Mbappé desabafa que chegou ao ‘fundo do poço’ após pênalti perdido no Real
Kylian Mbappé chegou ao “fundo do poço” ao perder um pênalti contra o Athletic Bilbao no início do mês, enquanto lutava para se adaptar ao seu novo ambiente no Real Madrid, mas o atacante francês disse que usou essa decepção para alimentar seu recente retorno à boa forma.
Mbappé deixou o Paris Saint Germain no final da temporada como o maior artilheiro de todos os tempos do clube francês, mas sua transferência para o Real foi marcada por problemas iniciais, enquanto uma lesão muscular e um problema na coxa também prejudicaram sua adaptação.
No entanto, desde que perdeu seu segundo pênalti em uma semana na derrota por 2 x 1 para o Bilbao, Mbappé marcou quatro gols em todas as competições, incluindo o gol de abertura na vitória de domingo por 4 x 2 sobre o Sevilla pelo Campeonato Espanhol.
“Tirei muitos pontos positivos do jogo contra o Bilbao. Cheguei ao fundo do poço”, disse ele à Real Madrid TV. “Perdi um pênalti e percebi naquele momento que tenho que dar tudo de mim por esta camisa e jogar com personalidade.”
Mbappé agora tem 10 gols em 16 jogos na liga, ajudando o Real a terminar o ano em segundo lugar na tabela, apenas um ponto atrás do líder Atlético de Madri.
“Eu posso marcar muito mais, sei que tenho muito mais a oferecer. Nos últimos jogos, tenho jogado melhor”, disse ele.
“Acho que agora estamos nos conhecendo melhor. Entrei para a equipe e isso mudou muitas coisas. O período de adaptação acabou, como diz o técnico. Eu me sinto muito confortável na equipe e jogo melhor com os outros em campo.”
O Real viajará para enfrentar o Valencia pela LaLiga em 3 de janeiro.
*Com informações de Uol
BBB 25: Kleber Bambam dá dica para participantes
A expectativa para a estreia do Big Brother Brasil 25 está a todo vapor. Com o programa marcado para começar no dia 13 de janeiro, ex-participantes têm adiantado detalhes que prometem movimentar a nova temporada.
Kleber Bambam, vencedor da primeira edição e participante do BBB 13, compartilhou uma dica importante para as duplas que compõem o elenco deste ano. “Antes de você colocar o pé na casa, conheça bem a sua dupla, porque os laços vão estar à prova neste jogo”, afirmou Bambam, referindo-se ao formato inédito da competição em que os participantes estarão divididos em duplas.
A edição de 2025 trará um elenco formado por Pipocas e Camarotes e incluirá dinâmicas consagradas, como o Big Fone, Monstro, Poder Curinga e Perde e Ganha. Segundo a Globo, essas interações terão ainda mais participação do público, aumentando o envolvimento com o programa.
A decoração da casa será outro atrativo, homenageando os 60 anos da emissora. “Os participantes viajarão, junto com o público, por uma decoração inspirada na trajetória da emissora e nas histórias contadas por ela até hoje. A casa, dessa vez, mergulha na fábrica dos sonhos, responsável por dar vida a essas tramas”, destacou a Globo.
Na última sexta-feira (20), Fani Pacheco, que participou do BBB 7, também antecipou informações, ressaltando a importância de lutar pela liderança no jogo. “Lute para ser o todo poderoso da semana! Vai valer muito a pena, e o espaço do líder chega diferente e cheio de novidades”, afirmou Fani.
Com todas essas revelações e a estreia se aproximando, a nova temporada promete trazer emoção, estratégias e surpresas para os fãs do reality show mais aguardado do Brasil.
*Com informações de ADTV
Escola do Legislativo da Aleam contabiliza avanços em atividades desenvolvidas ao longo de 2024
A Escola do Legislativo Senador José Lindoso da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) fez um balanço das ações de 2024 que apontam avanços com a inserção de novas atividades e consolidação das existentes, que já fazem parte da tradição da Escola.
O diretor Jander Lasmar destacou que em 2024 o enfoque foi nos programas desenvolvidos na Escola. Ele enfatizou que foi um ano de grande visibilidade para os programas de Educação Cidadã. Segundo ele, a Escola atuou nos programas “Conhecendo o Legislativo” (Resolução nº 828/21), Parlamento Jovem (Resolução nº 375/05) e o Cidadão de Berço, que tramita na Casa a formalização de seu amparo legal.
Jander destacou, ainda, o novo projeto “Cidadão de Berço” como um dos avanços de 2024, com o qual a Escola concorreu no 39º Encontro da Associação das Escolas do Legislativo e de Contas (Abel), que aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de junho deste ano, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, em Brasília.
O projeto tem parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc), que indica as escolas e turmas do 1º ano do ensino fundamental I (de 6 a 7 anos). O “Cidadão de Berço” utiliza atividades lúdicas para construir conceitos sobre política, livre de preconceitos que colaboram com a cultura de rejeição ao tema.
“O ‘Cidadão de Berço’ foi inscrito no prêmio, na modalidade Comunidade e tivemos a oportunidade de apresentá-lo para representantes das Escolas do Legislativo e de Contas, momento singular que pôde dar visibilidade nacional às iniciativas pioneiras de alfabetização cidadã que a Gerência de Educação Cidadã abraça com muita dedicação e compromisso. O projeto não foi classificado, no entanto, sentimo-nos serenos quanto ao desempenho e a dimensão de valor agregado a essa experiência”, afirmou.
Em linhas gerais foram realizadas 13 atividades diversas solicitadas, pelos gabinetes dos deputados, 66 palestras, seminários, workshops, programas: Conhecendo o Legislativo, Parlamento e o Estudante, Parlamento Jovem e o Educando pela Cultura, além de 38 atividades diversas realizadas por órgãos parceiros.
O Conhecendo o Legislativo, que tem como objetivo estimular nos estudantes a reflexão crítica sobre o parlamento, a democracia e a consciência política, teve 1.468 participantes de 28 instituições.
O Parlamento Jovem é realizado em parceria com a Seduc, que leva estudantes a aprenderem sobre a função e o exercício do Poder Legislativo e, posteriormente, a vivenciarem por uma semana a rotina de um deputado estadual, inclusive com diplomação e atividade prática de um mandato com a elaboração de requerimentos. Teve 1.359 participantes de 23 instituições.
Eventos
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Abertura do Ano Letivo com a palestra sobre “Sistemas Eleitorais e Coeficiente Eleitoral”, que foi ministrada pelo professor Leland Barroso, analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas: 06.03.2024;
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4º Fórum Estadual das Casas Legislativas do Estado do Amazonas – Feclam: 18 e 19 de abril;
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Culminância do projeto Cidadão de Berço: 29 de abril;
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Semana de Educação Legislativa realizada no período de 13 a 17 de maio de 2024;
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Programa do Parlamento Jovem 2024 cuja culminância no âmbito da Assembleia Legislativa ocorreu no período de 20 a 24 de maio de 2024;
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1º Encontro Estadual do Parlamento Jovem realizado no dia 25 de junho de 2024;
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Workshop Gestão das emoções – Psicólogo Marcelo Pardo: 28 a 30.08.24;
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Palestra Diabetes e Bem-Estar: Médica Priscila Lago (endocrinologista) e Daniele Belota (nutricionista) evento em parceria com a Diretoria de Saúde da Aleam – 22.10.2024;
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Palestra Saúde do Homem – Dr. George Lins (médico cirurgião-geral, urologista, deputado da 20ª legislatura), evento em parceria com a Diretoria de Saúde 05.11.2024;
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6ª edição Prêmio Nestor Nascimento: 14.11
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Aniversário 19 anos da Escola do Legislativo: 28.11
‘Carnívoros fofos’: esquilos são flagrados comendo ratos na Califórnia; estudo analisa
Esquilos podem parecer adoráveis bolinhas de pelo que acumulam nozes, mas alguns são predadores implacáveis que caçam, despedaçam e devoram ratos .
Essa é a constatação surpreendente de um novo estudo publicado na quarta-feira no Journal of Ethology — o primeiro a documentar um comportamento carnívoro generalizado nesses aparentemente inocentes animais.
“Sempre há algo novo para aprender, e os animais selvagens continuam a nos surpreender”, disse Jennifer E. Smith, autora principal e professora associada de biologia na Universidade de Wisconsin-Eau Claire, à AFP.
“Em um mundo em mudança, com muitos avanços tecnológicos, não há substituto para a observação direta da história natural, incluindo observar os esquilos e pássaros que frequentemente visitam nossos quintais.”
As observações foram feitas neste verão, durante o 12º ano de um estudo de longo prazo conduzido no Briones Regional Park, no condado de Contra Costa, Califórnia.
Entre junho e julho, os pesquisadores registraram 74 interações envolvendo esquilos-da-terra da Califórnia e campôes, com 42% delas envolvendo caça ativa a esses roedores.
A coautora Sonja Wild, pesquisadora pós-doutoral na Universidade da Califórnia, Davis, admitiu que inicialmente foi cética em relação aos relatos trazidos pelos estudantes de graduação que presenciaram o comportamento pela primeira vez.
“Eu mal podia acreditar nos meus olhos”, disse Wild. “Mas, assim que começamos a observar, vimos isso em toda parte.”
Já se sabia que até 30 espécies de esquilos consomem oportunisticamente carne, que vai desde pequenos peixes até pássaros. No entanto, não estava claro se esse comportamento vinha de caçar carcaças ou de predar ativamente.
O novo estudo é o primeiro a confirmar que a caça é, de fato, um comportamento comum.
Os pesquisadores observaram esquilos se agachando perto do chão antes de emboscar suas presas, embora mais frequentemente, eles perseguiam os campôes, saltavam sobre eles e davam uma mordida no pescoço seguida de um forte sacolejo.
O estudo também descobriu que o comportamento carnívoro dos esquilos atingiu seu pico nas duas primeiras semanas de julho, coincidindo com o aumento nas populações de campôes, reportado por cientistas amadores no aplicativo iNaturalist.
Outros animais, como guaxinins, coiotes e hienas manchadas, são conhecidos por adaptar suas estratégias de caça em resposta às mudanças induzidas pelos seres humanos em seus ambientes.
“Em um mundo em mudança, pode ser assustador considerar todos os desafios que a presença humana, a perda de habitat e as mudanças climáticas impõem aos animais”, disse Smith.
“Nosso estudo oferece uma empolgante perspectiva positiva, demonstrando a incrível flexibilidade que alguns animais possuem.”
Ainda restam várias questões sem resposta.
Os pesquisadores esperam investigar quão generalizado é o comportamento de caça entre as espécies de esquilos, se ele é transmitido dos pais para os filhotes e como ele afeta os ecossistemas mais amplos.
*Com informações de IG
Por que real é de longe moeda que mais perdeu para o dólar no mundo e o que esperar de 2025
A disparada neste final de ano, que levou o dólar acima de R$ 6 e bater recordes em sequência, fez com o real brasileiro se consolidasse como a que mais se desvalorizou até agora em 2024 entre as mais negociadas no mundo.
Isso em um ano marcado pela grande desvalorização das maiores moedas do mundo diante do dólar.
Entre as 20 mais negociadas, apenas três delas não se desvalorizaram diante da moeda americana —segundo dados até a manhã desta quarta e, desde então, o valor do real em relação ao dólar caiu ainda mais.
Em 1º de janeiro de 2024, um dólar valia R$ 4,85. Na manhã desta quarta-feira, um dólar valia R$ 6,12 —uma desvalorização de quase 21%.
Apenas quatro outras moedas desvalorizaram em dois dígitos contra o dólar este ano: o peso mexicano (16%), a lira turca (16%), o rublo russo (15%) e o won sul-coreano (10%).
Outras moedas também tiveram desvalorização contra o dólar: o iene japonês (8%), o dólar canadense (8%), o dólar australiano (7%), o franco suíço (6%) e o euro (5%).
As únicas que não sofreram diante do dólar americano foram o dólar de Hong Kong (que se valorizou 0,6%), o rand sul-africano (que se valorizou 1%) e a libra esterlina britânica (que chega nas últimas semanas do ano com cotação praticamente igual).
Confira abaixo alguns dos motivos das desvalorização das moedas no mundo e no Brasil, e também um panorama do que pode acontecer no próximo ano —quando os Estados Unidos estarão sob nova liderança.

1. A valorização do dólar no mundo
O movimento de valorização do dólar e desvalorização das demais moedas é mundial.
Após a pandemia, o banco central americano elevou os juros básicos de sua economia, para controlar um surto de inflação no país. Os preços haviam subido por conta de conflitos internacionais e um desalinhamento de cadeias internacionais de produção por causa da pandemia.
Essa alta de juros americanos atrai capital do mundo todo. Investidores são atraídos pela perspectiva de bons retornos em papéis com relativamente baixo risco —no caso, títulos do governo dos EUA.
Quando o capital sai desses outros países, existe uma grande demanda nos mercados por dólares e uma oferta grande de moeda estrangeira: o que provoca a valorização do dólar e a desvalorização das demais (entre elas o real brasileiro).
As moedas de países emergentes são as que costumam se depreciar mais —já que muitos investidores estão nesses países justamente para aproveitar juros altos. E é desses países que costuma sair o maior fluxo de capital rumo ao mercado americano.
Ao longo de 2024, havia a expectativa no mercado de que o banco central americano fosse cortar os juros da economia do país. Esse movimento “empurraria” capital internacional para os mercados estrangeiros.
Mas dados oficiais mostraram que a inflação nos EUA não estava caindo no ritmo esperado. E a economia americana continuou se acelerando ao longo de 2024, o que também gerou mais inflação e retardou a queda dos juros.
O tão esperado corte de juro americano só começou a acontecer em setembro —e em um ritmo ainda tímido.
Por isso, o dólar seguiu com cotações altas ao longo do ano. E esse movimento se acentuou ainda mais em novembro, quando Donald Trump derrotou Kamala Harris nas eleições americanas.

“Estamos vendo uma depreciação muito grande não só do real como de todas moedas emergentes após a eleição de Donald Trump, que tem uma agenda política de maior internalização da economia americana e maior restrição da imigração. Isso são duas medidas muito inflacionárias para a economia americana”, diz Álvaro Frasson, estrategista macro do BTG Pactual, no canal de vídeo do banco.
“A consequência é que o Banco Central americano, o Federal Reserve, não vai conseguir cortar o juro americano tanto quanto se imaginava inicialmente e a consequência é um dólar americano mais atrativo do que se imaginava.”
2. O problema do Brasil: a volta da inflação
A desvalorização do real diante do dólar foi constante ao longo do ano —em apenas dois meses (agosto e setembro) o real terminou valorizado em relação ao dólar. Em todos os outros meses de 2024 houve depreciação.
Um padrão parecido é observado em outras moedas emergentes, como a lira turca e o peso mexicano, que também perderam muito valor este ano.
No caso do real, a desvalorização se acelerou desde novembro, mês em que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva anunciou seu pacote fiscal.
Entre 7 de novembro e 18 de dezembro, o real se desvalorizou 7,3% —com o câmbio subindo de R$ 5,67 para R$ 6,12.
O problema de fundo da economia brasileira é a inflação, que pode fechar acima da meta do governo este ano (que é de 4,5%). A última medição do IPCA (o índice usado pelo governo), mostra que a inflação estava em 4,87% nos 12 meses até novembro.
Uma combinação de fatores – a economia brasileira aquecida, o baixo desemprego e dúvidas sobre a trajetória da dívida pública e sobre a capacidade do governo de equilibrar as contas com seu pacote fiscal recentemente anunciado —leva alguns no mercado a especular que a inflação brasileira pode subir ainda mais nos próximos meses.
Isso vem provocando aumentos de juros no Brasil —em um momento em que os EUA estão cortando seus juros. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar a taxa básica Selic de 11,25% ao ano para 12,25% ao ano.

O comunicado do Copom cita a preocupação das autoridades monetárias brasileiras com o risco de alta da inflação: “A inflação cheia e as medidas subjacentes têm se situado acima da meta para a inflação e apresentaram elevação nas divulgações mais recentes”.
Economistas e analistas do mercado dizem que a desvalorização do dólar acontece em parte por desconfiança do mercado de que as medidas econômicas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), não serão suficientes para controlar a inflação.
Em tese, o juro brasileiro mais alto serviria para atrair investidores, valorizando a moeda nacional. No entanto, o temor no mercado é que a inflação alta acabe neutralizando qualquer ganho obtido com juros altos – e isso faz com que o dólar acabe se valorizando.
No domingo, Lula rebateu as críticas ao seu pacote fiscal e disse que “ninguém nesse país, do mercado, tem mais responsabilidade fiscal do que eu”.
“Entreguei esse país, sabe, numa situação muito privilegiada. É isso que eu quero fazer outra vez. E não é o mercado que tem que ficar preocupado com os gastos do governo. É o governo. Porque, se eu não controlar os gastos, se eu gastar mais do que eu tenho, quem vai pagar é o povo pobre”, disse Lula à rede Globo.
O presidente também criticou o nível alto da taxa básica de juros: “A única coisa errada nesse país é a taxa de juros estar acima de 12%”.
Folha Mercado
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Uma parte do pacote começou a ser aprovada no Congresso na terça-feira. A expectativa do governo é aprovar ainda esta semana, antes do recesso parlamentar de fim de ano.
3. O que acontece em 2025?
Existe hoje uma incerteza no mundo sobre qual seria o rumo do dólar em 2025 e em diante. O dólar vai continuar se valorizando ou vai cair?

O valor do real brasileiro dependerá em parte dessa tendência mundial.
O desejo do presidente eleito Donald Trump é que a moeda americana se desvalorize.
Ao longo de sua campanha eleitoral, ele prometeu um dólar mais fraco durante sua gestão, que começará em 20 de janeiro de 2025.
Trump pretende repetir o que fez na sua gestão anterior: travar uma guerra comercial que fortaleça a balança comercial americana.
Dentro dessa estratégia, o governo quer um dólar mais fraco diante das outras moedas. Um dólar desvalorizado encarece o valor de produtos importados dentro dos EUA —dando a produtos americanos uma vantagem em relação aos estrangeiros. Igualmente, no exterior, os produtos americanos ficam mais baratos e competitivos.
No entanto, apesar de defender um dólar desvalorizado, os EUA viram uma valorização do dólar contra a maioria das moedas do mundo desde a eleição de Trump.
Os mercados internacionais acreditam que muitas das políticas sinalizadas por Trump até agora vão acabar provocando o efeito contrário ao desejado pelo presidente eleito.
“O presidente eleito Donald Trump tem um problema com o dólar. Nos últimos meses, ele demonstrou uma clara preferência por uma taxa de câmbio mais fraca para apoiar a competitividade das exportações dos EUA e ajudar a reduzir o déficit comercial dos EUA”, escreveu em artigo o pesquisador de economia global do think tank britânico Chatham House, David Lubin.
“E, no entanto, como o mercado percebeu desde a eleição dos EUA, o resultado muito mais provável é que suas políticas acabem fortalecendo o dólar. O risco é que o dólar americano —que já está caro— se torne mais obviamente supervalorizado, e isso pode aumentar o risco de instabilidade financeira global.”

Isso acontece, segundo ele, por um certo otimismo com a economia americana. No passado, o dólar se fortaleceu cada vez que a economia americana demonstrou força em relação às demais. E as previsões atuais são de uma expansão econômica americana mais vigorosa do que a da Europa e China.
Além disso, Lubin lista as próprias políticas propostas por Trump. Tarifas na importação de produtos —como o presidente eleito quer impôr a todo o resto do mundo, com especial atenção para a China— costumam provocar uma desvalorização das moedas estrangeiras.
Além disso, Trump promete cortar impostos, também repetindo o que foi feito em sua primeira gestão, o que pode gerar pressões inflacionárias nos EUA. E a forma para lidar com essas pressões seria aumentando a taxa de juros americana —outra medida que costuma valorizar o dólar americano.
Nesta quarta, o banco central americano anunciou a nova decisão sobre a taxa de juros, atendendo as expectativas do mercado de um corte de 0,25 ponto percentual, trazendo a taxa para uma banda entre 4,25% e 4,5%. Isso é um ponto percentual abaixo dos patamares de setembro, quando o banco central americano começou seus cortes.
A dúvida no mercado é sobre quão rápido e profundo será o corte dos juros nos próximos meses.
“O debate está acalorado”, disse Diane Swonk, economista-chefe da KPMG à agência de notícias Reuters.
“A economia [americana] continua mais forte do que os participantes da reunião [do Federal Reserve] pensaram que estaria quando começaram a cortar [os juros] em setembro, e as medidas para conter a inflação parecem ter estagnado.”
No Brasil, há um sentimento entre investidores de que o dólar possa cair nos próximos anos, com valorização do real, mas em patamares não muito distintos do atual. O boletim Focus, uma pesquisa do Banco Central com agentes de mercado brasileiro, veem o dólar caindo nos próximos anos —para R$ 5,85 (ao final de 2025), R$ 5,80 (2026) e R$ 5,70 (2027).
Mas essas projeções vêm subindo a cada semana —o que mostra que existe um sentimento de que não haverá muito espaço para a moeda brasileira se valorizar muito no futuro próximo.
*Com informações de Folha de São Paulo
7 atores indígenas que marcaram presença nas novelas da Globo em 2024; relembre

Com papéis marcantes em grandes produções como “Terra e Paixão”, “Renascer” e “No Rancho Fundo”, artistas indígenas não foram apenas coadjuvantes, mas, sim, figuras centrais nas tramas, cujas histórias e vozes refletem realidades que, até então, raramente ganhavam espaço na teledramaturgia.
Relembre abaixo alguns atores que marcaram presença nas novelas da Globo em 2024.
Daniel Munduruku
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Daniel Munduruku, ator, escritor e professor pertencente ao povo indígena Munduruku, acumula mais de 60 livros publicados e dois prêmios Jabuti em sua carreira. Na novela “Terra e Paixão” da TV Globo, ele deu vida ao sábio pajé Jurucê Guató.
Presidente do “Instituto Uka – Casa dos Saberes Ancestrais”, Daniel frequentemente compartilha vídeos reflexivos e seus trabalhos como escritor e palestrante em suas redes sociais.
Suyane Moreira
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Suyane Moreira, nascida em Juazeiro do Norte, carrega em sua história a influência de suas raízes indígenas, herdadas de sua mãe. Aos 17 anos, decidiu seguir o sonho de ser modelo e saiu de casa em busca de oportunidades.
Em “Terra e Paixão”, Suyane interpretou Iraê Guató, filha do pajé Jurucê, uma personagem com profundo conhecimento sobre ervas e medicina natural. Segundo o Gshow, sua avó foi uma das referências para construir essa interpretação.
Adanilo
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Descendente dos povos indígenas das áreas do Baixo Solimões e do Baixo Tapajós, localizadas entre os estados do Amazonas e Pará, o ator Adanilo deu vida ao personagem Deocleciano na primeira fase da novela “Renascer”.
Em suas redes sociais, Adanilo está sempre exaltando suas raízes indígenas. Atualmente, interpreta o personagem Sidney em “Volta por Cima”.
Mac Suara
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Mac Suara, descendente dos povos indígenas Terena e Kadiwéu, é um dos primeiros atores indígenas do Brasil. Natural do Mato Grosso do Sul, ele marcou presença em “Renascer” ao interpretar Chico das Mortes.
Mell Muzzillo
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Mell Muzzillo, modelo, bailarina e com raízes afro-indígenas no povo Tupinambá, deu seus primeiros passos na televisão ao viver a personagem Ritinha em “Renascer”.
Em entrevista ao Gshow, a atriz falou sobre a importância de ser uma atriz que representa as mulheres afro-indígenas. “”Quero estar pelos meus, quero estar por essas crianças que se viram em mim, que às vezes ficavam meio perdidas se perguntando: ‘Caramba, será que posso estar nesse lugar?’ Pode! Acredita”, disse.
Dandara Queiroz
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Atriz e ativista de origem Tupi-Guarani, Dandara Queiroz iniciou sua carreira na televisão interpretando Benvinda na novela “No Rancho Fundo”. Criada no interior do Mato Grosso do Sul, ela também se destacou como modelo, sendo uma das grandes revelações do São Paulo Fashion Week 2022, onde desfilou para diversas marcas.
Formada em Arquitetura e Urbanismo desde 2019, Dandara combina sua paixão pela arte e pelo ativismo em suas múltiplas atividades profissionais.
Zahy Tentehar
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Com raízes no povo Tentehar-Guajajara e nascida na reserva indígena Cana Brava, no Maranhão, Zahy Tentehar se destaca como cineasta, atriz e ativista.
Sua carreira inclui papéis como na segunda temporada da série “Cidade Invisível”, da Netflix, e na novela “No Rancho Fundo”, onde interpretou a personagem Paula Alexandre.
*Com informações de Terra
“Temos muitos animais que estão necessitando”, diz tutor de pet sobre o trabalho do ‘Castramóvel’ em 2024















