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Prefeitura reforça drenagem profunda no Parque das Tribos e amplia segurança no período chuvoso

Foto: Rayana Coutinho / Seminf

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), iniciou, nesta segunda-feira, 23/2, a implantação de uma nova rede de drenagem profunda com 150 metros de extensão, na rua 31, da comunidade Parque das Tribos, no bairro Tarumã, zona Oeste da capital.

A obra utiliza tecnologia moderna para melhorar o escoamento das águas pluviais e reduzir os recorrentes alagamentos na área. A intervenção representa um avanço significativo para a comunidade.

O vice-prefeito e secretário de Obras, Renato Junior, destacou que a obra atende a uma diretriz clara de modernização da infraestrutura urbana da cidade. “A orientação do nosso prefeito David Almeida é investir em soluções eficientes, que resolvam problemas históricos e melhorem, de verdade, a vida das pessoas. Essa galeria aqui no Parque das Tribos vai acabar com um antigo ponto de alagamento e trazer mais dignidade e segurança para quem mora e circula na área”, afirmou Renato Junior.

Além da implantação da nova tubulação, as equipes da Seminf executam a construção de quatro caixas coletoras ao longo da via, garantindo o funcionamento adequado da drenagem profunda e a condução correta das águas da chuva até as galerias subterrâneas.

Moradores comemoram a chegada da obra e destacam os impactos positivos que a intervenção já começa a representar para o cotidiano da comunidade. A bacharel em direito Alice Soares, de 22 anos, ressaltou a importância do serviço para a mobilidade local. “Antes, quando chovia, a rua ficava alagada e atrapalhava muito a passagem dos carros e das pessoas. Agora, com essa obra, a gente sabe que vai melhorar bastante. É um benefício direto para quem mora aqui”, disse a moradora.

A Prefeitura de Manaus segue ampliando os investimentos em drenagem profunda em diferentes zonas da cidade, priorizando áreas com histórico de alagamentos e garantindo mais eficiência ao sistema, segurança viária e qualidade de vida para a população.

Amazonas Ecolar: Governo inicia o pré-cadastro de famílias para entrega de casas sustentáveis 

Iniciativa, coordenada pela Defesa Civil do Estado, remove famílias de áreas vulneráveis e utiliza blocos ecológicos para garantir habitação rápida e gratuita - Foto: Lucas Monteiro / Defesa Civil Amazonas

O Governo do Amazonas iniciou, nesta segunda-feira (23/02), o processo de pré-cadastro das famílias que serão contempladas com as primeiras 16 unidades habitacionais do projeto Amazonas EcoLar, no bairro de Petrópolis, zona sul de Manaus. As moradias serão destinadas a famílias que residem em áreas de risco na localidade e serão entregues de forma totalmente gratuita.

Para participar do projeto Amazonas EcoLar, é fundamental realizar o pré-cadastro ou atualizar um cadastro já existente na plataforma oficial até o dia 4 de março, por meio do site Amazonas Meu Lar (http://amazonasmeular.sasi.net/v2_inicio) ou pelo aplicativo SASI, disponível para celular.

Durante o preenchimento ou atualização dos dados, é necessário selecionar a opção “Amazonas EcoLar” dentro do sistema para que a inscrição seja direcionada corretamente ao programa habitacional. Somente os cadastros realizados de forma adequada na plataforma poderão ser analisados.

O projeto, liderado pela Defesa Civil do Amazonas, utiliza uma tecnologia de construção sustentável: blocos fabricados a partir de resíduos plásticos reciclados, como garrafas PET e outros polímeros. Além do impacto ambiental positivo ao retirar toneladas de plástico da natureza, a iniciativa oferece uma solução habitacional rápida e segura para populações vulneráveis.

De acordo com o secretário da Defesa Civil, coronel Francisco Máximo, o Amazonas Ecolar vai além da simples entrega de chaves. “Este projeto representa uma política pública estruturante. Estamos agindo em duas frentes: na proteção direta da vida, retirando famílias de áreas perigosas, e na adaptação urbana frente aos eventos climáticos extremos que nossa região enfrenta”, afirma o secretário.

Sustentabilidade e Estrutura

Cada unidade habitacional contará com um biodigestor próprio, garantindo o tratamento adequado de efluentes e preservando o lençol freático local.

As moradias, com 50m², contarão com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Entre as principais vantagens estão a montagem rápida, permitindo que uma casa seja erguida em apenas cinco dias; a alta durabilidade, já que os blocos e elementos estruturais possuem elevada resistência; além de segurança e conforto, com estruturas resistentes ao fogo, à umidade e com propriedades antimofo, funcionando ainda como isolantes térmicos e acústicos.

O sistema também se destaca pela construção limpa, pois o encaixe dos blocos dispensa o uso de argamassa, cimento ou cola, reduzindo significativamente o desperdício na obra.

Foto: Noir Miranda / Sema

O projeto-piloto do Amazonas EcoLar, com a construção do primeiro conjunto habitacional com 16 moradias, será implantado em uma área de 3,2 mil metros quadrados na rua Delfim de Souza, no bairro Petrópolis. Os serviços incluem terraplenagem, implantação de vias urbanas, calçadas, drenagem, rede de esgotamento sanitário, abastecimento de água, iluminação pública, paisagismo, playground e academia ao ar livre.

As obras de urbanização e infraestrutura serão executadas pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb). A montagem das casas sustentáveis será feita pela Defesa Civil.

O secretário da Sedurb e da UGPE, Marcellus Campêlo, destaca que, além de garantir moradia digna e segura, o projeto contribui para a redução da poluição em rios, igarapés e áreas urbanas. “A iniciativa contempla com habitação as famílias que mais precisam e diminui o passivo ambiental gerado pelo descarte irregular de resíduos sólidos, fortalecendo a economia circular e a gestão de risco no Estado”, afirmou.

Projeto que concede aumento a agentes de saúde é deliberado na Câmara Municipal de Manaus

Matéria propõe salário de R$ 3.242 para agentes comunitários e de combate a endemias com jornada de 40 horas semanais - Foto: Cleuton Silva e Eder França / Dicom

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) deliberou, nesta segunda-feira (23 de fevereiro), durante Sessão Plenária, o Projeto de Lei (PL) que concede reajuste salarial aos Agentes Comunitários de Saúde e aos Agentes de Combate às Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

A proposta, de autoria do Poder Executivo Municipal, estabelece que os profissionais com jornada de 40 horas semanais, submetidos ao regime estatutário, passem a receber R$ 3.242,00, equivalente a dois salários mínimos, conforme as alterações introduzidas pelo Decreto nº 12.797, de 23 de dezembro de 2025.

Após deliberação em plenário, o PL foi encaminhado à 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

Marco Regulatório

Ainda na Ordem do Dia, foi aprovado o Projeto de Lei de autoria do vereador João Paulo Janjão (Agir), que estabelece o Marco Regulatório da Educação Inclusiva em Manaus. De acordo com o parlamentar, o PL destina-se a assegurar a inclusão plena e equitativa de estudantes com deficiência, TEA, altas habilidades/superdotação e demais condições que demandem apoio pedagógico.

A proposta foi encaminhada para a 2ª CCJR.

1ª Discussão

Durante a Sessão, os vereadores aprovaram o parecer favorável da 14ª Comissão de Meio Ambiente ao Projeto de Lei de autoria do vereador Gilmar Nascimento (Avante), que estabelece a obrigatoriedade da utilização de vassouras feitas de materiais recicláveis para a limpeza de repartições e logradouros públicos.

“O que se pretende aqui é atacar um problema que vivemos em Manaus com o descarte de garrafas PET jogadas em nossos igarapés. Esse material já é utilizado por pequenas fábricas nas comunidades, onde o transformam em vassouras que atendem aos objetivos de limpeza, seja de ruas ou residências, podendo também ser usadas na limpeza pública. O projeto vai estimular essas fábricas, que podem se transformar em grandes empresas e gerar empregos. A ideia é que toda compra da prefeitura ou da Câmara inclua as vassouras desses fabricantes”, relatou o parlamentar.

Além dele, outro parecer favorável aprovado, desta vez da 3ª Comissão de Finanças, Economia e Orçamento, foi o de autoria do vereador João Carlos (Republicanos), que reconhece como cidades-irmãs a cidade de Manaus e a cidade de Seul, capital da Coreia do Sul. A medida surge no mesmo dia em que é celebrada a chegada dos primeiros imigrantes coreanos ao Brasil, em 1963.

Além dos pareceres aprovados, ambas as propostas foram aprovadas em primeira discussão, havendo ainda a necessidade de um segundo debate.

Evasão Escolar

Ao fim da Ordem do Dia, os parlamentares aprovaram, em segunda discussão, a proposta do vereador Raiff Matos (PL), que cria a Semana Municipal de Conscientização e Combate à Evasão Escolar na capital. A proposta estabelece que a campanha será realizada anualmente na primeira semana do mês de janeiro.

Com a aprovação em plenário, a matéria foi encaminhada para sanção do prefeito David Almeida (Avante).

Ibama realiza operação de combate a crimes ambientais no Rio Madeira e em terras indígenas no Amazonas

Foto: Divulgação / Ibama-Am

No dia 21 de fevereiro de 2026, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) realizou importantes ações de fiscalização ambiental no estado do Amazonas, reforçando o combate ao garimpo ilegal e à exploração irregular de madeira em áreas protegidas.

Operação no Rio Madeira

Na manhã deste sábado (21), uma ação integrada no Rio Madeira resultou, até o momento, na destruição de seis dragas utilizadas na atividade de garimpo ilegal. Os equipamentos encontravam-se abandonados na região e foram inutilizados conforme prevê a legislação ambiental vigente.

A operação contou com apoio logístico e militar da Marinha do Brasil, cuja atuação foi essencial para garantir a segurança das equipes em campo. O emprego de aeronaves também foi fundamental para a identificação, monitoramento e localização das estruturas utilizadas na prática criminosa ao longo do rio.

A ação integra o esforço permanente do IBAMA para combater atividades ilegais que provocam graves impactos ambientais, especialmente a contaminação dos rios amazônicos e os danos à biodiversidade.

Operação Xapiri – Terras Indígenas Tenharim Marmelos

Também no dia 21 de fevereiro, no âmbito da Operação Xapiri Tenharim Marmelos, agentes do IBAMA atuaram em conjunto com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) no enfrentamento à exploração ilegal de madeira dentro de territórios indígenas.

Durante a fiscalização, foi inutilizado um caminhão carregado com toras de madeira no interior da Terra Indígena Diahui e um segundo caminhão no território da Terra Indígena Tenharim Marmelos. Toda a madeira irregular foi apreendida e destruída no local, conforme os procedimentos legais aplicáveis.

Um terceiro caminhão também foi abordado pelas equipes. No entanto, lideranças indígenas impediram a destruição imediata do veículo, situação que poderia evoluir para confronto. Diante do risco, os agentes priorizaram a segurança da operação, realizando o levantamento completo das informações necessárias para responsabilização posterior dos envolvidos.

Os responsáveis serão autuados por impedir a ação do poder público, conforme previsto no Decreto nº 6.514/2008 e na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais).

Compromisso com a proteção ambiental

As operações reforçam a atuação integrada entre órgãos federais na proteção da Amazônia, especialmente em áreas sensíveis como terras indígenas e regiões pressionadas por atividades ilegais.

O IBAMA segue intensificando ações de fiscalização para coibir crimes ambientais, garantir a proteção dos povos indígenas e assegurar a conservação dos recursos naturais brasileiros.

“O Ibama segue protegendo os territórios indígenas no Amazonas com firmeza e responsabilidade com a biodiversidade e cultura indígena” afirmou o Superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo.

STF julga mandantes do assassinato de Marielle nesta terça (24)

Julgamento dos mandantes do assassinato acontece neste terça, 24, no STF - Foto: Reprodução / CAURJ

Após oito anos dos assassinatos, o Caso Marielle Franco vive um capítulo decisivo nesta terça (24). A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia o julgamento, que será dividido em duas sessões, às 9h e 14h, e definirá pela absolvição ou condenção dos apontados como mandantes do assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes.

A absolvição será tomada pela maioria de votos. Já as penas, em caso de condenação, serão decididas pelo colegiado. Familiares de Marielle, incluindo sua filha, Luyara Santos, e sua viúva, Monica Benicio, vão assistir ao julgamento.

No banco dos réus, figuras que ocupavam cargos de alto escalão na política e na segurança pública do Rio de Janeiro enfrentam as provas colhidas em uma das investigações mais complexas da história recente do país.

O julgamento foca na responsabilidade dos chamados “mentores” do atentado. Estão no centro do processo:

  • Domingos Brazão , conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ)

  • João Francisco ( “Chiquinho” ) Brazão, ex-deputado federal

  • Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro (acusado também de obstruir as investigações desde o início)

  • Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar

Os 4 respondem por homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Já o “Peixe”, como é conhecido o ex-assessor do TCE, Robson Calisxto Fonseca, responde juntamente com os irmãos Brazão pelo crime de organização criminosa.

É válido ressaltar que o julgamento está sob responsabilidade da Suprema Corte pelo fato de Chiquinho Brazão ser deputado federal na época do homicídio, ou seja, tinha foro privilegiado.

Versões dos réus

Segundo consta nos autos do processo que tramita no STF, a defesa dos réus versam entre negar a autoria do crime, questionam a credibilidade da delação de Ronnie Lessa e focam na inexistência de motivação política.

  • Chiquinho Brazão: Nega qualquer participação ou ciência sobre o crime e afirma que mantinha uma relação de cordialidade com Marielle Franco na Câmara Municipal do Rio. Sustenta que não havia “animosidade” política entre ele e a vereadora.

  • Domingos Brazão: Afirma categoricamente que não conhecia Marielle Franco ou Anderson Gomes e que nunca esteve com Ronnie Lessa. Se declara vítima de uma armação feita por Lessa para prejudicar a sua família.

  • Rivaldo Barbosa: Nega ter planejado o assassinato ou garantido a impunidade aos mandantes antes da execução. Alega que sua nomeação para a chefia da Polícia Civil ocorreu sob intervenção federal (Governo Temer) e sem interferência política local. Questiona a competência do STF para julgar o caso, argumentando que os fatos ocorreram quando os envolvidos não detinham mandatos com prerrogativa de foro na Corte.

  • Ronald Paulo Alves: Nega ter monitorado a rotina de Marielle antes do crime. Declarou que nunca tinha ouvido falar o nome da vereadora e que, no dia do assassinato, estava participando de um curso de formação da Polícia.

  • Robson Calixto Fonseca, o “Peixe”: Nega qualquer envolvimento com o planejamento ou execução do crime e desqualifica a delação de Lessa. Que nunca atuou como intermediário entre os irmãos Brazão e os executores do crime. Segundo os advogados, não existem provas materiais como registros telefônicos, que o coloquem em reuniões de planejamento do atentato contra Marielle Franco.

A presença da família

A sessão contará com a presença de familiares das vítimas, incluindo a filha de Marielle, Luyara Santos, e a viúva, Monica Benicio. Para a família, o momento não representa apenas o cumprimento de uma agenda jurídica, mas o fechamento de um ciclo de impunidade que se arrastou por quase uma década.

Em declarações recentes, Luyara destacou que a presença em Brasília é uma forma de garantir que a memória das vítimas seja respeitada e que a justiça não se limite apenas aos executores (os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, já condenados), mas alcance quem deu a ordem.

O que esperar da sessão

O rito processual no STF seguirá etapas claras para garantir a transparência:

  • Relatório: O ministro relator da ação penal, Alexandre de Morais, apresenta o resumo dos fatos e das provas.

  • Sustentação Oral: O vice-procurador-geral da República (PGR), Hindenburgo Chateaubriand, na condição de acusação faz a sua manifestação e posteriormente, as defesas apresentam seus argumentos finais.

  • Votos: Os ministros da Corte votam para decidir a sentença dos envolvidos.

Diferente do Tribunal do Júri popular, onde cidadãos comuns julgam o crime, no STF a decisão cabe aos magistrados, que analisarão a conexão entre os interesses políticos dos acusados e a execução da vereadora.

A demora

A complexidade do crime envolveu uma rede de proteção que, segundo o Ministério Público (MP), incluía a infiltração de agentes do Estado em órgãos de investigação. O avanço definitivo só ocorreu após acordos de colaboração premiada e o cruzamento de dados telemáticos que ligaram os executores aos mandantes agora julgados.

A vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram mortos em 14 de março de 2018 dentro do carro que transitavam, no centro do Rio de Janeiro. A assessora da vereadora que também estava no veículo, Fernanda Chaves, sobreviveu ao atentado.

As investigações foram iniciadas com a Polícia Civil do Estado, mas em 2023 a Polícia Federal (PF), passou a atuar também no caso por determinação do Ministério da Justiça (MJSP). O caso teve uma reviravolta após acordo de colaboração premiada do ex-policial Ronnie Lessa, autor dos disparos, delatar os mandantes.

*Com informações de IG

Manausprev inicia atividades de qualidade de vida com turma de dança para aposentados

Foto: Divulgação / Manaus Previdência

A Prefeitura de Manaus, por meio da Manaus Previdência (Manausprev), iniciou, nesta segunda-feira, 23/2, as atividades do programa Vitalidade com a primeira aula da turma de dança voltada aos aposentados municipais. A iniciativa marca o começo de uma nova etapa de ações voltadas à promoção da saúde, integração e bem-estar de beneficiários da autarquia.

Realizada na sede da Manausprev, a aula inaugural reuniu participantes animadas e prontas para dar início a uma rotina que une movimento, socialização e qualidade de vida. As aulas de dança vão acontecer às segundas e quartas-feiras, das 8h30 às 9h30, e seguem até o dia 24/6.

A programação do Vitalidade continua ao longo da semana com o início da turma de costura criativa em feltro (artesanato), na quarta-feira, 25/2, das 8h30 às 11h30, e da musicoterapia, que começa na próxima sexta-feira, 27/2, das 8h30 às 10h30. Todas as atividades são gratuitas e realizadas na sede da autarquia, na avenida Constantino Nery, bairro Chapada, zona Centro-Sul.

As ações são desenvolvidas em parceria com a Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (Funati) e, ao final dos cursos, os participantes receberão certificado de conclusão.

“A rápida adesão às atividades do programa Vitalidade demonstra o quanto nossos aposentados desejam participar, conviver e investir na própria qualidade de vida. Ficamos muito satisfeitos em ver as turmas com excelente procura já no início das inscrições, o que reforça que estamos no caminho certo ao ampliar ações que unem cuidado, bem-estar e integração”, destacou a diretora-presidente da autarquia, Daniela Benayon.

O programa Vitalidade consolida a atuação da autarquia na valorização dos aposentados municipais, ampliando oportunidades de convivência, aprendizado e estímulo a hábitos saudáveis.

Lucas Souza chora após ser demitido da Record: ‘Remuneração nem compensava’

Lucas Souza, influenciador - Foto: Reprodução / Instagram

O influenciador Lucas Souza, de 25 anos, surgiu em prantos na tarde desta segunda-feira, 23, em seu perfil no Instagram.

Por meio de um vídeo compartilhado no recurso Stories, ele comentou que foi desligado da TV Record, onde atuava como apresentador do Link Podcast. No desabafo, enfatizou que estava se sentindo desrespeitado e que fazia o programa por amor, já que a remuneração não compensava.

Segundo Lucas, ele não foi previamente avisado do desligamento e só soube quando chegou à emissora para trabalhar. “Eu nunca fui demitido na vida, gente. Todo mundo sabe que tenho várias formações militares, sou um profissional extremamente capacitado e esforçado. Simplesmente chego na Record e fui demitido.”

Com os olhos marejados e avermelhados, e com a voz embargada, ele ainda comentou que achou lamentável não ter recebido uma justificativa razoável para a demissão. “Estou me sentindo tão desrespeitado, gente. Eu não tive a oportunidade de me despedir dos meus colegas de trabalho, não tive a oportunidade de me despedir da minha equipe, com quem todo mundo gosta de mim. É um absurdo.”

O influenciador, que ganhou fama por namorar Jojo Todynho e, posteriormente, por participar de A Fazenda, também comentou que o valor pago para apresentar o programa era simbólico. “Todo mundo sabe que eu estava ali por amor, porque a remuneração nem compensava. Eu estava fazendo com tanto amor, com tanta vontade, para ser mandado embora sem motivo aparente. Tô me sentindo desrespeitado.”

Lucas Souza integrava o Link Podcast desde outubro de 2025. O programa visa abordar celebridades e realities. Procurada pelo Terra, a emissora afirmou que o “influenciador não era contratado titular da Record”. A reportagem questionou qual era o exato vínculo dele com a empresa e aguarda retorno.

*Com informações de Terra

Uefa suspende Prestianni, acusado de racismo por Vini Jr

Uefa suspende Prestianni, acusado de racismo por Vini Jr - Foto: Reprodução / X

Gianluca Prestianni, meio-campista do Benfica acusado de racismo por Vini Jr., após proferir insultos contra o próprio atacante do Real Madrid, foi punido disciplinarmente pela Uefa nesta segunda-feira (23). A entidade comunicou a suspensão preventiva por meio de comunicado oficial, depois de conduzir uma investigação preliminar.

“Após a nomeação de um Inspetor de Ética e Disciplina da Uefa (EDI) para investigar alegações de comportamento discriminatório durante o jogo da Uefa Champions League entre o Benfica e o Real Madrid, em 17 de fevereiro de 2026, e a pedido do EDI com um relatório preliminar, o Órgão de Controle, Ética e Disciplina da Uefa (CEDB) decidiu hoje suspender provisoriamente o Sr. Gianluca Prestianni da próxima (1) partida de competição de clubes da Uefa em que ele seria elegível, por violação prima facie do Artigo 14 do Regulamento Disciplinar da UEFA (RD) relacionado a comportamento discriminatório”, disse a Uefa, em nota publicada. A entidade máxima do futebol europeu completou:

“Esta decisão não prejudica qualquer decisão que os órgãos disciplinares da Uefa possam tomar posteriormente, após a conclusão da investigação em curso e sua respectiva apresentação aos órgãos disciplinares da Uefa”.

Com a punição determinada, Prestianni é baixa confirmada do Benfica no jogo de volta dos playoffs da Champions League contra o Real, na quarta-feira, no Bernabéu. A partida de ida foi vencida pelos merengues, por 1 a 0.

Relembre

Após marcar o gol que abriu o placar para o Real Madrid sobre o Benfica, o atacante Vinicius Júnior acusou o meia argentino Gianluca Prestianni de racismo ao árbitro François Letexier.

Aos 5 minutos da segunda etapa do jogo de ida dos playoffs da Champions League, disputado no Estádio da Luz, em Portugal, Vini Jr. marcou um golaço para colocar sua equipe em vantagem.

Enquanto retornava de sua comemoração, uma característica dança em frente à bandeirinha de escanteio, o brasileiro viu Prestianni tapar sua boca com a camiseta e falar algo em sua direção.

Logo após isso, foi ao responsável pelo apito na partida. Letexier imediatamente fez um “X” com os seus braços, para sinalizar o protocolo de racismo da Uefa.

Vini Jr. denunciou ter sido chamado de “mono” (“macaco”, em espanhol) por Prestianni – Foto: Eric Verhoeven / Soccrates / Getty Images

Vini Jr. se pronunciou

Horas depois de ter acusado Prestianni de racismo em meio ao jogo entre Benfica e Real Madrid, Vinicius Júnior foi às redes sociais e quebrou o silêncio sobre o momento.

Em story publicado em sua conta oficial no Instagram, que possui mais de 58 milhões de torcedores, Vini Jr. falou sobre a denúncia e atacou o meia argentino.

Veja abaixo o pronunciamento completo:

“Racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos.

Mas, eles têm, ao lado, proteção de outros que, teoricamente, têm a obrigação de punir. Nada do que aconteceu hoje é novidade na minha vida e da minha família.

Eu recebi cartão amarelo por comemorar um gol. Ainda sem entender o porquê disso. Do outro lado, apenas um protocolo mal executado e que de nada serviu.

Não gosto de aparecer em situações como essa, ainda mais depois de uma grande vitória e que as manchetes têm que ser sobre o Real Madrid, mas é necessário.”

Prestianni se defendeu

“Quero esclarecer que em nenhum momento dirigi insultos racistas ao Vinicius Júnior, quem lamentavelmente interpretou mal o que crê ter escutado. Jamais fui racista e lamento as ameaças que recebi dos jogadores do Real Madrid”, disse o meio-campista argentino por meio de uma publicação nas redes sociais, apoiada pelo Benfica horas depois.

*Com informações de IG

Roberto Cidade destaca lei de sua autoria que amplia proteção contra arboviroses em meio ao período chuvoso no Amazonas

Foto: Herick Pereira

Mesmo com registro de redução de casos confirmados de dengue, em comparação a 2024, o deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), destaca a importância de serem mantidos o cuidado e a atenção contra as arboviroses.

O deputado-presidente é autor da Lei Ordinária nº 7.456/2025, que dispõe sobre a adoção de medidas de prevenção à transmissão das arboviroses e doenças relacionadas às gestantes no Amazonas.

“Mesmo com menos registros, as arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, continuam sendo uma grave ameaça à saúde pública, especialmente para as gestantes, que estão mais suscetíveis a complicações severas. Essas infecções podem resultar em consequências dolorosas, como aborto espontâneo, parto prematuro e malformações congênitas, incluindo a síndrome congênita associada ao vírus zika. Diante dessa realidade, é fundamental reforçar e ampliar as medidas de prevenção e controle, protegendo principalmente as mães e seus bebês”, destacou o Cidade.

Conforme a Lei do parlamentar, os estabelecimentos públicos e privados do Sistema de Saúde do Amazonas ficam obrigados a incluir em sua rotina de atendimento às gestantes, informações sobre o risco das arboviroses para o desenvolvimento do feto e à saúde da genitora. Além disso, a rede pública de saúde deve fornecer às gestantes, de forma gratuita, repelentes que possuam eficácia comprovada contra a transmissão das arboviroses.

As gestantes que procurarem o sistema público estadual de saúde serão registradas e monitoradas até o parto e no pós-parto a fim de que tenham o devido acompanhamento para prevenção e tratamento das arboviroses.

“As medidas de prevenção estabelecidas na nossa lei têm o objetivo de oferecer informações e orientações às gestantes, de modo a reduzir a infecção pelas arboviroses, diminuindo a incidência de patologias que afetem as mães e os bebês em desenvolvimento”, reforçou.

O boletim epidemiológico que indica redução na ocorrência de casos da doença é de autoria da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), que aponta ainda que a dengue continua sendo a arbovirose com o maior número de registros confirmados, 4.667 casos, no Amazonas em 2025.

Em relação à chikungunya, o boletim evidencia aumento expressivo no número de casos confirmados em 2025, com 156 registros distribuídos em 26 municípios do Amazonas, principalmente no interior do estado, o que representa crescimento de aproximadamente 290% em comparação a 2024, quando foram confirmados 40 casos.

E os casos de zika apresentaram comportamento inverso, com redução de cerca de 68%, passando de 77 casos confirmados em 2024 para 25 em 2025, mantendo-se em níveis baixos e concentrados em poucos municípios.

No mesmo período, não houve registro de casos confirmados de febre do Oropouche em 2025, após 3.181 casos registrados em 2024, enquanto a febre do Mayaro apresentou redução superior a 50%, caindo de 122 casos confirmados em 2024 para 60 em 2025, com ocorrência pontual no estado.

Para diminuir a probabilidade de propagação dos mosquitos causadores da doença é necessário:

  • Fazer a limpeza de quintais;

  • Evitar o acúmulo de matéria orgânica;

  • Usar repelentes;

  • Esvaziar garrafas PET, potes e vasos;

  • Guardar pneus em locais cobertos;

  • Fazer a limpeza das calhas de casa;

  • Manter a caixa d’água, tonéis e outros reservatórios de água bem fechados;

  • Amarrar bem os sacos de lixo.

Fique de olho nos sintomas mais comuns associados à dengue:

  • Febre alta;

  • Dor no corpo e nas articulações;

  • Dor atrás dos olhos;

  • Mal-estar;

  • Dor de cabeça;

  • Manchas vermelhas no corpo.

Brasil e Coreia do Sul assinam acordo de cooperação policial

Brasil e Coreia do Sul assinam acordo de cooperação policial - Foto: Divulgação / Governo Federal

O Brasil e a Coreia do Sul firmaram um acordo de cooperação entre as polícias federais de ambos os países nesta segunda-feira (23). Agora, a Polícia Federal (PF) e a Korean National Police Agency (Agência Nacional de Polícia da Coreia – KNPA) poderão trocar informações para combate de crimes internacionais, como ataques cibernéticos, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas. De acordo com o Governo Federal, a validade é de cinco anos.

As duas instituições podem, a partir de agora, trocar informações quando solicitado e realizar investigações em conjunto. Também será possível fazer treinamentos entre os agentes de ambos os países. A ideia, segundo o Governo Federal, é melhorar a resposta a crimes que não ficam restritos a um único país.

O texto assinado é um memorando de entendimento, um documento usado para indicar um compromisso de cooperação entre instituições, mas que não é considerado lei, por não ser um tratado internacional.

Entre os temas incluídos como passíveis de entrarem na cooperação estão crimes financeiros, golpes pela internet, fraudes de identidade (quando alguém usa dados e documentação de outra pessoa para cometer crime), lavagem de dinheiro e violações de propriedade intelectual, como pirataria de marcas e produtos.

O acordo também é uma “deixa” para operações conjuntas e para a troca de dados sobre suspeitos e foragidos que possam estar em um dos dois países.

Como vai funcionar

Cada país indicou um ponto de contato para coordenar a parceria. No Brasil, essa função ficará com a Diretoria de Cooperação Internacional da Polícia Federal (DCI/PF), em Brasília. Na Coreia do Sul, a comunicação será feita pela divisão responsável pela cooperação internacional da polícia nacional do país, em Seul.

O documento deixa claro que o acordo não cria obrigações legais automáticas. Ou seja, ele estabelece regras de cooperação, mas cada ação concreta ainda precisa respeitar as leis locais, o que torna a medida diferente de um tratado internacional.

O memorando poderá ser renovado ao fim dos cinco anos. Caso uma das partes queira encerrar a parceria, deverá avisar oficialmente, e o encerramento passa a valer 30 dias depois da notificação.

Estiveram presentes no evento em Seul o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o comissário-geral interino da KNPA, Yoo Jae Seong, o presidente sul-coreano, Lee Jae-myung e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.

*Com informações de IG

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