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TCE-AM lidera ranking de instituições públicas com melhor controle interno no Amazonas

Foto: Assessoria

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) alcançou o primeiro lugar no Ranking de Controle Interno de 2023, consolidando-se como a instituição pública com maior pontuação no estado, com 1.003 pontos. O estudo, atualizado em 2024, e elaborado pelo Ministério Público de Contas do Amazonas, analisou o desempenho de diversos órgãos estaduais e municipais ao longo de 2023, com base em critérios técnicos rigorosos.

A conselheira-presidente do TCE-AM, Yara Amazônia Lins, destacou a relevância do resultado e o impacto positivo para a gestão pública.

“Esse resultado reafirma nosso compromisso com a excelência e com o fortalecimento do controle interno como pilar essencial para a gestão pública responsável. É um feito que nos enche de orgulho e que reflete o trabalho dedicado de toda a equipe do Tribunal”, afirmou.

Já o diretor de Controle Interno (DICOI) do TCE-AM, Mário Roosevelt, atribuiu o desempenho à capacidade técnica e ao foco em inovação.

“A liderança no ranking demonstra não apenas nossa competência técnica, mas também nosso alinhamento estratégico para garantir a aplicação eficiente dos recursos públicos. Continuaremos investindo em mecanismos que assegurem a integridade e a eficiência no controle interno, consolidando a confiança da sociedade em nossa atuação”, declarou.

O segundo lugar ficou com a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), que obteve 953 pontos e também foi classificada como “elevado”. O Governo do Estado conquistou a terceira posição, com 933 pontos, reforçando sua posição entre os órgãos mais bem avaliados do estado. A classificação “elevado” é atribuída às instituições que superam a marca de 807 pontos, enquanto as demais categorias incluem “mediano”, “deficiente” e “crítico”, de acordo com a pontuação obtida.

O Ranking de Controle Interno é uma iniciativa para medir a efetividade das políticas de governança e fiscalização nos órgãos públicos do Amazonas. Entre os avaliados, instituições como o Ministério Público do Estado e o Tribunal de Justiça do Amazonas também foram classificadas como “elevado”, com pontuações de 924 e 916, respectivamente.

Com informações da assessoria

Soldados israelenses deixaram Brasil e países europeus por suspeita de crimes de guerra

Imagem divulgada pelo Exército de Israel em 1º de janeiro de 2024 mostra soldados israelenses operando na Faixa de Gaza (Foto: Exército de Israel / AFP)

O caso do soldado israelense Yuval Vagdani, que interrompeu suas férias na Bahia às pressas, no sábado (4), depois de a Justiça brasileira pedir a abertura de uma investigação à Polícia Federal por supostos crimes de guerra em Gaza, não é o único desse tipo ocorrido nas últimas semanas no exterior, segundo o jornal francês Le Figaro. Com a ajuda da embaixada israelense, o reservista de 21 anos teria embarcado em um voo de Salvador para Buenos Aires.

O ministro israelense de Assuntos da Diáspora e Combate ao Antissemitismo de Israel, Amichai Chikli, enviou uma carta ao deputado Eduardo Bolsonaro condenando a decisão da Justiça brasileira contra o militar que passava férias na Bahia, e ainda acusou o governo Lula de perseguir israelenses. Mas, de acordo com o jornal francês, pelo menos três soldados que participaram de operações suspeitas em Gaza precisaram encurtar suas férias em Chipre, na Eslovênia e na Holanda, nas últimas semanas, por recomendação dos serviços de inteligência israelenses.

Dezenas de soldados israelenses estão sujeitos a investigações semelhantes em vários países do mundo, diz o Le Figaro, em decorrência de ações judiciais promovidas por várias ONGs pró-palestinas ou de defesa dos direitos humanos.

O governo da Austrália, por exemplo, antes de conceder vistos de entrada a militares israelenses, tem exigido que eles respondam a um questionário detalhado que inclui perguntas se “participaram ou testemunharam genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade”.

Por enquanto, o exército israelense não está proibindo seus soldados de permanecerem no exterior. Mas os casos considerados de potencial problemático têm passado por uma avaliação de risco em relação ao país para onde os militares pretendem viajar. Essa precaução foi reforçada na sequência dos mandados de detenção emitidos em 21 de novembro pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant, por crimes de guerra e crimes contra a humanidade em Gaza.

Apesar do Estado-Maior israelense recomendar aos militares discrição em relação às operações que efetuam em Gaza e na Cisjordânia, muitos soldados e reservistas divulgam abertamente nas redes sociais fotos e vídeos de abusos, saques, ameaças feitas contra civis, soldados dançando entre escombros ou posando com bichos de pelúcia de crianças palestinas. Segundo reportagem do portal de notícias FranceInfo, em casos extremos que envolvem infrações penais, uma investigação é aberta pela polícia militar israelense.

Foi com base em imagens publicadas nas redes sociais pelo soldado Yuval Vagdani que a ONG belga The Hind Rajab Fondation (HRF) pediu a abertura da investigação contra o reservista durante suas férias na Bahia.

ONG belga leva nome de criança palestina morta em Gaza

Segundo a HRF, o soldado Vagdani é suspeito de participar da demolição de um quarteirão residencial em Gaza, no final de 2024, utilizando explosivos fora de um contexto de combate. As residências serviam de abrigo para palestinos deslocados internamente após o início do conflito decorrente do ataque terrorista do Hamas, em 7 de outubro de 2023, contra localidades do sul de Israel.

Vagdani postou em redes sociais imagens da destruição em Gaza com a frase: “que possamos continuar destruindo e esmagando este lugar imundo sem pausa, até os seus alicerces”.

Hind Rijab é o nome de uma menina palestina de 6 anos que ficou presa em um carro com os corpos de familiares, em Gaza, e foi encontrada morta em 10 de fevereiro de 2024. A agonia da criança comoveu o mundo. Por mais de três horas, ferida, ela enfrentou os disparos de tanques israelenses que haviam cercado o veículo onde estava com sua família.

Hind e uma prima adolescente conseguiram entrar em contato por telefone com o Crescente Vermelho palestino para pedir socorro. Mas as duas ambulâncias enviadas ao local nunca puderam chegar ao veículo devido ao cerco israelense.

Com informações do Uol

Visitas porta a porta e serviços em bairros da cidade são retomados pela Águas de Manaus

Foto: Assessoria

A partir desta segunda-feira (6), equipes da Águas de Manaus retomam o trabalho de relacionamento com os clientes, por meio de ações porta a porta. O objetivo é percorrer diariamente vários bairros de Manaus, oferecendo serviços e com ações de melhoria em cada região. Os colaboradores vão verificar a necessidade de troca de hidrômetros, manutenções em ramais, vazamentos de rede de água, inclusão nas tarifas sociais e serviços de regularização. Além disso, as equipes que vão atuar porta a porta levam a oportunidade de negociações flexíveis de débitos e atualização cadastral para os clientes.

A concessionária reforça que todos os colaboradores estarão com uniforme da empresa, usando crachá funcional com foto e utilizam veículos com a logomarca da Águas de Manaus. Em caso de dúvidas, o cliente pode entrar em contato com a companhia através do número 0800 092 0195, para confirmar se a localidade está recebendo o serviço no período.

“Estaremos nas ruas para garantir a qualidade dos nossos serviços. As equipes foram habilitadas para atender aos clientes, tirar dúvidas e realizar negociações e serviços, como substituição e instalação de hidrômetros, troca de ramais com defeitos, identificar vazamentos, dentre outros. Com isso, nos aproximamos da população e nos colocamos à disposição para melhorar cada vez mais nosso atendimento”, destaca o gerente de Serviços Comerciais, Paulo Ricardo Silva.

O trabalho de relacionamento porta a porta consiste na visita de casa em casa com serviços como vistoria, padronização dos cavaletes, identificação da necessidade de novas ligações, além do mapeamento de locais que precisam de extensões de rede de água. As equipes irão permanecer nos bairros ao longo do ano de 2025.

“Hoje estamos com o serviço de abastecimento de água tratada universalizado, no entanto, a cidade cresce e precisamos acompanhar esse crescimento para garantir saúde e dignidade da população por meio dos nossos serviços de saneamento. Nossas equipes irão permanecer nos bairros ao longo do ano, ou seja, se algum morador sentir a necessidade de falar com a gente em outro momento após a visita, basta procurar onde estão atuando”, ressalta o gerente.

Dignidade

Programas de relacionamento são os pilares da atuação da Águas de Manaus na capital amazonense. Em 2019, por meio do Vem Com a Gente, a concessionária mapeou comunidades que não tinham acesso ao abastecimento de água tratada e, a partir daí, conseguiu implantar mais de 200 mil metros de rede de abastecimento.

Também é por meio deste tipo de ação que a companhia identifica famílias que se enquadram no perfil para ter acesso ao cadastro em tarifas sociais.

“Desde que chegamos em Manaus, desenvolvemos inovações como estruturas aéreas de distribuição de água e coleta de esgoto. As visitas porta a porta nos fez conhecer a realidade de cada região da cidade e nos ajudou a levar saúde e dignidade para a população através das nossas estruturas. Hoje, estamos dando continuidade a estes serviços”, enfatiza Paulo Ricardo.

Com informações da assessoria

Em artigo, Tenório Telles celebra trajetória de Leyla Leong e condena o etarismo e a misoginia

Foto: Reprodução / Blog Editora Valer

Leyla Leong – Senhora da Palavra

Por Tenório Telles

Um dos livros que me marcaram, na minha jornada de leitor, foi “O idiota”, de Dostoiévski. Ainda ecoa uma de suas passagens célebres: “A beleza salvará o mundo”. O personagem que a pronuncia não se refere a uma qualidade física, mas subjetiva e existencial. Um ser humano revestido de beleza não é só quem cultiva as virtudes, mas também aquele que se insurge contra a crueldade do mundo, a mentira e o cinismo – e se afirma pela sua autenticidade e grandeza humana. O autor russo conhecia bem esses valores, notadamente após ter sobrevivido a um fuzilamento.

Essa reflexão me veio a propósito da obra da escritora Leyla Leong – e a registro como uma reparação contra a maldade e a injustiça em relação ao seu trabalho e, acreditem, às ilações perversas sobre a sua vida e sua condição de mulher. Ela foi vítima, na última semana, de etarismo, misoginia, fake news e outras inverdades sobre seu papel como profissional da palavra e seu posicionamento literário e político.

O cerne dessa situação diz respeito a algo que define a espécie humana: a liberdade de opinião, que é uma garantia constitucional e fundamento da Declaração Universal dos Direitos Humanos [“Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão”]. Mas a liberdade não prescinde do respeito à dignidade humana.

O que a escritora Leyla Leong tem expressado, em manifestações públicas, são, em verdade, preocupações sobre o momento de transformações que vivemos com o advento das redes sociais e seus impactos sobre a cultura, a leitura e as produções culturais. Esse é um debate universal, com grandes pensadores e escritores se manifestando ora de forma crítica, ora de forma mais receptiva às mídias. Recentemente, a pesquisadora Mia Levitin, estudiosa do tema, publicou um artigo revelador sobre essa questão: “Redes sociais, degradação mental e a lenta morte da leitura”. As ponderações de Leyla são legítimas e dialogam com o ponto de vista de diversos intelectuais que veem esses novos meios de comunicação com certas ressalvas.

A detratora que a ataca distorce o que ela falou e lhe atribui afirmações inverossímeis, ao mesmo tempo em que aproveita para fazer seu julgamento condenatório contra a autora, numa atitude gratuita e de tamanha crueldade. Emite juízos injustos sobre sua obra: “textos… ‘difíceis de entender’ e fora do alcance do público”. E a acusa de escrever “obras sofisticadas”, como se isso fosse um equívoco. Fica evidente que não leu os livros de Leyla Leong – uma das narradoras mais estudadas e amadas pelas crianças e leitores em geral.

Nota-se uma nítida intenção de depreciar o trabalho de uma intelectual séria e cuidadosa, rotulando-a como uma “senhora de hábitos arcaicos e anacronicamente bocejante” (sic). O texto denota, ainda, preconceitos quanto à idade da escritora, por ser idosa, numa clara atitude etarista, além do deboche ao considerá-la como parte de um grupo de “merdejantes intelectuais”. No seu afã destrutivo, nem a língua portuguesa escapa de sua sanha vulgar, ao cometer erros crassos: “atendem à (sic) desejos do público”; “o prazer da leitura perdeu sem (sic) encanto”; “o habito (sic) da leitura”; “laboratórios de escrita rápida voltadas (sic) para o público”; “um livro me chega em mãos” (sic); “Estes escritores… escrevem porque lêem (sic)”; “essa elite pseuda-burguesa (sic)”. Isso sem falar na falta de clareza, períodos truncados e nas vírgulas usadas sem critério.

Enfim, o texto, mais que uma tentativa de desqualificar “esta senhora belle-epoquiana (sic)”, leia-se Leyla Leong, é uma agressão à “Última flor do Lácio” – como não lembrar do “velho” Bilac? Para esclarecer o leitor, “sic” significa “assim”, usado para enfatizar a forma descuidada com que a difamadora tratou a sua própria escrita. E não é demais dizer que, para transgredir, o escritor precisa conhecer sua língua. Basta lembrar Oswald de Andrade, Lima Barreto, Ana Cristina Cesar, Paulo Leminski, Violeta Branca, Jorge Tufic, Simão Pessoa, Regina Melo… Não se deve confundir subversão com desleixo e erros primários.

O mais grave são as insinuações maldosas sobre a criadora de “Essa tal de natureza”, verdadeiras fake news: “porta voz (sic) da literatura elitista” [Leyla nunca expressou qualquer posicionamento elitista. Longe disso: participa de projetos de leitura em escolas públicas e atividades formativas com os professores]; outra falsidade: “jornalista aposentada faz parte dessa elite manauara que se coloca no patamar superior” [Leyla descende de uma família de professores e intelectuais que contribuíram significativamente com a cultura local – é prima da poeta Astrid Cabral e do professor Renan Freitas Pinto]; desrespeitosa, refere-se à ficcionista como parte da “elite merdejante aburguesada” [Leyla, ao longo dos anos, sempre esteve ao lado das boas causas: da cultura, dos direitos das mulheres, além de ter sido uma grande incentivadora dos artistas, como gestora cultural, uma das mais atuantes quando dirigiu o Centro Cultural Usina Chaminé].

A infâmia das infâmias é o que essa ofensora manifesta no final do seu panfleto, insinuando ser Leyla Leong uma “tiazinha que acha que a ditadura militar e o espancamento infantil seja (sic) um fato necessário e ilustre” (sic também pela impropriedade expressiva): essa afirmação é abjeta – Leyla não compactuou com a ditatura e foi sempre uma defensora da liberdade. Quanto à insinuação de conivência com o “espancamento infantil”, não há o que falar: Leyla é uma mulher que trabalha desde muito jovem, cuida da sua família e cumpre com suas obrigações como cidadã.

Esse pandemônio de insanidade e ressentimento me trouxe ao pensamento a lucidez de Umberto Eco: “Para a máquina de lama é suficiente difundir uma sombra de suspeita ou trabalhar sobre uma fofoca menor”.

Por fim, proponho algumas ponderações: a questão dessa celeuma que se quer suscitar não é entre o novo e a tradição. A tradição é importante: como prescindir de Machado de Assis, Guimarães Rosa, Fernando Pessoa, Lygia Fagundes Telles, Drummond, Adélia Prado… Devemos aprender com o passado e buscar caminhos novos no presente. Mas o que se percebe, nesse vendaval de ofensas, mentiras e narrativas enviesadas, é uma falsa defesa do “novo” como um fim em si mesmo – como se tudo o que se publica hoje fosse surpreendente, o que não é real –, embora trabalhos de qualidade sempre estejam surgindo. Exemplo disso é a obra de autores recentes, como Grace Cordeiro, Susy Freitas, Pollyanna Furtado, Sandra Godinho, Thiago Roney, Gabriel Albuquerque, Daniel Amorim, Mayanna Velame, Eber Bentes, Ruth Jucá, Jan Santos, Werner Bentes, entre outros.

Só o tempo, o maior dos críticos, dirá o que é realmente relevante e de valor estético. A questão não é entre o novo e o velho; canônico ou não [processo que só os anos definem] – na verdade, é uma reação da arrogância de alguns escrevinhadores que se acham maiores que Dante, Camões, Clarice, Cecília Meireles, Graciliano, Luiz Bacellar… Sofrem com a dor de saber das próprias limitações criativas e vivem no autoengano e no ressentimento. Como sempre ocorreu na história literária, a mentira não vencerá, porque a ofensa e a intolerância são as armas dos fracos. E quando alguém levanta a voz é porque sabe que já perdeu.

Os bons livros prevalecerão para além das contingências do presente. A beleza, portanto, é o antídoto ao mal, à ignorância e à baixeza. Senhora da palavra, Leyla Leong tem na sua obra o seu melhor testemunho e defesa.

P.S.: A respeito dessa discussão sobre qualidade literária, o novo, a tradição e o desapreço pela língua e pela beleza, sugiro a leitura do texto “30 notas sobre a má poesia…”, do poeta Zemaria Pinto, uma das melhores e mais corajosas reflexões sobre o fenômeno literário entre nós, o compromisso com a palavra e a produção contemporânea no Amazonas: https://palavradofingidor.blogspot.com/2015/05/30-notas-sobre-ma-poesia-margem-da.html

 

Dois anos depois, 8/1 é desaprovado por 86% dos brasileiros, revela pesquisa Quaest

Invasão e depredacão às sedes dos três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023 (Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo em 8-1-2023)

Os resultados da nova pesquisa Quaest, divulgados nesta segunda-feira (6), mostram que 86% dos brasileiros reprovam as invasões das sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro de 2023. O levantamento sugere que, mesmo dois anos após o ocorrido, a desaprovação do episódio supera 80% tanto entre eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quanto do presidente Lula (PT). O instituto realizou 8.598 entrevistas entre os dias 4 e 9 de dezembro e considerou a margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos, para um nível de confiança de 95%.

No novo levantamento, o percentual dos entrevistados que desaprova os atos de 8/1 é 86%, o que representa uma redução de oito pontos percentuais em relação aos 94% contabilizados em fevereiro de 2023, um mês após o episódio. No mesmo período, o percentual que declara apoio ao episódio teve um aumento de 4% para 7%, enquanto os que não souberam responder variaram de 2% para 7%.

No novo levantamento, o percentual dos entrevistados que desaprova os atos de 8/1 é 86%, o que representa uma redução de oito pontos percentuais em relação aos 94% contabilizados em fevereiro de 2023, um mês após o episódio. No mesmo período, o percentual que declara apoio ao episódio teve um aumento de 4% para 7%, enquanto os que não souberam responder variaram de 2% para 7%.

“A rejeição aos atos do 8/1 mostra a resistência da democracia brasileira e a responsabilidade da elite política brasileira. Diante de tanta polarização, é de se celebrar que o país não tenha caído na armadilha da politização da violência institucional”, disse Felipe Nunes, diretor da Quaest, ao também destacar que a reprovação também permanece próxima dos 86% em todas as regiões do país, faixas de renda, escolaridade e idade.

Ainda de acordo com a pesquisa, 50% dos brasileiros acham que Bolsonaro teve influência no episódio, contra 39% que o eximem de culpa. Os novos percentuais representam mudanças em relação aos valores contabilizados em dezembro de 2023, quando 47% acreditavam que o ex-presidente teve algum envolvimento com os atos, enquanto 43% rechaçavam a hipótese. Já em fevereiro daquele ano, 51% acreditavam na participação do ex-mandatário, enquanto 38% negavam.

Com informações de O Globo

Globo de Ouro 2025: veja lista completa dos vencedores nas categorias de Cinema

Sebastian Stan ganhou o Globo de Ouro como melhor ator em Filme de Comédia / Musical (Foto: Reuters)

A noite deste domingo (5) entrou para a história do cinema nacional, assim que Fernanda Torres foi anunciada como a grande vencedora do Globo de Ouro, na categoria de Melhor Atriz de Drama, por Ainda Estou Aqui, filme original Globoplay. Emocionada e perplexa, a estrela brasileira subiu ao palco do Beverly Hilton Hotel, nos Estados Unidos, e fez um belo discurso, com direito a homenagem à mãe, Fernanda Montenegro.

Uma das principais premiações do cinema mundial, o Globo de Ouro é considerado um termômetro para indicações e ganhadores do Oscar, que acontece em março.

Confira os vencedores do Globo de Ouro

Melhor Filme de Drama

  • “O Brutalista” 🏆

  • “Um Completo Desconhecido”

  • “Conclave”

  • “Duna: Parte Dois”

  • “Nickel Boys”

  • “Setembro 5”

Melhor Atriz em Filme de Drama

  • Pamela Anderson – “The Last Showgirl”

  • Angelina Jolie – “Maria”

  • Nicole Kidman -“Babygirl”

  • Tilda Swinton – “O Quarto ao Lado”

  • Fernanda Torres – “Ainda Estou Aqui” 🏆

  • Kate Winslet – “Lee”

Melhor Ator em Filme de Drama

  • Adrien Brody – “O Brutalista” 🏆

  • Timothée Chalamet – “Um Completo Desconhecido”

  • Daniel Craig – “Queer”

  • Colman Domingo – “Sing Sing”

  • Ralph Fiennes – “Conclave”

  • Sebastian Stan – “O Aprendiz”

Melhor Filme de Comédia/Musical

  • “Anora”

  • “Rivais”

  • “Emilia Pérez” 🏆

  • “A Real Pain”

  • “A Substância”

  • “Wicked”

Melhor Atriz em Filme de Comédia/Musical

  • Amy Adams – “Nightbitch”

  • Cynthia Erivo – “Wicked”

  • Karla Sofía Gascón – “Emilia Pérez”

  • Mikey Madison – “Anora”

  • Demi Moore – “A Substância” 🏆

  • Zendaya – “Rivais”

Melhor Ator em Filme de Comédia/Musical

  • Jesse Eisenberg – “A Real Pain”

  • Hugh Grant – “Herege”

  • Gabriel LaBelle – “Saturday Night”

  • Jesse Plemons – “Tipos de Gentileza”

  • Glen Powell – “Assassino por Acaso”

  • Sebastian Stan – “A Different Man” 🏆

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Selena Gomez – “Emilia Pérez”

  • Ariana Grande – “Wicked”

  • Felicity Jones – “O Brutalista”

  • Margaret Qualley – “A Substância”

  • Isabella Rossellini – “Conclave”

  • Zoe Saldaña – “Emilia Pérez” 🏆

Melhor Ator Coadjuvante

  • Yura Borisov – “Anora”

  • Kieran Culkin – “A Real Pain” 🏆

  • Edward Norton – “Um Completo Desconhecido”

  • Guy Pearce – “O Brutalista”

  • Jeremy Strong – “O Aprendiz”

  • Denzel Washington – “Gladiador II”

Melhor Direção

  • Jacques Audiard – “Emilia Pérez”

  • Sean Baker – “Anora”

  • Edward Berger – “Conclave”

  • Brady Corbet – “O Brutalista” 🏆

  • Coralie Fargeat – “A Substância”

  • Payal Kapadia – “All We Imagine as Light”

Melhor Roteiro

  • “Emilia Pérez” – Jacques Audiard

  • “Anora” – Sean Baker

  • “O Brutalista” – Brady Corbet e Mona Fastvold

  • “A Real Pain” – Jesse Eisenberg

  • “A Substância” – Coralie Fargeat

  • “Conclave” – Peter Straughan 🏆

Conquista Cinematográfica e de Bilheteria

  • “Alien: Romulus”

  • “Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice”

  • “Deadpool & Wolverine”

  • “Gladiador II”

  • “Divertida Mente 2”

  • “Twisters”

  • “Wicked” 🏆

  • “Robô Selvagem”

Melhor Filme de Animação

  • “Flow” 🏆

  • “Divertida Mente 2”

  • “Memoir of a Snail”

  • “Moana 2”

  • “Wallace & Gromit: Avengança”

  • “Robô Selvagem”

Melhor Trilha Sonora Original em Filme

  • Volker Bertelmann – “Conclave”

  • Daniel Blumberg – “O Brutalista”

  • Kris Bowers – “Robô Selvagem”

  • Clément Ducol e Camille – “Emilia Pérez”

  • Trent Reznor & Atticus Ross – “Rivais” 🏆

  • Hans Zimmer – “Duna: Parte Dois”

Melhor Canção Original em Filme

  • “The Last Showgirl” – “Beautiful That Way”

  • “Rivais” – “Compress/Repress”

  • “Emilia Pérez” – “El Mal” 🏆

  • “Better Man: A História de Robbie Williams” – “Forbidden Road”

  • “Robô Selvagem” — “Kiss the Sky”

  • “Emilia Pérez” – “Mi Camino”

Melhor Filme em Língua Estrangeira

  • “Tudo que Imaginamos como Luz”

  • “Emilia Pérez” 🏆

  • “The Girl with the Needle”

  • “Ainda Estou aqui”

  • “The Seed of the Sacred Fig”

  • “Vermiglio”

Com informações do gshow

Zambelli tenta recuperar algum protagonismo e negocia vaga de líder da minoria

Foto: Lula Marques / Agência Brasil

Submersa desde que sacou uma pistola e perseguiu um homem na véspera da eleição de 2022, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) tenta retornar aos holofotes.

Zambelli articula para se tornar a líder da minoria na Câmara. A movimentação divide opiniões. Há defensores engajados e parlamentares totalmente contrários.

A antipatia de Jair Bolsonaro (PL) é outro empecilho. Ele atribui sua derrota na eleição ao episódio da perseguição. Uma entrevista de Zambelli criticando a ida do ex-presidente para os Estados Unidos também contribuiu para complicar a relação entre ambos.

Procurada, a deputada não quis se manifestar. Nenhuma novidade. Zambelli adotou uma atitude de aversão à imprensa nos últimos dois anos.

Embaralhando o jogo

A aspiração de Zambelli ocorreu quando os cargos de liderança pareciam encaminhados. A direita conservadora é capitaneada pelo PL e há três cargos para atuação: líder do partido, líder da minoria e líder da oposição.

O costume é os cargos serem entregues ao deputado que tenha mais apoio. O parlamentar recolhe assinaturas de colegas avalizando seu nome e recebe a nomeação. Três deputados tinham assinaturas suficientes:

    Líder do PL – Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ);

    Líder da oposição – Zucco (PL-RS);

    Líder da minoria – Caroline de Toni (PL-SC)

A tentativa de Zambelli mexe com os planos políticos de uma colega. Caroline de Toni é atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça e ganhou respeito da direita ao aprovar projetos conservadores.

Marcada pela fama de não agregadora, Zambelli tentou um acordo com De Toni. Evitar brigas é importante para não alimentar a pecha de política egoísta que paira sobre Zambelli.

Ela ofereceu a vice-liderança da minoria a De Toni. O cargo sequer existe e a proposta não foi aceita, conforme apuração do UOL.

Apesar da disputa, a liderança da minoria é uma função sem poder parlamentar. Não permite fazer indicações dentro de partidos nem junto à Mesa Diretora da Câmara. O que o cargo oferece é um holofote para o ocupante

Apoiadores de Zambelli

Deputados do bolsonarismo raiz estão ao lado de Zambelli. Eles ressaltam que a direita pretende ser mais combativa a partir deste ano, já mirando nas eleições de 2026.

Zambelli é conhecida pela postura agressiva. O alcance nas redes sociais, com 6,2 milhões de seguidores somando Instagram e X, é outro ativo dela.

A cassação da deputada também é citada. Ela é julgada pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

Entre os 7 juízes, 4 já votaram pela cassação. O processo também aplica pena de não poder se candidatar a nenhum cargo público durante oito anos.

Os apoiadores de Zambelli querem dar maior peso político para a deputada. Os aliados esperam uma longa batalha e argumentam que quanto mais graduada na direita, mais armas ela terá para a disputa judicial.

A aversão ao PSOL também é usada para torná-la líder da minoria. O pedido de cassação partiu da deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e dar resposta à “extrema esquerda” é uma forma de pedir assinaturas para Zambelli.

Os opositores de Zambelli

Os grandes anúncios da direita acontecem com deputados reunidos no salão verde. Trata-se do espaço da Câmara para entrevistas sobre temas importantes.

Mesmo com a direita precisando mostrar envergadura, Zambelli não era convidada a participar dos eventos. Não havia clima por causa da aversão de Bolsonaro e da pecha de egoísta. Nos últimos dois anos, ela olhava as coletivas de longe, parada atrás das câmeras da imprensa.

Este histórico joga contra a deputada. A maioria dos parlamentares contrários a Zambelli na liderança da minoria não faz grandes reflexões para justificar sua opinião. Usam termos desqualificadores, como “ficha corrida manchada”, para negar apoio.

A situação ocorre até mesmo entre bolsonaristas raiz. Além de um alinhamento com Bolsonaro, eles preferem De Toni, que também é bolsonarista raiz e bastante engajada com as pautas da direita conservadora.

Com informações do Uol

Fernanda Torres vence no Globo de Ouro e traz prêmio inédito ao Brasil; veja vencedores

‘Ainda Estou Aqui’ recebeu indicações para Melhor Atriz, com Fernanda Torres, Melhor Filme e Melhor Filme Internacional (Foto: Reuters)

A noite do Globo de Ouro 2025 foi de celebração para o Brasil. Fernanda Torres conquistou a estatueta de Melhor Atriz em Filme de Drama por sua atuação em Ainda Estou Aqui, produção original do Globoplay. A emocionante performance da atriz chamou a atenção da crítica internacional, consolidando o talento dela em um dos maiores palcos do entretenimento mundial.

Em seu discurso, Fernanda Torres dedicou o prêmio à mãe, Fernanda Montenegro, que foi indicada ao mesmo prêmio há 25 anos por sua atuação em “Central do Brasil”. Desta vez, no entanto, o troféu veio para casa.

“Meu Deus, eu não preparei nada, porque não sei se estava pronta. Esse foi um ano incrível para os desempenhos de atrizes, tantas atrizes aqui que eu admiro tanto. E, claro, quero agradecer ao Walter Salles, meu parceiro, meu amigo. Que história, Walter”, começou ela.

“E, é claro, quero dedicar esse prêmio à minha mãe. Vocês não têm ideia, ela estava aqui há 25 anos, e isso é uma prova que a arte dura na vida, até durante momentos difíceis pelos quais a Eunice Paiva passou e com tanto problema hoje em dia no mundo, tanto medo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para o Andrucha, para o Selton, meus filhos. E para todos, muito obrigada ao Globo de Ouro, Michael Parker, Mara, tantas pessoas. Muito obrigada!”.

A vitória de Fernanda Torres movimentou o Brasil, anônimos e diversos famosos comemoraram nas redes sociais a conquista da atriz.

Concorrendo ao lado de Pamela Anderson, Angelina Jolie, Nicole Kidman, Tilda Swinton e Kate Winslet, Fernanda Torres levou a melhor e trouxe o prêmio inédito ao Brasil. Com essa vitória, a atriz brasileira escreve um novo capítulo na história do cinema nacional.

Com informações do gshow

Cade retoma inquérito sobre suposto monopólio da Globo no futebol parado desde 2023

Flamengo é o atual campeão da Copa do Brasil: clube disse ao Cade que teve problemas com a Globo, em inquérito renovado pelo órgão, mesmo parado desde 2023 (Foto: Cris Mattos / Reuters)

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) renovou no dia 27 de dezembro, até mês de março, um inquérito que investiga desde 2021 um suposto monopólio da Globo nas transmissões de futebol no Brasil.

Segundo documentos obtidos pela coluna, o Cade renovou o caso por dizer que precisa de tempo para analisar os depoimentos colhidos. “Existe robustez em tudo colhido que necessita ser olhado com calma”, diz o despacho.

O Cade não faz diligências sobre o assunto desde julho de 2023. Na ocasião, o órgão governamental enviou 34 ofícios para clubes e para a Warner Bros Discovery pedindo esclarecimentos sobre contratos do Campeonato Brasileiro entre 2019 e 2024.

O Cade pediu para os notificados que relatassem em detalhes quaisquer problemas com a Globo, o que foi relatado por Flamengo e Warner. Em reuniões com o Cade, a Warner confirmou que rescindiu um contrato com o Brasileirão que tinha neste ciclo por situações ruins causadas pela Globo.

Alguns clubes responderam aos questionamentos do Cade, como São Paulo, Vitória (BA), Vasco e Cuiabá.

Entre eles também está o Flamengo, time de maior torcida do país. No ofício enviado no último dia 31 de agosto, o Flamengo confirmou que teve sua intenção de transmissão de jogos em seu streaming próprio em 2020 atrapalhados pela Globo.

O Cade investiga desde 2021 a situação. A Globo, nos autos, nega qualquer monopólio e fala da pulverização recente dos direitos. O Brasileirão, por exemplo, foi comprado pela Record por três anos a partir de 2025.

Com informações da Folha de S.Paulo

Artigo alerta para discussões sobre a Amazônia que a inteligência artificial não vê

Foto: Getty Images

A Amazônia, reconhecida pela biodiversidade e diversidade de povos indígenas, enfrenta desafios significativos, como desmatamento e mudanças climáticas, que ameaçam tanto o meio ambiente quanto as culturas locais. A inteligência artificial (IA) pode desempenhar papel crucial na valorização cultural e na conservação ambiental, mas sua aplicação deve ser cuidadosamente considerada.

Grande parte do desenvolvimento da IA, especialmente no contexto generativo, ocorre fora do Brasil, em países como Estados Unidos e China. A Unesco alertou sobre uma divisão que pode marginalizar os países do Sul Global, transformando suas culturas em mercadorias desprovidas de identidade. Um exemplo disso foi a solicitação do publicitário Rodrigo Esteves a uma IA generativa para criar uma imagem de povos indígenas brasileiros, que resultou em representações de nativos norte-americanos. Isso mostra o viés cultural preponderante nas IAs treinadas com dados globais.

O desafio é agravado pela concentração do desenvolvimento tecnológico em poucas empresas privadas, predominantemente localizadas no Norte Global, levando à hegemonia cultural e à erosão da confiança e do entendimento. Um relatório do Oxford Internet Institute destaca os riscos associados a essa dinâmica, que perpetua preconceitos coloniais e vulnerabiliza os países do Sul Global.

A 19ª edição do Relatório de Riscos Globais, de 2024, reforça a preocupação com a hegemonia tecnológica e seus impactos nas culturas, especialmente nas comunidades indígenas. Apesar do crescimento no uso de tecnologias como a IA no Brasil, a adoção traz à tona questões de viés cultural, como mencionado no manifesto “DecolonizAI”, da Universidade de São Paulo. Para evitar o apagamento das culturas originárias, é essencial garantir a representatividade nos dados utilizados para treinar esses sistemas, considerando gênero, etnia e características culturais.

Os povos amazônidas, em particular, e sua cultura são mal representados pela IA, que muitas vezes falha em captar suas nuances. Além disso, tecnologias de vigilância correm o risco de ser mal utilizadas, ignorando os direitos das comunidades indígenas. Ailton Krenak, em palestra na Reconcitec 2024, enfatizou a necessidade de repensar a inovação tecnológica, privilegiando uma conexão profunda com o clima, os ecossistemas e os territórios.

Entretanto há iniciativas promissoras, como o chatbot desenvolvido pela Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação de Rondônia, em parceria com o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, que monitora queimadas em tempo real, permitindo respostas mais rápidas e eficazes.

Um uso responsável da IA exige abordagem ética que respeite os saberes locais. A inclusão das comunidades indígenas nas políticas públicas e regulações precisa garantir que a IA seja usada para preservar, e não suprimir as culturas amazônicas. Eventos como a COP30 devem ser oportunidades para estabelecer diretrizes que promovam a inclusão e a proteção das identidades indígenas, incorporando seus saberes ancestrais em todo o ciclo regulatório da IA.

Construir um futuro tecnológico que valorize as culturas originárias requer esforços coletivos. A inovação deve servir à preservação da riqueza cultural e ambiental da Amazônia, garantindo que permaneçam vivas. Assim, povos indígenas e tecnologias emergentes podem encontrar um caminho sustentável que equilibre tradição e inovação, sustentabilidade e tecnologia, assegurando que a cultura seja um bem jurídico protegido e um direito das gerações futuras.

*Guilherme Mucelin é doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Ricardo Moura Antunes é pós-graduado em Direito, políticas públicas e controle externo e especialista em populações indígenas da Amazônia pela Universidade Federal do Pará, Christine Albiani é mestre em Direito pela Universidade Federal da Bahia, Bruna Strahl é pós-graduada em Direito Administrativo e gestão pública pela Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Publicado em O Globo

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