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Yara Lins quer TCE-AM com modernização tecnológica e fiscalização aprimorada em 2025

Foto: Filipe Jazz

A presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), conselheira Yara Amazônia Lins, informou que entre as metas para 2025 estão uma série de ações estratégicas voltadas à modernização, ampliação da fiscalização e aprimoramento dos processos da Corte de Contas. O aperfeiçoamento tecnológico para ampliar o trabalho pedagógico junto aos municípios do interior também consta no planejamento.

“Iniciamos 2025 com a certeza de que avançamos muito no último ano e com a responsabilidade de seguir inovando e fortalecendo o controle externo no Amazonas. O Tribunal teve conquistas significativas em 2024 como a Blitz TCE, que levou fiscalização para as escolas e hospitais, a criação da Ouvidoria da Mulher e o reconhecimento nacional pela transparência em nossas redes sociais”, afirmou a presidente durante a primeira sessão plenária de 2025, nesta terça-feira (4).

Entre as iniciativas anunciadas, a ampliação do programa Blitz TCE e a expansão da teleauditoria para mais municípios foram ressaltadas como medidas para fortalecer o controle externo. Além disso, a implantação do Sistema de Gerenciamento de Fiscalização pretende aprimorar o acompanhamento das contas públicas e otimizar as atividades das auditorias.

“A Blitz TCE será ampliada, a teleauditoria chegará a mais municípios e implantaremos o sistema de Gerenciamento de Fiscalização, garantindo mais controle nas auditorias”, destacou.

Outra prioridade será a modernização do sistema de julgamento eletrônico, a redução do acúmulo de processos e o investimento em tecnologia.

“A tecnologia será uma grande aliada do Tribunal neste ano. Investiremos na modernização dos nossos sistemas, utilizando inteligência artificial para otimizar os processos e, principalmente, capacitaremos nossos servidores para essa nova realidade”, declarou a conselheira-presidente.

A atualização do Regimento Interno do TCE-AM também está na pauta para 2025, com ajustes para atender às novas demandas da administração pública e da sociedade.

Com informações do TCE-AM

A bordo de uma Kombi, casal visita Manaus em viagem por estados da Amazônia

Leo e Priscila visitaram o Amazonas na última semana e, agora, seguem em direção a Roraima (Foto: Arquivo pessoal)

Priscila e Léo viajam pelo país desde 2024 a bordo de uma Kombi. Atualmente, o casal está conhecendo a região amazônica e afirmam: “inesquecível”.

Você já sonhou em desbravar o mundo? E que tal fazer isso a bordo de uma Kombi que é a réplica perfeita da icônica Máquina de Mistérios da animação ‘Scooby-Doo’? Esse é o estilo de vida adotado pelo casal carioca Léo e Priscila Araújo, que desde 2024 rodam o país em busca de aventura. Atualmente, eles estão explorando a região Amazônica e vivenciando experiências inesquecíveis.

Priscila conta que viajar sempre foi um sonho de infância. “Desde pequena eu queria viver viajando. Quando conheci o Léo, em 2011, contei para ele sobre esse sonho. A princípio, ele achou que fosse um plano para a aposentadoria, mas com a pandemia entendemos que o futuro é incerto e decidimos embarcar na aventura sem esperar tanto tempo”, contou.

Assim, o casal começou a planejar a viagem e, em fevereiro de 2024, adquiriram a Kombi. O veículo foi adaptado em três meses e, em junho do mesmo ano, eles partiram do Rio de Janeiro. Em sete meses de estrada, já percorreram diversos estados, incluindo Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Amazonas. O próximo destino é Roraima. “Nosso objetivo é conhecer todos os estados brasileiros e viajar dos extremos do continente, do Ushuaia, na Argentina, até o Alasca”, disse Priscila.

A Kombi, batizada de “Doo Aventureiro”, é um verdadeiro motorhome. O espaço compacto conta com banheiro, cozinha e cama de casal. Apesar do ambiente reduzido, o casal garante que todas as necessidades são atendidas. Mas o que realmente chama a atenção é a aparência do veículo, idêntico à Máquina de Mistérios do desenho ‘Scooby-Doo’, o que rende curiosidade e interação por onde passam.

Por que ‘Máquina de Mistérios’? Priscila sempre teve vontade de levar um cachorro em suas viagens, mas, por falta de espaço, acabou não adotando um. Para simbolizar esse desejo, ela comprou uma pelúcia do Scooby-Doo. “A partir desse dia, começamos a colecionar itens do tema Scooby-Doo, como camisetas e canecas. Com o tempo, criamos um apego especial pela pelúcia, e foi assim que decidimos construir nossa própria Máquina do Mistério, combinando perfeitamente com nossa ‘mascote’ de pelúcia”, contou a aventureira.

A vida na estrada e os desafios do caminho

Atravessar a região amazônica tem sido uma experiência repleta de desafios e momentos inesquecíveis. Entre as aventuras, destacam-se a travessia da BR-319 e da Transamazônica. “Uma das experiências mais marcantes foi conhecer os povos da região Norte. Eles são incríveis, acolhedores e sempre prontos a ajudar os viajantes”, relatou Priscila.

Outro momento especial foi uma espécie de safári amazônico. “Tivemos contato com povos indígenas, fauna e flora da região, e isso foi inesquecível”, contou.

Mas nem tudo é fácil na vida de um viajante. Um dos maiores desafios, segundo o casal, tem sido a venda de produtos para se manter na estrada. “Em Manaus, tivemos dificuldade em encontrar um bom ponto de venda para nossos produtos inspirados na nossa Kombi”, disse Priscila. Além disso, o calor amazônico tem sido um obstáculo. “O calor do Rio de Janeiro não chega aos pés do calor abafado do Amazonas”, acrescentou.

Para amenizar as altas temperaturas, eles recorrem à natureza. “Temos um banheiro na Kombi, mas também aproveitamos os recursos naturais, como cachoeiras e igarapés para nos refrescar”, explicaram.

Reportagem publicada no Portal Amazônia

Documentário de Sérgio Cardoso sobre Ednelza Sahdo estreia hoje no Gebes Medeiros

Ednelza Sahdo, a grande dama do teatro amazonense, na peça ‘Boi de Pano’, dirigida por Chico Cardoso (Foto: Prefeitura de Manaus)

O Teatro Gebes Medeiros apresenta, nesta quarta-feira (5), a exibição de estreia do filme “Ednelza Sahdo, A Inesquecível Luz dos Palcos do Amazonas”, às 18h30. A obra idealizada e dirigida pelo cineasta e dramaturgo Sergio Cardoso, celebra a trajetória da saudosa atriz, cantora, compositora, porta-bandeira, folclorista, professora e diretora de teatro, Ednelza Sahdo.

Considerada a “dama do teatro amazonense”, Ednelza iniciou sua trajetória profissional na Rádio Difusora, em Manaus, aos cinco anos de idade, no ano de 1950. De 1959 a 1969, ficou conhecida como a Rainha das Dublagens, inicialmente em Manaus e posteriormente nas regiões Norte e Nordeste do país. A atriz faleceu em 30 de novembro de 2022, deixando saudosas memórias e servindo de inspiração para novas promessas do teatro local.

Um símbolo do teatro amazonense

Ednelza Sahdo é um nome que atravessa gerações, consolidando-se como um dos maiores nomes das artes cênicas no Amazonas. Sua trajetória como atriz, diretora e produtora do Grupo Simetria Norte é marcada por performances inesquecíveis, em obras que vão desde clássicos regionais, como “Tem Piranha no Pirarucu” e “Jurupari”, de Márcio Souza; “Nós Medéia”, de Zé Maria Pinto; até grandes textos universais, como “Bodas de Sangue” e “A Casa de Bernarda Alba”, de Federico García Lorca.

“Ednelza era uma mulher que fazia do sofrimento, da dor e da perda, uma piada amarga. Ela era uma mulher de luta, que ia buscar no palco o pão para alimentar a família”, destacou Sergio Cardoso, diretor do documentário em memória da atriz.

Ednelza também brilhou no cinema e na televisão, com destaque para o longa “A Festa da Menina Morta”, de Matheus Nachtergaele, reafirmando sua versatilidade e talento inquestionável.

O documentário

A produção dirigida por Sergio Cardoso é uma homenagem à atriz que encantou os palcos amazonenses, nacionais e internacionais. Baseado em entrevistas concedidas por Ednelza, em 1998 e 2006, o documentário apresenta um olhar sensível sobre sua vida, carreira e legado. “Ednelza transpôs barreiras sociais para dizer ‘Eu existo, eu sou, eu posso, eu interpreto’. Ela consolidou seu lugar na história das artes cênicas”, enfatizou Sergio.

Com a duração de 80 minutos, “Ednelza Sahdo, A Inesquecível Luz dos Palcos do Amazonas” revisita momentos marcantes de sua trajetória, como sua participação em peças como “A Ciranda do Desamor”, de Álvaro Braga, e “Arapuca”, de Chico Cardoso, além de seu papel como pioneira na dramaturgia regional.

Homenagem a uma mulher de bravura

Para o dramaturgo Sergio Cardoso, autor de peças em que Ednelza atuou, como “Xopingue Senter” e “Amanda Catalatas”, a atriz foi um exemplo de coragem e dedicação. “Ednelza enfrentou todas as adversidades, superando as instabilidades do meio artístico e se consolidando como uma grande alma das artes. Sua luz continua a iluminar gerações”, pontua

Ednelza desafiou os estereótipos sociais, equilibrando sua carreira brilhante com a maternidade de cinco filhos, em uma época de grandes dificuldades para as mulheres no teatro.

Uma noite de memórias

A exibição do documentário promete ser um momento emocionante para fãs, amigos e admiradores da atriz. Além de relembrar seu impacto na cena teatral, o filme reafirma a importância de Ednelza Sahdo como um símbolo de resistência, criatividade e paixão pelas artes no Amazonas.

Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Regina Duarte confirma reaproximação com a Globo com reprise de ‘História de Amor’

Regina Duarte e José Mayer em “História de Amor” (Foto: Divulgação / Globo)

Regina Duarte retorna às novelas com a reprise de “História de Amor”, marcando um reencontro simbólico com o público e com a TV Globo. Regina, que interpreta Helena na trama de Manoel Carlos, afirma que essa é sua personagem favorita do autor – ela interpretou um total de três Helenas. O retorno da novela reacende debates sobre sua trajetória, incluindo antigos rumores de que ela teria recusado um papel em uma obra de Silvio de Abreu, algo que nega. Admiradora de Maneco, Regina elogia sua sensibilidade ao retratar o universo feminino. Com a reprise, aposta que novas gerações se conectarão à história, reafirmando seu legado na teledramaturgia.

Definitivamente, Regina Duarte é um dos nomes mais icônicos quando se fala em novela brasileira, especialmente quando o assunto são as Helenas de Manoel Carlos. Se dar vida a uma Helena era um desafio cobiçado por muitas atrizes, coube a Regina interpretar três delas. A primeira da série foi Helena Soares, de “História de Amor”, que retorna à TV Globo na próxima segunda-feira.

Dona de um carisma inquestionável, Regina sempre foi uma das protagonistas mais marcantes da teledramaturgia nacional. Por isso, após sua saída conturbada da emissora, especulava-se que nenhuma novela protagonizada por ela voltaria ao ar. E, com algumas reexibições, as chances de um resgate institucional de sua trajetória na Globo pareciam ainda menores. Pois bem, isso mudou — ou está mudando.

Questionada sobre uma possível reaproximação com a Vênus Platinada, Regina confirmou, ainda que com certa cautela, e revelou detalhes sobre o convite para gravar a vinheta de relançamento depois de 30 anos de “História de Amor”.

“Sim, [há um movimento]. Tenho uma história longa e carinhosa com a emissora. O que você chama e reaproximação é apenas um trabalho de divulgação de uma de nossas novelas. Meu retorno à TV Globo não tem nenhuma ligação com esta participação afetiva. Eles me ligaram perguntando se eu topava gravar um áudio falando da reprise de “História de Amor” e eu concordei imediatamente”, afirma Regina Duarte.

A volta de “História de Amor” é, sem dúvida, surpreendente. Trinta anos separam sua exibição original da reprise que agora retorna à TV. Esta é a quarta reexibição da trama, um indicativo claro de seu apelo atemporal e do carinho que o público ainda tem por essa história. Mas, para Regina Duarte, História de Amor vai além do sucesso: a novela ocupa um lugar especial em sua trajetória.

“História de Amor é a novela do Maneco com a Helena de que eu gosto mais. O convite para participar de História de Amor aconteceu num período em que eu era contratada da TV Globo, fiquei muito feliz com essa proposta de viver minha primeira Helena”, revela a atriz.

Nos bastidores, sempre houve rumores de que Regina teria deixado de lado um papel em uma novela de Silvio de Abreu para aceitar o convite de Manoel Carlos. Bibliografias apontam que ela teria sido escalada para interpretar Ana, personagem que acabou ficando com Susana Vieira. No entanto, Regina nega essa versão: “Eu nunca recusei atuar em nenhuma das novelas do Sílvio de Abreu“.

A admiração entre Regina e Manoel Carlos é mútua, e a atriz faz questão de enaltecer o autor com quem trabalhou em diversas ocasiões. “Sou fã do Maneco e adoro interpretar as situações dramáticas que ele aborda em seus trabalhos autorais. Ele tem uma percepção muito acurada do feminino nas mulheres brasileiras. Percebe as fragilidades e força nas lutas que elas enfrentam em seu dia a dia“.

Com o retorno da novela, Regina aposta que a nova geração de espectadores se conectará com a história e, especialmente, com a personagem Joyce, vivida por Carla Marins, filha de Helena na trama. “História de Amor” tem todas as qualidades para agradar os públicos de novela de A a Z. A personalidade da Joyce, filha da Helena, é típica de adolescentes mimados que existem em grande parte das famílias brasileiras”.

O tempo passa, mas algumas histórias resistem, ganhando novas leituras e espectadores a cada exibição.

“História de Amor” retorna à TV como quem folheia um álbum de memórias, trazendo de volta não apenas um enredo marcante, mas também Regina Duarte em uma de suas personagens mais emblemáticas. No embalo dessa reprise, revivem-se emoções, debates e a atemporalidade das tramas de Manoel Carlos, que seguem espelhando as dores e delícias do cotidiano. Entre encontros e reencontros, a novela reafirma seu espaço na memória afetiva do público — e, talvez, sinalize um novo capítulo na relação entre Regina e a emissora que a consagrou.

Com informações da coluna de Heloisa Tolipan / IG (Texto de Vítor Antunes com colaboração de Brunna Condini)

Suframa e UEA discutem cooperação técnica para projetos de inovação e tecnologia

Foto: Layana Rios

A construção de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) pautou a reunião entre a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), nesta terça-feira (4). O objetivo do acordo é estabelecer uma colaboração entre as instituições para o desenvolvimento de atividades conjuntas nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, com foco em inovação tecnológica.

No encontro, foram discutidas áreas estratégicas para cooperação, incluindo infraestrutura interna e externa da Suframa, tecnologia da informação e monitoramento de processos. Na questão da infraestrutura, a equipe da Suframa informou que já está em andamento a parceria no Projeto Orion, que envolve o monitoramento remoto de quadros de energia e subestações com foco na eficiência energética, além da implementação de um sistema digital integrado para acompanhamento em tempo real de equipamentos e estruturas da autarquia.

Outras iniciativas em discussão incluem o desenvolvimento de sistemas baseados em Inteligência Artificial (IA) para otimização de processos administrativos e técnicos, como análise de projetos industriais, elaboração automática de relatórios e monitoramento remoto de áreas invadidas. A implantação de um chat de IA para interação com empresas também está prevista e em fase de desenvolvimento, segundo informações dos técnicos.

O superintendente-adjunto Waldenir Vieira destacou a importância da parceria para o avanço da inovação na região. “A cooperação entre Suframa e UEA representa um passo fundamental para o desenvolvimento de soluções tecnológicas que modernizem nossos processos e fortaleçam nossa área de atuação”, afirmou.

Capacitação técnica

A capacitação técnica também foi um dos temas discutidos durante a reunião. O superintendente-adjunto Carlito Sobrinho destacou a necessidade de capacitar técnicos para atuar na regularização fundiária e em análises de georreferenciamento. “Não temos profissionais suficientes para essas análises, e a qualificação é essencial para garantir a seriedade do processo”, afirmou.

A UEA informou que já possui uma pós-graduação modular pronta para ser implementada, com início previsto para março. O curso, que emitirá certificados por módulo concluído, deverá suprir a demanda por profissionais qualificados em áreas estratégicas para a Suframa.

Ao final da reunião, ficou definido que a Agência de Inovação Tecnológica da UEA (AGIN) será o ponto focal da universidade para as tratativas da elaboração do ACT, bem como a Coordenação-Geral de Desenvolvimento Regional por parte da Suframa.

Pela Suframa, participaram o superintendente-adjunto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica, Waldenir Vieira; o superintendente-adjunto de Administração, Carlito Sobrinho; a procuradora-federal pela Suframa, Diana Azin; além do coordenador-geral de Recursos Logísticos, Ernani Fernandes, do coordenador de Engenharia e Manutenção Predial, Gracindo Medeiros, e do técnico da Coordenação-Geral de Desenvolvimento Regional, Agner Bié. Representando a UEA, estiveram presentes o reitor André Zogahib e sua equipe.

Com informações da Suframa

Cinema indígena em Manaus ganha destaque na TV Globo e no portal do Ministério da Cultura

Foto: João Viana / Semcom

O primeiro cinema indígena do Norte do Brasil, inaugurado no último sábado (1), ganhou repercussão em veículos de imprensa nacional como o telejornal “Bom Dia Brasil”, produzido pela TV Globo, e no portal do Ministério da Cultura (Minc). O projeto “Cine Aldeia” foi contemplado pelo edital Lei Paulo Gustavo (LPG), da Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), e está localizada na aldeia indígena Inhaã-bé, no Tarumã-Açu, zona Oeste de Manaus.

No site do Minc, o projeto foi citado como um dos primeiros cinemas em aldeias indígenas no país e pioneiro na região Norte. Idealizado pela produtora indígena, Thaís Kokama, o “Cine Aldeia” foi pensado como forma de inserir os povos indígenas no setor audiovisual.

O presidente do Concultura, Tony Medeiros, destacou a importância dos editais como forma de ampliar o acesso à arte e à cultura, especialmente para as comunidades indígenas, promovendo o protagonismo e a preservação de tradições.

“Estamos muito felizes com essa grande repercussão que o ‘Cine Aldeia’ está ganhando e esse projeto representa mais do que um espaço para exibição de filmes; é uma verdadeira plataforma para o fortalecimento da cultura indígena, permitindo que as histórias de nossos povos sejam contadas e compartilhadas com o mundo. Este é um passo fundamental para garantir que as vozes e as visões das aldeias sejam ouvidas, respeitadas e valorizadas”, explicou o presidente.

A sala de cinema tem capacidade para cerca de 200 pessoas e irá exibir produções feitas por indígenas. Na inauguração, houve a apresentação do documentário “Traços da Resistência”, dirigido e produzido pela artista Thaís Kokama, e de oito curtas-metragens, que ficarão em cartaz no espaço nos primeiros meses deste ano.

No dia 2/3, a entrega do Oscar será transmitida ao vivo no “Cine Aldeia”. Antes da cerimônia, no dia 28/2, está programado um “ritual da vitória”, na torcida pela conquista dos prêmios pelo filme “Ainda Estou Aqui”, indicado em três categorias (filme, atriz e filme internacional), na festa do cinema mundial.

O projeto “Cine Aldeia” foi um dos selecionados pelo Concurso Prêmio Manaus Identidade Cultural – Audiovisual (Edital 004/2023), por meio da Lei Paulo Gustavo (LPG), da Prefeitura de Manaus, por meio do Concultura, com o apoio do Ministério da Cultura (Minc) e do Governo Federal.

Com informações do Concultura

Crueldade: Homem é preso por maus-tratos contra cinco cachorros no bairro Cachoeirinha

Foto: Divulgação / PC-AM

Policiais civis da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema) prenderam em flagrante, nesta terça-feira (4), um homem, de 62 anos, pelo crime de maus-tratos contra cinco cachorros em uma casa localizada na avenida Ipixuna, bairro Cachoeirinha, zona sul de Manaus.

De acordo com a delegada Juliana Viga, titular da Dema, as diligências tiveram início após a equipe policial receber denúncias de que na residência havia cinco cães em estado de magreza excessiva.

“A equipe policial se deslocou até o local denunciado e encontrou os cães em situação de maus-tratos: extremamente magros, infestados de carrapatos e sem abrigo adequado. O homem foi preso em flagrante”, informou a delegada.

Os animais foram encaminhados à clínica veterinária da Organização Não Governamental (ONG) Anjos de Rua para atendimento emergencial.

Procedimentos

O homem foi autuado em flagrante por maus-tratos a animais e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Com informações da PC-AM

Alberto Neto propõe mudar Lei de Informática e destinar recursos a instituições de pesquisa

Foto: Agência Câmara de Notícias

Em análise na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2901/24 dá nova destinação aos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) oriundos das empresas de informática incentivadas na Zona Franca de Manaus (ZFM).

O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), autor do projeto, argumenta que o estado do Amazonas nunca pôde se beneficiar diretamente com os retornos dos investimentos realizados. O projeto pretende mudar isso.

“Estimativas não oficiais calculam que o montante desviado para outras finalidades já deve alcançar a impressionante cifra de R$ 100 milhões”, disse.

Pelo texto do Projeto de Lei, os recursos serão alocados no orçamento da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), que os destinará de forma igual (1/3 cada) para as instituições de pesquisa (ICTs) públicas e privadas instaladas na Amazônia Ocidental e Amapá, e para atividades fins da Suframa.

As ICTs deverão ser credenciadas pelo Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (Capda), vinculado ao Ministério da Fazenda.

A proposta altera a chamada Lei de Informática da ZFM. A lei prevê incentivos fiscais para os produtos de tecnologias da informação e comunicação (TICs) industrializados na Zona Franca. Como contrapartida, as empresas beneficiadas devem investir parte do faturamento em pesquisa, incluindo por meio repasse ao FNDCT.

Próximos passos

O projeto será analisado, em caráter conclusivo, nas comissões de Ciência, Tecnologia e Inovação, da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

Trump declara que EUA vão assumir o controle da Faixa de Gaza: ‘Vai ser magnífico’

Imagem: Reprodução / TV

Donald Trump retirou os Estados Unidos do Conselho de Direitos Humanos da ONU – uma instituição que monitora violações em várias partes do mundo. O presidente americano se reuniu nesta terça-feira (4), com o primeiro-ministro de Israel na Casa Branca e também suspendeu a verba para uma agência das Nações Unidas dedicada aos palestinos.

Benjamin Netanyahu é o primeiro líder estrangeiro que Donald Trump recebeu desde que voltou à presidência. A visita deixou clara a prioridade mais imediata da política externa do novo governo americano: o cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas em Gaza. A trégua começou em 19 de janeiro. Trump e Netanyahu discutiram os termos da segunda fase do acordo.

Mais cedo, o Hamas declarou que mediadores voltaram à mesa de negociações. Representantes do governo americano confirmaram. A previsão é de que a primeira fase do acordo dure seis semanas, até o início de março. Até agora, o Hamas libertou 18 reféns – idosos, mulheres e crianças. Em troca, Israel soltou quase 600 prisioneiros palestinos e retirou tropas das áreas povoadas de Gaza.

A fase dois, que começou a ser negociada agora, prevê a libertação dos reféns restantes, que são homens e militares. Também determina a retirada total das tropas israelenses e o fim permanente dos confrontos.

Antes do encontro com Netanyahu, Trump assinou um decreto que mantém a suspensão de financiamento para a Agência da ONU de Assistência aos Refugiados Palestinos – é a instituição que oferece a maior parte da ajuda humanitária aos refugiados em Gaza, na Cisjordânia e outros países do Oriente Médio.

O repasse de recursos já estava suspenso. Em janeiro de 2024, o governo Joe Biden congelou a verba para a agência por causa da suspeita de envolvimento dos funcionários nos ataques terroristas do Hamas, em 7 de outubro de 2023. Uma investigação da própria ONU levou à demissão de nove pessoas suspeitas de participação nos atentados.

Nesta terça-feira (4), no Salão Oval, Trump chamou a Faixa de Gaza de uma zona de demolição e voltou a defender que os palestinos que vivem na região sejam realocados para o Egito e a Jordânia: “Eles não têm alternativa. É muito perigoso. Há bombas e tiros por todo lado”.

O Egito e a Jordânia negaram que receberão os palestinos. O enviado especial dos Estados Unidos para Oriente Médio, Steve Witkoff, afirmou que o território tem 30 mil munições não detonadas, prédios que podem cair a qualquer momento, e que não há água ou eletricidade. Para ele, a população precisa ir para outro lugar até que Gaza seja reconstruída – o que segundo Witkoff, deve demorar 15 anos. O enviado especial disse que vai se encontrar na quinta-feira (6) com o primeiro-ministro do Catar, país que tem ajudado na mediação entre Israel e o Hamas.

O decreto que Trump assinou ontem (4) também determina a saída dos Estados Unidos do Conselho de Direitos Humanos da ONU. O presidente já tinha feito isso no primeiro mandato. O conselho foi criado em 2006 e monitora o respeito aos direitos humanos nos países-membros. Os Estados Unidos iam passar por uma avaliação em 2025.

Controle de Gaza

Na noite desta terça-feira, Trump voltou a falar sobre a retirada de palestinos da Faixa de Gaza. O presidente declarou que eles deveriam ser realocados permanentemente em outros países e não deveriam voltar ao território palestino.

Trump não explicou como isso se daria exatamente, mas disse que os Estados Unidos vão ajudar a retirar explosivos e destroços de Gaza para promover o desenvolvimento econômico da região.

Com informações do Jornal Nacional

Comandante Dan defende segurança pública como indispensável ao exercício da cidadania

Foto: Danilo Mello / Aleam

O deputado estadual Comandante Dan (Podemos) foi reconduzido à presidência da comissão temática legislativa que trata de segurança e ordem pública. A comissão sofreu alterações nas atribuições em 2024, passando a ser titulada como Comissão de Segurança Pública, Acesso à Justiça e Defesa Social (CSPJD). O parlamentar também preside a Comissão de Justiça e Segurança Pública da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), que reúne deputados estaduais de todo o país.

“Considero que tivemos um avanço significativo nos últimos dois anos, principalmente no convencimento da adesão dos municípios ao Sistema Único de Segurança Pública (Susp), estabelecido pela Lei nº 13.675, de 2018. As cidades passaram a integrar o Sistema e tem obrigações subsidiárias e auxiliares, podendo desenvolver projetos e receber recursos. Uma conquista para o município, que precisa se adequar às exigências da norma legal. Desenvolvemos inclusive uma cartilha como ferramenta de trabalho”, afirmou o Comandante Dan.

Em recente reunião com o secretário de Estado da Segurança Pública, coronel PM Vinicius Almeida, e com o presidente da Associação de Municípios Amazonenses, prefeito Anderson Sousa, de Rio Preto da Eva, a CSJPD firmou parceria para o desenvolvimento do projeto “Interior Mais Seguro”, da SSP-AM, que foca na municipalização do Susp, e para a regularização das guardas municipais, conforme prescrito na Lei nº 13.022/2014. Uma das principais formas de aproximação da Comissão presidida por Dan Câmara com a população é a realização de audiências públicas e visitas técnicas, para conhecer a realidade municipal e ouvir os anseios dos cidadãos.

“Em dois anos, estivemos presentes em todos os municípios do Amazonas e realizamos audiências públicas em mais da metade deles. Nada substitui a proximidade do público. Temos a ilusão que só Manaus tem problemas relacionados à violência, mas o interior sofre igualmente, apenas com ocorrências diferenciadas. Hoje, enfrentamos a ‘narcodevastação’, o braço das facções criminosas financiado os crimes ambientais, um problema que só tende a crescer, se não agirmos rapidamente”, disse o deputado.

Ele falou, ainda, dos desafios de incorporar os conceitos de acesso à justiça e defesa social às atribuições da Comissão.

“Defesa social é indissociável da segurança pública. Segurança não é só polícia, mas acesso à cidadania, ao trabalho, à renda, à comida no prato e a educação e saúde. Também não podemos falar de cidadania sem acesso à justiça. São caminhos naturais e coordenados”, finalizou.

Comissão de Segurança Pública, Acesso à Justiça e Defesa Social

1. Comandante Dan – Presidente
2. Cabo Maciel – Vice-presidente
3. Daniel Almeida – Membro titular
4. Delegado Péricles – Membro titular
5. João Luiz – Membro titular
6. Mário César Filho – 1° suplente
7. Dr. Gomes – 2° suplente
8. Cristiano D’Ângelo – 3° suplente

Com informações da assessoria

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