Coari está entre as 6 cidades que mais receberam emendas Pix no Brasil em quatro anos

Em nota, a prefeitura de Carapicuíba atribui “a grande quantidade de recursos destinados à cidade” ao bom relacionamento com parlamentares.
Prosamin+ inicia projeto inovador de reflorestamento de áreas degradadas

Em ação inédita da atual gestão do Governo do Amazonas, pela primeira vez o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+) envolve o reflorestamento de áreas degradadas. O trabalho, que será desenvolvido nas áreas de intervenção do programa, iniciou pela comunidade Manaus 2000, na zona sul, com o plantio de 200 mudas de seringueira.
Ao todo, no Prosamin+, mais de 49 mil mudas de reflorestamento serão plantadas em uma área de 111 mil metros quadrados e 17.176 para paisagismo. Outra inovação do programa, nesta gestão, é o reaproveitamento de madeira de supressão vegetal para melhoria de qualidade do solo.
O Prosamin+ é um programa desenvolvido pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb). O secretário da Sedurb, Marcellus Campêlo, destaca que é a primeira vez, em 17 anos de programa, que a criação de espaços verdes vai além do paisagismo, nas áreas de intervenção, que também serão contempladas com saneamento básico, requalificação urbana e construção de conjuntos habitacionais. A meta, segundo ele, é reflorestar 25% da área total beneficiada pelas obras.
“O Prosamin+ traz uma série de componentes que colocam o programa em total sintonia com a pauta internacional de políticas sustentáveis. O reflorestamento vai melhorar o microclima na região, proporcionando mais conforto térmico. Além disso, ajudará a reduzir a emissão de dióxido de carbono na atmosfera, contribuindo com o enfrentamento às mudanças climáticas”, ressalta Marcellus Campêlo.
As ações envolvem o plantio de mais de 48 mil mudas em uma área de 101 mil metros quadrados na comunidade da Sharp. E na Manaus 2000 será reflorestada uma área de 9,4 mil metros quadrados, com plantio de 1,2 mil mudas. São mais de 30 espécies utilizadas, nativas, de pequeno, médio e grande portes (pioneiras e secundárias).
Um dos grandes objetivos do projeto de reflorestamento inserido no programa é criar um corredor verde, fazer a conectividade do fragmento florestal existente e a construção de seis passagens de fauna silvestre, interligando duas Áreas de Preservação Ambiental (APAs) muito importantes: a Manaós, no Coroado, e a Reserva Sauim Castanheiras, no Puraquequara, ambas na zona leste de Manaus.
Viveiro de mudas
Para realizar o reflorestamento, foi criado o viveiro de mudas, um Escritório Local (ELO) Verde, iniciativa inédita em obras públicas no Amazonas. No ELO já foram produzidas mais de 15 mil mudas. No canteiro de obras da Comunidade da Sharp, na zona leste, são cultivadas mais de 30 espécies que serão usadas no reflorestamento de áreas do Prosamin+, como buritizeiro, mungubeira, embaubeira, seringueira, açaizeiro, ingazeira, pau-pretinho, sumaúma, entre outras. A estimativa é que 50 mil mudas sejam produzidas para as ações de recomposicão vegetal do projeto.
A educação ambiental da comunidade impactada pelo Prosamin+ é outra ação importante que está sendo realizada nesses espaços. Os moradores e estudantes das comunidades da Sharp e Manaus 2000 participam de oficinas com foco em sustentabilidade e mercado de trabalho, palestras sobre meio ambiente e recebem doações de mudas para plantio para propagação da espécie na localidade, deixando assim as características verdes da área.

De acordo com o subcoordenador Ambiental da UGPE, Otacílio Júnior, de maneira inovadora, o Prosamin+ também vai reaproveitar a madeira de supressão vegetal para fazer a preparação do solo. “Uma parte das árvores que foram suprimidas passará por um processo de trituração para virar mais um elemento de melhoria às propriedades do solo. Outras serão seccionadas em cortes transversais e assentadas ao solo, produzindo caminhos para as trilhas ecológicas nas áreas de reflorestamento, sendo decompostas com ação do tempo, melhorando também as propriedades do solo”, reforça.
As atividades seguem as recomendações do Sistema de Gestão Socioambiental (SGSA) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), órgão financiador do programa. “As obras executadas pela UGPE e financiadas pelo BID cumprem uma série de determinações operacionais e criteriosas, visando diminuir os impactos gerados, sejam nas áreas ambientais ou sociais”, ressaltou Otacílio Junior.
Prosamin+
O Prosamin+ vai beneficiar mais de 60 mil pessoas, com as obras que estão sendo realizadas. O programa está urbanizando uma área de 340 mil metros quadrados, ao longo do Igarapé do Quarenta, no trecho entre a avenida Manaus 2000, na zona sul, e a Comunidade da Sharp, zona leste, nos bairros Armando Mendes, Nova República, Coroado, Distrito Industrial e Japiim. Os serviços envolvem drenagem, abastecimento de água, esgotamento sanitário, mobilidade urbana, construção de unidades habitacionais e reflorestamento.
Os investimentos são de U$ 114 milhões, sendo U$ 80 milhões financiados pelo BID, com contrapartida estadual de U$ 34 milhões. A parte financiada pelo BID trata-se de empréstimo que será pago pelo Governo do Estado. As obras iniciaram em 2022 e devem seguir até 2027.
Atacante mais caro da história do Manchester City encerra 2024 sem marcar gols pelo clube

Jack Grealish, contratação mais cara da história do Manchester City encerrou o ano de 2024 sem nenhum gol marcado pelo clube britânico.
O atacante de 29 anos foi adquirido pela equipe de Pep Guardiola em agosto de 2021, em uma transferência que rendeu 117,5 milhões de euros (R$ milhões na cotação da época) aos cofres do Aston Villa.
Números
Grealish disputou 32 partidas no ano com a camisa do Manchester City, sendo titular em 19 delas, não balançando as redes em nenhuma oportunidade. O atacante deu apenas quatro assistências no período.
*Com informações de IG
Incentivo à criação de novas matrizes econômicas será uma das prioridades para Roberto Cidade em 2025
O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), vai priorizar em seu mandato em 2025, apoio aos municípios amazonenses na busca pela criação de novas matrizes econômicas. O parlamentar avalia que as potencialidades de cada região são essenciais à geração de emprego e renda, tanto em Manaus quanto no interior, para que o Estado reduza a dependência, hoje exclusiva, da Zona Franca de Manaus, responsável por 500 mil empregos e 30% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) da região Norte.
“O Amazonas é um Estado muito rico. Precisamos criar alternativas de novas matrizes econômicas para que a população tenha oportunidade de emprego, de poder sustentar a sua família, para o município crescer. Silves tem a produção de gás. Foi uma Lei aprovada pela Assembleia, que o Executivo sancionou. E, hoje, a gente vê como está o gás lá em Silves. A Eneva gerando emprego e gerando renda à população”, declarou o deputado.
Roberto Cidade ressalta que a Assembleia Legislativa já aprovou Leis para exploração de gás em outros municípios do Amazonas, com vocações econômicas semelhantes à de Silves, Itapiranga e Autazes, cidades da Região Metropolitana de Manaus (RMM), cujo potencial petroquímico é um dos maiores do país.
“Temos outros municípios que podem ter essas oportunidades. A Lei que aprovamos na Assembleia prevê a exploração de gás em outros 20 municípios. E a gente torce que saia do papel. O potássio está saindo também em Autazes. Também mais uma marca da gestão atual do Governo, e que com certeza, teve o papel da Assembleia”, destacou o presidente do parlamento estadual, afirmando que a vocação de cada região resultará em desenvolvimento econômico ao município.
“Acredito que Manaus e todo o interior do Amazonas têm oportunidade de geração de emprego e renda, oportunidade de criarmos uma matriz econômica para que esses municípios possam se desenvolver”, completou o deputado-presidente.
Autazes, de acordo com a pesquisa realizada pela Potássio do Brasil, detém uma das maiores jazidas de potássio do mundo, com mais de 170 milhões de toneladas de cloreto de potássio, nutrientes para o setor de agronegócio. A produção tem potencial de expansão para 50% do consumo brasileiro até 2030. O Brasil importa 85% dos fertilizantes utilizados na agricultura.
Incentivo
Roberto Cidade (UB) relembra que é co-autor da Lei nº 7.176/2024, aprovada em novembro de 2024, que institui a Política Estadual para o Manejo Sustentável e Plantio da Palmeira do Babaçu (Orbignya martiana). De autoria original do deputado Sinésio Campos (PT), o PL prevê identificar e delimitar áreas propícias e adequadas à extração e produção de babaçu, garantir a qualidade da palmeira e derivados, impulsionar a comercialização, o consumo e seus derivados.
Do babaçu podem ser extraídos até 60 subprodutos diferentes, como o óleo, a farinha e biocombustíveis, produtos com alto valor agregado na bioeconomia.

“Há a estimativa de que o Estado do Amazonas possua mais de 20 milhões de hectares de babaçu. Estados do Nordeste já exploram o babaçu como vocação econômica. Nós também precisamos incentivar esse polo, para garantir emprego e renda ao cidadão do interior do Estado. A Assembleia estará sempre atenta e auxiliando no impulsionamento do bionegócio no Amazonas”, disse Cidade.
Turismo
De olho em incentivar e fortalecer o turismo regional, o projeto de Roberto Cidade foi transformado na Lei nº 7.213/2024 para instituir as Comunidades Turísticas Sustentáveis (CTS) e a criação do Selo Amazonense de Turismo Sustentável.
De acordo com a legislação, as Comunidades devem ser compostas por um conjunto de equipamentos e infraestruturas turísticas, tais como: serviços públicos de turismo, serviços privados de turismo, equipamentos de lazer, recursos naturais e culturais.
A Lei prevê que as Comunidades Turísticas Sustentáveis certificadas com o Selo Amazonense de Turismo Sustentável tenham acesso a benefícios e incentivos, tais como linhas de crédito específicas, capacitação técnica e divulgação em materiais promocionais do Estado.
Globo toma decisão sobre Vídeo Show que já tem data de volta
O Vídeo Show (1983-2019) ganhará uma nova edição para comemorar os 60 anos da Globo, no ano de 2025. Angélica Ksyviscvy é um dos primeiros nomes confirmados para o especial, mas, o canal quer contar com outros nomes que fizeram história à frente da atração, como Miguel Falabella, que formou uma das duplas mais queridas da atração, ao lado de Cissa Guimarães.
Conforme o jornalista Flávio Ricco, do Portal Leo Dias, a Globo já confirmou a exibição para o dia 25 de abril. Angélica comandará mais uma vez o quadro Vídeo Game.
Além de Miguel, a Globo está querendo trazer outros apresentadores que fizeram sucesso, como Joaquim Lopes e André Marques.
Depois mais de quadro décadas no ar, o Vídeo Show chegou ao fim em 11 de janeiro de 2019, devido aos baixos índices de audiência. Reynaldo Gottino e Fabíola Reipert foram os responsáveis pela saída do ar da atração, já que a Record frequentemente batia o primeiro lugar no Ibope com o quadro Hora da Venenosa.
A volta do Vídeo Show foi confirmada pela própria Globo durante o Upfront 2025, evento realizado em São Paulo para apresentar as novidades de sua programação para o mercado publicitário.
Outro quadro de sucesso que voltará é o Falha Nossa, que mostrava os erros de gravação e bastidores das principais novelas e atrações. Monica Almeida, que comanda a diretoria de gênero de auditório da TV Globo, estará por trás da volta do Vídeo Show.
*Com informações de ADTV
David Almeida inaugura Unidade Básica de Saúde da Família no bairro São José
O prefeito de Manaus, David Almeida, ao lado da secretária municipal de Saúde (Semsa), Shádia Fraxe, entregou, na manhã desta quinta-feira, 2/1, a Unidade Básica de Saúde da Família (USF) Dr. Agnaldo Gomes da Costa, localizada no bairro São José, à população da zona Leste. A nova unidade é mais um marco na ampliação e qualificação dos serviços de saúde básica da capital, fruto de uma Parceria Público-Privada (PPP) bem-sucedida na atual gestão.
Com 1.200 metros quadrados de área construída, a USF está equipada para oferecer a carteira completa de serviços da Atenção Primária à Saúde. Entre os atendimentos disponíveis estão consultas médicas, odontológicas e de enfermagem, além de exames laboratoriais, dispensação de medicamentos e serviços especializados para crianças, adolescentes, adultos e idosos.
A unidade também oferecerá programas essenciais, como o combate à tuberculose e hanseníase, exames preventivos como o Papanicolau (câncer do colo do útero), teste do pezinho, testes rápidos para sífilis, HIV e hepatites, reforçando o cuidado integral à saúde da população e promovendo a prevenção de doenças.
Uma gestão de resultados
Das 123 obras programadas para a reestruturação física da rede municipal de saúde, 98 já foram concluídas e entregues, sendo 87 revitalizações e reformas e 11 construções, entre elas nove Unidades de Saúde da Família (USF) de grande porte, um Centro de Atenção Psicossocial (CAPs) e uma base fluvial de endemias. Outras 25 obras estão em andamento, das quais 15 já em ritmo avançado e com previsão de entrega nos próximos meses.
Durante a cerimônia de inauguração, o prefeito David Almeida destacou que a nova USF é reflexo do compromisso da gestão com a saúde básica da cidade. Ele explicou que o modelo de saúde básica utilizado no passado consistia em pequenas unidades, conhecidas como “casinhas da família”.
“Esse modelo foi útil há 25 anos, mas a cidade de Manaus cresceu exponencialmente, e agora precisamos de estruturas maiores para atender adequadamente a população. Com a implementação de unidades básicas de saúde de porte 4, estamos transformando e modernizando os serviços de atenção primária em nossa cidade. Para se ter uma ideia, as ‘casinhas da família’ possuem uma área de construção muito limitada. Agora, vamos unificar as equipes, retirando-as dessas estruturas menores e transferindo-as para unidades maiores, como esta de porte 4. Com isso, conseguimos concentrar até quatro equipes no mesmo espaço, oferecendo um atendimento mais eficiente e proporcionando melhores condições para a população”, afirmou.
A secretária Shádia Fraxe reforçou a importância de estruturar a saúde básica como porta de entrada do SUS. “Com capacidade para realizar mais de 20 mil procedimentos por mês. Trata-se de uma unidade completa, com 1.200 metros quadrados e mais de 50 ambientes totalmente equipados. Essa unidade foi construída do zero e será de grande utilidade para a população dessa área, que antes enfrentava um grande vazio assistencial. Estamos felizes por poder contemplar boa parte da comunidade local com esse importante serviço”, enfatizou.
Infraestrutura moderna e humanizada
A USF conta com consultórios amplos e equipamentos modernos, projetados para oferecer um ambiente acessível e acolhedor. Sua estrutura atende às normas de acessibilidade e integra tecnologias que tornam o atendimento mais ágil e eficiente.
Com essa entrega, a Prefeitura de Manaus reafirma seu compromisso de levar saúde pública de qualidade às comunidades mais necessitadas, reforçando sua atuação nas zonas periféricas da capital.
Para o que serve o Cadastro Nacional de Animais Domésticos?
O Cadastro Nacional de Animais Domésticos reunirá dados de proprietários e seus animais de estimação, com o objetivo de facilitar o controle de zoonoses e fortalecer o combate ao abandono e aos maus-tratos de animais. Além disso, a iniciativa busca aumentar a segurança em negociações de compra e venda.
A iniciativa está em sua etapa final de testes e será disponibilizado em breve, permitindo que os tutores registrem seus animais de estimação e emitam, sem custo, o RG Animal. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o acesso à plataforma será feito por meio da conta Gov.br, o portal oficial de serviços do governo federal.
Entidades de resgate de animais e administrações municipais também terão a possibilidade de registrar os animais sob seus cuidados e emitir uma carteirinha de identificação contendo um QR Code. Esse código pode ser anexado à coleira do animal, permitindo que qualquer pessoa, utilizando a câmera do celular, consiga localizar o responsável pelo pet.
O que vai conter no cadastro?
Segundo a nova legislação, o cadastro deverá incluir informações como identidade, CPF e endereço do proprietário, além de dados sobre a origem e características dos animais, como raça, sexo, idade real ou estimada, vacinas recebidas e doenças adquiridas ou em tratamento, assim como o local onde o animal reside. Os tutores também terão a obrigação de comunicar sobre a venda, doação ou falecimento do animal, especificando a causa.
O microchip é um pequeno dispositivo implantado por veterinários sob a pele dos animais, contendo um código vinculado às informações do proprietário. Para acessar os dados, é necessário utilizar um leitor especializado, geralmente encontrado em clínicas veterinárias que realizam o procedimento.
Se o animal possuir um microchip subcutâneo para identificação, o dispositivo poderá ser registrado no cadastro. “Salvo nos casos em que o procedimento for custeado pelo governo federal, a microchipagem não será obrigatória. No entanto, é recomendada como forma de aumentar a segurança e o controle dos animais”, esclareceu o MMA.
Existe algum custo para fazer parte do programa?
Após a aprovação do projeto no Senado, surgiram rumores sobre a possibilidade de implementação de um imposto para proprietários de animais domésticos, similar ao que ocorre em países como a Alemanha. No entanto, a nova lei não estabelece nenhum tipo de taxação, limitando-se a autorizar a criação de um cadastro, que será gratuito.
“No Brasil, o objetivo é melhorar a gestão e o planejamento de ações, sem impor sanções ou cobranças. O acesso público aos dados será limitado ao necessário para dar suporte a políticas públicas, com garantia de privacidade e proteção dos dados pessoais”, explicou o governo federal, em comunicado.
*Com informações de Seleções
Inaugura em Manaus o restaurante Sagrado Peixe, em evento beneficente

O Sagrado Peixe, novo empreendimento gastronômico do Grupo Engenho, já tem data marcada para sua inauguração. Localizado no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus, o restaurante abrirá as portas no dia 6 de janeiro, com uma inauguração solidária.
O evento será 100% beneficente, com toda a renda arrecadada sendo destinada ao Instituto Transformando Vidas e ao Projeto Social Escolinha de Futebol Estrela do Norte. Com R$ 120,00 por pessoa, os participantes do evento terão direito a um welcome drink, buffet de jantar e bebidas não alcoólicas. O restaurante também disponibilizou um PIX (CNPJ 09256342000141) para doações e pagamentos.
“Queremos marcar nossa chegada ao mercado com um gesto de solidariedade e compromisso com a comunidade. Esse é um dos valores centrais do Engenho”, afirmou Rogério Perdiz, diretor do grupo.
Com foco na culinária regional, o Sagrado Peixe se destaca por um cardápio que valoriza os peixes amazônicos. Entre os itens principais está o tambaqui, que ganha uma apresentação especial no prato “Sagrado Peixe”, servido em um recipiente em formato de canoa e projetado para compartilhar com até 10 pessoas. Além disso, outros peixes, como pirarucu, matrinxã e jaraqui, além do filhote, tradicional no estado do Pará, também farão parte do menu.
O restaurante se propõe a oferecer uma experiência completa para as famílias, com infraestrutura moderna, que inclui três brinquedotecas divididas por faixa etária, além de uma decoração temática que celebra a cultura amazônica, com obras de artistas locais. Segundo Perdiz, a proposta é criar um ambiente acolhedor e diferenciado. “Nosso objetivo é proporcionar uma experiência que vai além da gastronomia. Queremos que as pessoas se sintam conectadas à região e sua rica tradição cultural”, destacou.
Com uma localização estratégica, a poucos minutos de bairros centrais como Adrianópolis e Morada do Sol, o Sagrado Peixe espera atrair um público diversificado. A combinação de qualidade culinária, infraestrutura de primeira e atendimento diferenciado promete fazer do restaurante um dos destaques do setor gastronômico em Manaus.
A abertura oficial do restaurante não só marca um novo capítulo para o Grupo Engenho, mas também celebra a rica tradição da culinária amazônica, reafirmando o compromisso com a comunidade local e a valorização dos ingredientes regionais.
Gás da Floresta Amazônica e tempestades de raios aceleram formação de nuvens
Dois artigos publicados na revista Nature desta semana mostram em detalhes a sequência de interações físico-químicas que permite a formação de enormes quantidades de partículas de aerossóis na alta atmosfera da Amazônia, a altitudes entre 10 e 15 quilômetros (km). Essas partículas são transportadas para diversas partes do globo em razão da circulação atmosférica e têm um papel importante na gênese dos núcleos de condensação das nuvens, o embrião das gotas de chuva, e também em outros parâmetros climáticos.
Há 20 anos, os pesquisadores tomaram conhecimento da existência de concentrações de aerossóis na alta atmosfera da Amazônia que eram 160 vezes maiores do que as medidas perto da superfície. No entanto, não havia uma explicação consistente para o fenômeno até a publicação dos novos trabalhos, feitos por grupos internacionais com a participação de brasileiros. “Agora, resolvemos esse mistério e mostramos que um composto orgânico liberado pela própria floresta, o isopreno, inicia o processo de formação desses aerossóis”, diz o físico Paulo Artaxo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP), coautor de um dos estudos que receberam destaque de capa na Nature.
Um dos artigos se baseia em dados de processos químicos obtidos em sobrevoos sobre a Amazônia com o avião Halo do Centro Aeroespacial Alemão (DLR), entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023. As atividades fizeram parte do projeto Chemistry of the Atmosphere: Field Experiment in Brazil (Cafe-Brazil). “Realizamos 136 horas de voo e percorremos 89 mil km sobre a Amazônia”, conta o meteorologista Luiz Augusto Machado, do IFUSP e colaborador do Max Planck, que supervisionou todos os voos e participou de alguns.
O segundo trabalho, que usou os dados fornecidos pelo experimento Cafe-Brazil, foi feito nas dependências da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN), na Suíça, na câmara Cloud (Cosmics Leaving Outdoor Droplets). Esse aparelho reproduz as condições e os processos que ocorrem na atmosfera. “O Cloud é um cilindro de aço inoxidável de 3 metros de altura, que é suprido de ar ultralimpo com as mesmas proporções de nitrogênio e oxigênio que temos na atmosfera”, conta a meteorologista brasileira Gabriela Unfer, que faz doutorado no Instituto Leibniz de Pesquisa na Troposfera, em Leipzig, na Alemanha. Unfer é a única brasileira que assina os dois artigos sobre os aerossóis de alta altitude.
Um aspecto surpreendente dos estudos é que os aerossóis formados ente 10 e 15 km de altitude devem sua existência a processos que se iniciam no meio da floresta tropical. Em momentos de estresse térmico, as folhas das árvores da Amazônia emitem isopreno, um composto volátil orgânico incolor, com um levíssimo aroma que pode remeter a borracha ou petróleo. A liberação dessa molécula gasosa, expelida como uma espécie de transpiração da vegetação, é um mecanismo evolutivo que auxilia as plantas, em especial a dos trópicos, a se proteger dos efeitos negativos dos picos de calor. Perto da superfície, na baixa atmosfera, o isopreno dura minutos ou poucas horas. Durante o dia, sob a luz solar, ele se degrada rapidamente ao reagir com outros compostos.
Mas as moléculas de isopreno emitidas depois do pôr do sol pelas árvores da Amazônia escapam desse fim precoce e são transportadas à alta atmosfera pela ação de tempestades noturnas. A cerca de 15 km de altitude, onde a temperatura é inferior a -30 graus Celsius (ºC), o isopreno não se degrada como ocorre perto da superfície e reage com outros compostos. A produção noturna de raios durante as tempestades faz com que o isopreno se ligue a moléculas de óxidos de nitrogênio e forme rapidamente uma enorme quantidade de partículas de aerossol de alguns nanômetros. “Na alta atmosfera, o isopreno acelera em 100 vezes a velocidade de formação de aerossóis”, comenta Machado.
É provável que esse mesmo mecanismo de formação de aerossóis em altitudes elevadas também ocorra em outras partes do globo, sobretudo sobre as florestas tropicais do Congo, na África, e no Sudeste Asiático. O isopreno é o principal composto volátil emitido pelas plantas. Cerca de 600 milhões de toneladas são liberadas para a atmosfera anualmente. “A floresta amazônica sozinha é responsável por mais de um quarto dessas emissões”, estima, em comunicado de imprensa, o meteorologista Joachim Curtius, da Universidade de Frankfurt, principal autor do estudo com os dados de experimento de campo Cafe-Brazil.
*Com informações de Pesquisa Fapesp
Sassá destaca compromisso com a sociedade após encerramento da 18ª legislatura












