Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia do Churrasco evidencia não apenas a paixão do brasileiro por esse prato, mas também a força de um segmento que movimenta a economia. Em Manaus, a tradição vai das esquinas, com carrinhos de espetinho, a empreendimentos estruturados, consolidando-se como alternativa prática de refeição e importante fonte de renda.
Com estrutura simples e possibilidade de adaptação à rotina urbana, o segmento tem sido uma alternativa viável para quem deseja empreender na área de alimentação fora do lar. De acordo com o diretor do Grupo Queiroz, empresa referência no setor de foodservice, Anderson Queiroz, o churrasco é uma tradição que se adaptou muito bem ao dia a dia das cidades. “Hoje, o setor também representa uma oportunidade real de negócio, principalmente para pequenos empreendedores. E o papel da Queiroz é justamente oferecer suporte completo, com variedade de produtos e condições que ajudem esses negócios a crescerem com eficiência”, afirma.
Ele ressalta que o perfil dos empreendedores iniciantes nesse segmento é bastante diverso, mas tem em comum a busca por uma fonte de renda com baixo investimento inicial e alta aceitação do público. “Muitos começam informalmente, com churrasqueiras em pontos de bairro ou delivery, e vão se estruturando à medida que o negócio cresce. Há também trabalhadores que migram de outras áreas e encontram no churrasco uma alternativa viável de empreendedorismo, aproveitando a forte cultura local e a demanda constante por esse tipo de produto”, disse.
É nesse contexto que atua o empresário Marconi de Souza Cabral Junior, proprietário do Assadão do Junin. No negócio, o churrasco surgiu como uma evolução natural dentro de uma operação voltada à alimentação. “Começamos buscando oferecer uma refeição prática e acessível, e com o tempo estruturamos o modelo atual, focado em agilidade e variedade”, explica.
O público é formado principalmente por trabalhadores da região do Distrito Industrial, e o funcionamento acompanha essa rotina. O atendimento ocorre no horário de almoço, das 11h às 14h, com maior movimento entre 12h e 13h. “A maioria dos clientes tem pouco tempo para almoçar, então precisa de um serviço rápido. A pessoa chega, se serve e consegue fazer a refeição sem perda de tempo”, afirma.
O modelo também busca equilíbrio entre preço e oferta. Atualmente, o estabelecimento trabalha com valor fixo de R$ 30, com buffet liberado e direito a churrasco. “O cliente hoje busca custo-benefício. Por isso, oferecemos variedade com um preço acessível, o que ajuda a manter o fluxo”, destaca.
Apesar do potencial, o dia a dia exige atenção à operação. Entre os principais desafios, estão o controle de custos, a manutenção da qualidade e a agilidade no atendimento, especialmente nos horários de pico. “Como trabalhamos com buffet e carne assada, é preciso muita organização para evitar falta de produtos ou desperdício”, explica.
Suporte
Diante das oportunidades de negócio no setor, o Grupo Queiroz se consolida como um importante aliado dos empreendedores. A empresa tem se destacado por oferecer uma estrutura completa de abastecimento, reunindo em um só lugar desde cortes de carne até itens essenciais para a operação, como temperos, utensílios e embalagens. Esse modelo facilita o dia a dia de quem está começando ou que busca expandir suas atividades com mais eficiência e padronização.
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