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Prefeitura retoma obras na Feira Manaus Moderna uma das mais importantes da capital

Foto: Gildo Smith / Semacc

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), iniciou, nesta terça-feira (14), a retomada das obras de revitalização da feira Manaus Moderna, localizada na rua dos Barés, centro da capital. A iniciativa busca modernizar a estrutura do local, proporcionando melhores condições de trabalho para os mais de 500 feirantes e mais conforto aos consumidores que frequentam o espaço diariamente.

De acordo com o secretário da Semacc, Wanderson Costa, a ação integra o cronograma de entrega de reformas pendentes.

“O prefeito David Almeida entregou 22 feiras totalmente reformadas nos últimos quatro anos. Em 2025, o trabalho continua, com a meta de entregar mais de 10 feiras revitalizadas e a inclusão de um segundo pacote de intervenções que contemplará os mercados não incluídos na fase inicial. O esforço é contínuo e visa um período de grandes realizações”, destacou.

As obras incluem melhorias no piso, reparos nos sistemas elétricos e hidráulicos, além de reforços na iluminação. Também serão realizadas a reorganização das bancas e a criação de espaços acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. Um novo sistema de escoamento de água será implementado para evitar alagamentos e garantir um ambiente mais limpo e seguro.

A revitalização da Feira Manaus Moderna é vista como um marco no incentivo ao comércio local e à valorização dos produtos regionais, como frutas, verduras, peixes e artesanatos.

Para a dona de casa Raimunda Peixoto das Neves, 58 anos, a população espera um espaço modernizado e salutar. “Eu venho aqui toda semana, gosto de comprar os produtos frescos, e com a reforma espero um lugar mais limpo, e principalmente com banheiros, quero poder ter a experiência de comprar em uma feira agradável e funcional”, concluiu a cliente.

A Prefeitura de Manaus reafirma seu compromisso com o desenvolvimento da cidade, investindo continuamente em infraestrutura e serviços essenciais, com foco no fortalecimento da economia e no bem-estar da população.

Com informações da Semacc

 

‘Para trabalhar na Amazônia, precisa ter esperança’, diz diretor do Instituto Mamirauá

Tecnologias monitoram biodiversidade, árvores e ar da Amazônia (Foto: João Cunha)

O canto dos pássaros. A vibração que a onça-pintada emite ao caminhar pela mata. A comunicação entre os pirarucus na profundeza dos rios. No interior da Amazônia, sons da floresta funcionam como uma orquestra harmônica. Mesmo ouvidos destreinados conseguem perceber a sinfonia. Mas, se um dos “instrumentos” desafina ou para de tocar, o descompasso também é evidente.

A analogia entre a música e a biodiversidade amazônica é do biólogo carioca Emiliano Ramalho, de 46 anos, que mora há mais de duas décadas na floresta. É a melhor forma que ele encontrou para explicar como o monitoramento contínuo dos animais ajuda a avaliar o funcionamento do ecossistema e se há sinais de alerta.

Ramalho é diretor técnico-científico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, na cidade de Tefé, no Amazonas, uma entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Ele coordena desde 2016 o Projeto Providence, que usa sistemas automatizados de som e imagem para estudar as espécies amazônicas. São mais de 40 sensores espalhados pela floresta, que realizam monitoramento em tempo real, 24 horas por dia e sete dias por semana.

“Por meio da tecnologia, conseguimos observar um número de espécies e tipos de comportamentos que seriam impossíveis de monitorar por meios naturais. Então, muda completamente a perspectiva de observação dos bichos. A tecnologia não exclui a necessidade, muitas vezes, de ter o ser humano indo em campo, mas ela se torna um tipo de sétimo sentido nosso”, diz o biólogo.

Emiliano Ramalho já trabalhou especificamente com a contagem de pirarucus, no início da carreira, e depois se tornou um dos maiores especialistas em ecologia e biologia de onças-pintadas, principalmente em ambientes de várzea. Em um cenário que sofre inundações durante três a quatro meses por ano, o felino se adapta e passa a viver no topo das árvores. O comportamento foi registrado cientificamente pela primeira vez pelo pesquisador.

O biólogo costuma dizer que a “onça-pintada é fundamental para a conservação da floresta e a floresta é essencial para a sobrevivência da onça-pintada”. Nesse sentido, o equilíbrio social e natural passa, necessariamente, por estratégias de conservação da biodiversidade amazônica. É esse trabalho, aperfeiçoado pelos instrumentos tecnológicos, que move Ramalho a acreditar em um futuro melhor.

“Para trabalhar na Amazônia, você precisa ter esperança. Sou otimista, porque a nossa geração e a próxima ainda vão ter chance de mudar o cenário de crise. Mas hoje a situação é muito crítica, porque não temos de fato mais zona de amortecimento. Se não mudar o paradigma de como deve ser o desenvolvimento da floresta, a gente vai perder a Amazônia”, analisa o biólogo.

Ecologia digital

Uma outra forma de entender as dinâmicas climáticas da Amazônia é olhar para árvores e vegetações. Esse tem sido o caminho percorrido pelo cientista paulista Thiago Sanna Freire Silva, ecologista digital, como gosta de se intitular, que leciona informática ambiental na Universidade de Stirling, na Escócia, e coordena projetos de monitoramento de florestas inundáveis.

O foco principal do cientista está em entender como mudanças na hidrologia, no nível da água durante secas e cheias, afeta o ecossistema, principalmente em um cenário em que esses fenômenos se tornaram mais extremos. Para ter uma visão analítica mais ampla, ele escaneia extensões grandes da floresta com a tecnologia light detection and ranging (Lidar), um sensor capaz de emitir lasers, mapear e gerar cenários em 3D.

“Partimos das seguintes reflexões: se a gente começar a ter secas muito intensas sempre, isso poderia ser uma coisa boa para as árvores. Porque, quando elas estão inundadas, geralmente param de crescer. Ao mesmo tempo, por causa do aumento de temperatura e da redução de precipitação, durante a época de seca pode também faltar quantidade adequada de água para elas. E as árvores vão ficar estressadas e ainda mais vulneráveis do que em florestas de terra firme”, diz Silva.

O cientista explica que a análise ajuda a entender os padrões em níveis macroestruturais, a partir de grandes escalas e padrões de funcionamento da floresta. E que os resultados são aprimorados ao dialogarem com os estudos em nível micro e local. Diante do ritmo acelerado de impactos e prejuízos ao ecossistema, é preciso pensar primeiro em adaptações, antes de vislumbrar regenerações ambientais.

“Um dos grandes problemas dessas grandes crises climáticas é que a gente não tem como frear, pela velocidade e o tamanho delas. Só o que a gente pode fazer é se adaptar, entender melhor o que está acontecendo e conseguir prever com antecedência como essas mudanças vão se acumular ao longo das décadas. Assim, podemos pensar em estratégias melhores de como preservar essas florestas e ajudar as pessoas que dependem desses ambientes”, projeta Silva.

Ao rastrear a saúde das zonas úmidas durante anos, o cientista distingue as áreas que precisam ser protegidas antes que os danos se tornem irreversíveis. Enquanto há estudo, há esperança.

“Qualquer cientista que trabalha com ecologia e mudanças climáticas vive uma montanha-russa de sentimentos. Em alguns momentos, você fica completamente pessimista. Em outros, tem uma explosão de otimismo. O mais importante é que a gente tem buscado engajamento com as comunidades locais, as pessoas que têm maior capacidade de realmente proteger e fazer diferença. E que às vezes podem até não perceber o poder que elas têm”, diz o pesquisador.

Floresta estressada

No caso da cientista Luciana Gatti, os sinais do desmatamento e da crise climática são percebidos no ar. Ela é química e coordena o Laboratório de Gases de Efeito Estufa (LaGEE) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde 2003, atua em pesquisas na área de mudanças climáticas, com foco no papel da Amazônia na emissão e absorção de carbono.

A medição das emissões de gases do efeito estufa começou em 2004, na Floresta Nacional do Tapajós, no Pará. A partir de 2010, conseguiram expandir os trabalhos para outras localidades da Amazônia. Aviões de pequeno sobrevoam pontos específicos da floresta, onde amostras de ar são coletadas e armazenadas em frascos, para posterior análise em laboratório.

Com isso, poderia ser calculado se a floresta estava se comportando como fonte ou sumidouro de carbono. Ou seja, se ela mantinha a capacidade de absorver mais gases do efeito estuda do que eram emitidos.

“A primeira constatação foi a de que uma região da Amazônia é muito diferente da outra. A maior parte dos cientistas usa um número ou uma taxa e aplica para o bioma inteiro. Vimos que, quanto mais desmatada a floresta, mais a região tinha perdido volume de chuva e aumentado a temperatura ao longo de 40 anos. E isso acontecia principalmente durante a estação seca, especificamente entre os meses de agosto a outubro, no período da seca. Desmatamento não é só perda de carbono e emissão de gás estufa. É também mudança da condição climática para a floresta que ainda não foi desmatada”, explica Luciana.

Em outras palavras, a floresta que está sendo modificada pelo desmatamento ao redor vive em uma situação de “estresse”. “Estamos matando a floresta de duas maneiras diferente: direta e indiretamente. A árvore não consegue fazer fotossíntese, porque está tão seco embaixo da terra que ela precisa fechar o ‘estômago’ para não perder água e continuar vivendo. E isso explica porque árvores das regiões mais desmatadas emitem sete vezes mais carbono do que as das regiões menos desmatadas”, diz Luciana.

Em um cenário ideal, o balanço de carbono da Floresta Amazônica deveria ser neutro, com equilíbrio entre emissões e absorções. Mas, com o desmatamento, a própria floresta passa a ser fonte de carbono e perde a capacidade de regular o clima. Segundo a cientista, não há outra solução a não ser interromper a destruição e priorizar projetos de restauração florestal.

“Nós precisamos de um plano de sobrevivência para restaurar as áreas perdidas da Amazônia. Eu tenho uma sugestão: vamos colocar como meta reduzir o rebanho bovino brasileiro em 44%, já que é a principal causa de emissão de gases estufa e a maior parte do desmatamento vira pasto”, defende Luciana. “Nosso plano de sobrevivência é plantar árvore. É ela que vai abaixar a temperatura, nos proteger das ondas de calor, dos eventos extremos. Quem disse que destruir a floresta é progresso é ignorante. A salvação dos brasileiros passa por salvar a Amazônia. Sejamos todos ativistas”, defende a pesquisadora.

Série sobre a Amazônia

A reportagem faz parte da série Em Defesa da Amazônia, que abre o ano da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), a ser realizada em Belém, em novembro deste ano. Nas matérias publicadas na Agência Brasil, povos da Amazônia e aqueles diretamente engajados na defesa da floresta discutem os impactos das mudanças climáticas e respostas para lidar com elas.

*A equipe viajou a convite da CCR, patrocinadora do TEDxAmazônia 2024.

Com informações de Um Só Planeta

 

Renato Junior reforça alerta contra o Aedes e pede apoio da população em áreas de risco

Foto: Semcom

O prefeito de Manaus em exercício, Renato Junior, reforçou, na manhã desta terça-feira (14), o alerta contra a dengue na capital amazonense e pediu o apoio da população no combate aos focos do mosquito Aedes aegypti. De acordo com o último Informe Epidemiológico das Arboviroses, divulgado ontem (13), 16 casos de dengue foram confirmados na semana de 5 a 11 de janeiro.

De acordo com Renato Junior, a atual gestão municipal tem investido em campanhas educativas e na intensificação de visitas domiciliares pelos agentes de saúde. Ele destaca o esforço dos servidores para atuar na linha de frente contra o mosquito.

“Esse mosquito não é apenas transmissor de dengue, sabemos o estrago que ele pode causar. Nós já estamos numa luta de gato e rato contra o mosquito Aedes aegypti, por conta dessas áreas que estão em amarelo e algumas até em vermelho. O prefeito David se antecipou e fez a união de ao menos 12 secretarias na penúltima semana de dezembro de 2024, para intensificar as ações, visando proteger a nossa população”, explicou Renato.

Na ocasião, uma comitiva da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) apresentou o resultado do 2º Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2024 e propôs ações emergenciais no enfrentamento às arboviroses transmitidas pelo mosquito, como dengue, zika e chikungunya.

A Semsa identificou que a zona Oeste é uma das zonas com indicador de risco em alerta. O relatório aponta 11 bairros em zona de risco para infestação do Aedes. Outros 32 bairros aparecem em “amarelo”, como zonas de médio risco.

“Aqui fica um apelo da Prefeitura de Manaus para a gente, enquanto cidadão, fazer a nossa parte. Vai ter locais que os agentes não vão conseguir entrar, só quem consegue entrar somos nós e a nossa consciência com relação à dengue”, afirma Renato Junior.

Medidas simples são eficazes para combater a dengue, como eliminar focos de água parada, onde o mosquito Aedes aegypti se reproduz. É importante tampar caixas d’água, limpar calhas, manter garrafas e recipientes virados para baixo, evitar acúmulo de lixo e descartar corretamente pneus e outros objetos que possam acumular água. É fundamental inspecionar vasos de plantas e recipientes regularmente, trocando a água ou utilizando areia para evitar o acúmulo. A colaboração da população é essencial, porque muitas áreas de risco só podem ser acessadas pelos próprios moradores.

Com informações da assessoria

Incêndios em Los Angeles têm ventos como furação, 24 mortes e dano de R$ 1,5 trilhão

Bombeiro monitora dimensões de incêndio em Oxnart, em Los Angeles (Foto: Etienne Laurent / AFP)

Uma semana após o início dos incêndios que deixaram pelo menos 24 mortos na Califórnia, Los Angeles voltou a entrar em alerta naquele que deve ser o desastre natural mais caro da história.

Alerta de perigo extremo para ventos de até 100 km/h entra em vigor às 4h no horário local (9h no horário de Brasília) e segue até a quarta-feira (15). As regiões que ainda não tiveram os focos de incêndio totalmente controlados, como Pacific Palisades e Pasadena, são as que estão sob maior risco, mas o aviso vale para toda a parte sul do estado, chegando até a divisa com o México. As informações são do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos.

Apesar de fortes, as rajadas de vento esperadas não devem ser tão grandes quanto as que espalharam os incêndios na última semana. Na ocasião, os ventos tiveram velocidade de furacão, chegando a mais de 120 km/h.

Até o momento, mais de 20 pessoas morreram, 12 mil estruturas foram destruídas e 180 mil pessoas precisaram sair de casa. Mais de 40 mil acres (equivalente a quase 20 mil campos de futebol) de área foram destruídos pelo fogo.

A maioria das mortes (17) estão atribuídas ao incêndio Eaton. Ainda não se sabe o que causou o fogo, mas os fortes ventos do fenômeno Santa Ana fizeram as chamas se espalharem rapidamente em direção aos bairros.

Número de mortos deve aumentar com buscas de cães farejadores, dizem as autoridades. Bairros inteiros foram consumidos pelas chamas desde o início dos incêndios na terça (7).

Ao menos 15 pessoas estão desaparecidas, informou o xerife do Condado de Los Angeles, Robert Luna. Ele diz que ainda não é possível relacionar todos os desaparecimentos aos incêndios.

80 mil pessoas estão sem energia e autoridades pedem que água seja economizada. A maioria da água usada por Los Angeles vem do rio Colorado e é usada principalmente pela indústria agrícola. Durante o combate aos incêndios, alguns hidrantes chegaram a secar e impedir o avanço dos bombeiros.

Danos acumulados podem superar os US$ 250 bilhões (equivalente a R$ 1,5 trilhão). A análise financeira foi feito pela AccuWeather, empresa privada de meteorologia dos EUA. Segundo as empresas de análise financeira Wells Fargo e Goldman Sachs, pelo menos 30 bilhões de dólares em danos devem ser cobertos por companhias de seguro. Desse valor, 85% será destinado a cobrir prejuízos por perda de casas, 13,5% de estabelecimentos comerciais e 1,5% por destruição de carros.

Causa do fogo é investigada

Uma equipe de investigadores federais mapeou área onde incêndio que devastou Pacific Palisades começou. O local foi isolado, mas a causa do fogo ainda não foi confirmada.

Torre elétrica pode ter originado incêndio de menor proporção. Segundo o jornal Los Angeles Times, testemunhas viram as primeiras chamas do incêndio do Eaton Canyon em uma torre de energia. O local é investigado pelas equipes federais.

Incêndios de maior dimensão foram pouco controlados. O incêndio de Palisades, que atinge 23.713 acres, teve apenas 14% de sua extensão controlado, enquanto incêndio de Eaton, que atinge 14.117 acres, teve só 33% de sua totalidade controlado. O incêndio de Hurst queimou 799 acres, mas já foi 95% controlado. Os bombeiros conseguiram apagar completamente outros incêndios menores.

A situação é vista como “pesadelo” por autoridades. A Califórnia registrou dois anos com muita chuva, a vegetação cresceu, e agora secou no inverno. Os galhos ajudam a manter as chamas acesas. Os incêndios, segundo os cientistas, podem ser consequência das mudanças climáticas, que aumentam a frequência de eventos climáticos extremos.

Ajuda internacional e doações de grandes companhias foram recebidas.

Bombeiros mexicanos ajudam no combate aos incêndios

A cidade de Los Angeles fica perto da fronteira entre os dois países e é onde moram muitos mexicanos. “Somos um país generoso e solidário”, afirmou a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, em uma rede social.

O Canadá enviou aviões de carga e bombeiros. O país mandou duas aeronaves CL-415 e enviará outras duas para colaborar no combate às chamas, além de 60 bombeiros. “Nossos amigos americanos pediram ajuda para combater os incêndios florestais na Califórnia e a Equipe Canadá está respondendo. Vizinhos ajudando vizinhos”, publicou o Ministro de Preparação para Emergências do Canadá, Harjit Sajjan.

Avião canadense foi atingido por drone de operação civil. Um drone que sobrevoava sem autorização as ruínas de um bairro de Los Angeles afetado pelas chamas deixou um buraco “do tamanho de um punho” ao se chocar com um avião “Super Scooper”, usado no combate às chamas, informou o comandante dos bombeiros do condado na última sexta-feira (10).

Estúdios de entretenimento fizeram doações para socorro às vítimas e reconstrução da cidade. Entre as companhias que doaram entre US$ 5 milhões e US$ 15 milhões estão Disney, Comcast, Netflix, Amazon, Sony, Warner Bros. e Discovery estão entre as companhias que fizeram doações.

Os parques da Universal Studios, que ficam entre as vizinhanças de Pacific Palisades e Altadena, ficaram fechados por dois dias. Eles voltaram a operar em 10 de janeiro.

Com informações do Uol

1ª Copa de Kart Híper Adega / Fazendinha promete agitar Manaus em fevereiro

Foto: Assessoria

Os motores já estão aquecendo para a “1ª Copa de Kart Hiper Adega / Fazendinha”, que será realizada nos dias 7 e 8 de fevereiro, no Kartódromo da Vila Olímpica, localizado na avenida do Samba, zona centro-oeste de Manaus.

Com a realização da Associação Amazonense de Kart (AAKA), em parceria com o Hiper Adega e Fazendinha, o evento se prepara para receber famílias e fãs do esporte e também promete trazer muita emoção e adrenalina para os apaixonados por velocidade, que poderão acompanhar de perto as disputas eletrizantes na pista.

A Copa de kart

A Copa contará com 4 categorias e 1 subcategoria, sendo: F4 Júnior, F4 Novatos, F4 Graduados, F4 Sênior e 2T, garantindo emoção para participantes e ao público.

Nova gestão 

O novo presidente da Associação Amazonense de Kart (AAKA), Whaglas Jr. destacou que a copa, marcada como o evento inaugural do calendário de competições de 2025 no Estado.

“Essa competição simboliza o pontapé inicial das atividades da AAKA deste ano da nova gestão. Além de reunir pilotos de várias categorias e apaixonados pelo automobilismo em uma disputa acirrada, celebrando o crescimento do kartismo no Estado do Amazonas, reforçando o nosso compromisso em promover o kartismo e dar visibilidade aos talentos locais”, destacou o presidente Whaglas Jr.

Novidade 

Além das corridas, o evento também traz uma novidade que é a participação das “Pit Girls” que chegam este ano para celebrar a força de cada mulher.

Programação

Sexta-feira, 7 de fevereiro 

15h – Sorteio e entrega dos Motores

19h30 – Treino Livre F4 Junior com motores do clube e pneu livre.

20h50 – Treino Livre F4 Novatos com motores do clube e pneu livre.

20h10 – Treino Livre F4 Graduados e Sênior com motores do clube e pneu livre.

Treino Livre cronometrado

Sábado, 8 de fevereiro 

09h – Sorteio e entrega dos pneus.

14h – Tomada de Tempos F4 Júnior* (pneu sorteado)

14h15 – Tomada de Tempos F4 Novatos (pneu sorteado)

14h30 – Tomada de Tempos 2T (pneu sorteado)

14h45 – Tomada de Tempos F4 Graduados Senior (pneu sorteado)

15h – Bateria 1 da F4 Júnior

15h20 – Bateria 1 da F4 Novatos

15h40 – Bateria 1 da 2 T

16h – Bateria 1 da F4 Graduados

16h20 – Bateria 2 da F4 Júnior

16h40 – Bateria 2 da F4 Novatos

17h – Bateria 2 da 2 T

17h20 – Bateria 2 da F4 Graduados

17h50 – Pódio

Com informações da assessoria

Emendas de Eduardo Braga garantem veículos para assistência social em municípios do interior

Foto: Assessoria

Veículos adquiridos a partir de emendas indicadas pelo senador Eduardo Braga em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil, por meio do programa Mobilidade no Sistema Único de Assistência Social – MOBSUAS, do Governo Federal, foram entregues no início desta semana aos municípios de Manacapuru e Itacoatiara.

As entregas fazem parte de um pacote de ações para Estruturação da Rede de Serviços do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e já beneficiaram 38 municípios amazonenses a partir das emendas do senador.

Para Itacoatiara foi entregue uma van modelo Renault com acessibilidade e nove lugares e para Manacapuru um veículo picape modelo Fiat Toro. A entrega dos veículos ocorreu na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), com a presença de representantes do Governo Federal, do senador Eduardo Braga e das prefeituras de Manacapuru e Itacoatiara, além da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

“Esse veículo chega num momento muito importante. É a oportunidade para intensificar as ações podendo chegar em um grupo maior de pessoas. A gente precisa levar políticas públicas para as regiões rurais e um carro nos dá essa oportunidade. Uma van que oportuniza para a gente chegar com 15, 16 profissionais possibilita que as nossas ações sejam mais consistentes. Agradeço ao senador Eduardo Braga, um grande parceiro de Itacoatiara, e ao Ministério de Assistência Social”, comemorou o prefeito de Itacoatiara, Mario Abrahim.

A prefeita de Manacapuru, Valciléia Maciel, reforçou que o veículo vai impulsionar as ações de assistência social no município. “O veículo vai ajudar muito na Secretaria de Assistência Social. A gente tem um trabalho intenso na secretaria e vai melhorar mais o serviço que estamos oferecendo para a população de Manacapuru. Quem ganha é o povo. Gratidão ao senador Eduardo Braga”, disse.

O coordenador geral de gestão de transferências voluntárias do Fundo Nacional de Assistência Social, Pablo Pinheiro, fez a entrega oficial às prefeituras. “O senador Eduardo Braga é um grande apoiador da assistência social no Brasil e, em especial, no Amazonas. Essas são duas unidades que estavam faltando de serem entregues, são unidades de MOBSUAS que servirão para fazer o deslocamento, atividades do serviço de convivência, atendimentos dos CRAS e CREAs, ou seja, atendendo a população que mais necessita com relação à assistência social”, disse.

Emendas

Ao todo, o senador Eduardo Braga indicou para ações da Assistência Social R$ 111,7 milhões em recursos para Estruturação da Rede de Serviços do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), em 38 municípios do Amazonas.

O recurso foi destinado para aquisição de equipamentos e materiais permanentes que contemplaram 21 municípios; para a aquisição de 116 veículos que beneficiaram 34 cidades. Além disso, 17 cidades do Amazonas serão contempladas com obras de infraestrutura executadas com recursos oriundos desta ação de Braga.

Com informações da assessoria

 

 

Parque Gigantes da Floresta se consolida como parque de lazer, inclusivo e democrático

Foto: Semcom

Com pouco mais de 6 meses de inaugurado, o parque Gigantes da Floresta, obra da Prefeitura de Manaus, continua batendo recordes, promovendo encantamento e, especialmente, inclusão e acessibilidade a todos os públicos, de todas as faixas etárias e sociais da capital, além de turistas. Neste período, já passaram pelo Gigantes mais de 2,6 milhões de visitantes, um número tão impressionante quanto os gigantescos animais, cenários artísticos e elementos da flora e fauna amazônicos, que enchem de brilho os olhos desde crianças menores até adultos e idosos.

Durante visita técnica no parque, nesta segunda-feira (13), o vice-presidente do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Antônio Peixoto, destacou a importância de espaços como o Gigantes, ofertados pela prefeitura para o convívio, lazer, entretenimento, contemplação e inclusão, especialmente em áreas muito populosas, como são as zonas Norte e Leste. Lembrando que o parque fica entre os bairros do Novo Aleixo e Tancredo Neves.

“A gestão do prefeito David Almeida tem se preocupado em oferecer espaços acessíveis, inclusivos e bastante democráticos no uso. Estivemos nos parques Amazonino Mendes e no Gigantes da Floresta. As duas estruturas urbanas e públicas, gratuitas, atendem ainda a questão da inclusão para pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida, apresentando brinquedos e mobiliários específicos e exclusivos para este público”, comentou Peixoto.

Enquanto o parque Amazonino Mendes tem acessibilidade garantida e um playground inclusivo, o Gigantes conta com brinquedos para Pessoas com Deficiência (PcDs), como gangorras, balanços e carrossel, na primeira etapa, próximo à praça molhada, que também pode ser acessada por todos, inclusive cadeirantes.

“O PcD consegue chegar com facilidade, porque tem as rampas de acesso e todo o ambiente preparado para poder recebê-lo. As crianças e jovens conseguem brincar, o que em outros espaços, mesmo particulares, muitas vezes é difícil. O Gigantes é um parque belíssimo e um dos locais que eu entendo como um dos mais democráticos da cidade. É um espaço encantador, é lindo, é lúdico, trazendo os temas da nossa fauna e flora. Antes do prefeito David Almeida era mais comum encontrar áreas públicas assim em locais mais nobres da capital. E hoje precisamos reconhecer o mérito da gestão e do Implurb, porque os projetos saíram das mãos de arquitetos, engenheiros e servidores do instituto”, afirmou o vice-presidente.

Para Peixoto, a equipe do Implurb está de parabéns por conseguir fazer entregas tão grandiosas para a cidade em tão pouco tempo e com tamanha qualidade, alterando usos, fomentando negócios e melhorando a autoestima dos manauaras. “Agora, na gestão, como vice-presidente, espero colaborar ainda mais com a equipe, somando esforços, ideias e projetos para avançarmos”.

O parque

O parque conta com duas etapas inauguradas, a primeira no dia 4 de julho e a segunda, no dia 10 de outubro de 2024, somando um portal de entrada, sete cenários e mais de 1.290 esculturas e elementos cênicos e lúdicos.

Com área de 18.453 metros quadrados, o espaço público tem câmeras e outros equipamentos modernos para garantir segurança de alto nível no Gigantes da Floresta, incluindo guardas municipais em ronda 24 horas, com motos, quadriciclos e viaturas.

Animais

Os animais do parque são gigantes, lúdicos, instragramáveis e inspiram muita imaginação sobre a Amazônia. O parque funciona de quarta a sexta-feira, das 16h às 21h, e nos sábados, domingos e feriados, das 10h às 21h. As segundas e terças-feiras, o Gigantes da Floresta fica fechado para manutenção de brinquedos, das estruturas gigantes e da praça molhada de 3,6 mil metros quadrados. A lâmina do espelho d’água terá 25 centímetros.

A praça molhada tem um horário diferente, em razão da necessidade de manutenção diária e limpeza da água, funcionando de 17h às 21h.

Com informações da assessoria

Claudia Deberaldine lidera expansão da XP pelo Brasil com estratégia de regionalização

Foto: Assessoria

A XP, uma das maiores instituições financeiras do Brasil, tem como objetivo estratégico expandir significativamente a presença da marca em todas as regiões do Brasil. Para alcançar essa meta ambiciosa, a empresa está implementando uma robusta estratégia de regionalização, que visa disseminar a marca de forma eficaz e abrangente em diversas localidades.

À frente dessa importante iniciativa está Claudia Deberaldine, sócia e Executiva Regional da XP, que lidera com a execução dessa estratégia dentro da empresa. “Atualmente, minha principal responsabilidade é promover a expansão da companhia em todo o território nacional. Meu papel vai além da contratação de novos colaboradores, meu objetivo é garantir que a qualidade da XP esteja presente em todas as regiões. Sob minha gestão, temos aproximadamente 900 colaboradores espalhados pelo Brasil”, explica.

O trabalho de expansão se inicia com a diversificação das estratégias de crescimento, indo além da dependência exclusiva do fluxo de abertura de contas. Isso envolve a implementação de iniciativas inovadoras e multifacetadas para atrair novos clientes. Assim, em 2019, Claudia auxiliou na criação de novos negócios dentro da companhia, como o segmento Unique, para clientes com patrimônio acima de R$ 3 milhões, um público que era mal atendido no mundo private e no mundo alta renda. Claudia também ajudou a criar o B2C Anywhere, que trouxe pessoas ao redor do Brasil com sua carteira de clientes e proporcionou uma força comercial espalhada.

Outro pilar dentro dessa estratégia foi a abertura dos Espaços XP, locais que proporcionam um contato mais próximo e personalizado com os clientes, fortalecendo o relacionamento e a presença da marca no mercado nacional. “Nossa proposta de valor é a segurança e a confiança para o investidor, e há clientes que buscam essa percepção que o espaço físico traz. Por isso, já temos lojas-conceito em Manaus, Fortaleza, Recife, Brasília, Campinas, Curitiba e inauguraremos mais em breve”, comenta Claudia.

Vida pessoal

De origem humilde, Claudia nasceu na região do grande ABC, em Ribeirão Pires, e teve influência da avó materna e da mãe, que fez faculdade pública, para se dedicar aos estudos desde cedo. Claudia sempre quis ser empresária e seu sonho era fazer Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas.

“Eu não tinha dinheiro para pagar a mensalidade. Então fiquei dois anos estudando, pegando quatro horas de transporte público todos os dias para passar no vestibular com bolsa. Acabei passando em primeiro lugar e consegui a bolsa integral”, conta Deberaldine.

Durante os anos na faculdade, Claudia descobriu o mundo do mercado financeiro e rapidamente se envolveu em atividades extracurriculares para se destacar, como participação no diretório acadêmico e na empresa júnior. Ao longo de sua carreira, ela acumulou experiências trabalhando no Bradesco BBI, em uma pequena empresa de estruturação de debêntures, e no Credit Suisse, onde se destacou por suas habilidades de comunicação. Quando ingressou na XP, foi para a área comercial.

“Antes de chegar na XP, há mais de sete anos, tive uma carreira muito técnica, mas percebi que minha verdadeira força estava no meu lado comercial. Sempre tive o desejo de trabalhar na XP, pois era encantada com o modelo de negócio que democratizou o acesso ao mercado financeiro”.

Claudia é casada e com as viagens semanais, ela se tornou uma pessoa que valoriza a tranquilidade do lar, desfrutando de momentos pacíficos e de churrascos em casa com familiares e amigos. Entretanto, sua paixão por viagens de lazer e esportes continua forte, e, sempre que pode, ela vai ao estádio torcer pelo seu time do coração, o Santos. Recentemente, Claudia embarcou em uma jornada solo pelo Caminho de Santiago de Compostela, buscando autoconhecimento. No ambiente de trabalho, essa experiência ajudou-a a melhorar suas interações com os colegas e a gerir melhor suas emoções, já que ela se considera bastante ansiosa.

O que mais a impulsiona na vida é o impacto transformador que os assessores de investimentos da XP têm na vida das pessoas. Ela destaca: “A XP transforma vidas. O trabalho dos assessores é especialmente gratificante, pois suas orientações sobre como gerir o dinheiro podem acelerar a realização de sonhos”.

Com informações da assessoria

 

Fora da TV há 8 anos, José Mayer rejeita convite de Aguinaldo Silva para voltar à Globo

Foto: Reprodução / Instagram

O ator José Mayer recusou o convite de Aguinaldo Silva para uma participação na novela “Três Graças”, que marcará o retorno do autor à Globo. A trama está prevista para ir ao ar em 2026.

Segundo apurou a coluna, a ideia de Aguinaldo era dar a ele um personagem com grande importância nos primeiros capítulos, como forma de homenagem. Mayer agradeceu a intenção, mas disse que decidiu se aposentar da carreira.

Ele está fora da televisão desde 2016. Na época, foi acusado de assédio por uma figurinista. O ator admitiu que passou do ponto e prometeu mudar. Mayer foi afastado e teve seu contrato rescindido posteriormente.

Aguinaldo Silva diz que pretende contar com veteranos em suas novelas. Ele escreve um papel para Betty Faria, que foi protagonista de “Tieta” (1989), trama de sua autoria e que está em reprise atualmente.

“Três Graças” conta a história de uma família que mora em um bairro pobre do Rio de Janeiro, e é formada por avó, mãe e neta. As três tinham uma dura realidade em comum: todas engravidaram na adolescência e tiveram que criar os filhos sozinhas, sem a ajuda dos seus companheiros ou namorados.

A história foi apresentada por uma empresa, a Diosual Entretenimento, e aprovada pela Globo. A produção só deve ir ao ar após a novela da Gloria Perez que vai substituir o remake de “Vale Tudo”. O remake começa em março, no lugar de “Mania de Você”.

Aguinaldo Silva está fora da televisão desde que saiu da Globo. Sua última novela foi “O Sétimo Guardião” (2018), considerada uma das piores produções do horário das nove em todos os tempos. Na emissora, fez sucessos como “Senhora do Destino” (2004) e “Fina Estampa” (2011).

Durante a pandemia de covid-19, ele teve tramas reprisadas com sucesso, como “Império” (2014), que foram escolhas pessoais de Amauri Soares, atual diretor-executivo da TV e Estúdios Globo.

Com informações da Folha de S.Paulo

Cessar-fogo em Gaza está ‘mais próximo que nunca’ e pode ser fechado hoje, diz negociador

Palestinos inspecionam o local de um ataque israelense a uma casa, em meio ao conflito em curso entre Israel e o Hamas, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza (Foto: Reuters via BBC)

Mais de 15 meses após o início da guerra em Gaza, há sinais de que Israel e o Hamas podem estar à beira de um acordo de cessar-fogo, com uma retomada do diálogo nas últimas horas.

Os negociadores devem se reunir novamente no Catar nesta terça-feira (14) para tentar fechar uma decisão sobre o fim do conflito na Faixa de Gaza e a libertação de reféns.

Uma autoridade palestina familiarizada com as negociações disse ao jornalista Rushdi Abualouf, da BBC News, que, pela primeira vez na guerra, delegações de Israel e do Hamas estão conduzindo conversas indiretas no mesmo prédio.

O Hamas também teria retirado condições para que as tropas israelenses deixassem a Faixa de Gaza.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que um acordo estava “à beira” de se concretizar, enquanto uma autoridade israelense também declarou à agência de notícias Reuters que um acordo era possível em “horas, dias ou mais”.

No entanto, Majed Al-Ansari, do Ministério das Relações Exteriores do Catar, afirmou que não haverá nesta terça-feira uma declaração ou um anúncio de cessar-fogo.

“É muito difícil” especificar um prazo, segundo ele, mas “estamos o mais perto possível, comparado a qualquer momento anterior, de chegar a isso”, acrescentou. “Podemos confirmar que os dois rascunhos foram entregues a ambas as partes”, afirmou Al-Ansari.

A guerra foi desencadeada pelo ataque do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, no qual cerca de 1.200 pessoas foram mortas e outras 251 levadas para Gaza como reféns

Israel lançou uma ofensiva militar em resposta, e o Ministerio da Saúde de Gaza administrado pelo Hamas diz que mais de 46.500 pessoas foram mortas na região durante a guerra.

O que envolveria o acordo de cessar-fogo?

Ao revelar alguns detalhes potenciais do acordo, um alto funcionário palestino disse à BBC que “as discussões técnicas detalhadas levaram um tempo considerável”.

Ambos os lados concordaram que o Hamas libertaria três reféns no primeiro dia do acordo, após o qual Israel começaria a retirar tropas de áreas de Gaza.

Sete dias depois, o Hamas libertaria quatro reféns adicionais, e Israel permitiria que pessoas deslocadas no sul retornassem ao norte — mas apenas a pé, pela estrada costeira.

Carros, carroças puxadas por animais e caminhões teriam permissão para cruzar uma passagem adjacente à rua Salah al-Din, monitorada por uma máquina de raio-X operada por uma equipe de segurança técnica do Catar e do Egito.

O acordo inclui disposições para que as forças israelenses permaneçam num local chamado corredor Filadélfia e mantenham uma zona de proteção de 800 metros ao longo das fronteiras leste e norte durante a primeira fase do cessar-fogo, que durará 42 dias.

Israel também concordou em libertar mil prisioneiros palestinos, incluindo aproximadamente 190 que cumpriam penas de 15 anos ou mais. Em troca, o Hamas libertará 34 reféns.

As negociações para a segunda e terceira fases do acordo começariam no 16º dia do cessar-fogo.

Iminente posse de Trump traz pressão sobre prazo

O presidente americano Joe Biden disse que estava ao telefone com os principais líderes da região para pressionar sobre o fechamento o acordo.

Ele declarou que um acordo é iminente. “Estamos finalmente à beira de concretizar uma proposta que apresentei em detalhes meses atrás. Aprendi, em muitos anos de serviço público, a nunca, nunca, nunca, nunca desistir”, afirmou Biden na frente de membros do gabinete e diplomatas seniores do Departamento de Estado dos EUA.

A estrutura deste acordo foi definida por Biden há quase oito meses, que foram marcados por momentos de quase ruptura e praticamente o fim das negociações, uma vez que cada lado culpava o outro e aumentava as demandas.

Os enviados de Biden e do presidente eleito Donald Trump estão agora em Doha, no Catar.

Para o jornalista Tom Bateman, da BBC News, a realidade é que a iminente posse de Trump pressionou os prazos.

Para eles, o novo presidente traz menos certezas para as delegações de Israel e do Hamas de que os termos atuais do cessar-fogo permaneceriam em vigor e manteriam os EUA como fiador.

Com informações do g1

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