Um colaborador que prestava apoio às equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi assassinado após um ataque durante uma operação na Terra Indígena Apyterewa, em São Félix do Xingu (PA). A ação que foi alvo da emboscada, tinha como objetivo retirar invasores e apreender gado mantido ilegalmente na terra indígena.
Segundo o Ibama, a vítima era um vaqueiro que auxiliava as equipes no deslocamento de um comboio com gado apreendido. Ao tentar reconduzir animais que fugiram e entraram em uma área de mata, ele foi atingido por um disparo de arma de fogo. Socorrido e levado de helicóptero ao hospital, ele não resistiu aos ferimentos.
O Instituto lamentou a morte, prestou solidariedade e disse oferecer apoio aos familiares da vítima. O órgão também reafirmou o compromisso com a proteção das terras indígenas e com a atuação integrada dos órgãos públicos, repudiando qualquer forma de violência contra agentes do Estado. O caso está sob investigação.
A operação que acontece no âmbito da ADPF nº 709, que garante a proteção dos direitos dos povos indígenas e a integridade de suas terras, é uma ação integrada e conta com a participação do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Funai, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), do Ibama, da Força Nacional, da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará).
Homologado pelo STF em setembro de 2023, o Plano de Desintrusão das Terras Indígenas Apyterewa e Trincheira Bacajá cumpre decisão judicial para garantir aos povos indígenas o direito de usufruir do território de forma plena e integral. A Apyterewa foi homologada em 2007 e a Trincheira Bacajá, em 1996.
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