LeBron ultrapassa Michael Jordan e se torna o jogador com mais jogos de 30 pontos
LeBron James continua colecionando recordes na NBA. O astro do Los Angeles Lakers alcançou mais uma marca importante no jogo da última sexta-feira (3). Liderando a equipe na vitória por 119 a 102 contra o Atlanta Hawks, LeBron ultrapassou Michael Jordan e se tornou o jogador com mais jogos de 30 pontos na história.
Com as cestas sobre o Hawks, LeBron soma agora 563 partidas com no mínimo 30 pontos. Michael Jordan caiu para a segunda colocação da lista, com 562 jogos de 30 pontos ao longo da carreira. O ídolo do Bulls estabeleceu a marca em 2003. Wilt Chamberlain, que passou por times como Philadelphia 76ers, Golden State Warriors e até os Lakers, completa o pódio somando 515.
“É superlegal sempre que sou mencionado com qualquer um dos grandes. Sem dúvidas o maior de todos os tempos a jogar o jogo. É alguém que eu idolatrava na minha infância, eu visto 23 por causa dele”, falou LeBron após quebrar o recorde de Jordan.
O jogador foi o maior pontuador do Lakers na partida e, além dos 30 pontos, conseguiu 3 rebotes e 8 assistências. Trae Young também brilhou pela franquia de Atlanta, somando 33 cestas e 9 assistências, mas não conseguiu evitar a derrota.
Com informações do ge
Quinze manias do Rei: lua minguante, amor por formigas, privada exclusiva e mais
Roberto Carlos tem 13 letras. Apesar de seu nome significar sucesso, ele detesta o número. É do time que o vê como símbolo de má sorte (toc, toc, toc na madeira).
Aliás, TOC é a sigla para Transtorno Obsessivo Compulsivo, distúrbio psiquiátrico que faz o artista ter algumas manias, como lavar as mãos muitas vezes ao dia por temer alguma contaminação.
Outra parte das fixações do Rei se baseia em superstição. A coluna reuniu hábitos e preferências que injetam peculiaridade à vida do maior cantor do Brasil.
– Ele adora os números 5 e 2. Além do 13, abomina o 6 e o 0.
– Jamais passa embaixo de escada.
– Faz questão de entrar e sair sempre pela mesma porta.
– Nunca desenha uma seta de cabeça para baixo. (Referência de algo ruim)
– Não assina contratos nem fecha negócios na lua minguante. (Muitos creem que seja uma fase de energia negativa)
– Evita marcar compromissos importantes no mês de agosto. (Conhecido como ‘mês do desgosto’)
– Costuma deixar a última parte do que se serve no prato para as boas almas.
– No closet, a maioria das roupas dele é branca ou azul, mas há algumas peças cor de rosa. Como se sabe, não usa roxo, marrom e preto.
– Frequentemente, leva um sanitário portátil para o camarim nos shows.
– Além de máscara antiviral, usa luvas plásticas descartáveis. (Como na saída do hotel em Macapá, no Amapá, no fim de dezembro)
– Gosta de assistir às novelas tomando sorvete. O sabor preferido é morango.
– Notívago, liga para amigos e parceiros de composição de madrugada.
– Sua maior vaidade é com os cabelos. Já fez seis implantes capilares. Adepto também de plásticas no rosto e pescoço.
– Gosta de joias com simbolismo. Entre as prediletas estão um medalhão do Sagrado Coração de Jesus e uma pulseira de prata com suas iniciais gravadas.
– Tem simpatia por animais pequenos, como lagartixa e formiga. Jamais os mata. Em entrevista ao ‘Programa do Jô’, revelou que gosta de observá-los por horas.
Roberto Carlos é mesmo uma figura ímpar. Ou será que ele prefere ser figura par?
Com informações do Blog Sala de TV / Terra
Biblioteca Braille do Amazonas comemora 200 anos de história do Sistema Braille
“O Sistema Braille comemora 200 anos de história, de esperança e de superação, tudo graças a um menino francês nascido em 4 de janeiro de 1809. Ele nasceu com visão, mas com cinco anos ficou cego, na pequena cidade de Coupvray, a cerca de 45 quilômetros de Paris”, conta Gilson Mauro, gerente da Biblioteca Braille do Amazonas (BBAM) sobre o Dia Mundial do Braille, celebrado neste sábado, 4 de janeiro.
A data, que marca o nascimento de Louis Braille, criador do sistema, ressalta a importância do Braille como meio de democratização da comunicação e da plena realização dos direitos humanos entre as pessoas cegas e com baixa visão. “Luiz nunca desistiu de lutar, sempre pensando nos outros e buscando novas soluções para que todos nós cegos pudéssemos sonhar com um futuro melhor”, destaca Gilson.
Sistema de seis pontos
Aos 10 anos, Louis Braille ingressa no Instituto Real das Crianças Cegas da França, fundado pelo professor Valentin Hauy. Foi nessa ocasião que ele conheceu o capitão e inventor Charles Barbier, que lhe apresentou um sistema chamado sonografia sonora. Luiz, com sua mente criativa, refletiu sobre a ideia e, dois anos e meio depois, em 1825, apresentou ao mundo seu revolucionário sistema de seis pontos, que, na época, não era conhecido como Braille, mas simplesmente como “sistema de seis pontos”. Foi com esse sistema que ele iniciou a alfabetização das crianças cegas na escola.
Louis faleceu em 6 de janeiro de 1852, e, em 1854, a França adotou oficialmente seu sistema como o único método de leitura e escrita para pessoas com deficiência visual. Em 1878, a Unesco também reconheceu o Braille como o sistema global para a alfabetização de pessoas cegas. “O que eu escrevo aqui, posso escrever em qualquer lugar. A minha emoção é a mesma de qualquer cego no mundo”, compartilha Gilson Mauro, expressando a universalidade do legado de Braille.
Biblioteca Braille do Amazonas
Para Gilson Mauro, o Sistema Braille foi fundamental para gerar oportunidades únicas e acessíveis em sua vida. Hoje, como gerente da Biblioteca Braille do Amazonas, sua trajetória se entrelaça com a história da instituição. Com deficiência visual, ele gerencia a biblioteca desde 2000 e enfatiza o trabalho realizado em prol das pessoas com deficiência visual e as atividades culturais oferecidas pela Biblioteca, que já ganhou prêmios como o “Ser Humano Oswaldo Checcia” – prata na categoria Regional, em 2015, e na categoria Nacional, em 2016.
“O sistema Braille, para quem é cego, é um sistema que trouxe a liberdade, a igualdade, para todas as pessoas descobrirem com dois dedos, da mão direita e da mão esquerda, a liberdade de conhecer o mundo por meio de pontos e símbolos”, afirma o gerente.
Entre as obras que mais emocionam Gilson até hoje, destaca-se a do escritor Monteiro Lobato, que marcou sua infância, quando ainda tinha visão. Ele assistiu praticamente toda a série baseada nos livros de Lobato e, quando perdeu a visão, ainda acompanhava a última parte da série, em 1979.
“Quando me alfabetizei, o primeiro livro que coloquei nas mãos foi “A Emília no País da Gramática”. Eu li e chorei na biblioteca de São Paulo, pois, a cada página que virava ou personagem que encontrava, me lembrava dos momentos em que ficava sentado diante da televisão, assistindo”, relembra Gilson.
Ele ressalta a importância da leitura, como meio de nos transportar para diferentes lugares, até mesmo para dentro de uma gramática, onde aprendemos sobre substantivos e adjetivos e que, ao fazer essas descobertas, passamos a valorizar ainda mais a leitura, a vida e as emoções que ela nos proporciona.
A Biblioteca Braille do Amazonas dispõe de um acervo de mais de 50 mil obras entre livros digitalizados, livros falados, obras em Braille e filmes com audiodescrição, o espaço também disponibiliza estúdios de gravação, máquinas de escrever em Braille, computadores especiais, impressoras em Braille, scanners de voz e lupas eletrônicas.
Democratização da comunicação
A importância do Sistema Braille na democratização do acesso à informação está na liberdade que ele propicia para as pessoas com deficiência visual, permitindo que elas se sintam tão capazes quanto qualquer pessoa com visão. Um exemplo claro dessa transformação é a jovem Gabrielly Braz, que compartilha sua felicidade e realização após dois anos de aprendizado na Biblioteca Braille do Amazonas.
“O Braille para mim é muito importante, é uma libertação. Hoje, consigo ler até caixas de remédio, de mingau de aveia, de maisena… Ler em Braille é uma libertação total. Aprendi a ler quando tinha 9 ou 10 anos”, relembra Gabrielly, agora com 14 anos.
Entre os livros que mais gostou de ler, ela destaca “Estrelas Tortas” e também revela os avanços que o Sistema Braille trouxe para sua vida social, como a oportunidade de ler dois textos na Igreja de Santa Lúcia, se apresentar em teatro e até participar de uma peça de Natal em sua escola, onde leu uma fala em Braille.
Administrada pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a Biblioteca Braille funciona de segunda à sexta, das 8h às 17h e está instalada no Bloco C do Centro de Convenções – Sambódromo (Av. Pedro Teixeira, 2565, Dom Pedro). O espaço tem o objetivo de integrar, promover e incluir pessoas com deficiência visual ao meio social, cultural, educacional e profissional, melhorando condições de vida, estudo e convivência para contribuir na elaboração de trabalhos e pesquisas.
Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
Brasileira de 116 anos se torna pessoa mais velha do mundo, revela instituto

Uma freira brasileira se tornou a pessoa mais velha do mundo após a morte da japonesa Tomiko Itooka. O homem mais velho do mundo também é brasileiro e vive em Apuiarés (CE)
Inah Canabarro Lucas, de 116 anos, recebeu o “título” neste sábado (4). A informação foi confirmada pelo instituto Longeviquest, banco de dados que concentra informações sobre longevidade pelo mundo.
Nascida em São Francisco de Assis (RS), a idosa vive em Porto Alegre, na congregação das Irmãs Teresianas Brasil. Ela entrou na vida religiosa aos 16 anos, quando começou a estudar no internato de Santa Teresa de Jesus, em Santana do Livramento (RS). Ao longo da vida, ela morou em Montevidéu, no Uruguai, e no Rio de Janeiro, antes de voltar a morar no Rio Grande do Sul.
Reconhecimento do Papa Francisco
Ao completar 110 anos, a freira recebeu uma bênção apostólica do papa. O reconhecimento do Vaticano veio acompanhado de um certificado que, segundo o Longeviquest, a freira deixa exposto no quarto onde mora.
A freira foi reconhecida como a pessoa mais velha do Brasil em janeiro de 2022. O título foi concedido após a morte de Antônia de Santa Cruz. Em julho daquele mesmo ano, ela se recebeu a validação do Longeviquest de pessoa mais velha da América Latina, quando a colombiana Sofia Rojas morreu.
Livro dos recordes ainda não formalizou o título
O Guinness World Records, que validou a japonesa Tomiko como a pessoa mais velha do mundo, ainda não anunciou quem vai passar a liderar a lista de pessoa mais velha.
Brasil também tem o título de homem mais velho do mundo
Cearense foi reconhecido pelo livro dos recordes em novembro de 2024.
João Marinho Neto, 112, nascido em Maranguape (CE), viveu como agricultor e hoje mora em um lar de idosos em Apuiarés, no mesmo estado.
Apesar de ter dificuldades para se locomover e para enxergar, o homem é lúcido e gosta de conversar. Ao UOL, um dos filhos de João afirmou que ele não tem problemas de saúde nem toma remédios.
Com informações do Uol
Trajetória da dívida pública e desaceleração do PIB desafiam Haddad até 2026
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) chega à metade do atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante de um duplo desafio: lidar com a deterioração da trajetória da dívida pública e administrar os temores crescentes no PT com os efeitos da desaceleração econômica nas eleições de 2026.
A natureza dos problemas expõe um dilema já presente no governo e que deve confrontar Haddad com maior intensidade nos próximos dois anos. Aprofundar o ajuste fiscal tende a esbarrar na restrição política, enquanto adotar medidas de impulso à atividade poderia agravar ainda mais a situação das contas do país.
O duelo interno entre as duas posições já resulta em um “posicionamento errático” do governo que precisa ser corrigido, segundo um ministro ouvido pela Folha sob condição de anonimato.
A aprovação de uma versão desidratada do pacote de contenção de gastos, considerado tímido já na sua origem, é a expressão mais recente desse embate.
Antes mesmo de chegarem ao Congresso, as medidas de Haddad, idealizadas para conter o crescimento dos gastos e garantir a sustentabilidade do arcabouço fiscal, foram moderadas pelo filtro político de outros ministros e acopladas a mudanças no Imposto de Renda que têm forte apelo popular, mas foram mal recebidas pelo mercado financeiro.
Além do temor de que a perda de arrecadação com a isenção de IR até R$ 5.000 não seja plenamente compensada pelo imposto mínimo sobre milionários, a mudança na estrutura tributária vai ampliar a renda disponível de um grupo com maior propensão a consumir. Isso representa um estímulo adicional à economia, mas pode pressionar a inflação e exigir juros maiores para evitar o descontrole de preços.
Embora o projeto do IR ainda não tenha sido formalizado, o anúncio conjunto da medida com o pacote que deveria conter gastos foi visto como uma derrota política do ministro da Fazenda, que resistia à junção das iniciativas.
Aliados de Haddad avaliam que o próprio presidente Lula contribui para o posicionamento errático quando afirma que o maior problema atual é a taxa de juros, sem demonstrar convicção na agenda da Fazenda nem reconhecer os desafios fiscais que o governo precisa enfrentar.

Procurado, o Ministério da Fazenda não se manifestou até a publicação deste texto.
Segundo projeções do Tesouro Nacional, a dívida bruta do Brasil pode atingir um pico de 83,1% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2028, caso o governo não consiga aprovar medidas adicionais de arrecadação.
Os números ainda podem estar subestimados, já que consideram parâmetros otimistas para a taxa básica de juros, a Selic, que remunera praticamente metade dos títulos públicos emitidos pelo Brasil. Pelos parâmetros do mercado, a dívida bruta chega a 89,8% do PIB em 2028, sem indicativo de estabilização.
A alta de juros é um dos fatores que impulsionam o endividamento do país, mas o próprio BC alertou, em sua última decisão, que a percepção desfavorável dos agentes sobre o pacote fiscal afetou “de forma relevante” os preços de ativos, especialmente a taxa de câmbio, e as expectativas de inflação. Por esse raciocínio, um alívio nos juros dependeria de um compromisso claro com o ajuste nas contas.
O ministro da Fazenda já sinalizou que pode apresentar novas medidas de ajuste em 2025. Embora essa visão tenha respaldo em parte do governo, há ceticismo no mercado quanto à real disposição de Lula em bancar uma nova rodada de medidas impopulares num período ainda mais próximo das eleições.
“[2025] Vai ser um ano muito complexo, porque nós vamos precisar voltar para a agenda fiscal em algum momento. Mas acho muito pouco provável que haja qualquer ação adicional no começo do ano”, diz o economista Carlos Kawall, sócio-fundador da Oriz Partners e ex-secretário do Tesouro Nacional.
Segundo ele, o crescimento ainda forte do PIB no primeiro semestre deve adiar esse tipo de decisão. “Acho que a situação vai ter que piorar bastante até que haja alguma condição de se atuar adicionalmente.”
Kawall avalia que o país já entrou em uma situação de crise fiscal, diante das dificuldades enfrentadas pelo Tesouro na rolagem da dívida pública. “A gente já está enfrentando o fracasso da política fiscal, do arcabouço. O que a gente vai ver a partir daqui é como o governo encara a realidade. A primeira tentativa de remendar, de fazer um puxadinho, não deu certo”, afirma.
“O problema é estrutural. Não é o Orçamento do ano que vem. É a trajetória da dívida pública ao longo dos próximos anos. A trajetória não é sustentável, o arcabouço não deu conta do problema. O governo não quer mexer, e aí os preços são outros”, diz.
















