo Nunes (MDB), que é candidato a reeleição, e afirmou que o adversário na corrida eleitoral ficou “3 anos e meio sentado na cadeira de prefeito e não planejou a cidade para tempestades”. Segundo Boulos, a publicação precisa esperar meses para ter os chamados para podas de árvores atendidos.

“Aconteceu um apagão em novembro do ano passado. Na época, o Nunes foi curtir o camarote da Fórmula 1 e do UFC. Agora, como está perto da eleição, ele está fingindo que está comandando. Definitivamente o que tinha sido feito não é agora, que é quando ele faz cena. Ele tinha que ter feito como prefeito, mas não fez, ele se omitiu”, criticou.

Boulos ainda afirmou que vai entrar com uma ação no Ministério Público para apurar as responsabilidades da Prefeitura e da Enel, concessionária de energia elétrica que atende a região metropolitana. “[Responsabilidade da] Prefeitura, que não fez a poda de árvore, e da Enel, que todo mundo sabe que é uma tragédia, privatizaram a luz, a conta ficou mais cara e só piorou.”

Resposta de Ricardo Nunes

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) também cancelou a agenda que teria neste sábado, 12, na Missa no Santuário Nacional de Aparecida, para acompanhar as equipes de zeladoria que trabalham para reestabelecer serviços na capital paulista. O candidato à reeleição criticou a “ineficiência da Enel” em agir rapidamente e minimizar os transtornos causados pelas chuvas e ventos da noite desta sexta-feira, 11.

Na conversa com os jornalistas na Central de Monitoramento do Smart Sampa, no Centro da capital, Nunes criticou a Enel: “Estou desde ontem falando (com a Enel). Virei a noite inteira acompanhando essa tempestade (…) O que a gente tem de problema na cidade hoje é por conta da ineficiência da Enel.”

Segundo o prefeito, a capital paulista amanheceu com “960 mil unidades consumidoras sem energia na cidade, 17% do total. Essas questões foram ocasionadas por conta de problemas em 17 estações de Enel, que inclusive não ficam na cidade de São Paulo, e foram atingidas”. Além disso, 168 semáforos estão inoperantes, “todos eles por falta de energia, por conta da Enel”.

Balanço da chuva

A forte chuva que atingiu a cidade de São Paulo e municípios do interior do Estado na noite de sexta-feira, 11, deixou ao menos sete pessoas mortas, segundo informou na manhã deste sábado, 12, a Defesa Civil.

A tempestade provocou uma morte na capital, devido a uma queda de árvore em um condomínio. Na cidade de Diadema, foi registrado um outro óbito em decorrência também de uma queda de uma árvore.

De acordo com os dados históricos (registros desde 1995), as rajadas de vento registradas ontem na Região Metropolitana de São Paulo foram recorde, com ventos na casa dos 107,6 km/h. O Corpo de Bombeiros registrou cerca de 150 chamados para atendimentos de quedas de árvores na Grande São Paulo até o início da manhã deste sábado.

A chuva também casou deslizamento e desmoronamento. Em Cotia, duas pessoas foram socorridas em estado grave em um desmoronamento e, em seguida, faleceram. Em Bauru, foram registradas três mortes, onde um muro caiu em cima de um homem, uma mulher e uma criança.

*Com informações de Terra

Estrelando drama gay, Daniel Craig critica as próprias cenas de sexo hetero

Daniel Craig será homenageado em Hollywood - Foto: Reprodução / Instagram

Daniel Craig, 56, falou sobre as cenas de sexo gay que protagoniza no drama “Queer”, de Luca Guadagnino, 53.

Segundo o ator, ele e a equipe tentaram tornar as sequências eróticas o mais reais possível. “Fomos em busca de vulnerabilidade? Tentamos que fosse o mais real possível. Sexo é maravilhoso, mas ao mesmo tempo confuso e complicado. Espero que tenhamos conseguido retratar isso na tela, porque é o que acontece dentro de um quarto”, filosofou ele, em declaração divulgada pelo jornal Daily Mail.

Craig admitiu ainda considerar ‘terríveis’ muitas das cenas de sexo que fez ao longo de sua carreira no cinema. “Fiz algumas cenas terríveis de sexo na minha carreira. Elas estão por aí, para todo mundo ver”, acrescentou, sem especificar a quais trabalhos se referia.

Eva Green, Monica Belucci e Lea Seydoux foram algumas das atrizes com quem Craig estrelou momentos tórridos na franquia “007”. Ele também teve cenas quentes com a própria esposa, Rachel Weisz, 54, no longa “A Casa dos Sonhos” (2011).

*Com informações de Uol

Número de imigrantes com carteira assinada aumenta 35,9% em 2024

Empreender em alimentação fora do lar tem sido oportunidade para imigrantes - Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

O Brasil tem testemunhado um crescimento significativo no número de imigrantes trabalhando com carteira assinada, que aumentou 35,9% nos primeiros meses de 2024 em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Esse aumento ressalta a importância da mão de obra imigrante, especialmente no setor de bares e restaurantes, que enfrenta crescente demanda por profissionais qualificados.

Nos primeiros oito meses de 2024, foram registradas 16.802 admissões de imigrantes, com uma divisão quase equilibrada entre homens (7.253) e mulheres (7.682). Esse crescimento representa uma oportunidade única para o setor, que busca enfrentar a escassez de mão de obra. Carlos Silva, proprietário de um restaurante em São Paulo, afirma: “A diversidade cultural dos imigrantes se traduz em novas opções para nossos clientes, o que é um diferencial importante.”

A inclusão de imigrantes no mercado formal de trabalho é evidente à medida que mais proprietários de bares e restaurantes reconhecem os benefícios dessa diversidade. Segundo dados do Sebrae, o Brasil abriga atualmente 74,2 mil Microempreendedores Individuais (MEI) de diversas nacionalidades, sendo que 4% atuam no setor de alimentação fora do lar.

A presidente do Conselho de Administração da Abrasel, Rosane Oliveira, destaca o papel do setor de alimentação fora do lar como um catalisador de diversidade e inclusão. “Ao abrir as portas para empreendedores de diversas origens, o setor enriquece sua oferta gastronômica, além de promover uma cultura de inclusão e aceitação”, afirma Rosane.

Refugiados das guerras do Oriente Médio, por exemplo, encontraram no Brasil a chance de recomeçar por meio da gastronomia. A família de Myria Tokmaji fugiu de Alepo, na Síria, e chegou ao Brasil em 2013. “Logo percebemos que estávamos enfrentando novos desafios: a integração ao mercado de trabalho, a aprendizagem do idioma e a construção de novas amizades”, relembra Myria.

Após um período de luta, sua mãe começou a vender esfirras, dando início ao pequeno negócio, o Yasmin Comida Árabe. “A gastronomia desempenhou um papel crucial em nossa jornada de adaptação e recomeço”, afirma Myria. O empreendimento se consolidou oferecendo pratos como esfirras, bolinhos de falafel e kibe, e, assim, se tornou um elo cultural entre a tradição síria e a comunidade local.

A história de Billal Azizi é semelhante à de Myria. Ele chegou ao Brasil no ano passado, ao fugir do Afeganistão. Em Belo Horizonte, o empreendedor começou a vender comida afegã por delivery. “A motivação primordial por trás da abertura de um novo empreendimento foi não apenas prover sustento para minha família, mas também preservar minha identidade e construir uma nova história em terras brasileiras”, compartilha Billal.

O aumento no número de imigrantes atuando no setor de alimentação fora do lar evidencia a contribuição significativa dessa força de trabalho para a economia brasileira. A diversidade trazida por esses profissionais enriquece a gastronomia local e fortalece a cultura de inclusão no país, criando novas oportunidades tanto para os negócios quanto para a integração social. À medida que mais histórias como as de Myria e Billal se multiplicam, o setor se torna um reflexo da resiliência e inovação que caracterizam o empreendedorismo imigrante no Brasil.

Vini Jr. se torna o jogador mais valioso do mundo; saiba valor

Foto: Florencia Tan Jun / Getty Images

Vinicius Júnior, camisa 7 do Real Madrid, atingiu uma marca histórica em sua carreira. O atacante foi classificado pelo portal Transfermarkt como o jogador mais valioso do mercado do futebol.

O brasileiro chegou ao valor de 200 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,2 bilhão, na cotação atual), empatando com o norueguês Erling Haaland (Manchester City) no topo da lista de mais valiosos do mundo.

Favorito a levar a próxima Bola de Ouro, Vini soma 12 jogos disputados pelo clube merengue na temporada, com quatro gols e cinco assistências. Com 24 anos, o brasileiro atingiu um valor de mercado superior ao de Messi e Neymar. Em 2018, ambos foram avaliados em 180 milhões de euros (cerca de R$ 1,1 bi).

No topo da lista, Vini superou nomes como Jude Bellingham e Kylian Mbappé. A dupla do Real Madrid vale algo em torno de 180 milhões de euros (R$ 1,1 bi). O francês Mbappé chegou ao valor de 200 milhões de euros (R$ 1,2 bi) no início do ano.

O segundo brasileiro melhor colocado no ranking dos mais valiosos é Rodrygo, também do Real Madrid. O ex-Santos é avaliado em 110 milhões de euros (R$ 676 milhões).

*Com informações de Terra

Sábado de Adesivaço atrai mais apoiadores para David Almeida

Foto: Assessoria

Novos apoiadores da campanha à reeleição de David Almeida (Avante) participaram do Super Adesivaço realizado neste sábado (12/10), no Comitê Central, bairro de Flores, zona Centro-Sul de Manaus. “Queremos demonstrar nosso total apoio à reeleição do prefeito David porque queremos que o trabalho dele continue! Por isso viemos adesivar o carro da nossa família”, disse uma apoiadora do prefeito de Manaus.

Segundo os organizadores, mais de 700 veículos passaram pelo ponto de adesivagem até meio dia deste sábado.

A estrutura montada para a ação conta com a participação de mobilizadores que adesivam os veículos com a imagem de David e o número “70” que representa a escolha pelo caminho certo e seguro.

Ao longo de toda campanha, vem crescendo o número de veículos circulando pelas ruas de Manaus com a identidade visual da campanha de David Almeida. Uma demonstração de que a população se une ainda mais às propostas e quer a continuidade do trabalho transformador.

Adesivaço segue neste domingo

Neste domingo (13/10), o Adesivaço continua no Comitê Central, de 9h às 13h. Quem quiser adesivar o veículo e aderir à “Onda Laranja” pode ir ao Comitê Central localizado na Avenida Professor Nilton Lins, bairro Flores, próximo ao Aeroclube.

Brasil tem 22,38 milhões de hectares atingidos pelo fogo em nove meses

A Amazônia foi a mais afetada, representando 51% do total - Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Entre janeiro e setembro de 2024 o Brasil teve 22,38 milhões de hectares queimados pelos focos de incêndio que avançaram por todo país, mostrou o MapBiomas , no Monitor do Fogo. Apenas em setembro foram 10,65 milhões de hectares – quase metade de toda a área atingida nos oito meses anteriores.

O total equivale ao tamanho do estado de Roraima e é 150% maior que no mesmo período de 2023, quando o fogo atingiu 8,98 milhões de hectares. A vegetação nativa representa 73% da área queimada, principalmente formação florestal. Áreas de uso agropecuário também foram atingidas representando 20,5%.

Os estados Mato Grosso , Pará e Tocantins somaram mais da metade do território queimado e tiveram respectivamente 5,5 milhões, 4,6 milhões e 2,6 milhões de hectares atingidos pelo fogo. O município paraense de São Félix do Xingu foi o que mais queimou, seguido de Corumbá, no Mato Grosso do Sul.

Amazônia

Dentre os biomas brasileiros, a Amazônia foi a mais afetada e representou 51% do total do que o fogo alcançou nos nove primeiros meses do ano. Foram 11,3 milhões de hectares queimados no período.

De acordo com a diretora de ciências do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, que coordena o MapBiomas Fogo, a crise dos incêndios na região em 2024 foi agravada por uma seca mais severa decorrente da intensificação das mudanças climáticas.

“Isso se reflete nos números de setembro, onde metade da área queimada na região foi em formações florestais.”

A exemplo do que ocorreu em todo o país, o bioma amazônico queimou mais em setembro. Foram 5,5 milhões de hectares, dos quais 2,8 milhões eram de formação florestal. Entre as áreas em que o solo já havia sido convertido anteriormente pelo homem, as pastagens foram as mais afetadas pelo fogo, tendo 1,8 milhão de hectares queimados.

Cerrado

Em nove meses, o Cerrado teve 8,4 milhões de hectares consumidos pelo fogo, dos quais 4,3 milhões queimaram em setembro, maior área afetada nos últimos cinco anos, para o mesmo mês.

Brigadistas do Instituto Brasília Ambiental e Bombeiros do Distrito Federal combatem incêndio em área de cerrado próxima ao aeroporto de Brasília – Foto: Marcelo Camargo/ Agencia Brasil

“Setembro marca o pico da seca no Cerrado e isso torna o impacto do fogo ainda mais severo. Com a vegetação extremamente seca e vulnerável, o fogo se espalha rapidamente, resultando inclusive na baixa qualidade do ar nas cidades próximas”, explica Vera Arruda , pesquisadora no Ipam e coordenadora técnica do Monitor do Fogo.

Pantanal

Na média dos últimos cinco anos, o Pantanal foi o bioma que observou maior aumento de área queimada nos nove primeiros meses do ano. O crescimento foi de 2.306% em 2024, na comparação com a média.

Foram1,5 milhão de hectares consumidos pelo fogo, dos quais 318 mil hectares foram atingidos no mês de setembro, quando 92% da área queimada foram de vegetação nativa.

Outros biomas

De todo o território afetado pelo fogo, a Mata Atlântica queimou 896 mil hectares, sendo a maioria, 71%, de área agropecuária. Já a Caatinga e os Pampas tiveram redução na área atingida por incêndios de janeiro a setembro de 2024, com respectivamente 151 mil hectares e 3,1 mil afetados.

*Com informações de IG

POLÍTICA

Saneamento básico e incentivo ao esporte pautam debates na CMM durante...

O acesso à água potável e a importância do saneamento básico estiveram entre os principais temas debatidos durante o Grande Expediente da Câmara Municipal...

ECOLÓGICAS

Crocodilo suspeito de ter devorado homem é içado por helicóptero

A polícia da África do Sul conseguiu recuperar restos humanos após uma operação extrema em um rio infestado de crocodilos, no nordeste do país....