
O início do ano costuma ser um momento de organizar a vida e rever planos. Com novos objetivos no horizonte, muita gente passa a olhar com mais atenção para o próprio orçamento e buscam formas de proteger o que já foi conquistado. Nesse cenário, os seguros entram no planejamento das famílias, proporcionando mais tranquilidade. No Sicredi, os associados têm acesso a um portfólio de seguros que atendem suas necessidades, seja para pessoas físicas ou empresas, com uma demanda crescente. E o interesse maior pela proteção financeira aparece nos números do setor. Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) apontam que o mercado de seguros deve crescer cerca de 8% em 2026, impulsionado pela digitalização dos serviços, mudanças no comportamento do consumidor e maior conscientização sobre a importância da prevenção.
Em 2025, o setor movimentou R$ 376,17 bilhões entre janeiro e novembro, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Apesar de uma retração de 4,67% em relação ao mesmo período de 2024, o volume de indenizações pagas reforça o papel do seguro como apoio aos segurados diante de imprevistos.
Nesse contexto, cooperativas financeiras oferecem diferentes modalidades de seguro. Entre as opções estão seguro de vida, residencial, veicular e viagem, com assistências pensadas para situações comuns do dia a dia, além de pagamento flexíveis e possibilidade de parcelamento. O atendimento é feito com o apoio de consultores, que orientam os associados na escolha do seguro mais adequado à necessidade de cada um, da proteção à vida e família, ao patrimônio.
A consultora de Negócios do Sicredi, Danielle Rampini, afirma que o seguro tem um papel importante na organização da vida financeira e não deve ser visto apenas como uma proteção pontual. Segundo ela, a lógica é evitar que situações inesperadas comprometam o planejamento construído ao longo do tempo.
“Quando um imprevisto acontece sem proteção, muitas vezes a pessoa precisa recorrer à reserva de emergência, interromper investimentos ou até se endividar. O seguro ajuda justamente a evitar esse tipo de impacto, porque transforma um problema que poderia gerar um grande prejuízo em algo administrável. Ele permite atravessar momentos difíceis sem desorganizar o orçamento e sem abrir mão de planos futuros”, explica.
Danielle destaca ainda que o seguro acompanha diferentes fases da vida. “Dependendo do momento, os riscos mudam. Por isso, o seguro pode proteger desde a rotina, como a casa e o veículo, até a renda e a família. A ideia é que a proteção caminhe junto com o planejamento financeiro, ajudando a manter estabilidade e tranquilidade ao longo do tempo”, completa
Em Sinop, Sérgio Ponciano, que atua na construção civil, conta que buscou equilibrar investimento e segurança ao decidir instalar placas solares, sem comprometer o orçamento nem ficar sem capital para manter a rotina de trabalho. “Eu até tinha o dinheiro, mas não podia ficar sem nada em caixa, só com conta para pagar. Preferi financiar e consegui quitar em poucos meses, conforme os clientes foram pagando. É importante ter crédito disponível, porque a gente nunca sabe quando vai precisar”, relata.
Com a instalação do sistema, veio também a preocupação em proteger o investimento e evitar prejuízos inesperados. Segundo Sérgio, a contratação do Seguro Residencial foi pensada justamente para cobrir situações que fogem do controle. “Se cair um raio, se queimar alguma coisa ou acontecer qualquer imprevisto, eu tenho essa proteção. Isso dá mais tranquilidade, porque a gente sabe que não vai ter um prejuízo grande de uma hora para outra”, explica.













