Cristiano Ronaldo tem salário dez vezes maior que Messi; veja cifras
O jornal “Marca”, da Espanha, fez um levantamento e comparou o salário de dois astros do futebol mundial: Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Os números causaram surpresa pela diferença gritante.
Enquanto o craque português recebe anualmente 200 milhões de euros (cerca de R$ 1,2 bilhão na cotação atual) do Al-Nassr, o salário do camisa 10 da Argentina é de 20 milhões de euros (R$ 121,8 milhões na cotação atual), pago pelo Inter Miami.
O jornal espanhol também fez uma comparação entre os salários mais baixos das duas equipes. Enquanto o atacante Mohammed Marran recebe 90 mil euros (cerca de R$ 548,1 mil na cotação atual) pelo clube de CR7 , o brasileiro Leo Afonso ganha 71 mil euros (R$ 432,3 mil) ao ano no time de Messi .
Por fim, o salário de Cristiano Ronaldo representa 58% da folha do Al-Nassr, que custa 344 milhões de euros, enquanto o Inter Miami desembolsa 42 milhões de euros, o que corresponde 47% das cifras de Lionel Messi.
*Com informações de IG
Prefeitura promove ação de limpeza na orla próxima ao mirante Lúcia Almeida com apoio de voluntários
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), realizou, neste sábado, 23/11, uma ação de limpeza na orla próxima ao mirante Lúcia Almeida, no Centro. O trabalho reforça o compromisso da gestão municipal com o cuidado ambiental e a preservação de espaços públicos.
A iniciativa contou com a participação da Nova Acrópole, uma organização mundial que promove filosofia, cultura e voluntariado. Os voluntários se dedicaram ao serviço de limpeza em toda a orla, demonstrando cuidado e conscientização sobre a importância da preservação ambiental.
“Nossa gestão tem como prioridade não apenas manter a cidade limpa, mas também envolver a comunidade nesse processo. A participação da Nova Acrópole é um exemplo de que juntos podemos cuidar melhor do meio ambiente e promover uma Manaus mais limpa e acolhedora para todos”, destacou o titular da Semulsp, Sabá Reis.
Carina Maia, representante da Nova Acrópole, ressaltou a importância do voluntariado em ações como essa. “Nossa missão é contribuir com a cidade e reforçar que cada pessoa tem um papel fundamental no cuidado com o meio ambiente. Hoje, mostramos que é possível unir esforços em prol de um futuro mais sustentável para Manaus”, afirmou.
Além da limpeza nas proximidades do mirante Lúcia Almeida, outros pontos da cidade também receberam serviços de manutenção. No largo São Sebastião, equipes realizaram poda de árvores, enquanto na área da Manaus Moderna foi feita a pintura do canteiro central. No centro da cidade, ruas foram lavadas e receberam coleta de resíduos. Uma grande ação ocorreu ainda na avenida Torquato Tapajós, onde trabalhadores executaram capina, varrição e remoção de resíduos acumulados.
A Prefeitura de Manaus reforça que ações como essas são fundamentais para garantir a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida da população. Além disso, o envolvimento de organizações voluntárias e da comunidade demonstra que a colaboração é essencial para a construção de uma cidade mais sustentável e consciente.
Jojo Todynho vira garota-propaganda da Havan após rejeição de marcas

A influenciadora Jojo Todynho virou garota-propaganda da empresa Havan, comandada pelo empresário Luciano Hang, conhecido por ser aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A parceria acontece após Jojo enfrentar rejeição no mercado publicitário, decorrente do posicionamento político e do rompimento com a comunidade LGBT+.
Nesta sexta-feira (22), Jojo Todynho e Luciano Hang apareceram juntos em um vídeo, ironizando a rejeição enfrentada pela campeã de A Fazenda. “Vamos cancelar tudo? Havan: só cancela preço alto”, brincou a dupla.
Fim do contrato com a Avon
Entre as recentes polêmicas envolvendo Jojo Todynho e contratos publicitários, destaca-se o imbróglio com a empresa de cosméticos Avon.
Os executivos da marca não teriam aprovado a briga em que Jojo rompeu com a comunidade LGBT+ e se declarou conservadora, alinhada à ideologia de direita.
Em outubro, a influenciadora criticou a empresa, com quem ainda tem contrato até dezembro, ao comentar o fim da parceria: “A Avon não ia cancelar o contrato comigo porque eles não iam pagar essa rescisão milionária. Então, eles vão pagar até dezembro”, afirmou. “Não houve ‘descarte’ nenhum, mas é bom para entender que a Avon deixou o povo achar o que quisesse.”
*Com informações de IG
Conservador e católico: quem é Gonet, que terá futuro de Bolsonaro nas mãos
Católico e conservador são duas palavras usadas para descrever o subprocurador Paulo Gustavo Gonet Branco, 62. Ele foi indicado pelo presidente Lula (PT) ao comando da PGR (Procuradoria-Geral da República) em 2023, apesar de desagradar a uma parcela da esquerda.
Agora, o inquérito sobre a tentativa de golpe e o futuro do ex-presidente Jair Bolsonaro estão em suas mãos, para que se decida se Bolsonaro será enquadrado criminalmente.
Aborto e ditadura: as críticas a Gonet
Em setembro de 2023, Lula convidou Gonet para uma reunião no Planalto. O encontro, fora da agenda, foi o primeiro movimento do petista em conhecer melhor o subprocurador.
Segundo aliados, diferentemente do que buscava nas indicações para o STF, Lula não cobrava um nome específico, mas um perfil: um PGR que fosse proativo —mas nem tanto— e, claro, nada de lavajatista.
Durante a conversa com o petista, Gonet se apresentou e disse as suas credenciais. Não fez questão de esconder que é católico e conservador, mesmo sabendo que os traços desagradam alas mais à esquerda do PT.
Em 2023, adversários e críticos de Gonet relembraram posicionamentos do subprocurador considerados, por eles, desabonadores de uma indicação vinda de um governo de esquerda. Um manifesto foi enviado ao Planalto, mas isso não impediu Lula de conduzir Gonet ao cargo.
Foi citado artigo escrito por Gonet em 2011. Ele afirmou na época que o aborto, entendido como a “interrupção voluntária do processo biológico iniciado com a concepção”, afronta a Constituição.
Mortes na ditadura. Antes disso, nos anos 1990, Gonet integrou a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos como representante do Ministério Público Federal e foi voto vencido nos julgamentos que reconheceram a responsabilidade do Estado brasileiro pelas mortes do estudante secundarista Edson Luís e dos guerrilheiros Carlos Marighella e Carlos Lamarca durante a ditadura militar.

Visão não é deixada nas sombras. Fontes que acompanharam a corrida para Gonet chegar à PGR disseram que os posicionamentos passados de Gonet não afetariam a sua indicação, uma vez que ele próprio não esconde sua visão.
Em 2019, Gonet foi levado ao então presidente Jair Bolsonaro (PL) como um dos cotados à PGR. Seu nome chegou a ser avalizado pela deputada federal Bia Kicis (PL-DF), com quem estudou, e pelo ministro Walton Alencar Rodrigues, do TCU (Tribunal de Contas da União).
O caminho para a indicação
Gonet foi colocado entre os mais cotados para a PGR após um forte apoio do ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal e seu ex-sócio no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa). O magistrado teceu elogios ao colega e fez uma atuação nos bastidores com o Planalto para garantir a indicação.
O subprocurador teve ainda acenos positivos vindo de Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Lá, o magistrado viu a atuação de Gonet com bons olhos, especialmente depois dos julgamentos que tornaram o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível —como vice-procurador-geral eleitoral, Gonet defendeu a condenação do ex-mandatário.
Os apoios foram levados a Lula em diversas oportunidades, tanto diretamente quanto por meio de interlocutores.
Uma das ocasiões em que o pedido foi feito diretamente a Lula ocorreu durante o churrasco organizado pelo petista no Alvorada, em maio deste ano. Moraes e Gilmar aproveitaram a oportunidade para sinalizar que gostariam de ver Gonet na PGR.
*Com informações de Uol
Estudo aponta caminhos para tirar o sauim-de-coleira da rota da extinção

Criar Unidades de Conservação (UCs) de Proteção Integral em áreas prioritárias nas zonas urbana e rural de Manaus, Rio Preto da Eva e Itacoatiara, e estabelecer corredores ecológicos para fortalecer a conectividade entre elas é uma das medidas necessárias para tirar da rota da extinção o sauim-de-coleira (Saguinus bicolor), espécie endêmica do Amazonas que encontra-se categorizada nacional e internacionalmente como Criticamente em Perigo de extinção e está entre os primatas mais ameaçados do mundo, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN).
Mais que isso, é preciso priorizar atividades de baixo impacto ambiental nessas áreas que são prioritárias para a conservação da espécie e recuperar a vegetação nas áreas protegidas degradadas, além de fortalecer campanhas ambientais de proteção ao sauim.
As recomendações fazem parte do estudo “Identificação de Áreas Prioritárias para a Conservação do sauim-de-coleira (Saguinus bicolor) no Estado do Amazonas”, lançado nesta quinta (21), em seminário promovido pelo Instituto Sauim-de-coleira (ISC) no Auditório do Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).
O estudo é fruto de uma articulação entre 18 pesquisadores do ISC, Museu Emílio Goeldi (MPEG), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), INPA e ICMBio, que, ao longo de cerca de um ano e meio, estudaram as principais ameaças (áreas desflorestadas, estradas, obras de infraestrutura e etc), os requerimentos ecológicos da espécie, os vários tipos de ambientes, as outras espécies que ocorrem na área e as relações da ocupação humana na área de distribuição do sauim-de-coleira. A pesquisa aponta os caminhos para a elaboração de uma estratégia para a conservação da espécie mais robusta, eficaz e pautada na ciência, explica o presidente do Instituto Sauim-de-coleira, Maurício Noronha.
“O objetivo deste estudo é balizar as políticas públicas. Ele é o primeiro passo, aponta o caminho a ser seguido. Com esse estudo em mãos, conhecemos as áreas e ações prioritárias para o sucesso das estratégias para a conservação da espécie, e podemos direcionar as ações do Plano de Ação Nacional para a Conservação do Sauim-de-coleira (PAN SAUIM-ICMBio), assim como políticas públicas em outras esferas governamentais”, explicou.
A pesquisadora Dra. Ana Luisa Albernaz, do Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), de Belém, que liderou o estudo, explica que a criação de áreas protegidas com categorias mais restritivas é fundamental para a conservação do sauim-de-coleira. Também é preciso urgentemente consolidar os Planos de Manejo e os Conselhos Gestores das áreas protegidas mais permissivas, como é o caso das Áreas de Proteção Ambiental (APAs), categoria mais comum nos 8.000 km² habitados pela espécie, nos municípios de Manaus, Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo.
“Manaus tem quase 30% de áreas protegidas em sua zona urbana, a maioria APAs. Mas boa parte tem floresta severamente fragmentada pelas ocupações humanas, o que impacta as populações de sauins. Então, do ponto de vista técnico, recomendamos que sejam criadas áreas com categorias mais restritivas”, disse a pesquisadora.
Mas ela lembra que muitas outras ações também precisam ser implementadas em outras esferas, como políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável e a valorização da bioeconomia que valoriza a floresta em pé.

“A gente vem vivendo uma crise ambiental sem precedentes. Secas e incêndios florestais que deixam consequências bastante sérias, não só em termos de perda de biodiversidade, mas também para nós, para a humanidade. A solução para a crise que nos afeta passa pelo enfrentamento à crise ambiental. Quando protegemos o habitat do sauim, estamos protegendo a nós mesmos”, lembrou.
O pesquisador professor Dr. Marcelo Gordo, do Departamento de Biologia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), membro da equipe do estudo e coordenador do Projeto Sauim-de-coleira, lembrou que é preciso que essas medidas sejam adotadas o quanto antes para evitar a extinção da espécie. Uma estimativa baseada em estudos populacionais e de perda de habitat apontou que, no ritmo atual, a população de sauim-de-coleira pode sofrer uma redução de até 80% dentro de três gerações, ou seja, nos próximos 18 anos.
“Há estudos que apontam que a perda populacional do sauim já acontece há mais de 10 mil anos, mas isso nunca aconteceu em um ritmo tão intenso como agora”.
Segundo Marcelo Gordo, as principais ameaças para a espécie são a perda e a fragmentação do seu habitat, tanto nas áreas urbanas, onde enfrentam a especulação imobiliária e o crescimento urbano desordenado, quanto nas zonas rurais, onde o maior obstáculo à conservação é o avanço da fronteira agropecuária sobre as florestas.
“Perda é quando uma floresta é derrubada para dar lugar a um condomínio ou a um pasto, por exemplo. Já a fragmentação acontece quando obras e intervenções como as estradas ou fazendas cortam e isolam áreas de floresta. A perda de conectividade entre essas áreas resulta na perda de variabilidade genética das populações isoladas, o que também contribui para o seu desaparecimento” explicou.
Agravando esse cenário, muitos sauins, ao se deslocarem entre fragmentos, em busca de abrigo e alimento, acabam atropelados, eletrocutados ou atacados por cães. Outra ameaça é a hibridização com outra espécie concorrente: o sauim-da-mão-dourada (Saguinus midas).
Todos esses fatores contribuem para colocar o sauim-de-coleira no caminho da extinção. Por esse motivo a espécie está categorizado nacional e internacionalmente como Criticamente em Perigo (CR) tanto na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), como na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. Essa é a categoria na qual as espécies enfrentam o mais alto risco de extinção na natureza.
Pesquisa é base para plano de ação
Analista ambiental do ICMBio, o médico veterinário Diogo Lagroteria destacou a importância do estudo “Identificação das Áreas Prioritárias para a Conservação do Sauim-de-coleira (Saguinus bicolor) no Estado do Amazonas” para a elaboração do plano de ação voltado para a conservação da espécie.
“O resultado desse trabalho, que reuniu alguns dos maiores especialistas da região amazônica, é este produto fundamental para o planejamento da conservação dessa espécie nos próximos anos. Eu costumo dizer que os planos de ação para a conservação de uma espécie são um grande pacto entre a sociedade para unir esforços, priorizar ações, sermos mais assertivos e trabalharmos de forma articulada. Agora é chamar as instituições parceiras para fazer parte das ações, que devem começar no próximo ano”, afirmou Lagroteria, que integra o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica (CEPAM), vinculado ao ICMBio e que, junto com o Centro de Primatas Brasileiros (CPB), coordena um plano de ação nacional para a conservação do sauim-de-coleira, em parceria com instituições como o IBAMA, INPA, UFAM e Instituto Sauim-de-coleira.

Financiado pela Re:wild, o estudo foi realizado pelo ISC, em parceria com o Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica (CEPAM), o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), do ICMBIO, e o Tamarin Trust.
Desafios da conservação
Segundo o presidente do ISC, o seminário para apresentação dos resultados do estudo “Identificação de Áreas Prioritárias para a Conservação do sauim-de-coleira (Saguinus bicolor) no Estado do Amazonas” é um marco para a conservação da espécie. Além de balizar todas as ações para a conservação do sauim, conseguiu, com sucesso, reunir a comunidade científica, acadêmica, organizações da sociedade civil, gestores e a sociedade para discutir um tema tão relevante para o nosso estado. Para ele, o sauim é uma espécie “bandeira” para o desenvolvimento sustentável. Com a conservação da espécie e seu habitat – a Floresta Amazônica –, ganha a sociedade, ganha o meio ambiente, ganha o Brasil e ganha o planeta como um todo.
O coordenador da Coordenação de Biodiversidade do INPA, Geangelo Calvi, lembrou que o sauim-de-coleira é uma espécie símbolo, mas que representa várias outras que também são endêmicas desta mesma região e estão ameaçadas. “Hoje estamos falando do sauim-de-coleira, mas ele pode ser um laboratório para outras espécies extremamente ameaçadas. O que temos aqui é um projeto que pode ser um piloto para ser replicado com outras espécies ameaçadas”, lembrou.
Sobre o Instituto Sauim-de-coleira (ISC)
O ISC é uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que desenvolve atividades de pesquisa científica, conservação, educação e articulação de políticas públicas para a proteção do sauim-de-coleira (Saguinus bicolor) e de seu habitat, contribuindo para uma Amazônia ambientalmente saudável, economicamente próspera e socialmente justa.
Racing bate Cruzeiro no Paraguai e é campeão da Copa Sul-Americana
O Racing é campeão da Copa Sul-Americana de 2024! A equipe argentina derrotou o Cruzeiro por 3 a 1 na grande final do torneio neste sábado (23), no Estádio General Pablo Rojas, em Assunção, capital do Paraguai.
Com a vitória, “La Academia” se tornou o oitavo clube da Argentina a levantar o troféu, se juntando a Boca Juniors, River Plate, Independiente, Arsenal de Sarandí, Defensa y Justicia, San Lorenzo e Lanús.
1º tempo
Após três minutos de muito estudo de ambas as equipes, o Racing balançou as redes em sua primeira grande chance, com um lançamento que rodou a área do Cruzeiro, chegou nos pés do meia Martirena, que deslocou Cássio para marcar. No entanto, após uma longa revisão do VAR, o gol foi anulado por um impedimento.
A equipe argentina seguiu criando mais oportunidades, e um cruzamento não intencional de Martirena pegou Cássio de surpresa, encobrindo o goleiro para finalmente abrir o marcador aos 15 minutos da etapa inicial.
Logo em seguida, Martínez, artilheiro da competição, recebeu um cruzamento de Salas, e sem goleiro, empurrou para o gol para ampliar o placar com 20 minutos.
2º tempo
Após um primeiro tempo desastroso da Raposa, o time mineiro diminuiu a desvantagem com uma bela jogada envolvendo Matheus Henrique, Matheus Pereira e Kaio Jorge, que precisou de duas finalizações para marcar.
Depois do primeiro gol, o Cruzeiro seguiu pressionando o time argentino, com muita posse de bola, mas sem muitas chances criadas, não conseguindo igualar o marcador.
Já nos momentos finais da partida, Martínez pegou o time de Fernando Diniz completamente aberto, e em um contra-ataque, selou o título argentino.
Próximas partidas
Com o título inédito, o Racing volta a campo no próximo sábado (30), às 19h30, quando visita o Rosario Central no Gigante de Arroyito pelo Campeonato Argentino. Já o Cruzeiro tem um compromisso na próxima quarta-feira (27), às 21h, quando recebe o Grêmio no Mineirão pelo Brasileirão.
*Com informações de IG
Prefeito do Rio de Janeiro insinua que trará Lady Gaga para show gratuito e web reage
Após o sucesso que foi o show da Madonna gratuito em Copacabana, no Rio de Janeiro, em maio deste ano, o prefeito Eduardo Paes mostrou interesse e a possibilidade de um novo mega show na cidade com outra artista pop de peso: Lady Gaga .
Em uma publicação feita pelo prefeito nesta sexta-feira (22) no X, antigo Twitter, Eduardo deu uma esperança aso fãs da loira de que ela venha ao Brasil. Ele escreveu: “Pra vocês não acharem que estou sextando bravo! ‘Todo Mundo no Rio!’ Entendedores entenderão! Sinais!” A publicação veio com um vídeo de Lady Gaga cantando o hit Shallow , música ganhadora do Oscar de Melhor Canção Original do filme “Nasce uma Estrela”, protagonizado por ela.
Em maio deste ano, a Rainha do Pop, Madonna, fez um show gratuito na praia de Copacabana, em uma parceria com um banco e o governo municipal. No último mês, o prefeito utilizou sua conta no Twitter para questionar os seguidores sobre quem seria a próxima atração internacional que deveria vir em 2025. Na época, ele postou: “Estou decidindo aqui… Beyoncé… U2… Lady Gaga… Adele… Dá aí a sua opinião”.
A possibilidade da presença da cantora levou os seguidores a loucura, uma vez que a última vinda de Lady Gaga ao Brasil foi no Rock in Rio 2017, mas que foi cancelado na semana em que iria se apresentar. Na época, ela explicou que estava passando por dores pela fibromialgia e publicou no Twitter: “Brazil, I’m devastated”.
*Com informações de IG
Mourão questiona se é crime ‘escrever bobagem’ e diz que plano de golpe é ‘fanfarronada’

O senador e ex-vice-presidente da República Hamilton Mourão (Republicanos-RS) chamou de “fanfarronada” o plano de golpe de Estado revelado pela Polícia Federal na Operação Contragolpe e disse que não havia apoio das Forças Armadas para que o objetivo fosse concretizado. Ele criticou o indiciamento de 37 pessoas realizado pela corporação, entre elas o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apontado pelos policiais como o líder da organização criminosa, pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.
“Nós temos um grupo de militares, pequeno, a maioria militares da reserva, que em tese montaram um plano sem pé nem cabeça que eu nem consigo imaginar como uma tentativa de golpe. Tentativa de golpe tem que ter o apoio de parcela expressiva das Forças Armadas”, disse o senador na sexta-feira, 22, em seu podcast Bom dia, Mourão.
Ele ainda minimizou as informações trazidas pela PF de que um grupo de militares tramou os assassinatos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
“Se meia dúzia, de três ou quatro, resolveu escrever bobagem, tudo bem. É crime escrever bobagem? Vou deixar para os juristas. Eu vejo crime quando você parte para a ação. Se tivesse feito uma emboscada contra o ministro Alexandre de Moraes, o presidente da República, disparado contra ele. Nada disso aconteceu. Ficou tudo no terreno da imaginação”, acrescentou Mourão.
Juristas apontam que os atos descritos no relatório da Polícia Federal são suficientes para caracterizar os atos dos militares como tentativa de golpe, o que pela legislação brasileira é considerado crime. O entendimento, porém, não é unanimidade e há quem avalie que as ações do grupo se enquadram apenas como atos preparatórios e, portanto, não seriam passíveis de punição.
O ministro do STF Gilmar Mendes refutou essa última tese durante um congresso em São Paulo na quinta-feira, 21. “A tentativa de qualquer atentado contra o Estado de Direito, ela já é em si criminalizada, de modo que já é um crime consumado. Até porque, quando se faz o atentado contra o Estado de Direito e ele se consuma, o Estado já não mais existe”, disse.
As investigações mostram que o planejamento da ruptura democrática contou com reuniões com a cúpula das Forças Armadas, rascunhos de minutas golpistas, planilha com detalhes do golpe, minuta de “gabinete de crise” que seria instalado após a ruptura e até o plano de envenenamento de Lula e de eliminar Moraes a bomba.
De acordo com o inquérito que embasou a Operação Contragolpe, deflagrada na terça-feira, 19, dois dias antes da conclusão do inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado, o general da reserva Walter Braga Netto, homem forte do governo Bolsonaro, era uma peça-chave no plano de ruptura institucional. O ex-ministro tomou conhecimento sobre um plano para executar autoridades e seria o coordenador-geral de um “Gabinete Institucional de Gestão da Crise” caso o golpe ocorresse.

Segundo a PF, o general Mário Fernandes é o autor do plano “Punhal Verde e Amarelo”, que continha um detalhamento para executar, em dezembro de 2022, o ministro Alexandre de Moraes e a chapa vencedora das eleições presidenciais daquele ano, formada por Lula e Alckmin.
A ação esperava o apoio operacional de “kids pretos”, como são conhecidos os militares das Forças Especiais do Exército Brasileiro.
Em 12 de novembro, houve uma reunião na casa de Braga Netto na qual o “planejamento operacional para a atuação dos ‘kids pretos’ foi apresentado e aprovado”.
Além do documento com o plano para matar Moraes, Lula e Alckmin, a PF localizou nos arquivos de Mário Fernandes um esboço de um decreto instituindo um “gabinete de crise”, que seria deflagrado após as execuções das autoridades.
*Com informações de Terra
Relação Brasil-China muda de patamar às vésperas de nova era Trump

A declaração conjunta feita por Brasil e China dá novo status para a relação entre os dois países e faz com que o Brasil deixe de ser apenas um exportador de commodities para se tornar um parceiro comercial do país asiático, enquanto o mundo se prepara para uma nova era Trump.
“Futuro compartilhado” entre os dois países sinaliza aproximação inédita. Em declaração, os países se comprometeram a criar uma “comunidade de futuro compartilhado”. Segundo Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais da ESPM, a declaração “sinaliza uma aproximação que nunca existiu entre Brasil e China”.
“Paramos de ser apenas um fornecedor de commodities para ser um parceiro numa ampla integração econômica com os chineses. No contexto do mundo, isso tem um sentido muito especial. É um preparativo dos dois lados para uma era Trump de maior confronto comercial.” afirmou Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais da ESPM.
Acordos favorecem o agronegócio e a reindustrialização do Brasil. Os 37 acordos firmados entre os dois países atendem a demandas do agronegócio brasileiro e também favorecem a inserção do Brasil nas cadeias produtivas chinesas. “Amarramos o PAC e, principalmente, o Nova Indústria Brasil — o processo de reindustrialização do Brasil — ao contexto chinês”, diz Trevisan.
China deve apoiar Brasil em rota de escoamento de produção via Peru. Outro ponto de destaque é o apoio chinês para a criação de rotas de integração sul-americanas, com foco especialmente em ferrovias e no escoamento de produção via Chancay, no Peru, onde a China acaba de inaugurar um megaporto.
Abrangência dos acordos chama a atenção. A mudança de status da relação entre os dois países se expressa no número e na abrangência dos acordos assinados. Dentre os 37 acordos estão temas como tecnologia, ajuda nuclear, satélites, bancos estatais, TVs públicas e bioeconomia.
Acordos mostram que relação vai além da balança comercial. Para Hsia Hua Sheng, professor de finanças internacionais da FGV, os acordos e a declaração conjunta dos dois países evidenciam uma relação mais profunda.
“Esses acordos mostraram que, na verdade, a relação Brasil-China é mais que só balança comercial. É também na área social, os dois têm como propósito reduzir a pobreza, reduzir a fome, e também no lado cultural e de pesquisa. A relação não se restringe a negócios.” afirmou Hsia Hua Sheng, professor de finanças internacionais da FGV.













