Os preços do petróleo caíram mais de 2% no início do pregão asiático nesta sexta-feira, 20, após o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmar que o Irã estava prestes a ser “dizimado” e que a guerra terminaria “mais rápido” do que o esperado.
O petróleo Brent, referência internacional, caiu 2,55%, para US$ 105,88 o barril, por volta das 2h40 GMT (23h40 da quinta, 19, em Brasília). No dia anterior, havia subido para quase US$ 120 antes de moderar seus ganhos. O West Texas Intermediate (WTI), também caiu, recuando 2,46%, o que fez o barril chegar a US$ 93,20.
“As declarações de Netanyahu tranquilizaram os mercados”, escreveu Stephen Innes, analista da SPI Asset Management, em nota.
Segundo o premiê, o Irã está sendo “dizimado” e Israel “está vencendo a guerra”. A declaração foi feita em uma coletiva de imprensa nesta quinta. “Esta guerra terminará muito mais rápido do que as pessoas imaginam”, afirmou sem estipular um prazo.
Para Innes, a fala de Netanyahu “é importante porque reduz a duração percebida da crise de abastecimento”, embora tenha alertado que, mesmo que o conflito “termine antes do esperado, o sistema energético não se reinicia simplesmente por vontade própria”.
Os mercados de ações asiáticos refletiram essa incerteza na sexta-feira, com os investidores aguardando desdobramentos positivos no conflito, que agora entra em sua quarta semana.
Por volta das 2h40 GMT em Hong Kong, o índice Hang Seng estava em queda de 0,66%, a 25.332,39 pontos, e o Shanghai Composite recuava 0,20%, para 3.998,43. Em Seul, no entanto, o índice de referência Kospi subia 0,53%, para 5.794,02.
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