Os ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Alexandre de Moraes publicaram despachos conjuntos nesta sexta-feira 8 para evitar medidas que busquem “driblar” a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre os penduricalhos.
As determinações proíbem tribunais, Ministério Público, Defensoria Pública e advocacia pública de aumentar gastos com pessoal por meio de manobras administrativas, tais como novas gratificações, benefícios assistenciais e novas classificações de comarcas ou de cargos para elevar os salários de forma indireta.
Todos os pagamentos deverão ser registrados em um único contracheque, com o valor efetivamente depositado na conta bancária do servidor. Além disso, todos os valores terão de constar dos Portais de Transparência.
Os ministros enfatizaram caber ao Conselho Nacional de Justiça e ao Conselho Nacional do Ministério Público regulamentar as verbas indenizatórias, a fim de que as regras sejam iguais em todo o País.
O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Adjuto Afonso (União Brasil), participou, nesta sexta-feira (8/5), da vistoria do envio...
Uma gigantesca cratera em chamas no meio do deserto pode estar finalmente perdendo intensidade após décadas queimando sem parar. Conhecida mundialmente como “Portão do...