Em clima de reconhecimento e emoção, o secretário Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Serafim Corrêa, foi homenageado, nesta quinta-feira (26/03), durante reunião do Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), marcando sua última participação como presidente do colegiado.
A reunião seguiu a pauta institucional com a leitura e aprovação da ata anterior, além da deliberação de processos administrativos, incluindo a homologação de resolução do Conselho Superior e a análise de prestações de contas técnicas e financeiras. Todos os itens foram aprovados por unanimidade.
Após as deliberações, Serafim Corrêa se despediu da função, destacando o sentimento de dever cumprido.
“Na vida, há momentos de chegar e momentos de partir. Sigo para novas missões, mas com o mesmo propósito de continuar contribuindo com a minha terra”, afirmou.
Ele também enfatizou a importância da ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento, destacando avanços históricos proporcionados pelo conhecimento científico e defendendo decisões públicas baseadas em evidências.
Homenagens
Durante a cerimônia, o secretário recebeu uma placa de reconhecimento do conselho, destacando sua trajetória marcada pelo compromisso com a gestão pública, o fortalecimento da ciência, tecnologia e inovação e a condução ética das instituições.
Durante a homenagem, conselheiros e gestores da Fapeam ressaltaram a trajetória e o legado do secretário. Na oportunidade, a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales Mendes Silva, destacou a trajetória de Serafim Corrêa e seu compromisso como servidor público. Na ocasião, ela também celebrou a atuação dele como presidente do Conselho Superior da Fundação.
“Sob sua liderança, o diálogo institucional se fortaleceu, as decisões foram tomadas com responsabilidade e o compromisso com a pesquisa científica. O senhor compreende como poucos, que investir em ciência e tecnologia é muito mais que apoiar os pesquisadores, é investir no futuro do Amazonas, no desenvolvimento sustentável e na soberania do conhecimento produzido sobre o gigantismo amazônico”, concluiu Márcia Perales.














