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Felipe Neto lança livro ‘Como Enfrentar o Ódio’ e rebate críticas por estar na Flip

Felipe Neto participa da Flip 2024 e lança livro (Foto: Instagram / Reprodução)

O anúncio da participação de Felipe Neto na 22ª Flip, em setembro, dividiu opiniões dentro e fora das redes sociais. O youtuber, que acaba de lançar o livro “Como Enfrentar o Ódio”, vai discutir o mecanismo de proliferação do sentimento, nesta sexta-feira (11), durante debate com a jornalista Patrícia Campos Mello.

Empresário, em entrevista exclusiva a Splash, afirmou que as críticas o levaram de volta ao início da carreira no YouTube, quando a plataforma de vídeos ainda era incipiente no Brasil. Ele relembrou o preconceito que sofreu, especialmente por parte da indústria do entretenimento, que via os youtubers como uma espécie de “escória”.

“Eu lembro de sentir na pele esse nariz torcido, esse pensamento do: ‘Eu sou o intelectual do entretenimento e esses youtubers são a escória’. Então, eu meio que, quando vi o tipo de crítica que estava chegando, me lembrou muito essa época.”

Neto se diz acostumado a esse tipo de reação e confiante na própria trajetória. Ele acredita que as críticas a respeito do convite da Flip são passageiras. “Eu sei que isso é fogo de palha, porque eu confio na minha trajetória, no meu trabalho.”

“Quando essas pessoas tiverem a oportunidade de me conhecer, de ler o livro, de conhecer o Clube do Livro FN, ver a ação da Bienal, em 2019, e quem sabe de irem à Flip no dia e conversarem comigo, olhar olho no olho, vão entender”.

O youtuber comprou e distribuiu cerca de 14 mil livros com personagens LGBTQIA+, em 2019, durante a Bienal do Livro do Rio. A ação foi uma resposta à fiscalização da Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro, que durante o dia anterior vasculhou os 150 estandes da Bienal em busca de obras consideradas “impróprias”. À época, o prefeito era Marcelo Crivella.

Literatura como ferramenta contra o autoritarismo

Além do combate ao ódio, o empresário destaca a saúde mental, a literatura e a educação digital como principais pilares de atuação social. Ele considera a literatura fundamental para a criação de conhecimento e resistência a regimes autoritários.

“A literatura é a maior fortalecedora de criação de conhecimento e resistência a regimes autoritários. Então, a disseminação da leitura proporciona uma sociedade mais preparada, tanto eticamente quanto de resistência a determinados manipuladores da opinião pública. Tanto através da fé, quanto através da simples manipulação digital com desinformação, com fake news, etc”.

Com informações da Splash / Uol

Associação Esportiva Manaus realiza 1º Torneio de Tênis de Mesa no Shopping Cidade Leste

Foto: Jessyca Castro / arquivo Shopping Cidade Leste

O Shopping Cidade Leste e a Associação Esportiva Manaus (AEM) promovem o Primeiro Torneio de Tênis de Mesa, nas zonas leste e norte da cidade, divididos em duas categorias: escolar iniciante e profissional federados, que acontecerá nos dias 19 e 20 de outubro, no piso L1 do shopping.

O torneio marca um momento especial para os amantes do esporte e toda a comunidade de Manaus, promovendo o tênis de mesa como uma opção de lazer e atividade física acessível a todas as idades. Além dos jogos, os participantes poderão também interagir com profissionais do esporte, que estarão presentes para realizar demonstrações e dar dicas sobre técnicas de jogo.

Segundo Muna Hajoj, diretora comercial e de marketing, “o torneio foi idealizado para estimular a prática esportiva e criar um ambiente de diversão e integração para famílias e amigos que frequentam o shopping. O tênis de mesa é uma modalidade que combina agilidade, raciocínio rápido e socialização, e estamos empolgados em trazer essa experiência para nossos clientes”.

O evento será organizado pela Associação Esportiva Manaus (AEM) e também contará com prêmios para os vencedores de cada categoria. A disputa será feita em 4 mesas Hobby e Joola, bolas THIBAR D40+ ABS Branca – 3 estrelas.

Programação

No sábado (19), o evento inicia pela manhã com as competições da categoria escolar. Na parte da tarde, é a vez dos profissionais entrarem em ação. No domingo (20), ocorrem as finais da categoria profissional.

Escolar iniciante

Também no sábado (19), inicia 08h30 com competições das fases de grupos e eliminatórias das categorias maculino e feminino, sendo: Mirim 09 a 11 anos ,Infantil 12 a 14 anos e Juvenil 15 a 19 anos, com partidas que serão disputadas em melhor de 5 sets (3-0, 3-1 ou 3-2). Sempre que possível, serão formados grupos com 3 atletas, seguindo o sistema adotado, onde todos jogam entre si. Os 2 melhores de cada grupo avançam para a fase eliminatória. Medalhas e brindes para os 1º, 2º e 3º colocados.

Profissional Federados

Ainda no sábado, a partir das 13h, competições nas fases de grupos e eliminatórias das categorias Sub 9 a Sub 21, em seguida às 17h fases de grupos e eliminatórias das categorias Sênior e Veteranos. Já no domingo (20), a partir das 09h30, competições nas fases de grupos e eliminatórias das categorias Absoluto Feminino e Absoluto Masculino A, B, C, D, E, F.

Competições: Sub 11, sub 13, sub 15, sub 19, sub 21, Absoluto Feminino, Absoluto Masculino A, B, C, D, E, F, Sênior e Veteranos.

As partidas das fases de grupos e eliminatórias serão disputadas em melhor de 5 sets (3-0, 3-1 ou 3-2) para todas as categorias. Sempre que possível, grupos de 3 atletas serão formados, com todos jogando entre si. Os 2 primeiros de cada grupo avançam para a fase eliminatória.

Troféu e medalha para os campeões. Medalhas e brindes para os 2º e 3º colocados.

Premiação em dinheiro para a categoria Federado, Absoluto A (masculino e feminino. As premiações serão realizadas no dia de encerramento de cada categoria, com horários a serem informados durante o evento.

Serviço

Data: 19 e 20 de outubro

Horário: Manhã e tarde (início a partir da 8h30)

Local: Piso L1 do Shopping Cidade Leste, na  Avenida Autaz Mirim, 282, bairro Tancredo Neves, zona Leste.

Inscrições: Organização do evento AEM, pelo WhatsApp – Carlos Carvalho (92) 99511-3328 ou Mário Costa (92) 99152-6955

Com informações da assessoria

Observatório BR-319 lança mapa interativo com informações socioambientais sobre a rodovia

Foto: Orlando K. Junior

O Observatório BR-319 (OBR-319) lançou, nesta semana, vídeos explicativos que ensinam como usar o mapa interativo com dados públicos sobre a rodovia BR-319. A ferramenta de pesquisa e monitoramento permite ativar camadas para visualização de todas as categorias de Áreas Protegidas na região de influência da estrada, além de pontos de desmatamento, focos de calor, entre outros. Os vídeos estão disponíveis no canal do Observatório BR-319 no Youtube.

“Essa ferramenta é fundamental para qualquer pessoa interessada em monitorar ou pesquisar informações sobre a BR-319. Com ela, conseguimos visualizar dados críticos sobre desmatamento, ocupação de terras e outras questões socioambientais que impactam diretamente a região”, afirma Heitor Paulo Pinheiro, especialista em geoprocessamento e analista do Instituto de Conservação de Desenvolvimento da Amazônia (Idesam), organização membro do OBR-319, responsável pela criação do mapa.

A plataforma está organizada em cinco categorias principais: interflúvio Madeira-Purus, infraestrutura, Áreas Protegidas e destinadas, monitoramento e ordenamento territorial. Outro destaque da plataforma é a origem variada dos dados, que inclui fontes como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), entre outras instituições ligadas ao tema.

Os mapas podem ser baixados em diferentes extensões, como CSV, GeoPackage, GeoJSON e KML, e os usuários ainda podem escolher o fundo do mapa entre Global Land Analysis & Discovery (GLAD) e Bing Satellite.

“Com esse sistema, o Observatório BR-319 dá um passo importante na transparência e no acesso a dados socioambientais, ajudando a sociedade a acompanhar as mudanças na região de forma precisa, interativa e instigante. Sendo que este se mostra um instrumento útil para todos interessados e envolvidos com a temática.”, diz o secretário executivo do OBR-319, Marcelo da Silveira Rodrigues.

Até o momento, estão disponíveis três vídeos que apresentam o mapa interativo, mostram como visualizar as camadas e dados e falam sobre as fontes de dados. À medida que houver demanda dos usuários, o OBR-319 produzirá mais vídeos mostrando mais detalhes da plataforma.

Sobre o Observatório BR-319

O Observatório BR-319 é uma rede formada por 14 organizações da sociedade civil que atua na área de influência da rodovia BR-319, formada por 13 municípios, 42 Unidades de Conservação, 69 Terras Indígenas e um Território de Uso Comum entre os estados do Amazonas e de Rondônia.

As atividades desenvolvidas pela rede têm o objetivo de produzir informações sobre a rodovia e os processos necessários para um desenvolvimento inclusivo, com respeito aos direitos legais constituídos dos povos da floresta e de conservação dos recursos naturais. O OBR-319 também fomenta o protagonismo, a governança e a autonomia dos moradores de territórios locais. Portanto, é uma rede comprometida com o fortalecimento de ações que promovam o desenvolvimento sustentável no Interflúvio Madeira-Purus e, consequentemente, dos estados do Amazonas e de Rondônia. Para mais informações acesse https://observatoriobr319.org.br 

Com informações da assessoria

 

Até 2044, 48% dos adultos brasileiros serão obesos: saiba como prevenir e diagnosticar

Foto: iStock

No ritmo atual, quase metade dos adultos brasileiros (48%) terá obesidade até 2044, e outros 27% apresentarão sobrepeso. O dado faz parte de uma pesquisa divulgada em junho pela Fiocruz e chama a atenção para a importância da prevenção à condição. A obesidade pode desencadear complicações graves, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas e até mesmo câncer.

Em 11 de outubro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Prevenção à Obesidade. A data foi criada para conscientizar a população sobre os riscos da doença crônica, caracterizada pelo excesso de gordura corporal e o surgimento de complicações relacionadas. De acordo com o Mapa da Obesidade, a condição aumentou 72%, no Brasil, entre 2006 e 2019.

Endocrinologista e consultora do Sabin Diagnóstico e Saúde, Renata Pinto Camia explica que a obesidade tem várias causas. Entre elas estão a má alimentação e o sedentarismo, além de fatores psicológicos, hormonais, genéticos e ambientais. Mas como prevenir?

“A prevenção da obesidade envolve mudanças no estilo de vida, como a adoção de uma alimentação saudável e a prática regular de atividades físicas. Além disso, o acompanhamento médico regular é fundamental para monitorar a saúde e identificar qualquer alteração de peso ou na produção de hormônios”, destaca a médica.

A especialista reforça a importância de tratar a obesidade como uma condição de saúde. “Precisamos desmistificar a ideia de que a obesidade é uma questão estética. Ela é uma doença séria, que afeta a qualidade de vida e a saúde do paciente como um todo. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para evitar complicações”, alerta.

Sinais de alerta

O ganho de peso é o sintoma mais visível da obesidade, mas o cansaço constante e a falta de energia também indicam a necessidade de procurar auxílio médico. Essas sensações estão associadas à sobrecarga do corpo pelo excesso de peso. Vale destacar que o diagnóstico da obesidade vai além do número mostrado na balança.

“A obesidade é diagnosticada principalmente por meio do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que é a relação entre o peso e a altura da pessoa. Um IMC entre 25 e 29,9 indica sobrepeso. Acima de 30 já caracteriza obesidade”, afirma a endocrinologista.

Ela ressalta que o IMC, embora seja uma medida prática, não avalia com precisão a distribuição da gordura corporal. “Por isso, também é comum medirmos a circunferência abdominal, já que o acúmulo de gordura na região abdominal está associado a um maior risco de doenças cardiovasculares. Além disso, há exames complementares que podem auxiliar na avaliação geral da saúde do paciente”, acrescenta.

Exames

Considerado o teste mais comum no Brasil, o exame de sangue é um dos procedimentos que podem ser indicados para avaliar os riscos associados à obesidade. Coordenadora técnica do Sabin, a bioquímica Luciana Figueira explica que a avaliação permite detectar níveis elevados de glicose, colesterol e triglicerídeos, o que pode indicar maior risco para doenças como diabetes tipo 2 e problemas cardíacos, ambos associados à obesidade.

“É importante que os exames de sangue sejam realizados com regularidade, especialmente para pessoas com fatores de risco, como histórico familiar de doenças metabólicas ou obesidade. A periodicidade pode variar para cada caso, mas a recomendação geral é pelo menos uma vez por ano”, afirma.

Exames que avaliam a produção de hormônios da glândula tireoide, como o TSH e T4 livre, também podem ser indicados. Isso porque, distúrbios na produção hormonal podem favorecer o ganho de peso. Em ambos os casos, o procedimento é feito a partir de uma amostra de sangue do paciente.

A endocrinologista Renata Camia cita como exemplo o hipotireoidismo, que ocorre quando a glândula tireoide produz menos hormônios do que o necessário. “Algumas doenças da tireoide, como o hipotireoidismo, reduzem a velocidade do metabolismo. Isso aumenta a predisposição à obesidade, por isso é importante confirmar ou descartar a hipótese”, explica.

Além das alterações hormonais, a médica também chama atenção para o impacto de certos medicamentos no controle de peso. “Muitos antidepressivos e estabilizadores de humor, usados com maior frequência atualmente, podem contribuir para o ganho de peso. Isso acontece porque eles podem interferir no metabolismo e no equilíbrio hormonal do paciente. Por isso, é fundamental que o uso desses medicamentos seja sempre acompanhado por um médico, que poderá avaliar os benefícios e ajustar o tratamento, quando necessário”, orienta.

Com informações da assessoria

Boninho faz piada com ‘vida de desempregado’ e diz o que motivou saída da Globo

Foto: Rede Globo

“Procurando emprego, me contratem.” Foi com essa abordagem que Boninho iniciou sua palestra no Rio Market 2024, um evento promovido pelo Festival do Rio, na manhã de hoje. O tema do papo com o diretor era “O desafio de falar com o grande público”.

Durante os pouco mais de 30 minutos de palestra, Boninho – que anunciou há um mês a saída da Globo após 40 anos – fez diversas piadas sobre a “vida de desempregado”. Ele riu com o público sobre não fazer mais parte da emissora a partir do ano que vem e falou que está em busca de “novos projetos”.

“Vim aproveitar, logo de manhã, para pedir emprego. No finalzinho tenho aqui alguns cartões, vou passar, e quem quiser me empregar, vou adorar”, iniciou assim a palestra.

Bastante sorridente e arrastando vários fãs na plateia – com direito a fila para selfies no final -, Boninho abordou no bate-papo temas como o BBB, Estrela da Casa, audiências dos programas, streaming, o futuro da TV aberta e a influência das redes sociais.

“Se a gente tivesse rede social no BBB 1, eu estava morto, e nem teria feito a segunda edição”, afirmou o diretor, que confidenciou adorar que o reality seja comentado em programas no Youtube, TikTok, e “até na Sonia Abrão”.

Sem liberdade na Globo?

Em determinado momento da palestra, Boninho deixou escapar o que teria motivado a sua saída da Globo.

Vale lembrar que, conforme noticiado por esta coluna, a emissora sugeriu alternativas para que ele, mesmo perdendo o cargo de diretor, continuasse com algum vínculo, mas ele negou.

Tem que deixar a coisa acontecer. Na época do Boni, a gente tinha total liberdade para pirar. Depende do ‘comandante’ [quem tiver dando ordens na emissora]. Eu sempre tive liberdade. Talvez por isso eu saí da Globo, porque deixei de ter essa liberdade.

Boninho, em todo momento da palestra, afirmou que não pretende se aposentar.

“Digo que comecei jogando bola de gude nos corredores da TV Globo, agora vou ter que jogar bola de gude em outros corredores, mas vou continuar jogando”, brincou.

Perguntado por este colunista se já tem destino definido para 2025, o diretor afirmou que ainda não pode falar sobre. “Só posso dizer que tenho projetos futuros. É assim que falam, né?”, respondeu.

No fim da palestra, Boninho aproveitou para anunciar que Mariana Nogueira – mesma empresária que cuida de nomes como Paolla Oliveira e Ana Furtado, entre outros – poderia ser a ponte das pessoas com ele, para “trabalhos futuros”.

Com informações da Splash / Uol

‘Contra extremismos’, Assembleia de Deus mantém apoio a David Almeida no segundo turno

Foto: Dhyeizo Lemos

O presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas (IEADAM/CEADAM), Pastor Jonatas Câmara, anunciou nesta quinta-feira (10), que ele continuará a apoiar o prefeito David Almeida (Avante), no 2° turno da corrida à prefeitura de Manaus. O anúncio foi feito por meio de um vídeo e também confirma o apoio da Igreja à reeleição de David.

“Venho aqui em meu nome, da minha esposa, da minha família para demonstrar a alegria de estar vivo e exercer o mais sagrado dos direitos que nós temos: da cidadania através do nosso voto. Votamos em 1° turno com êxito, e agora fomos para o 2° turno com o nosso prefeito David Almeida, 70. Eu quero convidar você para, despojado de qualquer tendência extremista, para elegermos para continuar conduzindo Manaus, uma pessoa experiente, bem relacionada com os poderes para que Manaus seja favorecida, e seja abençoada. Então quero pedir que, por favor, você que votou no 1° turno, mantenha o seu voto, e que agora multiplique por pelo menos mais um o voto por David Almeida, número 70, para prefeito de Manaus”, disse Jonatas Câmara.

No dia 18 de agosto, durante encontro com pastores da Assembleia de Deus, Pastor Jonatas havia anunciado o apoio da igreja à candidatura de David Almeida, por meio de comunicado oficial.

Atualmente a Assembleia de Deus conta com mais de 3 mil templos em todo o Amazonas, sendo Manaus a cidade que concentra a maior quantidade de templos e membros. Também está sediada em Manaus a Rede Boas Novas de Comunicação e a Faculdade Boas Novas.

Com informações da assessoria

Diretor da Aneel se declara impedido e trava discussão sobre Amazonas Energia

Sede da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), em Brasília; órgão não tem quórum para avaliar pleito dos irmãos Batista em relação à Amazonas Energia (Foto: Aneel)

O relator do caso da distribuidora Amazonas Energia na Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o diretor Fernando Mosna, declarou-se impedido para atuar nesse e em outros processos que envolvam negócios da J&F, holding do irmãos Joesley e Wesley Batista que na área de energia controla a Âmbar.

O movimento de Mosna causou surpresa, uma vez que vinha atuando sem restrições em todos os casos do grupo. A sua manifestação, na prática, travou qualquer chance de a agência avaliar novas demandas sobre o caso nesta quinta-feira (10), último dia de validade da MP (medida provisória) 1.232/2024, que garante benefícios a quem assumir o controle da distribuidora amazonense.

O novo impasse foi interpretado no setor como mais um capitulo da queda de braço pelo mercado de energia no Amazonas entre o grupo J&F dos Batistas e a Termogás, do empresario Carlos Suarez, conforme detalhado por reportagem da Folha na semana passada. Dentro do processo da Amazonas, Mosna já havia acatado sugestão de Cigás, distribuidora de gás do Amazonas que faz parte do grupo de Suarez.

O aval conseguido até o momento para validar o negócio pela J&F é considerado precário, porque foi dado sub júdice. O diretor-geral, Sandoval Feitosa, aprovou a venda na segunda-feira (7), mas de forma monocrática e atendendo a uma liminar da Justiça Federal do Amazonas. O caso deveria ter sido avaliado pela diretoria na terça-feira (8), mas Mosna tirou o processo da pauta alegando perda de objeto, já que o diretor-geral havia tratado da questão.

Na quarta-feira (9), a Âmbar, braço de energia elétrica da J&F, afirmou em nota que a Aneel precisava garantir “as seguranças jurídicas e econômica necessárias” para a mudança de controle, aprovando a venda, dentro dos termos propostos pela empresa, ainda durante o período de validade da MP.

Pelo protocolo, o diretor-geral poderia convocar uma reunião extraordinária para deliberar a questão, e houve tentativa para que a diretoria se reunisse nesta quinta. A declaração de Mosna, porém, inviabilizou o encontro e até mesmo o sorteio para mudança de relator, já que, sem ele, a agência não tem integrantes suficientes para deliberar sobre o caso da Amazonas.

Formalmente, o órgão de decisão da Aneel trabalha com um diretor-geral e quatro diretores. No momento, no entanto, está desfalcado, sem um diretor, que ainda não foi escolhido. E o diretor Ricardo Tili tirou férias. Historicamente, Mosna e Tili são alinhados em suas decisões, e a saída desse diretor foi interpretada como apoio ao colega.

Com Mosna declarando-se sob suspeição (termo que utilizou para se manifestar impedido), na prática, para tratar do caso da J&F, há apenas o diretor-geral, Feitosa, e a diretora Agnes Costa. Pela regra, no entanto, são necessários no mínimo três votantes.

A J&F agora precisa decidir se vai assinar o contrato sem a decisão administrativa da Aneel ou seguir adiante, assumindo o risco jurídico. Em nota divulga na quarta-feira, o grupo já havia ventilado a possibilidade de desistir da Amazonas Energia, caso a diretoria da Aneel não aprovasse a venda nos termos da empresa.

“Sem isso [aprovação de novo plano pela Aneel], a empresa abrirá mão de seu direito de concretizar o negócio”, disse a Âmbar, acrescentando que apresentaria um agravo contra a decisão monocrática desta semana do diretor relator Fernando Mosna.

O plano aprovado pela Aneel, por força da liminar, prevê condições apresentadas pela Âmbar no fim de setembro. A proposta prevê custos de R$ 14 bilhões, pelos próximos 15 anos, aos consumidores de energia elétrica de todo o país. Para reduzir a dívida da concessionária amazonense, a Âmbar também se comprometeria com um aporte de capital de R$ 6,5 bilhões.

Procurada pela reportagem, as assessorias de imprensa da J&F e da Âmbar não se manifestaram até a publicação deste texto. A Aneel também não deu retorno e não detalhou quando o diretor Tili pediu férias. O MME (Ministério de Minas e Energia) também não comentou.

Se a alternativa que restar for uma intervenção da União, também não será possível aproveitar os benefícios da MP. Um dos principais pontos da medida provisória é transferir para conta de luz o custo com as térmicas, uma despesa que a Amazonas Energia tem dificuldade de quitar e levou a sua dívida a superar a casa de R$ 11 bilhões.

A suspeição de Mosna ainda pode travar outras decisões da Aneel de interesse do grupo dos irmãos Batista, uma vez que foi estendida a todos os processos envolvendo demandas do grupo.

A lista inclui uma discussão sobre pagamentos à térmica de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, e uma série de pendências sobre as térmicas Edlux 10, EPP 2, EPP 4 e Rio de Janeiro 1, dentro do PCS (Procedimento Competitivo Simplificado) —leilão emergencial feito em 2021 para ampliar o parque térmico do país e reduzir o risco de desabastecimento de energia durante estiagens severas.

O caso do PCS gerou uma longa e polêmica discussão que se arrastou na Aneel e, depois, no TCU (Tribunal de Contas da União), sem que houvesse uma definição em ambas instâncias.

O MME fechou acordo autorizando a Âmbar a operar com a térmica de Cuiabá no lugar dos outros quatro empreendimentos. Nesta quarta-feira, o TCU liberou o MME para fechar o acordo. Ocorre que esse acordo também precisa ser aprovado pela diretoria da Aneel —mas agora dentro deste novo cenário mais adverso para a J&F.

Com informações da Folha de S.Paulo

Banda Di Bubuia comemora ‘20 anos de música para crianças’, com programação gratuita

Foto: Tácio Melo

Dentro da programação para o “Dia das Crianças”, realizada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, a Banda Di Bubuia vai comemorar seus 20 anos de música exclusivamente para crianças, neste dia 12 de outubro, às 19h, aos “pés” do Teatro Amazonas, no Largo São Sebastião, no Centro Histórico de Manaus.

Quando se fala de música infantil no Amazonas, se pensa logo na Banda Di Bubuia, que foi a pioneira no estilo aqui, mas no último dia 9 de outubro, a banda formada por professores de música de uma das escolas mais tradicionais e que hoje não mais existe, a Escala Escola de Música, completou 24 anos de música, conta a vocalista Milena di Castro.

“Éramos todos professores da Escala Escola de Música do Vieiralves e decidimos nos unir para fazer as nossas músicas e tocar no cenário alternativo de Manaus, misturando Rock com MPB, com as nossas composições. Somente no período em que engravidei é que pensamos fazer um show para crianças, deste show já são 20 anos”, disse a artista.

O mês de outubro é aniversário duplo da banda, pois marca a primeira formação em 2000 e depois as primeiras discussões de como montar um show para crianças em 2004, no período da gravidez da Milena.

“Preparamos um repertório para elas, levando a nossa sonoridade diferenciada para a Pipocada”, disse Marcos Chaves, vocalista, compositor e baixista.

A banda, que tem o diferencial de fazer música com instrumentos reciclados, é formada pelos músicos: Milena di Castro (latas e vocal), Marcos Chaves (baixo, vocal e lata), Márcio Aguiar (guitarra e violão de 12), Fabrício Rodrigues (guitarra), Fabricinho Rodrigues (teclado), Frank Saboia (guitarra), Álvaro Nascimento (trompete e tuba), Moleke (percussão), Leonardo Pimentel (percussão), Thiago Leão (bateria) e Voulner Sá (bateria), além do Staff Rafaela Raposo, Lily Aparecida e Erika Bringel.

Serviço

O que é: Banda Di Bubuia com o show “20 anos de música para crianças”

Onde: Largo São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas, no Centro Histórico de Manaus

Que horas: 19h

Quanto custa: Gratuito

Para saber mais: Acompanhe a banda nas redes sociais @bandadibubuia

Com informações da assessoria

Leis de Roberto Cidade ampliam medidas de atenção à saúde mental da população

Foto: Assessoria

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto da saúde física. E, por compreender a importância de fomentar iniciativas que reforcem esse entendimento é que o deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), tem, em seu mandato parlamentar, várias Leis que visam o fortalecimento desse cuidado com o psíquico da população.

“Precisamos difundir a informação, garantir o acesso ao diagnóstico e ao tratamento de doenças emocionais. É preciso desmistificar a depressão. Depressão não é vitimismo, frescura ou falta de Deus. Depressão é uma doença e, como toda doença, precisa ser tratada. Precisamos incentivar a vigilância, o diálogo e as iniciativas que auxiliem nos momentos de angústia e sofrimento”, afirmou Cidade.

É de autoria do deputado a Lei nº 4.876/2019, que cria a Política de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome da Depressão na rede pública de saúde. A legislação prevê que sejam disponibilizados meios para detectar a doença ou evidências de que ela possa vir a ocorrer, visando prevenir seu aparecimento; evitar ou diminuir as graves complicações para a população; bem como a identificação, cadastramento e acompanhamento de pacientes da rede pública diagnosticados com depressão.

Outra Lei de autoria de Cidade é a de nº 6.007/2022, que institui a Semana Estadual de Conscientização sobre a Depressão Infanto-Juvenil. A Lei determina o fortalecimento da rede de serviços para as crianças e adolescentes, além de garantir o acompanhamento psicológico adequado aos jovens.

A medida tem como objetivos a realização de campanhas educativas, seminários, palestras, oficinas, debates; o acesso a uma rede especializada de saúde em tratamento individualizado; e o envolvimento de pais e responsáveis no acompanhamento do aluno.

Cidade é ainda autor da Lei nº 6.775/2024, que autoriza o Poder Executivo a instituir um programa educativo de sensibilização para prevenção e combate ao uso de mídias sociais e jogos eletrônicos e virtuais que induzam crianças e adolescentes à violência, à automutilação e ao suicídio. A Lei pretende auxiliar a combater a propagação de jogos que induzam à violência, ao suicídio e à automutilação.

Outra legislação do parlamentar é a Lei n° 6.383/2023, que dispõe sobre a atenção à saúde ocupacional dos profissionais de educação da rede estadual de ensino.

De acordo com a propositura, o Governo do Estado deve fazer um levantamento das condições de trabalho dos professores da rede estadual de ensino visando a detecção de riscos ocupacionais, além de promover atendimento com profissionais de saúde para corrigir e prevenir práticas danosas.

Alzheimer

O deputado é autor das Leis n° 6.324/2023 – que estabelece diretrizes para o enfrentamento da doença de Alzheimer e enfermidades mentais no Amazonas – e a de n° 6.475/2023 – que institui no Calendário Oficial do Estado do Amazonas o “Setembro Roxo”, mês de conscientização e respeito à doença de Alzheimer.

“O Alzheimer e outras doenças mentais ocasionam perdas de funções cognitivas, memória, atenção e orientação, que comprometem a funcionalidade da pessoa e interferem na vida do paciente e da família. Nossa intenção é facilitar o máximo possível o acompanhamento do paciente, garantindo-lhe a melhor condição de vida e que a família tenha meios mais eficientes para lidar com as limitações que essas doenças provocam”, disse.

Uma das formas de promover o autocuidado com a saúde mental é construir estratégias de redução dos quadros de ansiedade, tais como praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável, buscar ter boas noites de sono e procurar atendimento profissional sempre que necessário.

Com informações da assessoria

Nobel da Paz premia organização de sobreviventes do Japão que combate armas nucleares

Bomba lançada sobre Hiroshima, no Japão, na segunda Guerra Mundial (Foto: Domínio público)

O Prêmio Nobel da Paz de 2024 foi dado à organização japonesa Nihon Hidankyo, que luta pela abolição de armas nucleares. O movimento popular de sobreviventes da bomba atômica de Hiroshima e Nagasaki, também conhecido como Hibakusha, foi escolhido por seus esforços para “alcançar um mundo livre de armas nucleares e por demonstrar, por meio de testemunhos, que as armas nucleares nunca mais devem ser usadas”.

O prêmio é uma resposta à ameaça nuclear que paira sobre o mundo, diante da guerra na Ucrânia e da crise no Oriente Médio, mas também por conta da ofensiva tecnológica por parte de potências para incrementar o poder dessas armas. Em 2023, EUA, Rússia, China, França, Reino Unido e outros países destinaram US$ 91 bilhões para o desenvolvimento de novas armas nucleares.

O número de ogivas também sofreu um incremento, gerando um alerta global.

“É urgente que o uso de armas nucleares volte a ser um tabu”, disse o presidente do Comitê do Nobel, Jorgen Watne Frydnes, nesta sexta-feira. “As ameaças de usar (a bomba) devem acabar”, insistiu.

Desde o início da guerra na Ucrânia, o governo de Vladimir Putin passou a citar a existência de seu arsenal nuclear, como uma ameaça ao Ocidente e uma tentativa de alertar a Otan para que evite qualquer envolvimento ainda maior na Ucrânia. No caso do Oriente Médio, o temor é de que a escalada da tensão também volte a abrir a possibilidade para que tais armas sejam consideradas.

O Comitê Norueguês do Nobel reconhece que nenhuma arma nuclear foi usada em guerra em quase 80 anos. Mas destacou que foi justamente os “esforços extraordinários da Nihon Hidankyo e de outros representantes dos Hibakusha que contribuíram muito para o estabelecimento do tabu nuclear”.

“Portanto, é alarmante que hoje esse tabu contra o uso de armas nucleares esteja sob pressão”, alertou seu presidente.

“As potências nucleares estão se modernizando e atualizando seus arsenais; novos países parecem estar se preparando para adquirir armas nucleares; e ameaças estão sendo feitas para o uso de armas nucleares em guerras contínuas. Neste momento da história humana, vale a pena nos lembrarmos do que são as armas nucleares: as armas mais destrutivas que o mundo já viu”, afirmou Frydnes.

Segundo o presidente do Comitê do Nobel, no próximo ano, completam-se 80 anos desde que duas bombas atômicas americanas mataram cerca de 120.000 habitantes de Hiroshima e Nagasaki. “Um número comparável de pessoas morreu de queimaduras e lesões causadas pela radiação nos meses e anos que se seguiram. As armas nucleares atuais têm um poder destrutivo muito maior. Elas podem matar milhões de pessoas e causariam um impacto catastrófico no clima. Uma guerra nuclear poderia destruir nossa civilização”, disse.

O que é o movimento

Segundo o Comitê, os destinos daqueles que sobreviveram aos infernos de Hiroshima e Nagasaki foram ocultados e negligenciados por muito tempo. Em 1956, as associações locais de Hibakusha, juntamente com as vítimas dos testes de armas nucleares no Pacífico, formaram a Japan Confederation of A- and H-Bomb Sufferers Organisations (Confederação Japonesa de Organizações de Vítimas das Bombas A e H). Esse nome foi abreviado em japonês para Nihon Hidankyo. Ela se tornaria a maior e mais influente organização hibakusha do Japão.

Para o presidente do Comitê, o centro da visão de Alfred Nobel era a crença de que indivíduos comprometidos podem fazer a diferença. “Ao conceder o Prêmio Nobel da Paz deste ano à Nihon Hidankyo, o Comitê Norueguês do Nobel deseja homenagear todos os sobreviventes que, apesar do sofrimento físico e das lembranças dolorosas, optaram por usar sua experiência custosa para cultivar a esperança e o engajamento pela paz”, disse.

“A Nihon Hidankyo forneceu milhares de relatos de testemunhas, emitiu resoluções e apelos públicos e enviou delegações anuais às Nações Unidas e a diversas conferências de paz para lembrar o mundo da necessidade urgente de desarmamento nuclear”, explicou.

“Um dia, os Hibakusha não estarão mais entre nós como testemunhas da história. Mas com uma forte cultura de lembrança e compromisso contínuo, as novas gerações no Japão estão levando adiante a experiência e a mensagem das testemunhas. Elas estão inspirando e educando pessoas em todo o mundo. Dessa forma, estão ajudando a manter o tabu nuclear – uma condição prévia de um futuro pacífico para a humanidade”, destacou.

O movimento que vence o prêmio se define como a “única organização de âmbito nacional de sobreviventes da bomba atômica de Hiroshima e Nagasaki (Hibakusha)”. O número total de sobreviventes que vivem no Japão é de 174.080, em março de 2016. Há milhares de outros Hibakusha vivendo na Coreia e em outras partes do mundo fora do Japão.

Segundo o Nobel, em resposta aos ataques com bombas atômicas em agosto de 1945, surgiu um movimento global cujos membros trabalharam incansavelmente para aumentar a conscientização sobre as consequências humanitárias catastróficas do uso de armas nucleares. “Gradualmente, desenvolveu-se uma poderosa norma internacional que estigmatiza o uso de armas nucleares como moralmente inaceitável. Essa norma ficou conhecida como “o tabu nuclear””, disse o presidente do Nobel.

“O testemunho dos Hibakusha – os sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki – é único nesse contexto mais amplo”, afirmou.

“Essas testemunhas históricas ajudaram a gerar e consolidar uma oposição generalizada às armas nucleares em todo o mundo, recorrendo a histórias pessoais, criando campanhas educacionais baseadas em sua própria experiência e emitindo alertas urgentes contra a disseminação e o uso de armas nucleares”, disse.

Os organizadores, assim, desejaram “homenagear todos os sobreviventes da bomba atômica de Hiroshima e Nagasaki que, apesar do sofrimento físico e das lembranças dolorosas, optaram por usar sua experiência custosa para cultivar a esperança e o engajamento pela paz”.

Os Hibakusha nos ajudam a descrever o indescritível, a pensar o impensável e a compreender de alguma forma a dor e o sofrimento incompreensíveis causados pelas armas nucleares”, afirmou o presidente do Nobel.

A nova corrida nuclear: US$ 173 mil por minuto gasto em arsenais

O prêmio é dado no momento em que as principais potências militares do mundo ampliam de forma dramática seus investimentos em armas nucleares, ampliando a tensão internacional. Dados divulgados pela ICAN – a campanha internacional pelo banimento de armas nucleares – revelam que US$ 91 bilhões foram gastos em bombas atômicas por parte da China, França, Índia, Israel, Coreia do Norte, Paquistão, Rússia, Reino Unido e EUA em 2023.

Isso equivale a US$ 173 mil por minuto, ou US$ 2,8 mil por segundo.

O maior gasto vem dos EUA, com US$ 51,5 bilhões. O volume é maior do que a de todos os outros países com armas nucleares juntos e é responsável por 80% do aumento nos gastos com armas nucleares em 2023.

O segundo maior gastador foi a China, com US$ 11,8 bilhões, com a Rússia gastando o terceiro maior valor, US$ 8,3 bilhões. Os gastos do Reino Unido aumentaram significativamente pelo segundo ano consecutivo, com um aumento de 17% para US$ 8,1 bilhões.

Nos últimos cinco anos, foram gastos US$ 387 bilhões em armas nucleares, com um aumento de 34% nos gastos anuais, de US$ 68,2 bilhões para US$ 91,4 bilhões por ano. Em alguns casos, esses contratos de fabricação estão previstos para durar até 2040, o que significa que não haverá um desarmamento. O dinheiro foi usado para modernizar e, em alguns casos, a expandir os arsenais.

“A aceleração dos gastos com essas armas desumanas e destrutivas nos últimos cinco anos não está melhorando a segurança global, mas representando uma ameaça global”, afirmou a autora do levantamento, Alicia Sanders-Zakre.

Com informações da coluna de Jamil Chade / Uol

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