Câmara Municipal fortalece ferramentas de gestão ‘de olho’ na ampliação de certificações
A Câmara Municipal de Manaus (CMM) promoveu ontem (22), uma reunião sobre a implementação de normas ISO e o Sistema de Gestão Integrada (SGI). O evento, realizado na Sala de Cinema Silvino Santos, contou com a participação de diretores e gestores setoriais, que ficaram a par da importância da ISO e as responsabilidades de cada setor na adaptação aos padrões de qualidade e gestão.
Segundo Aleksandro Machado, subgerente de Gestão Integrada da CMM, o encontro desta quarta-feira é o primeiro de vários que serão realizados ao longo do ano a fim de explicar as responsabilidades de cada setor, bem como os pontos de melhoria a serem trabalhados dentro da Casa para a manutenção de cada ISO.
“Essa reunião tem o intuito de fazer, principalmente, que o corpo diretivo da casa se envolva e entenda um pouco melhor qual é a função da ISO, qual o seu papel individual na continuidade delas. Quem conheceu a Câmara lá por 2010-2015 e vê o que ela é hoje, percebe o salto que foi dado em gestão e processos. E a ISO possibilita que a gente possa ter melhoria contínua nos processos”, disse.
A ISO 9001 (voltada para gestão da qualidade e serviços) foi implantada na CMM em 2014, enquanto a ISO 14001 (gestão ambiental) veio em 2015, mesmo ano de criação do Sistema de Gestão Integrada (SGI), que alia as duas ISOs.
Para Aleksandro, a meta para os próximos dois anos é dar continuidade aos padrões estabelecidos para SGI, visando também a ampliação de tal quadro.
“Nós pretendemos manter as duas ISOs e, quem sabe, conquistar novas. Mas, para isso, precisamos primeiramente deixar a casa arrumada e percebemos, desde essa primeira reunião, que vamos ter o envolvimento e comprometimento do corpo de diretores, o que é muito importante”, concluiu.
Selo de qualidade
A sigla ISO significa International Organization for Standardization ou Organização Internacional para Padronização, em português. A ISO é uma entidade de padronização e normatização, e foi criada em Genebra, na Suíça, em 1947.
A ISO 9001 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou dimensão. A ISO 14001 estabelece padrões para a gestão ambiental de empresas, ajudando empresas e órgãos governamentais a serem bem-sucedidas, sem esquecer as responsabilidades ambientais.
A concessão ou revalidação destes certificados ocorrem após a conclusão bem-sucedida de auditorias da normas, permitindo às organizações operarem com mais eficiência.
Com informações da CMM
Área queimada no Brasil cresce 79% em 2024 e mais da metade está na Amazônia
Mais de 30,8 milhões de hectares foram queimados no Brasil entre janeiro e dezembro de 2024, uma área maior que todo o território da Itália. É o que apresentam os dados inéditos da plataforma Monitor do Fogo, do MapBiomas. Esse total representa um aumento de 79% em relação ao ano de 2023, ou um crescimento de 13,6 milhões de hectares, sendo a maior área queimada registrada desde 2019 pelo Monitor do Fogo. Três em cada quatro hectares queimados (73%) foram de vegetação nativa, principalmente em formações florestais, que totalizaram 25% da área queimada no país. Entre as áreas de uso agropecuário, as pastagens se destacaram, com 6,7 milhões de hectares queimados entre janeiro e dezembro do ano passado.
“O ano de 2024 destacou-se como um período atípico e alarmante do fogo no Brasil, com um aumento expressivo na área queimada em quase todos os biomas, afetando especialmente as áreas florestais, que normalmente não são tão atingidas. Os impactos dessa devastação expõem a urgência de ações coordenadas e engajamento em todos os níveis para conter uma crise ambiental exacerbada por condições climáticas extremas, mas desencadeada pela ação humana como foi a do ano passado”, explica Ane Alencar, diretora de Ciências do IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo.
Esse aumento das áreas queimadas no Brasil está associado aos efeitos acumulados de um longo período seco que afetou grande parte do país, associado ao fenômeno “El Niño” entre 2023 e 2024, classificado como de intensidade moderada a forte. Com a baixa umidade, a vegetação fica mais suscetível ao fogo.
A Amazônia foi o bioma mais afetado. Os 17,9 milhões de hectares queimados ao longo de 2024, correspondem a mais da metade (58%) de toda a área queimada no Brasil no ano passado, e é a maior área queimada dos últimos seis anos no bioma. É uma extensão maior do que o total que foi queimado em todo o país em 2023. A formação florestal foi a classe de vegetação nativa que mais queimou na Amazônia: cerca de 6,8 milhões de hectares, superando a área queimada da classe de pastagem, que foi de 5,8 milhões de hectares.
“Esse recorde na Amazônia foi impulsionado por um regime de chuvas abaixo da média histórica, agravando as condições ambientais. Um dado preocupante é que a classe de formação florestal foi a mais atingida, superando pela primeira vez as áreas de pastagens, que tradicionalmente eram as mais afetadas. Essa mudança no padrão de queimadas é alarmante, pois as áreas de floresta atingidas pelo fogo tornam-se mais suscetíveis a novos incêndios. Vale destacar que o fogo na Amazônia não é um fenômeno natural e não faz parte de sua dinâmica ecológica, sendo um elemento introduzido por ações humanas”, comenta Felipe Martenexen, da equipe do MapBiomas Fogo.
O Pará foi o estado que mais queimou no ano passado, com 7,3 milhões de hectares ou 24% do total nacional. Em seguida vêm Mato Grosso e Tocantins, com 6,8 milhões e 2,7 milhões de hectares, respectivamente. Juntos, esses três estados responderam por mais da metade (55%) da área queimada em todo o ano passado. Entre os municípios, São Félix do Xingu (PA) e Corumbá (MS) registraram as maiores áreas queimadas em 2024, com 1,47 milhão de hectares e 841 mil hectares queimados, respectivamente.
Amazônia foi o bioma que mais queimou em dezembro de 2024
Em dezembro de 2024, foram queimados 1,1 milhão de hectares, o que corresponde a 3,6% de toda a área queimada no Brasil ao longo do ano. Essa área é um pouco menor que o território do Líbano. Esse total mensal representa um aumento de 79% em relação à média dos últimos 6 anos, ou 485 mil hectares acima da média. E 68% da área queimada em dezembro de 2024 ocorreram em vegetação nativa, sendo a maioria na classe de formação florestal, que representou 24,2% da área queimada no mês. Entre as áreas de uso agropecuário, as pastagens também se destacaram no mês de dezembro, respondendo por 28,4% da área queimada.
A Amazônia respondeu por 88% do total queimado em dezembro: 964 mil hectares. As florestas (incluindo florestas alagáveis) foram o tipo de vegetação nativa mais atingido, respondendo por 37,5% da área queimada em dezembro no bioma, ou 361 mil hectares queimados. Pastagem foi a classe de uso da terra mais impactada, com 29,6% da área total queimada na Amazônia em dezembro de 2024 (285 mil hectares).
O Cerrado foi o segundo bioma que mais queimou em dezembro do ano passado, com 88 mil hectares. Eles se dividiram entre áreas de vegetação nativa (50%), especialmente em formações savânicas (21,5 mil hectares), e áreas agropecuárias, principalmente em pastagens (21 mil hectares).
Em dezembro, no Pantanal, 7,6 mil hectares foram queimados, sendo 72% concentrados em formação campestre. E na Mata Atlântica, 7 mil hectares foram queimados, principalmente em agropecuária (65,7% ou 4,6 mil hectares). O Pampa, por sua vez, teve a menor área queimada dentre os biomas no mês de dezembro, com 71 hectares, e a Caatinga totalizou 32.705 de hectares queimados.
No mês de dezembro de 2024, os três estados que mais queimaram foram o Pará (407 mil hectares), o Maranhão (296 mil hectares) e o Amapá (121 mil hectares). E os três municípios com maior área queimada foram: Porto de Moz (PA), com 41 mil hectares, Almeirim (PA), com 37 mil hectares, e Tartarugalzinho (AP), com 32 mil hectares queimados.
Com informações do MapBiomas
China e UE lamentam decisão de Trump e reforçam compromisso com o Acordo de Paris

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país do Acordo de Paris, anunciada no último dia 21, gerou uma onda de críticas internacionais. Representantes da China e da União Europeia lamentaram a medida e reafirmaram a importância de continuar os esforços multilaterais para combater as mudanças climáticas.
Ambos os blocos destacaram a necessidade de manter o foco nas negociações climáticas da ONU, ressaltando que a mudança climática é um desafio global que exige uma ação conjunta de todas as nações. Guo Jiakun, porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China, fez questão de enfatizar que o problema da crise do clima não pode ser resolvido isoladamente por nenhum país.
“A mudança climática é um desafio comum enfrentado por toda a humanidade e nenhum país pode permanecer insensível ou resolver o problema sozinho”, afirmou. A declaração do porta-voz foi repercutida pela Agência France-Presse (AFP) e reflete a postura da China, que tem se colocado como líder global na agenda ambiental desde a primeira saída dos EUA do Acordo de Paris, em 2017.
Em outra frente, a União Europeia também se manifestou de maneira firme contra a retirada americana do pacto climático. Durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacou que a Europa não mudará seu compromisso com a luta contra o aquecimento global.
“A Europa manterá o curso e continuará trabalhando com todas as nações que querem proteger a natureza e parar o aquecimento global”, disse von der Leyen em entrevista à agência de notícias Associated Press. A postura da União Europeia reflete uma determinação em seguir com as metas estabelecidas no acordo, independentemente da atitude dos EUA.
O vice-chanceler da Alemanha, Robert Habeck, também se posicionou favoravelmente à continuidade da transição energética, mesmo diante do recuo norte-americano. Em Davos, Habeck afirmou que os países europeus devem investir em suas próprias tecnologias e seguir em frente com a agenda climática. “Temos que trazer nossas próprias tecnologias à tona”, afirmou, destacando que a resposta à crise climática deve ser baseada em inovações tecnológicas e políticas energéticas sustentáveis.
Simon Stiell, secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), também se pronunciou sobre os impactos da saída dos EUA. Durante um painel na CNBC, Stiell foi enfático ao afirmar que o regime multilateral para o clima continuará a avançar, com o investimento global em energias renováveis aumentando de forma significativa.
“O mundo está passando por uma transição energética que é imparável. Só no ano passado, mais de US$ 2 trilhões foram investidos em energias renováveis, enquanto apenas US$ 1 trilhão foi destinado a combustíveis fósseis”, disse ele, reforçando a tendência irreversível de mudança no setor energético.
Especialistas alertam que a retirada dos EUA pode prejudicar sua competitividade no mercado de energias limpas, como painéis solares e veículos elétricos, áreas nas quais a China tem se destacado. Li Shuo, especialista em diplomacia climática, afirmou à Reuters que “a China tende a ganhar, enquanto os EUA correm o risco de ficar ainda mais para trás”.
A postura de Pequim e Bruxelas nesta nova saída dos EUA do Acordo de Paris se assemelha à reação ocorrida em 2017, quando Trump havia retirado o país do acordo pela primeira vez. Naquela ocasião, tanto a China quanto a União Europeia se posicionaram como alternativas para preencher o vácuo de liderança deixado por Washington, defendendo a continuidade do esforço multilateral para combater as mudanças climáticas. Contudo, o contexto atual apresenta novos desafios para os dois blocos, que agora enfrentam uma maior resistência política e a necessidade de superar a crise econômica global e tensões geopolíticas.
Entre os impactos dessa nova retirada dos EUA, destaca-se o déficit no financiamento climático internacional, que perde pelo menos US$ 11 bilhões, valor prometido pela administração do ex-presidente Joe Biden. Além disso, a omissão dos Estados Unidos poderá ter efeitos de longo prazo no cumprimento das metas de limitação do aquecimento global a 1,5°C.
Com informações de Um Só Planeta
Francisca Mendes recebe equipamentos ‘de ponta’ para ampliar atendimento à população
O Hospital Francisca Mendes, na Zona Norte de Manaus, recebeu na manhã de hoje (22) três novos equipamentos para seu parque de imagens e exames e que irão ampliar a agilidade e o atendimento da população: um aparelho de ressonância de 1,5 Tesla (o primeiro da rede pública estadual de saúde), um aparelho de hemodinâmica (para diagnosticar e tratar doenças cardiovasculares e neurológicas) e um tomógrafo de 80 canais.
Resultantes de licitação realizada pelo Estado, os novos equipamentos são fornecidos pela empresa BioPlus, que também é responsável pela adequação da estrutura, salas, instalação e manutenção preventiva, clínica e corretiva dos aparelhos, o que assegura sua permanente utilização.
Segundo a Gerente de Diagnóstico por Imagem e Unidades Móveis do Grupo Bringel, Karoline Frank, a capacidade de atendimentos mensais depende da incidência e complexidade dos procedimentos com o objetivo de reduzir o tempo nas filas de espera.
“Para a empresa esta conquista é uma grande satisfação, atuando diretamente em benefício da população, trabalhando na porta de entrada dos pacientes no sistema de saúde e ver as filas diminuírem, os atendimentos acontecerem e os pacientes não precisarem esperar mais de um ano para fazer seus exames porque o aparelho estava quebrado”, destacou Karoline.
Atualmente, os equipamentos da empresa estão à disposição da população em 11 hospitais de Manaus, incluindo os três maiores: João Lúcio (tomógrafo e em fase de instalação a ressonância e a hemodinâmica), Platão Araújo (tomógrafo) e 28 de Agosto (raio-X, tomógrafo e brevemente ressonância).
Eficiência
Presente no evento, o governador Wilson Lima destacou que a ação faz parte do plano de reformulação da rede estadual de saúde e os novos equipamentos representam um avanço e maior agilidade no atendimento da população.
“O Hospital Francisca Mendes se consolida como uma unidade de referência na região com capacidade de atender pacientes de todo o país com um serviço de saúde mais eficiente”.
Em seu pronunciamento, a secretária estadual de Saúde, Nayara de Oliveira, também ressaltou a importância do primeiro equipamento de ressonância da rede pública amazonense e como os novos aparelhos vão se somar ao parque de imagens do hospital para atender as demandas ambulatoriais e o acompanhamento dos pacientes.
Com informações da assessoria
Exposição ‘Quanto + Preto Melhor’ destaca força da arte negra na Amazônia, a partir de sexta
O Centro de Artes Visuais Galeria do Largo, situado na rua Costa Azevedo, 290, Centro, será palco de uma celebração à arte negra contemporânea na sexta-feira (24), às 18h, com a inauguração da exposição coletiva “Quanto + Preto Melhor”.
O projeto tem a curadoria de Marcelo Rufi, artista e pesquisador reconhecido por sua atuação em projetos que valorizam as narrativas afro-amazônicas. A mostra resgata e amplia histórias invisibilizadas, promovendo reflexões sobre letramento racial e a força ancestral que permeia a negritude.
O projeto vem sendo desenvolvido há cerca de 4 anos pelo grupo Arte Ocupa com o auxílio de Marcelo, que teve sua inspiração em meio a um trabalho de faculdade. “O título da exposição veio de um livro para colorir que criei na faculdade de Artes, no qual narrava, de forma lúdica, histórias de objetos e coisas da cor preta. Aqui, o nome ganha novos contornos, usado como um superlativo para enaltecer a cultura preta”, explica, ressaltando o simbolismo do nome da mostra.
A exposição reúne trabalhos dos artistas participantes do grupo Arte Ocupa. São eles, Anderson Souza, André Cavalcante Pereira, Andrew Ponto, Cigana do Norte, Edvando Alves, Estevan Leandro, Jorge Liu, Manuo, Rana Mariwo, Travamazonica, Ventinho, Vivian Evangelista e Zem Babumones.
Por meio de instalações, esculturas, pinturas e performances, as obras revelam a pluralidade das expressões artísticas negras e a profundidade cultural da Amazônia. “A exposição propõe uma imersão. Ela é, sobretudo, uma homenagem e exaltação. O público vai levar consigo a experiência de conhecer mais sobre a arte contemporânea manauara em diferentes técnicas e narrativas não lineares, que abordam temas como racismo estrutural, afrofuturismo e memória ancestral”, afirma o curador.
Para Marcelo Rufi, que também é ativista cultural, a exposição é um marco importante para a representatividade da arte negra na região. “A proposta é usar a arte como uma ferramenta de educação e transformação, convidando o público a refletir sobre o impacto das histórias que foram invisibilizadas e o poder da ancestralidade que nos move”, destacou.
O próximo projeto, já em produção pelo grupo Arte Ocupa, será de oficinas e residências artísticas com o tema “Vejam antes que me tirem daqui”, que dialoga a respeito da memória e valor afetivo presente nos espaços públicos da cidade.
A abertura da exposição contará com apresentação do Maracatu Pedra Encantada, em meio a um cortejo que se inicia no Largo de São Sebastião e se estende até a Galeria do Largo, onde o grupo será homenageado na exposição. A entrada é gratuita e a mostra permanecerá em exibição no Centro de Artes Visuais Galeria do Largo, até o fim de fevereiro. O espaço funciona de quarta a domingo, das 15h às 20h.
Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
David Almeida entrega novo complexo de esporte e lazer a moradores do Armando Mendes
O prefeito de Manaus, David Almeida, entregou, nesta quarta-feira (22), o novo complexo esportivo do bairro Armando Mendes, na zona Leste. O espaço, revitalizado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), passou por uma reforma completa que incluiu a renovação da quadra coberta, do campo de areia e da praça. Além disso, novos quiosques e banheiros foram construídos para atender as necessidades da comunidade.
O local recebeu uma ampla revitalização, com a instalação de uma cobertura metálica na quadra, novos alambrados e pintura geral do espaço. No campo de vôlei, foi implantada uma rede de drenagem, do tipo espinha de peixe, garantindo um melhor escoamento da água da chuva. Também foi instalada uma arquibancada para ampliar o conforto dos usuários, juntamente com gradis no entorno do campo, tornando o espaço mais organizado e seguro.
Durante a entrega, o prefeito David Almeida destacou a importância do esporte e da revitalização de espaços para a comunidade. “Nós temos em mente fazer mais 60 complexos como este. Posso citar aqui, de cabeça, o do Ouro Verde, o CSU do Alvorada, o CSU do Parque 10. São cinco em obra e mais dez que vamos fazer ainda este ano. Estamos ajudando o esporte de comunidade e também apoiando o esporte de alto rendimento”, destacou o prefeito.
O chefe do Executivo municipal citou, na oportunidade, a participação de atletas apoiados pela prefeitura em competições em Dubai e Las Vegas no fim de semana. Ele mencionou, ainda, que times de Manaus, como os da segunda divisão, o Amazonas e o Manaus FC, também contam com patrocínio. “Acreditamos no esporte como uma ferramenta fundamental para transformar a sociedade e continuaremos investindo nele”, assegurou.
Impacto social
O vice-prefeito e secretário da Seminf, Renato Júnior, destacou o impacto social do projeto, especialmente, a revitalização da praça de alimentação. “Quando o prefeito David chegou aqui, viu uma banquinha toda enferrujada e disse: ‘Renato, quero que você faça um lugar digno para essas pessoas trabalharem e ganharem seu sustento, porque aqui é o ponto de encontro da comunidade. Não é somente para o esporte; é onde as pessoas se encontram no fim do dia, onde a mulher que faz o lanche consegue sustentar sua família’. Hoje, temos um espaço muito mais adequado para acolher essa convivência”, disse.
O titular da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), Wanderson Costa, também ressaltou o investimento da prefeitura no esporte e no empreendedorismo local. “São dez boxes entregues no complexo esportivo do Armando Mendes, que trazem melhorias de vida para todos. Aqui, tem esporte e uma praça de alimentação nova, com oportunidades para famílias que estavam há anos esquecidas. Esse investimento no esporte e no empreendedorismo local é um grande diferencial”, reforçou.
O complexo esportivo, que não recebia intervenções há mais de 25 anos, foi transformado em um espaço seguro e confortável, promovendo atividades esportivas e de lazer para crianças, jovens e adultos. Os moradores do bairro comemoraram a entrega, que atende uma antiga reivindicação comunitária e, agora, conta com uma infraestrutura moderna e acessível.
Com a entrega do complexo esportivo do Armando Mendes, a Prefeitura de Manaus atingiu a marca de 22 espaços esportivos revitalizados em diferentes bairros da capital, reforçando o compromisso da gestão com o lazer, o esporte e a integração social.
Com informações da Semcom
Indígenas ocupam Seduc-PA há uma semana e pedem demissão de Rossieli, ex Seduc-AM















