Trump detalha o 'tarifaço' - Foto: Brendan SMIALOWSKI / AFP
A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou o chamado “Tarifaço” do presidente Donald Trump a diversos países, como o Brasil, nesta sexta-feira (20). Segundo a decisão, o governante extrapolou a autoridade e infligiu a lei federal de poderes econômicos de emergência de 1977 ao impor unilateralmente os aumentos nas tarifas de quase todos os parceiros comerciais do Estado.
A votação foi decidida por 6 votos a 3 para não autorizar o presidente a impor tarifas. Os juízes conservadores Amy Coney Barrett e Neil Gorsuch acompanharam o relator e presidente da corte John Roberts, junto aos juízes liberais. Discordaram da decisão Brett Kavanaugh Clarence Thomas e Samuel Alito.
De acordo com a CNN, essa é uma rara demonstração de repúdio da Corte à Trump, sendo a maior derrota do político em seu segundo mandato. O Supremo ainda não se pronunciou sobre o que será feito com os quase U$ 130 bilhões de dólares (quase R$ 700 bilhões), arrecadados até meados de dezembro de 2025.
Segundo a emissora estadunidense, a devolução dos valores pode cair como uma bomba para os cofres do país, podendo gerar um rombo irreparável.
“Esse processo provavelmente será uma ‘bagunça’”, escreveu Kavanaugh, de acordo com a CNN.
Decisões recentes aumentaram tarifas para diversos parceiros comerciais
Em 12 de janeiro, Trump anunciou tarifa extra para países que mantivessem negócios com o Irã. A decisão ocorreu em um momento de tensão entre os países, que ainda persiste.
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