Casa do Real Madrid, Santiago Bernabéu deve ter nome alterado por motivos comerciais

Mundialmente reconhecido como Santiago Bernabéu, o histórico estádio do Real Madrid pode ter sofrido uma mudança em seu nome, afirma o jornal esportivo espanhol Marca. O motivo, de acordo com a publicação, seria facilitar possíveis acordos comerciais de patrocínio e atualizar a marca, acompanhando a modernização que a estrutura do local recebeu recentemente.
Dessa forma, a arena passaria a se chamar somente ‘Bernabéu”. A alteração não foi oficialmente anunciada pelo clube e não foi apresentada em qualquer reunião de associados, mas o jornal mostra indícios de que ela acontecerá.
O jornalista aponta que as principais ações de marketing envolvendo o estádio já trazem o nome encurtado. Entre elas, o site oficial da casa merengue, assim como suas redes sociais, usam apenas o “Bernabéu”, sem o “Santiago”. Também o tour pela arena faz uso da nova nomenclatura.
Em uma publicação oficial do estádio em comemoração do Natal, o nome “Bernabéu” aparece. Da mesma forma, é o suposto novo título que está escrito na fachada de maquetes do estádio que são vendidas localmente em Madrid.
Batizado como “Santiago Bernabéu” em 1955, o estádio que recebe os jogos do Real Madrid foi oficialmente inaugurado em 1947. Em reforma, o local passou a receber também shows e eventos, outras formas de renda para além do tradicional futebol.

*Com informações de Terra
“Ele se levantou e disse que me odiava”: Jim Carrey confirma desentendimento nos bastidores
De volta aos cinemas em Sonic 3, Jim Carrey já interpretou outros vilões icônicos ao longo de sua carreira – mas nem todas as experiências foram fáceis para ele. Em 1995, o ator deu vida ao Charada em Batman Eternamente e o clima nos bastidores não foi dos melhores, graças a um climão com Tommy Lee Jones, que faz o Duas-Caras no longa.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Jim Carrey relembrou algumas conversas tensas que aconteceram entre os dois durante as filmagens. “Fui até ele e disse ‘e aí, Tommy, como você está?’ e ele ficou branco. Ele foi me abraçar e disse ‘eu te odeio, eu realmente te odeio’. Perguntei qual era o problema e ele disse ‘não posso aceitar sua bobeira’”, contou.
Por que Tommy Lee Jones odiou trabalhar com Jim Carrey?

Carrey acredita que Jones não se sentiu totalmente confortável em desempenhar seu papel em Batman Eternamente e acabou descontando nele, embora também possa ser que sua ascensão ao estrelato nos anos 90 tenha causado alguma rusga.
Aparentemente, a situação não teve muitos desdobramentos após desentendimento, mas segundo Joel Schumacher, que dirigiu o filme e já havia trabalhado com a estrela de MIB – Homens de Preto também disse que o ator não foi lá muito gentil com Jim Carrey mesmo.
“Ele não foi legal com Jim. Não agiu como um vencedor do Oscar com uma estrela na Calçada da Fama deveria ter agido, sendo o membro mais velho do elenco e tendo uma carreira tão distinta. Mas o que acontece no set, fica no set”, disse à Vulture.
Batman Eternamente está disponível no catálogo da Max.
*Com informações de Adoro Cinema
Especialistas dão dicas de como sair financeiramente do vermelho em 2025
Faltando poucos dias para o fim de 2024, uma parcela dos consumidores deve colocar a quitação das dívidas na lista de metas traçadas para o próximo ano.
De acordo com uma pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), feita em parceria com o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), quatro em cada dez brasileiros adultos (41,51%) estavam com os nomes negativados em novembro de 2024. O número representa 68,62 milhões de consumidores e é 1,48% maior quando comparado ao mesmo mês do ano passado.
Os bancos e cartões de crédito aparecem no topo dos motivos que levaram aos endividamentos, representando 65,26% das dívidas. O comércio está em segundo lugar, com 10,46%. Na sequência, vem o setor de água e luz, com 10,01%. Outros tipos de dívida concentram 8,35% das pendências financeiras.
A CNDL explica, ao longo do levantamento, que a inflação dos alimentos impactou a renda, agravando a situação de endividamento. A expectativa da entidade é que com a entrada do 13° salário e da renda extra do final do ano os consumidores priorizem o pagamento das dívidas.
A poucos dias da virada do ano, especialistas ouvidos pela Folha dão dicas de como os consumidores podem se reorganizar e sair do vermelho no próximo ano.
Organizar planilha de gastos
Elaborar uma planilha com os detalhes dos gastos e da receita que entra e sai no orçamento é o primeiro passo para quem deseja se organizar financeiramente, afirma Bolivar Godinho, professor na Escola Paulista de Política, Economia e Negócios/Unifesp.
“Quando você relaciona as despesas, consegue ver o que pode ser cortado. É possível cancelar um serviço de streaming que não está sendo utilizado e reduzir as refeições fora de casa, por exemplo”, disse. O consumidor também pode negociar descontos com um determinado prestador de serviços. “No caso dos planos de celulares, é possível trocar um mais caro por outro mais barato”.
A Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro) recomenda que 50% da renda seja destinada às despesas essenciais. Outros 30% podem ser reservados para lazer e estilo de vida, enquanto 20% devem ser direcionados aos investimentos ou quitação de dívidas. Caso o consumidor tenha dívidas mais altas, as porcentagens podem ser ajustadas temporariamente para acelerar a quitação.

O professor da Unifesp aconselha que, além de reduzir as compras no cartão de crédito, os consumidores não parcelem as compras: “É melhor esperar ter o dinheiro em mãos”.
Os juros do rotativo, cobrado quando a fatura não é paga até o vencimento, são um dos mais altos do mercado. O percentual variou de 438,4% ao ano em setembro para 438,9% em outubro, apontou o Banco Central.
Já a taxa do parcelado caiu de 185,8% para 178,1%.Nos tempos em que se pretende economizar, a orientação é que o consumidor tenha apenas um cartão de crédito.
Ao pensar na organização financeira, a pessoa pode encontrar uma segunda fonte de renda. Um trabalho extra ou vender objetos que estejam sem uso surgem como opções, lembra Godinho.
Pesquisar preços
Outro passo importante na organização financeira envolve a pesquisa de preços antes da realização de uma compra. Segundo Godinho, isso pode ser aplicado em supermercados, onde é possível avaliar a substituição de marcas por outras mais baratas. “Também é importante evitar compras por impulso, especialmente de itens muito caros, como roupas de grife”, destaca o especialista.
O consumidor pode criar uma meta de valor a ser poupado todos os meses. “Nem que seja um valor pequeno”, ressalta Godinho. A economia se estende aos hábitos. É importante economizar água e energia elétrica, evitando deixar luzes acesas ou itens, como TV e ar-condicionado, ligados em ambientes que não estejam ocupados.
O dinheiro economizado pode ser investido na sequência. Alternativas como Tesouro Direto, CDBs e fundos de investimento podem ser boas opções para quem está começando, aponta a Planejar.
Endividamento
Para os especialistas ouvidos pela reportagem, pagamentos como o do 13° salário, devem ter como prioridade o pagamento das dívidas. “No caso das com o cartão de crédito, o melhor é tentar negociar com o banco. Quando não há uma proposta interessante, é recomendado pagar o valor mínimo da fatura”, avalia Paulo Jordão, professor do Departamento de Ciências Contábeis da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Para Jordão, o consumidor pode tentar buscar um empréstimo com taxas menores para pagar dívidas com juros maiores. “A economia, no entanto, não está propícia para esse tipo de coisa. A Selic foi para 12,25% em dezembro, o que significa que os juros estão mais altos. Se o consumidor contraiu uma dívida anterior, como um empréstimo, a taxa dessa contratação está melhor do que será futuramente. A não ser que ele seja funcionário público e consiga um consignado com uma taxa menor”, comentou.
*Com informações de Folha de São Paulo
Gestão David Almeida supera desafios e vira referência para todo Brasil em inovação e administração
Quinta maior economia brasileira, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade de Manaus passou por uma verdadeira transformação na gestão do prefeito David Almeida. A “Capital da Amazônia” deixou no passado as imagens da pandemia da Covid-19 e entrou de cabeça na era da tecnologia e da inovação. Assim, com a gestão David Almeida, Manaus avançou e passou a ser referência nacional em diversos setores como saúde, educação e assistência social.
“Quando assumi a gestão municipal, logo de cara, tivemos que enfrentar a pandemia da Covid-19 e todas as sequelas que ela deixou na nossa rotina, além da grande cheia e das duas maiores estiagens da história. Tivemos ao lado os nossos servidores que, com muito empenho, foram fundamentais para que pudéssemos voltar ao ritmo e planejar o futuro”, afirmou Almeida, que além de superar os problemas, buscou modernizar a cidade com novos equipamentos. “Planejamos obras como os novos complexos viários e as reformas das escolas e UBSs (Unidades Básicas de Saúde), que são vitais para o funcionamento dos serviços municipais. A partir disso, conseguimos avançar em todas as áreas e entregar serviços que viraram referência para todo o país”, complementou.
Saúde é referência nacional
Ao assumir a administração municipal, David Almeida enfrentou a segunda onda de casos da Covid-19. O caos, visto em 2020, virou exemplo do que não fazer. Assim, em menos de um ano, Manaus já recebia do Ministério da Saúde a maior nota, entre capitais, no ranking do Previne Brasil, que mede a qualidade da Atenção Básica de Saúde dos municípios.
No decorrer da gestão David Almeida, essa marca só avançou. Hoje, Manaus é, por sete quadrimestres seguidos, a melhor saúde básica entre as capitais do Brasil.
Para alcançar esse resultado, foi necessária uma série de investimentos coordenados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). No total, foram inauguradas ou reformadas 97 UBSs, sendo sete de porte 4, com capacidade de realizar mais de 20 mil atendimentos, cada, por mês.
E mais: da crise da saúde básica na pandemia, quando se tinha apenas 42% de cobertura na cidade, a população já pode contar hoje com uma rede ampliada, com mais de 90% da cobertura em toda a capital.
Os atendimentos às mulheres também foram ampliados, graças ao serviço ofertado pelas Unidades Móveis de Saúde da Mulher. Em 2021, Manaus contava apenas com um veículo. Hoje, são cinco espalhados por todas as zonas da cidade, inclusive a zona rural, que já realizaram mais de 205 mil atendimentos.
Avanços na educação
O prefeito David Almeida não mediu esforços para ampliar e melhorar a estrutura administrada pela Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Além de investir em cursos de qualificação para os servidores, a gestão atual realizou a reforma ou construção de 361 unidades de ensino, sendo oito escolas construídas do zero, quatro creches novas e outras 20 reformadas.
A Educação Especial também recebeu um carinho extra nos últimos quatro anos. De 2020 para cá, houve um crescimento de 50% na quantidade de unidades de ensino, que contam com salas de recursos multifuncionais – são 203 escolas com 388 salas preparadas.
Outro avanço importante foi o lançamento do programa “Educa +Manaus”, criado para preparar os estudantes do 5° e 9° anos para as avaliações do Saeb, visando elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na rede de ensino de Manaus. O programa era composto por sequência didática, simulados, 6° tempo, formação integrada para professores e acompanhamento familiar.
Como consequência dos investimentos, em agosto deste ano o Ministério da Educação (MEC) indicou que Manaus avançou na qualidade de ensino nos anos iniciais (13º para 6º lugar em todo o país) e nos anos finais (13º para 5º lugar) do ensino fundamental em 2023, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Básico da Educação (Ideb).
Obras por toda cidade
De acordo com o Censo de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de Manaus cresceu mais de 14% na última década. Esse crescimento trouxe desafios significativos para a cidade e o cotidiano de seus moradores.
Para solucionar alguns gargalos no trânsito manauara, a gestão David Almeida investiu na construção de três grandes obras de mobilidade urbana: o complexo viário José Fernandes, localizado na avenida José Lindoso, mais conhecida como avenida das Torres; o viaduto Márcio Souza, que conecta a rua Rio Preto à avenida das Torres, no sentido Centro-bairro; e o complexo viário Rei Pelé, na antiga Bola do Produtor, no bairro São José, com mais de 80% da obra concluída.
As melhorias, porém, não se restringiram às grandes vias. Com o programa de requalificação “Asfalta Manaus”, mais de 3,5 mil ruas foram totalmente recapeadas pela prefeitura, além de outras 2 mil vias que foram revitalizadas.
Essas ações foram realizadas por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), que também enfrentou com determinação outro grande problema da cidade: as erosões. No total, 32 áreas foram completamente recuperadas, sendo 12 na zona Norte, dez na zona Leste, 3 na Centro-Oeste, 3 na Oeste, 2 na Sul e 2 na Centro-Sul.
Outros avanços importantes na infraestrutura da cidade incluem: mais de 42 quilômetros de tubulação instalados para melhorar o sistema de drenagem profunda; cerca de 165 mil pontos de iluminação em LED, cobrindo 100% da capital; e a reforma de 20 espaços públicos, como quadras e praças. E ainda: mais de 40 mil metros de pontes e passarelas concluídas; mais de 77,4 mil metros de meio-fio; 80,1 mil metros de sarjeta; e 57 mil metros quadrados de calçadas, como também 31,6 mil caixas coletoras desobstruídas e 46,3 mil metros cúbicos de contenção em rip-rap.
Mobilidade urbana e segurança

Durante a gestão de David Almeida se iniciou o processo de renovação da frota do transporte público. Foram entregues 400 novos ônibus, todos com ar-condicionado, além da instalação de mais de cem semáforos inteligentes, para aumentar a velocidade média do trânsito.
Para reforçar a segurança dos usuários, a prefeitura realizou a instalação de câmeras de vigilância nos ônibus e nos terminais de integração. Além disso, os terminais de ônibus T-1 (Constantino Nery) e T-2 (Cachoeirinha) foram totalmente reformados.
Falando em segurança, foi criada a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg), que passou a administrar a nova Guarda Municipal de Manaus. Valorizada após mais de 70 anos, a unidade receberá, no início de 2025, 230 novos agentes aprovados em concurso público, devidamente treinados e equipados com armamentos letais e não letais.
A previsão é que, até 2028, a Guarda Municipal conte com 1.500 agentes preparados e distribuídos pela capital, garantindo mais segurança à população.
Habitação e regularização fundiária
Outra inovação da gestão David Almeida foi a criação da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), que implementou o maior programa habitacional da história de Manaus, com meta de entregar 17 mil moradias construídas ou reformadas nos próximos anos.
Para alcançar esse objetivo foi criado o sistema Simhab, que hoje conta com mais de 110 mil pessoas inscritas para serem selecionadas pelos programas habitacionais do município. A Semhaf também possui o programa “Casa Manauara”, que já reformou mais de cem casas e tem a meta de alcançar 4 mil famílias com os serviços.
Outro programa lançado foi o “Manaus Minha Casa”, associado ao programa “Minha Casa, Minha Vida”, com a prefeitura investindo R$ 100 milhões na aquisição dos terrenos, onde serão construídas 4.736 moradias do programa, em parceria com o governo federal, sendo 3.680 pela faixa 1 do programa e mais 1.056 moradias pelo PAC Calamidades, para atender famílias vítimas de desastres naturais. No momento, estão em construção 960 unidades.
Já o programa “Manaus Minha Terra”, relacionado ao novo bairro planejado da capital, o “Dorothéa Braga”, no Lago Azul, vai conceder mais de 3,5 mil lotes para famílias realizarem as edificações de suas residências, seguindo uma planta pré-definida. Após a conclusão da moradia, a família se tornará proprietária do lote concedido. A edificação deve ser iniciada no prazo de seis meses.
Também existem avanços significativos na regularização fundiária, com a entrega de 5 mil registros de imóveis na capital, com meta de 15 mil registros entregues nos próximos meses.
Segurança alimentar

Levar dignidade para quem vive em situação de vulnerabilidade social. Este foi o objetivo da gestão David Almeida ao lançar o programa “Prato do Povo”. Em 2024, foram 11 unidades inauguradas, oferecendo mil refeições gratuitas cada, por dia. Outro aliado nessa missão, coordenada pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), são as Cozinhas Comunitárias. Ao todo, são seis espalhadas pela capital, que totalizam 1,2 mil refeições distribuídas por dia.
Assim, em 2024 a Prefeitura de Manaus distribuiu mais de 3 milhões de refeições para a população manauara e a previsão é que esses programas sejam ampliados no próximo ano.
Além desse suporte, a Semasc também realizou outro feito inédito na administração municipal. Por meio das reformas realizadas em 19 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), foi possível atualizar a fila do Cadastro Único, facilitando o acesso da população a benefícios do governo federal, como o Bolsa Família.
Empreendedores e produtores rurais valorizados
Esquecidos por antigas gestões, os permissionários e empreendedores manauaras receberam atenção especial da atual administração municipal. Além de serem apoiados pela Prefeitura de Manaus durante a pandemia da Covid-19, com o Auxílio Empreendedor, eles também foram beneficiados com cursos de capacitação e projetos como o Auxílio Permissionários, Kit Pneu, Auxílio Transporte Alternativo, Empreende Manaus, English Manaus e a inauguração do Distrito de Micro e Pequenas Empresas de Manaus (Dimicro).
Por meio do Sine Manaus, mais de 25 mil vagas de emprego foram ofertadas, e 18,5 mil pessoas conseguiram ingressar ou retornar ao mercado de trabalho. Outras 13,2 mil pessoas concluíram cursos de capacitação, melhorando seus currículos e aumentando as chances de conquistar novas oportunidades.
Por toda a cidade, a gestão municipal realizou a reforma de 22 feiras e mercados, fortalecendo a economia local e oferecendo oportunidades para a comercialização de produtos dos produtores rurais.
Falando da zona rural, ela foi valorizada pelo prefeito David Almeida. Mais de 30 ramais foram asfaltados, sendo que muitos receberam, pela primeira vez, pavimentação asfáltica. Por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Centro e Comércio Informal (Semacc), foram doadas 280 mil mudas, 1.415 kits de sementes, 52 toneladas de adubo, 570 toneladas de ração e 169,5 mil alevinos.
Todo esse investimento gerou frutos não apenas para os trabalhadores, mas também para os 250 mil alunos da rede municipal de ensino. Buscando garantir uma melhor nutrição para essas crianças e adolescentes, a Prefeitura de Manaus introduziu alimentos regionais na merenda escolar. Esses produtos são adquiridos de produtores locais, que fornecem frutas e verduras frescas para as escolas e creches administradas pela Prefeitura de Manaus. Tem açaí e pitaya no lanche das crianças.
Lazer e turismo
Apesar de estar localizada no coração da Floresta Amazônica, Manaus cresceu de costa para o seu principal cartão-postal: o rio Negro. Tendo em vista todo o potencial turístico da capital amazonense, a gestão David Almeida investiu na construção de novos pontos turísticos da cidade.

O primeiro foi a Casa de Praia Zezinho Corrêa, localizada na Ponta Negra, zona Oeste. O local, abandonado há quase 20 anos, teve o seu auge na década de 1990 quando abrigou a antiga casa de festa Papagaios. Após ser revitalizado pela Prefeitura de Manaus, o Casa de Praia virou uma ótima opção de cultura, gastronomia e empreendedorismo para os frequentadores da Ponta Negra.
O Centro Histórico de Manaus voltou a ser frequentado e valorizado. A gestão David Almeida realizou a revitalização da Ilha de São Vicente, inaugurando o mirante Lúcia Almeida, o Casarão Thiago de Mello e o Píer Manaus 355. O complexo passou a ser um dos pontos mais visitados da cidade, proporcionando aos visitantes contemplar a vastidão do rio Negro.
Mas as inovações não ficaram por aí. A Prefeitura de Manaus descentralizou as suas ações e olhou com carinho para os moradores das zonas Norte e Leste da cidade ao construir, na avenida Alphaville, os parques Amazonino Mendes e o Gigantes da Floresta (com mais de 2 milhões de visitantes em apenas cinco meses de funcionamento). Além de serem ótimas opções de lazer, os parques fazem parte de um grande projeto de recuperação do igarapé do Mindu.
Cultura para todos
Uma das marcas da gestão David Almeida é proporcionar oportunidades para moradores de todas as zonas da cidade. Com a criação do maior evento de artes integradas da região Norte, o “Sou Manaus – Passo a Paço”, com a participação de artistas locais, nacionais e internacionais. Somente em 2024, mais de 445 mil pessoas passaram pelas três noites de festival, tornando-se recorde de público. Artes de rua, artesanato e culinária também tiveram vez nessa grande festa manauara.
Por meio de editais como “Manaus faz cultura”, “Lei Paulo Gustavo” e “Prêmio Literário Cidade de Manaus”, as comunidades foram atingidas por projetos que levaram literatura, dança, música e outros, para uma parte da população que não tinha essa oportunidade.
Outro avanço foi o fomento à cultura local, por intermédio de eventos como “Boi Manaus”, “Carnaval” e “Festival Folclórico do Amazonas”. Em todos, a gestão David Almeida esteve presente investindo nesse setor tão importante para a formação da sociedade e para a economia local.
E ainda temos as festividades anuais com o Réveillon da cidade, agora ampliadas para as zonas Leste (avenida Alphaville) e Sul (Amarelhinho – Educandos), além da tradicional queima de fogos silenciosos (mostrando o respeito às crianças com TEA, PETs e meio ambiente), na Ponta Negra.
Esporte aliado da saúde
Trabalhando a transversalidade entre esporte e saúde, a Prefeitura de Manaus não mediu esforços para impulsionar o esporte nas comunidades. Prova disso é que, por meio do projeto “Esporte na Comunidade”, mais de 25 mil crianças foram alcançadas. Outro feito foi o lançamento do “Manaus Olímpica”, que auxilia atletas locais com passagens aéreas para representarem Manaus em competições nacionais e internacionais.
Tanto trabalho trouxe frutos históricos. Por meio do Parlamento Europeu, Manaus foi escolhida como a “Cidade Sul-Americana do Desporto” de 2024. A avaliação, realizada pela Aces Europe, levou em conta uma série de ações realizadas pela gestão visando a melhoria da qualidade de vida da população manauara.
Compromisso para os próximos quatro anos

Reeleito com ampla aprovação popular, David Almeida assume o desafio de liderar Manaus nos próximos quatro anos com um planejamento estratégico focado em dar continuidade à transformação da qualidade de vida da população e à reestruturação do governo para o enfrentamento dos desafios advindos das mudanças climáticas.
“Celebramos não apenas uma conquista eleitoral, mas o compromisso de continuar trabalhando, para transformar a cidade num lugar melhor para se viver. Vamos investir ainda mais na infraestrutura da cidade, especialmente nas comunidades que há anos não recebiam asfalto e serviços de saneamento básico. Podem ter certeza: vou continuar defendendo a Zona Franca de Manaus e continuar lutando pelas famílias mais humildes”, afirmou David Almeida.
“Quanto ao enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas, vamos priorizar o Programa de Parcerias de Investimentos de Manaus (PPI/Manaus) e intensificar os projetos em plena evolução, tais como o “Trata Bem Manaus”, o Bondinho, no Centro, o “Anjos da Floresta” e o “Manaus Mais Verde”, que são exemplos de projetos que serão apresentados na COP-30”, destacou o prefeito.
A gestão ainda se prepara para implementar os projetos da Cidade dos Autistas e do 1º Hospital Municipal de Manaus, o “Hospital Dia”, este que recentemente teve o projeto apresentado pelo chefe do Executivo municipal.
O vice-prefeito eleito Renato Junior, destacou sua participação efetiva na gestão, com o intuito de contribuir para a construção de políticas públicas que beneficiem a população, especialmente em áreas prioritárias como infraestrutura, educação e saúde.
“Cultura, lazer, esporte e mobilidade urbana também são pautas cruciais e imprescindíveis para o avanço da nossa cidade. O cuidado que o prefeito David tem demonstrado nesse primeiro mandato certamente se estenderá nos próximos anos”, apontou Renato Junior.
Apenas 1% dos motoristas de elétricos querem voltar para carros a combustão, diz estudo
Um estudo recente da Global EV Alliance indica que apenas 1% dos motoristas de veículos elétricos (EVs) consideram retornar a carros a combustão interna (ICE). A pesquisa abrangeu mais de 23.000 motoristas em 18 países, incluindo Brasil , Estados Unidos , Canadá e França .
Os resultados mostram que 92% dos entrevistados planejam adquirir outro veículo elétrico em suas próximas compras. Além disso, 4% dos motoristas preferem optar por híbridos plug-in (PHEV), destacando a crescente aceitação dos veículos com tecnologias de eletrificação.
Razões para a preferência por EVs
O estudo aponta que a principal razão para a escolha dos veículos elétricos é o menor custo operacional, citado por 45% dos participantes. A economia em comparação com os veículos a combustão se destaca como um fator decisivo na escolha dos consumidores.
Outro motivo importante é a compatibilidade ambiental dos EVs, mencionada por 40% dos motoristas. Estes veículos são vistos como mais amigáveis ao clima, enquanto 32% dos entrevistados consideram os EVs melhores para o ambiente local.
A dirigibilidade dos veículos elétricos também é um fator importante para 21% dos motoristas. A experiência de condução suave e silenciosa é algo que não se encontra em veículos a combustão, tornando os EVs atraentes para muitos usuários.
Além disso, os custos de manutenção mais baixos são uma vantagem mencionada por 18% dos entrevistados. A simplicidade mecânica dos EVs, com menos partes móveis, resulta em menos necessidades de manutenção em comparação com os veículos tradicionais.
Cenário atual e futuro do mercado de EVs
Com a redução nos preços das baterias e incentivos fiscais, os veículos elétricos estão se tornando mais acessíveis. Nos Estados Unidos, o crédito fiscal federal de US$ 7.500 tem ajudado a equiparar os preços dos EVs aos dos modelos a combustão.
As vendas globais de veículos elétricos atingiram um recorde em outubro, com mais de 1,7 milhão de unidades vendidas. A China lidera o mercado, com 1,2 milhão de veículos vendidos, representando um aumento de mais de 50% em relação a outubro de 2023.

No mercado norte-americano, as vendas de EVs continuam a crescer, com um aumento de 9% no acumulado do ano. Modelos como o Honda Prologue estão impulsionando a demanda, indicando que a tendência de crescimento deve continuar nos próximos anos.
Espera-se que os veículos elétricos continuem a ganhar participação de mercado em relação aos carros a combustão. A introdução de novos modelos, como SUVs, sedans, crossovers e veículos de luxo, deve estimular ainda mais a adoção de EVs globalmente.
*Com informações de IG
Lula teve 2024 intenso, com polêmicas e conquistas; relembre o ano do presidente

O segundo ano do governo Lula 3 termina em meio a uma montanha-russa de desafios políticos, sociais e principalmente financeiros. Pressionado pela incerteza do mercado, o petista encerra 2024 com o clima de forte instabilidade na economia, catalisada pela dificuldade de gestão fiscal e a escalada inflacionária.
Além disso, a articulação frágil com o Congresso fez com que o Executivo se deparasse com barreiras ainda mais robustas para emplacar suas pautas de campanha, resultando no distanciamento entre o mandatário e o seu eleitorado tradicional.
Já no front internacional, Lula tentou fazer do Brasil um protagonista pacificador em um cenário inflamado, sobretudo, pelos conflitos no Oriente Médio, pelas eleições controversas e pelo colapso climático.
Confira, a seguir, a retrospectiva com os principais pontos do governo Lula no ano de 2024.
Economia no centro do debate
A agenda econômica tomou as rédeas das discussões ao longo de 2024 e se tornou o “calcanhar de Aquiles” de Lula, emulada pela troca de farpas com o Banco Central, a desconfiança do mercado em relação à responsabilidade fiscal e a falta de fluidez no relacionamento com o Congresso.
O segundo ano do terceiro mandato do petista termina com índices que deveriam inspirar otimismo: um PIB estimado em 3,5%, mais que o dobro do previsto, uma taxa recorde de ocupação e a saída de 8,7 milhões da pobreza em 12 meses.
Entretanto, a percepção popular é de desacordo: 69% dos brasileiros percebem aumentos expressivos de preços no último semestre, e 73% culpam a política econômica do governo, segundo pesquisa do Depecon em parceria com a Ipsos. A insatisfação é particularmente alta no Nordeste, principal reduto eleitoral de Lula, onde 73% relatam a alta nos preços.
O pacote de contenção de gastos, apontado como um dos motivos para a alta histórica no dólar, que bateu R$ 6,30 em seu momento mais crítico , também gerou desconforto entre gregos e troianos.

Se, por um lado, Lula cumpriu a promessa de aliviar a carga tributária das camadas mais baixas ao propor a isenção do Imposto de Renda para os que ganham até R$ 5 mil, por outro, hesitou ao propor medidas como a restrição do abono salarial e o bloqueio do crescimento do salário mínimo.
Outros tópicos que movimentaram a economia foram a aprovação da Reforma Tributária, a sanção do programa Mover, que inclui a polêmica “taxa das blusinhas”, a decolada das bets e o debate sobre a escala 6×1.
Política interna de recuos
Meio ambiente
A agenda ambiental teve avanços e recuos importantes. O desmatamento na Amazônia caiu 30,6% entre agosto de 2023 e julho de 2024, atingindo seu menor nível em 9 anos, de acordo com um levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A mesma pesquisa também apontou a redução de 25,7% no desmatamento do Cerrado. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, atribuiu os resultados aos esforços conjuntos do governo.
Ainda assim, a gestão esteve no meio de uma encruzilhada com as queimadas que ocorreram, sobretudo, em setembro. A maior seca da história do país contribuiu para o avanço do fogo e o crescimento das taxas de desmatamento na Amazônia. Com isso, a a avaliação negativa do governo Lula no contexto ambiental saltou de 33% para 44% dos brasileiros, segundo pesquisa feita pelo instituto Ipec.
Saúde
Impulsionado pelo aumento das chuvas no início do ano, o surto da dengue foi um dos tópicos mais rechaçados da gestão Lula em 2024. Só neste ano, o Brasil registrou 6,5 milhões de casos prováveis de dengue até o mês de outubro, segundo o Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. O governo chegou a comprar vacinas, mas a medida acabou ofuscada pela falta de imunizantes para todo o país no momento mais crítico da doença.
Além disso, o Ministério da Saúde foi um dos mais afetados pelos cortes feitos pelo governo para cumprir com a meta fiscal de 2024. Ao todo, o facão tirou R$ 4,4 bilhões da pasta na expectativa de equilibrar as contas públicas.
A vacinação também foi tema destaque: por um lado, o governo conseguiu retirar o Brasil a da lista das 20 nações com o menor número de crianças imunizadas e se aproximar da meta de vacinação contra o HPV entre as mulheres. Por outro, o número de imunizantes vencidos cresceu 22% ao longo da gestão, acarretando num prejuízo de R$ 1,7 bilhão, o maior desde 2018, segundo reportagem do GLOBO baseada em dados obtidos por meio da Lei de Acesso de Informação (LAI).
Educação
Apontada pela pesquisa Ipec como a única área com saldo positivo (38%) na avaliação do governo Lula até o meio do ano, a Educação brasileira em 2024 foi marcada pela implementação do programa Pé de Meia, criado para oferecer incentivos financeiros e educacionais a estudantes do ensino médio público cadastrados no CadÚnico.
Além disso, ocorreu a atualização das Diretrizes Curriculares Nacionais do Novo Ensino Médio (DCNEMs). A medida prevê mudanças na oferta curricular do ensino médio, que devem ser implementadas obrigatoriamente até o início do ano letivo de 2026. De forma resumida, a resolução determina o aumento da carga horária mínima de 2,4 mil para 3 mil horas, sendo 1 mil horas para cada ano desta etapa de ensino, e a divisão entre disciplinas obrigatórias e disciplinas opcionais.
Equipe ministerial

A Secretaria de Comunicação do governo Lula foi um dos principais alvos das críticas internas e externas ao governo. Recentemente, o próprio petista admitiu a dificuldade de transmitir suas conquistas ao povo e melhorar a percepção pública de sua gestão. O mandatário já sinalizou que pretende fazer ajustes na Secom no próximo ano, para reduzir a imagem desarticulada e reforçar a conexão com sua base.
Outro momento importante para a equipe ministerial do petista foi a demissão de Silvio Almeida, que comandava a pasta dos Direitos Humanos, após denúncias de assédio sexual. Na época, o Planalto emitiu nota afirmando que o presidente achava “insustentável a manutenção do ministro no cargo considerando a natureza das acusações”. Almeida foi substituído pela deputada estadual de Minas Gerais Macaé Evaristo (PT).
Calamidade no RS
O governo Lula também enfrentou uma das maiores tragédias da história do país: as enchentes no Rio Grande do Sul, que deixaram 183 mortos confirmados e mais de 470 municípios arrasados.
A gestão criou um gabinete para a reconstrução do estado e anunciou uma série de medidas econômicas para ajudar a população gaúcha, como a liberação de parcelas adicionais de seguro-desemprego, antecipação da restituição do IR e novas linhas de financiamento para empresas.
Eleições municipais
As eleições municipais coroaram o centrão como “grande vencedor” e transpareceram a Lula a tarefa de expandir suas capacidades de articulação política. O PT, partido do presidente, obteve um desempenho modesto, embora melhor do que os resultados dos últimos anos após o impeachment de Dilma Rousseff.
Plano de assassinato
A investigação da Polícia Federal sobre a suposta tentativa de golpe de Estado também foi um destaque da política nacional no último trimestre de 2024.
O pedido de anistia aos participantes dos atos golpistas ecoou cada vez mais baixo à medida que a PF remontava o quebra-cabeça de um grande plano para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder que tinha, como uma das etapas, o assassinato de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Política internacional
O presidente Lula foi uma figura emblemática do cenário global em 2024, ao protagonizar acontecimentos que repercutiram em todo o mundo. Já no começo do ano, o petista gerou uma ampla discussão internacional ao comparar os ataques de Israel em Gaza ao Holocausto.
Ao mesmo tempo em que desencadeou uma onda de críticas ao presidente, e culminou no título de “Persona non grata” – ou seja, que não é bem-vinda – em Israel, a fala de Lula também impulsionou outros líderes mundiais a condenarem mais enfaticamente o conflito na Faixa de Gaza.
Tensões entre líderes

Lula também não se esquivou das “farpas” com os vizinhos: o petista tentou intermediar o processo eleitoral na Venezuela . Entretanto, a resistência de Nicolás Maduro e sua postura controversa em relação aos opositores amargou o relacionamento entre os dois líderes, mas não o suficiente para surtir grandes mudanças cenário político venezuelano, que segue instável.
Não foi diferente com o presidente da Argentina, Javier Milei . Dada a proximidade com Jair Bolsonaro (PL), o mandatário argentino fez diversas provocações ao petista ao longo do ano. Lula chegou a dizer que ainda não havia se reunido com o homólogo porque “ele falou muita bobagem”.
Apesar de não ter sido um confronto acalorado, Lula deixou mais claro o seu desafeto com o bilionário Elon Musk, que irá integrar o governo dos Estados Unidos no ano que vem sob a liderança de Donald Trump .
O mandatário alfinetou o bilionário durante o embate com o Supremo Tribunal Federal (STF) por descumprir decisões da justiça brasileira, afirmando que o fato de Musk ter muito dinheiro não o dá o direito de desrespeitar a soberania de um país.
G7, G20 e pacto global contra a fome
Lula marcou presença em grandes encontros internacionais, como o G7, na Itália, e o G20, que colocou o Brasil no centro do mundo. O mandatário recebeu no Rio de Janeiro os chefes de Estado das 19 maiores economias globais, mais a União Africana, União Europeia, e outros líderes de países convidados.
O evento foi marcado pelo lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, projeto encabeçado por Lula e aderido por 148 integrantes fundadores que pretende “erradicar a fome e a pobreza, reduzir desigualdades e contribuir para parcerias globais revitalizadas para o desenvolvimento sustentável” até 2030. Em seu discurso, o presidente disse que esse é o “maior legado” do grupo dos 20 para o mundo.
China e Europa
Logo após o G20, o presidente Lula se reuniu com o homólogo chinês, Xi Jinping, e os dois assinaram 37 novos acordos bilaterais. Segundo a Presidência da República, os atos assinados abrangem diversas áreas, como agricultura, comércio, infraestrutura, indústria, energia, ciência e tecnologia, sustentabilidade, esportes, saúde, educação e cultura.
O último acontecimento marcante da política internacional no ano de 2024 foi o fechamento do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, após 25 anos de negociações. Em resumo, o pacto visa reduzir ou zerar as tarifas de importação e exportação entre os dois blocos, de forma a impulsionar o comércio entre os dois continentes e fortalecer as duas regiões.
Fim de ano de Lula tem internação de emergência e aprovação estável
Apesar das instabilidades econômicas, internacionais e locais vivenciadas em 2024, Lula chega ao último mês do ano com um índice de aprovação estável, levando em consideração as pesquisas realizadas pela Quaest em um intervalo de tempo parecido:
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Em março , a aprovação de Lula foi de 51% e a desaprovação, de 46%;
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Em julho , Lula era aprovado por 54% e reprovado por 43%;
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Em outubro , a aprovação caiu para 51% dos brasileiros e a reprovação, para 45%;
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Em dezembro , 52% seguem aprovando Lula, assim como os 47% que o reprovam.
O presidente ainda encerrou o ano com um susto: foi internado às pressas em 10 de dezembro, devido a uma hemorragia intracraniana. Lula passou por dois procedimentos, um para drenar a hemorragia e outro para evitar novos sangramentos na região cerebral.
O mandatário ficou internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, recebeu alta cinco dias depois e já está em Brasília, onde pretende passar o Ano Novo.
*Com informações de IG
Shows e atrações culturais dão início à programação do Réveillon do Largo no dia 31 de dezembro

Manaus se prepara para celebrar a chegada de 2025 com uma série de eventos que contemplam toda a família, no Largo de São Sebastião, centro da cidade. Entre as atrações da segunda edição do Réveillon do Largo, estão as atividades da programação dos 128 anos do Teatro Amazonas, com visitas teatralizadas, shows para o público infantil e o lançamento da exposição “Olho Mágico”. A festa é promovida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
No dia 31 de dezembro, a programação inicia com a abertura do Teatro Amazonas para visitações do público, em formato teatralizado, das 15h às 19h, sem agendamento. Com duração de 45 minutos, a atividade será conduzida pelos guias e atores caracterizados com roupas de época, permitindo uma imersão do público ao período colonial, quando o Teatro Amazonas foi inaugurado (1896).
No palco infantil, montado na árvore de Natal do Largo, os shows começam às 17h com o DJ Paulo Jr, criando um ambiente animado para as crianças. Entre 18h e 20h, se apresentam a banda Flow, os personagens da Fantasy Mascotes e o grupo de recreação infantil Pingo Animações.
Projeto “Olho Mágico”
Ainda na programação do Réveillon do Largo, sendo que na segunda-feira (30/12), às 15h, será inaugurada a exposição do projeto “Olho Mágico – Um Novo Olhar Sobre o Teatro Amazonas”, na Casa das Artes, rua José Clemente, ao lado do Teatro Amazonas.
A iniciativa, promovida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, envolveu 10 alunos de escolas estaduais, com idades entre 14 e 18 anos. Desde o mês de outubro, o grupo cumpriu uma agenda semanal de atividades cotidianas no teatro, além de oficinas de desenho livre, pintura, fotografia e aquarela, abordando conteúdos acerca do patrimônio arquitetônico maior do estado.
As obras visuais da exposição são assinadas pelos estudantes: Vitoria Bastos, Thawan Barbosa, Sofia Mafra, Emanuella Seixas, Nicolas Serafim, Paloma Ribeiro, Quinn, Ismaelly Crystinne, Eduarda Nogueira e Carlos Rafael.
O projeto tem curadoria de Cristóvão Coutinho, direção artística de Jorge Kennedy e as aulas ministradas por Fernando Júnior (pintura) e Jotta (desenho). A exposição seguirá no espaço cultural até 2 de fevereiro, com entrada gratuita, das 15h às 20h.
A diretora do Teatro Amazonas, Beth Cantanhede, destaca a importância de celebrar o aniversário do maior ícone cultural do estado e do Brasil, envolvendo a comunidade. “Celebrar os 128 anos do Teatro Amazonas é reconhecer a importância do Teatro Amazonas. Este ano, estamos ainda mais motivados, pois o teatro está concorrendo ao título de Patrimônio Mundial da Unesco, um reconhecimento que reforça o valor histórico e artístico desse espaço tão emblemático e significativo da cultura do Amazonas”, disse a diretora.
“Para encerrar o ano, preparamos uma programação com visita teatralizada e a exposição “Olho Mágico” na Casa das Artes. Queremos que o público viva momentos únicos, cercados pela grandiosidade e pela magia deste lugar que é um orgulho para todos nós”, ressaltou a diretora.
Tecnologia usa som da chuva na Amazônia para prever desastres
O som da chuva na floresta amazônica pode ajudar a prever desastres no bioma. É o que mostrou um estudo do Instituto Mamirauá ao monitorar o barulho das gotas atingindo a superfície da floresta, em Tefé, a 550 km de Manaus. A organização criou uma técnica com gravadores de som, na qual a acústica pode ser uma aliada na geração de dados sobre chuvas intensas em regiões sem infraestrutura de monitoramento climático.
O meteorologista Rodrigo Xavier, pesquisador que executou a primeira fase do estudo, explica que a proposta de investigar o som da chuva partiu do próprio instituto, que já fazia um trabalho de monitoramento bioacústico. Até então, o som da floresta era utilizado para identificar a fauna da região.
Com a nova iniciativa, o apelo está na necessidade de ampliar as informações sobre as chuvas, que ainda são um evento de difícil medição na Amazônia. “Os pluviômetros para monitorar a chuva na região ficam posicionados ao longo de rios e existe uma diferença entre o quanto chove no rio e o quanto chove na floresta”, frisa o pesquisador. Hoje, a única forma de fazer essas medições em áreas onde não é possível instalar pluviômetros é por meio de satélite.
Treino com milhares de áudios
Em parceria com o Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD), a investigação fez uso de um modelo de aprendizagem computacional que estabeleceu uma relação entre gravações do som da chuva e a intensidade delas.
Xavier observa que nessa tecnologia, que representa um passo antes da Inteligência Artificial, os modelos costumam definir a relação entre diferentes fenômenos por meio de métodos estatísticos.
“Nós fazemos um processamento de áudio, mostramos que em determinado áudio choveu tanto, e passamos centenas de milhares de áudios para a máquina. O modelo aprende essa relação e passamos um novo dado, sem falar o quanto choveu. O modelo dá a resposta de acordo com o que aprendeu”, detalha o pesquisador. O treinamento desse modelo de aprendizagem contou com áudios sem chuva e com chuva leve, moderada, pesada e violenta.
Todos os dados gerados pelo novo método foram validados com dados gerados por satélites, revelando um potencial que surpreendeu a equipe envolvida no projeto. Isso porque, ao contrário da maioria das pesquisas na área, o estudo coletou áudios em ambientes com diferentes tipos de vegetação, a 30 quilômetros de distância um do outro.
O primeiro foi uma floresta tropical secundária no campus do Instituto Mamirauá, caracterizada por ser uma área desmatada e que foi regenerada, e o segundo, uma floresta virgem, que alaga, dentro da reserva de desenvolvimento sustentável do instituto. O método desenvolvido foi capaz de prever com sucesso a intensidade das chuvas nas duas áreas. “O modelo previu melhor do que a estimativa de satélite para a chuva no acumulado em hora, o que prova que existe um potencial grande para explorarmos”, salienta Xavier.

Ainda são necessários ajustes
O novo modelo de previsão meteorológica tem como vantagens não só a possibilidade de uso em áreas sem grande infraestrutura de monitoramento, aumentando, assim, a cobertura espacial dessas medições, mas também o baixo custo.
Enquanto um pluviômetro digital com datalogger e painel solar para alimentar a bateria custa em torno de R$ 30 mil, cada gravador usado na pesquisa saiu por cerca de R$ 3 mil. Na época, foram usados no estudo apenas três gravadores alocados nas árvores e um computador de baixo desempenho. Ao todo, foram nove meses de coleta de dados e mais quatro meses de análises, entre 2023 e 2024. Os resultados foram publicados em outubro, na revista científica Geophysical Research Letters.
De acordo com Xavier, novos testes devem ser feitos antes de aplicar o modelo em uma escala maior. Agora, os pesquisadores do Instituto Mamirauá querem comparar a relação entre o som da chuva e a intensidade das precipitações em áreas onde não há floresta tropical, como no estado do Ceará, e fora do Brasil – na França e na Costa do Marfim. O objetivo é compreender se, de fato, a densidade da floresta ajudaria na amplificação do som das chuvas.
Monitoramento mais frequente
Os pesquisadores também buscam desenvolver uma forma de filtrar sons de animais das gravações e estimar a intensidade das chuvas na Amazônia a cada 5 minutos – e não no intervalo de uma hora, como vem ocorrendo no modelo.
Essa última medida é importante quando se considera o volume de chuvas, especialmente na Amazônia. “Geralmente, em 10 minutos cai um balde d’água nessa região”, comenta Xavier. Com esse ajuste na pesquisa, o meteorologista acredita ser possível desenvolver uma rede de monitoramento em tempo real de chuva na Amazônia a cada 5 minutos. Isso poderia auxiliar, por exemplo, no gerenciamento de casos de chuvas extremas em encostas e outras áreas mais vulneráveis no bioma.
Xavier assinala que, mesmo com a onda de secas extremas que o bioma vem enfrentando, essas chuvas intensas ainda devem voltar. “As últimas cheias também aconteceram na última década, eventos extremos têm acontecido. Então, quanto mais dados tivermos, mais isso poderá contribuir para previsões melhores”, enfatiza.
*Com informações de Uol
Balanço: Débora Menezes apresenta 64 Projetos de Lei em 2024
A deputada estadual Débora Menezes (PL) realizou um balanço de suas ações realizadas ao longo deste ano. Foram apresentadas 323 atividades no plenário, dos quais 64 foram Projetos de Lei, dois Projetos de Resolução Legislativa e uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Todas as atividades foram voltadas para áreas como educação, saúde, segurança pública e proteção à criança e ao adolescente.
Débora Menezes destacou a importância dos projetos para o fortalecimento de áreas sensíveis do Estado. “Sabemos que há muito a ser feito. No entanto, estou satisfeita com a atuação neste segundo ano de mandato. Reafirmo o meu compromisso de continuar fazendo uma política limpa, pela família e continuar intensificando as ações nos próximos dois anos, colocando a frente os interesses da população do meu Estado”, disse.
Ações e Leis
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Proposta de Emenda à Constituição do Estado nº 3/2024 – Institui o Fundo Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes e dá outras providências;
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Projeto de Lei Ordinária (PL) nº 942/2024 – Dispõe sobre sanções administrativas para a prática de crimes de divulgação de conteúdo íntimo sem o consentimento da mulher;
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PL nº 832/2024 – Institui a Semana Estadual de Enfrentamento e Combate à Pedofilia no Estado do Amazonas e dá outras providências;
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PL nº 708/2024 – Estabelece diretrizes para a Campanha “Esporte Protegido”;
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PEC nº 21/2024 – Altera a Resolução n° 469, de 19 de março de 2010, Regimento Interno, para criar a Procuradoria Especial da Criança e do Adolescente;
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Lei nº 7.121/2024, que estabelece medidas de enfrentamento ao tráfico infantil;
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Lei nº 6.560/2024, que institui o Dia Estadual de Combate à Violência contra a Pessoa com Deficiência;
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Lei nº 6.698/2024, que cria a Semana da Segurança Digital nas Escolas;
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Lei nº 6.884/2024, que estabelece o Plano Estadual de Combate à Pedofilia.













