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Dinheiro e objetos roubados em assalto ao Manauara Shopping são encontrados pela polícia

Material apreendido foi levado à Delegacia Especializada de Roubos, Furtos e Defraudações (Foto: Divulgação / PMAM)

Relógios, celulares, notebook e mais de R$ 2 mil em espécie roubados durante um assalto no Manauara Shopping, no sábado (14), foram recuperados pela Polícia Militar do Amazonas (PMAM) horas após o crime, em uma kitnet na Zona Norte de Manaus. A informação foi confirmada pela PM neste domingo (15).

Criminosos invadiram o centro de compras na Zona Centro-Sul de Manaus e dispararam tiros de arma de fogo após assaltarem uma joalheria. Segundo a polícia, uma funcionária do shopping foi usada como escudo humano e liberada após alguns minutos. Um suspeito foi preso, a moto usada pelos criminosos foi apreendida e não houve feridos.

De acordo com a polícia, uma equipe da Ronda Ostensiva Candido Mariano (Rocam) recebeu denúncia anônima por um aplicativo de mensagens, por volta das 16h do sábado, informando que em uma kitnet, localizada na rua São Martinho, bairro Cidade de Deus, um dos criminosos envolvidos no assalto estaria escondido.

Com a chegada dos policiais ao local, um grupo de suspeitos teria conseguido fugir. As autoridades não informaram quantas pessoas estavam no imóvel. Ninguém foi preso.

 No local, a polícia apreendeu:

  • 01 arma de fogo tipo revólver cal. 38;

  • 04 munições cal.38;

  • 01 notebook cor cinza;

  • 06 relógios;

  • 04 celulares;

  • R$ 2.340,00 em espécie

Todo o material apreendido foi levado à Delegacia Especializada de Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD).

Com informações do g1-AM

Plano de regeneração da Amazônia vai incluir concessão florestal de áreas degradadas

Foto: Polícia Federal

A restauração da floresta amazônica fará parte dos planos de concessão do governo Lula (PT). O MMA (Ministério do Meio Ambiente) planeja publicar, no início de 2025, editais para selecionar empresas e organizações interessadas em assumir a restauração ambiental de áreas públicas, um modelo inédito de licitação que mira o replantio e regeneração de florestas nativas.

Segundo informações obtidas pela Folha, os editais de concessão já começaram a ser desenhados pelo MMA, em parceria com o SFB (Serviço Florestal Brasileiro) e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Biodiversidade). Eles vão se concentrar na concessão de áreas de unidades de conservação mais castigadas por ações ilegais, principalmente aquelas localizadas no chamado “arco do desmatamento”, que abrange os Estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Rondônia.

As concessões das florestas deverão ter prazo de 35 anos. A iniciativa representa um passo concreto para transformar a restauração ambiental em um negócio, um modelo econômico capaz de gerar lucro para quem assumir o compromisso de reerguer a mata.

Nesta semana, o presidente Lula sancionou a lei que institui o SBCE (Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa).

A nova lei cria um mercado regulado de carbono no país e institui um sistema de bonificação para empresas ou estados que reduzirem emissões de gases na atmosfera. A regulamentação da lei vai prever, por exemplo, que empresas que emitem grandes volumes de CO² possam comprar créditos de carbono de áreas em processo de regeneração de floresta, reduzindo, dessa forma, suas “pegadas de carbono”.

“As concessões florestais para restauração são um modelo inovador, que permite que empresas privadas assumam áreas públicas degradadas para regenerá-las. Em troca, poderão negociar os créditos de carbono gerados pela captura de CO² que a floresta replantada vai produzir”, disse à Folha o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco.

“O mercado regulado de carbono é essencial para as concessões por permitir que empresas que precisam compensar suas emissões invistam em projetos de restauração”, completa. O secretário ressalta que isso vai atrair investimentos para o setor e “transforma a restauração em um negócio viável”.

As concessões fazem parte de um conjunto de medidas de financiamento e estímulo ao replantio da vegetação nativa. O entendimento, no governo, é o de que já não basta só combater desmatamentos e incêndios por meio de ações de fiscalização.

Para bater a meta de neutralidade de emissões de gases de efeito estufa até 2050 é preciso replantar.

Além das concessões para restauração de unidades de conservação, serão contratados, também no início de 2025, os primeiros projetos de reflorestamento da Amazônia bancados com recursos do Fundo Amazônia. Na primeira semana de dezembro, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o MMA publicaram os primeiros editais de chamada pública do programa “Restaura Amazônia”.

Capobianco explica que uma primeira parcela de R$ 100 milhões será usada nesta iniciativa, sendo R$ 50 milhões de recursos do Fundo Amazônia e R$ 50 milhões, da Petrobras. Diferentemente do plano das concessões, que não preveem aporte de recursos do governo ou fundos, o Restaura Amazônia vai fazer repasses a fundo perdido para programas que forem selecionados.

Ao todo, o programa já dispõe de R$ 450 milhões para novas iniciativas. Como foi feito com a Petrobras, a ideia é atrair empresas privadas para fazerem contrapartidas equivalentes de aportes para novas ações.

Três organizações foram selecionadas para fazer a avaliação e triagem dos projetos que sejam apresentados: o Ibam (Instituto Brasileiro de Administração Municipal), a FBDS (Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável) e a CI Brasil (Conservation International do Brasil). Os projetos escolhidos deverão ser executados em até 48 meses e as ações de replantio devem ser iniciadas nos primeiros 24 meses, prevendo monitoramento e manutenção de todas as áreas restauradas.

Francisco Itamar Gonçalves Melgueiro, coordenador-geral de gestão ambiental da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas), diz que o órgão tem atuado na estruturação de projetos que possam envolver os povos indígenas no plano de regeneração.

“O povo indígena vive, muitas vezes, em áreas sobrepostas a essas unidades de conservação, florestas e parques nacionais. É uma oportunidade interessante de ser um agente desse replantio, oferecendo sementes, plantando, fazer o serviço na ponta, e sendo remunerado por isso”, disse.

Uma terceira forma de incentivar o replantio da floresta, segundo João Capobianco, do MMA, será a oferta de financiamento do Fundo Clima, que conta com caixa de R$ 550 milhões. Neste caso, o alvo são produtores rurais interessados em fazer o replantio florestal em parte de suas áreas degradadas. O fundo funciona como uma linha de crédito reembolsável, mas com juros muito baixos, de apenas 1% ao ano.

“Estamos criando um ecossistema de incentivos, regulações e instrumentos financeiros para fazer com que a conservação e a restauração avancem. O desafio é grande, mas os resultados vão beneficiar tanto o meio ambiente quanto a economia”, disse Capobianco.

As ações em andamento incluem, ainda, o Programa de Recuperação de Pastagens Degradadas, que pretende reduzir a pressão sobre florestas nativas (financiando a recuperação de áreas subutilizadas a juros de 6,5% ao ano), e a criação do Pagamento por Serviços Ambientais, que prevê a remuneração de proprietários por conservar e restaurar áreas florestais.

As iniciativas fazem parte do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg 2025-2028), que teve a sua resolução publicada no fim de novembro. O estudo traz a meta de recuperação de 12 milhões de hectares de vegetação nativa até 2030.

Com informações da Folha de S.Paulo

 

 

Pesquisadores de 14 países escrevem carta a políticos contra isenção de refrigerantes

Prateleira de supermercado com refrigerantes, ou bebidas açucaradas (Foto: Siphiwe Sibeko / Reuters)

Pesquisadores, especialistas em saúde pública e economistas de 14 países manifestaram, através de carta enviada nesta semana a parlamentares, preocupação com a retirada dos refrigerantes da lista de bens taxados pelo Imposto Seletivo, o chamado “imposto do pecado”.

A exclusão foi feita pelo Senado Federal, que aprovou o primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária no plenário na última quinta-feira (12). O projeto ainda será apreciado novamente pela Câmara, que pode fazer alterações. Se o texto for mantido, a carga tributária desses itens será reduzida em mais de 50% após a reforma entrar em vigor.

Conforme carta endereçada às lideranças do governo e do Congresso, a medida representa um “grave retrocesso” na saúde pública e nos esforços para o enfrentamento da crescente epidemia de doenças associadas à alimentação, como obesidade e diabetes tipo 2.

Assinam a carta cientistas que representam grandes instituições internacionais, como Walter Willett (Universidade de Harvard, EUA), Mike Rayner (Universidade de Oxford, Reino Unido), Oliver Mytton (Universidade de Cambridge, Reino Unido), Franco Sassi (Imperial College London, Reino Unido), Gyorgy Scrinis (Universidade de Melbourne, Austrália), Mary L’Abbé (Universidade de Toronto, Canadá), Barry M. Popkin (Universidade da Carolina do Norte, EUA), Corné van Walbeek (Universidade da Cidade do Cabo, África do Sul) e Juan Rivera Dommarco (Instituto Nacional de Saúde Pública, México).

Também é um dos signatários Carlos Monteiro, epidemiologista pela USP (Universidade de São Paulo) e criador do termo ultraprocessados na literatura científica, usado para caracterizar alimentos repletos de aditivos e poucos ingredientes in natura.

De acordo com estudos, no Brasil, as bebidas açucaradas respondem, por ano, por cerca de 13 mil mortes e mais de 20% dos casos de sobrepeso e obesidade infantil, problema que já afeta 2,9 milhões de crianças. Os pesquisadores destacam que o sistema de saúde brasileiro gasta cerca de R$ 3 bilhões por ano no tratamento de doenças relacionadas ao consumo dessas bebidas.

Segundo os signatários, a decisão do Senado contraria a posição do país como exemplo a ser seguido no que diz respeito a políticas públicas de saúde. Estudos já publicados mostram que os impostos podem reduzir significativamente o consumo de bebidas açucaradas.

“Desde a criação do termo ‘alimentos ultraprocessados’, o Brasil se destaca como pioneiro em levantamentos que ligam esses itens ao surgimento de mais de 30 doenças, o que torna a decisão ainda mais preocupante”, destacam.

Hoje, 81 jurisdições de países implementam impostos sobre bebidas açucaradas. Nações latinas, como México e Colômbia, já estenderam a tributação para alimentos ultraprocessados como um todo. “O Brasil não pode ficar para trás na proteção da saúde de sua população”, dizem.

A proposta do Ministério da Fazenda para a regulamentação da reforma tributária previa a cobrança do chamado Imposto Seletivo sobre as bebidas açucaradas. Ele significa uma cobrança extra sobre itens considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, com o intuito de desestimular seu consumo.

A medida foi mantida pela Câmara dos Deputados durante a votação da regulamentação. A exclusão agora pelo Senado não só enfraquece os instrumentos para inibir o consumo desses produtos, mas também contribui para o aumento da alíquota geral sobre os demais bens e serviços tributados pelo novo IVA (Imposto sobre Valor Agregado).

O texto ainda será apreciado novamente pela Câmara, que terá a palavra final sobre o tema. Ela pode retomar ou não esse trecho do projeto antes de encaminhá-lo à sanção presidencial.

O coordenador de advocacy da ACT Promoção da Saúde, Marcello Baird, destaca que cada vez mais países vêm tributando as bebidas açucaradas e, por isso, o Brasil vai na contramão do mundo, se o texto continuar como está.

Ainda que a isenção de refrigerantes seja revertida, o passo ainda seria considerado tímido em relação aos avanços internacionais. “Desses 81 países, só dois, Nigéria e Montenegro tributam apenas refrigerantes”, afirma. Os demais tributam bebidas açucaradas como um todo.

A tributação de produtos nocivos à saúde conta com apoio de 94% da população, segundo pesquisa Datafolha de 2023.

Com informações da Folha de S.Paulo

Auxílio Estadual apoia o sustento de 300 mil famílias em situação de risco no Amazonas

Foto: Arthur Castro / Secom

Com uma renda mensal vinda da atividade profissional de pedreiro, Ivan Ferreira, 71, sai de sua casa todos os dias para construir estruturas e garantir o pão de cada dia para sua família. Em meio aos desafios econômicos, ele encontrou um apoio financeiro com o programa Auxílio Estadual do Governo do Amazonas, que realiza o pagamento mensal de R$ 150,00 para 300 mil famílias em situação de vulnerabilidade social no estado.

Ivan não esconde a felicidade ao comentar sobre o benefício. “Eu estou muito feliz com esse cartão porque veio na hora certa, pois precisávamos manter a família, ainda mais nós que temos uma baixa renda”.

Ele relata que o Auxílio Estadual ajuda na renda para comprar os alimentos para sua casa. “É um benefício bom porque compro mantimentos para casa e para minha família; eu sou pai de 5 filhos”.

Considerado o maior programa de transferência de renda da história do Amazonas, o Auxílio Estadual foi criado em 2021, pelo governador Wilson Lima, por meio da Lei nº 5.665, para combater o ciclo de pobreza do estado, e assim garantir uma melhor qualidade de vida para a população.

O programa é coordenado e administrado pela Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) e atende 300 mil famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o Amazonas. São 158 mil beneficiários na capital e 142 mil no interior. Este ano, o programa já injetou, entre janeiro e novembro deste ano, cerca R$ 495 milhões na economia amazonense.

Além de receber o pagamento mensal de R$ 150, as famílias beneficiárias do auxílio também recebem um monitoramento para acompanhamento. Esse trabalho é feito pela equipe do Projeto Psico + Social, visando dar maior assistência e promover acesso dos beneficiários e familiares às políticas públicas do estado.

Com informações da Secom

Cadeia da borracha impulsiona geração de renda a populações das proximidades da BR-319

Foto: Christian Braga / WWF-Brasil

As seringueiras da Amazônia voltaram a mobilizar a sociobioeconomia, garantindo renda e mudando a realidade de centenas de famílias que atuam na cadeia produtiva da borracha nativa no Amazonas, principalmente na área de influência da BR-319. Os municípios de Canutama, Manicoré e Lábrea, situados na BR-319, geraram mais de 131,5 toneladas de látex em 2023. A previsão é a safra de 2024 ultrapassar 150 toneladas nesses três municípios.

O presidente da Associação dos Produtores Agroextrativistas de Canutama (Aspac), a 640 quilômetros (km) de Manaus, Leandro Nascimento, comenta como a produção vem proporcionando grandes benefícios para mais de 100 famílias de seringueiros da cidade.

“Com a retomada da cadeia da borracha, começamos com sete famílias em 2021, que geraram 2.102 quilos (kg). Em 2022, chegamos a 47 famílias com 19.624kg e, no ano passado, atingimos 69 famílias e mais de 29,2 toneladas de borracha. Neste ano, temos 101 famílias associadas atuando diretamente com a produção da borracha e a previsão é atingir mais de 40 toneladas. Esse projeto está mudando a nossa realidade e a vida de muitas pessoas. A família toda ajuda, com seringueiros e seringueiras, além de seus filhos retirando o látex. Tem família que vai apresentar uma tonelada de borracha na produção de 2024 e isso gera um bom dinheiro para eles realizarem seus sonhos”, comenta Leandro.

Já em Manicoré, a 347km da capital do Amazonas, a borracha se tornou a principal fonte de renda de muitas famílias, que antes atuavam no garimpo e outras práticas ilegais. No município, há a Associação dos produtores Agroextrativistas do Igarapezinho (APAIGA), Associação dos Moradores Agroextrativistas do Lago do Capanã-Grande (AMALCG), Associação de Moradores Agroextrativistas da Comunidade de Bom Suspiro (APACOBS) e Associação de Moradores Agroextrativistas Nossa Senhora de Nazaré da Barreira do Matupiri (APRAMAD), além da Associação de Moradores Agroextrativistas do Rio Atininga (ATININGA).

No ano passado, a AMALCG produziu 21.350kg; a APAIGA fez 15.200 kg; as famílias seringueiras da APACOBS arrecadaram 5.871kg; a APRAMAD fez 4 mil kg; e a ATININGA 3.090kg.

Duas organizações que fazem parte do Observatório BR-319, o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) e o WWF-Brasil atuam no projeto “Juntos pelo Extrativismo da Borracha da Amazônia”, que vem impulsionando a retomada da produção com uma grande mobilização entre empresas, organizações da sociedade civil e poder público. A iniciativa também é um caminho positivo para aumentar a proteção das florestas e das pessoas que vivem nelas, além de ajudar a diminuir os impactos das mudanças climáticas.

Natasha Mendes, analista de conservação do WWF – Brasil, afirma que “a revitalização da cadeia produtiva da borracha nessa região é uma forma de resistência frente às mudanças climáticas, altos índices de desmatamento e expansão da fronteira agrária nesta região. É uma alternativa sustentável e viável de gerar renda através da floresta em pé, além de trazer dignidade às populações desta região”.

“O arranjo produtivo da borracha nativa da Amazônia significa um grande avanço. O CNS é uma organização que luta pelos direitos dos seringueiros há 40 anos e as associações fazem um trabalho fundamental para a garantia da floresta e da vida dos povos da floresta. O trabalho na cadeia da borracha tem tirado, inclusive, pessoas do garimpo ilegal, que hoje ganham dinheiro sem causar danos ambientais e esse é um dos motivos pelos quais lutamos pela continuidade, e expansão do projeto, que dá dignidade aos extrativistas”, comenta a secretária de Direitos Humanos do CNS, Silvia Elena Batista.

Mais sobre o projeto

O projeto “Juntos pelo Extrativismo da Borracha da Amazônia” já beneficiou 4.170 famílias e contribuiu diretamente para a conservação de mais de 60 mil hectares de floresta na Amazônia a partir do manejo para a produção da borracha, somente em 2022.

Outro resultado positivo é o alcance das ações em Unidades de Conservação que somam mais de 1,3 milhão de hectares em áreas pressionadas pelo desmatamento e outras atividades ilegais; entre as UCs estão: Reserva Extrativista (Resex) do Lago do Capanã Grande, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Madeira, ambas em Manicoré; a Resex Canutama e a Floresta Estadual (FES) Canutama; além da Resex Médio Purus, em Pauini. Outros municípios amazonenses que também compõem o arranjo da borracha são: Eirunepé, Barcelos e Itacoatiara.

Só no primeiro ano de extração de látex com o apoio do projeto, em 2022, mais de 60 toneladas de borracha nativa foram produzidas e vendidas para a Michelin no Brasil, gerando R$ 900 mil de renda para as famílias participantes.

Produção em Lábrea

Em Lábrea (a 852km de Manaus), a Associação dos Produtores Agroextrativistas da Comunidade José Gonçalves (APAC.J.G), que possui 20 anos de atuação, é outro exemplo de como a retomada da cadeia produtiva da borracha nativa da Amazônia vem proporcionando grandes benefícios para os seringueiros. Em 2023, cerca de 223 famílias produziram 52,8 toneladas.

Atualmente, a produção parte de Lábrea, segue pela BR-319 até Porto Velho (RO) e, depois, para o município de Sena Madureira, no Acre, onde a borracha é processada. A produção deste município faz parte de outro arranjo, que vende a borracha para o Acre.

“Ainda enfrentamos muitas dificuldades como a falta do kit sangria, que é a tigela, balde e faca, porque não tem no mercado e ainda tem um valor alto. Faltam políticas públicas para fortalecer ainda mais a cadeia produtiva da borracha. Essa produção, além de ajudar na geração de renda, também tem um papel social muito importante. Porque tirou muitos jovens que estavam fazendo coisas ilícitas e hoje ajudam os pais na retirada do látex. Além disso, a associação não tem sede própria. Mas nada impede de lutarmos para crescer cada vez mais e os números estão apontando isso”, comenta o presidente da APAC.J.G, Antônio David Brito.

Segundo ele, a associação começou com 25 famílias em 2019 e apenas cinco toneladas, e foram crescendo, ano a ano. A meta deles é atingir 60 toneladas na safra de 2024. “Isso é muito bom, porque é uma forma de valorizar o nosso trabalho. Nós somos grandes protetores das florestas e todo esse trabalho precisa ser cada vez mais recompensado”, complementa.

Essa e outras matérias fazem parte do informativo de dezembro divulgado pelo Observatório BR-319. Para ler todas as notícias, acesse: observatoriobr319.org.br.

Com informações da assessoria 

Após alta hospitalar, Lula se emociona e diz que está ‘voltando para casa tranquilo’

Foto: Redes sociais

Logo após ter alta do hospital neste domingo (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se emocionou ao contar, ao lado da primeira-dama Janja, como aconteceu o acidente em que bateu a cabeça e quando se deu conta da gravidade da sua situação, que exigiu uma cirurgia de emergência.

“Como eu achava que eu tava curado, eu confesso a vocês que eu fiquei um pouco assustado pelo volume de crescimento da quantidade de líquido na minha cabeça. Eu fiquei preocupado com a urgência que eles pediram para vir para cá [hospital]”, disse Lula.

O petista, que tem 79 anos, estava internado desde terça (3) no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, onde passou por uma cirurgia às pressas para drenar um hematoma na cabeça – ainda em decorrência da queda que sofreu no banheiro de casa em outubro.

A equipe médica tinha acabado de dar uma entrevista à imprensa informando sobre a alta dele quando o próprio presidente apareceu no auditório, usando um chapéu na cabeça, e deu uma declaração aos jornalistas.

A queda no banheiro e os dias antes da emergência

Lula disse que, no momento da queda no banheiro, ele estava cortando a unha da mão e não a do pé, como chegou a circular nas redes sociais.

“Eu estava sentado. Eu já tinha cortado a unha, lixado. Quando eu fui guardar o estojo, ao invés de levantar e abrir a gaveta, eu tentei afastar o meu bumbum do banco. O banco era redondo e acabou que meu bumbum não levantou e eu caí e bati com a minha cabeça na hidromassagem e fez um estrago razoável”, contou.

Ao relembrar os dias anteriores à cirurgia de emergência nesta semana, Lula disse que passou bem o sábado e começou a sentir no domingo uma leve dor de cabeça. No entanto, achava que era em razão do sol que tinha pegado ao tomar banho de piscina no fim de semana. Na segunda (9) ele acordou com alguns sintomas e decidiu acionar a chefe da equipe médica da Presidência da República.

“Eu acordei sentindo algumas coisas estranhas, algumas coisas estranhas nos meus passos, a dor de cabeça continuou e eu ainda continuei achando que era por causa do sol. Quando foi no final da tarde, eu mandei chamar a Dra Ana [Helena Germoglio, chefe da equipe médica da Presidência da República] no meu gabinete e disse para ela que eu estava sentindo algumas coisas estranhas. Eu estava sentindo meus passos mais lerdos, eu estava com os olhos vermelhos. Eu estava com muito sono, toda hora eu abria a boca. E eu falei para ela: acho que é bom a gente ir ao médico”, contou.

Naquele dia, o presidente fez uma tomografia ainda em Brasília e, quando os médicos dele em São Paulo viram as imagens em tempo real, que mostravam uma nova hemorragia intracraniana, de cerca de três centímetros, ficam alarmados. “Eles ficaram assustados e pediram para eu vir urgente para São Paulo”.

Cirurgia de emergência

O presidente foi internado às pressas no fim da noite de segunda-feira (9) no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.

Lula reconheceu que só foi ter ideia da gravidade da sua situação após a operação. “Só fui tomar ciência da gravidade do que aconteceu comigo depois da cirurgia na terça-feira”, disse.

Ele relatou que achava que “estava totalmente curado e podia fazer tudo” após a queda. “Voltei a fazer esteira, voltei a fazer musculação e eu não estava totalmente preparado para fazer o exercício”.

Na última quinta-feira (12), Lula passou ainda por um procedimento como parte do protocolo pós cirúrgico. A medida foi em caráter preventivo a fim de evitar um novo sangramento. Na sexta, ele deixou os cuidados de UTI e postou em uma rede social um vídeo caminhando pelo corredor do hospital.

O presidente garantiu que seguirá à risca as recomendações médicas de não poder fazer esforço físico por um tempo. “Eu não posso fazer esteira na velocidade de atleta porque não sou atleta”, brincou.

Lula deixou o hospital Sírio Libanês às 12h e disse que vai ficar em sua casa em São Paulo pelo menos até quinta-feira, quando passará por uma tomografia de controle para reavaliação.

O presidente ainda informou que não vai passar o Natal e Ano Novo na praia, como de costume. Disse que ficará em casa, mas não informou se será em Brasília ou São Paulo.

Com informações do g1-SP

 

‘Love Korea Day’ tem karaokê, concurso de dança e caça aos oppas hoje no Plaza Shopping

Foto: Divulgação

A 4ª edição do “Love Korea Day”, considerado o maior evento de cultura geek e pop coreana de Manaus, continua hoje (15), até às 21h, no Manaus Plaza Shopping. Serão mais de 30 atrações, incluindo karaokê, concursos de dança, k-pop, looks dorameira e muito mais. A entrada é gratuita.

O shopping está localizado na Av. Djalma Batista, nº 2.100, bairro Chapada – Zona Centro-Sul de Manaus. Realizado pela Feira das Cores, o tema do evento será o “Natal dos Oppas”.

Ingrid Celeste, uma das organizadoras da iniciativa, convida o público para prestigiar a quarta edição. “O ‘Love Korea Day’ está mais incrível do que nunca, cheio de novidades e pensado especialmente em você, fã da cultura coreana. Venha com grandes expectativas para se divertir conosco”, anunciou.

Para quem ama cantar e soltar a voz haverá o Noraebang, um espaço de karaokê coreano para várias pessoas se divertirem ao som de uma playlist recheada de sucessos, incluindo BTS e Girl Generation. Enquanto isso, a Estação Seul vai ser palco do “Random Play Dance”, um desafio onde os participantes se juntam para dançarem juntos.

Outros destaques serão os concursos de karaokê coreano, K-pop solo e em grupo e o melhor look dorameira. Além disso, haverá caça aos oppas, confecção de bolas de Natal com fotos de atores coreanos e idols, aula de coreano, oficinas de artesanato, presença dos DJs Belfort e Rai Rai, sorteios de brindes e muito mais.

“O Plaza abraça a diversidade de culturas. Este final de semana será especial para você sair da rotina com sua família e amigos”, comenta Adriano Aguiar, gerente de marketing do shopping.

Para mais informações sobre o “Love Korea Day”, acesse as redes sociais @manausplaza e @feiradascoresam.

Com informações da assessoria

Comandante Dan aprova proibição de corte de serviços em situações de tragédias do clima

Foto: Assessoria

O deputado estadual Comandante Dan (Podemos) aprovou nesta semana, o Projeto de Lei nº 1.035/2023, que altera a Lei nº 5.143 de 26 de março de 2020, e renova a proibição que as concessionárias de serviços públicos de água e energia elétrica realizem o corte do fornecimento residencial de serviços por falta de pagamento, em situações de extrema gravidade social, e amplia o entendimento da norma jurídica.

“Estamos vivenciando tragédias climatológicas e hidrológicas, em razão das mudanças climáticas e dos fenômenos El Nino e La Nina. Vivenciamos em 2024 a segunda seca recorde, que fez sumir rios em plena Amazônia. A vida dos cidadãos amazonenses fica completamente impactada por esses episódios, inclusive na capacidade de pagamento de nossa população, que se vê privada de renda por fatos fortuitos. É injusto punir esses cidadãos. Falamos de concessionárias de serviços públicos, que devem atender ao público e aos seus anseios”, declarou o deputado.

A proposta do deputado Comandante Dan tem como objetivo vedar as concessionárias de serviços públicos de água e energia elétrica de efetuarem o corte do fornecimento residencial de serviços devido à falta de pagamento, especialmente em cenários de extrema gravidade social, englobando situações de crise climática. O deputado busca assegurar que o consumidor estará resguardado, garantindo a continuidade da prestação de serviços essenciais, mesmo em circunstâncias extremas, proporcionando-lhe maior segurança e proteção em momentos críticos.

“Vivemos um novo normal e precisamos ser proativos, tomamos a iniciativa em defender os interesses dos cidadãos, sem esperar que as tragédias voltem a acontecer, para anistiarmos dívidas, depois que o prejuízo ao consumir já aconteceu”, finalizou. O projeto aprovado segue à sanção do Executivo Estadual.

Com informações da assessoria

Calor provocado por mudanças climáticas põe em risco futuro de eventos esportivos

Dia de calor intenso no Campo de Marte perto da Torre Eiffel em Paris (Foto: Mathilde Missionaro em 30/7/2024 / Reuters)

No lema olímpico “mais rápido, mais alto, mais forte” cabe um acréscimo: mais quente.

Nos Jogos Olímpicos deste ano, em Paris, com termômetros acima dos 35°C, o jogador de vôlei de praia Youssef Krou passou mal e precisou de atendimento médico. Outros se refrescavam com gelo no pescoço. Tênis, futebol e hóquei sobre grama tiveram pausas de hidratação.

Na edição anterior do megaevento esportivo, em Tóquio, em 2021, com dificuldades de respirar, o tenista Daniil Medvedev interrompeu uma partida duas vezes e disse ao juiz: “Posso terminar o jogo, mas posso morrer”. Com insolação, a tenista Paula Badosa deixou a quadra em uma cadeira de rodas.

Não são incidentes isolados. Nos últimos anos, as mudanças climáticas criaram mais um rival para os atletas: o calor extremo. E elas estão colocando em risco o futuro de eventos esportivos.

O aquecimento global afeta os Jogos Olímpicos de Inverno há décadas. Pequim-2022 não teria sido possível sem neve produzida artificialmente. Na Itália, sede da próxima edição, 90% dos resorts de esqui precisam de neve artificial.

Neste mês, a etapa da Copa do Mundo de esqui que seria realizada no Canadá foi cancelada por falta de neve. O mesmo ocorreu em outras competições. Segundo o COI (Comitê Olímpico Internacional), até a metade do século, só 10 a 12 países conseguirão sediar Olimpíadas de Inverno.

“Precisamos criar um novo modelo, sustentável, para a população que vive nas montanhas e para os Jogos de Inverno“, afirmou o presidente da França, Emmanuel Macron, depois da confirmação dos Alpes franceses como sede em 2030. Na região, 40% das estações de esqui usam neve artificial.

Em um planeta que não para de se aquecer, o esporte tenta sobreviver e garantir a segurança dos atletas.

Depois de temperaturas acima dos 40°C no GP do Qatar no ano passado, no qual pilotos sofreram desidratação e insolação, a Fórmula 1 anunciou um sistema de resfriamento do “cockpit” em caso de calor extremo, que pode entrar em vigor na próxima temporada.

Um estudo publicado pela revista científica Nature alertou a Fifa (Federação Internacional de Futebol) de que em pelo menos 10 dos 16 estádios da Copa do Mundo de 2026 jogadores correm riscos por causa do calor. Com temperaturas que podem chegar a 50°C, pesquisadores sugeriram ajustes nos horários das partidas.

Outro estudo, publicado na Nature Climate Change, mostrou que, se a temperatura do planeta subir 2°C acima dos níveis pré-industriais –isso pode ocorrer nas próximas décadas– cerca de 1.200 estações de esqui na Europa, 53%, estarão em risco sem uso de neve artificial. Se a elevação for de 4°C, 98% serão afetadas.

Produzir neve artificial usa água e eletricidade e contribui para as mudanças climáticas. Hugues François, um dos autores do estudo, explica que, enquanto isso corresponde de 2% a 4% da pegada de carbono dos resorts, entre 50% e 80% são ligados ao transporte para essas regiões, por meios como avião e carro.

“Viagens e estadias são as principais fontes de emissões de gases de efeito estufa”, disse François à Folha. “Quanto mais as mudanças climáticas se agravam, mais precisamos produzir neve. E as viagens dos turistas pioram as mudanças climáticas por meio de suas emissões de gases do efeito estufa. Um ciclo sem fim.”

Pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisa para Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente da França, François defende uma mudança no modelo de turismo.

“A capacidade de esquiar até o final do século depende de nossas ações hoje para limitar o aquecimento global, da redução de viagens. Quando o mundo estiver 4°C mais quente, provavelmente estaremos mais preocupados com nossa capacidade de alimentar o planeta do que com nos divertir nas montanhas”, afirmou.

O COI vem identificando locais com infraestrutura e clima adequados para receber futuros Jogos de Inverno. Não está descartado um grupo fixo de anfitriões, em um revezamento de sedes na Europa, na América do Norte e na Ásia.

“O aumento das temperaturas fará da neve uma miragem em muitos resorts de esqui, sem garantia de ter matéria-prima, neve natural, ou temperaturas para produzir neve artificial nos dias previstos para os Jogos. Isso se aplica aos Alpes, mas não só”, disse à Folha Nicola Pech, vice-presidente da ONG Mountain Wilderness Italia.

“É preciso rever os Jogos Olímpicos de Inverno, recuperando seu espírito original de sobriedade e com competições apenas onde existam condições para garantir sua realização sem desvirtuar o território natural”, acrescentou.

Se 2024 marca o centenário da primeira edição dos Jogos de Inverno, realizada em Chamonix, em 1924, apenas com ação climática este e outros eventos esportivos existirão por mais cem anos e além.

Com informações da Folha de S.Paulo

Centec confirma expansão do ensino técnico com formatura de 804 alunos em 2024

Foto: Assessoria

Após meses de dedicação aos estudos, 192 alunos do Centro de Ensino Técnico (Centec) em Manaus se formaram nesta semana, elevando para 804 o número de profissionais certificados ao longo de 2024. A cerimônia final foi ainda mais significativa por coincidir com os 15 anos de fundação da instituição. De olho em 2025, o Centec já planeja o lançamento de ao menos três novos cursos e a modernização de seus laboratórios.

“Tivemos um dos melhores balanços dos últimos anos, muito bem representado por esses 804 novos formados. Cada formatura é especial e esta última foi marcada pela finalização de um ano no qual completamos 15 anos de atuação em Manaus, com a inauguração de novos e importantes cursos com alta demanda no mercado”, comenta a diretora-presidente do Centec, Eliana Cássia de Souza.
Três dos novos cursos formaram a primeira turma na cerimônia nesta semana. Foram as especializações técnicas em instrumentação cirúrgica, urgência e emergência e saúde do trabalho. Também havia turmas de outros cursos já existentes, como logística, administração, enfermagem, radiologia, estética, massoterapia, análises clínicas, edificações, farmácia, informática, qualidade, segurança do trabalho, auxiliar de saúde bucal, eletrotécnica e refrigeração.

“A escola fez um forte investimento em cursos à distância neste ano. Lançamos as formações EaD em serviços jurídicos e segurança do trabalho, que se somaram aos cursos disponíveis em qualidade, administração, recursos humanos e transações imobiliárias”, afirma a tutora e orientadora dos cursos EaD do Centec, Viviane Melo. Para 2025, a escola deve continuar atendendo a essa demanda por formações à distância com a ampliação da oferta na área de gestão e negócios, segmento que continua em plena expansão.

Coordenadora dos 18 laboratórios da escola, Viviane destaca que esses espaços, essenciais para o ensino técnico, passarão por uma reestruturação em 2025. Os laboratórios de refrigeração e eletrotécnica, equipados para treinamento em manutenção, serão modernizados com novos aparelhos. Já o laboratório de estética e massoterapia, que simula um ambiente real de beleza e possui até fachada própria, será ampliado e também receberá novos equipamentos.

Emoções

As duas noites de formatura do Centec foram marcadas por fortes emoções de amigos, familiares e alunos. Um momento especial ocorreu no final da segunda noite, quando o formando em logística André Ricardo dos Santos pediu a namorada e formanda do mesmo curso, Larissa Silva Barreto, em casamento.

“Foi uma noite muito especial. Fiquei muito emocionada, porque só nós dois sabemos o que passamos. Eu já era da área da logística e ‘puxei’ ele. Nós fizemos a formação juntos e enfrentamos muitos desafios, mas conseguimos vencer e hoje estamos aqui”, comentou a nova técnica e noiva.

André diz que o apoio de amigos e familiares é essencial para que os estudantes concluam a formação. No caso dele, havia o bônus de ter esse apoio ainda mais próximo, já que alcançou o diploma ao lado da namorada e agora futura esposa. “Passei por momentos difíceis, de ansiedade e depressão, mas ela me deu forças e conseguimos. Agora vamos continuar investindo na gente, buscando especializações”, afirma.

Um dos momentos mais emocionantes da primeira noite (terça) foi o discurso da formanda do curso técnico em enfermagem, Izabella Paixão de Souza. Em sua fala, ela relembrou os desafios superados pelos estudantes ao longo da formação, além de destacar os momentos felizes vividos, marcados por novas amizades e pela determinação em alcançar o sonho de concluir os estudos.

“Agora, é nosso dever retribuir à sociedade e ao mundo, usando nossos conhecimentos e habilidades adquiridas ao longo do curso e buscar fazer a diferença. E é aqui que reside a verdadeira certeza: só o conhecimento liberta! Com essa certeza, nosso legado será construído sobre a base sólida do conhecimento conquistado”, discursou a jovem.

Com informações da assessoria

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