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PL de Roberto Cidade que fortalece regulação sobre turismo sustentável aguarda sanção governamental

Foto: Thiago Silva

Com o intuito de fortalecer o turismo regional e aliá-lo ao desenvolvimento sustentável, o deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), apresentou o Projeto de Lei nº 14/2024, que institui as Comunidades Turísticas Sustentáveis (CTS) e cria o Selo Amazonense de Turismo Sustentável. A proposta aguarda sanção governamental.

“Reconhecemos a importância do turismo sustentável para o desenvolvimento socioeconômico do nosso Estado e, ao mesmo tempo, sabemos que muito ainda precisa ser feito para que tenhamos um turismo regional melhor explorado e com mais qualidade”, afirmou o deputado presidente.

De acordo com o PL, as Comunidades Turísticas Sustentáveis (CTS) devem ser compostas por um conjunto de equipamentos e infraestruturas turísticas, tais como: serviços públicos de turismo, serviços privados de turismo, equipamentos de lazer, recursos naturais e culturais.

“Nossa proposta de certificação das CTSs tem o objetivo de se somar à legislação vigente e favorecer o turismo sustentável como uma ferramenta para a inclusão social, beneficiando as comunidades locais. Além disso, há ainda o Selo Amazonense de Turismo Sustentável, que irá facilitar o acesso a linhas de crédito específicas e capacitação técnica. Essas medidas fortalecem a atividade turística”, ressaltou Roberto Cidade.

Pela proposta, caberá ao Poder Executivo, por meio do órgão competente, estabelecer critérios e requisitos para a certificação de CTS, levando em consideração aspectos ambientais, sociais e culturais.

Entende-se por CTS as comunidades que, por meio da prática do turismo sustentável, são capazes de equilibrar, de forma responsável e saudável, os interesses e recursos da comunidade receptora em relação às esferas econômicas, sociais e ambientais.

Selo Amazonense de Turismo

O projeto prevê, ainda, que as Comunidades Turísticas Sustentáveis certificadas com o “Selo Amazonense de Turismo Sustentável” tenham acesso a benefícios e incentivos, tais como linhas de crédito específicas, capacitação técnica e divulgação em materiais promocionais do Estado.

O “Selo Amazonense de Turismo Sustentável” terá validade por um período a ser determinado pelo Executivo, devendo ser renovado mediante a comprovação da manutenção dos requisitos que fundamentaram a certificação.

Apesar de PIB positivo, Brasil deve cair no ranking de economias globais; veja top 10

Fernando Haddad - Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O Brasil, apesar de registrar possivelmente um crescimento econômico de 3% em 2024, após alcançar a marca de 0,9% de alta no PIB (Produto Interno Bruto) no 3º trimestre, deve perder uma posição no ranking das maiores economias do mundo , caindo da nona para a décima posição, conforme as estimativas mais recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O país será ultrapassado pelo Canadá, de acordo com as projeções divulgadas em outubro pelo FMI . A comparação internacional leva em consideração a cotação do dólar, que se valorizou mais de 25% em relação ao real neste ano, fazendo com que o PIB brasileiro, em termos de dólares, seja relativamente menor comparado a outras economias.

O FMI prevê que, em 2025 e 2026, o Brasil continuará ocupando a décima posição. No entanto, a partir de 2027, o Brasil deve recuperar uma posição, ultrapassando o Canadá para voltar ao nono lugar. Em 2028, com a queda da Itália para a décima posição, o Brasil se tornará a oitava maior economia do mundo, posição que se manterá em 2029.

Entre as economias globais, destaca-se a ascensão da Índia, que, após ultrapassar o Japão em 2027, se tornará a terceira maior economia do planeta em 2028, superando também a Alemanha. No entanto, a Índia ainda estará atrás das duas maiores economias, Estados Unidos e China, com um PIB significativamente inferior ao deles.

Ranking das Maiores Economias do Mundo (Projeção):

1º – Estados Unidos

A maior economia global, com forte presença nos setores de serviços, indústria e agricultura. O país continua sendo líder em produtos como energia, automóveis, alimentos e serviços financeiros.

2º – China

Com 1,4 bilhão de habitantes, a China é uma potência global na produção agrícola e industrial. Apesar de desafios internos, como o crescimento mais lento e problemas no setor imobiliário, continua sendo um gigante exportador.

3º – Alemanha

A maior economia da União Europeia, forte na indústria automotiva e no modelo de pequenas e médias empresas. Enfrenta desafios como a crise energética e a inflação, mas mantém alta competitividade global.

4º – Japão

Líder em tecnologia e eletrônicos, o Japão enfrenta um crescimento lento devido ao envelhecimento populacional. No entanto, continua sendo referência em robótica e semicondutores.

5º – Índia

Com um setor de serviços em expansão, especialmente em tecnologia e terceirização, a Índia também é uma grande economia agrícola. Espera-se que se torne a terceira maior economia até 2032.

6º – Reino Unido

A maior economia da Europa após a recessão de 2023, o Reino Unido mantém forte presença no setor financeiro e exporta produtos farmacêuticos e automóveis.

7º – França

Com uma economia em recuperação, a França se destaca pelo setor de serviços e turismo. Sua produção agrícola, especialmente vinhos e queijos, é uma das mais significativas da União Europeia.

8º- Itália

Apesar de desafios fiscais, a Itália permanece uma economia industrializada, com forte presença no setor automotivo, têxtil e metalurgia. O turismo e a agricultura também são essenciais para o seu PIB.

9º – Canadá

Com vastos recursos naturais e um mercado agrícola forte, o Canadá é altamente dependente do comércio e dos serviços. Sua proximidade com os EUA beneficia sua economia, embora enfrente desafios no mercado de trabalho.

10º – Brasil

O Brasil, com uma população de 212,5 milhões, está em recuperação após recessões passadas. O país é impulsionado pela agricultura, especialmente na produção de soja e carne, além de ter um setor de serviços e investimentos estrangeiros significativos, como em automóveis, celulose e tecnologia.

*Com informações de IG

Rastros de psicodélicos são encontrados em caneca do Antigo Egito

Pirâmides do Egito - Foto: Shutterstock

Branko van Oppen de Ruiter estava em casa, na Holanda, trabalhando remotamente para seu novo empregador, o Museu de Arte de Tampa, que o nomeou curador de exposições gregas e romanas, quando algo chamou sua atenção. O coronavírus havia atrasado sua mudança para a Flórida, então ele fez o que pôde estudando as coleções do museu à distância.

Foi quando ele notou, em uma lista do museu, o registro de uma caneca do segundo século a.C. com o rosto de Bes, um antigo deus egípcio notoriamente feio que gostava de festas. Havia uma peça idêntica no museu Allard Pierson de antiguidades em Amsterdã, onde o Van Oppen trabalhou anteriormente. “Aquilo me fascinou”, afirmou o curador.

Arqueólogos e químicos analisaram a caneca e encontraram uma grande surpresa: vestígios de plantas alucinógenas. Como eles e Van Oppen escreveram neste mês no periódico Scientific Reports, a peça ofereceu a primeira evidência química de que os antigos egípcios ingeriam substâncias alucinógenas, possivelmente como parte de um rito de fertilidade.

Os achados acrescentam-se a um crescente corpo de evidências de que as civilizações na região do mediterrâneo e arredores estavam tão cientes das propriedades únicas dos alucinógenos quanto seus equivalentes mesoamericanos. Estudos recentes descobriram que os gregos e romanos também podem ter ingerido plantas com propriedades psicodélicas, seja para alcançar estados espirituais elevados ou como parte de tratamento médico.

Na mitologia egípcia antiga, o deus Bes era responsável pela fertilidade. “Há tantas contradições incorporadas em Bes”, disse Van Oppen.

Existem cerca de 15 canecas idênticas com o rosto de Bes em coleções de museus ao redor do mundo. Objetos como esses, feitos a partir de moldes, podem ter tido uso generalizado em sociedades antigas, incluindo para rituais, segundo especialistas.

“Houve muita especulação sobre as peças de Bes e para que eram usadas”, afirmou Bob Bianchi, que é o curador-chefe do Museu do Antigo Egito em Tóquio e não esteve envolvido na pesquisa. Segundo ele, era “plausível” que os egípcios as utilizassem para rituais psicodélicos.

Os egípcios gostavam de cerveja, e evidências escritas sugerem que eles tinham conhecimento de que algumas plantas possuíam propriedades alucinógenas. “Eles sabiam o que seu ambiente continha”, afirmou Bianchi. Mas nunca houve evidências de que os egípcios ingeriam essas plantas.

Caneca egípcia do segundo século A.C. que continha vestígios de plantas alucinógenas – Foto: Scientific Reports / NYT

Depois que van Oppen identificou a caneca de Bes, a notícia chegou ao arqueólogo Davide Tanasi, da Universidade do Sul da Flórida, também em Tampa. Tanasi e seus colegas usaram métodos químicos e genéticos para identificar resíduos orgânicos que foram absorvidos pelo item de cerâmica.

Essa análise produziu evidências de duas plantas conhecidas por ter propriedades alucinógenas: a semente de harmal (Peganum harmala) e ninfeia-azul (Nimphaea nouchali var. caerulea). A análise na caneca de Bes também mostrou vestígios de “um líquido alcoólico fermentado derivado de frutas” e aromatizado com pinhões, mel e alcaçuz.

A poção provavelmente precisava de todos os disfarces de sabor que pudesse obter. O mais marcante para Tanasi foi a presença de vários fluidos corporais humanos, incluindo leite materno e sangue. Isso “mostra que essa é uma poção mágica”, na avaliação do arqueólogo, em oposição a uma mais estritamente medicinal.

Eles também encontraram vestígios do gênero Cleome, que algumas sociedades antigas acreditavam poder ajudar na fertilidade e no trabalho de parto de uma mulher. Mas a flor desta última e a semente de harmal também podem causar abortos. Por enquanto, os pesquisadores só podem especular sobre o que os rituais psicodélicos de Bes envolviam e com que objetivo.

Tanasi e Van Oppen dizem acreditar que a caneca de Bes desempenhou um papel nos rituais de “incubação”, nos quais as pessoas —provavelmente mulheres que esperavam engravidar— teriam ido a um sacerdote e bebido da caneca, que tem um volume de 125 mililitros, ou cerca de três doses. Elas poderiam então ter experimentado visões antes de adormecer.

O parto era muito mais perigoso na antiguidade, observou van Oppen. “Toda a experiência da gravidez era de intensa ansiedade”, disse ele. As pessoas podem ter depositado sua fé em um deus volúvel —e sua estranha mistura.

*Com informações de Folha de São Paulo

Conheça o passado sombrio de Silva, sobrenome de 5 milhões de brasileiros

Carteiras de identificação prontas para serem enviadas aos cidadãos em um orgão do governo do Rio de Janeiro - Foto: Dado Galdieri / NYT

O sobrenome de Fernando Santos da Silva —compartilhado com 150 parentes— é uma herança de um capítulo sombrio da história do Brasil.

Como milhões de outras pessoas no país, ele o herdou de seus ancestrais que foram escravizados, provavelmente nomeados em homenagem a seus captores.

Com suas raízes dolorosas, Silva foi por muito tempo uma fonte de vergonha, mesmo quando se tornou o sobrenome mais comum do Brasil.

Mas hoje, o nome é tratado de maneira bem diferente.

“Silva é um símbolo de resistência”, disse Santos da Silva, 32, um vendedor de antiguidades do Rio de Janeiro. “É uma conexão, tanto com o presente quanto com meus ancestrais.”

Mesmo quem não tem Silva no sobrenome provavelmente conhece um amigo ou parente que tem.

Silva está presente no nome do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do jogador de futebol mais celebrado do país, Neymar da Silva Santos Júnior. Também é compartilhado por cerca de 5 milhões de outros brasileiros, desde estrelas de cinema e medalhistas olímpicos até professores, motoristas e faxineiros.

Exatamente como Silva se espalhou pelo Brasil —1 em cada 40 brasileiros tem o nome— é tema de algum debate. Mas os historiadores concordam que grande parte de sua popularidade está ligada aos senhores de escravos que deram o nome a muitos escravizados, que então o passaram para as gerações futuras.

Neymar da Silva Santos Júnior – Foto: Al Hilal / Instagram

Marcado por suas raízes coloniais, o nome foi por décadas sinônimo de pobreza e opressão em um país majoritariamente negro, que só aboliu a escravidão em 1888, e onde profundas desigualdades raciais e econômicas persistem.

Poucos brasileiros abraçaram o nome no passado. Muitas figuras proeminentes, incluindo Ayrton Senna da Silva, discretamente retiraram Silva de seus nomes.

Mas à medida que o Brasil repensa como seu passado brutal ajudou a moldar a identidade do país, cada vez mais pessoas conhecidas estão destacando seu sobrenome, transmitindo a ideia de que não há nada vergonhoso em ser um Silva.

Celebridades como o lutador de artes marciais mistas Anderson Silva e um músico popular que se apresenta simplesmente como Silva enchem muitos brasileiros de admiração e transformam a imagem do nome.

“Hoje, estamos em todos os tipos de lugares”, disse Rene Silva, um ativista de uma das maiores favelas do Rio e apresentador de um programa de televisão que mostra histórias de sucesso de pessoas, tanto famosas quanto comuns, com o nome. “Isso mostra que somos lutadores — e estamos vencendo.”

A onipresença do nome podia ser vista em uma visita a um cartório movimentado no Rio de Janeiro.

Atrás de um balcão, Tiago Mendes Silva, 39, um escriturário que herdou o nome de ambos os pais, carimbava e selava documentos.

“Sempre há um Silva ou dois por perto”, disse ele, um dos sete funcionários do cartório com o nome.

Do outro lado do balcão, Juscelina Silva Morais, 59, uma trabalhadora de cafeteria, entregou um documento que precisava ser legalizado. “Este nome faz parte da nossa história”, disse ela. “É tão brasileiro quanto se pode ser.”

Fernando Santos da Silva e Tamiê Cordeiro com seu bebê, Hakin, esperam para registrar os documentos do casamento em um cartório no Rio de Janeiro – Foto: Dado Galdieri / NYT

Santos da Silva, o vendedor de antiguidades, também estava lá com sua companheira, Tamiê Cordeiro, solicitando uma licença de casamento. “Ainda não sou uma Silva”, brincou Cordeiro, 27. “Mas serei em breve.”

O nome chegou ao Brasil com a colonização, com o primeiro registro datando de um colonizador português em 1612. Os cartórios começaram a registrar nomes cerca de um século depois e, desde então, quase 32 milhões de brasileiros foram registrados como Silva, de acordo com dados compilados para o jornal The New York Times pela associação nacional de registradores.

Estudiosos dizem que escravos africanos que chegavam ao Brasil de navio eram às vezes batizados por padres. Quem ia para cidades costeiras recebia o nome Costa, enquanto aqueles que eram enviados para plantações nas regiões de floresta recebiam o Silva.

Proprietários de terras chamados Silva também frequentemente davam o sobrenome às pessoas que escravizavam, às vezes inserindo a preposição “da” para rotulá-los como propriedade.

“João da Silva. Ele pertencia a alguém da família Silva”, disse Rogério da Palma, professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e autor de um livro sobre racismo no Brasil pós-abolição.

Mesmo depois que o Brasil aboliu a escravidão, o número de Silvas continuou crescendo. Quando iam registrar documentos pela primeira vez, alguns ex-escravizados adotavam o nome dos proprietários de terras que os haviam escravizado e continuavam a empregá-los em troca de moradia e alimentação.

“Era uma forma de pertencimento”, disse Da Palma. “Também era lealdade que ele tinha àquela família escravocrata.”

É menos claro como o presidente do Brasil, filho de agricultores analfabetos do Nordeste do país, herdou o nome mais popular da nação.

Durante o domínio colonial, a região onde Lula nasceu viu um influxo de refugiados judeus e outros migrantes fugindo da perseguição religiosa em Portugal. Buscando novas identidades —e anonimato— historiadores dizem que muitos recém-chegados trocaram seus nomes por Silva.

O presidente Lula é um dos 5 milhões de brasileiros com sobrenome Silva, que tem origem no período da escravidão no país – Foto: Ricardo Stuckert / PR

Alguns estudiosos acreditam que pode ser assim que Lula acabou como um Silva. Mas genealogistas têm dificuldade em rastrear suas raízes com certeza.

“É um grande mistério”, disse Fernando Morais, biógrafo oficial de Lula, que tentou juntar a história da família do presidente.

O presidente não parece se importar. Um ex-líder sindical com educação até a quinta série, Lula se considera “apenas mais um Silva”, segundo Morais. “É o nome do povo.”

Entre a elite, no entanto, Silva muitas vezes conta uma história de privilégio. Pelo menos quatro políticos e legisladores brasileiros com o nome, incluindo um ex-presidente, tinham ancestrais com vínculos com a escravidão, de acordo com dados compilados para o New York Times pela Agência Pública, um veículo investigativo sem fins lucrativos que recentemente mapeou a ancestralidade das pessoas mais poderosas do Brasil.

*Com informações de Folha de São Paulo

Presidente do TCE-AM participa da inauguração do primeiro barco-hospital do Amazonas

Foto: Janderlan Pacheco

A conselheira-presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Yara Amazônia Lins, participou da inauguração do barco-hospital São João XXIII, realizada neste sábado (7), no mirante Lúcia Almeida, localizado no Centro de Manaus. A conselheira esteve acompanhada do corregedor do TCE-AM, conselheiro Josué Cláudio Neto.

O evento, que representa um marco para a saúde no estado, contou com a presença de autoridades como o governador Wilson Lima, o prefeito de Manaus, David Almeida, o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, Roberto Cidade, além de personalidades da área da saúde e outros representantes políticos.

Com 48 metros de comprimento e quatro andares, o barco-hospital São João XXIII promete ampliar o acesso à saúde para comunidades ribeirinhas e indígenas do estado. A embarcação, que reúne uma infraestrutura hospitalar moderna com salas de triagem, consultórios médicos e odontológicos, centro cirúrgico, laboratório e usina de oxigênio, tem capacidade para atender até 200 pessoas por dia, com o apoio de mais de 80 profissionais de saúde voluntários.

Durante a cerimônia, os participantes destacaram o impacto social da iniciativa, que foi viabilizada por meio de parcerias entre entidades públicas, civis e religiosas, com destaque para o apoio do Ministério Público do Trabalho e do Sistema Único de Saúde (SUS).

O barco-hospital será gerido pela Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus e realizará expedições em áreas isoladas do Amazonas, levando atendimento médico, cirurgias e distribuição de medicamentos a comunidades que enfrentam dificuldades para acessar serviços de saúde.

Esposa de Rodrigo Faro posta indireta após saída da Record: ‘Outra maior’

Rodrigo Faro e Vera Viel - Foto: @instagram | Reprodução

Vera Viel, de 49 anos, compartilhou uma indireta, após seu marido, o apresentador Rodrigo Faro, de 51 anos, confirmar que deixará a Record TV após 16 anos.

“Deus nunca fecha uma porta se não for para abrir outra maior”, postou Vera Viel em seu perfil no Instagram, fazendo uso do recurso stories.

A mensagem, apesar de enigmática, deu margem para seguidores especularem que o apresentador está negociando com outra emissora. Ainda não há mais informações sobre o assunto até o momento.

Rodrigo Faro se desliga da Record

Em comunicado emitido por sua equipe, Rodrigo Faro afirmou que a decisão de deixar a emissora foi tomada em comum acordo.

O artista estava na Record TV desde 2008, seu primeiro programa na casa foi ancorando o talent-show Ídolos (2008-11). Na emissora, ele também comandou o Melhor do Brasil (2008-14), o Canta Comigo (2020-24) e Famosas em Apuros (2021-23), mas foi com Hora do Faro (2014-24) que ele consolidou seu espaço na programação.

No comunicado em que fala sobre sua saída da TV, Faro cita gratidão e crescimento pessoal e profissional.

“A Record foi mais do que uma casa profissional; foi a emissora que me deu a oportunidade de me tornar um comunicador relevante, onde construí amizades, vivi momentos inesquecíveis, e cresci não apenas como profissional, mas também como ser humano. Este não é um adeus, mas sim um até breve. Estou animado para os novos desafios e projetos que estão por vir. Em breve contarei todas as novidades para vocês, e espero continuar contando com o apoio de vocês nessa nova fase da minha carreira.”

No Instagram de Rodrigo Faro, anônimos e famosos, parabenizaram o apresentador pela nova fase. “Deus te abençoe em sua nova caminhada! Obrigada por ter me dado a oportunidade de contar minha história em seu programa Faro, vc e a Record, mudaram minha vida”, escreveu Ruivinha de Marte. “Você é o melhor apresentador da TV! Orgulho de fazer parte da sua trajetória e aprender tanto com você. Deus abençoando sempre! Bora com tudo”, comentou Aliny Mariano.

Foto: Record TV

“Meu amigo, a sua educação e gratidão é que te faz cada vez maior. Sucesso em seus novos projetos!”, pontuou Ronnie Von. Ana Hickmann, colega de emissora do apresentador, também se manifestou: “Rodrigo você é gigante! Obrigada e parabéns por tudo o que realizou aqui na Record. Boa sorte e sucesso com o novo caminho.”

Rodrigo Faro passa por turbulento momento

A decisão de não renovar com a Record TV ocorre pouco após Vera Viel, esposa de Rodrigo Faro, realizar uma cirurgia para retirar um tumor cancerígeno na perna. A esposa do apresentador falou sobre o assunto pela primeira vez em outubro de 2024. Ela foi diagnosticada após realizar uma biópsia.

No dia 11 de outubro, quando completou 49 anos, Vera Viel foi submetida a uma cirurgia para remover o nódulo. Desde então, ela e o marido vêm compartilhando detalhes da recuperação nas redes sociais. A esposa de Rodrigo Faro teve alta hospitalar dia 16 de outubro, desde então ela recebe cuidados em casa.

Leia o comunicado de Rodrigo Faro íntegra:

“Após 16 anos de uma jornada incrível na Record, chegou o momento de encerrar este ciclo tão especial em minha vida. Decidimos em comum acordo (emissora e eu) não renovar o meu contrato, uma decisão tomada com muita reflexão e com o coração cheio de gratidão.

Foram anos de aprendizado, desafios, e realizações que levarei para sempre comigo.

A Record foi mais do que uma casa profissional; foi a emissora que me deu a oportunidade de me tornar um comunicador relevante, onde construí amizades, vivi momentos inesquecíveis, e cresci não apenas como profissional, mas também como ser humano.

Agradeço profundamente à toda a minha equipe, que junto comigo, construiu essa história de sucesso, aos meus colegas, e, principalmente, a vocês, que me acompanharam ao longo dessa jornada. O carinho, respeito e a confiança do público foram e sempre serão a minha maior motivação.

Este não é um adeus, mas sim um até breve. Estou animado para os novos desafios e projetos que estão por vir. Em breve contarei todas as novidades para vocês, e espero continuar contando com o apoio de vocês nessa nova fase da minha carreira. Um beijo com muito carinho e gratidão!”

*Com informações de Terra

Prefeitura leva espetáculo “Um Sonho de Natal”, da Nova Igreja Batista, ao anfiteatro da Ponta Negra

Foto: Antônio Pereira / Semcom

O prefeito de Manaus, David Almeida, acompanhou, na noite deste sábado, 7/12, no anfiteatro do complexo turístico Ponta Negra, na zona Oeste da cidade, a apresentação especial do espetáculo “Um Sonho de Natal”, programação gratuita realizada pela Prefeitura de Manaus, por meio do Fundo Manaus Solidária (FMS), em parceria com a Nova Igreja Batista (NIB).

Na ocasião, o chefe do Poder Executivo municipal sugeriu aos vereadores que o espetáculo, que este ano chega a sua 23ª edição como a maior celebração natalina do Norte do Brasil, organizado por uma igreja, seja considerado patrimônio histórico cultural imaterial da cidade.

“Já dá para alguns vereadores lá (da Câmara Municipal de Manaus) colocarem como um patrimônio histórico: é uma sugestão que eu faço, porque é um espetáculo que Manaus toda já conhece; Manaus toda assiste. Antes assistiam dentro da igreja e agora estão assistindo aqui, em um espaço público, aberto e, sem dúvida alguma, com acesso de mais pessoas”, avaliou o prefeito de Manaus, David Almeida.

A apresentação, que pelo terceiro ano consecutivo integra o cronograma natalino da cidade, nesta exibição – em sua versão pocket (reduzida) – conta com a participação de mais de 600 voluntários da NIB durante os 35 minutos de apresentação.

“Natal é época de presente e nós demos esse presente para a cidade e a prefeitura contribuiu ao abrir espaço para as apresentações. Quando eu era criança, eu ficava meio triste, porque não havia programações como esta, na cidade. Agora, graças a Deus, temos esse espetáculo com muita qualidade. E quem já viu antes, lá na nossa igreja, vai se surpreender com o avanço este ano”, ressaltou o pastor e fundador da Nova Igreja Batista (NIB), David Judson Hatcher.

O presidente do FMS, Emerson Castro, explicou que a programação natalina, fruto da parceria firmada entre o Fundo Manaus Solidária (FMS) e a Nova Igreja Batista (NIB), reflete um exemplo positivo de cooperação entre o poder público e a sociedade civil organizada, mostrando como esforços conjuntos podem beneficiar toda a comunidade.

“Embora o espetáculo seja realizado por uma entidade religiosa, ele costuma ser planejado de maneira inclusiva, capaz de atrair um público amplo, independentemente de crenças. E aqui, todos presenciaram um espetáculo com uma produção de alta qualidade, com cenários, figurinos e performances bem elaborados. Isso contribui para o enriquecimento cultural da cidade, incentivando a valorização das artes cênicas locais, além de gerar renda indireta para ambulantes e permissionários que atuam no complexo turístico”, destacou Emerson Castro.

Para o espectador Amadeu Marreiros, a montagem surpreendeu, especialmente pela decoração e efeitos especiais, como a neve artificial. “É uma programação que desde cedo eu vinha especulando e eu vim com a família. Devido ao trabalho, eu pensei que não ia dar certo, mas, graças a Deus, deu certo e estamos aqui para prestigiar esse evento maravilhoso, que está muito bonito”, disse.

Foto: Antônio Pereira / Semcom

O prefeito antecipou que no dia 14 de dezembro, em mais uma parceria com a Prefeitura de Manaus, a cidade vai receber a Caravana de Natal da Coca-Cola 2024, que este ano tem como tema: “Desperte o Papai Noel que há em você”.

“Um Sonho de Natal”

O espetáculo “Um Sonho de Natal – Na Fábrica de Brinquedos”, promovido pela Nova Igreja Batista, tem sua estreia marcada para o próximo sábado, 14, e acontecerão espetáculos até o dia 25.

De segunda a sexta-feira, as sessões acontecerão às 20h. Já aos sábados e domingos, serão duas sessões, uma às 17h e outra às 20h.

O evento contará com apresentações em dois locais: no auditório da Nova Igreja Batista, localizado na avenida Torquato Tapajós, 4444, bairro Colônia Santo Antônio, zona Norte; e na Nova Igreja Batista Tabernáculo, que fica na avenida Japurá, 2020, bairro Cachoeirinha, zona Sul. A entrada e o estacionamento são gratuitos.

Programação

A programação natalina que a Prefeitura de Manaus preparou para a cidade inclui, ainda, a Caravana Natalina que será realizada neste domingo, 8/12, a partir das 17h30, e contemplará as zonas Oeste e Centro-Oeste da cidade. A caravana contará com personagens vivos e com quatro carros alegóricos natalinos encantando as avenidas e ruas da cidade, cada um levando consigo um toque especial de alegria e diversão, espalhando a magia e o encanto do Natal por toda a cidade.

Nos próximos dias, a Prefeitura de Manaus também entregará um Portal Natalino e o Trenó do Papai Noel, por sobre o anfiteatro da Ponta Negra.

No dia 25, dia de Natal, será apresentada a “Cantata Natalina” no complexo Booth Line, no centro de Manaus.

Cientista usa matemática para convencer agronegócio de crise climática

Aline Soterroni - Foto: Reprodução

Como a demanda global por soja e carne bovina afeta o desmatamento no Brasil em números? Foi a partir dessa pergunta que a pesquisadora brasileira Aline Soterroni criou um modelo matemático para prever cenários futuros relacionados ao desmatamento e às mudanças climáticas no Brasil.

“A modelagem matemática indica o atalho para acabar com desmatamento e evitar que o Brasil seja excluído dos mercados internacionais”, disse Aline, pesquisadora da Universidade de Oxford, no TEDx Amazônia, no último sábado (30), em Manaus.

A pesquisadora fez simulações a partir de dois cenários, tendo como base a lei antidesmatamento da União Europeia, que prevê a proibição da importação de soja, carne bovina, cacau, café, óleo de palma, borracha e madeira (seja a commodity ou o produto derivado) originários de áreas desmatadas.

No primeiro modelo, Aline estimou quanto desmatamento seria evitado se todos os exportadores brasileiros de soja e produtos bovinos se adequassem à lei para vender para a Europa. No segundo, levantou o que aconteceria se apenas os seis maiores exportadores de soja e os três maiores de carne seguissem a mesma lei, porém, para todas as suas exportações, inclusive para a China.

O resultado é surpreendente. O primeiro cenário indica uma redução importante, mas que é apenas uma fração do que as 9 maiores podem conseguir, que é mais da metade do que se preservaria se o código florestal fosse implementado integralmente no país, explica a cientista.

Sem poder detalhar os dados e citar as empresas estudadas porque a pesquisa ainda está em fase de publicação, Aline sabe que o tema é espinhoso. Afinal, o agronegócio responde por cerca de 20% do PIB do país. Mas ela acredita no poder de falar a língua do mercado. “O povo da mercadoria entende números”, diz a pesquisadora, adotando a expressão do líder yanomami Davi Kopenawa.

“Sem floresta, sem água. Sem água, sem comida. Sem comida, sem vida.” afirma Aline Soterroni

Aline reforça a importância de zerar o desmatamento, uma vez que a agricultura brasileira depende de ecossistemas saudáveis. Ela chama atenção para o Cerrado, uma “zona de sacrifício”. Com mais de 50% do bioma já desmatado, suas funções de armazenamento de água e controle climático estão em risco. “Sem o Cerrado, nossa caixa d’água, a segurança hídrica do país fica ameaçada”, afirmou Aline em entrevista após sua apresentação. A legislação atual, que exige a proteção de 80% da vegetação nativa em propriedades na Amazônia, prevê que apenas de 20% a 35% do Cerrado seja preservado.

Foto: Secom

Outro ponto crítico na avaliação da cientista é a desconexão entre modelos globais e regionais. “Os modelos globais sugerem soluções que nem sempre fazem sentido para o Brasil. Precisamos de abordagens que considerem a biodiversidade local”, defende Aline.

Apesar de avanços em legislações internacionais e locais, Aline alerta que essas medidas precisam ser acompanhadas de transparência e rastreamento nas cadeias produtivas para evitar “vazamentos”, situações em que o impacto ambiental é apenas transferido para outros mercados.

Zerar o desmatamento é o primeiro passo. Mas também é necessário restaurar ecossistemas e adotar práticas agrícolas sustentáveis, explica, destacando a importância da biodiversidade. “Ela vai garantir adaptação e aumento de resiliência aos eventos climáticos cada vez mais frequentes. Então não é só reduzir carbono, mas é investir na natureza”, conclui.

Nas próximas fases da pesquisa, Aline pretende expandir seus modelos e investigar mais a fundo os cenários para engajar as empresas na luta contra o desmatamento.

*Com informações de Uol

Lula diz que há muito a aprender com debates do PT sobre problemas do governo

O presidente Lula em entrevista à Rádio Metrópole, na Bahia - Foto: Reprodução / Youtube

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou não participar presencialmente do seminário promovido pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em Brasília porque, em sua avaliação, há muito o que aprender nos debates organizados sobre os problemas do governo e angústias da legenda.

“É uma pena que eu não possa estar em Brasília participando desse evento desde quinta-feira porque eu penso que eu teria muito o que aprender com os debates sobre formação política, sobre as angústias do nosso partido, sobre os problemas do nosso governo e sobre a expectativa da nossa militância”, afirmou Lula, em participação no encerramento do seminário da sigla.

O petista anunciou que fará uma reunião ministerial no próximo dia 19. O presidente disse que, no encontro, irá “dizer algumas mensagens” aos chefes das pastas.

O chefe do Executivo federal faz sua participação do evento de forma ao vivo e remota. Lula está em São Paulo, onde deve participar de jantar organizado pelo grupo Prerrogativas nesta noite. A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, será homenageada.

*Com informações de Terra

Projeto alia biotecnologia para inovar na produção de mudas in vitro da Amazônia

O empreendimento é amparado Programa Centelha 2, uma parceria entre a Fapeam e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) - Foto: Ayrton Lopes / Fapeam

Em Manaus, pesquisadores têm utilizado a biotecnologia para garantir mudas de espécies nativas da Amazônia de alta qualidade e uniformes para os setores agroflorestal, medicinal e ornamental. A iniciativa apoiada pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), faz parte do projeto “Biotecnologia 4.0: Biofábrica de Plantas in vitro”, e visa produzir mudas com uma velocidade maior do que os métodos convencionais, para espécies de valor econômico como pau-rosa, copaíba, sucuuba e jucá.

Coordenado pelo doutor em Biotecnologia e Biodiversidade, Daniel da Silva, da empresa “Magnus Amazônia”, a ação amparada pelo Programa Centelha Amazonas 2, utiliza uma técnica identificada como micropropagação, que consiste numa clonagem de plantas em escala industrial. A tecnologia de micropropagação pode produzir milhares de mudas geneticamente idênticas e livres de doenças em um tempo menor que os métodos tradicionais.

“A micropropagação é uma técnica de multiplicação de plantas em escala industrial em ambiente controlado. Pequenos fragmentos de uma planta mãe são cultivados em condições assépticas e em meio de cultura enriquecido com nutrientes e hormônios, o que estimula a formação de novas plantas”, disse Daniel, que também é pós-doutor em Ciências de Florestas Tropicais (área de concentração: Silvicultura Tropical) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O pesquisador explica que a produção de mudas de alta qualidade, por meio da biotecnologia, contribui para a recuperação de áreas degradadas, a conservação da biodiversidade e a geração de renda para as comunidades locais. Além disso, a utilização de espécies nativas fortalece a economia regional e promove o desenvolvimento de produtos com alto valor agregado.

Benefícios

Entre os benefícios destacam-se a uniformidade, ou seja, todas as mudas produzidas por micropropagação são geneticamente idênticas à planta mãe, o que garante um crescimento uniforme e características homogêneas. As mudas também são livres de doenças e pragas, aumentando significativamente suas chances de sobrevivência após o plantio.

Por ser um processo mais rápido também permite a produção de um grande número de mudas em um curto período de tempo, dessa forma agiliza os processos de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. A técnica contribui ainda para a multiplicação de espécies ameaçadas de extinção, favorece a conservação da biodiversidade.

Parceria

A empresa Magnus Amazônia mantém parceria com instituições de ensino, como a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Inpa, por meio da integração de alunos de pós-graduação dos cursos de biotecnologia e ciências florestais, respectivamente, em seus projetos de pesquisa, o que fortalece a capacidade de inovação e a aplicação de novas tecnologias no setor de bioeconomia.

Programa Centelha

O Programa Centelha é uma parceria entre a Fapeam e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com objetivo de estimular o empreendedorismo inovador, por meio de capacitações para o desenvolvimento de produtos (bens e/ou serviços) ou de processos inovadores e, apoiar por meio da concessão de recursos de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) e Bolsas de Fomento Tecnológico Extensão Inovadora, a geração de empresas de base tecnológicas, a partir da transformação de ideias inovadoras em empreendimentos que incorporem novas tecnologias aos setores econômicos estratégicos do estado do Amazonas.

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