Foto: Kelvin Dinelli

O vereador Rodrigo Guedes (Republicanos) realizou, nesta segunda-feira (7), o segundo dia consecutivo de fiscalização nas ruas do Centro de Manaus durante o Sou Manaus, para impedir que flanelinhas extorquissem motoristas e frequentadores do evento com cobranças ilegais pelo estacionamento.

Pelo segundo dia seguido, Guedes percorreu as ruas do Centro e conversou diretamente com os motoristas, especialmente com as mulheres, que são as que mais sofrem com intimidações. O vereador orientou a população a não aceitar cobranças antecipadas e tabeladas para estacionar.

De acordo com Guedes, os flanelinhas mudaram a estratégia para tentar driblar a fiscalização. Alguns retiraram os coletes e passaram a atuar disfarçados de vendedores de água ou aparentemente à paisana, aguardando o momento para abordar os motoristas e exigir o pagamento antecipado.

“Essa extorsão dos flanelinhas precisa acabar de uma vez por todas. Agora eles mudaram a estratégia, tiraram o colete e ficam disfarçados, mas continuam tentando cobrar estacionamento antecipado e tabelado. A população paga seus impostos e ainda precisa pagar para estacionar em uma via pública? Isso é inaceitável! Essas cobranças precisam acabar, de uma vez por todas e continuarei fiscalizando até que isso aconteça”, afirmou Guedes.

A fiscalização teve início no domingo (6), quando o vereador também realizou uma intensa ação nas ruas do Centro para combater a prática durante o evento. Esta é a segunda vez consecutiva que Guedes realiza a fiscalização durante o Sou Manaus.

Em 2025, o vereador já havia denunciado a existência de uma quadrilha de flanelinhas que atua de forma organizada para extorquir a população durante grandes eventos. O Sou Manaus Passo a Paço está entre os principais eventos da capital em que esse tipo de cobrança ilegal é registrado.

Além da atuação dos flanelinhas, Guedes também chamou atenção para as condições do Centro de Manaus. O vereador criticou a falta de segurança e o acúmulo de lixo nas ruas, afirmando que a região está esquecida pelo poder público.