Prefeitura de Manaus recria a Semjel e inicia nova fase de investimentos na capital
Manaus vive uma nova fase no cenário esportivo e social. A Prefeitura oficializou a recriação da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), que passa a substituir a antiga Fundação Manaus Esporte, por meio da Lei nº 409/2025, sancionada pelo prefeito David Almeida.
A medida marca o início de uma nova estrutura administrativa, com foco ampliado nas políticas públicas voltadas à juventude, fortalecimento do esporte de base, apoio aos atletas e fomento ao lazer nas comunidades.
Segundo o titular da pasta, Joel Silva, a criação da Semjel representa um avanço significativo.
“Estamos reestruturando a forma como o poder público atua nessas áreas. A Semjel nasce com a missão de estar mais próxima da população, ouvindo as demandas das comunidades, valorizando nossos jovens e promovendo o esporte como ferramenta de transformação social”, destacou o secretário.
A nova secretaria passa a gerir 19 centros esportivos distribuídos pelas zonas da cidade, além de coordenar eventos, projetos comunitários e campanhas educativas. A pasta também será responsável por políticas direcionadas à juventude, ampliando o alcance de ações em escolas, bairros e espaços públicos.
A proposta foi aprovada pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) e já está em vigor, com a equipe técnica da Semjel atuando na transição da estrutura anterior para o novo modelo.
Com a recriação da secretaria, a prefeitura reforça o compromisso com a inclusão social, a cidadania e o desenvolvimento humano, por meio do esporte, do lazer e da valorização da juventude.
Governo propõe criação de novo feriado nacional em 2 de julho
O Governo Federal enviou ao Congresso Nacional, nesta terça-feira (01), um projeto de lei que propõe transformar o dia 02 de julho no Dia Nacional da Consolidação da Independência do Brasil .
O projeto pretende homenagear a expulsão definitiva das tropas portuguesas da Bahia, em 1823, um ano após o grito de independência dado por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822.
A data, que já é feriado estadual na Bahia, passaria a integrar o calendário nacional caso o projeto seja aprovado.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidente afirmou: “É verdade que D. Pedro fez o grito da Independência, todo mundo sabe disso, mas pouca gente sabe que foi no dia 2 de julho de 1823 que, na Bahia, os baianos conseguiram fazer com que os portugueses voltassem para Portugal definitivamente”.
A declaração foi feita ao lado do ministro da Casa Civil, Rui Costa, do líder do governo no Senado, Jacques Wagner, e do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, todos baianos.
O presidente também ressaltou que o episódio histórico “ não está nos livros didáticos brasileiros ” e que o reconhecimento da data ajudará a mostrar o papel do povo baiano na conquista da independência.
Após o anúncio, ele viajou para Salvador para participar das celebrações da data e seguirá para a Cúpula do Mercosul em Buenos Aires, na quinta-feira (03).
Luta pela independência na Bahia
O marco da resistência baiana contra o domínio de Portugal começou em 25 de junho de 1822, na cidade de Cachoeira. Líderes locais reunidos na Câmara Municipal consultaram a população sobre a adesão ao príncipe regente Dom Pedro de Alcântara como governante constitucional e defensor do Brasil.
Mesmo sob ameaça de uma embarcação portuguesa ancorada no Rio Paraguaçu, a resposta popular foi afirmativa, dando início a um movimento de rompimento com os europeus.
O episódio desencadeou conflitos armados, com tiroteios que se estenderam por dias, e levou Cachoeira a formar um governo provisório, que acabou recebendo apoio de outras vilas do Recôncavo Baiano.
A resistência se organizou militarmente, ganhando adesão de figuras como Maria Quitéria e o futuro Barão de Belém.
No segundo semestre de 1822, reforços militares foram enviados do Rio de Janeiro, e o cerco à capital Salvador se intensificou, culminando em batalhas como a de Pirajá, em novembro daquele ano.
A libertação definitiva ocorreu em 2 de julho de 1823, com a retirada das tropas portuguesas da Bahia.
A data passou a ser comemorada como símbolo da independência baiana e da participação popular no processo de emancipação do Brasil, especialmente por meio de seus heróis e heroínas, como Joana Angélica e o Corneteiro Lopes.
Feriados e pontos facultativos até o fim de 2025
O calendário de feriados nacionais e pontos facultativos de 2025 já foi publicado no Diário Oficial da União pela Portaria MGI nº 9.783, do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
Até o fim do ano, os feriados nacionais e pontos facultativos são:
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7 de setembro – Independência do Brasil (feriado nacional)
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12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
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28 de outubro – Dia do Servidor Público Federal (ponto facultativo, comemorado no dia 27)
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2 de novembro – Finados (feriado nacional)
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15 de novembro – Proclamação da República (feriado nacional)
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20 de novembro – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional)
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24 de dezembro – Véspera do Natal (ponto facultativo após as 13h)
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25 de dezembro – Natal (feriado nacional)
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31 de dezembro – Véspera de Ano Novo (ponto facultativo após as 13h)
A portaria também estabelece que feriados estaduais e municipais, como datas magnas ou de centenário dos municípios, poderão ser respeitados pelas repartições federais nas respectivas localidades, desde que estejam previstos em lei.
*Com informações de IG
Servidora Ana Cláudia Ayres celebra 40 anos de dedicação à Câmara Municipal de Manaus
Quarenta anos de trabalho, dedicação e amor ao serviço público. A servidora Ana Cláudia Ayres comemorou, nesta terça-feira (1º de julho), quatro décadas de atuação na Câmara Municipal de Manaus (CMM), com uma trajetória que se confunde com a própria história do Legislativo da capital.
A data foi celebrada com uma homenagem no plenário da Casa, marcada por emoção, aplausos e reconhecimento por parte dos vereadores, servidores e colegas de longa data. O momento destacou a importância da servidora, que ao longo de 40 anos, contribuiu de forma decisiva para o funcionamento da Câmara.
Ana Cláudia ingressou no serviço público em 1985, aos 19 anos, vinda de uma família simples. Ela começou no setor administrativo, ainda no tempo das máquinas de escrever e das folhas de pagamento manuais. Com o passar dos anos, se destacou pela dedicação e passou por áreas como contabilidade e diretoria financeira, até chegar à Diretoria Legislativa, onde atua há 25 anos.
“Eu ingressei na Câmara muito jovem, cheia de sonhos. A casa foi um divisor de águas na minha vida. Me deu condições de estudar, crescer e construir minha história. Hoje, 40 anos depois, continuo aqui com alegria e orgulho”, afirmou Ana Cláudia, emocionada.
A servidora lembra que acompanhou a modernização da Câmara, a mudança de prédios, a chegada da informatização e a transição de gerações. Mais do que isso, construiu amizades duradouras e coleciona histórias que fazem parte da memória afetiva da instituição.
A gerente da Diretoria Legislativa, Juzy Carla Andrade, ressaltou a importância da Contribuição de Ana Cláudia não apenas como servidora, mas como exemplo dentro da Casa.
“É uma grande alegria ter servidores como a Ana Cláudia na nossa Câmara, especialmente da Diretoria Legislativa. Ela continua atuando com o mesmo empenho de sempre, prestando um grande serviço ao nosso Legislativo. É uma referência para todos nós e um exemplo de dedicação que merece ser valorizado”, destacou Juzy Carla.
Amiga e colega de trabalho, Rosana Celestino também compartilha com Ana Cláudia uma história de quase quatro décadas na Câmara. Para ela, o ambiente de trabalho se tornou uma extensão da vida, marcado pelo companheirismo e bom humor.

“A Ana virou costureira, cozinheira, avó… tudo junto! E o melhor é que rimos disso. Aqui, nos apoiamos. Quando penso em me aposentar, lembro do café, da conversa… e volto. Passamos mais tempo aqui do que em casa”, brincou Rosana.
Mesmo com tanto tempo de serviço, Ana Cláudia diz que ainda não pensa em parar. Segundo ela, sair de casa todos os dias, se arrumar e reencontrar os amigos é o que a mantém ativa e feliz.
“Muitos perguntam por que eu não me aposentei ainda. Mas eu ainda tenho energia, gosto do que faço. A Câmara é minha casa, foi aqui que eduquei meus filhos e fiz amigos para a vida inteira. A mensagem que eu deixo é de perseverança. Com dedicação e amor, tudo se constrói”, completou.
Com 40 anos de CMM, Ana Cláudia Ayres se tornou parte da história institucional do Legislativo manauara. Uma memória viva que segue atuando com entusiasmo, profissionalismo e amor ao que faz.
Lula chama ação de Motta de absurda: ‘Se não for ao STF, não governo mais’
O presidente Lula (PT) criticou hoje o embate com o Congresso pelo aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e defendeu a judicialização do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).
“Se eu não entrar com um recurso no Poder Judiciário, não for à Suprema Corte, não governo mais”, reclamou o presidente. “Esse é o problema. Cada macaco no seu galho. Ele [Congresso] legisla, e eu governo”, disse Lula em entrevista à TV Bahia, afiliada da Globo no estado, nesta manhã.
O governo tem insistido no discurso de manobra jurídica, mas já prevê aumento da tensão com o Legislativo. Ao anunciar ontem que o governo entraria com uma ação no STF, o advogado-geral da União, Jorge Messias, disse que a derrubada do decreto pelo Congresso infringe a separação dos Poderes. “Nossa conclusão é que o decreto é constitucional, ou seja, não poderia ser sustado pelo Congresso”, afirmou.
Lula seguiu essa linha. “O presidente da República tem que governar o país, e decreto é uma coisa do presidente da República”, disse. “Você pode ter um decreto legislativo quando você tem alguma coisa que fira muito a Constituição, o que não é o caso. O governo brasileiro tem o direito de propor IOF, sim.”
O presidente tem justificado os aumentos como “justiça tributária e social”. “O dado concreto é que os interesses de poucos prevaleceram dentro da Câmara e do Senado, o que eu acho um absurdo”, afirmou.
É precisamente esse discurso, visto como um estímulo ao “nós contra eles”, que tem irritado o Congresso. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta semana, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que, “no mesmo dia em que derrubamos [o decreto], aprovamos outras três medidas importantes para o nosso país”.
Lula chamou a decisão de Motta de pautar a urgência da derrubada do IOF “absurda”. “O erro, na minha opinião, foi o descumprimento de um acordo, que tinha sido feito no domingo [8 de junho] à meia-noite na casa do presidente Hugo Motta”, disse o presidente. Segundo o governo, havia um acordo para que a equipe econômica debatesse alternativas a serem propostas em conjunto.
Menos de 20 dias depois, Motta pautou a votação do projeto que revoga o aumento do IOF. Motta se recusou a conversar com a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, sobre o tema. Ele não atendeu nem a apelos de aliados para discutir a votação na reunião de líderes partidários, antes de levar a matéria ao plenário.
O governo foi pego de surpresa. O projeto que derruba o decreto do aumento do IOF foi votado nas duas Casas —uma seguida da outra, um movimento raro— com derrota incontestável para o presidente em ambos os casos.
Mas Lula negou rompimento. “O presidente da República não rompe com o Congresso”, disse. “O presidente da República reconhece o papel que o Congresso tem, eles têm os seus direitos, eu tenho os meus direitos. Nem eu me meto no direito deles nem eles se metem no meu direito. E, quando os dois não se entenderem, a Justiça resolve.”
*Com informações de Uol
Sheila Mello revela que viveu affair com Jacaré: ‘A gente teve um lance’

Sheila Mello, 46, admitiu ter ficado com Jacaré, 52, quando fazia parte do grupo É o Tchan.
Dançarina revelou que viveu um romance com o empresário. “É a primeira vez que falo: já teve um affair sim (…) A gente teve um lance, pouco tempo, e acabou. Fui madrinha do casamento, ele foi padrinho do meu casamento”, confessou ontem no podcast Papagaio Falante.
Modelo afirmou ter gratidão pelo ex-companheiro. “Tirando meus irmãos, ele é a pessoa por quem tenho a maior gratidão. Ele me salvou de ser afetada, tipo aquelas artistas doidas, e vou te falar o porquê. Quando entrei, ele falou: ‘Te dou 2 anos para você estar surtando’, e pensei ‘tenho as minhas raízes, tenho a minha essência, isso nunca vai acontecer’. Se fizer isso, você me avisa? Você me salva? Porque não quero ser essa pessoa.”
De acordo com ela, ele a ajudou quando foi grosseira com um segurança. “Pulou lá de trás, me segurou pelo braço, começou a me sacudir e disse: ‘Sinhá doida [como a chamava], vá pedir desculpas agora! Lembra que você pediu para te avisar quando você estivesse virando essa pessoa escrot*? Você foi! Vai lá e pede desculpas agora!’. Isso foi uma lição tão grande para mim”, explicou.
Sheila Mello deu mais detalhes sobre a breve relação com Jacaré. Na entrevista a Sérgio Mallandro, ainda contou que apenas os integrantes da banda sabiam do affair.
*Com informações de Uol
Projeto ‘Gira de Palhaças’ promove imersão artística para mulheres em Manaus

Manaus recebe, entre os dias 3 e 5 de julho, o projeto “Gira de Palhaças – Em busca do riso”, uma imersão artística voltada exclusivamente para mulheres de diferentes contextos e identidades. O encontro será realizado no Centro de Artes Integradas do Amazonas (Caia), localizado na avenida Constantino Nery, bairro São Geraldo, zona centro-sul, sempre das 8h30 às 12h30. A proposta é cruzar experiências artísticas com saberes ancestrais, tendo como ferramenta principal a palhaçaria, em especial a máscara clownesca, para estimular afetos, cumplicidades e descobertas cênicas.
A iniciativa é idealizada pela artista Daniely Lima, com realização da Aluá Produções, em parceria com a Coletiva de Palhaças. O projeto conta com apoio institucional do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do Conselho Estadual de Cultura (Conec), Ministério da Cultura, Centro de Artes Integradas do Amazonas (Caia) e do Espaço Cultural Muiraquitã, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), via edital de ações culturais de circo.
Uma roda que acolhe e provoca
A Gira de Palhaças surge como um espaço de acolhimento e escuta sensível, voltado a mulheres negras, indígenas, periféricas, mães, cuidadoras, com deficiência, travestis, lésbicas, bissexuais e demais identidades que resistem e transformam o fazer artístico na Amazônia. A proposta é trabalhar o riso como potência de cura, proteção, feitiçaria e reexistência, como explica a própria Coletiva de Palhaças, responsável pela condução do projeto.
Durante os três dias, serão realizadas oficinas com mestres que incorporam vivências distintas e complementares:
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Dia 1: “Brincadeiras Afro-diaspóricas e dramaturgia”, com Daniely Lima
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Dia 2: “Encruzilhada DEF: Uma Cosmocegueira Cênica Corpo-Voz”, com Ananda Guimarães
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Dia 3: “Corpo-Mandinga: Práticas de Terreiro”, com Antônia Vilarinho
Mestres da cena amazônida
Com uma carreira premiada, Daniely Lima é palhaça, atriz e pesquisadora que trabalha a partir da comicidade negra e feminista, explorando memórias e ancestralidade em suas criações. Já Ananda Guimarães é diretora e arte-educadora com forte atuação na acessibilidade cultural, fundadora do coletivo ADA (Artistas DEFs do Amazonas) e desenvolvedora da metodologia Encruzilhada DEF, voltada à cena com perspectiva de baixa visão.

A artista convidada Antônia Vilarinho traz mais de 30 anos de trajetória na palhaçaria com a proposta da “Palhaçaria de Terreiro”, unindo espiritualidade, cultura popular e resistência afro-brasileira em suas práticas.
Encerramento em forma de festa
No dia 6 de julho, das 13h às 19h, o projeto será encerrado com uma celebração aberta ao público no Espaço Cultural Muiraquitã, no bairro Aleixo. A programação inclui uma mostra do processo artístico vivido pelas participantes, além de apresentações do grupo Samba das Moças e da DJ Blue.
Segundo Ananda Guimarães, o encerramento é mais que um fim. “A festa Muximba celebra um ponto de virada, onde as sementes plantadas em corpo e riso seguem brotando nos territórios de cada mulheridade que passou por essa roda”, destaca.
Compromisso com a diversidade e a acessibilidade
A acessibilidade está no centro da proposta da “Gira de Palhaças”. A Coletiva entende que a inclusão de corpos e identidades diversas, especialmente aqueles marginalizados por normas sociais e culturais, é essencial para transformar o fazer artístico na Amazônia. A iniciativa promove práticas que enfrentam o capacitismo e fortalecem a participação de mulheres com deficiência nas artes cênicas, de forma ética, poética e política.
Tubulações de água em área de palafitas na zona Oeste de Manaus são adaptadas para período de cheia

Em Manaus, o período de cheia afeta diretamente a população que mora em áreas vulneráveis, como palafitas, becos e rip-raps. Nesta semana, a cota de inundação do Rio Negro chegou a 29,02 metros, em um índice considerado severo. A Águas de Manaus acompanha diariamente os níveis de subida dos rios e coloca em prática ações preventivas para reduzir os impactos da cheia e garantir o abastecimento de água tratada nas casas localizadas nessas regiões. Uma das medidas é a adaptação das tubulações em áreas de palafitas, como forma de evitar que a estrutura de água seja danificada e os moradores continuem tendo acesso à água de qualidade.
As equipes da concessionária elevaram mais de 130 metros de tubulações no beco Nara Leão, que fica no bairro São Jorge, na Zona Oeste da capital amazonense. Aproximadamente 200 pessoas moram no local. Com a medida, a rede de distribuição de água não é submersa nos igarapés, evitando a possibilidade de contaminação e facilitando ações de manutenção.
Moradora do local há mais de 40 anos, a dona de casa Lindalva Azevedo conhece bem as dificuldades que os moradores vivem durante esse período e ressalta a importância deste tipo de ação. “A Águas de Manaus se preocupa em tirar essas tubulações da água suja. É algo muito importante, porque esse período de cheia é propício para o aparecimento de doenças, então saber que a água que a gente consome não está em contato com o igarapé sujo já dá uma segurança”, conta a dona de casa.
Além do beco localizado no São Jorge, a concessionária seguirá monitorando a ação da cheia em outras áreas de palafitas na cidade. “A Águas de Manaus está preparada para os cenários de cheia e de estiagem, com planejamento voltado para que a população não sinta no abastecimento de água os efeitos desses fenômenos. Nos últimos dois anos, os índices históricos de seca exigiram a adaptação do sistema de captação de água direto do Rio Negro. Com a cheia, no fim do primeiro semestre de cada ano, também temos essa atenção especial, sobretudo às áreas que são afetadas diretamente pela subida das águas”, aponta o gerente de Serviços da concessionária, Paulo Ricardo Silva.
Hoje, o abastecimento de água tratada está universalizado. Isso significa que mais de 99% da população da capital amazonense tem acesso ao serviço. A concessionária realiza aproximadamente 30 mil análises mensais que atestam a qualidade da água que chega às torneiras. Os testes verificam a presença de partículas, substâncias ou microrganismos de origem animal, que podem transmitir doenças de veiculação hídrica, como diarreia, disenteria, hepatite A e leptospirose, entre outras. Em 2024, foram mais de 340 mil testes realizados a partir de amostras coletadas em 686 pontos espalhados na cidade.
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