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Cade retoma inquérito sobre suposto monopólio da Globo no futebol parado desde 2023

Flamengo é o atual campeão da Copa do Brasil: clube disse ao Cade que teve problemas com a Globo, em inquérito renovado pelo órgão, mesmo parado desde 2023 (Foto: Cris Mattos / Reuters)

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) renovou no dia 27 de dezembro, até mês de março, um inquérito que investiga desde 2021 um suposto monopólio da Globo nas transmissões de futebol no Brasil.

Segundo documentos obtidos pela coluna, o Cade renovou o caso por dizer que precisa de tempo para analisar os depoimentos colhidos. “Existe robustez em tudo colhido que necessita ser olhado com calma”, diz o despacho.

O Cade não faz diligências sobre o assunto desde julho de 2023. Na ocasião, o órgão governamental enviou 34 ofícios para clubes e para a Warner Bros Discovery pedindo esclarecimentos sobre contratos do Campeonato Brasileiro entre 2019 e 2024.

O Cade pediu para os notificados que relatassem em detalhes quaisquer problemas com a Globo, o que foi relatado por Flamengo e Warner. Em reuniões com o Cade, a Warner confirmou que rescindiu um contrato com o Brasileirão que tinha neste ciclo por situações ruins causadas pela Globo.

Alguns clubes responderam aos questionamentos do Cade, como São Paulo, Vitória (BA), Vasco e Cuiabá.

Entre eles também está o Flamengo, time de maior torcida do país. No ofício enviado no último dia 31 de agosto, o Flamengo confirmou que teve sua intenção de transmissão de jogos em seu streaming próprio em 2020 atrapalhados pela Globo.

O Cade investiga desde 2021 a situação. A Globo, nos autos, nega qualquer monopólio e fala da pulverização recente dos direitos. O Brasileirão, por exemplo, foi comprado pela Record por três anos a partir de 2025.

Com informações da Folha de S.Paulo

Artigo alerta para discussões sobre a Amazônia que a inteligência artificial não vê

Foto: Getty Images

A Amazônia, reconhecida pela biodiversidade e diversidade de povos indígenas, enfrenta desafios significativos, como desmatamento e mudanças climáticas, que ameaçam tanto o meio ambiente quanto as culturas locais. A inteligência artificial (IA) pode desempenhar papel crucial na valorização cultural e na conservação ambiental, mas sua aplicação deve ser cuidadosamente considerada.

Grande parte do desenvolvimento da IA, especialmente no contexto generativo, ocorre fora do Brasil, em países como Estados Unidos e China. A Unesco alertou sobre uma divisão que pode marginalizar os países do Sul Global, transformando suas culturas em mercadorias desprovidas de identidade. Um exemplo disso foi a solicitação do publicitário Rodrigo Esteves a uma IA generativa para criar uma imagem de povos indígenas brasileiros, que resultou em representações de nativos norte-americanos. Isso mostra o viés cultural preponderante nas IAs treinadas com dados globais.

O desafio é agravado pela concentração do desenvolvimento tecnológico em poucas empresas privadas, predominantemente localizadas no Norte Global, levando à hegemonia cultural e à erosão da confiança e do entendimento. Um relatório do Oxford Internet Institute destaca os riscos associados a essa dinâmica, que perpetua preconceitos coloniais e vulnerabiliza os países do Sul Global.

A 19ª edição do Relatório de Riscos Globais, de 2024, reforça a preocupação com a hegemonia tecnológica e seus impactos nas culturas, especialmente nas comunidades indígenas. Apesar do crescimento no uso de tecnologias como a IA no Brasil, a adoção traz à tona questões de viés cultural, como mencionado no manifesto “DecolonizAI”, da Universidade de São Paulo. Para evitar o apagamento das culturas originárias, é essencial garantir a representatividade nos dados utilizados para treinar esses sistemas, considerando gênero, etnia e características culturais.

Os povos amazônidas, em particular, e sua cultura são mal representados pela IA, que muitas vezes falha em captar suas nuances. Além disso, tecnologias de vigilância correm o risco de ser mal utilizadas, ignorando os direitos das comunidades indígenas. Ailton Krenak, em palestra na Reconcitec 2024, enfatizou a necessidade de repensar a inovação tecnológica, privilegiando uma conexão profunda com o clima, os ecossistemas e os territórios.

Entretanto há iniciativas promissoras, como o chatbot desenvolvido pela Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação de Rondônia, em parceria com o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, que monitora queimadas em tempo real, permitindo respostas mais rápidas e eficazes.

Um uso responsável da IA exige abordagem ética que respeite os saberes locais. A inclusão das comunidades indígenas nas políticas públicas e regulações precisa garantir que a IA seja usada para preservar, e não suprimir as culturas amazônicas. Eventos como a COP30 devem ser oportunidades para estabelecer diretrizes que promovam a inclusão e a proteção das identidades indígenas, incorporando seus saberes ancestrais em todo o ciclo regulatório da IA.

Construir um futuro tecnológico que valorize as culturas originárias requer esforços coletivos. A inovação deve servir à preservação da riqueza cultural e ambiental da Amazônia, garantindo que permaneçam vivas. Assim, povos indígenas e tecnologias emergentes podem encontrar um caminho sustentável que equilibre tradição e inovação, sustentabilidade e tecnologia, assegurando que a cultura seja um bem jurídico protegido e um direito das gerações futuras.

*Guilherme Mucelin é doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Ricardo Moura Antunes é pós-graduado em Direito, políticas públicas e controle externo e especialista em populações indígenas da Amazônia pela Universidade Federal do Pará, Christine Albiani é mestre em Direito pela Universidade Federal da Bahia, Bruna Strahl é pós-graduada em Direito Administrativo e gestão pública pela Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Publicado em O Globo

Prefeito David Almeida entrega complexo esportivo revitalizado no bairro Cidade Nova

Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom

O prefeito de Manaus, David Almeida, entregou, neste domingo (5), o complexo esportivo do Núcleo 16, no bairro Cidade Nova, zona Norte da cidade, totalmente revitalizado à população. A obra foi realizada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), em mais de sete mil metros quadrados, transformando o espaço em um local moderno e multifuncional para os moradores.

Segundo o prefeito, a requalificação desses espaços faz parte do compromisso da gestão em fomentar o esporte, a saúde e a convivência comunitária.

“No final de quatro anos, queremos alcançar cerca de 80 espaços como este, reformados dessa forma. Essa é uma meta que estamos estabelecendo para recuperar esses ambientes na cidade de Manaus. Se conseguirmos reformar entre 15 e 20 por ano, atingiremos um número bastante significativo para dar continuidade ao trabalho”, afirmou o prefeito.

O projeto incluiu a revitalização completa do campo de futebol e da quadra de areia para vôlei, além da reforma da área de convivência, que agora conta com uma academia ao ar livre. Para garantir acessibilidade, foram construídos banheiros femininos, masculinos e adaptados para Pessoas com Deficiência (PcDs). A nova estrutura inclui ainda dois vestiários e dois quiosques de lanchonete.

“Estamos aqui no Núcleo 16, realizando inaugurações que beneficiarão os moradores. Aqui, temos um campo que, mesmo com a chuva, não está alagando, graças à rede de drenagem. Quando anoitecer, a comunidade poderá usufruir da iluminação em LED. Também temos uma área coberta destinada à terceira idade para a prática de zumba e para os moradores que praticam artes marciais. Além disso, estamos entregando um equipamento público com uma academia ao ar livre. Muitos prefeitos passaram por aqui, e, se fosse fácil reformar este campo, já teria sido feito. Mas faltou capacidade e vontade, algo que o prefeito David Almeida tem de sobra”, afirmou o vice-prefeito e secretário de Obras, Renato Junior. 

O líder comunitário do esporte do Núcleo 16, Ederson Cunha, também celebrou a revitalização do espaço. “Eu venho aqui agradecer ao nosso prefeito David pela grande reforma e pela entrega do campo do Núcleo 16. Esse campo estava abandonado há mais de 25 anos e, hoje, graças a Deus e ao nosso prefeito, está sendo entregue à comunidade totalmente reformado e ampliado”, destacou.

Estrutura

Além das melhorias nos equipamentos esportivos, o complexo agora oferece uma pista de caminhada e arquibancadas com cobertura, garantindo maior conforto para os usuários e permitindo a utilização do espaço em qualquer estação do ano. Toda a instalação elétrica e hidráulica do local foi modernizada, e o famoso “chapéu de zinco” da área recebeu reformas na cobertura e nos gradis, consolidando o complexo como um espaço seguro e acolhedor. Com a nova estrutura, o Núcleo 16 se consolida como um dos principais pólos de atividades esportivas e de lazer da zona Norte de Manaus.

“Nós saímos desses campos comunitários. Há 30 anos, nós jogávamos bola no bairro Compensa e não tínhamos essas luminárias que hoje temos e que dá segurança para o nosso bom cidadão. Hoje, nossos campos e os mais de 20 complexos desportivos estão iluminados estão estruturados. Estamos integrando o melhor projeto social desportivo de Manaus, hoje, Manaus realmente tem segurança, você pode trazer o seu filho para os nossos campos de futebol”, completou o diretor-presidente da Fundação Manaus Esporte (FME), Joel Silva.

Com a entrega do complexo esportivo, a Prefeitura de Manaus atinge a marca de 21 complexos revitalizados em bairros de todas as zonas da capital. A prefeitura promete dar continuidade às ações de revitalização, beneficiando mais bairros e promovendo bem-estar aos manauaras.

Com informações da Semcom

Brasil volta a ser país de classe média com 50% dos domicílios com renda acima de R$ 3,4 mil

Estudo constata que 50,1% dos domicílios estão nas classes C para cima, o que significa renda mensal domiciliar acima de R$ 3,4 mil (Imagem: Alf Ribeiro / Shutterstock)

O Brasil voltou a ser um país de classe média. O ano de 2024 marcou uma mudança na distribuição das famílias por estrato social, mostra levantamento da Tendências Consultoria obtido em primeira mão pelo GLOBO. O estudo constatou que 50,1% dos domicílios estão nas classes C para cima, o que significa renda mensal domiciliar acima de R$ 3,4 mil.

É a primeira vez que isso acontece desde 2015, quando 51% estavam ao menos na classe média. Em 2023, os domicílios das classes C, B e A representavam 49,6%.

A melhora no emprego é o principal fator responsável pela ascensão social dos brasileiros, diz a consultoria: “Desde 2023 houve migração importante das famílias da classe D/E para a classe C, decorrente da melhora significativa do mercado de trabalho no pós-pandemia”, explica a economista Camila Saito, da Tendências.

As classes C e B são tipicamente as de classe média. Nessas famílias, a principal fonte de renda vem do trabalho, e a massa salarial (total dos ganhos de todos os trabalhadores) aumentou nos últimos anos, diz Camila, com a retomada da economia após a pandemia e a valorização real do salário mínimo em 2023 e 2024, após anos sem reajustes acima da inflação.

Impulso do emprego

Pelas estimativas do estudo, a massa de renda total no ano passado, incluindo salários, benefícios sociais, aposentadorias e pensões, e outras rendas como juros de investimentos, subiu em média 7% no país. Mas, na classe C, este avanço foi bem maior, de 9,5%.

Neste estrato social estão as famílias com rendimento domiciliar entre R$ 3,5 mil e R$ 8,1 mil. Na classe B, que reúne os domicílios com rendimentos entre R$ 8,1 mil e R$ 25 mil, o avanço nos ganhos foi de 8,7%, o segundo melhor desempenho.

Neste ano de 2025, a classe C deve, de novo, ter um desempenho melhor do que a média nacional. A Tendências prevê expansão de 6,4% na renda deste grupo, contra 3,8% para o conjunto dos brasileiros. Mas, em qualquer recorte, será um desempenho aquém de 2024, que resultará em uma mobilidade social mais lenta, afirma Camila.

“Nossas estimativas consideram uma tendência de lenta mobilidade social das famílias para classes de renda superiores. A mobilidade social das classes D e E deve ser reduzida nos próximos anos, acompanhando um fenômeno típico de países com alta desigualdade.

Segundo a economista, o ingresso no mercado de trabalho é o principal meio de redução da pobreza, mas não é condição suficiente para superá-la, diante das “baixas remunerações, elevadas desigualdades entre grupos de população ocupada, altas taxas de informalidade e marcante heterogeneidade entre os setores produtivos”.

No ano passado, a taxa de desemprego chegou ao seu menor nível histórico, de 6,1% no trimestre terminado em novembro, e o nível de ocupação (total de pessoas com trabalho em relação à população total) chegou também ao seu melhor momento: 58,8%. Em 2019, essa taxa era de 56,8%.

Desigualdade em queda

Segundo o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, o Brasil teve resultados sociais “bastante alvissareiros”, comparáveis aos de 2014 (o melhor ano até então para o mercado de trabalho), mas ainda melhores. O economista avalia que os três componentes que favorecem a ascensão social estavam presentes em 2024: “Nos nossos estudos da nova classe média, três componentes estavam presentes: crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), como está havendo nos últimos dois anos; crescimento da renda do trabalho bem acima do PIB, que está acontecendo também. Em 2023, a alta do rendimento do trabalho só perdeu para o boom do Real (em 1994) em único ano”.

Já o terceiro componente, explica Neri, só apareceu em 2024, que foi a queda da desigualdade. Apesar de os indicadores de disparidade de renda estarem no menor patamar histórico, eles ficaram praticamente estagnados em 2023. Em 2024, foi diferente, afirma Neri.

“No ano passado, entrou um elemento novo, ausente da cena nos últimos anos, que foi a queda na desigualdade. Até o terceiro trimestre, a renda média domiciliar per capita em 12 meses cresceu 6,98%, mas entre os 50% mais pobres, a alta foi 10,2%”.

E a causa principal dessa alta maior veio da queda do desemprego, que respondeu por 40% do aumento da renda das famílias, afirma Neri.

Um dos símbolos da classe média, que é o emprego formal, também avançou. Foram criadas 3,6 milhões de vagas com carteira assinada de janeiro de 2023 a setembro de 2024, lembra o economista.

A alta da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 12,25% ao ano, e que pode chegar a 14,75% no fim de 2025, se as previsões dos analistas se confirmarem, deve favorecer a classe A, diz Camila, da Tendências. Este estrato social tem os ganhos mais concentrados em aplicações financeiras e aluguéis.

“Com a trajetória de aumento da Selic, a estimativa para a massa “outros” é de uma alta de 7,8%. Assim, o aumento dos juros deve favorecer a classe A e, em menor medida, a classe B também. Além disso, os níveis elevados da inflação prejudicam mais as famílias mais pobres”, afirma Camila.

Com informações de O Globo

 

Dia de Reis: ‘O Mundo Encantado do Natal’ encerra nesta segunda, no Largo São Sebastião

Foto: Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Na segunda-feira (6), Dia de Reis, o Largo São Sebastião será palco de um emocionante encerramento da programação de “O Mundo Encantado do Natal”, promovida pelo Governo do Estado do Amazonas por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O evento marca a despedida da temporada natalina com uma programação rica em arte, cultura e tradição, incluindo o último dia de exibição da decoração natalina e o encerramento da exposição “Amazônia em Festa Natalina – Presépios: Tradição e Originalidade”.   

A noite contará com uma programação diversificada e envolvente, com atrações que unem música, dança e celebração cultural. Dentre as atrações, está o espetáculo “Superstar”, que ocorre das 18h às 18h50. Ricardo Moldes, diretor artístico do musical, fala sobre a produção. “O espetáculo ‘Superstar’ é uma produção de teatro musical que conta a história das danceterias disco da cidade de Manaus, fazendo uma celebração de ano novo, de vida nova.”

O projeto “Auto de Natal das Pastorinhas de Borba e a Queima da Lapinha” resgata uma importante manifestação cultural de Manaus e do Amazonas, preservando as memórias coletivas dessa tradição. Com caráter educacional e gratuito, o projeto visa promover a inclusão social e informar as novas gerações sobre essa expressão artística, que é parte do calendário de festividades natalinas da cidade.

Idealizado por Otávio Rodrigues da Silva, músico e assistente social, e com a coordenação de Lucineide Ribeiro da Silva, o projeto traz uma apresentação cheia de história e emoção. “O objetivo é resgatar e reavivar essa manifestação cultural tão importante, garantindo a inclusão social por meio da cultura”, afirma Otávio. O show musical ocorre das 19h às 20h. Com músicas tradicionais, o grupo promete trazer emoção e nostalgia ao público.

A Banda Contágio será uma das grandes atrações do encerramento de “O Mundo Encantado do Natal”, trazendo um repertório eclético para toda a família. A apresentação, que acontece das 20h às 21h, promete ser musicalmente eclética. “Será uma apresentação mais voltada para a família mesmo, com o repertório incluindo samba, boi-bumbá, MPB e shot tradicional”, afirma Irlan Freitas, tecladista da banda.

Exposição de presépios  

A exposição “Amazônia em Festa Natalina – Presépios: Tradição e Originalidade”, em cartaz no Ideal Clube (avenida Eduardo Ribeiro, 937 – Centro) também será encerrada durante o evento de segunda-feira (6), marcando o fim da temporada natalina no Largo São Sebastião. A exposição destaca a criatividade dos artistas locais e celebra a riqueza das tradições amazônicas, reunindo presépios que refletem a diversidade cultural da região.

Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Luana Piovani gera polêmica ao falar sobre homens brasileiros: ‘Estão velhos e acabados’

Foto: Reprodução / Instagram / @luapio

A atriz Luana Piovani gerou polêmica após publicar um vídeo em que lamenta o fato de não ter beijado ninguém durante sua estadia no réveillon do Brasil. A artista anunciou o fim do namoro com o empresário Lucas Bitencourt em julho.

“Os melhores ‘boys’ são gays”, afirmou Luana. “Os que não são gays estão velhos e acabados. Os que são visualmente interessantes [são] ‘boy lixo’. Aí não tem.”

A atriz, que também já foi casada com o surfista Pedro Scooby, atualmente vive em Cascais, em Portugal. Ela resolveu passar a virada de 2025 no Rio de Janeiro.

Em julho, Luana gravou um vídeo em que se emocionava ao comentar o caso de traição do jogador Yuri Lima a Iza e anunciava o fim do relacionamento com o empresário. “Me entristece muito. […] Meus filhos estão no Brasil, terminei o meu namoro, então o ‘buraco’ está enorme”, disse.

Com informações do Estadão

Sermões religiosos criados por IA geram polêmica e limites da ética são debatidos

Imagem feita com inteligência Artificial (Alessandro Di Lorenzo / Olhar Digital / DALL-E)

A inteligência artificial também está ganhando espaço entre os religiosos. Uma das atribuições da ferramenta tem sido escrever sermões durante cultos. Para isso, a IA é treinada com um banco de dados que utiliza pregações feitas por padres humanos.

Um exemplo é o Rabbi Bot, um chatbot criado por um rabino dos Estados Unidos. A tecnologia é capaz de realizar os sermões e até responder algumas perguntas feitas durante os cultos religiosos. No entanto, seu uso gera discussão.

Modernização ou afronta aos preceitos religiosos?

Os líderes religiosos já usam a IA para traduzir seus sermões transmitidos ao vivo para diferentes idiomas em tempo real, divulgando-os para o público internacional. Outros compararam chatbots treinados em dezenas de milhares de páginas das Escrituras a uma frota de alunos de seminário recém-treinados, capazes de extrair trechos sobre certos tópicos quase instantaneamente.

Mas as questões éticas em torno do uso da inteligência artificial ainda são um problema. Embora a maioria concorde que o uso de IA para tarefas como pesquisa ou marketing é aceitável, outros usos para a tecnologia, como escrever sermões, são vistos por alguns como uma afronta aos preceitos religiosos.

Por outro lado, há quem defenda que uso da ferramenta para criação dos sermões, por exemplo, pode aproximar a religião dos mais jovens. Isso ajudaria a religião a atrair uma nova geração de fiéis que não se incomodam com a presença da tecnologia no ambiente religioso.

Uso da IA na religião costuma ser discutido pelo Papa

  • O impacto da IA na religião tem sido um ponto de reflexão inclusive para o Papa Francisco.

  • O líder da Igreja Católica já abordou o tema em várias ocasiões, embora nunca tenha falado sobre o uso da inteligência artificial para ajudar a escrever sermões.

  • Em uma de suas declarações, o pontífice destacou a importância da sabedoria, mas ressaltou que ela “não pode ser buscada nas máquinas”.

  • Além do uso da tecnologia pela Igreja Católica, vários projetos já apresentam versões também para judeus, muçulmanos e budistas, por exemplo.

Com informações do Olhar Digital (Com dados do New York Times)

Márcia Siqueira é atração na inauguração beneficente do ‘Sagrado Peixe’ e vai doar o cachê

Foto: Divulgação

A inauguração do restaurante Sagrado Peixe promete agitar Manaus nesta segunda-feira (6). O novo empreendimento gastronômico do Grupo Engenho abrirá as portas em um evento solidário, que começa a partir das 19h e terá como grande destaque da noite o show de Márcia Siqueira. A cantora amazonense já anunciou que irá doar o cachê da apresentação para as entidades beneficentes que serão também contempladas com a arrecadação da venda de ingressos para o evento.

A inauguração será 100% beneficente, com toda a renda arrecadada sendo destinada ao Instituto Transformando Vidas e ao Projeto Social Escolinha de Futebol Estrela do Norte. “Queremos marcar nossa chegada ao mercado com um gesto de solidariedade e compromisso com a comunidade. Esse é um dos valores centrais do Engenho”, afirmou Rogério Perdiz, diretor do grupo.

Regionalidade

A atração especial da noite, Márcia Siqueira, tem uma carreira marcada pelo compromisso com a regionalidade e é um ícone da música amazonense. Seu talento foi descoberto ainda na infância, quando, aos 4 anos, participava do coral da igreja. Ao longo de sua trajetória, colecionou prêmios, como o Canta Nordeste, da Rede Globo, e o troféu Sistema Meio Norte de Comunicação. Além disso, representou o Amazonas em eventos nacionais e internacionais, incluindo apresentações na Alemanha durante a Expo 2000 e a Mostra do Cinema Brasileiro, em Munique.

Dona de uma voz potente e inconfundível, Márcia sempre buscou valorizar as raízes culturais da região. Seu primeiro álbum solo, “Canto de Caminho”, é uma celebração à música regional – proposta semelhante à do Sagrado Peixe.

O restaurante tem o foco na culinária regional, com um cardápio que valoriza os peixes amazônicos. Entre os itens principais está o tambaqui, que ganha uma apresentação especial no prato “Sagrado Peixe”, servido em um recipiente em formato de canoa e projetado para compartilhar com até 10 pessoas. Além disso, outros peixes, como pirarucu, matrinxã e jaraqui, além do filhote, tradicional no estado do Pará, também farão parte do menu.

O restaurante conta com infraestrutura moderna, que inclui três brinquedotecas divididas por faixa etária, além de uma decoração temática que celebra a cultura amazônica, com obras de artistas locais. Segundo Perdiz, a proposta é criar um ambiente acolhedor e diferenciado. “Nosso objetivo é proporcionar uma experiência que vai além da gastronomia. Queremos que as pessoas se sintam conectadas à região e à sua rica tradição cultural”, destacou.

Serviço:

O quê: Inauguração do Sagrado Peixe com show de Márcia Siqueira

Quando: Segunda-feira, (6), a partir das 19h

Onde: Avenida Cosme Ferreira, 1620, Coroado

Ingressos: Disponíveis no local; arrecadação destinada a entidades beneficentes. Com R$ 120,00 por pessoa, os participantes terão direito a um welcome drink, buffet de jantar e bebidas não alcoólicas. O restaurante também disponibilizou um PIX (CNPJ 09256342000141) para doações e pagamentos.

Com informações da assessoria

Brasil tem 1 milhão de focos de queimada em 5 anos, 97 mil foram no Amazonas, diz Inpe

Incêndios florestais ocorrem em vários estados da Amazônia (Foto: © Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Dados da plataforma Terrabrasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que concentra informações de satélite sobre cobertura vegetal, desmatamento e queimadas, indicam que o país teve 1 milhão de focos de queimada entre os anos de 2020 e 2024. Nesse intervalo, o ano com maior quantidade de registros foi justamente o de 2024, o que ocorreu, segundo o Ministério do Meio Ambiente e da Mudança do Clima (MMA), em razão de seca excepcional – segundo a pasta a pior nos últimos 74 anos.

A maior parte dos focos está concentrada em cinco estados. Foram 628.365 focos em cinco anos, no Pará (200.685), em Mato Grosso (171.534), Amazonas (97.885), Maranhão (97.124) e Tocantins (61.137). Seu desenho, uma estrada de fogo que corta o meio do país, coincide com áreas de expansão agrícola, principalmente para soja e pasto, e com regiões marcadas pela grilagem e pelo garimpo. Todos esses estados tiveram aumento de focos de incêndio na comparação entre 2024 e 2023, com destaque para Mato Grosso, com aumento de 130%, e para o Tocantins, com alta de 78%.

A novidade, em 2024, está no aumento de incêndios em áreas classificadas como sem Cadastro Ambiental Rural (CAR), ou seja, áreas que não são propriedades rurais. Entre 2020 e 2023, esse tipo de registro esteve no patamar de 20% do total nos cinco estados com mais registros, nos meses críticos (agosto e setembro), mas em 2024 o percentual saltou para 29,2%. Também houve aumento da participação de grandes propriedades, de uma média de 35% para o patamar de 40% dos registros.

O aumento acelerou a resposta dos governos. No âmbito federal, foi concluída a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que inicia 2025 em funcionamento, o que, segundo o MMA, garantirá o fortalecimento da articulação junto a estados e municípios, fator considerado crucial para alcançar respostas mais céleres em relação aos incêndios. A política foi criada em meio à crise, em julho de 2024, após a seca atingir duramente a região do Pantanal, e coordena a ação de União, estados e municípios, além de sociedade civil e organizações privadas.

A pasta informou que haverá a destinação de R$ 280 milhões do Fundo Amazônia para o combate a incêndios nos estados, e que se somam a cerca de R$ 650 milhões do Orçamento federal. O objetivo é evitar outro “pior ano”, pois desde 2010 não houve registro de tantos focos quanto em 2024.

O registro de maior número de focos não significa necessariamente maior área queimada. Em São Paulo, estado com maior crescimento de focos (422%, com 8.712 focos registrados em 2024), o aumento de área queimada esteve abaixo de 2% nas áreas de conservação, e os focos se concentraram em propriedades rurais, especialmente nas lavouras de cana-de-açúcar.

Diretor executivo da Fundação Florestal, Rodrigo Levkovicz faz a gestão das áreas de conservação no estado. Ele acompanha todo o ciclo de preparação e combate aos incêndios, inclusive em campo, e concorda com o motivo apontado pelo MMA: os incêndios aumentaram, pois as condições climáticas são mais severas do que nos últimos anos. Para ele, que acompanhou as últimas rodadas de Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COPs), a expectativa é de efeitos mais severos, o que demanda melhoria no planejamento.

“Não adianta termos tido uma boa resposta esse ano e acharmos que será a mesma coisa em 2030. Teremos de planejar ano a ano, aumentar a (qualidade e velocidade) das respostas e a ação com municípios, governo federal e organizações civis”, defendeu. “Estamos em um momento de reavaliar a forma como ocupamos a terra, repensando as lavouras adequadas para os diferentes ambientes”, completou o ex-procurador do estado.

A reportagem também entrou em contato com os governos do Pará, de Mato Grosso, do Amazonas e do Maranhão. Amazonas e Pará não responderam. A reportagem será atualizada em caso de manifestação.

O governo do Maranhão informou ter consolidado Plano de Ação para os anos de 2024 a 2027, além de ter “reforçado o monitoramento de áreas degradadas, intensificado as fiscalizações ambientais e implementado a apuração de infrações”. “Outro destaque é o Programa Floresta Viva-MA, voltado à preservação florestal, recuperação de áreas degradadas e valorização dos serviços ecossistêmicos. Com seis eixos principais, o programa incentiva práticas sustentáveis por produtores rurais, comunidades tradicionais e outras populações estratégicas, promovendo a conservação para as atuais e futuras gerações”, informou, em nota. O estado teve 97 mil focos registrados desde 2020, porém não tem aumento considerável desde 2022, quando chegou ao patamar de 20 mil focos.

O governo de Mato Grosso informou, também por meio de nota, que aplicou “R$ 205,6 milhões em multas por uso irregular do fogo”. “Nesse período, mais de 20 pessoas foram presas e 112 indiciadas pela Polícia Civil por provocar incêndios”. Segundo a nota, o estado passou pela “pior seca enfrentada nos últimos 44 anos. Com isso, o material orgânico seco se acumulou, o que facilitou a combustão”. Mato Grosso teve mais de 170 mil focos registrados no período, dos quais 50 mil somente em 2024.

Com informações de Um Só Planeta / Globo.com

BBB 25 comemora os 60 anos da Globo com novidades no formato e nova direção

Tadeu Schmidt continua apresentando o BBB (Imagem: Reprodução / Globoplay)

O BBB 25 (Globo) estreia dia 13 de janeiro. Conheça as novas regras do jogo.

A entrada é em dose dupla. Os participantes anônimos e famosos entrarão na casa ao lado de uma pessoa importante em suas vidas, que pode ser um familiar ou amigo. Tadeu Schmidt até contou que eles terão uma nova dinâmica para disputar.

A edição comemora os 60 anos da Globo. Para completar a festa, a residência terá como tema a fábrica de sonhos, contando com uma decoração inspirada nas histórias contadas pela emissora.

O apresentador ainda revelou detalhes dos cômodos. Ele disse que um dos quartos é de época e que o Quarto do Líder terá um sofá e uma poltrona.

Dinâmicas amadas pelo público continuam no jogo. O Gshow confirmou que a nova temporada terá Big Fone, Monstro e Poder Curinga, além do Perde e Ganha.

Fim do pay-per-view na TV a cabo. A Globo anunciou que todas as câmeras do reality serão exclusivas de seu streaming, Globoplay, forçando a assinatura dos fãs.

Novo Big Boss na área. Após Boninho deixar a emissora, Rodrigo Dourado assume o comando do BBB 25.

Com informações da Splash / Uol

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