Mais da metade dos municípios da Amazônia passou 2024 inteiro em seca

Passageiros deportados dos EUA recebem assistência em Manaus e embarcam para MG
Os 84 passageiros deportados dos Estados Unidos embarcaram com segurança rumo ao destino final, em Minas Gerais, na tarde deste sábado (25). Durante o período em que permaneceram em Manaus, receberam assistência integral do Governo do Amazonas, que garantiu acolhimento adequado, com fornecimento de colchões, alimentação, água e atendimento médico.
Os brasileiros chegaram a Manaus na noite de sexta-feira (24), onde a aeronave que os levaria até Belo Horizonte apresentou um problema técnica. Durante a permanência na capital amazonense, por determinação do governador Wilson Lima, a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) e a Defesa Civil se mobilizaram para prestar suporte às necessidades dos passageiros.
Os deportados ficaram acomodados em uma sala no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, onde receberam comida, água, colchões e atendimento durante as 16 horas em que permaneceram no local. A secretária da Sejusc, Jussara Pedrosa, destacou a importância do acolhimento humanizado.
“Fizemos um atendimento humanizado, com alimentação, apoio psicológico para que essas pessoas conseguissem seguir viagem de forma humanizada, atendendo a uma determinação do governador Wilson Lima”, afirmou a secretária.
Cerca de 25 bombeiros também participaram da ação, prestando suporte direto. O comandante de Socorro, tenente Newton David Hansen, explicou que a equipe esteve preparada para atender a qualquer eventualidade de saúde.
“O objetivo principal era fazer qualquer tipo de atendimento, se fosse necessário. A maioria dos atendimentos foi apenas pré-hospitalar”, explicou o comandante.
Entre os passageiros estava Alisdete Gonçalves, de 49 anos. Ele agradeceu o apoio recebido pelo Estado. “A gente nem esperava por esse acolhimento. Fomos muito bem atendidos pelo Amazonas, com médicos, técnicos e o Corpo de Bombeiros. Parabenizamos o governo”, disse Alisdete.
Com informações da Secom
Inscrições para o ‘Aldeia Cultural’ com imersão em comunidade indígena encerram neste domingo
Contemplado pelo edital Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), da Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), a 2ª edição do projeto “Aldeia Cultural” acontece nos dias 1º e 2/2, na Aldeia Indígena Inhaã-bé, localizada no Tarumã-Açu, região metropolitana de Manaus.
Para participar, os interessados precisam ser maiores de idade, a partir de 18 anos, e deverão preencher corretamente o formulário, pelo link bit.ly/40wDFOH. As inscrições encerram às 23h59 do domingo (26). Ao todo, serão disponibilizadas 40 vagas.
Idealizado pela artista indígena Thaís Kokama, o projeto visa promover conhecimento e aprendizado sobre os povos indígenas. Os inscritos terão dois dias de imersão cultural na aldeia, onde, dentre as atividades ofertadas, estão: oficinas de pintura corporal, apresentações culturais incluindo música, moda, dança, entre outras.
O diretor-presidente do Concultura, Tony Medeiros, ressalta que os editais de cultura do município são uma forma de exaltar a cultura e artistas locais.
“Os projetos que vêm sendo executados pelos editais, como a Pnab – Manaus, mostram o comprometimento da atual gestão em valorizar a identidade cultural do nosso povo. Dessa maneira, nossos artistas podem desenvolver seus trabalhos e alcançar mais pessoas com as suas artes”, destacou o presidente.
Segundo Thaís Kokama, as expectativas para essa edição do projeto “Aldeia Cultural” são as melhores possíveis.
“A primeira edição do Aldeia Cultural foi incrível e queremos continuar levando essa experiência para todos, de modo que as pessoas possam ter mais conhecimento sobre os povos originários e entendam a importância de zelar e aprender sobre a nossa cultura. Mais do que um projeto, essa é uma forma de mostrar nossas raízes e o quanto elas significam para nós”, ressalta a artista.
Cultura indígena
Os participantes selecionados terão acesso a uma experiência de imersão única e completa, de forma gratuita, incluindo translado, alimentação, participação em todas as atividades, banho de rio e demais experiências. O resultado dos selecionados será divulgado na próxima quarta-feira, 29/1, por meio do Instagram da aldeia Inhaã-bé, no link instagram.com/aldeiainhaabe.
No dia 1º/2, o translado sairá da Praça da Saudade, localizada na rua Simão Bolívar, Centro, às 7h, e seguirá até o porto da Prainha, no Tarumã-Açu, onde fará a travessia às 8h, com o retorno às 10h do dia 2/2. Os que não puderem dormir na aldeia poderão retornar ao porto às 18h ainda no dia 1º.
O projeto “Aldeia Cultural” foi um dos selecionados pelo Edital Macro de Chamamento Público n° 002/2024 – Cultura Étnica, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) de fomento à cultura, da Prefeitura de Manaus, realizado pelo Concultura, com o apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal.
Com informações do Concultura
Itamaraty é condenado a pagar R$ 2,5 mi por descumprir leis trabalhistas na Europa
O descumprimento de leis trabalhistas na França, Holanda e Irlanda fez com que o MRE (Ministério das Relações Exteriores) fosse condenado a pagar cerca de R$ 2,5 milhões em indenizações desde 2022. Os casos envolvem contratados locais — grupo que recebe salários menores e tem menos benefícios que diplomatas.
Na França, um assistente administrativo ganhou direito a indenização de mais de R$ 2 milhões. Tiago Fazito, 47, trabalhou no Consulado-Geral do Brasil em Paris entre 2012 e 2017, quando foi demitido por justa causa após entrar com processo contra o Itamaraty para receber 500 euros a mais, como seus colegas de função.
Na demissão, o Itamaraty alegou que Fazito não poderia ter informado a diferença salarial à Justiça francesa. “Eu não tornei públicos esses documentos”, afirma ele. Após a dispensa, Fazito abriu novo processo, encerrado em 8 de setembro de 2024, para anular a demissão e reaver os salários.
Fazito ganhou a causa, mas o Itamaraty não pagou o valor devido até agora. Ele então decidiu acionar o governo da França para receber, em processo ainda sem decisão. Em nota, o MRE informou que não pagou a indenização “em respeito à soberania” do Brasil.
“O Estado brasileiro não invoca imunidade de jurisdição em ações trabalhistas e determina o pagamento de decisões desfavoráveis sempre que esgotados os recursos a serem interpostos no Judiciário local. Entretanto, não pode acatar decisões judiciais que atentem contra as inviolabilidades de seus postos no exterior, sobre as quais não há hipótese de relativização. A inviolabilidade de um consulado ou embaixada estrangeira, dos arquivos e das comunicações, tal como prevista nas Convenções de Viena, não pode jamais ser afastada em respeito à soberania do país que envia seus representantes”, diz o Ministério das Relações Exteriores, em nota.
Para Fazito, argumento do Itamaraty “não faz o menor sentido”. Ele lembra que o MRE assinou um contrato de trabalho submetido à lei francesa, que prevê a reintegração em caso de demissão considerada injusta. Além disso, afirma que, em vários momentos do processo, informou que buscava apenas a indenização e não a reintegração à equipe do consulado.
“Esse procedimento não é digno de um país que aspira a ser um ator importante no seio da comunidade internacional, nem de um Estado que respeita a primazia do direito”, argumenta Tiago Fazito, ex-funcionário do Itamaraty na França.
Na Irlanda, uma auxiliar administrativa foi impedida de tirar 14 dias de licença remunerada previamente combinada. Nicole Montano acionou a Justiça, que decidiu em seu favor e condenou o Itamaraty a pagar indenização de aproximadamente R$ 85 mil em setembro de 2023. O Itamaraty informou ter pago a indenização em outubro de 2023.
No processo, Nicole também disse que se sentia “discriminada por ser mulher”. Na documentação do caso, à qual o UOL teve acesso, ela se refere ao Consulado do Brasil em Dublin, onde trabalhava desde 1997, como um “ambiente sexista”.
Na Holanda, motorista ganhou direito a indenização de R$ 390 mil em 2022. Guilherme Lima, 32, acionou a Justiça ao ser demitido da embaixada de Haia em 2021, quando estava doente, o que é proibido pela legislação local. Para o tribunal, a postura do Itamaraty foi contrária “aos padrões elementares do bom empregador”.
Apesar da decisão, Lima não recebeu do MRE o valor total da indenização. Em nota, o Itamaraty informou que, baseado na questão da soberania, não pagou salários e férias relativos ao período de tramitação do processo, como determinado. Esse montante representava 90% do que o funcionário tinha a receber. O motorista recebeu, de fato, cerca de R$ 20 mil.
“A embaixada do Brasil quase me matou”, diz Lima. Empregado no local desde 2016, ele relata que chegou a acumular 200 horas extras devido à sobrecarga de trabalho a que era submetido. O MRE informou que “limita o número de horas extras que cada posto pode contratar”, de acordo com as regras de cada país.
Itamaraty quis alegar imunidade diplomática
Os contratos dos funcionários locais estão sujeitos às leis trabalhistas dos países onde eles estão. Não estão sujeitos à lei brasileira.
O Itamaraty diz que cumpre decisões e paga indenizações, com exceção dos casos que envolvem a readmissão de contratados locais demitidos. Nesses casos, o MRE invoca a imunidade diplomática, dizendo que “o Estado brasileiro resguarda sua soberania para decidir livremente quem ingressa nos postos do Brasil no exterior”. O argumento também é usado para negar pagamentos referentes a períodos em que os trabalhadores alegam que estavam injustamente demitidos.
A imunidade diplomática impede que diplomatas respondam a qualquer tipo de processo durante o cumprimento de missões. O dispositivo foi estabelecido pelas Convenções de Viena de 1961 e 1963, das quais o Brasil é signatário. Especialistas afirmam que ele não se aplica nos casos em questão porque os processos não eram contra diplomatas, mas contra o governo brasileiro (enquanto contratante) pelo descumprimento de regras trabalhistas.
“Isso é uma prática internacional consolidada: nenhum país aceita que o Judiciário local determine quem frequenta suas embaixadas e consulados e tem acesso a seus arquivos e comunicações, pois seria um atentado à sua soberania. O mesmo ocorre, inclusive, com embaixadas estrangeiras no Brasil” segue a nota do ministério.
O argumento foi usado pelo Itamaraty na França e na Holanda. No primeiro, a Justiça entendeu que a imunidade diplomática não se aplica “a uma operação econômica, comercial ou civil”. Já na Holanda, o entendimento foi de que o dispositivo não se aplicava ao caso por se tratar de “uma relação trabalhista”.
Contratados locais têm regime diferente dos diplomatas. Eles não precisam ter nascido no Brasil e não são contratados aqui. Via de regra, são pessoas que já moravam no exterior. Já os funcionários de carreira do MRE são brasileiros natos admitidos por concurso —servidores públicos— e passam até cinco anos em cada posto diplomático fora do país.
A disparidade salarial chama atenção. Em carta ao Itamaraty em junho de 2024, contratados locais dizem receber salários que variam entre R$ 12,4 mil e R$ 18 mil para trabalhar em locais como Barcelona, Londres e Paris — enquanto o MRE paga a diplomatas recém-formados mais de R$ 20 mil por mês, fora os benefícios.
Contratados locais prestam serviço como atendimento e transporte de embaixadores. “Somos a memória histórica dos postos. Sem a gente, eles não existem”, diz uma funcionária que preferiu não se identificar. Em 2022, o Itamaraty tinha 3.313 contratados locais distribuídos por 218 consulados e embaixadas.
Com informações do Uol
Equipe da Just Motors Racing representará o Amazonas nas Mil Milhas de Interlagos, em SP
O carro da Just Motors Racing, equipe que representa o automobilismo amazonense no grande prêmio Mil Milhas de Interlagos, em São Paulo, garantiu a Pole Position para a disputa. A tomada de tempo da equipe foi conquistada na tarde desta sexta-feira (24).
Este é o terceira ano consecutivo que a Just Motors conquista a Pole Position na categoria P4. Desta vez, o piloto que garantiu o feito foi Paulinho De’Carli.
O resultado aumenta a expectativa da equipe é pela pódio no autódromo de Interlagos nesta 42ª edição das 1000 Milhas Chevrolet Absoluta, realizada entre os dias 23 e 26 de janeiro.
“Estamos muito felizes com os nossos resultados, com a força do nosso motor. Tudo isso foi graças a um trabalho em conjunto, de todos os pilotos. Isso nos deixa cada vez mais convictos de que o Amazonas estará no lugar mais alto do pódio este ano”, comemora Paulinho De’Carli.
Ao lado dele, compõem a equipe da Just Motors os pilotos Paulo De’ Carli, Walter Cordeiro e Sávio Alencar.
No geral, incluindo todas as categorias da Mil Milhas, a Just Motors sairá na 20ª posição.
Desafio novo para a Just Motors
Toda a trajetória da equipe no decorrer de 2024, além de credenciar a Just Motors como uma das mais indicadas ao pódio, deu a Paulinho De’Carli um novo desafio. Pela primeira vez, o piloto correrá por duas categorias na Mil Milhas.
“A novidade de eu poder correr em dois carros e em duas categorias – P3 e P4 – nos coloca mais próximo ao pódio e isso tem gerado muita expectativa em nossa equipe”, salientou Paulinho.
Na categoria inédita, a P3, Paulinho De’Carli também sairá à frente dos adversários da categoria.
Mil Milhas de Interlagos
A disputa é reconhecida como a maior e mais tradicional prova de endurance do Brasil, reunindo mais de 60 carros no grid para aproximadamente 12 horas de corrida.
A largada está prevista para o primeiro minuto da madrugada desse domingo (26), com o tradicional show de fogos.
Com informações da assessoria
Tradicional Baile de Vogue acontece hoje e celebra o mês da visibilidade trans
Os bailes, ou “balls”, são festas que celebram a cultura ballroom e a dança vogue, um espaço seguro e de resistência para a comunidade LGBTQIAPN+.
Neste sábado (25), a capital amazonense será palco de A Substância Ball – Uma Fórmula da Sustentabilidade Trans e Travesty, evento que promete celebrar a cultura ballroom e a resiliência da comunidade trans e travesti. O evento vai das 17h às 21h, no Impact Hub Manaus (Avenida Efigênio Salles, 1299, Bairro Flores). Os ingressos estão no segundo lote no valor de R$15,00 pelo Sympla e a entrada para pessoas trans é gratuita (Transfree), o link está disponível no Instagram da @kumayogacriacao.
O baile encerra uma série de atividades realizadas durante o mês de janeiro que incluíram oficinas de dança vogue e debates culturais, pelo projeto Cultura Ballroom 3.0, incubado pelo Kuma Espaço de Criação. Com cerca de 70 participantes, 15 pessoas recebendo bolsa auxílio transporte, os inscritos nas oficinas tiveram aulas de Vogue Femme com Odara Konda , Old Way com Simas Zion e New Way com Nano Shaolin, os professores que ministraram a oficina também irão participar da Ball no elenco de jurados.
Inspirado no filme “A Substância” de 2024, o baile de vogue propõe uma reflexão sobre como pessoas trans e travestis formulam estratégias de sustentabilidade na comunidade. Não é necessário fazer inscrição prévia para competir ou dress code obrigatório, usando esse tema para explorar a criatividade e levar às categorias.
Categorias Competitivas:
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Trans Face
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Baby Runway
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Old Way vs New Way
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Baby Vogue
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Trans Performance
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NB Best Dressed
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Femme Queen Realness
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Trans Masc Realness
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Runway OTA
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Vogue Performance OTA
Equipe do Evento:
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Júri: Raiana 007, Simas Zion, Nano Shaolin, Odara Konda, Torugo 007
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Hosts: Paola Laplata e Dingle 007
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Chanter: Mother Perzpica Shaolin
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DJ: Noologia Shaolin
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Commentator: Aritana Shaolin
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Apoio: Impact Hub
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Realização: Kuma Espaço de Criação
O projeto tem apoio do Edital Cultura LGBT+ da Lei Paulo Gustavo pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Impact Hub e Kiki House of Shaolin. Mais informações podem ser encontradas no Instagram oficial: @kumayogacriacao.
Com informações da assessoria
FAB enviará avião para transportar deportados dos EUA de Manaus até Belo Horizonte
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que enviará no início da tarde deste sábado (25) um avião de Brasília para auxiliar os deportados em Manaus e encaminhá-los ao destino final, o aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Um grupo de deportados dos Estados Unidos aguarda o término do translado na capital do Amazonas.
Os americanos queriam esperar outro avião vir dos EUA para seguir para Confis, mas a Polícia Federal e o Ministério da Justiça foram avisados.
Correntes e algemas
Segundo o blog da Andréia Sadi, oficiais americanos queriam que os brasileiros deportados fossem algemados e acorrentados.
No entanto, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, não autorizou o uso das algemas, já que se tratam de cidadãos livres em território brasileiro e uma questão de soberania nacional.
E, por esse motivo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou o envio do avião da FAB para fazer essa mediação.
As informações foram confirmadas oficialmente pelo Ministério da Justiça.
Detalhes da operação
Segundo a Força Aérea, “a aeronave KC-30, do Segundo Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte, foi engajada, por solicitação do governo federal, para prestar apoio aéreo aos deportados, oriundos dos Estados Unidos da América, que aguardam o término do traslado em Manaus”.
Ainda de acordo com a FAB, a previsão é que o avião decole da Base Aérea de Brasília às 13h, com pouso previsto, no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, às 14h30 (horário local).
“A FAB disponibilizará, ainda, profissionais de saúde para acompanhamento dos deportados, durante o trajeto até o destino final, no Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte (MG)”, prosseguiu a nota da FAB.
A aeronave, com 158 pessoas a bordo, tinha Belo Horizonte como destino final, mas precisou passar por manutenção, cancelando a decolagem para Minas Gerais.
A PF não informou a nacionalidade dos ocupantes, mas, segundo apurado pelo g1 com o Itamaraty, 88 são brasileiros.
Brasileiros deportados
Entre a noite de quinta (23) e a manhã desta sexta (24), a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, utilizou uma rede social para anunciar que 538 imigrantes ilegais, de diferentes origens, já foram presos desde a posse de Trump — incluindo um suspeito de terrorismo, quatro integrantes da gangue Tren de Aragua e outros indivíduos condenados por crimes sexuais contra menores.
Ela disse, ainda, que “centenas de imigrantes ilegais já foram deportados em aeronaves militares”, marcando o início do que ela chamou de “a maior operação de deportação em massa da história”.
“Promessas feitas. Promessas cumpridas”, escreveu Leavitt, destacando que os voos de deportação já começaram.
Com informações do g1
Série sobre ‘Chaves’ ganha primeiro trailer e incomoda atriz de Dona Florinda
O primeiro teaser de “Sem Querer Querendo“, produção da Max que acompanha a história por trás da criação do famoso programa “Chaves“, grande sucesso no Brasil com exibição no SBT, ganhou o seu primeiro trailer nesta sexta-feira (24).
A série terá como foco a história do criador da atração e ator do personagem-título, Roberto Gómez Bolaños, vivido por Pablo Cruz-Guerrero, e sua relação com aqueles que se tornariam os futuros atores do projeto.
Ainda sem uma data de estreia confirmada, a produção já levantou uma série de comentários nas redes sociais e dividiu a opinião dos fãs. Entre as reações, se destacou a revolta da atriz Florinda Meza, intérprete original da personagem Dona Florinda.
“Sei por uma boa fonte que nesta biografia não há respeito pela minha pessoa e muito menos pela verdade. Isso causaria grande dor ao Rober (Bolaños). Quem se importa com a autorização ou opinião de alguém que já partiu?”, disse a atriz em uma publicação em suas redes sociais.
A atriz foi casada com o criador de “Chaves” até a sua morte em 2014, e nunca conseguiu estabelecer uma relação amigável com os filhos de Bolaños e a primeira esposa do artista, Graciela Fernandez.
Comandado por Roberto Gomez Fernandez, o Grupo Chespirito é o atual dono dos direitos autorais relacionados ao programa original e está envolvido com o desenvolvimento da nova série.
Com informações da Folha de S.Paulo
Hamas liberta mais 4 reféns israelenses em acordo de cessar-fogo; saiba quem são elas

O grupo terrorista Hamas libertou na manhã deste sábado (25), por volta das 6h, pelo horário de Brasília, quatro reféns israelenses como parte acordo de cessar-fogo de Gaza, informou a agência de notícias Reuters.
Foram libertadas as soldados Karina Ariev, Daniella Gilboa, Naama Levy e Liri Albag que foram capturadas na base militar de Nahal Oz, que foi invadida por homens armados do grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023.
As quatro militares israelenses foram levadas até um palco na Cidade de Gaza, no meio de uma multidão de palestinos e cercadas por dezenas de homens armados do Hamas. Elas acenaram e sorriram antes de serem levadas para os veículos da Cruz Vermelha. Minutos depois, autoridades israelenses informaram já estar com elas.
O Hamas confirmou também que deve soltar uma refém civil no próximo sábado (1), Arbel Yehud.
Ela deveria ter sido libertada também hoje. O governo de Israel pediu provas de que Yehud está viva e informou que não vai permitir o retorno de palestinos ao norte de Gaza, previsto para amanhã (26), enquanto a civil não for solta.
As jovens foram sequestradas juntas da base de Nahal Oz, perto do kibutz de mesmo nome. A ação foi gravada pelos agressores. A base é parte de uma unidade de observadores em Gaza dedicada a acompanhar a atividade do grupo terrorista.
Outras três soldados foram sequestradas com elas: Agam Berger, que permanece na Faixa de Gaza; Noa Marciano, cujo corpo foi repatriado; e Ori Megidish, libertada pelo Exército em outubro de 2023.
As reféns libertadas encontraram com suas famílias em uma base militar israelense perto da fronteira com Gaza, disse o porta-voz militar de Israel, contra-almirante Daniel Hagari, em um vídeo. Elas saíram de Gaza em veículos da Cruz Vermelha.
Elas foram levadas para um hospital, de acordo com o Ministério da Saúde israelense.
Israel, em troca, começa a entregar até 200 palestinos. O acordo entre as duas partes prevê entre 30 e 50 presos libertados para cada refém devolvido e a interrupção dos bombardeios e incursões militares na Faixa de Gaza.
Soldados foram “rosto” dos reféns
Imagens mostrando a captura das quatro, bem como de outro soldado, na base militar de Nahal Oz foram transmitidas pela TV israelense no ano passado.
Os vídeos foram liberados pelas famílias das reféns, em uma tentativa de aumentar a conscientização e a pressão para recuperá-las.
Parecendo atordoadas e ainda vestindo seus pijamas, as imagens, tiradas de imagens de câmeras corporais do Hamas recuperadas pelos militares israelenses, mostravam as soldados sentadas no chão com as mãos amarradas, algumas delas ensanguentadas.
Saiba mais sobre as reféns libertadas:
Naama Levy, 20
O vídeo de Naama Levy sendo colocada em um jipe em Gaza circulou nas redes sociais poucas horas após seu sequestro. Ele mostrou Levy machucada e cortada, com a calça manchada de sangue e as mãos amarradas atrás das costas, empurrado para dentro do veículo por um atirador enquanto os espectadores cantavam “Deus é o maior!” em árabe.
Ela tinha acabado de começar seu serviço militar quando o ataque ocorreu e, ao ser empurrada para dentro do jipe, ela implorou: “Tenho amigos na Palestina”, mostraram imagens divulgadas de sua captura.
Segundo um site criado por parentes de Naama – segunda de quatro filhos e praticante de triatlo -, ela cresceu na Índia, onde estudou em uma escola americana. Quando criança, participou do programa Hands of Peace, que promove o diálogo entre jovens israelenses e palestinos.
Daniella Gilboa, 20
Na manhã de 7 de outubro de 2023, Daniella, então com 19 anos, estava em contato com pessoas próximas e enviava vídeos para o namorado. Graças à roupa que vestia na ocasião, ela pôde ser identificada posteriormente em vídeos do Hamas.
Ela foi vista no ano passado em um vídeo divulgado pelo Hamas, que a mostrava apelando com raiva ao governo para trabalhar por sua libertação e dizendo que se sentia abandonada. Natural de Petah Tikva, perto de Tel Aviv, a jovem é “uma musicista apaixonada, que estuda piano e canto” e que caminhava para uma carreira musical, segundo o Fórum das Famílias.
Liri Albag, 19
Liri Albag foi feita refém apenas um dia e meio depois de iniciar seu serviço militar, informou a mídia israelense. Ela tinha 18 anos quando foi sequestrada.
Conforme relatado pelo “The Jerusalem Post” em julho, ela conseguiu passar mensagens para familiares por meio de reféns libertados, nas quais pediu à sua irmã Shai que não cancelasse a viagem tradicional após o serviço militar, uma tradição israelense, e que não mexesse em seus sapatos preferidos.
Segundo depoimentos de ex-reféns, Liri foi obrigada a cozinhar, limpar e cuidar dos filhos de seus sequestradores. Ela apareceu neste mês em um vídeo de mais de 3 minutos divulgado pelo Hamas apelando por sua libertação.
Os pais de Liri, Shira y Eli Albag, são muito ativos na mobilização para pedir a libertação dos reféns.
Karina Ariev, 20
Pouco antes de ser levada, Karina Ariev conseguiu falar brevemente com seus pais e enviou uma mensagem de despedida à família, informou a mídia israelense.
Uma foto dela em cativeiro divulgada pelo Hamas a mostrou com a cabeça enfaixada com o que pareciam ser manchas de sangue.
O vídeo do sequestro mostra que a jovem ficou ferida na ação de 7 de outubro. Em janeiro de 2024, ela apareceu em um vídeo publicado pelo Hamas na rede social Telegram, ao lado de Daniella Gilboa.
Segundo o Fórum de Famílias de Reféns, Karina “sonha em ser psicóloga”.
Com informações do g1
Painel sobre a Amazônia em evento do Banco Mundial será presidido pelo Governo do Estado














