O ex-jogador Denílson de Oliveira recusou uma proposta da Serasa para ser garoto-propaganda de uma campanha do Serasa, birô de crédito que recebe de credores informações sobre dívidas de clientes e ajuda a intermediar uma resolução entre as partes.
A intenção era que ele atuasse junto com o pagodeiro Belo em uma propaganda, com os dois dizendo que era possível zerar suas dívidas, especialmente com a ajuda da Serasa.
No entanto, a proposta financeira não agradou a Denílson e não atingiu patamares de outros comerciais que ele costuma fazer. Os planos foram descartados, pelo menos por enquanto.
A Ambev também já sondou Belo e Denílson para propagandas, mas neste caso, a situação ainda está em aberto. Uma possibilidade é um reclame durante o período de carnaval.
Denílson e Belo resolveram a briga judicial e assinaram um acordo milionário após mais de duas décadas de imbróglio. Os dois se estranhavam desde que o então atleta, na época no Betis, da Espanha, comprou os direitos da banda Soweto, e Belo, o então vocalista, pediu para sair do grupo, sendo processado pelo futebolista por danos morais.
Na ação, Denílson argumentou que Belo deixou a banda sem pagar indenização. Denílson anunciou o fim da briga na semana passada, e disse estar feliz com o encerramento do problema.
“Como homens, adultos e profissionais que somos, era importante colocar fim a esse imbróglio que nos afastava há mais de 20 anos. Hoje, com alegria, damos por encerrado esse assunto. Muito obrigado a todos os envolvidos. Agora é olhar pra frente. Acabou!”, escreveu, nas redes sociais.
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