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Sem espaço? Técnicos medalhões são escanteados e iniciam 2025 desempregados

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

A configuração do futebol brasileiro para 2025 mostra que os treinadores da “velha guarda” que ainda seguem em atividade perderam espaço.

Tite e Felipão começaram o ano empregados, mas não conseguiram resistir e foram demitidos. Felipão caiu do Atlético-MG ainda em março, às vésperas da final do Campeonato Mineiro. Já Tite aguentou até setembro, quando foi substituído por Filipe Luís no Flamengo, mas também acabou sendo desligado poucos dias antes de uma decisão —pela semifinal da Copa do Brasil. Em ambos os casos, os clubes triunfaram após a mudança no comando.

Renato Gaúcho até conseguiu terminar o ano no cargo, mas não teve seu contrato renovado. Ídolo do Grêmio como jogador e também como técnico, ele conviveu com a pressão e o desgaste da relação pelos maus resultados. Ficou livre no mercado e tem o futuro incerto. Renato chegou a ser procurado por Santos e Vasco, mas agradeceu os contatos e disse que não vai aceitar um trabalho neste momento.

Alguns medalhões estão sem trabalho há anos. Campeões brasileiros, Luxemburgo, Marcelo Oliveira e Oswaldo de Oliveira, por exemplo, não trabalham desde 2023, 2020 e 2019, respectivamente.

Outros já não estão mais da ativa, mas continuam sendo especulados no mercado da bola. Levir Culpi anunciou aposentadoria da função em 2019, mas retornou a comandar um time em 2021 ao assumir o Cerezo Osaka, do Japão. Dunga e Abel Braga também não têm planos de voltarem a treinar clubes.

Mano Menezes é um “remanescente” em times da Série A. Apesar do trabalho sem sucesso no Corinthians, o treinador de 62 anos foi chamado pelo Fluminense na metade da temporada, salvou o clube do risco do rebaixamento e foi mantido para 2025. Ele e Ramón Díaz, do Corinthians, são os únicos treinadores 60+ entre os 17 empregados no momento.

É a vez dos técnicos “quarentões” e “cinquentões” no Brasileirão. “Professores” mais jovens e de perfis mais modernos estão ganhando mais espaço na elite do futebol brasileiro, com Abel Ferreira, Luis Zubeldía, Filipe Luís e Vojvoda como expoentes.

Técnicos medalhões sem clubes

  • Felipão (76): Sem trabalho como técnico desde março de 2024, quando foi desligado do Atlético-MG

  • Oswaldo de Oliveira (74): Sem trabalho como técnico desde setembro de 2019, quando foi desligado do Fluminense

  • Vanderlei Luxemburgo (72): Sem trabalho como técnico desde setembro de 2023, quando foi desligado do Corinthians

  • Marcelo Oliveira (69): Sem trabalho como técnico desde dezembro de 2020, quando foi desligado da Ponte Preta

  • Celso Roth (67): Sem trabalho como técnico desde fevereiro de 2023, quando foi desligado do Juventude.

  • Tite (63): Sem trabalho como técnico desde setembro de 2024, quando foi desligado do Flamengo

  • Dunga (61): Sem trabalho como técnico desde junho de 2016, quando foi desligado da seleção brasileira

Técnicos dos times da Série A de 2025

  • Atlético-MG: ainda sem técnico

  • Bahia: Rogério Ceni (51)

  • Botafogo: Artur Jorge (52)

  • Bragantino: Fernando Seabra (47)

  • Ceará: Léo Condé (46)

  • Corinthians: Ramón Díaz (65)

  • Cruzeiro: Fernando Diniz (50)

  • Flamengo: Filipe Luís (39)

  • Fluminense: Mano Menezes (62)

  • Fortaleza: Juan Pablo Vojvoda (49)

  • Grêmio: ainda sem técnico

  • Internacional: Róger Machado (49)

  • Juventude: Fábio Matias (45)

  • Mirassol: Eduardo Barroca (42)

  • Palmeiras: Abel Ferreira (46)

  • Santos: ainda sem técnico

  • São Paulo: Luis Zubeldía (43)

  • Sport: Pepa (44)

  • Vasco: Fabio Carille (51)

  • Vitória: Thiago Carpini (40)

*Com informações de Uol

Lista dos aprovados no concurso público da Câmara Municipal de Manaus é divulgada

Resultado final para os cargos de nível Médio e Superior está disponível no site da banca organizadora: institutoacesso.org.br - Foto: Divulgação / Dicom | CMM

O resultado final do concurso público da Câmara Municipal de Manaus (CMM), para os candidatos que concorreram aos cargos dos níveis Médio e Superior foi divulgado nesta segunda-feira (23/12) no site oficial da banca organizadora institutoacesso.org.br

O candidato, após convocado, nomeado e empossado terá, conforme previsto no edital, as seguintes remunerações:

No nível Médio, que inclui os cargos de Técnico Legislativo Municipal, Técnico de Enfermagem, Técnico em Higiene Dental, Técnico em Programação de Computador e Técnico em Informática, terão remuneração de R$ 4.015,33.

Já para os cargos de Nível Superior, sendo na área de saúde, Médico – Clínico Geral; e Médico – Medicina do Trabalho, a remuneração será de R$ 7 mil. Os cargos de Enfermeiro, Enfermeiro do Trabalho, Psicólogo, Odontólogo e Assistente Social terão remuneração de R$ 6.177,48.

Já para os demais cargos na área administrativa, sendo o Analista Legislativo Municipal, Biblioteconomista, Contador, Jornalista, Revisor, Redator, Engenheiro Civil, Engenheiro Eletricista, Pedagogo, Designer Gráfico, Arquiteto e Urbanista e Intérprete de Libras, a remuneração será de R$ 6.177,48.

Na área de informática, os cargos de Analista de Sistema, Analista de Redes, Analista de Banco de Dados e Analista de Segurança da Informação também apresentam remuneração de R$ 6.177,48.

Ao todo, foram ofertadas 28 vagas de Nível Médio e 52 para Nível Superior.

O resultado final para o cargo de Procurador de 3ª Classe será divulgado no dia 7 de abril de 2025.

Yasmin Brunet mostra corpo após perder 14 kg e é criticada: ‘Desnutrida’

Foto: Reprodução / Globo

Yasmin Brunet, 31, foi criticada ao mostrar as mudanças em seu corpo após perder 14 kg.

A modelo e ex-BBB compartilhou momentos antes de começar o treino e o seu corpo chamou atenção. “Garota do Rio”

Nos comentários, Yasmin dividiu opiniões. “Ai que musaaa!!!! E esse shape?!”, disse uma. “Acho ela mais bonita com aquele corpao que estava no BBB”, disse outro. “Ela ta desnutrida”, comentou mais um. “Só o couro e o osso?”, disse mais um.

Na semana passada, Yasmin Brunet compartilhou o antes e depois do tratamento para o lipedema. A empresária perdeu 14 kg de gordura e 1 kg de massa magra durante o processo.

“Desde que me lembro, tenho a parte de baixo da perna muito inchada, incômoda e dolorida. Só que, até então, ninguém falava muito sobre o tema”, analisou, em entrevista à Vogue.

*Com informações de Uol

Mais de cinco comunidades no bairro Tarumã receberam pavimentação da Prefeitura de Manaus

Foto: Márcio Melo / Seminf

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), pavimentou mais de cinco comunidades no bairro Tarumã, na zona Oeste da capital. Entre elas, as comunidades Cristo Rei, Parque das Tribos, Cidade das Luzes, Parque Riachuelo e Nações Indígenas, que antes eram em solo natural, agora contam com asfalto.

“A gestão do prefeito David Almeida devolveu, nesses últimos anos, a esperança, a dignidade e a qualidade de vida, para a população, em forma de asfalto, principalmente nas comunidades distantes, que eram desassistidas. Em um único bairro, mais de cinco comunidades receberam pavimento. Esse é o compromisso desta prefeitura com todos”, afirmou o secretário de Obras, Renato Junior.

A empreendedora Jeuza Santos, 51 anos, moradora da comunidade Cristo Rei, compartilhou as dificuldades que enfrentou sem o asfalto, principalmente no seu ponto comercial.

“Aqui era horrível, quando chovia, a maioria dos estabelecimentos alagava, carros não passavam, era muito difícil o acesso. Agora, o asfalto está 100%, padrão Prefeitura de Manaus. Os meus clientes têm acesso à porta do meu comércio, não alaga mais e ninguém toma mais banho de lama. Temos melhores condições de trafegabilidade e toda a comunidade é agradecida ao prefeito David Almeida e ao secretário de Obras, Renato Junior”, comemorou a moradora.

Além dessas comunidades contempladas no bairro Tarumã, zona Oeste, a Prefeitura de Manaus também trabalhou na pavimentação das comunidades Cidade Alta, Terra da Fé, Coliseu, e Alfazema, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste, que também foram beneficiadas, proporcionando um tráfego digno e de qualidade para os moradores.

Água do rio Tocantins é contaminada com ácido sulfúrico após queda de ponte; entenda

A ponte, que tem 533 metros de extensão, faz parte da rodovia BR-226. - Foto: Reprodução / Redes Sociais

Os moradores dos municípios de Aguiarnópolis, no Tocantins, e Estreito, no Maranhão, devem evitar contato com a água do rio Tocantins após a queda da parte do vão central da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na tarde de domingo, 22. O alerta é devido ao risco de contaminação.

Entre os veículos que caíram no rio estão dois caminhões-tanque que transportavam ácido sulfúrico e um que transportava defensivos agrícolas. Há perigo de intoxicação, queimaduras e outros problemas de saúde. O alerta, feito pelos dois municípios, é destinado principalmente à população ribeirinha.

Ao menos duas pessoas morreram, uma ficou ferida e 14 estão desaparecidas após a queda da ponte. Uma das vítimas já localizada é Lorena Ribeiro Rodrigues, 25, moradora de Aguiarnópolis (TO). A outra vítima não foi revelado o nome, mas trata-se de um homem de 42.

O Corpo de Bombeiros do Tocantins interrompeu as buscas com mergulhadores no início da noite de domingo devido ao risco de contaminação. Segundo a Polícia Militar do Tocantins, a suspensão das buscas foi determinada até que equipes especializadas cheguem ao local.

Os desaparecidos são duas crianças de 3 e 11 anos; duas mulheres; um mototaxista e sua passageira; o motorista de um carro Citroen; três pessoas que estavam em uma caminhonete S10; dois motoristas de caminhões que transportava ácido sulfúrico; um motorista de caminhão de defensivos agrícolas e um motorista de caminhão de MDF.

Interdição e rotas alternativas

A ponte, que tem 533 metros de extensão, faz parte da rodovia BR-226. Após o acidente, a BR-226/TO foi totalmente interditada. O Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit), órgão do Ministério dos Transportes, afirmou que vai avaliar a situação e apurar as possíveis causas da queda.

*Com informações de Terra

Adjuto Afonso fecha 2024 com expressivos resultados no Parlamento Estadual

Foto: Assessoria de Comunicação

O deputado estadual Adjuto Afonso (União Brasil) encerra 2024 com números que evidenciam seu compromisso com a população do Amazonas e seu desempenho no Parlamento Estadual. Ao longo do ano, foram 54 projetos apresentados, entre leis e resoluções, além de 430 requerimentos, 387 moções e 130 ofícios, consolidando sua atuação pelo cooperativismo, empreendedorismo, navegação, dentre outras frentes que representa.

Entre os 31 Projetos de Lei apresentados em 2024, 18 foram aprovados e já estão em vigor. Já na legislatura anterior, dos 17 projetos apresentados, 14 se tornaram lei. Além disso, o parlamentar protocolou seis Projetos de Resolução, dos quais cinco foram aprovados.

Com um total de 20 Projetos de Lei ainda pendentes para o ano de 2025, o parlamentar reafirma seu empenho em buscar soluções e atender as necessidades do povo amazonense, com especial olhar para a Calha do Purus, seu lugar de origem, por meio de medidas eficazes e impactantes.

Destacam-se, ainda, 430 requerimentos apresentados, dentre eles, 17 indicações enviadas ao Governo do Estado e ao Congresso Nacional.

“O ano de 2024 foi de muito trabalho e dedicação em defesa do povo do Amazonas. Nosso compromisso é seguir propondo leis e ações que promovam melhorias reais na vida da população. Continuaremos ouvindo, dialogando e atuando com transparência para construir um Estado mais justo e próspero”, afirmou o deputado.

Os resultados refletem não apenas a produtividade do parlamentar, mas também na sua capacidade de diálogo e articulação em temas relevantes para o Estado. Com o olhar voltado para 2025, Adjuto reforça sua determinação em continuar contribuindo para o progresso do Amazonas.

IBGE: Maioria dos indígenas já vive na cidade, aumento de 181% em 12 anos

Foto: Lucas Silva / Amazonastur

Mais da metade da população indígena do Brasil vive em áreas urbanas, um aumento de 181% em 12 anos, segundo dados do Censo 2022, do IBGE.

Em 2022, cerca de 54% da população indígena do Brasil vivia em áreas urbanas. Os dados são do Censo, que data as características das pessoas e domicílios, por situação urbana ou rural de localidades, divulgados nesta quinta pelo IBGE.

Aproximadamente 46% dos indígenas brasileiros moravam em áreas rurais em 2022, de acordo com o IBGE. Ao todo, são 1.694.836 pessoas indígenas no Brasil, divididos entre 4.833 municípios brasileiros.

Eram 324.834 indígenas residindo em cidades em 2010; em 2022 o número passou para 914.746. A variação é de 181,6% em doze anos. Quase 590 mil pessoas indígenas a mais moram em áreas urbanas. Em 2010, o percentual da população indígena residindo em áreas urbanas era de 36,2%.

Por outro lado, 780 mil pessoas indígenas viviam em áreas rurais no Brasil em 2022, segundo o IBGE. O número correspondia a 63,7% da população em 2010 —agora são 46%.

Houve um aumento no número de indígenas vivendo tanto em áreas urbanas, quanto em rurais.

De uma forma geral, houve um aumento no número de pessoas indígenas no Brasil entre os dois Censos. Cerca de 798 mil indígenas a mais foram contabilizados pelo IBGE. O total passou de 896.917 em 2010 para 1.694.836 em 2022.

Há uma explicação metodológica para o aumento. No Censo 2022, foi estendida para pessoas que não vivem em territórios indígenas a aplicação da pergunta “Você se considera indígena?”. Isso explicou o aumento de pessoas do grupo residentes em diferentes municípios. O IBGE também diz que realizou um extenso processo de consulta às lideranças e comunidades indígenas.

Foto: Divulgação / Fepiam

Maior parte dos indígenas moradores de áreas urbanas está no Sudeste

No Sudeste brasileiro, a maior parte da população indígena vive em cidades. De acordo com o IBGE, 77,2% dos seus mais de 123 mil indígenas estão em áreas urbanas. É a região com o maior percentual da população indígena vivendo em áreas urbanas do Brasil.

Na outra ponta, no Centro Oeste apenas 38% de sua população indígena reside em cidades. São mais de 200 mil indígenas na região.

No Norte, metade da população indígena está em áreas urbanas, e a outra exata metade, em áreas rurais. De acordo com o Censo, são 376.875 pessoas indígenas vivendo em cidades, e 376.905 morando em áreas rurais.

Existem territórios indígenas em áreas rurais e em áreas urbanas. Cerca de 79% dos indígenas que vivem em áreas urbanas estão fora de terras indígenas. Em áreas rurais, 88,8% dos indígenas vivem em território indígena, segundo a definição do IBGE.

Há 8.568 localidades indígenas em todo o país. Essas localidades são lugares com aglomerados de 15 ou mais moradores indígenas, organizadas em áreas urbanas ou rurais, dentro ou fora de terras indígenas reconhecidas. Essas localidades podem incluir aldeias, comunidades, sítios, acampamentos e instituições de acolhimento.

IBGE também detalhou acesso ao saneamento básico por grupos indígenas.

População indígena tem mais dificuldade de acesso a saneamento. De acordo com o Censo, mesmo em áreas urbanas, enquanto 97% da população urbana do país morava em domicílios com água encanada até sua casa proveniente de geral de distribuição, poço, fonte, nascente ou mina, entre os indígenas esse percentual cai para 86,67%.

População indígena quase dobrou em 12 anos

Mais brasileiros se autodeclararam indígenas no país, levando essa população a quase dobrar em 12 anos no Brasil. Pouco mais de um terço, porém, mora em reservas, de acordo com dados do Censo Demográfico 2022.

Quase 1,7 milhão de pessoas se autodeclaram indígenas —o equivalente a 0,83% da população total (200 milhões). Em 2010, 897 mil pessoas se autodeclaravam indígenas — um crescimento de 88%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Artesã indígena Madalena Cardoso, da etnia Tuyuka – Foto: Mauro Neto / Secom

A maior parte dos indígenas não vive em território demarcado. De acordo com o IBGE, apenas 36,7% desta população reside em terras oficialmente demarcadas. O Sudeste é a região com maior percentual de indígenas vivendo fora de territórios oficiais.

Mais de 70% dos indígenas se concentram no Norte e no Nordeste. São 753.780 no Norte e 529.128 no Nordeste. Na sequência aparecem as regiões Centro-Oeste, com 200.153 indígenas, Sudeste, 123.434 e Sul, 88.341.

Há registros de pessoas indígenas em 4.833 dos 5.570 municípios brasileiros (86,7%). Para a pesquisa, foram considerados 501 territórios indígenas oficialmente demarcados.

Povos indígenas isolados não foram recenseados. Por orientação da Funai, o IBGE não acessa ou faz contato populações isoladas —há 114 registros de povos que vivem em isolamento, segundo o banco de dados da Coordenação Geral de Índios Isolados e de Recente Contato.

“Um dos fatores que contribuíram para o aumento da população Indígena no período foi a melhoria na coleta dos dados” afirmou o IBGE.

Mais da metade dos indígenas tem menos de 30 anos

De acordo com o Censo, 56% da população indígena tem até 29 anos. Só 10,6% tem mais de 60 anos.

Há maioria de homens entre os indígenas que moram em territórios delimitados. Em 71,4% das terras demarcadas há mais homens que mulheres. Reservas onde mulheres predominam representam 28,5%.

Fora dos territórios oficiais, mulheres predominam. Em 62% dos municípios há mais mulheres indígenas do que homens indígenas (38,1%).

*Com informações de Uol

Sessão Extraordinária: Aleam aprova a criação do Fundo para Registro Civil das Pessoas Naturais do Amazonas

Foto: Danilo Mello / Aleam

Os deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) se reuniram em Sessão Extraordinária, nesta segunda-feira (23/12) e votaram quatro matérias legislativas. Os parlamentares aprovaram a criação do Fundo para Indenização da Gratuidade dos atos do Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado do Amazonas (FIG-RCPN) e as outras pautas.

As matérias, de acordo com o presidente da Aleam, deputado Roberto Cidade (UB), precisavam ser apreciadas em plenário, ainda em 2024, para não gerar prejuízos à população.

“Convocamos essa Sessão Extraordinária porque temos Projetos de Lei que serão fundamentais para os trabalhos do ano vindouro. Apesar de ser uma pauta bem curta, são projetos que beneficiarão a população do Amazonas e os trabalhos dos poderes Executivo e do Judiciário, ressaltando que esta Sessão não traz nenhum benefício remuneratório aos deputados, estamos aqui cumprindo o nosso papel, com o nosso mandato e nossa responsabilidade para com o povo do Amazonas”, explicou o presidente.

A criação do Fundo para Indenização da Gratuidade dos atos do Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado do Amazonas (FIG-RCPN) constava no Projeto de Lei nº 1.005/2024, oriundo do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e, de acordo com a justificativa, se alinha com a experiência bem-sucedida de diversos tribunais brasileiros que já adotam o modelo de gestão dos fundos de ressarcimento pelos próprios registradores, como ocorre em São Paulo, Minas Gerais Pernambuco e outros estados.

“A principal inovação do projeto consiste na definição da Associação dos Registradores Civis do Estado do Amazonas (Arpen/AM) como administradora exclusiva do fundo. Esta mudança administrativa, contudo, não implica em qualquer redução dos mecanismos de controle e fiscalização. Pelo contrário, o projeto estabelece um robusto sistema de prestação de contas e fiscalização em três níveis: Controle pelo Poder Judiciário, Controle Externo e Controle Fiscal. O projeto também inova ao estabelecer que 25% dos valores arrecadados com os selos eletrônicos passarão a pertencer ao Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas. Esta medida visa fortalecer as receitas do Poder Judiciário, permitindo maior investimento na modernização e eficiência dos serviços judiciais, especialmente nas atividades de fiscalização da Corregedoria-Geral de Justiça do Estado do Amazonas”, defendeu a desembargadora Nélia Caminha Jorge, presidente do TJAM.

Na mesma sessão foi aprovado o Projeto de Lei Complementar nº 09/2024, oriundo da Mensagem Governamental nº 97/2024, que objetiva ajustar o valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente nas operações com diesel e biodiesel, GLP/GLGN, gasolina e etanol anidro, considerando a nova sistemática monofásica de tributação de combustíveis, cuja obrigatoriedade foi determinada pela Lei Complementar Federal nº 192, de 11 de março de 2022.

Além disso, incorpora à legislação tributária estadual o Convênios ICMS nº 178/23, que dispõe sobre a remessa interestadual de bens e mercadorias entre estabelecimentos de mesma titularidade, aprovado na 385ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) realizada em Brasília, no dia 1º de dezembro de 2023.

Neymar fatura R$ 70 mil e é 14º em torneio de pôquer festivo com seu nome

Neymar durante o 2º dia do evento BSOP ONE Edition Neymar Jr - Foto: Luis Bertazini / Divulgação BSOP

Neymar quase foi à mesa final da edição especial do BSOP One Neymar Jr. Edition, realizada no último final de semana em São Paulo.

Neymar ficou em 14º no geral e faturou R$ 70 mil. Ele quase avançou para a decisão do torneio, mas acabou saindo da mesa pouco antes. O atacante do Al-Hilal e da seleção brasileira é entusiasta de pôquer e participante assíduo em campeonatos da modalidade.

O campeão foi Pedro Reis, que levou R$ 830 mil. O valor do main event, que terminou nesta madrugada (23), foi definido após acordo com heads-up com Luan Coelho. Maior nome do pôquer brasileiro, Yuri Martins também foi eliminando antes da mesa final e ficou com R$ 86.400.

O torneio comemorativo foi realizado em dois dias e reuniu celebridades e grandes nomes do cenário do pôquer, entre jogadores profissionais e recreativos. O evento foi realizado em parceria com o PokerStars e encerrou a temporada de 2024 do BSOP (Brazilian Series of Poker), que é responsável por organizar o maior torneio da modalidade tanto da América Latina quanto do Hemisfério Sul.

Grande estrela da festa, Neymar aproveitou ao máximo. Ele se divertiu jogando com amigos e famosos, esteve acompanhado de Bruna Biancardi e até cantou no palco com Ludmilla, que foi uma das artistas que se apresentou. Leo Santana e Jeito Moleque também foram atrações.

O BSOP One Neymar Jr Edition teve inscrições no valor de R$ 10 mil e R$ 25 mil. Foram contabilizadas 241 entradas na competição principal.

Neymar veio diretamente da Arábia Saudita para prestigiar o evento. Trajado de terno verde-oliva, ele participou no primeiro dia junto dos jogadores de futebol Marcos Leonardo e Nenê. Já na última noite, esteve todo de branco para a white party que também ocorreu no local.

*Com informações de Uol

Honda e Nissan anunciam fusão e devem formar 3ª maior montadora do mundo

Honda e Nissan: união contra os carros elétricos chineses - Foto: Sergio Quintanilha / Guia do Carro

As montadoras japonesas Honda e Nissan anunciaram nesta segunda-feira (23) as negociações para a fusão das duas empresas, que tentam recuperar o espaço perdido para a Tesla e os fabricantes chineses no mercado de veículos elétricos.

A operação criará a terceira maior fabricante de automóveis do mundo e permitirá uma expansão do segmento de carros elétricos e veículos. Os dois grupos anunciaram que tentarão estabelecer uma “holding única” nas negociações.

Honda e Nissan informaram que pretendem concluir o acordo de fusão em junho do próximo ano, mas o pacto provavelmente não implicará uma união entre iguais.

A Honda terá a prerrogativa de nomear o CEO do novo conglomerado, cujo conselho de administração será integrado majoritariamente por executivos desta empresa, segundo a declaração conjunta.

As empresas, que mencionaram as “mudanças drásticas no ambiente que cerca os dois grupos e na indústria automobilística”, anunciaram que planejam a inclusão da ‘holding’ na Bolsa de Tóquio até agosto de 2026.

A Mitsubishi Motors, da qual a Nissan é a principal acionista, informou que decidirá até o fim de janeiro se integrará a nova aliança.

Honda e Nissan, número dois e três no mercado japonês de automóveis, enfrentam um cenário difícil com a demanda dos consumidores, condições exacerbadas pela concorrência acirrada.

O contexto é mais evidente para as marcas estrangeiras na China, onde montadoras locais de carros elétricos como a BYD estão em ascensão à medida que cresce a demanda por veículos menos poluentes.

Foto: Divulgação

No ano passado, a China superou o Japão como o maior exportador de carros, graças ao apoio estatal à indústria de veículos elétricos.

‘Modo pânico’

Segundo a agência Kyodo News, o acordo poderia permitir que as empresas fabriquem seus carros nas fábricas uma da outra. A Nissan, que tenta administrar uma dívida elevada, anunciou no mês passado a eliminação de milhares de postos de trabalho e registrou uma queda de 93% no lucro líquido durante o primeiro semestre.

O CEO da Honda, Toshihiro Mibe, insistiu que a operação de aproximação “não é um resgate” e destacou que uma condição para a fusão é que a Nissan complete seu plano de reformas.

A Kyodo informou que a Honda exigiu, como condição para a operação, que a Nissan concretize uma “recuperação em forma de V”.

Honda e Nissan já haviam concordado em março em explorar uma aliança estratégica para aplicativos e componentes para veículos elétricos. A Mitsubishi Motors anunciou em agosto sua participação nesta aliança.

Nos últimos anos, a Nissan passou por um período turbulento, que incluiu a prisão no Japão em 2018 de seu CEO Carlos Ghosn por acusações de desvio de recursos. O executivo conseguiu escapar da justiça e fugiu do país.

Ghosn, que vive como foragido no Líbano, declarou à imprensa em Tóquio por videoconferência nesta segunda-feira que o fato de a Nissan recorrer a sua rival mostra que a empresa está no “modo pânico”.

Embora as duas empresas possam “encontrar sinergias para o futuro (…) não vejo nada claro nesta associação”, afirmou Ghosn.

*Com informações de Uol

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