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O que ‘Ainda Estou Aqui’ e Fernanda Torres precisam fazer para concorrer ao Oscar

Fernanda Torres em cena do filme 'Ainda Estou Aqui', de Walter Salles - Foto: Divulgação

Não basta o brasileiro torcer na internet. Para que “Ainda Estou Aqui” e Fernanda Torres tenham chance de ser indicados ao Oscar, a equipe por trás do filme precisa obedecer não só várias exigências técnicas, como advogar pelo longa, o que inclui eventos glamorosos em Hollywood, bate-papos em programas de TV americanos, pré-estreias mundo afora, tapetes vermelhos e um circuito de festivais de cinema.

É o que contam o diretor Walter Salles, o produtor Rodrigo Teixeira, e a própria atriz, protagonista do longa escolhido para representar o Brasil na disputa do próximo Oscar, marcado para 2 de março.

O trio, além do ator Selton Mello, está envolvidos até o pescoço com afazeres relacionados à campanha do filme há pelo menos dois meses, quando “Ainda Estou Aqui” estreou no Festival de Veneza, onde ganhou o prêmio de melhor roteiro.

O troféu do evento italiano ampliou a visibilidade do filme em território estrangeiro, e, por consequência, suas chances no Oscar.

Para disputar a categoria de filme internacional, uma produção precisa ter sido exibida por no mínimo sete dias consecutivos em um cinema comercial de qualquer país, ter mais da metade do seu áudio em idioma diferente do inglês, e não pode ter sido disponibilizada em outras plataformas antes de estrear nos cinemas. Deve obedecer ainda a outras minúcias, como níveis mínimos de qualidade do áudio e do vídeo, que podem ser lidas no site do Oscar.

“Ainda Estou Aqui” passou no teste. Exibido depois no Festival de Toronto e elogiado pelos principais veículos de mídia americanos, o filme passou a ser apontado como um concorrente forte ao troféu, com chances também para o Globo de Ouro, que revela seus indicados em 9 de dezembro.

A Sony Pictures, distribuidora nos Estados Unidos, submeteu o longa também às categorias de atriz, para Torres, ator coadjuvante, para Mello, à direção de Salles, a fotografia, edição e roteiro adaptado do livro de Marcelo Rubens Paiva.

A única atriz brasileira já indicada ao Oscar, há duas décadas, foi Fernanda Montenegro por “Central do Brasil”, filme de Salles que também concorreu a melhor filme estrangeiro. Agora é Torres, sua filha, quem pode quebrar esse marasmo —ela vem ganhando tração como uma possível nomeada ao troféu de atriz, disputa acirrada que tem na corrida também estrelas como Nicole Kidman, por “Babygirl”, e Demi Moore, com “A Substância”.

Fernanda Torres, Antonio Saboia e Olívia Torres em cena do filme ‘Ainda Estou Aqui’, de Walter Salles – Foto: Divulgação

A força de Torres cresceu graças à torcida nacional nas redes sociais. Ficou claro para os americanos, diz o produtor Rodrigo Teixeira, o poder de audiência da brasileira após uma foto dela no Instagram do Oscar receber 2,8 milhões curtidas, cerca de 50 vezes mais que a de Moore.

A pré-lista de indicados à premiação sai em 17 de dezembro. Até lá, a equipe do filme se esforça para garantir que ele seja visto pelas pessoas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos —ou seja, os votantes do Oscar.

Para isso, a Sony levou o filme a outros festivais de renome, como o de Nova York e Los Angeles. Depois, organizou sessões com plateias repletas de votantes do Oscar. Essas projeções são seguidas de entrevistas coletivas com o elenco, fundamentais para a promoção do filme.

A Creative Artists Agency (CAA), importante agência de atores em Los Angeles, exibiu “Ainda Estou Aqui” depois de uma introdução emotiva do ator Sean Penn, que já venceu o Oscar duas vezes.

“Ele fez um discurso lindo, dizendo que assistiu ao filme no dia da vitória de Donald Trump, e do quanto o filme o impactou”, diz Torres. “Ainda Estou Aqui” retrata um dos períodos políticos mais duros do Brasil, e mostra como o regime militar sequestrou e matou o ex-deputado Rubens Paiva, deixando sua família à deriva.

A atriz passou 25 dias em Los Angeles frequentando essas exibições. Além disso, ela e Mello reservaram um dia inteiro às entrevistas para os mais diversos veículos —a brasileira foi chamada de ícone global pela revista Vanity Fair. Ela ainda participou de uma sabatina com os votantes do Globo de Ouro.

Houve também um evento diurno promovido pelo veículo especializado Deadline, onde atores e diretores tinham dez minutos para vender seu peixe aos votantes do Oscar. Ali, Torres dividiu a coxia com Steve McQueen e Saoirse Ronan, por exemplo, que tentam indicações para o filme “Blitz”. Depois, na saída, cruzou com o espanhol Pedro Almodóvar, que estava acompanhado das atrizes Tilda Swinton e Julianne Moore, do filme “O Quarto ao Lado”.

Teixeira, membro da Academia desde 2016, afirma que o maior desafio é convencer os outros votantes a arranjar tempo para ver um filme feito no Brasil. “‘Ainda Estou Aqui’ se beneficia do nome de Walter Salles, que já tem uma história em Hollywood”, diz, lembrando de “Central do Brasil”. “Existe respeito pela obra dele.”

“Ainda Estou Aqui” tem uma vantagem —será visto por uma Academia mais diversa que a de 20 anos atrás, com votantes de vários pedaços do mundo, no rastro de regras recentes que visam dar visibilidade a filmes de grupos minoritários, entre eles, os latinos.

‘Ainda estou aqui’, com Fernanda Torres, vai ao Oscar representar o Brasil – Foto: Andréa Martinelli

“Hoje, o universo de votantes se ampliou geograficamente”, diz Salles. “Mas a Academia ainda não é equilibrada. Os países da América do Sul juntos têm aproximadamente o mesmo número de votantes que a França.”

O cenário vem mudando desde 2020, quando o sul-coreano “Parasita” fez história como primeiro filme de língua estrangeira a vencer a estatueta de melhor filme.

“É um trabalho pesado, de formiguinha”, diz Torres, que embarca para Londres na próxima semana, onde continuará a campanha. Lá ela deve participar de outros eventos para exibir o filme, um deles liderado pelo cineasta mexicano Alfonso Cuarón.

Torres tem tido de se acostumar com outra parte da campanha pelo Oscar —o glamour. Entendeu a importância e os detalhes de se vestir bem, de emanar uma presença forte e de falar bom inglês.

“O tapete vermelho é onde você se apresenta fora da tela, onde se cria uma imagem personificada de quem realizou o filme. No caso de uma mulher, ainda tem a maquiagem, o cabelo e a roupa, que não é simples de acertar. Não pode ser muito nem pouco, não pode ser deslumbrada nem pé-rapada.”

“A loucura também inclui jantares e almoços informais, que te aproximam do pessoal da indústria”, diz.

Foi mais ou menos o que aconteceu com Alê Abreu, diretor de “O Menino e o Mundo”, animação brasileira indicada ao Oscar há oito anos. Na ânsia de bater os grandes estúdios americanos —como a Pixar, que concorria e venceu com “Divertida Mente”—, o paulista viajou a Los Angeles como se fosse à guerrilha.

Ficou surpreso, então, ao ser recebido com simpatia. “O Pete Docter [chefe da Pixar], sentou no chão, ao meu lado para bater papo e contar como tinha ficado fã do filme”, diz. “E os jantares são como a confraternização de um casamento. Na tua mesa pode ter um ator indicado, na outra o Steven Spielberg, na outra a Lady Gaga, e dá para conversar com quem quiser.”

A campanha de “Ainda Estou Aqui” se intensificou nas últimas semanas, após o filme chegar aos cinemas brasileiros, onde fez estrondo, tendo superado 2 milhões de espectadores, marca rara para dramas, o que deve sagrá-lo a produção nacional mais vista do ano.

Para Torres, este é um dos maiores feitos do longa, que, para além de Hollywood, já ganhou a terra que a fez atriz.

*Com informações de Folha de São Paulo

David Almeida entrega Árvore de Natal de 30 metros com hologramas e bolhas de sabão instagramáveis

Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom

Com o tema “Natal dos Sonhos – É tempo de sonhar, compartilhar e realizar”, o prefeito de Manaus, David Almeida, entregou a tradicional árvore de Natal instagramável do complexo turístico Ponta Negra, na zona Oeste. O evento reuniu a imprensa e centenas de pessoas durante o acendimento da árvore, nesta segunda-feira (2/12).

Repleta de luzes, cores e imagens dos colaboradores envolvidos na montagem, a árvore de Natal, organizada pelo Fundo Manaus Solidária (FMS), tem 30 metros de altura por 15 metros de diâmetro, 80 ventiladores, projetores holográficos de fotos e vídeos, além de 350 mil PixLEDs cênicos. Seu adorno conta, ainda, com bonecos quebra-nozes, balões de ar quente e seis bolhas de sabão gigantes instagramáveis, importadas com exclusividade da China, uma inovação para o Natal da capital.

De acordo com o prefeito David Almeida, a decoração natalina da cidade é proveniente de recursos oriundos dos cofres da prefeitura, preestabelecidos, anualmente, para esta finalidade, atendendo o planejamento da gestão para esta época do ano.

“A cada ano a gente está inovando. Nós inovamos bastante com aquela primeira árvore, no início da extensão da Orla da Ponta Negra, que entregamos, no mês passado, que é toda de PixLED, digital, maravilhosa. E agora estamos entregando essa, que também acompanha a modernidade. E aqui, a gente trouxe esses componentes das imagens que nós vamos trocar semanalmente com fotografias das pessoas que trabalham aqui no complexo, bem como das famílias que frequentarem o local”, informou o chefe do Executivo municipal, David Almeida.

O prefeito reforçou o pedido de cuidado e zelo por parte da população em relação à decoração. “Espero que as pessoas tenham cuidado e zelo. E, para as ações de vandalismo, estamos aqui com monitoramento e fiscalização por parte da Guarda Municipal. Contudo, se alguém presenciar alguma ação de depredação, basta denunciar. Isso aqui é um bem público, uma inovação. Nenhuma cidade do Brasil possui uma ornamentação como essa”, destacou David Almeida.

A decoração natalina da extensão do complexo turístico, este ano, trouxe também, a Vila Encantada e casa do Papai Noel, com oito minicasas, árvores, carrossel, trenó, além de túnel musical com 60 metros de comprimento, com Boneco de Neve em seu portal de acesso e duas caudas de cometas distribuídas pelo calçadão, compondo um cenário perfeito para fotos e posts instagramáveis.

“É mais uma grande novidade para a cidade de Manaus. A atual gestão não tem medido esforços para surpreender a população com o Natal da cidade. É gratificante demais ver o brilho no olhar de cada criança e saber que estamos marcando uma geração com o Natal da Prefeitura de Manaus”, ressaltou o diretor-presidente do Fundo Manaus Solidária (FMS).

A estudante Maria Cecília Menezes disse ter se encantado com a ornamentação. “A ornamentação desse ano está muito bonita, se superaram mesmo. Eu amei”, comentou.

Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom

A cerimônia de acendimento da árvore natalina contou com a apresentação da fanfarra do Vila da Barra, instituição parceira e fomentada pelo FMS. E, também, com a entrega de 20 transportes coletivos envelopados com as informações dos principais pontos da cidade que estarão recebendo programação especial do “Natal dos Sonhos”.

Mais novidades

Nos próximos dias, a Prefeitura de Manaus ainda entregará um Portal Natalino e o Trenó do Papai Noel, por sobre o anfiteatro da Ponta Negra. No sábado, 7/12 será realizada uma apresentação especial do musical “Um Sonho de Natal”, com a Fábrica de Brinquedos, parceria com a Igreja Batista, em dois horários: às 19h e às 20h30, com a grande chuva de neve para receber a população que for prestigiar o espetáculo.

Fracassam negociações para pôr fim à poluição de plásticos

Foto: Reprodução

Diplomatas reunidos em Busan, na região costeira da Coreia do Sul, falharam em chegar a um consenso na elaboração do tratado global para conter a poluição plástica. As negociações foram encerradas no domingo, 1º, após impasse dos países sobre conter a produção de plástico, interromper o uso de químicos prejudiciais à natureza e definir o mecanismo de financiamento para apoiar economias em desenvolvimento nesta trajetória.

Atualmente, a produção anual de plástico é de 400 milhões de toneladas e, se seguir neste ritmo, deve triplicar até 2060, estima a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Metade desse peso vai para aterros sanitários e menos de um quinto é reciclado.

Cerca de 20 milhões de toneladas de plástico vão parar em ecossistemas aquáticos, dos lagos aos mares, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). E a sua versão minúscula é uma das que mais preocupam: os microplásticos causam prejuízos à saúde humana e podem afetar a biodiversidade marinha, impactando cadeias alimentares.

No início de 2022, 175 países se comprometeram no âmbito do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) a buscar medidas ambiciosas para por fim à poluição plástica. Desde então, foram feitas quatro reuniões e a quinta, que esperava-se ser a última, teve início na segunda-feira passada, 25 de novembro.

Há duas posições claras entre países no desenho do tratado. Um grupo defende que é necessário estabelecer medidas para cortar a produção de plástico no mundo, enquanto outro, minoritário, argumenta que a solução está na maior reciclagem e melhor gestão de resíduos.

“É lamentável que, apesar de um apoio significativo para medidas ambiciosas, não tenhamos chegado a um consenso. Precisamos agir com urgência, pois cada dia sem ação tem consequências devastadoras”, disse Michel Santos, gerente de políticas públicas do WWF Brasil, que acompanhou os debates na Coreia do Sul.

Sem um consenso sobre o tratado, a reunião de Busan foi pausada – algo parecido com o que ocorreu na COP16 da Biodiversidade, em Cali. A data e o local de retomada sobre o plástico ainda não foram definidos.

O que está em jogo

Diferentemente das COPs, que reúnem partes de convenções já estabelecidas há décadas (como a do Clima e a da Diversidade Biológica), as negociações sobre plástico estão em um estágio anterior.

Foto: Divulgação Marinha do Brasil / Ministério da Defesa / Flipar

O objetivo é chegar a um tratado que seja acatado pelos países.

São três os principais pontos de divergência:

  • Interromper o uso de componentes químicos danosos à natureza na produção dos plásticos;

  • Estabelecer um limite para a produção de plástico; e

  • Definir como se dará o financiamento das economias ricas para as em desenvolvimento para apoiar a implementação do tratado.

“O tema da poluição plástica cresceu muito rapidamente na agenda internacional. Não se falava sobre isso há cinco ou dez anos, e há menos de três se aprovou no Pnuma uma resolução histórica. Com isso, teve início um processo de negociação do tratado”, diz Pedro Prata, oficial de políticas públicas para a América Latina da Fundação Ellen MacArthur.

Quando concluído, o tratado será juridicamente vinculante – o que significa que os países que o adotarem serão obrigados a colocá-los em prática.

Nas negociações, as nações decidiram adotar um processo de consenso, ou seja, é preciso concordância unânime para decisões sejam tomadas. As COPs funcionam da mesma maneira.

Caso fosse escolhido o sistema de votação, ficaria afastado o risco de que um único país bloqueie avanços. Mas Santos aponta que o consenso significa decisões com mais força política.

“Pode ser uma estratégia destinada a garantir que todos os países se sintam engajados e responsáveis pelo resultado final, promovendo uma abordagem mais unificada e colaborativa fundamental para lidar com crises ambientais urgentes”, afirma.

Lobby do petróleo

Na busca por um acordo global que envolve plástico, é inevitável falar da indústria de óleo e gás, que dá origem à maior parte do plástico existente no mundo.

As negociações caminhavam em ritmo lento nos primeiros dias. Na quinta-feira, 28, o Panamá liderou um bloco de mais de 100 países em uma nova proposta para reduzir os níveis de produção plástica a “patamares mais sustentáveis”.

Grandes produtores de petróleo, em especial Rússia e Arábia Saudita, se mostraram resistentes à ideia de estabelecer um teto para a produção anual de plástico, segundo observadores. Os países se fecharam para qualquer proposta nessa linha e bateram na tecla de que o foco deveria estar em ampliar a reciclagem e gestão de resíduos.

Foto: Delil Souleiman

Já o Brasil enfrentou divergências internas e não conseguiu chegar a um consenso sobre o tema, como mostrou a Pública. Ao mesmo tempo, o país apoiou junto a outros 93 países a proposta mexicana para que haja um compromisso obrigatório no tratado por uma eliminação gradual (do inglês phase out) daqueles produtos plásticos e componentes químicos mais danosos.

A novela do financiamento

O leitor que acompanha a cobertura de COPs já sabe: é na hora de colocar a mão no bolso que as conversas esquentam.

“O Brasil é um líder no tópico do financiamento nos tratados de clima e biodiversidade, e agora colocou o assunto como prioritário nesse tratado desde o início”, afirma Prata.

A principal luta do país neste aspecto é sobre a governança do veículo que irá gerir os recursos levantados por meio do tratado do plástico. O Brasil tem questionado o uso do Global Environment Fund (GEF), que fica abaixo do Banco Mundial, para gerenciar esse dinheiro, uma vez que as economias em desenvolvimento – que são justamente os receptores desses recursos – têm pouco poder nas decisões feitas.

De olho no setor privado, os diplomatas também debateram a responsabilidade expandida de quem gera a poluição. Companhias como a Coca-Cola ou a Unilever poderiam fazer um aporte em determinado mecanismo que correspondesse a um valor de compensação pela poluição plástica que gerou, por exemplo.

“As empresas pedem para os governos para que exista um tratado ambicioso e com regras globais”, diz Prata, “Elas sentem a pressão dos consumidores e preferem lidar com um conjunto de regras globais do que várias regras muito localizadas”. A Fundação Ellen MacArthur e a WWF coordenam a Coalizão Empresarial pelo Tratado de Plástico, que reúne 285 empresas, incluindo Pepsi, Coca-Cola, Nestlé e Unilever.

A reunião de Busan seguiu a onda de incertezas até o fim que assombrou as conferências em Baku e em Cali no mês passado. A maioria dos países insistiu sobre a necessidade de que os compromissos firmados no tratado sejam robustos para combater a poluição causada pelo plástico, cuja degradação leva de 400 a mil anos.

*Com informações de Reset

Bi Garcia recebe a mais alta homenagem da Aleam, proposta por Saullo Vianna

Foto: Assessoria

Ao receber a Medalha Ruy Araújo, Prefeito fez um balanço da parceria de Parintins com deputado federal, que somou cerca de R$ 30 milhões em investimentos do mandato do parlamentar

Em sessão especial realizada na manhã desta segunda-feira (2), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o prefeito de Parintins, Bi Garcia (PSD), recebeu a Medalha do Mérito Legislativo Ruy Araújo. A honraria, de autoria do deputado federal Saullo Vianna (União-AM) durante seu mandato como parlamentar estadual, reconhece a extensa trajetória do gestor e seu impacto no interior do estado.

Saullo Vianna, autor da proposta, ressaltou o impacto do trabalho de Garcia visto no município, que segundo ele viveu momentos totalmente diferentes antes e depois da gestão do prefeito. Além disso ele falou da parceria com o Bi, que já resultou em mais de R$ 30 milhões em emendas destinados para a cidade de Parintins.

“Nossa parceria iniciou lá atrás, quando eu fui eleito deputado estadual e destinei todas as minhas emendas de educação para Parintins. Seu compromisso com Parintins e sua capacidade de superar desafios o tornaram uma referência não apenas para o interior, mas para todo o Amazonas. É uma honra ter contribuído para que o Parlamento estadual reconhecesse esse legado”.

Com uma carreira política de mais de três décadas, Bi Garcia alcançou feitos históricos, como a eleição e reeleição para quatro mandatos como prefeito de Parintins, além de ter sido vereador, deputado estadual e vice-prefeito. Sob sua gestão, o município registrou avanços expressivos em áreas como saúde, educação e infraestrutura, elevando-se ao segundo lugar no estado em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), atrás apenas de Manaus.

Bi Garcia compartilhou o mérito da homenagem com a população de Parintins, além de agradecer Saullo Vianna pela parceria. “Esse momento será inesquecível na minha vida por receber essa homenagem para o povo do Amazonas. O Saullo colocava toda a emenda da educação em Parintins e com isso tivemos resultados fantásticos com esse projeto que criamos de esporte com educação. Ele faz parte de todo esse processo inovador e, por isso, quero ser imensamente grato por essa parceria que eu sei que não vai terminar no meu mandato”, afirmou.

A cerimônia foi prestigiada pelo senador Omar Aziz, pelo conselheiro do TCE-AM, Josué Neto, pelos presidentes dos bois Caprichoso e Garantido, Rossy Amoedo e Fred Goes respectivamente, deputados estaduais, incluindo a deputada Mayra Dias, esposa de Bi, Entre outras autoridades. A Medalha Ruy Araújo é concedida a personalidades que se destacam por suas ações em benefício do Amazonas, celebrando trajetórias de impacto e transformação

Microexplosão: entenda fenômeno capaz de derrubar árvores gigantes e raras na Amazônia

Microexplosões acontecem na Amazônia e derrubam árvores gigantes - Foto: Imagem ilustrativa / JC Patricio / Getty Images

As mudanças climáticas pelo mundo têm aumentado a quantidade de um fenômeno climático chamado microbursts, ou microexplosões em português, que provocam ventos extremos, capazes de derrubar árvores gigantes. Esse problema tem ocorrido na Amazônia, de acordo com um estudo publicado na revista científica American Geophysical Union (AGU).

De acordo com o estudo, a microexplosão começa a partir de uma nuvem cumulonimbus, que tem um grande desenvolvimento vertical. Concentrada apenas em um pequeno trecho da nuvem, uma violenta corrente de ar decrescente se move com força em direção ao solo, causando a microexplosão.

Os ventos podem chegar a velocidades acima dos 200 quilômetros por hora. Um carro de F1, por exemplo, pode atingir uma velocidade máxima de cerca de 329 km/h. A microexplosão também provoca estrondos, que podem ser comparados com o som de um trem de carga.

A força do fenômeno é capaz de derrubar até mesmo as árvores gigantes, como as que existem na Floresta Amazônica. Sem contar os danos estruturais em construções. Também oferece risco para aviões, principalmente durante a decolagem e o pouso.

O fenômeno pode ocorrer durante o ano inteiro, mas é mais comum no verão. Isso porque os dias são mais quentes e úmidos, e ficam favoráveis à formação de nuvens de tempestade.

Os ventos de uma microexplosão se estendem de forma horizontal, em uma área de até quatro quilômetros. Já as macroexplosões ocorrem quando os ventos passam dessa área, sendo maiores do que quatro quilômetros, de acordo com a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos.

Diferença entre tornado, downburst e microexplosão

De acordo com o Climatempo, há diferenças entre um tornado, downburst e microexplosão.

O tornado ocorre em uma nuvem cumulonimbus, e desce com uma corrente de ar girando. Ele consiste em uma forte corrente de ar ascendente em espiral na base da nuvem.

Ilustração de um microburst – Foto: Imagem ilustrativa / NASA

O downburst é uma forte corrente de ar descendente circular por toda a base da nuvem. Um downburst que impacta uma área de até 4km é chamado de microburst.

Já a microexplosão é uma corrente de ar descendente concentrada numa menor área da base da nuvem.

*Com informações de Terra

Multidão lota Largo de São Sebastião para acompanhar abertura oficial da temporada natalina

Foto: David Martins / Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Atendendo ao convite do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, uma verdadeira multidão compareceu ao Largo de São Sebastião, no final da tarde e início da noite deste domingo (1⁰/12), para acompanhar a programação de abertura da temporada natalina “O Mundo Encantado do Natal.

A festa, repleta de atrações, teve como ápice o acendimento da iluminação da grande árvore de Natal de mais de 23 metros de altura, que leva o título de “Carrossel da Imaginação” tem como tema parques de diversões e brinquedos vintage de outras épocas, como soldadinhos de chumbo, bonecas de pano, piões, cavalinhos de madeira, aviõezinhos, entre outros.

Antes da iluminação da árvore, o Coral Infantojuvenil do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro encantou o público com uma apresentação nas escadarias traseiras do Teatro Amazonas, na qual entoou canções natalinas clássicas e contemporâneas.

Em seguida, a animada parada natalina, comandada pelo Papai Noel, trouxe personagens emblemáticos ao Largo de São Sebastião, como duendes, elfos, super-heróis, patinadores, skatistas e toda a magia do Natal, que tomou conta do local, encantando crianças e adultos.

Após chegar acompanhado de seu enorme entourage, o Papai Noel subiu ao palco para participar do momento da contagem regressiva para a iluminação da árvore de Natal, que foi disparada pelo próprio Papai Noel, em conjunto com uma criança da plateia, com direito a show de fogos de artifício.

Além da árvore, também foi iluminada e inaugurada a decoração de todo o entorno, como a “Floresta Mágica dos Pinheiros de Luz”, na Praça de São Sebastião e o túnel de luzes de 50 metros de comprimento, todo decorado com soldadinhos de chumbo gigantes, ao lado do Teatro Amazonas.

O secretário em exercício de Cultura e Economia Criativa, Candido Jeremias, lembrou que a programação vai além do Largo e seu entorno. “Hoje o Governo do Estado estreia a decoração Natalina com a Árvore de Natal, a Fábrica do Papai Noel, a Casa das Artes, que é a casa do Brinquedos Encantados, a Feira de Natal, Feira de Artesanato, Feira de Economia Criativa e a Exposição de Presépios”, declarou.

“São mais de 15 ações em todo o estado do Amazonas, tanto aqui na capital, em Manaus, como no interior também estaremos com grandes ações. Já percorremos mais de 20 municípios com a chegada de Papai Noel e espetáculos natalinos”, pontuou o secretário em exercício. “Hoje é o grande momento, um grande exemplo para toda a cidade de Manaus, que é o acionamento da Árvore de Natal, que é o Carrossel da Imaginação”, declarou.

Foto: David Martins / Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Elisabeth Lopes levou o filho para assistir à iluminação da ornamentação natalina do Largo de São Sebastião. “Todo ano eu venho. É muito bonito, este ano está muito lindo, eu gostei muito. É muito bonito porque a cidade também fica iluminada, fica muito bonito. Acho bem legal”, avaliou.

Suelene Lobato foi ao evento com toda a família e com amigos. “É muito bonito. O governador está de parabéns. Eu consegui vir cedo hoje com o meu marido, o meu filho, o meu amigo aqui, a minha bebêzinha também. E a minha amiga. Está de parabéns, ele. Parabéns mesmo”, disse.

Atrações do entorno

Outras atrações tiveram início neste domingo (1º/12), entre as quais, a Feira de Natal, organizada na rua Costa Azevedo, com 16 estandes, beneficiando mais de 130 empreendedores locais de vários segmentos.

Também começaram a funcionar, a Casa dos Brinquedos Encantados, na Casa das Artes, na rua José Clemente, e a Fábrica do Papai Noel, que ocupa o prédio histórico do Centro Cultural Palácio da Justiça, na avenida Eduardo Ribeiro. Em ambas as atrações, o acesso demanda agendamento prévio, via Portal da Cultura.

Na avenida Eduardo Ribeiro, o Teatro Gebes Medeiros abriu as portas para a inauguração da exposição “Amazônia em Festa Natalina – Presépios: Tradição e Originalidade”. Entrada livre, sem agendamento.

Outra novidade deste ano, é o aplicativo O Mundo Encantado do Natal, que traz a programação completa da temporada, dias e horários de funcionamento dos espaços, além de jogos com captura de figurinhas, espalhadas virtualmente no Largo de São Sebastião. A ferramenta já está disponível para download, nas lojas de aplicativos.

Neymar posa com Memphis Depay e reage à possibilidade de jogar no Corinthians

Memphis, Akkari e Neymar posaram para uma foto durante o evento - Foto: Reprodução / Instagram

Já imaginou Neymar e Memphis Depay jogando juntos no Corinthians? Pois bem, os craques estiveram juntos num evento em São Paulo neste domingo, e o momento foi registrado nas redes sociais por André Akkari, amigo do camisa 10, que brincou com a chance de reunir a dupla no Alvinegro.

Na legenda, o co-CEO da Fúria e jogador de pôker escreveu: “To trabalhando para isto acontecer (risos)! Imagina no coringão?”.

Com a agitação que o registro causou, e os vários recados da torcida do Corinthians, Neymar comentou no post deixando apenas emojis de risada.

Amizade

O camisa 10 brasileiro nunca jogou ao lado de Memphis Depay, mas foram adversários no futebol francês. Enquanto esteve no Paris Saint-Germain, foram cinco duelos, com quatro vitórias de Neymar, marcando dois gols, enquanto o holandês venceu apenas um e não balançou as redes.

Quando Memphis chegou ao Corinthians, Neymar utilizou as redes sociais para comentar o acontecimento.

“Bem-vindo ao Brasil, irmão. Aproveite meu país. Muito f… esse cara ir jogar no Brasil… que venham mais e mais craques desse nível pro futebol brasileiro”, disse o atacante do Al-Hilal.

De volta ao Brasil?

Sob contrato com o Al-Hilal até junho de 2025, Neymar foi fortemente ligado a um possível retorno ao Santos na próxima temporada. Porém, a situação segue indefinida.

Depois de pouco mais de um ano longe dos gramados, o craque voltou a jogar no fim de outubro, sofreu uma lesão muscular, e voltou a ser desfalque.

*Com informações de IG

Larissa Manoela troca de time, é criticada e rebate: ‘Não sabia que era crime’

Larissa comemorou a vitória nas redes sociais - Foto: Reprodução / Larissa Manoela / Instagram

A atriz Larissa Manoela movimentou as redes sociais neste sábado, 30, ao celebrar a vitória do Botafogo como campeão da Libertadores 2024. A artista, que já havia se declarado torcedora do Flamengo em outras ocasiões, surpreendeu ao anunciar que agora é botafoguense, causando reações diversas entre os internautas. Em resposta, ela disse: “Não sabia que era crime”.

No perfil oficial no X, antigo Twitter, Larissa compartilhou sua empolgação com o triunfo do clube carioca: “Que jogo! Que vitória! @Botafogo”. Logo após a publicação, que conta com mais de um milhão de visualizações, um seguidor questionou a atriz: “Você não era flamenguista?”. Em resposta, Larissa esclareceu com bom humor: “Era, do verbo não sou mais kkk”.

A declaração gerou uma enxurrada de comentários, com opiniões divididas. Parte dos internautas criticou a mudança de time, apontando falta de fidelidade à torcida. Comentários como: “Trocar de time por causa de homem, que mico” e “Não confio em pessoas que trocam de time igual trocam de roupas” dominaram as respostas.

Por outro lado, muitos defenderam a liberdade da atriz de escolher o time com o qual mais se identifica. Um seguidor comentou: “Tá certa, tem que assumir o clube do coração mesmo”, enquanto outra classificou a polêmica como exagerada: “Povo chato”.

Frente às críticas, Larissa comentou em uma postagem rebatendo: “Não sabia que era crime (pra algumas pessoas) trocar de time hahahah aff descansem”.

*Com informações de Terra

Jair Bolsonaro é vaiado em voo da Gol, afirma colunista

Jair Bolsonaro viajou para o Rio de Janeiro - Foto: Reprodução / Lauro Jardim

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) foi alvo de vaias e críticas durante um voo da Gol que partiu de Brasília com destino ao Rio de Janeiro na última quinta-feira (28).

De acordo com informações da coluna de Lauro Jardim, do O Globo, Bolsonaro também foi abordado por uma passageira que se levantou para cumprimentá-lo e elogiou seu trabalho na política.

Entretanto, diferentemente de ocasiões anteriores, não houve manifestações expressivas de apoio por parte de outros passageiros.

A viagem teve como objetivo encontros com lideranças do Partido Liberal (PL) e de outras siglas de direita do estado do Rio de Janeiro.

A movimentação ocorre em meio a um período delicado para Bolsonaro, que enfrenta acusações no relatório da Polícia Federal sobre um plano golpista.

Bolsonaro e a tentativa de golpe

O documento entregue ao Supremo Tribunal Federal aponta Bolsonaro como líder de um plano que visava o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do STF Alexandre de Moraes, além da prisão de opositores políticos.

A Procuradoria-Geral da República recebeu o relatório, que também incluiu o indiciamento de outros 36 nomes, como o do General Braga Netto e de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.

Bolsonaro nega as acusações, afirmando ser alvo de perseguição política. Ele defendeu publicamente a anistia para envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, que resultaram na depredação da Praça dos Três Poderes.

*Com informações de IG

Mabrini Produções é premiada no Festival Periferia Viva em Brasília

Foto: Leandro Vaz

No último dia 28 de novembro, Brasília foi palco do Festival Periferia Viva, evento histórico realizado na icônica Torre de TV, com cerimônia especial no Palácio do Planalto. O festival, que marcou o lançamento do maior programa de políticas públicas voltado para as periferias da história do Brasil, contou com a presença do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e diversas autoridades.

Durante a cerimônia, Mabrini Muniz, fundadora da Mabrini Produções, recebeu um prêmio em nome do projeto Na Palma das Mães, reconhecido por sua atuação transformadora em prol das comunidades do Norte do país. A iniciativa promove capacitação, apoio pedagógico e acolhimento para mães e crianças, destacando-se como um modelo de impacto social e cultural.

O projeto “Na Palma das Mães”, idealizado pela Mabrini Produções, é uma iniciativa que promove a capacitação e o empoderamento de mulheres mães no interior do Amazonas por meio da economia criativa. Em sua primeira execução, realizada no município de Beruri, localizado a cerca de 173 quilômetros de Manaus, o projeto estabeleceu parcerias estratégicas com prefeituras e secretarias municipais, criando uma rede de apoio que fortalece ações de impacto social e cultural.

Com um público-alvo formado exclusivamente por mulheres mães, o projeto se destaca também pela sua equipe de produção e desenvolvimento, composta integralmente por mulheres. Essa escolha reflete o compromisso com o protagonismo feminino, criando um espaço onde mulheres trabalham juntas para transformar realidades. Além de oferecer formação, apoio pedagógico e acolhimento, o “Na Palma das Mães” valoriza as vozes femininas e enaltece seu papel como agentes de transformação nas comunidades.

O projeto é mais do que uma iniciativa social; é um movimento que conecta cultura, resistência e empreendedorismo, fortalecendo mulheres e impulsionando o desenvolvimento sustentável de comunidades amazônicas. Ao reconhecer e amplificar essas histórias, o “Na Palma das Mães” reafirma seu compromisso com a equidade e a valorização das mulheres como pilares de mudança.

“É uma honra imensa representar a Amazônia e ver o nosso trabalho sendo reconhecido em um evento de tamanha magnitude. Este prêmio não é apenas da Mabrini Produções, mas de todos que acreditam no poder da arte e da educação para transformar realidades”, destacou Mabrini Muniz.

“Na Palma das Mães”: Premiação e Encontros que Transformam

Celebramos com imensa gratidão os encontros realizados durante o Prêmio Periferia Viva 2024, promovido pelo Ministério das Cidades, através da Secretaria Nacional de Periferias. O projeto “Na Palma das Mães”, representado pela Mabrini Produções, foi premiado como uma das 25 assessorias técnicas que mais têm gerado impacto social, cultural e econômico nas periferias brasileiras.

Um dos momentos mais marcantes foi a reunião com o Ministro das Cidades Jader Filho e o Secretário Nacional Guilherme Simões, onde tivemos a oportunidade de apresentar a força e a relevância do trabalho desenvolvido no interior do Amazonas. Esses encontros não foram apenas uma troca de ideias, mas um espaço de validação, escuta e construção de pontes entre iniciativas periféricas e políticas públicas de alcance nacional.

Foto: Leandro Vaz

O prêmio, com o tema “Periferia Viva é Periferia Sem Risco”, simboliza mais do que um reconhecimento e premiou esse ano 178 iniciativas. Ele destaca a importância de iniciativas como o “Na Palma das Mães”, que empodera mulheres por meio da economia criativa, capacitando-as a transformar suas comunidades e reafirmando o protagonismo do Norte do Brasil.

Esse reconhecimento nacional fortalece a missão da Mabrini Produções de amplificar vozes e histórias muitas vezes invisibilizadas, conectando territórios e inspirando outras ações periféricas e coletivas. Cada encontro e cada troca reforçam o propósito de transformar realidades por meio da cultura, da resistência e da coletividade.

Seguimos firmes: mobilizando recursos, valorizando artistas e agentes culturais, e projetando as comunidades amazônicas no cenário nacional. Agradecemos ao Ministério das Cidades pelo reconhecimento e a todos os parceiros que fazem parte dessa jornada de impacto e transformação.

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