Inteligência artificial revela as 6 habilidades que não importarão mais no futuro

Com o passar do tempo, algumas habilidades que eram cruciais para o dia a dia perdem cada vez mais relevância. Isso se deve em parte ao progresso tecnológico e às mudanças socioeconômicas e do mercado de trabalho. É fundamental saber quais habilidades se tornarão obsoletas no futuro, especialmente no campo profissional. Para isso, a inteligência artificial pode ser de grande ajuda, pois coleta informações da internet e nos permite saber as respostas às dúvidas dos usuários, como neste caso.
Uma das plataformas mais utilizadas é o ChatGPT, que vem com tecnologias avançadas de IA geradas pelos modelos de linguagem mais recentes da OpenAI. Quando se trata de fornecer informações, a ferramenta coleta dados de diferentes sites e dá uma resposta informada sobre tudo o que é perguntado.
Habilidades que não importarão no futuro, de acordo com a IA
Ao escrever o prompt: “quais são as 6 habilidades que não importarão mais no futuro?”, a inteligência artificial desenvolvida pela OpenAI apontou que a relevância de algumas delas muda com o tempo devido aos avanços tecnológicos, mudanças sociais e transformações no mercado de trabalho.
“Embora certas habilidades possam perder destaque, isso não significa que elas desapareçam completamente, pois alguns contextos ainda as exigirão. Em seu lugar, estão surgindo novas competências que refletem as demandas do futuro”, acrescentou a IA.
Enquanto isso, ele deu uma lista de seis habilidades que podem perder importância no futuro, com base nas tendências atuais:
Escrita manual e caligrafia
A capacidade de escrever à mão com elegância ou mesmo com boa ortografia torna-se menos crucial. A digitalização transformou a forma como as ideias são comunicadas. Teclados, telas sensíveis ao toque e reconhecimento de voz substituíram a necessidade de caligrafia. Além disso, programas de autocorreção e assistentes de escrita reduzem a importância de ter uma caligrafia clara ou uma escrita sem erros. Independentemente disso, ainda pode ser valioso em atividades artísticas, design gráfico ou para personalizar cartões e letras.
Cálculo manual
Com a presença de calculadoras, aplicativos e programas que resolvem problemas matemáticos complexos, as habilidades de cálculo manual estão perdendo peso. No local de trabalho, os processos automatizados geralmente cuidam dessas tarefas. Da mesma forma, ainda é essencial na educação básica, exames ou para resolver problemas onde a tecnologia não está disponível.
Conhecimentos básicos de tecnologia antiga
Habilidades relacionadas ao uso de dispositivos desatualizados, como aparelhos de fax ou sistemas operacionais antigos, estão se tornando irrelevantes, pois estão sendo substituídas por tecnologias mais rápidas e eficientes. Ainda há exceções, como algumas indústrias ou arquivos governamentais que ainda dependem de equipamentos ou formatos antigos para acessar documentos históricos.
Trabalho repetitivo não qualificado
Habilidades que se concentram em tarefas rotineiras e repetitivas, como montagem manual em fábricas, estão sendo substituídas por robótica e inteligência artificial. Isso não apenas aumenta a eficiência, mas também reduz os custos para as empresas. Hoje, eles são necessários apenas em trabalhos que exigem destreza manual, criatividade ou adaptabilidade, pois ainda dependem de habilidades humanas. Um exemplo claro é a carpintaria artesanal, alfaiataria, culinária ou cerâmica e cerâmica.
Memorização de dados
Com acesso instantâneo a informações via internet e assistentes inteligentes, a capacidade de memorizar grandes volumes de dados está se tornando menos útil. O importante agora é saber como pesquisar e usar as informações de forma eficaz. De qualquer forma, em áreas como medicina ou direito é essencial memorizar certos conhecimentos básicos, embora seja cada vez mais complementado com tecnologia.
Atendimento básico ao cliente
Muitas tarefas de atendimento ao cliente, como responder a perguntas comuns, estão sendo executadas por chatbots e sistemas de inteligência artificial, reduzindo assim a necessidade de habilidades humanas básicas nesse campo. As habilidades humanas ainda são inestimáveis quando a empatia, a resolução de problemas complexos ou a personalização são necessárias.
Com informações de O Globo
Morte de Rubens Paiva foi causada por Estado na ditadura, diz certidão de óbito corrigida
A certidão de óbito de Rubens Paiva, cuja história é contada no filme “Ainda Estou Aqui“, foi retificada nesta quinta-feira (23) para constar que o ex-deputado teve morte violenta e causada pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar.
A informação foi revelada pela TV Globo e confirmada pela Folha.
A nova versão do documento indica que a causa da morte foi “não natural; violenta; causada pelo Estado brasileiro no contexto da perseguição sistemática à população identificada como dissidente política do regime ditatorial instaurado em 1964”.
Na versão anterior, emitida no ano de 1996 pelo cartório da Sé, em São Paulo, após mobilização de Eunice Paiva, mulher de Rubens, pelo reconhecimento da morte do marido, constava apenas que ele tinha desaparecido em 1971.
A mudança atende a uma determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) de dezembro do ano passado para que cartórios de registro civil lavrem ou corrijam os documentos de pessoas mortas e desaparecidas políticas.
“É um acerto de contas legítimo com o passado“, afirmou na ocasião o presidente do conselho e presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luís Roberto Barroso. A iniciativa foi do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
De acordo com o CNJ, levantamento realizado pelo ONRCPN (Operador Nacional do Registro Civil de Pessoas Naturais) mostrou que há 202 casos de retificação de certidões de óbito e 232 novos registros de óbito a serem produzidos.
A história de Rubens Beyrodt Paiva, engenheiro, empresário e político brasileiro, é contada no longa de 2024 “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Torres, Selton Mello e Fernanda Montenegro.
A obra é a adaptação para o cinema do livro homônimo do escritor Marcelo Rubens Paiva, filho do ex-deputado perseguido e desaparecido durante a ditadura militar no Brasil, e conta a história da mãe, Eunice Paiva.
Também na última quinta-feira, Fernanda Torres foi indicada ao Oscar de melhor atriz pelo desempenho no filme. A obra, por sua vez, foi indicada a melhor filme e melhor filme internacional, sendo o primeiro longa do país a disputar o prêmio principal.
Morte por tortura
Nascido em 1929, em Santos (SP), Rubens Paiva foi eleito em 1962 deputado federal por São Paulo, pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), mesma legenda do então presidente da República João Goulart. Foi cassado após golpe militar em 1964.
Exilou-se na embaixada da Iugoslávia, no Rio de Janeiro e, em junho de 1964, deixou o Brasil, partindo para a França e depois para a Inglaterra. Retornou ao país natal no início de 1965 onde se instalou com a família inicialmente em São Paulo, e, depois, no Rio de Janeiro.
Em 1971, agentes da repressão invadiram a casa do deputado cassado, que tinha 41 anos, e o levaram em seu próprio carro para prestar depoimento. Desde o sequestro as torturas já teriam sido iniciadas. Enquanto isso, a família permanecia incomunicável e detida em casa.
Informações colhidas pela CNV (Comissão Nacional da Verdade) apontam para a permanência de Rubens Paiva em unidade do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna), onde teria sido torturado e executado.
A mulher dele, Eunice Paiva, se tornou símbolo de luta contra ditadura militar pelo papel de busca ativa por informações sobre o paradeiro do marido. Ela chegou a ser detida e, depois da libertação, passou a exigir a verdade sobre Rubens.
Ao saber do assassinato, demandou o reconhecimento da morte e a revelação do local onde o corpo foi enterrado, algo nunca esclarecido. A atuação dela contribuiu para a criação da lei que reconhece como mortas as pessoas desaparecidas durante a ditadura militar.
Eunice Paiva morreu aos 89 anos, em 2018, em São Paulo.
Com informações da Folha de S.Paulo
Amazonas é líder nacional em aproveitamento dos recursos da Lei Paulo Gustavo, diz MinC
No Amazonas, a execução de editais com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG) ultrapassou as expectativas. O estado foi apontado pelo Ministério da Cultura (MinC) como líder nacional em aproveitamento dos recursos da LPG. Amazonas e Piauí utilizaram 99,8% do montante repassado pelo Governo Federal, liderando o ranking entre os estados da Federação.
A execução dos editais foi realizada pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, em parceria com o Conselho Estadual de Cultura (Conec). O Amazonas recebeu 51.714.200,41 e devolveu ao MinC apenas 124.347,91, justificando a liderança em aproveitamento dos recursos.
Para o secretário em exercício de Cultura e Economia Criativa, Candido Jeremias, o sucesso da execução da Lei Paulo Gustavo no Amazonas se dá pela participação de centenas de pessoas ao longo do processo.
“Foi um processo coletivo desde o início. Chamamos a sociedade civil para participar da elaboração dos editais e contamos com a dedicação de dezenas de profissionais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Conselho Estadual de Cultura”, afirma o secretário. “Disponibilizamos canais de comunicação e até mesmo una sala física na secretaria para orientar e tirar dúvidas de quem desejava inscrever projetos”, ressalta.
Candido Jeremias pontua ainda que o trabalho junto aos gestores de cultura do interior do estado também foi fundamental. “Demos todo o suporte técnico aos administradores da cultura no interior e fizemos busca ativa nos municípios para incitar a participação de todos os fazedores de cultura do Amazonas nos editais da Lei Paulo Gustavo”, lembra o secretário.
A assessora de Políticas Culturais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Anne Paiva, ressalta o ineditismo de alguns editais da Lei Paulo Gustavo. “Foram feitos editais nas diversas áreas, contemplando pessoas diferentes. Pela primeira vez a gente conseguiu fazer editais específicos para pessoas LGBT, pessoas negras e pessoas indígenas”, comenta.
“O resultado foi o sucesso das ações da secretaria que, em parceria com o Conselho Estadual de Cultura, conseguiu operacionalizar um volume tão grande de recursos nesse tempo diminuto”, analisa Anne Paiva, lembrando ainda que um dos editais premiou os mestres da cultura e dos saberes de todo o estado.
Editais
Ao todo, o Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa publicou dez editais de incentivo à cultura: Fomento às Artes, Cultura Popular, Cultura Hip Hop, Cultura LGBTQIAPN+, Povos Indígenas, Audiovisual, Povo Negro, Apoio à Micro e Pequena Empresa, Audiovisual, Cultura Transforma e Mestres e Mestras dos Saberes e Fazeres Culturais nas Artes.
A elaboração dos editais da Lei Paulo Gustavo, no Amazonas, foi resultado de um processo colaborativo e participativo em reuniões setoriais com a classe artística e fazedores de cultura.
Foram contemplados 746 projetos em todo o estado, atingindo fazedores de cultura nos mais diversos municípios e movimentando a economia da cultura no Amazonas. Os projetos contemplados estão em fase de execução, com muitos já tendo sido executados. Em seguida, vem a fase de prestação de contas.
A Lei Paulo Gustavo é fruto da articulação de artistas, parlamentares e gestores de cultura, em resposta à pandemia da Covid-19, visando destinar recursos para ações emergenciais na cultura. Os investimentos alocados no setor têm como principal objetivo a retomada das atividades artísticas e culturais após dois anos de paralisação.
Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
Amazonas Shopping e Manauara abrem inscrições para corrida e caminhada do Dia da Mulher
O Amazonas Shopping e o Manauara já abriram as inscrições para a “Corrida e Caminhada Mulheres Largam na Frente 2025”. O evento, reunindo os dois maiores shoppings de Manaus, ocorre no dia 09 de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher (08 de março).
Os dois shoppings fazem parte da rede ALLOS no Amazonas. O grupo é referência em serviços, entretenimento, lifestyle e compras na América Latina, administrando 58 shoppings em todo o Brasil.
O evento tem a coordenação técnica da Endurance Sports e está sendo realizado pelo segundo ano consecutivo, devendo repetir o sucesso do ano passado. A prova, exclusiva para o público feminino, iniciará às 6h, com a largada e chegada no Estacionamento G1 do Amazonas Shopping, localizado na Avenida Darcy Vargas, bairro Chapada. O percurso será de 6 km e contará com as seguintes categorias: Individual, Pessoas com Deficiência Visual (acompanhas por guia) e as que fazem uso de Cadeira de Rodas (somente cadeiras esportivas).
As inscrições podem ser realizadas até o dia 3 de março ou até o preenchimento das vagas, com taxa de R$ 120 (por pessoa), por meio do site oficial do evento (www.ticketsports.com.br). Para consultar o regulamento completo, incluindo detalhes sobre as categorias e premiação, acesse www.endurancemanaus.com.br.
A gerente de Marketing do Amazonas Shopping, Ivanna Passos, destaca a importância do evento para a promoção do esporte feminino. “Estamos muito felizes em realizar a ‘Corrida e Caminhada Mulheres Largam na Frente’. Esse evento não é apenas uma corrida, é uma celebração do empoderamento feminino e da saúde. Convidamos todas as mulheres a participarem e mostrarem sua força e determinação”, afirmou.
“Estamos mais uma vez unidos em prol de uma causa muito nobre, que é a defesa dos direitos e a valorização da mulher na nossa sociedade. É mais uma oportunidade para reforçarmos nosso compromisso e, para nós do Manauara Shopping, é um orgulho fazer parte dessa iniciativa que enaltece a força, a diversidade e a importância da mulher em todos os âmbitos”, disse a gerente de Marketing do Manauara Shopping, Karla Henderson.
A idade mínima para participação na corrida é de 16 anos. Atletas menores de idade devem ser inscritos por um responsável, que também deverá acompanhá-los no evento. Na ausência do responsável, será exigida uma autorização por escrito com firma reconhecida.
Cortesias, estrutura e premiações
Em cumprimento à Lei Municipal nº 391/2014, as doadoras voluntárias de sangue poderão solicitar isenção de taxa de inscrição. As mulheres que comprovarem a doação de sangue em dois períodos nos últimos 12 meses têm direito à isenção, mas as vagas são limitadas a 3% do total de inscritos.
Além disso, as pessoas com deficiência também poderão solicitar cortesias, de acordo com a Lei nº 5.098, de 14 de janeiro de 2020. Para garantir a isenção, as participantes devem apresentar a documentação exigida, como laudo médico no caso das pessoas com deficiência e comprovante de doação de sangue.
O evento contará com infraestrutura completa, incluindo postos de hidratação, banheiros e apoio médico. Todos os participantes receberão um kit de participação, composto por camiseta oficial, medalha e outros brindes.
As vencedoras das categorias gerais e específicas serão premiadas com troféus. Já as vencedoras da categoria Individual 6 km-geral também vão receber prêmios em dinheiro, conforme a classificação.
Todas as participantes que completarem a prova dentro do tempo limite receberão medalhas de participação.
Para saber mais, consulte o regulamento completo ou entre em contato através do e-mail: [email protected].
Com informações da assessoria
EUA prendem 538 imigrantes e fazem primeiras deportações após decretos de Trump

Na primeira leva de operações mirando imigrantes em situação irregular no país da era Trump, os Estados Unidos prenderam 538 pessoas, segundo um relatório da Casa Branca divulgado na noite de quinta-feira (23).
A nova porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que o governo norte-americano também já deportou “centenas” de pessoas.
Sem especificar a quantidade e para onde os deportados foram enviados, Leavitt disse apenas que as deportações foram feitas em aeronaves militares. “O governo Trump prendeu 538 imigrantes ilegais criminosos” e ‘deportou centenas’ deles “em aviões militares”, disse a nova porta-voz. “A maior operação de deportação em massa da história está em andamento. Promessas feitas. Promessas cumpridas”.
Leavitt não especificou, no entanto, para onde foram destinados os deportados — o processo de deportação costuma ser demorado e envolve a existência prévia de acordos bilaterais ou negociações com o país de origem dos deportados.
Uma reportagem do jornal “The New York Times” publicada nesta sexta-feira (24) afirma que o governo Trump concedeu a autoridades da ICE o poder de fazer deportações instantâneas — ou seja, devolver para o território mexicano indivíduos que acabaram de entrar, o que, pelas leis internacionais, é proibido —, o que pode ter acelerado o processo.
A Casa Branca alegou que todos os imigrantes detidos na megaoperação de quinta-feira já tinham algum tipo de condenação na Justiça norte-americana. Na maioria dos casos, as condenações foram sentenciadas há poucos dias.
A condenação de imigrantes ilegais não necessariamente justifica, pela lei, a deportação deles, apenas a detenção — a devolução a seus países depende da gravidade do crime, de um pedido de extradição do país de origem ou de se o processo de avaliação de se esse indivíduo teria direito ao visto de refugiado foi reprovada.
Nos dois primeiros dias de seu mandato, Trump assinou ordens executivas — espécie de decretos sem efeito de lei, que determinam como setores do governo deve aplicar verbas — para impedir a entrada de imigrantes e prender os que estiverem em situação irregular nos Estados Unidos.
O presidente norte-americano também assinou decretos de “emergência nacional” na fronteira sul, anunciou o envio de mais tropas para a área e prometeu deportar “milhões e milhões de estrangeiros criminosos”.
Na quinta-feira, o prefeito de Newark (Nova Jersey), Ras Baraka, denunciou que agentes do Serviço de Imigração e Alfândega “invadiram um estabelecimento local (…) detendo moradores e cidadãos sem documentados, sem apresentar uma ordem judicial”.
No início desta semana, o Congresso de maioria republicana aprovou uma lei para prorrogar a prisão preventiva de estrangeiros suspeitos de crimes.
Em dois dias de governo, Donald Trump adotou uma série de medidas para combater a imigração ilegal nos Estados Unidos. Entre segunda-feira (20) e terça-feira (21), várias ordens executivas e diretrizes governamentais foram aplicadas com o objetivo de reforçar a fiscalização e impedir a entrada irregular de estrangeiros no país.
Trump está tirando do papel promessas que fez durante a campanha presidencial. O republicano garante que vai fazer a maior deportação em massa da história do país, com milhões de imigrantes ilegais sendo expulsos.
Veja algumas medidas adotadas:
Emergência nacional: uma das primeiras medidas de Trump foi assinar uma medida para declarar emergência na fronteira entre México e Estados Unidos.
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O presidente anunciou que tropas do Exército e da Guarda Nacional serão enviadas à região para reforçar a segurança.
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Além disso, agentes federais de imigração receberam poderes ampliados para deter suspeitos.
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A medida também facilita a liberação de recursos para retomar a construção do muro na fronteira.
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Por fim, o governo também encerrou programas que permitiam a entrada de estrangeiros por motivos humanitários.
Fim da cidadania automática: Trump emitiu uma ordem executiva eliminando o direito à cidadania para filhos de imigrantes ilegais ou com vistos temporários nascidos nos EUA.
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Antes, quando imigrantes em situação ilegal tinham um filho em solo americano, a criança ganhava cidadania americana automaticamente.
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A mesma coisa acontecia quando a mãe viajava aos Estados Unidos com um visto temporário, como o visto de turista. Se a criança nascesse durante o período da viagem, ganhava cidadania também.
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Celebridades brasileiras já usaram essa estratégia para obter a cidadania americana para seus filhos.
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Juristas afirmam que a medida contradiz a 14ª Emenda da Constituição, que garante cidadania a qualquer pessoa nascida no país.
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Estados governados por democratas entraram com ações judiciais contra a medida.
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“Presidentes são poderosos, mas ele não é um rei. Ele não pode reescrever a Constituição com um simples golpe de caneta”, afirmou Matthew Platkin, procurador-geral de Nova Jersey.
Deportação expressa: o governo Trump ampliou o alcance da chamada deportação acelerada, que permite expulsões rápidas de imigrantes ilegais sem a necessidade de uma audiência judicial.
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Qualquer imigrante que não comprove que reside há dois anos nos EUA pode ser alvo.
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Sob Biden, a deportação expressa possuía algumas limitações. Por exemplo, a medida só era adotada em todo o país para quem entrasse nos Estados Unidos por via marítima e estivesse a menos de dois anos no país.
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Ainda durante o governo Biden, quem entrava por via terrestre só poderia ser alvo da deportação expressa se fosse detido a até 160 km da fronteira e estivesse no país há menos de 14 dias.
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Agora, todas essas restrições foram eliminadas. Segundo o governo, a medida está dentro dos limites legais estabelecidos pelo Congresso.
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A deportação expressa já foi alvo de polêmica durante o primeiro mandato de Trump. O caso chegou a parar na Suprema Corte.
Prisões em áreas protegidas: o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) revogou uma proibição de 2021 sobre prisões de imigrantes em locais como hospitais, igrejas e escolas.
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Antes, prisões de imigrantes não podiam ocorrer nesses locais, para garantir acesso seguro a serviços básicos.
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O governo Biden também argumentava que operações do tipo poderia criar medo nas comunidades americanas.
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Com a mudança, agentes podem realizar prisões de imigrantes em hospitais, igrejas e escolas.
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Benjamine Huffman, secretário interino de Segurança Interna, afirmou que “assassinos e estupradores” não poderão mais usar esses locais como esconderijos.
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“A Administração Trump não amarrará as mãos de nossos bravos agentes da lei e, em vez disso, confia que eles usarão o bom senso”, afirmou Huffman.
“Fique no México”: o governo Trump anunciou que está retomando um programa que foi adotado durante o primeiro mandato, mas que foi revogado por Biden.
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A iniciativa obriga que estrangeiros que pedem asilo aos Estados Unidos, com exceção de mexicanos, aguardem a análise da solicitação no México.
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Na segunda-feira (20), o governo tirou do ar um aplicativo usado para agendar entrevistas de asilo.
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Todos os agendamentos para pedidos de asilo que já estavam feitos foram cancelados.
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A medida gerou indignação e tristeza entre imigrantes que aguardavam para entrar nos Estados Unidos na fronteira com o México.
Restrição na entrada: o DHS emitiu uma diretriz para restringir o uso da chamada “parole”.
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A ferramenta permite a entrada legal de imigrantes em situação de emergência e foi amplamente usada na gestão Biden.
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A parole também serve para fins humanitários e beneficiou pessoas de várias nacionalidades, como ucranianos, cubanos e venezuelanos.
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Segundo o DHS, o governo Biden permitiu que 1,5 milhão de imigrantes entrasse no país por meio do benefício de forma indiscriminada.
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Agora, tudo será analisado caso a caso, de acordo com o departamento.
Com informações do g1
Guarda Municipal inicia treinamento com novas armas para ampliar segurança em Manaus
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg), deu início nesta quinta-feira (23), ao treinamento intensivo para capacitação no uso da carabina T9, no clube de tiro Juliett Papa, localizado no bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus. O curso, com carga horária de 36 horas práticas, busca preparar os guardas para lidar com situações de alta complexidade, garantindo proteção à população e maior eficiência no enfrentamento à criminalidade.
O treinamento abrange desde a apresentação das características técnicas da carabina até exercícios avançados de tiro. Os guardas estão sendo capacitados em fundamentos como posições de tiro, disparos duplos, transição de armamentos, recarga emergencial (Sanar Panis) e tiros a longa distância.
A capacitação representa um avanço na preparação da Guarda Municipal para responder às demandas de segurança pública, como destacou o titular da Semseg, Alberto de Siqueira.
“Nosso objetivo é oferecer ferramentas que tornem a atuação dos guardas mais segura e proporcional aos desafios encontrados nas ruas, resguardando a população e a própria integridade dos servidores”, destacou Siqueira.
Especialização da Guarda Municipal
Os participantes do curso são guardas com porte de arma há mais de dois anos, pertencentes à Ronda Ostensiva Municipal, um grupo de operações especiais da Guarda Civil Municipal (GCM) que já possui treinamento com unidades especializadas. Essa experiência prévia é essencial para a adaptação ao uso da nova arma, que exige precisão e controle técnico avançado.
O corregedor-geral da Guarda Municipal, Carlos Oliveira, ressaltou a importância da capacitação e da nova carabina.
“Essa arma vai permitir que a guarda atue em situações onde antes era difícil competir com o alto poder de fogo da criminalidade. O treinamento tem sido muito eficiente, com instrutores experientes, o que nos dá segurança para proteger a população de forma adequada e proporcional”, disse Oliveira.
Respostas proporcionais à criminalidade
O uso da carabina T9 reflete a necessidade de equipar a Guarda Municipal com recursos compatíveis com a realidade da criminalidade atual. Segundo a coordenação do curso, enquanto a pistola oferece limitações em alcance e precisão, a carabina, com seu cano longo, proporciona disparos mais firmes e eficientes. Isso se torna crucial em situações de confronto, garantindo a proteção tanto dos guardas quanto dos cidadãos.
Com informações da Semseg
INPI quer abrir sede em Manaus e inicia tratativas com a Suframa em busca de parceiros
Representantes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) se reuniram ontem com a diretoria da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para discutir a instalação de uma nova unidade regional Norte do INPI, com sede em Manaus, como parte de uma estratégia para impulsionar a inovação na região amazônica.
De acordo com o presidente do INPI, Júlio César Moreira, o órgão está em busca de um parceiro que possa abrigar sua nova unidade regional Norte e a escolha de Manaus foi embasada nos dados do Índice Brasil de Inovação e Desenvolvimento (IBID), que destacam o Amazonas como o estado com o melhor desempenho da região Norte na dimensão Resultado.
“O INPI está se reestruturando para dar um atendimento mais uniforme em todo o Brasil sobre inovação e proteção da propriedade industrial. A região amazônica, em especial o Amazonas, tem um potencial altíssimo em biotecnologia, com pesquisa e desenvolvimento sendo realizados aqui, envolvendo a biodiversidade brasileira. O objetivo do INPI é garantir que esse conhecimento seja apropriado por brasileiros, gerando benefícios para a região e para o País”, afirmou Júlio César Moreira.
A iniciativa faz parte de um esforço do instituto em descentralizar suas ações e promover um atendimento mais uniforme em todo o território nacional. “A economia mundial hoje é baseada no conhecimento. A Amazônia, com sua biodiversidade, pode ser um diferencial estratégico. Estamos aqui para assegurar que o conhecimento gerado seja protegido e resulte em desenvolvimento tecnológico e negócios para a região”, destacou o presidente do INPI.
O superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, reafirmou o compromisso da Autarquia em apoiar o Instituto e ofereceu ao INPI uma sala na sede da Suframa. “A atuação do INPI vai ao encontro da política de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Zona Franca de Manaus. Essa parceria é fundamental para fortalecer o ambiente de inovação especialmente na Amazônia Ocidental e Amapá”, declarou.
A visita também marca o fortalecimento da parceria entre Suframa e INPI, sedimentada por conta do acordo de cooperação técnica entre as duas instituições vinculadas ao MDIC, juntamente do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), cujo objetivo é disseminar o conhecimento sobre propriedade industrial na Amazônia Ocidental e no Amapá.
Com informações da Suframa
Juízes de cinco tribunais ganharam mais de 500 mil cada em bônus em dezembro














