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Mulher que não deu lugar a criança diz que está sem comer e dormir há dias: ‘Não está fácil’

Jennifer Castro no 'Encontro com Patrícia Poeta' - Foto: Reprodução / Globo

Jeniffer Castro, de 29 anos, tem passado por dias complicados desde o episódio do avião, no qual se recusou a ceder um lugar na janela durante um voo para uma criança de quatro anos que chorava na viagem. Ela usou as redes sociais na última segunda-feira (9) para afirmar que tem sido vítima de ataques virtuais.

Ela ainda diz que não tem conseguido se alimentar bem, tampouco dormir, após o ocorrido. “Demorei a falar porque não estava bem pelo constrangimento que passei no avião e todas as pessoas. E ainda ter que ver esses comentários, não está sendo fácil”, lamentou.

“Desde o fato ocorrido não estou dormindo, não estou comendo, não estou bem há dias”, acrescentou. Jennifer ainda aproveitou o desabafo para esclarecer que não foi gravada pela mãe da criança que pediu o assento próximo à janela, mas de outra passageira.

“Sempre falei que não era ela. Desde que o vídeo viralizou eu respondo comentários e comento que não foi a mãe que me gravou”. Na verdade, quem gravou a bancária foi Eluciana Cardoso.

Relembre

Jennifer Castro viralizou na última quarta-feira (4), quando foi filmada por Eluciana. Na ocasião, Castro tinha se recusado a ceder a poltrona que tinha comprado, do lado de uma janela, para uma criança de quatro anos se sentar. A atitude dividiu opiniões.

Parte dos passageiros concordou com a postura da bancária, enquanto outros queriam que ela tivesse cedido o lugar. Após o caso, Jennifer virou a sensação da internet, acumulou mais de dois milhões de seguidores somente no Instagram e foi entrevistada pela Globo em duas ocasiões, uma no “Encontro com Patrícia Poeta” e outra no “Fantástico”. Além disso, a passageira tem feito publicidade nas redes sociais.

*Com informações de IG

Zera Dívida: campanha da Águas de Manaus ganha pontos de atendimento em unidades do Procon Manaus

Ação ocorrerá no Shopping Phelippe Daou e na Galeria dos Remédios entre os dias 11 e 13/12, das 11h às 14h - Foto: Assessoria / Águas de Manaus

A campanha Zera Dívida, da Águas de Manaus, terá atendimentos nas unidades do Procon Manaus no Shopping Phelippe Daou e na Galeria dos Remédios, entre os dias 11 e 13 deste mês, das 11h às 14h. A ação tem como objetivo oferecer oportunidades diferenciadas de negociação de dívidas em contas de água e esgoto, além de ampliar os laços de relacionamento com os clientes.

Além da programação junto ao Procon Manaus, a campanha segue até o dia 30 nos pontos de atendimento da concessionária na loja da Leonardo Malcher, nos PACs e pelo número 0800 092 0195 (telefone e WhatsApp).

Durante o “Zera Dívida”, os clientes da Águas de Manaus poderão negociar suas dívidas com condições especiais e com parcelamento flexível. Não é necessário fazer agendamento prévio para atendimento. Os clientes precisam ficar atentos aos documentos necessários para obter atendimento, como RG, CPF e faturas para identificação da unidade consumidora.

“Entre as condições que oferecemos, está o desconto de até 95%, dependendo da idade da dívida. Em um mês de campanha, mais de quatro mil pessoas já foram atendidas. A Zera Dívida é a oportunidade para o consumidor fechar o ano sem débitos com a concessionária”, afirma a gerente comercial da Águas de Manaus, Carla Dutra.

Novos postos da Campanha Zera Dívida da Águas de Manaus

Datas: 11, 12 e 13 de dezembro

Horário: 8h às 14h

Locais:

  • Sede do Procon Manaus, no shopping Phelippe Daou (Av.Camapuã, próximo ao Terminal 4)

  • Posto do Procon Manaus na Galeria dos Remédios (Rua Miranda Leão, Centro)

Governo Milei chega a um ano com inflação de um dígito, alta popularidade e escalada ideológica

Javier Milei, novo presidente da Argentina, faz seu primeiro discurso após tomar possse na escadaria do Congresso Nacional, em Buenos Aires - Foto: Luis Robayo / AFP

“Para mim o pior já passou”, diz esperançoso o trabalhador mineiro Aníbal Franco, 31, sobre a situação econômica da Argentina. Morador de San António de Los Cobres, uma pequena cidade pobre no norte da província de Salta, ele levou a sério o aviso de seu presidente Javier Milei na posse de que “primeiro ia piorar muito antes de melhorar”. Agora, exatamente um ano depois, ele espera que os dias difíceis do forte ajuste fiscal do presidente estejam começando a ficar para trás, mesmo com os índices de pobreza no país superando a marca de 50% da população.

Em 10 de dezembro de 2023, Milei tomou posse prometendo uma política de choque brutal. Em nome do déficit zero, ele pediu à sua população que tivesse resiliência durante os complicados meses que estariam por vir. Os seus números de aprovação após um ano mostram que a população lhe deu o que foi pedido e agora acredita estar vendo os primeiros frutos da aposta total no desconhecido.

“Ele está cumprindo tudo o que prometeu na campanha”, observa Franco. “[A política de ajuste] nos custou muito, a todos os argentinos. Chegamos apertados ao fim dos meses. Subiram os alimentos, as verduras e as frutas. Tudo subiu em certo momento. Mas, com isso, ele pode cumprir muitas coisas”.

Franco já havia conversado com o Estadão em outubro de 2023, nas vésperas do primeiro turno das eleições. Na época, justificou seu voto em Milei alegando o abandono pelo Estado argentino ao seu povoado do norte, rico em minério. Hoje, acha que acertou ao ter escolhido o lado dos libertários, mas reconhece que ainda há muito que melhorar.

Preços estabilizados

O primeiro ano de Javier Milei na Casa Rosada surpreendeu até os analistas mais otimistas. De uma inflação mensal de 25% em janeiro deste ano, a Argentina teve no mês de outubro, último disponível, uma taxa de 2,7%. Muitos economistas não acreditavam que era possível um dígito ainda esse ano, mas ele veio já na metade do período.

“Na prática, para o cidadão comum, o que isso significou foi perceber que nas prateleiras do supermercado ou nas compras diárias, os preços estão muito mais estabilizados e vemos poucos aumentos durante o mês”, explica o economista Juan Manuel Telechea. Não que os preços tenham abaixado, mas ao menos pararam de subir exponencialmente.

“Não é que a Argentina entrou no regime de baixa inflação dos países vizinhos, como Brasil, Peru, Uruguai, Colômbia, que são países que mantêm uma inflação anual de um dígito. Ainda falta muito para isso”, observa o economista da UBA (Universidade de Buenos Aires) Fabio Rodríguez.

Outro feito que Milei celebra é praticamente um ano inteiro de superávit fiscal, algo que não acontecia no país há mais de uma década. Eliminar o déficit, ajustar a política monetária do Banco Central e controlar o câmbio foram as medidas que viabilizaram a queda da inflação, explica Rodríguez.

Anuncios de cortes de carne em açougue em Buenos Aires; inflação na Argentina ultrapassou 200% em 2023 – Foto: Agustin Marcarian / Reuters

Outra forma de controle foi conter o consumo, um remédio mais amargo. Com a inflação galopante do início do ano e com salários congelados, os argentinos pararam de consumir – com momentos em que era preciso escolher entre alimento e remédio – e isso fez com que a circulação da moeda diminuísse.

Essa já não é a realidade agora. Os alimentos foram os primeiros a ver uma redução da inflação, desafogando o aperto das famílias. Mas os serviços ainda seguem altos e os salários estão longe de recuperar seu poder aquisitivo.

“Com a queda da inflação e a recuperação das rendas, o poder de compra se recuperou. De qualquer forma, deve-se esclarecer que, ainda hoje, as rendas continuam abaixo dos níveis do ano passado”, aponta Telechea.

Pobreza e humor social

A contrapartida destes e de outros dados econômicos positivos é o aumento de um dado alarmante: a pobreza. Depois da mega desvalorização do valor do peso em dezembro – e com o aumento de preços correndo acima de 25% – mais da metade dos argentinos entraram para a estatística de pobres.

Segundo dados do Indec (Instituto de Nacional de Estatística e Censo), o primeiro semestre do ano fechou com 52,9% dos argentinos abaixo da linha da pobreza. Desses, 18,1% eram considerados indigentes, ou seja, não tinham o suficiente para comprar os artigos da cesta básica.

Este indicador se torna ainda mais dramático quando considerado que a maioria dos pobres do país é de crianças e adolescentes. Entre os argentinos de 0 a 14 anos, a taxa de pobreza é de 66%.

“A pobreza aumentou, a indigência aumentou, estão em níveis muito similares ou até superiores aos da crise de 2001, o que demonstra que é um modelo econômico que, apesar dessa estabilização da inflação e do câmbio, não gerou uma melhor redistribuição ou um reparto mais equitativo dos bens e serviços que produz uma sociedade, mas sim um modelo econômico que gerou maior desigualdade e iniquidade”, observa o analista político do Observatório Pulsar da UBA Facundo Cruz.

Era este o indicador que poderia significar a Milei um fracasso de sua política de ajuste. O temor de analistas, agências de risco e até do FMI (Fundo Monetário Internacional) – com quem a Argentina tem uma dívida bilionária – era de que uma piora na condição de vida das pessoas levasse a uma ebulição social. Por mais de uma vez, o FMI alertou para que Milei seguisse com seus planos, mas “cuidasse do social”.

Com esses alertas, o governo federal seguiu apertando em sua política de austeridade, mas se atentou em manter os programas sociais e promoveu reajustes consideráveis em seus valores para que não fossem engolidos pela inflação galopante.

Javier Milei, presidente eleito da Argentina, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante encontro em Buenos Aires, na Argentina – Foto: @carmeloneto / Instagram

Essa manutenção do social somado ao alerta inicial do libertário de que haveria uma piora de condições fez com que parte dos argentinos o premiassem com a paciência que tanto pedia. “O governo conseguiu instalar muito habilmente que isso era uma consequência inevitável dos desequilíbrios que herdou [dos governos anteriores] e das medidas que teve que tomar para começar a ajustá-los. Ele pediu paciência e tolerância e a sociedade de alguma forma lhe concedeu, ou pelo menos até agora”, afirma Fabio Rodríguez.

No passado, lembra Rodríguez, todo governo que falou em ajuste fiscal sofreu muito com o humor social. Um exemplo foi Mauricio Macri que perdeu a disputa por um segundo mandato. Não foi o caso de Milei que hoje, um ano depois, guarda uma taxa de aprovação acima dos 50% e se configura entre os líderes mais populares da América Latina, junto com Luis Lacalle Pou do Uruguai, Lula no Brasil e Daniel Noboa no Equador, segundo várias consultorias de opinião pública.

“Acredito que ninguém esperava, ou muito poucas pessoas esperavam, que o governo chegasse mais forte [a um ano]. E com um apoio popular verdadeiramente notável. Mais de 50% no meio do maior ajuste econômico que a Argentina teve em décadas. Surpreendente e acho que até o próprio governo se surpreendeu”, pontua o cientista político da UCA (Universidade Católica Argentina) Fabián Calle.

“A imagem da administração Milei melhorou e a confiança no governo também. Atualmente, o poder Executivo possui um nível de confiança superior a 40%, quando o restante dos Poderes tem um nível de confiança abaixo de 30%, chegando mesmo próximo a 20%, por exemplo, no poder Legislativo e o poder Judiciário”, quantifica Cruz.

A economia e o político juntos

Este cenário parecia improvável não só há um ano, mas há cerca de seis meses, e por causa do próprio Milei. Os primeiros cinco meses de governo foram caóticos, com as principais leis de reforma penduradas no Congresso e no Senado, protestos massivos pelos cortes na educação superior e uma perigosa ruptura dentro da frágil base do governo.

Em paralelo às medidas econômicas encabeçadas pelo ministro Luis Caputo, Milei entrava em pé de guerra com os deputados e governadores da sua própria base de apoio. Por causa do corte nos repasses às províncias, governadores partiram para cima da Casa Rosada que respondeu chamando os políticos de “ratos” e “traidores”.

A briga fez os pacotes econômicos se tornarem reféns no Legislativo e a incerteza mantinha o índice de confiança no novo governo muito longe do desejado. Só depois que velhos caciques da política argentina, como o ministro Guillermo Francos e até a vice Victoria Villarruel, sentaram com os aliados rompidos e reconfiguraram as alianças, a política começou a marchar. E junto com ela a economia.

“Há um antes e um depois, quando o governo conseguiu parar as tentativas de derrubar os vetos no Congresso. Esse foi um Rubicão político que o governo cruzou, onde ainda os resultados econômicos não eram visíveis”, diz Fabián Calle.

Trump vem aí

Para 2025, a expectativa é de que Milei dobre a sua aposta nas medidas de ajuste fiscal, respaldado pelo bom desempenho do primeiro ano, apoio popular e energizado pela vitória de um importante aliado político: Donald Trump.

Donald Trump foi declarado eleito presidente dos Estados Unidos -Foto: Scott Eisen / AFP

“Redobrar a aposta significa que o equilíbrio fiscal ou o superávit é inegociável”, explica Rodriguez. “Desde já, é como se isso continuasse e fosse a regra que organiza toda a política econômica. E me parece que vai adicionar reformas que têm a ver com o sistema tributário. Mudar mais a fundo o sistema tributário e com reformas trabalhistas.”

Uma dívida do governo Milei que vai ficar para o próximo ano é a eliminação do chamado cepo – os controles cambiários que limitam compra de dólares e importações de produtos. Em São Paulo, o ministro Caputo foi cobrado por empresários brasileiros sobre a promessa, o que ele garantiu que ocorre em 2025. A falta de reserva no Banco Central foi uma das razões para a manutenção do cepo, uma cautela que economistas dizem ter sido acertada.

Também é provável esperar um Milei com apostas mais ideológicas, segundo os sinais enviados por ele mesmo nas últimas semanas. No episódio mais dramático, o presidente promoveu um expurgo de toda equipe do Ministério de Relações Exteriores, inclusive a então chanceler Diana Mondino, colocando no lugar pessoas mais próximas de sua linha de pensamento. As demissões ocorreram depois de uma votação da Argentina na ONU a favor de Cuba.

Em outro momento, na cúpula do G-20 no Brasil, o libertário se tornou a voz antagônica ao acordo final por incluir termos que não concordava, como igualdade de gênero e taxação de super-ricos. No fim, teve de ceder aos demais países e assinou o documento final.

“Milei se apoia muito no extremo e na radicalização discursiva e no ataque constante a outras opções políticas e no questionamento de toda a agenda progressista a nível mundial. Por que faz isso? Porque faz parte da construção do sujeito político e porque não lhe trouxe impacto maior nas pesquisas [de opinião pública]”, sugere Facundo Cruz.

Essa escalada foi energizada pela vitória de Trump, com quem Milei tem uma relação amistosa correspondida quase no mesmo nível. “Claramente, Milei é dos presidentes latino-americanos o que Trump tem a melhor química. Isso não vai criar mágica, mas ajuda. Acredito que Milei tem uma bela lua de mel pela frente, pelo menos por dois anos na América Latina”, afirma Calle.

A dúvida é o quanto essa profunda amizade entre os dois se tornará algo concreto para a Argentina. Para os analistas, muito pouco. “Imagino que isso vai melhorar muito o vínculo entre os países e, seguramente, isso ajudará a desbloquear a negociação com o FMI e que isso venha acompanhado de uma entrada de financiamento”, projeta Telechea.

O país tem uma dívida bilionária com o FMI, a quem tem tido dificuldade de pagar devido a falta de moeda estrangeira. Na esperança de obter novos desembolsos, Buenos Aires chegou a usar um swap com a China e ouro para pagar suas dívidas. Com Trump, talvez, o fundo tenha mais flexibilidade para renegociar a dívida, algo que Caputo vem buscando o ano todo.

“O que se pode esperar de Trump é que o FMI não vai incomodar a Argentina. Acredito que o FMI e outras burocracias internacionais entendem que Milei tem um vínculo com Trump e isso já atua como moderador”, opina Fabián Calle.

Da esq. à dir.: o chanceler argentino, Gerardo Werthein; o bilionário Elon Musk; o presidente da Argentina, Javier Milei; o presidente eleito dos EUA, Donald Trump; a secretária-geral da Presidência da Argentina, Karina Milei, em evento em Mar-a-Lago, na Flórida – Foto: Reprodução / @OPRArgentina no X

A dúvida é quanto ao protecionismo de Trump e as suas promessas de imposição de tarifas, que tende a afetar não só Buenos Aires, mas todo o mundo.

*Com informações de Terra

Temer muda o tom e diz que PF levantou ‘indícios fortíssimos’ de tentativa de golpe

Michel Temer - Foto: Cesar Itiberê / PR

O ex-presidente Michel Temer (MDB) voltou a falar sobre a investigação da Polícia Federal (PF) que indiciou o também ex-chefe do Executivo federal Jair Bolsonaro (PL) e militares de alta patente por supostamente planejarem um golpe de Estado em 2022. Em entrevista divulgada neste domingo, 8, pela revista Veja, Temer afirmou que ainda não se pode condenar os indiciados, mas que há “indícios fortíssimos” da intentona golpista.

“A investigação tem que ser feita. Houve, por tudo o que se sabe, por tudo o que a Polícia Federal já levantou, indícios fortíssimos. Agora, eles estão sendo investigados”, afirmou Temer, se posicionando desta vez sobre as provas levantadas pela corporação. “Acho que a partir daí é que se pode chegar a alguma conclusão. Se o ex-presidente sabia ou não sabia, ele nega permanentemente, eu não saberia dizer.”

O ex-presidente também repetiu que, no caso em questão, “talvez uns e outros das Forças Armadas pretendessem”, mas que o conjunto delas “não quis o golpe”. Para Temer, a hipótese de uma quebra institucional é “difícil”, já que avalia que “há uma consciência em todos os setores de que a democracia é o melhor sistema para o nosso País”.

Sobre as invasões de 8 de Janeiro, o ex-presidente afirmou que o ataque representou uma “aspiração pelo golpe” e uma “agressão aos Três Poderes”, mas que “não prosperou”.

Há duas semanas, o emedebista foi questionado sobre o indiciamento de Bolsonaro pela trama golpistas, inclusive com plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A resposta foi de que “não havia clima” para golpe no País, sem valorar as provas colhidas pela PF.

“Embora haja tentativas, o fato é que não vão adiante. Não vão adiante porque não há clima no País. E, convenhamos, golpe para valer, você só tem quando as Forças Armadas estão dispostas a fazer”, disse.

Na mesma ocasião, ele minimizou a participação de militares na tentativa de golpe de Estado para manter Bolsonaro no poder após perder as eleições de 2022, afirmando que o plano era obra de “alguns militares”, e não das instituições como um todo. “Não foi a instituição como um todo. Seja Exército, Marinha, Aeronáutica, não participaram disso como instituição. Participaram figuras”, afirmou.

*Com informações de Terra

Com recorde histórico, como bitcoin foi de ‘fraude’ a foco de Trump para 2025

Elon Musk discursa durante evento de campanha de Donald Trump na Pennsylvania; Musk é entusiasta das criptomoedas - Foto: Jim Watson / AFP

Na ultima quinta-feira (5), o bitcoin alcançou pela primeira vez a marca de US$ 100 mil (cerca de R$ 600 mil). A moeda chegou a atingir um recorde de US$ 103.800,45 durante o pregão asiático, recuando posteriormente para cerca de US$ 101 mil.

Após os comentários de Trump no Truth Social, em que ele festejou o recorde, dando os parabéns aos bitcoineiros, a criptomoeda voltou a subir, alcançando US$ 103.320.

Apesar de sua volatilidade, o bitcoin valorizou-se cerca de 140% desde o início do ano, embora tivesse estagnado nas últimas semanas próximo aos US$ 100.000, enquanto os traders aguardavam novos estímulos para voltar a comprar.

O estímulo esperado surgiu na quarta-feira, quando Trump anunciou a nomeação de Atkins para presidir a Comissão de Valores Mobiliários (SEC). Atkins, que foi comissário da SEC entre 2002 e 2008, fundou a consultoria de risco Patomak Global Partners, que atende empresas dos setores bancário, comercial e de criptomoedas.

Mudança de postura

Donald Trump, que em 2021 chamou o bitcoin de “fraude” e o criticou como uma ameaça ao dólar, mudou de posição nos últimos anos, tornando-se um grande defensor das criptomoedas.

Durante sua campanha eleitoral, ele lançou a plataforma de moeda digital World Liberty Financial e celebrou a histórica alta do bitcoin, que ultrapassou os US$ 100.000 após sua vitória nas eleições, atribuindo o feito ao impacto de suas políticas.

Trump também estreitou laços com Elon Musk, entusiasta das criptomoedas, que liderará um grupo no novo governo para aumentar a eficiência federal. Musk, que apoiou financeiramente a campanha de Trump e promoveu sua candidatura na plataforma X, reagiu à alta do bitcoin com entusiasmo, escrevendo: “Uau”.

World Liberty Financial

A World Liberty Financial (WLFI) é uma plataforma de criptomoedas criada com o apoio da família Trump que recebeu recentemente um investimento de US$ 30 milhões de Justin Sun, empresário chinês e figura controversa no setor.

Foto: Shutterstock

Esse aporte pode render até US$ 22,5 milhões à família Trump por meio de sua entidade DT Marks DEFI, que tem direito a 75% das receitas líquidas dos tokens.

A plataforma foi desenvolvida parcialmente por Steven Witkoff, amigo próximo de Trump, e promovida como um portal para negociação de criptomoedas e serviços de empréstimos e financiamentos.

Apesar do potencial financeiro, Sun já enfrentou problemas legais com a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), que o acusou de manipular o mercado de sua própria criptomoeda. Ainda assim, sua empresa, Tron, declarou que o investimento reflete seu compromisso com a inovação em blockchain.

Possível conflito de interesses

Em outubro, a World Liberty Financial começou a vender sua criptomoeda, levantando apenas uma fração dos US$ 300 milhões previstos.

Agora, com Trump assumindo a presidência, há expectativas de que novas regulamentações tornem o mercado mais acessível ao público geral.

A parceria entre a família Trump e o setor de criptomoedas levanta preocupações sobre possíveis conflitos de interesse, segundo declarou ao jornal The New York Times, Timothy Massad, ex-presidente da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

Os especialistas destacam também que as conexões com figuras polêmicas e o potencial uso da influência política para beneficiar a WLFI poderiam criar um cenário delicado. Apesar disso, Trump e seus aliados continuam promovendo a plataforma como parte de sua visão de tornar os EUA a capital mundial das criptomoedas.

Medidas que poderiam incentivar o uso dos bitcoins

Trump pretende criar uma reserva estratégica de bitcoins nos EUA, usando principalmente tokens confiscados pela Justiça. Essa iniciativa pode incentivar outros países a legitimarem a criptomoeda.

Apesar das críticas por facilitar atividades ilegais e lavagem de dinheiro, o bitcoin é também elogiado como uma inovação descentralizada para transações financeiras.

Donald Trump – Foto: Brian Snyder / Reuters

Outro alvo de críticas é o impacto ambiental do bitcoin e de outras criptomoedas. O uso desse tipo de moeda está ligado ao processo de mineração, que é essencial para validar transações e criar novos tokens. Esse sistema utiliza computadores poderosos que resolvem cálculos matemáticos extremamente complexos, exigindo uma quantidade significativa de energia elétrica.

Eric Trump fará palestra em Abu Dhabi

Eric Trump irá palestrar em uma grande conferência de criptomoedas em Abu Dhabi na próxima semana, onde se juntará a outros palestrantes para celebrar “a era dourada do Bitcoin”.

Seu discurso principal representará uma excelente oportunidade para mostrar que as Organizações Trump, agora dirigidos por ele, estão totalmente abertas a negociar. Mais do que qualquer outra ação recente, a participação de Eric no evento deixa clara a complexidade do ambiente ético em que a família Trump está transitando desta vez, com negócios e política muito mais entrelaçados.

Justin Sun, o investidor da World Liberty Finance, também está na lista de palestrantes da conferência.

*Com informações de Uol

‘Não queremos que desperte’: a luta de 34 anos de Magic Johnson contra o HIV

Magic Johnson, ex-jogador da NBA, na série "They Call Me Magic" da Apple TV - Foto: Reprodução / AppleTV

Em meio a lágrimas dos repórteres veteranos, Earvin “Magic” Johnson permanece calmo. “Vou ter que me aposentar do Lakers porque contraí o vírus HIV”, afirma. O astro do basquete tinha 32 anos quando proferiu essa frase, com voz firme, em 7 de novembro de 1991. Em seguida, acrescentou que não tinha aids, mas apenas HIV, o que havia sido confirmado pelo Dr. Michael Mellman pouco antes da coletiva de imprensa.

O médico do Los Angeles Lakers havia chamado Johnson depois de uma viagem do time para lhe dar a má notícia. “Quando ele me contou pela primeira vez, eu pensei: ‘Ah, cara, eu vou morrer. Acho que acabou’. E ele disse: ‘Não, não, não acabou'”, lembrou Johnson mais tarde em uma entrevista à emissora pública PBS. Melman lhe disse que ele tinha que começar a tomar medicação e aprender a se sentir confortável com sua nova condição. Assim, poderia viver por muito tempo.

Em 1991, a infecção pelo HIV ainda era considerada uma sentença de morte pela opinião pública. Isso explica por que a coletiva de imprensa de Johnson causou um choque tão grande, comparável, para alguns, com a morte de John F. Kennedy, assassinado em 1963, ou com a renúncia de Richard Nixon após o caso Watergate em 1974.

“Magic” Johnson estava no auge da carreira e era uma superestrela do esporte em todo o mundo. Ele havia conquistado cinco títulos da NBA com o Lakers e tinha sido eleito o Jogador Mais Valioso (MVP) da temporada três vezes. “Magic” Johnson era famoso em quase todo o mundo.

Até então, muitos viam a aids como uma doença que só afetava gays ou viciados em drogas. Johnson, entretanto, não pertencia a nenhum desses grupos.

“Agora estou me tornando um porta-voz do HIV porque quero que as pessoas entendam que não há como evitar o sexo seguro. Às vezes, pensamos que somente os homossexuais podem contrair o vírus, que isso não pode acontecer comigo. Mas agora estou aqui para dizer que pode acontecer com qualquer um, até comigo. Todos deveriam ter mais cuidado”, disse Johnson.

Dois meses antes do anúncio, em setembro de 1991, Johnson havia se casado com sua esposa Cookie. Na coletiva de imprensa, disse que sua esposa grávida não era portadora do vírus. Foi somente mais tarde que ele revelou que havia contraído o HIV durante relações sexuais desprotegidas com outra mulher.

“Efeito Johnson” em testes de HIV

Ainda em 1991, o astro do basquete criou a Fundação Magic Johnson, que apoia financeiramente grupos e campanhas contra a aids. E ele nunca se cansou de engajar ações para afetados e para aumentar a conscientização sobre a doença. Em 1º de dezembro de 1999, no Dia Mundial da Aids das Nações Unidas, ele foi um dos principais oradores, descrevendo a doença como “inimigo público número um”.

As palavras de Johnson não foram em vão. Em 2021, cientistas americanos estimaram que a coletiva de imprensa de 7 de novembro de 1991 fez com que um número significativamente maior de homens nos EUA fizesse o teste de HIV nos meses seguintes, principalmente entre heterossexuais negros e hispânicos em cidades com clubes da NBA.

A carreira de “Magic” Johnson, porém, não terminou naquele dia de novembro. Em 1992, ele jogou no time All-Star da NBA pela conferência oeste – esse jogo coloca frente a frente jogadores de equipes do leste e do oeste dos EUA. No mesmo ano, fez parte do chamado “Dream Team” que ganhou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona.

Na temporada 1995/96, Johnson comemorou outro retorno como jogador do Lakers antes de se aposentar definitivamente. Em homenagem ao ex-atleta, o clube aposentou a camisa número 32. E “Magic” Johnson entrou para o Hall da Fama do Basquete em 2002.

Bilionário e filantropo

“Magic” Johnson está agora com 65 anos. Investiu com sucesso o dinheiro que ganhou no esporte, em imóveis, cinemas e empresas como a seguradora de vida EquiTrust e a rede de cafeterias Starbucks. A revista Forbes estima que a fortuna atual de Johnson seja de US$ 1,2 bilhão (mais de R$ 7 bilhões).

Há muito tempo, a Fundação Magic Johnson apoia não somente projetos de combate à aids, mas também outras organizações ligadas à educação, à saúde e que atuam para atuar carências sociais em cidades etnicamente diversas. Johnson está sempre envolvido, geralmente acompanhado de sua esposa Cookie e, com frequência, de seus filhos Earvin “EJ”, Elisa e Andre, de um relacionamento anterior.

Quando Johnson foi diagnosticado com HIV em 1991, havia apenas um medicamento contra a aids no mercado, a azidotimidina, ou AZT. Atualmente, há várias substâncias ativas que ajudam a reduzir a carga viral do HIV. Quando bem-sucedido, o sistema imunológico do paciente se recupera e ele pode viver e trabalhar normalmente. O HIV é considerado altamente tratável, se a infecção for detectada precocemente e o tratamento for iniciado imediatamente.

Mas ainda há uma clara divisão entre os hemisférios Norte e Sul: o número de soropositivos no mundo todo é estimado em cerca de 40 milhões, com mais da metade vivendo no sul da África. Um quarto de todas os infectados não recebe nenhum medicamento.

“Não estou curado. Apenas tomei minha medicação. Estou fazendo o que devo fazer e, graças a Deus, o HIV no meu sistema sanguíneo e no meu corpo está praticamente morto. E não queremos que nada o desperte”, disse Johnson em uma entrevista à PBS há alguns anos.

*Com informações de Uol

Programação natalina do Governo do Amazonas anima a agenda cultural da semana

Nos diversos espaços administrados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa o Natal dá o tom da semana - Foto: David Martins / Secretaria de Cultura e Economia Criativa

A programação cultural da semana traz espetáculos natalinos para toda a família nos diversos espaços do Governo do Amazonas administrados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Teatro Amazonas, Largo de São Sebastião, Teatro Gebes Medeiros e Teatro da Instalação estão entre os espaços que recebem a programação natalina do ‘O Mundo Encantado do Natal’ entre os dias 9 e 13 de dezembro.

No Teatro Amazonas, o musical natalino ‘Pedro e Paula’ realiza apresentações de segunda a sexta (9 a 13/12), às 19h. O espetáculo é uma celebração do poder da amizade, da imaginação e do espírito natalino. Com entrada gratuita mediante agendamento, o musical tem classificação livre. A próxima sessão de agendamentos será aberta no dia 16 de dezembro para o período de 18 a 23/12.

Na terça-feira (10/11), o Natal Itinerante do Governo do Amazonas chega ao bairro Nova Vitória, na zona Leste de Manaus, no Ceti Cinthia Regia (129, R. Q, 1 – Distrito Industrial I). Com o objetivo de descentralizar as ações do “O Mundo Encantado do Natal”, o Natal Itinerante leva a magia natalina às diversas zonas da cidade, com o espetáculo musical “A Noite Mágica dos Brinquedos”, da Companhia Metamorfose. Entrada franca.

Ainda na terça-feira (10/12), o Palacete Provincial (Praça Heliodoro Balbi, s/n) dá seguimento à sua programação de Natal com um show musical com o cantor Nelson Vity, das 9h às 11h, com entrada franca.

No Centro Estadual de Convivência do Idoso, na rua Wilkens de Matos. s/n – Aparecida), na terça-feira (10/12, às 10h, a Ivy Santos Produções Artísticas apresenta o espetáculo de Teatro “O Natal de Angelilson”, com o o palhaço Angelilson reunindo seus amigos na véspera de Natal para comemorar e se divertir, compartilhar experiências e visões sobre o Natal. Com palhaçaria, participação da plateia e números musicais. A entrada é franca.

Na quarta-feira (11/12), também no Centro Estadual de Convivência do Idoso, às 10h, acontece o espetáculo de teatro “Uma Música para o Natal” com a Cena Um Produções Artísticas.

Na quinta-feira (12/12), às 18h, o Teatro da Instalação, rua Frei José dos Inocentes, apresenta o espetáculo teatral “A Dança dos Flocos de Neve”, com a Bicuço Produções Artísticas. A entrada é franca.

Na sexta-feira (13/12), às 19h, o Teatro Gebes Medeiros, avenida Eduardo Ribeiro – Centro, apresenta o espetáculo de teatro “Cookies para o Noel”, com a Cia Um de Nós. Também com entrada franca.

Foto: David Martins / Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Ainda na sexta-feira (13/12), a Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA) se une ao coral do Colégio Santo Afonso para apresentar o “Concerto Natalino”, às 20h, no Santuário Nossa Senhora de Fátima, avenida Tarumã – Praça 14, com entrada gratuita.

Programação do Largo

No Largo de São Sebastião, de quarta-feira (11/12) a sexta-feira (13/12) uma programação especial é apresentada no palco anexo à árvore de Natal para levar cultura e entretenimento ao público que visita a decoração de Natal do local.

Na quarta-feira (11/12), a programação tem início às 18h, com o espetáculo de dança “Natal de Rua”, com o grupo Flip, especializado em Hip-hop. Às 18h30, a Casa Zeus apresenta o espetáculo de teatro “Bom Salvador”. France Martins encerra a programação, às 19h15, com o show musical “Cantando Natal”.

Na quinta-feira (12/12), às 18h, as apresentações abrem com o espetáculo de dança “Natal Encantado”, seguido pelo show musical com Antonio Geffter, às 19h. O show musical “Sexteto de Natal”, com Damian Musicais encerra a programação, às 20h.

Na sexta (13/12), a animação fica por conta do célebre “Carrossel da Saudade”, às 20h, com muita seresta para atender ao público mais maduro no Natal.

Após cirurgia de emergência, Lula passa bem e ficará 48 horas na UTI por precaução

Foto de outubro mostra cicatriz na cabeça de Lula após sofrer um acidente doméstico (Foto: Ton Molina / Fotoarena / Estadão Conteúdo)

A equipe médica que operou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (10), em uma entrevista à imprensa, que ele está bem, conversa e se alimenta normalmente e não ficará com nenhuma sequela. Segundo os médicos, as funções neurológicas dele estão preservadas.

Ele fez um procedimento cirúrgico de emergência para drenar um hematoma na cabeça – ainda em decorrência da queda que sofreu em casa em outubro.

“O presidente evoluiu bem, já chegou da cirurgia praticamente acordado, foi extubado e encontra-se agora estável, conversando normalmente, se alimentando e deverá ficar em observação nos próximos dias”, disse o médico Roberto Kalil.

De acordo com ele, a previsão é a de que o presidente retorne a Brasília no começo da próxima semana. Por ordem médica, Lula está proibido de receber visitas de trabalho no hospital até ficar completamente recuperado. Até lá, “nada de trabalho”, afirmou Kalil.

A primeira-dama, Janja, acompanhou Lula na viagem de Brasília a São Paulo e está com ele no quarto.

O presidente foi internado às pressas no fim da noite desta segunda-feira (9) no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo após passar o dia com dor de cabeça.

Ainda em Brasília, ele havia passado por um exame de imagem, que mostrou uma nova hemorragia intracraniana, de cerca de três centímetros.

“A tomografia já constatou um novo sangramento na região do cérebro e um sangramento até mais importante. Foi submetido a uma ressonância magnética que comprovou o sangramento e discutido com a equipe médica do Dr. Rogério Tuma, se optou pelo procedimento cirúrgico”, explicou Kalil.

Lula foi, então, transferido para a unidade do Sírio em São Paulo. Durante todo o percurso, a médica Ana Helena Germoglio, que o acompanhou, afirmou que ele “esteve lúcido, orientado, conversando, da mesma forma como se encontra agora”.

A cirurgia levou cerca de duas horas, segundo o neurocirurgião Marcos Stavale. O sangramento estava entre o cérebro e a meningite, embaixo da membrana chamada dura-máter – sem prejuízo algum ao cérebro. “Ele foi removido e o cérebro está descomprimido e com as funções neurológicas preservadas”, disse.

O médico Rogério Tuma, que também integra a equipe do presidente, afirmou que essa complicação é comum em pessoas que sofreram uma queda, principalmente em pacientes de mais idade.

Lula deve ficar mais 48 horas na UTI em observação. Esse prazo, segundo Kalil, é protocolo nesses tipos de caso. O presidente ficará ainda com um dreno entre 1 e 3 dias.

Acidente doméstico

Em 19 de outubro, Lula caiu em um banheiro da residência oficial da Presidência e bateu a região da nuca. Ele precisou levar cinco pontos e realizou exames de imagem, que foram repetidos. Na ocasião, o presidente ficou na unidade hospitalar por cerca de uma hora.

Ele foi liberado para voltar para casa, mas orientado a cancelar viagens longas pelas semanas seguintes – incluindo o embarque para a Rússia, onde participaria da reunião de cúpula do Brics.

Segundo o presidente, o acidente “foi grave, mas não afetou nenhuma parte mais delicada”.

Em uma ligação com o então candidato petista à Prefeitura de Camaçari (BA), Luiz Caetano, Lula também chamou o acidente de “uma bobagem” que cometeu, acrescentando que precisa aguardar “três ou quatro dias”, por recomendação médica, para saber “qual foi o estrago que fez a batida”.

Cirurgia há um ano

Lula tem 79 anos. Há pouco mais de um ano, em setembro de 2023, o presidente fez uma artroplastia total do quadril direito – uma cirurgia para substituir, por uma prótese, a cartilagem desgastada naquela região do corpo. Quando o procedimento completou um ano, Lula passou por exames de revisão.

Com informações do g1

Fernanda Torres e “Ainda Estou Aqui” são indicados ao Globo de Ouro

Fernanda Torres, atriz - Foto: Reprodução / Instagram

A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood anunciou nesta segunda-feira (9/12) os indicados ao Globo de Ouro 2025, premiação considerada um termômetro do Oscar. O drama brasileiro “Ainda Estou Aqui” apareceu entre os indicados da categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, enquanto Fernanda Torres conquistou uma vaga entre os nomes de Melhor Atriz em Filme de Drama.

“Ainda Estou Aqui” é o quarto longa-metragem do diretor Walter Salles que compete nesta categoria no Globo de Ouro e vai atrás de sua segunda vitória na premiação. A primeira ocorreu com o filme “Central do Brasil” em 1999, quando a categoria ainda era chamada de Melhor Filme Estrangeiro. Na época, Fernanda Montenegro perdeu como Melhor Atriz.

Mais detalhes

“Emilia Pérez” liderou as indicações com 10 nomeações, mais do que qualquer outro título no cinema ou na TV. A marca quebra o recorde de um filme de comédia ou musical, superando “Barbie”, que recebeu um total de nove indicações no ano passado. O filme francês e falado em espanhol de Jacques Audiard foi seguido por “O Brutalista” com sete indicações, “Conclave” com seis e “Anora” e “A Substância” com cinco cada.

Entre as interpretações, o Globo de Ouro de 2025 destacou Selena Gomez, Sebastian Stan e Kate Winslet, que disputam vários prêmios. Pelo terceiro ano consecutivo, Selena recebeu uma indicação de Melhor Atriz em Série de Comédia por “Only Murders in the Building” e, além disso, concorre como Melhor Atriz Coadjuvante em Filme de Comédia ou Musical por “Emilia Peréz”. Sebastian Stan concorre a Melhor Ator em Filme de Drama por “O Aprendiz” e em Filme de Comédia ou Musical por “Um Homem Diferente”. Por fim, Kate Winslet disputa o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama por “Lee” e como Melhor Atriz de Minissérie por “O Regime”.

“O Urso” foi a série com mais menções, cinco no total, seguido por “Only Murders in the Building” e “Xógum” com quatro cada. Todas são produções da Disney.

Homenagem especial

A premiação deste ano vai homenagear Viola Davis (“Histórias Cruzadas”) com o troféu Cecil B. DeMille em reconhecimento ao conjunto de sua carreira artística. O prêmio é concedido desde 1952, mas ano passado ficou fora do evento. A entrega acontecerá num jantar no dia 3 de janeiro, com novas homenagens especiais durante a cerimônia.

O evento acontece no dia 5 de janeiro em Los Angeles, com apresentação da comediante americana Nikki Glaser, que também aparece como uma das indicadas na categoria de Melhor Performance de Stand-Up.

*Com informações de Terra

Monitoramento da Prefeitura de Manaus registra mais de 250 ocorrências durante o fim de semana

Foto: Divulgação / CCC

O sistema de monitoramento da Prefeitura de Manaus registrou, neste fim de semana, mais de 250 ocorrências relacionadas à Defesa Civil, Trânsito, Transporte e Guarda Municipal. Os dados foram coletados a partir das 16h de sexta-feira, 6/12, às 23h59 do domingo, 8/12, por meio do Contact Center do Centro de Cooperação da Cidade (CCC), que opera 24 horas por dia, sete dias na semana.

As autuações relacionadas a estacionamento irregular estão entre os destaques. As irregularidades foram de estacionamentos em vaga reservada a idoso, faixa de pedestre, estacionamento em passeio ou calçada, guia rebaixada, impedindo outro veículo, entre outros.

O Código Brasileiro de Trânsito classifica como infração gravíssima e prevê multa, estacionar em vaga destinada a Pessoas com Deficiência (PcD) ou idosos, sem a devida credencial. A multa é de R$ 293,47.

As equipes da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal (Sepdec), vinculada à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg), atuaram nos atendimentos de deslizamento de barranco, erosão e solicitações de vistorias em residências, registrados na zona Leste de Manaus.

Outro dado importante registrado pelas equipes da Semseg foram os números da Guarda Municipal, no total foram 117 ações entre às 16h da sexta-feira e às 16h do domingo. As principais atuações foram relacionadas à operação centro seguro, terminal seguro e patrulhamento preventivo.

De acordo com o Superintendente do Centro de Cooperação da Cidade, Sandro Diz, o Contact Center tem se tornado cada vez mais imprescindível para agilizar as ações das equipes de campo.

“Ao receber as demandas na sede do CCC, as equipes de campo são encaminhadas para o local e assim, conseguem dar agilidade ao atendimento, evitando maiores transtornos para a população, seja na liberação de uma via no trânsito, seja na área da defesa civil ou ainda nas denúncias relacionadas aos direitos humanos”, disse.

Recomendação

Em caso de emergência ou denúncia, o cidadão pode entrar em contato com os números de telefones abaixo. Vale ressaltar que a ligação é gratuita.

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