Dr. George Lins solicita adoção de cirurgia robótica na rede pública de saúde do Amazonas
Com o objetivo de modernizar e aprimorar os serviços de saúde pública no Amazonas, o deputado estadual Dr. George Lins (União Brasil) apresentou um requerimento à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) solicitando ao Governo do Estado a implementação da cirurgia robótica na rede estadual de saúde.
A proposta visa incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Amazonas uma das mais avançadas tecnologias médicas da atualidade, garantindo procedimentos cirúrgicos mais precisos, seguros e menos invasivos para a população. O parlamentar destacou que a cirurgia robótica reduz o tempo de recuperação dos pacientes, minimiza riscos de complicações e proporciona maior eficiência aos profissionais de saúde.
“A cirurgia robótica é uma realidade em diversos estados do Brasil e tem revolucionado a Medicina ao permitir procedimentos minimamente invasivos, garantindo mais segurança e um pós-operatório com menos dor e menor tempo de internação. O Amazonas já tem investido fortemente na saúde e a adoção dessa tecnologia consolidaria nosso Estado como referência em alta complexidade na região Norte”, ressaltou Dr. George Lins.
O deputado mencionou o Sistema Robótico da Vinci, tecnologia amplamente utilizada em hospitais de ponta no Brasil e no mundo. Segundo ele, sua implementação no Amazonas seria um grande avanço para o tratamento de diversas enfermidades.
Dr. George Lins reforçou ainda que a ampliação de tratamentos inovadores na rede pública não só beneficia os pacientes, mas também qualifica os profissionais de saúde, permitindo que médicos da região sejam capacitados no uso de tecnologias de ponta sem a necessidade de deslocamento para outros estados.
Com informações da assessoria
Sedecti e Instituto Eldorado oferecem cursos on-line gratuitos em diversas áreas de tecnologia
O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), firmou um termo de cooperação técnica com o Instituto Eldorado – um dos principais centros de P&D do país – com o objetivo de estabelecer uma cooperação mútua para a capacitação de estudantes do Amazonas. A parceria será desenvolvida por meio de ações dentro da iniciativa TIC em Trilhas, no âmbito da Rede de Parcerias.
Nesta parceria, o Instituto Eldorado disponibilizará trilhas, em diversas carreiras em tecnologia, como Programação, Desenvolvimento Mobile, Design de Interação, Dados & Analytcs, IA, Desenvolvimento de Jogos, Cibersegurança, entre outros. O Projeto TIC em Trilhas oferece capacitações gratuitas em diversas áreas de tecnologia e amplia oportunidades para quem pretende ingressar nesta área promissora, realizar transição de carreira ou aprofundar seus conhecimentos nas tendências. Inscrições e informações podem ser realizadas por meio do link https://ticemtrilhas.org.br/
Para o titular da Sedecti, Serafim Corrêa, a parceria é essencial para a capacitação de jovens, permitindo que eles tenham acesso a conhecimentos em tecnologia, ciência, inovação e robótica. Segundo ele, preparar os estudantes para o mercado de trabalho é um passo fundamental para garantir que estejam aptos a enfrentar os desafios e oportunidades da era digital.
“O objetivo da parceria é alcançar os jovens que ainda estão na escola, proporcionando-lhes iniciação em tecnologia, ciência, inovação e robótica, de modo que estejam preparados para ingressar no mercado de trabalho. No mundo atual, no século XXI, é fundamental possuir noções básicas nessas áreas para garantir melhores oportunidades profissionais”, declara.
Todos os cursos são 100% gratuitos, em formato on-line, uma oportunidade para quem busca flexibilidade e pode estar em qualquer localidade no Estado do Amazonas. Os cursos são produzidos por especialistas e com foco na empregabilidade. Com abordagem “mão na massa” para que, além do certificado, quem cursou possa aplicar o conhecimento na prática e mirar oportunidades de emprego na área. Ao selecionar uma das trilhas, basta o estudante inscrever-se na página do projeto para garantir o seu acesso ao curso.
O gerente do Eldorado Manaus, Alvaro Gonçalves, afirma que essa parceria é um passo significativo para capacitar os jovens e conectá-los com as oportunidades do futuro. “Juntos, com o Governo do Amazonas, por meio da Sedecti, vamos fortalecer o ecossistema de inovação no Estado. Com essa aliança, buscamos não apenas qualificar a mão de obra, mas também inspirar uma nova geração de talentos que serão protagonistas na área de tecnologia e inovação na Região Norte”, avalia.
O projeto TIC em trilhas é uma iniciativa integrante do Programa Prioritário de Interesse Nacional (PPI), sendo o Eldorado idealizador e um dos executores, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) por meio de recursos da Lei nº 8.248/91 e coordenação da Softex. O objetivo é preparar e capacitar estudantes e profissionais para atuar nas áreas de tecnologia, visando suprir a demanda por profissionais qualificados na área.
Com informações da Sedecti
‘Ainda Estou Aqui’ vence prêmio inédito para o Brasil: Goya de Melhor Filme Ibero-Americano
Ainda Estou Aqui venceu o Prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano no Goya, a principal premiação do cinema espanhol. É uma conquista inédita para o Brasil no “Oscar espanhol” e o prêmio foi recebido pelo músico Jorge Drexler, amigo de Walter Salles e vencedor do Oscar de Melhor Canção por Diários de Motocicleta, dirigido por ele.
Salles e Fernanda Torres estão na Califórnia para eventos como a exibição especial de Central do Brasil, com Guillermo Del Toro, e o festival de cinema de Santa Barbara, onde a atriz será homenageada.
Ainda Estou Aqui concorreu ao Goya com o uruguaio Agarrame Fuerte, o argentino El Jockey, o chileno No Lugar da Outra e o costa-riquenho Memorias de un Cuerpo que Arde.
Ainda Estou Aqui segue em cartaz no Brasil e já atraiu mais de quatro milhões de espectadores ao cinema. O filme foi premiado com o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2024 e concorre em três categorias do Oscar, incluindo melhor filme e melhor atriz para Fernanda Torres.
Com informações do Omelete
Eleição presidencial no Equador deve ter disputa acirrada após anos de violência

Pouco mais de um ano depois de uma das eleições mais violentas no mundo nos últimos anos, o Equador volta às urnas neste domingo (9) para eleger um novo mandato presidencial.
O atual presidente, Daniel Noboa, um milionário de 37 anos, é o favorito para vencer o pleito, mas deve ir ao segundo turno com sua principal adversária, a esquerdista Luisa González, segundo as principais pesquisas de opinião.
Noboa foi eleito em outubro de 2023, em eleições antecipadas no Equador convocadas pelo ex-presidente Guillermo Lasso em meio a um processo de impeachment. O pleito convocado por Lasso, no entanto, tinha o intuito de completar o seu tempo de mandato até a data original das eleições seguintes, que ocorrem neste domingo.
Mas as eleições temporárias acabaram se tornando um dos processos eleitorais mais violentos dos últimos anos no planeta, diante da ameaça de cartéis de droga que disputam o lucrativo controle do narcotráfico do país aos candidatos.
Um deles, Fernando Villavicencio, morreu assassinado quando saía de um ato de campanha. Os demais candidatos fizeram campanha sob forte esquema de segurança e, no dia da votação, tiveram de ir votar com coletes a prova de balas e capacetes.
Embora a campanha desta vez tenha sido mais “limpa”, com menos episódios violentos e sem registro de mortes, o combate à criminalidade segue sendo o principal desafio de quem assumir o novo mandato presidencial.
Há cerca de cinco anos, o Equador, que era considerado uma “ilha de paz” na América Latina por conta dos índices de homicídio mais baixos do continente, viu a violência disparar por conta da explosão de crimes ligados a cartéis de drogas, que “migraram” da Colômbia e começaram a ameaçar e matar governantes, promotores e juízes do país.
Isso porque o acordo de paz assinado entre o governo da vizinha Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em 2016 fulminou os cartéis que chegaram a dominar cidades inteiras do país.
Mas, em vez de ser extinto, o mercado de drogas acabou migrando para regiões no Equador. Lá, narcotraficantes encontraram as brechas que precisavam para seguir operando: uma política de segurança pública pouco especializada no crime que cometem combinada ao fator geográfico.
De cara para o Oceano Pacífico e com mais de 2.200 quilômetros de costa, o Equador acabou se tornando uma das principais rotas do tráfico de drogas da América Latina para os Estados Unidos e a Europa.
Atualmente, cartéis e máfias internacionais rivais disputam território no país por conta da rota lucrativa de narcotráfico do Equador. A taxa de homicídios do país aumentou de 6 a cada 100 mil habitantes em 2018 para 38 a cada 100 mil habitantes em 2024, o que afugentou turistas estrangeiros e os próprios equatorianos.
Campanha eleitoral
Quase 14 milhões dos 18 milhões de habitantes de equatorianos estão convocados a votar nas eleições deste domingo.
O pleito tem 16 candidatos, mas pesquisas apontam que apenas dois têm chance de vencer: o atual presidente Noboa, herdeiro de um império de exportação de bananas, e Luisa González, partidária do poderoso movimento esquerdista Revolução Cidadã que chegou a ser a favorita nas eleições passadas.
A campanha de González se concentrou em seus redutos no litoral e em captar votos nos bairros mais pobres, onde seu mentor político, o ex-presidente exilado Rafael Correa, tornou-se conhecido.
“É urgente que mudemos o país, não com declarações de guerra, que não vão levar a lugar nenhum, e sim construindo a paz”, disse a candidata à rádio equatoriana Morena.
Já Noboa apostou em uma política linha-dura para enfrentar os grupos criminosos, e em sua imagem jovial. Durante a campanha, caminhou com a camisa desabotoada, acompanhado de soldados fortemente armados, e vestiu coletes à prova de balas ao liderar operações de segurança.
A maioria das pesquisas aponta uma vantagem de Noboa sobre González, mas sem margem suficiente para uma vitória no primeiro turno.
Caso isso aconteça, o segundo turno das eleições no Equador está marcado para abril deste ano.
Com informações do g1
Isabelle Nogueira estreia na Grande Rio com fantasia inspirada em araras vermelhas

A ex-BBB Isabelle Nogueira publicou em suas redes sociais, neste sábado (8), uma prévia da fantasia que irá usar no primeiro ensaio técnico para o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. A amazonense vai estrear na Sapucaí este ano como musa da Grande Rio.
O adereço é inspirado em araras vermelhas, em alusão ao enredo da escola que fala de um lendário conto sobre uma princesa turca que foi transformada em arara na Amazônia.
Na legenda, a musa explicou que o animal, além de símbolo da biodiversidade brasileira, exerce um papel ecológico fundamental na região por dispersar sementes que contribuem para a regeneração e manutenção da cobertura vegetal da floresta.
“Ao espalhar sementes de várias espécies, as araras promovem a diversidade de plantas, o que, por sua vez, sustenta uma grande variedade de outros animais, como insetos, pequenos mamíferos e répteis”, explicou Isabelle Nogueira.
A ex-BBB também ressaltou que as penas usadas na fantasia são artificiais e finalizou fazendo um apelo pela preservação da espécie.
“A Amazônia vive em mim. Salvem as Araras cantadeiras”.
Com informações do g1-AM
Manejo de madeira nativa pode reverter desmatamento na Amazônia e gerar renda

Apontada como um dos vetores do desmatamento na Amazônia, a extração de madeira cresceu à sombra da ilegalidade, o que acabou limitando o próprio setor. Com um mercado dominado por madeira de origem duvidosa, o manejo florestal sempre foi visto como uma alternativa cara e pouco viável. Como resultado, o setor madeireiro, que já foi um dos pilares da economia regional, enfrenta um impasse histórico.
Desde a década de 1990, a produção de madeira em tora despencou, enquanto a exploração ilegal segue predominando, comprometendo tanto a credibilidade quanto a sustentabilidade da atividade. No entanto, o estudo “O manejo de florestas naturais e o setor madeireiro da Amazônia brasileira: situação atual e perspectivas”, do projeto Amazônia 2030, em parceria com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e o Instituto Floresta Tropical (IFT), mostra que esse cenário pode ser revertido. Com medidas estratégicas, é possível transformar o setor madeireiro em um modelo de desenvolvimento sustentável, aliando conservação ambiental e crescimento econômico.
A partir da década de 1980, a Amazônia se tornou a principal região produtora de madeira nacional, representando mais de 80% do total extraído no país. Mas, quatro décadas depois, a grande maioria da madeira extraída da região ainda tem origem predatória. A produção de madeira em tora despencou de 28 milhões de m³ para apenas 12 milhões de m³ nos últimos anos. Cerca de 92% dessa madeira é destinada ao mercado interno, sobretudo à construção civil, enquanto apenas 8% é exportada.
Atualmente, somente cerca de 10% do total dos 12 milhões de metros cúbicos de madeira extraídos por ano (o equivalente a 3 milhões de árvores) provém de manejo florestal, o que significa que grande parte da madeira que circula no mercado tem origem predatória, agravando o desmatamento e dificultando a rastreabilidade. Esse modelo arcaico e insustentável torna-se cada vez mais incompatível com as demandas da bioeconomia e do mercado global, que priorizam produtos com certificação e origem comprovada.
O estudo aponta que a extração de madeira nativa, se feita de forma manejada e sustentável, pode ser uma das soluções para manter a floresta em pé na Amazônia.
A madeira em tora ainda é o principal produto extrativo da região norte, com cerca de R$3,2 bilhões por ano e aproximadamente 70 mil empregos e representa uma opção real de geração de renda a partir da floresta em pé. No manejo florestal apenas 3 a 5 árvores por hectare (de um total de mais de 400 árvores existentes em um único hectare) são extraídas. É uma operação de baixo impacto ambiental que permite que a floresta seja capaz de se regenerar. Além disso, o manejo é capaz de manter a floresta conservada em relação aos níveis de carbono, de biodiversidade e de serviços ecossistêmicos.
Para garantir o suprimento de madeira de forma sustentável é necessário alocar cerca de 25 milhões de hectares (equivale apenas a 7% das florestas existentes na Amazônia). Atualmente só temos 3 milhões de hectares manejados de modo responsável no bioma. O mecanismo mais promissor para atingir essa meta é por meio das concessões à iniciativa privada nas florestas nacionais e estaduais já existentes, seguindo as regras da Lei de Gestão de Florestas Públicas. Para isso, entretanto, será necessário ampliar o ritmo de implementação destas concessões.
Além disso, a exploração concentra-se em poucas espécies, como ipê e cumaru, enquanto centenas de outras madeiras com alto potencial comercial permanecem subutilizadas. O setor precisa urgentemente investir na diversificação da produção, criando incentivos econômicos e estruturais para o aproveitamento de novas espécies, reduzindo a pressão sobre as mais exploradas.
Com informações de Um Só Planeta
Arborização de Manaus ganha reforço com bosque plantado no complexo viário 28 de Março
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Mudanças do Clima (Semmasclima), continua as ações de arborização da cidade, com o plantio de 300 novas mudas no complexo viário 28 de Março, na confluência das avenidas Torquato Tapajós e Santos Dumont – de acesso ao aeroporto, em um trecho que contempla oito grandes canteiros, no entorno das três alças do complexo.
O objetivo do plantio em áreas como esta é a criação de bosques urbanos, com espécies nativas da Amazônia, entre frutíferas, florestais e palmeiras. Espécies nobres também foram plantadas, como mogno, cumaru, andiroba, sumaúma e pau-rosa.
O secretário municipal de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Mudança do Clima, Fransuá Matos, que plantou uma muda de sumaúma na ocasião, afirmou que as ações de plantio serão realizadas em cerca de 50 espaços públicos ao longo de 2025. “Estamos plantando em canteiros centrais, áreas verdes que precisam de reposição, em margens de igarapés e aqui é mais uma área que a prefeitura está arborizando, de recepção aos nossos visitantes, próxima ao aeroporto, transformada em um bosque com diversas espécies nativas, por determinação do prefeito David Almeida, de mostrar o que há de mais bonito na nossa cidade, a biodiversidade”, destacou.
A ação de arborização faz parte da meta estabelecida pela gestão ambiental municipal de plantio de 15 mil novas mudas em 2025 – o triplo em comparação ao ano anterior. No último mês, as vias que receberam arborização foram: Constantino Nery, com alargamento dos berços (local em que se planta as mudas) e plantio de 150 novas mudas; e Max Teixeira, com o plantio de 500 novas mudas.
O diretor do Departamento de Arborização e Sustentabilidade da Semmasclima, Deyvson Braga, explicou que é feito um mapeamento de áreas da cidade que podem receber o plantio de espécies frutíferas e nativas. “Estas espécies propiciam diversos serviços ambientais, favorecendo, inclusive, a preservação da fauna silvestre”, afirmou Deyvson.
As ações de arborização da Prefeitura de Manaus continuarão ao longo de todo ano. O próximo plantio agendado será em 20 de fevereiro, no parque Gigantes da Floresta, zona Leste da cidade.
Com informações da Semmasclima













