Espetáculo ‘Halloween 2024’ apresenta repertório de clássicos do terror e suspense

Padre Fábio de Melo é criticado por ir a jantar de Halloween: ‘Contraditório’
O Padre Fábio de Melo virou alvo de críticas após ser visto durante um jantar de Halloween na companhia de Ivete Sangalo e sua família, em Orlando, Estados Unidos. Nas redes sociais, internautas questionaram se não é contraditório o sacerdote estar em um evento de Dia das Bruxas.
Na reunião, Ivete Sangalo surgiu vestida de Anabelle. Nas histórias de terror, a boneca é possuída por uma entidade maligna que a faz exibir comportamentos sobrenaturais. O visual da artista consistia em um vestido branco, uma peruca trançada, meia-calça e uma maquiagem que acentuava olheiras e batom borrado.
Enquanto exibia o look de “boneca assassina”, Ivete fez uma brincadeira sinalizando que iria enforcar o padre, o que resultou em risadas e abraços entre os dois.
Apesar da diversão, nas redes sociais, a presença de Padre Fábio de Melo na confraternização gerou polêmica. “Eu pensei e todos também pensaram. O que o Padre Fábio de Melo está fazendo numa Festa de Halloween? Esse homem é padre porque ainda?”, comentou um usuário do X, antigo Twitter.
“‘Padre’ Fábio de Melo é vergonhoso para os católicos”, criticou outro. “Por que não larga logo a batina e vai viver como profano que és?!”, atacou um terceiro. “Padre em festa de Halloween não é contraditório?”, adicionou outro.
Vale ressaltar que, apesar de estar presente no evento, Padre Fábio de Melo não adotou nenhuma fantasia para incorporar a temática de Halloween.
*Com informações de IG
Roberto Cidade é reeleito com ampla maioria de votos para presidir a Aleam
O deputado estadual Roberto Cidade (UB) foi reconduzido ao cargo de presidente do Parlamento Estadual para o segundo biênio da atual legislatura, em eleição realizada nesta quarta-feira, 30/10, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O parlamentar obteve 22 votos favoráveis dos deputados presentes. A eleição realizada nesta quarta também ratificou os nomes dos demais membros da Mesa Diretora da Aleam para o mesmo período.
“Com o coração cheio de orgulho, respeito, admiração e vontade de trabalhar pelo povo do Estado do Amazonas agradeço a todos os meus pares pela confiança. Agradeço, inclusive, ao deputado Daniel Almeida pelo voto contrário, por manter sua postura e declarar a sua posição. Eu respeito as divergências e afirmo que continuarei sendo um político do diálogo, de construção e de palavra, principalmente, de cumprir com as minhas obrigações com o povo do meu Estado. Nós cumprimos a decisão do STF, que era refazer a eleição. Quem vence é o Poder Legislativo”, afirmou o deputado presidente.
Além de Roberto Cidade como presidente, a composição da Mesa Diretora da Aleam para o Biênio 2025-2026 tem como 1° vice-presidente, o deputado Adjuto Afonso (UB); 2° vice-presidente, o deputado Abdala Fraxe (Avante) e 3° vice-presidente, a deputada Joana Darc (UB).
A secretária-geral será a deputada Alessandra Campelo (Podemos), o 1° secretário é o deputado Delegado Péricles (PL), o 2° secretário, o deputado Cabo Maciel (PL) e o 3° secretário, o deputado João Luiz (Republicanos). O corregedor da Casa é o deputado Sinésio Campos (PT) e o ouvidor, o deputado Felipe Souza (PRD).
A nova Mesa Diretora toma posse em 1º de fevereiro de 2025 e tem mandato até 31 de janeiro de 2027.
Nova eleição
A nova eleição para a Mesa Diretora da Aleam atende à decisão do ministro Cristiano Zanin, do Superior Tribunal Federal (STF), que contestou a antecipação da eleição realizada em 2023.
Cientistas encontram evidências de “Ragnarök do mundo real” na Dinamarca; entenda

Pesquisadores do Museu Nacional da Dinamarca descobriram artefatos em Jutlândia, na divisa com a Alemanha, que sugerem a ocorrência de um desastre climático no século VI. A descoberta acendeu a teoria um que o mito nórdico do Ragnarök, que marca o fim do mundo, pode ter sido criado com base neste evento.
O mito do Ragnarök sugere que a destruição da vida humana começaria em um estado permanente de inverno rigoroso (Fimbulwinter), que perduraria por cerca de três anos. Durante esse período, as pessoas enfrentariam uma grave escassez de recursos, capaz de levá-las a um estado de quase extinção.
A partir da análise de anéis de árvores e artefatos arqueológicos, o estudo buscou entender como esse evento devastador impactou a vida na região, há cerca de 1.500 anos. O estudo, do Museu Nacional da Dinamarca, foi liderado pelo biólogo e especialista em arqueologia ambiental Morten Fischer Mortensen e publicado no Journal of Archaeological Science Reports.
“Muitos já especulavam que o Ragnarok tinha raízes na vida real”, afirma Mortensen em comunicado. “Mas, agora, pela primeira vez, podemos demonstrar com evidências práticas que talvez o maior desastre climático da história da humanidade tenha de fato afetado a Dinamarca – e em níveis catastróficos”.
Mortensen destaca, no estudo, o impacto dramático que esse inverno rigoroso teve sobre a agricultura local. “Quando as árvores não podiam crescer, nada mais conseguia crescer nos campos”, explica. ” “Ver essas pequenas e finas marcas nas árvores [que indicam períodos de crescimento limitado] me dá calafrios, pois sei o quanto de sofrimento, morte e tristeza elas representam.”
Desastre climático global do século VI
Entre os anos 536 e 539 d.C., aconteceram várias erupções vulcânicas que envolveram o planeta em um véu de cinzas e gases, bloqueando a luz solar. Dessa forma, a região entrou em um inverno prolongado, com uma queda brusca na temperatura, que impactou diretamente na agricultura.
Há registros escritos deste fenômeno em arquivos do Império Romano e do Império Chinês. Relatos do período destacam que o Sol brilhava pálido e frio como a Lua, e, por conta disso, a agricultura não prosperava.
Os arqueólogos encontraram diversos artefatos de ouro enterrados em sacrifício aos deuses. A teoria é que os itens foram oferecidos em um esforço desesperado para trazer o sol de volta.

“Esses sacrifícios sugerem o quão desesperadas as pessoas estavam para tentar encerrar essa catástrofe sem precedentes”, diz Mortensen.
*Com informações de IG
Braga comanda aprovação de projeto que prorroga isenção sobre cargas do Norte e Nordeste
Medida beneficia diretamente o estado do Amazonas em virtude de as hidrovias serem o principal modal de transporte de mercadorias. A economia com o custo do frete pode variar entre 8% e 15%
Com parecer favorável do senador Eduardo Braga (MDB-AM), o plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (29/10), o PL 1765/2019, que prorroga até 31 de dezembro de 2031 o prazo de vigência da não incidência do AFRMM (Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante) sobre as cargas com origem ou destino nas regiões Norte e Nordeste nas navegações de cabotagem, interior fluvial e lacustre. A matéria agora retorna para a Câmara dos Deputados.
Eduardo Braga foi o relator do texto no Senado. “A prorrogação do prazo de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante, para as cargas que tenham como origem ou destino o Norte e Nordeste, se faz necessária para que essas regiões possam superar as consequências de graves problemas globais que enfrentaram nos últimos anos, como a pandemia e a maior estiagem que a Amazônia enfrentou no ano passado e que se repetiu este ano. Por isso, o meu parecer é favorável para que a isenção possa ser prorrogada até 2031 e ajudar essas regiões que tanto dependem do transporte fluvial e marítimo”, argumentou o senador no encaminhamento da votação em plenário.
Apresentado pelo deputado Júnior Ferrari em 2019, o PL foi remetido ao Senado em 2022. Antes disso, em 2021, o governo havia prorrogado mais uma vez o prazo de isenção, não por Medida Provisória, mas no âmbito do projeto chamado “BR do Mar”, que resultou na Lei 14301, de 7 de janeiro de 2022, que institui o Programa de Estímulo ao Transporte de Cabotagem. Na ocasião, estendeu-se até 8 de janeiro de 2027 a isenção para as regiões Norte e Nordeste.
Em relatório justificando seu voto a favor da prorrogação da isenção do AFRMM, o senador Eduardo Braga propôs que o prazo fosse estendido até 31 de dezembro de 2031 com o objetivo de evitar a insegurança jurídica e econômica no mercado de transporte das regiões Norte e Nordeste.
Amazonas
Distante dos grandes centros consumidores do país, o Amazonas utiliza principalmente o transporte aquaviário devido a falta de uma estrada com integral condições de trafegabilidade para circulação de caminhões do Polo Industrial de Manaus até outros estados e ao alto custo do frete aéreo.
Segundo informações apresentadas durante o Fórum de Logística de Indústria, realizado pela Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), a cabotagem (navegação entre portos do mesmo país) predomina no Amazonas. O estado é 2º do país que mais utiliza a cabotagem para transportar mercadorias.
Segundo Jhony Fidelis, diretor executivo geral do Porto Chibatão, a isenção do AFRMM representa um ganho para o cliente sobre o valor do frete. “Como os percentuais deste adicional de frente variam, também oscila o ganho para o cliente. A economia com a não incidência deste adicional de frete pode variar de 8% a 15%, o que acaba beneficiando o cliente e o consumidor final, propicia também condições de mais investimentos em infraestrutura de logística pelo operador”, destacou.
Fiocruz apresenta projetos desenvolvidos para populações ribeirinhas ao ministro da Saúde da Alemanha
O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e o Centro de Relações Internacionais em Saúde (CRIS), da Fundação Oswaldo Cruz, acompanharam nesta terça-feira, 29/10, a agenda especial do ministro da Saúde da Alemanha, o médico e epidemiologista Karl Lauterbach, em Manaus, um dia antes de sua participação no encontro dos Ministros de Saúde do G20, que acontece até a quinta-feira, 31/09, no Rio de Janeiro.
A missão foi coordenada pela diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, juntamente com a analista da Coordenação de Cooperação com a Europa, Ana Helena Freire, a assessora internacional para Cooperação com a Europa do CRIS, Ilka Vilardo, e os pesquisadores Fernando Herkrath e Pritesh Lalwani, dos laboratórios de Situação de Saúde e Gestão do Cuidado de Populações Indígenas e outros grupos vulneráveis (Sagespi) e Diagnóstico e Controle de Doenças Infecciosas da Amazônia (DCDIA), do ILMD/Fiocruz Amazônia.
Acompanhado de uma delegação de representantes do governo alemão, o ministro esteve na comunidade ribeirinha Jatuarana, situada às margens do Rio Amazonas, zona rural de Manaus, para conhecer in loco o trabalho de atendimento realizado pela Unidade Básica de Saúde Fluvial Dr Antônio Levino, pertencente à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa/Manaus) e, deste modo, avaliar o impacto da seca extrema vivenciada hoje no Amazonas sobre os serviços de assistência em saúde para essa população.
O ministro ouviu relatos dos ribeirinhos e profissionais de saúde em atuação na UBS Fluvial, e conversou com os pesquisadores da Fiocruz Amazônia sobre estudos desenvolvidos na região em torno das patologias e agravos em saúde decorrentes do desmatamento e da perda da biodiversidade, controle e prevenção de arboviroses, vigilância de patógenos, segurança alimentar, bem como a melhoria da qualidade do serviço de saúde em conjunto com as comunidades.
O impacto das mudanças climáticas sobre a saúde das pessoas é hoje uma das principais preocupações das autoridades de saúde mundiais e tema de discussão do G20. Para a diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, a relevância da presença do ministro está no fato dele poder vivenciar um pouco da realidade vivida pelas populações ribeirinhas locais.
“Estamos aqui na visita à comunidade Jatuarana com o ministro alemão que fez questão de vir ao Amazonas porque é um ponto de interesse dele, que é médico e epidemiologista, a questão das mudanças climáticas e foi possível mostrar a Unidade Básica de Saúde Fluvial, da Semsa/Manaus, que é um modelo de atendimento exitoso prestado às populações ribeirinhas e, na oportunidade, apresentamos os trabalhos desenvolvidos pela Fiocruz Amazônia junto a essas comunidades, bem como projetos relacionados a mudanças climáticas, doenças infecciosas, doenças crônicas e populações vulneráveis da Amazônia”, explicou.
Stefanie Lopes salienta que outro ponto destacado junto ao ministro foi o impacto do desmatamento e dos fenômenos climáticos extremos, como o da estação seca, no que se refere ao acesso à saúde. “Foi uma oportunidade para que o ministro e a delegação do Governo da Alemanha pudessem conferir como o Brasil inova nessas ferramentas de acesso à saúde para populações vulneráveis e como podemos melhorar essa assistência a partir de possíveis parcerias com aquele País”, comentou a diretora da Fiocruz Amazônia. Segundo ela, a Amazônia ainda é uma floresta superpreservada, embora esse cenário esteja mudando. “Este ano, tivemos o maior desmatamento registrado na nossa floresta e com isso a potencialidade de novos patógenos surgirem a partir desse desequilíbrio é grande. Temos muitas comunidades e populações que vivem e sobrevivem da floresta e todo esse desbalanço muda as formas de vida e faz surgir a probabilidade de um potencial desastre ainda mais com a população extremamente vulnerabilizada e com pouco acesso a saúde. Com isso, as doenças podem surgir e se espalhar”, explicou.
A comunidade Jatuarana possui cerca de 120 famílias e 350 pessoas residentes. O ministro ouviu relatos dos ribeirinhos e profissionais de saúde em atuação na UBS Fluvial e visitou uma escola de Ensino Fundamental da comunidade, onde estudam 67 alunos que residem na localidade e entorno. “A seca dificulta o acesso aos serviços de saúde e leva ao agravamento de doenças”, afirmou a aposentada Nerimar Cunha do Norte, 70, moradora da comunidade e usuária dos serviços oferecidos pela UBS fluvial Antonio Levino.

Segundo ela, a falta de assistência em determinados tipos de exames obriga os moradores a terem que se deslocar para Manaus. “Tem gente muito doente que precisa ir pra cidade e espera meses para realizar um determinado tipo de exame. Às vezes, a espera demora anos e, nessa seca, aumenta a distância e os gastos com a gasolina da embarcação. Muitos não têm condições de fazer esse percurso até a cidade, nem cobrir os gastos com o transporte até a unidade de saúde”, lamentou.
A assessora internacional para Cooperação com a Europa do CRIS Fiocruz, Ilka Vilardo, destacou a importância da vinda do ministro alemão para conhecer a região amazônica e os trabalhos de pesquisa que estão sendo feitos pela Fiocruz Amazônia. Tivemos a oportunidade de levar o ministro e a delegação alemã até Jatuarana, onde vimos o quanto de benefícios é feito para a população feita com a UBS Fluvial.
“O ministro entrevistou médicos e profissionais de saúde, e durante a ida e a vinda foi importantíssima a conversa dele e outros membros da delegação do Ministério da Saúde alemão, não só com a diretora da Fiocruz Amazõnia, Stefanie Lopes, como outros pesquisadores que tiveram oportunidade de contar sobre os diversos projetos de pesquisa em saúde que a Fiocruz Amazônia está desenvolvendo”, ressalta.
Ilka salienta que a Alemanha é um parceiro importantíssimo para o Brasil e América Latina. “Foi muito importante o Centro de Relações Internacionais de Saúde estar aqui não só testemunhando como também contribuindo para que as relações se dessem da melhor maneira possível e para as informações nos dois sentidos de cooperação entre os dois países”, observou.
Conexões
Fernando Herkrath, que é coordenador do Laboratório Sagespi, afirma que o modelo de organização da UBS fluvial, na Atenção Básica, é aplicado hoje na região amazônica e do pantanal de forma exitosa. “Esse é um modelo superimportante para garantir o acesso aos serviços de saúde e melhoria das condições de saúde dessas populações, um modelo itinerante para atendimento com profissionais que ficam no território e podem trabalhar com promoção, prevenção e assistência no nível da Atenção Primaria, um locus de extrema importância para atuação da Fiocruz Amazônia, no sentido de contribuir para uma melhor organização do serviço, em parceria com diversos órgãos e com as comunidades”, reforçou.
O pesquisador Pritesh Lalwani lembrou que a visita do ministro da Saúde da Alemanha demonstra a preocupação dele com as conexões existentes entre os problemas gerados pela crise climática. “Os problemas não são só na Amazônia, são mundiais. È importante a parceria para que possamos trabalhar em conjunto para trazer soluções permanentes, em termos de resiliência e deixar legado para as próximas gerações”, frisou.
De volta à área urbana de Manaus, ministro e comitiva, foram recebidos pelo governador Wilson Lima, no Palácio do Governo, na Compensa. Na oportunidade, foram apresentados projetos do governo estadual apoiados pela Governo da Alemanha e novas possibilidades de parcerias e investimentos.
Prefeito David Almeida reconduz Renato Junior para o comando da Seminf
O prefeito de Manaus, David Almeida, anunciou, nesta quarta-feira, 30/10, durante coletiva de imprensa, o retorno do vice-prefeito eleito, Renato Junior, para o comando da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf). Este é o primeiro anúncio do chefe do Executivo municipal após sua reeleição.
Renato Júnior deixou o comando da pasta para a disputa da eleição, e Heliatan Botelho assumiu a Seminf nesse período. O prefeito agradeceu o trabalho de Heliatan à frente da secretaria, que resultou na entrega da alça superior do complexo viário Rei Pelé, conclusão do viaduto Márcio Souza e no avanço dos serviços do programa “Asfalta Manaus”.
Sob a gestão de Renato Junior, o prefeito disse que o secretário de Obras terá a missão de entregar o complexo viário Rei Pelé no primeiro semestre de 2025, coordenar a construção do complexo viário localizado entre as avenidas Brasil e Coronel Teixeira, que se chamará “Passarão”, em homenagem ao empresário José Ferreira de Oliveira, fundador do porto Chibatão, entre outras obras.
“Eu quero aqui agradecer o trabalho do Renato nessa eleição, em que esteve junto conosco, foi um dos coordenadores, e que agora volta como secretário, dando continuidade aos trabalhos estruturantes na cidade de Manaus. Sobre aquele complexo viário da Compensa, a prefeitura vai homenagear um dos maiores empreendedores amazonenses que é o Passarão”, declarou Almeida.
O vice-prefeito eleito e agora secretário da Seminf, Renato Junior, agradeceu ao prefeito pela confiança e por lhe dar novamente a oportunidade de seguir atendendo as demandas da população.
“Quero aqui, prefeito, agradecer ao senhor por mais uma oportunidade de poder assumir a Seminf frente a este grande desafio. Desafio esse que nós vimos agora na campanha, não somente as pessoas agradecendo o trabalho já realizado pela sua gestão na rua, mas também as demandas que elas ainda esperam que sejam resolvidas por esta secretaria. Me coloco à disposição, mais do que isso, para juntos construirmos a Manaus para daqui a 10, 20, 30 anos, a Manaus do futuro que nós queremos construir agora, juntamente com a população”, enfatizou.
Mais obras
O prefeito ainda citou quais são as demais obras de infraestrutura que serão realizadas pela Seminf, como o alargamento da avenida do Turismo, entre o aeroporto internacional Eduardo Gomes até a rotatória da Ponta Negra, que terá uma nova faixa nos dois sentidos.
Ainda estão previstos serviços de interligação da avenida Max Teixeira com a avenida do Turismo, conclusão do recapeamento da avenida Coronel Teixeira, que terá as três faixas livres, com extinção da ciclofaixa, e o recapeamento da avenida Brasil.

O alargamento da avenida André Araújo e a interligação da avenida Maneca Marques com a avenida Ephigênio Salles.
Perfil
Atual secretário de Infraestrutura e vice-prefeito eleito no último pleito municipal, Renato Junior, de 37 anos, é manauara e formado em gestão pública. Ainda garoto, passou a trabalhar na tradicional feira Manaus Moderna ao lado dos pais, o casal de feirantes seu Renato e dona Menta. Aos 22 anos, ingressou no mundo do empreendedorismo e passou a trabalhar por conta própria na área da Construção Civil.
Em 2021, graças à sua larga experiência com feiras e com a cadeia produtiva, foi convidado pelo prefeito David Almeida para administrar a Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc).
Durante a pandemia, por exemplo, providenciou a sanitização das feiras e, durante a cheia do rio Negro, sob determinação do prefeito David Almeida, viabilizou em sete dias a criação da primeira “feira flutuante” do Brasil, ideia que garantiu a continuidade do trabalho dos feirantes da Manaus Moderna e teve repercussão nacional e internacional pelo ineditismo e criatividade.
Em abril de 2022, Renato Junior se tornou o titular da Seminf e agora é reconduzido à pasta.
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