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Navio Viking Sea chega em Manaus com 1,3 mil turistas americanos, canadenses e alemães

Foto: Lucas Silva / Amazonastur

O navio norueguês Viking Sea, quarto navio da temporada de cruzeiro 2024/2025, chegou ao Amazonas, nesta segunda-feira (13), com 1.395 mil cruzeiristas, sendo 930 passageiros e 465 tripulantes. O navio retorna ao Amazonas com turistas americanos, canadenses e alemães, de acordo com o levantamento do Governo do Amazonas, por meio da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur).

O Viking Sea é o segundo navio a atracar na capital amazonense nesta temporada, que prevê a chegada de 15 navios até o final de maio, sendo três navios inéditos.

A diretora de marketing da Amazonastur, Ana Claudia Rego, ressalta que a chegada de navios como o Viking Sea contribui para promover o Amazonas como um destino de destaque no cenário internacional

“A temporada de cruzeiros é um mercado consolidado no mundo. E o Amazonas segue sendo referência internacional das empresas de cruzeiros que vem ao Brasil. O Viking Sea é mais um exemplo de como o Amazonas é um destino de referência internacional, principalmente devido nossos atrativos naturais”, disse a diretora

Entre os turistas que desembarcaram em Manaus, a canandense Angela Schneider, de Vancouver, expressou entusiasmo em sua primeira visita à capital amazonense.

“Esta é a minha primeira vez em Manaus e estou realmente animada para ver coisas como o famoso Teatro Amazonas, que tem uma história tão interessante. Estou agora a caminho de uma das reservas naturais e isso é o mais emocionante para os turistas, ver os botos cor-de-rosa, os pássaros e toda a vida selvagem que existe na Amazônia,” disse a cruzeirista.

Após sua estadia em Manaus, o Viking Sea segue viagem para Parintins, (a 369 quilômetros de Manaus). A próxima parada permitirá que os turistas conheçam a Ilha Tupinambarana, famosa por ser o palco do Festival de Parintins, além de suas tradições culturais, belezas naturais e a hospitalidade local, que fazem dela um dos destinos mais encantadores do Amazonas.

Com informações da assessoria

Meta responde questionamentos sobre checagem de fatos e AGU convoca reunião

Imagem: Logos da Meta e do Facebook (Reuters)

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que recebeu, na noite de segunda-feira (13), a manifestação da Meta sobre o fim da checagem de fatos anunciado pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, na última semana. A big tech é controladora do Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp.

A notificação extrajudicial foi enviada na última sexta-feira (10) com prazo de 72 horas para a empresa dar explicações. A resposta agora será analisada pela AGU.

E ainda nesta terça-feira (14), o assunto será discutido numa reunião com representantes dos ministérios da Justiça e Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania e Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. E só depois dessa análise o governo vai se pronunciar sobre os próximos passos e tornar pública a decisão.

A mudança na política de moderação de conteúdo anunciada pela Meta retira, por exemplo, restrições em questões de imigração, gênero e orientação sexual. E ainda dá mais espaço para conteúdo político e permite alegações de doença mental ou anormalidade quando baseadas em gênero ou orientação sexual.

A AGU quer saber as providências adotadas pela empresa em violência de gênero, proteção de crianças e adolescentes, prevenção contra racismo, homofobia, suicídio e discursos de ódio. E ainda se haverá divulgação de relatório de transparência sobre a checagem de desinformação realizada por notas da comunidade.

Com informações da Agência Brasil

 

Roberto Cidade cobra posição da prefeitura sobre prevenção a desastres naturais em Manaus

Foto: Rodrigo Brelaz

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), informou, nesta segunda-feira (13), que vai encaminhar ofício à Prefeitura de Manaus para solicitar informações a respeito do programa de trabalho planejado e executado pelo município para a prevenção e reação a desastres naturais na capital. O pedido tem base os dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que coloca Manaus como a capital do Brasil com o maior número de alertas de desastres emitidos em 2024.

“Ontem, domingo, casas desabaram em um deslizamento de terras no bairro Mauazinho, em uma área de risco já conhecida pela prefeitura. Felizmente, os danos foram materiais apenas. Mas precisamos saber, de fato, quais medidas foram implantadas para dirimir os desastres naturais, não apenas lá, mas nas áreas de risco já mapeadas em Manaus e quais as ações programadas para este ano, já que estamos em pleno inverno amazônico e as ocorrências aumentam significativamente, atingindo de forma direta o cidadão hipossuficiente”, declarou o parlamentar.

Dados

De acordo com o Cemaden, a capital amazonense somou 50 alertas, seguida por Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP), ambas com 41 alertas. No que diz respeito ao número de ocorrências, Manaus se mantém na 9ª colocação com 19 desastres. Petrópolis (RJ) foi a cidade com o maior número de ocorrências, 44 incidentes, seguida por Salvador (BA), com 33, e São Paulo (SP), com 27.

Ainda de acordo com o Cemaden, 53% dos alertas emitidos em 2024 foram de deslizamentos de terra.

Roberto Cidade ressaltou que, diante do grande número de áreas de risco em Manaus (1.281 pontos identificados), formalizará, também, quando as atividades em plenário forem retomadas (4 de fevereiro), um Requerimento solicitando a apresentação do planejamento a respeito dos planos preventivos e reativos diante das erosões e voçorocas que incidem na capital.

Lei

Entre as medidas defendidas pelo deputado-presidente, está a criação de um Comitê Municipal Permanente de Crise e a Lei nº 6.528/2023, que estabelece diretrizes gerais para elaboração de planos de adaptação às mudanças climáticas.

A legislação tem como objetivo a implantação de iniciativas e medidas para reduzir a vulnerabilidade dos sistemas ambiental, social e econômico, diante dos efeitos dos períodos de chuvas, cheia e vazante dos rios amazônicos.

A implantação do comitê deve envolver diversas secretarias e órgãos municipais, em articulação com instâncias estaduais e federais, incluindo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e demais entidades de pesquisa que possam oferecer dados e previsões essenciais para as tomadas de decisão.

Entre as responsabilidades do Comitê Municipal Permanente de Crise estariam o monitoramento contínuo dos níveis dos rios e igarapés; a articulação de ações emergenciais e preventivas; o planejamento e a execução de campanhas de conscientização pública sobre as ações de prevenção e resposta, e o estabelecimento de uma comunicação direta e eficaz com as comunidades mais vulneráveis no estabelecimento de procedimentos de segurança.

Com informações da assessoria

‘Máquina do tempo’ ajuda cientistas a entender efeitos de mudanças climáticas na Amazônia

Estrutura conta com seis anéis compostos por 16 torres de alumínio de 35 metros de altura (Foto: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia / Reprodução)

A parceria entre Unicamp, Inpa e governo britânico reúne pesquisadores de diferentes países. Objetivo é avaliar, por pelo menos uma década, impacto do aumento de CO₂ na atmosfera.

A cerca de 80 km ao norte de Manaus (AM), em meio à Amazônia, estruturas metálicas que ultrapassam a copa das árvores destoam do cenário tropical. As torres – 96 no total – fazem parte de um experimento científico que busca abrir um “portal” para 2060 e entender os efeitos das mudanças climáticas na floresta.

Chamado de AmazonFACE (acrônimo para free air CO enrichment, em inglês, ou enriquecimento de CO₂ ao ar livre), o experimento inédito é conduzido por pesquisadores da Unicamp, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o governo britânico, e deve durar pelo menos uma década.

“É uma tecnologia relativamente simples, não é tão complexa. Foi desenvolvida nos Estados Unidos nos anos 1980 e 90, foi aplicada em florestas temperadas nos Estados Unidos e na Europa, mas nunca em nenhum ecossistema tropical, nunca em uma floresta tropical”, explica David M. Lapola, coordenador científico do experimento.

Como essa “viagem” vai funcionar?

As torres estão na fase final de instalação e a previsão é que o experimento comece em maio de 2025. A ideia é avaliar como a floresta vai reagir ao aumento de 50% na concentração de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera esperado para os próximos 35 anos.

“Acho que a grande importância do experimento está aí, a gente poder tentar abrir uma janela para o futuro e tentar entender como que essas florestas vão se comportar nas próximas décadas e a gente poder, de certa maneira, até se preparar para os impactos que vão vir, pensar em processos de mitigação com muita antecedência”, afirma Carlos Alberto Quesada, pesquisador do Inpa e coordenador do experimento.

Para isso, os pesquisadores iniciaram a construção de seis estruturas – chamadas de anéis, com 30 metros de diâmetro cada – compostas por 16 torres de alumínio de 35 metros de altura dispostas em um círculo. A infraestrutura também conta com quatro guindastes de 45 metros de altura.

Dos seis anéis, três serão enriquecidos com CO₂ líquido, armazenado em tanques grandes, isolados e vaporizados por meio de uma rede de tubos, sendo dois canos por torre. Os outros três anéis vão acompanhar o comportamento da floresta sem o enriquecimento.

O fluxo de dióxido de carbono é controlado por algoritmos que calculam, em tempo real, variáveis como a velocidade e a direção do vento. Esse controle é feito do nascer ao pôr do sol, quando há fotossíntese, para manter a concentração de CO₂ em 200 partes por milhão (ppm).

O objetivo do experimento, de acordo com os cientistas, é responder a uma pergunta geral: como o aumento do CO₂ atmosférico afetará a resiliência da floresta Amazônica, a biodiversidade que ela abriga e os serviços ecossistêmicos que fornece diante das mudanças climáticas?

Por que a Amazônia?

Segundo Lapola, a escolha do local para receber o experimento foi pautada por uma necessidade de resolver “uma das maiores fontes de incerteza em relação ao futuro do Amazônia, que é o potencial efeito que o aumento de gás carbônico na atmosfera teria em segurar os efeitos ruins de mudanças climáticas na região sobre a floresta”.

“Segurar” os efeitos ruins? Sim. Isso significa que, embora estudos indiquem um risco substancial de que a floresta entre em colapso por conta das mudanças climáticas, teorias também apontam que o aumento de CO₂ na atmosfera pode fazer com que a Amazônia se torne mais resiliente às secas, por exemplo.

“O efeito do aumento de temperatura, redução de chuva, tende a ser ruim, no sentido de reduzir a produtividade das árvores, favorecer mortalidade. E, teoricamente, e só teoricamente, o aumento de gás carbônico propicia uma coisa que se chama efeito de fertilização por CO₂”, afirma o coordenador científico do experimento.

Resumidamente, a fertilização por CO₂ acontece porque esse gás é parte essencial da fotossíntese das plantas, processo de resulta na liberação de açúcar e oxigênio. Se há mais gás carbônico na atmosfera, as plantas fazem mais fotossíntese – e aqui entra uma das principais dúvidas dos pesquisadores.

“Teoricamente, [o aumento da taxa de fotossíntese] aumenta a biomassa, ou seja, ela vai crescendo mais rápido e engorda a árvore. Isso é só teoricamente, porque nunca ninguém testou isso em campo, não só na Amazônia, em nenhuma floresta tropical. Houve testes com algumas espécies tropicais em laboratório, mas, na verdade, não é assim”, pontua Lapola.

Para Carlos Alberto Quesada, pesquisador do Inpa que também coordena o experimento, entender as respostas de florestas tropicais às mudanças climáticas significa entender, concomitantemente, como os seres humanos serão afetados nos próximos séculos.

“Você muda o regime de chuvas do planeta, você muda a forma como o planeta recicla água, energia. Isso pode ter impactos em diversos outros setores da humanidade, desde a produção de alimentos à geração de energia, transporte, migração de populações”, detalha.

Investimento milionário

Em 2014, o AmazonFACE se tornou um programa oficial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), sob a execução do Inpa. Desde então, o governo brasileiro investiu R$ 32 milhões na iniciativa, enquanto o Reino Unido liberou o aporte de 7,3 milhões de libras (R$ 45 milhões).

Um artigo publicado pela equipe AmazonFACE em 2018 estimou que, caso a floresta entre em colapso ou atinja o ponto de inflexão, o dano socioeconômico ao longo de um período de 30 anos após esse momento crítico pode ficar entre U$ 957 bilhões e U$ 3,5 trilhões.

O experimento reúne aproximadamente 130 pessoas, incluindo pesquisadores, estudantes e cientistas sociais de cerca de 40 instituições. “Temos cientistas brasileiros e um grupo de britânicos participando. Em menor número, temos cientistas de outros países, como Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Austrália”, destaca Lapola.

A estrutura foi montada para analisar seis componentes:

  • os fluxos e armazenamento de carbono;

  • a ciclagem dos nutrientes dentro dos anéis;

  • o fluxo de umidade da floresta para a atmosfera;

  • a resposta de animais e plantas;

  • os impactos socioeconômicos para populações da região Amazônica e do mundo;

  • e modelos computacionais para formulação de hipóteses e projeções.

Com informações do g1-Campinas

Lula sanciona projeto que limita uso de celulares nas escolas em todo o país

Foto:Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou sem vetos o projeto que limita o uso de celulares nas escolas públicas e privadas de todo o país, nesta segunda-feira (13).

A nova lei proíbe o uso dos smartphones durante a aula, mas também no recreio ou nos intervalos entre os cursos.

O texto da lei determina que a regra vale para educação básica, que abrange pré-escola, ensino fundamental e ensino médio.

A sanção ocorreu em cerimônia fechada no Palácio do Planalto, com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, e de outros ministros, secretários e profissionais da área da educação, além da primeira-dama, Janja da Silva.

“Os deputados que aprovaram essa lei, e os senadores, tiveram um ato de coragem como poucas vezes na história do Brasil” declarou o presidente Lula, durante a cerimônia.

Ele explicou: “Eu, muitas vezes, imaginei que os deputados e as deputadas não iam ter coragem de aprovar esta lei, com medo da internet. Porque hoje o deputado e a deputada, para aprovar uma lei, ficam pensando quantos minutos eu vou apanhar na internet e quantas vão se engajar falando mal de mim”.

“Então, isso aqui foi um ato de coragem, de cidadania e um ato de respeito ao futuro desse país. Portanto, é com muito orgulho que eu vou sancionar a lei”, prosseguiu.

Segundo o petista, a determinação não irá prejudicar a formação digital do estudante. Mas, proporcionar mais momentos de interação.

“Nós vamos possibilitar que as crianças possam voltar a brincar, interagir entre si. Isso não vale só para a criança. Isso vale para muita gente. No meu gabinete não entra ninguém com telefone celular”, defendeu.

O que a lei determina?

A nova lei permite que estudantes portem celulares nas escolas, mas o uso será restrito a situações excepcionais, como emergências, necessidade de saúde ou força maior.

O projeto aprovado também possibilita o uso de aparelhos eletrônicos pessoais em sala de aula para:

  • fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação do professor;

  • garantir a acessibilidade e a inclusão;

  • atender às condições de saúde dos estudantes e assegurar “direitos fundamentais” dos alunos.

Quando a medida começa a valer?

Após a sanção de Lula, o projeto ainda precisa ser regulamentado.

O ministro da Educação, Camilo Santana, informou que as orientações para aplicação da norma serão traçadas ainda neste mês, mas as escolas já poderão implementar as regras a partir de fevereiro, no início do próximo ano letivo.

Também será definido um período para adaptação das redes de ensino.

Como será feita a fiscalização?

O ministro Camilo Santana explicou que detalhes operacionais, como o local de armazenamento dos celulares (mochilas ou áreas específicas), dependerão da estrutura e capacidade de fiscalização de cada escola.

Ele destacou que a ideia é permitir o uso apenas para fins pedagógicos e evitar o uso individual fora das disciplinas escolares.

Qual é a justificativa do projeto?

O relator do projeto no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), destacou estudos do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), que indicam os impactos negativos do uso excessivo de smartphones.

Segundo o relatório de 2022, alunos que passam mais de cinco horas diárias conectados obtiveram, em média, 49 pontos a menos em matemática do que aqueles que utilizam os dispositivos por até uma hora.

No Brasil, 80% dos estudantes relataram distrações durante as aulas, bem acima da média de outros países, como Japão (18%) e Coreia do Sul (32%).

Além disso, Vieira apontou que o consumo excessivo de redes sociais está associado a transtornos de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre jovens.

Com informações do g1

 

Incêndios em Los Angeles adiam pela segunda vez anúncio de indicados ao Oscar

Indicações ao Oscar são adiadas pela segunda vez (Foto: Sarah Meyssonnier / Reuters)

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas adiou pela segunda vez o anúncio das indicações ao Oscar deste ano por causa dos incêndios florestais em Los Angeles, disseram os organizadores nesta segunda-feira.

As indicações para as maiores honrarias da indústria cinematográfica serão anunciadas agora em 23 de janeiro. Originalmente, elas estavam marcadas para 17 de janeiro e depois tinham sido transferidas para 19 de janeiro.

“Devido aos incêndios ainda ativos na área de Los Angeles, achamos necessário estender nosso período de votação e mudar a data do anúncio de nossas indicações para dar mais tempo aos nossos membros”, disseram o presidente-executivo da Academia, Bill Kramer, e a presidente da Academia, Janet Yang, em um comunicado.

A Academia também cancelou o almoço anual dos indicados ao Oscar, que estava marcado para 10 de fevereiro. A transmissão do Oscar ainda está programada para o dia 2 de março.

No Brasil, a expectativa gira em torno de possíveis indicações relacionadas ao filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, que teve a atriz Fernanda Torres premiada no Globo de Ouro.

Os organizadores do Grammy disseram que as homenagens ao setor musical também ocorrerão como planejado, em 2 de fevereiro.

“O show deste ano, no entanto, terá um senso de propósito renovado: arrecadar fundos adicionais para apoiar os esforços de ajuda em relação aos incêndios e homenagear a bravura e a dedicação dos socorristas que arriscam suas vidas para proteger as nossas”, disseram autoridades da academia do setor em uma carta aos seus membros.

Reportagem de Lisa Richwine / Publicada no Uol

Prefeitura impulsiona arborização de Manaus com o plantio de 15 mil mudas em 2025

Foto: Antônio Pereira / Semcom

Quinze mil mudas serão plantadas em 50 espaços públicos da capital em 2025, conforme Programa de Arborização e Conservação Florestal (Manaus Verde), apresentado pela Prefeitura de Manaus, via Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Mudanças do Clima (Semmasclima).

O prefeito de Manaus em exercício, Renato Junior, assinou, junto ao secretário da Semmasclima, Fransuá Matos, o termo de compromisso na manhã desta segunda-feira (13), em solenidade na avenida Constantino Nery. Na ocasião, teve início o plantio de 150 novas mudas de ipês, oiti (a mesma espécie da avenida Getúlio Vargas), jutairana e chuva de ouro da amazônia (lofantera) no trecho de 5 quilômetros, que vai do complexo viário de Flores até o Terminal de Integração 1.

“Plantio de árvore é a garantia de sobrevivência da nossa gente. Na gestão do prefeito David, a gente planta árvores com responsabilidade e, este ano, a gente vai triplicar o que fizemos só no ano passado. Vamos plantar 15 mil árvores. Arborização e clima da capital são prioridades da nossa gestão”, afirma o prefeito em exercício.

O programa Manaus Verde é o responsável pela arborização da capital amazonense. Ao longo de todo o ano, são realizados os serviços de produção, plantio e doação de mudas e a manutenção da arborização pública, com podas, adubação e fixação de tutores (acessórios para ajudar no equilíbrio e crescimento de mudas).

De 2021 a 2024, 23.026 mudas foram plantadas. No mesmo período, 261.339 foram doadas à população em 213 ações, contemplando um bairro e zona distinta da cidade, a cada semana. No Centro de Produção de Mudas, foram produzidas 542.615 unidades, nos últimos 4 anos.

“É um compromisso da atual gestão do prefeito David Almeida que possamos nos tornar referência em arborização e qualidade de vida. Este ato é um exemplo do compromisso que nós temos com essas metas ambientais, para que Manaus passe a ser também uma cidade exemplo quando se fala em meio ambiente no Brasil. Sem dúvidas, Manaus será uma cidade mais arborizada”, garante Fransuá Matos.

Manaus para o mundo ver

Manaus participa atualmente de dois programas internacionais relacionados à temática ambiental: o “Cidades à Frente” (Cities Foward), do departamento de Estado dos Estados Unidos da América, e do “Geração Restauração” (Generation Restoration), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que pertence à Organização das Nações Unidas (ONU).

Em ambos, a seleção de Manaus foi oportunizada pelas ações previstas no programa municipal Viva Mindu, que visa a regeneração, a longo prazo, de toda a bacia hidrográfica do igarapé do Mindu. Os impactos são ambientais, sociais, econômicos e climáticos de curto a longo prazo, beneficiando cerca de 800 mil pessoas que vivem nas proximidades do igarapé do Mindu, cuja extensão é de 22 quilômetros, ao longo de 17 bairros da cidade.

Com informações da Semmas / Semcom

Oficina gratuita de Slime Neon é atração de férias para a criançada no Millennium Shopping

Foto: Divulgação

O Millennium Shopping realiza a partir desta quarta-feira (15), das 15h às 19h, a 3ª edição da Oficina de Slime Neon. A atividade segue até o dia 24, é gratuita e será uma oportunidade para a criançada estimular a imaginação e criatividade e, ainda, desenvolver a coordenação motora e cognitiva, raciocínio, visão e sensorialidade.

“A oficina é voltada para as crianças de 3 a 12 anos brincarem e colocarem a mão na massa fazendo a sua própria geleca, com uma variedade de cores, brilhos e texturas. Haverá uma sala com iluminação especial de luz negra onde as crianças irão se encantar com o efeito luminescente”, informa a coordenadora de marketing do Millennium, Elizandra Xavier.

Além disso, até o dia 28 de janeiro, o cinema do Millennium Shopping está com a promoção Cine Férias Cinépolis, que oferece 50% de desconto nos ingressos inteiros e meia entrada nas salas tradicionais e MacroXE, às segundas e terças-feiras.

Durante este período estão em exibição alguns dos filmes mais esperados do ano, entre eles, Mufasa: O Rei Leão, Sonic 3: O Filme e O Auto da Compadecida 2. A estreia desta semana é o filme Nosferatus, remake do clássico de mesmo nome lançado em 1922, uma das obras mais clássicas do gênero, responsável por influenciar centenas de outros filmes de terror que vieram depois dele.

Atrações musicais

Aos sábados do mês de janeiro, a praça de alimentação do Millennium Shopping recebe o músico Armando Soares. Das 12h30 às 14h30, ele traz um repertório com sucessos da Música Popular Brasileira (MPB). Já aos domingos, das 13h às 15h, é vez da cantora Bia Silva animar o público com uma mistura de ritmos, que vai do Rock, Pop, MPB, Bossa e Xote.

Com informações da assessoria

Comandante Dan destaca que BR-319 não pode se resumir a uma pauta eleitoreira

Foto: Assessoria

Com o retorno das chuvas no inverno amazônico e a volta gradual da navegabilidade dos rios, a BR-319 perde força na reivindicação da maioria das pessoas. Entretanto, para o deputado estadual Comandante Dan (Podemos) a estrada e suas condições de tráfego em segurança não podem ser tratadas com uma “pauta de ocasião ou de conveniência eleitoral”.

Ele afirma que, independentemente da estação, ou da época do ano, a rodovia, que faz a ligação de Manaus a Porto Velho, precisa ser prioridade aos poderes públicos e à sociedade civil.

“Na semana passada, a Superintendência Regional do Departamento Nacional de Transportes no Amazonas (DNIT), suspendeu o tráfego de veículos pesados na BR-319 até o mês de junho deste ano. Isso quer dizer que cargas acima de 45 toneladas ficam impedidas seis meses de transitar naquela estrada. E pasmem, as explicações dadas pela autoridade para a proibição foram a melhora no nível dos rios do Amazonas e os problemas de infraestrutura que a estrada possui, incluindo as pontes provisórias de madeira, que aguentam no máximo 36 toneladas. Mas esses são problemas que o próprio DNIT tem a responsabilidade de resolver, a exemplo das áreas com travessia de balsa, duas delas com pontes que desmoronaram. Parece brincadeira. O que leio a partir da medida legal é que é mais fácil diminuir a mobilidade que agir para resolver o problema, e que não há prioridade alguma na solução dos problemas da rodovia. Ela só serve de pauta eleitoreira e de conveniência”, destacou o deputado.

Dan Câmara destacou que, mesmo com o recesso parlamentar, tem mantido o monitoramento presencial e virtual das condições da estrada e que nada de novo está sendo efetivamente feito na questão de infraestrutura.

“Constituíram comissão, emitiram relatórios, falou-se muito, mas os amazonenses continuam sofrendo com a falta de infraestrutura e todo mundo que tem alguma voz parece ter esquecido isso. A estrada, com o retorno das chuvas, está intrafegável em vários trechos e as condições de segurança são as piores possíveis. Como alguém doente demandando um atendimento de urgência pode ser deslocar de Manaus a Porto Velho, ou vice-versa? Transporte aéreo tem um preço inacessível à população. Mas a pauta desapareceu da mídia e da boca dos faladores”, disse Câmara.

Ele afirma que a Comissão de Segurança Pública, Acesso à Justiça e Defesa Social está realizando os procedimentos necessários e encaminhando as demandas às autoridades competentes.

No retorno parlamentar, o deputado deverá organizar novos protestos com a população. Ele é o líder do Movimento “Soluciona BR”

Com informações da assessoria

 

 

 

 

Prefeitura promove workshop ‘O Guia Definitivo do Canva” com foco no impulso profissional

Foto: Semtepi

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi), em parceria com a empresa Hattori Tech, oferta 80 vagas gratuitas para o workshop “O Guia Definitivo do Canva: Crie Design Profissional sem ser Designer”, que acontece no dia 22/1, das 18h às 22h, no Casarão da Inovação Cassina, localizado na rua Governador Vitório, no centro histórico da cidade.

O objetivo do workshop é capacitar os participantes a criarem designs profissionais utilizando o site Canva, uma ferramenta intuitiva e acessível, sem a necessidade de conhecimentos avançados em design gráfico. Durante o evento, os participantes aprenderão a usar recursos e funcionalidades do Canva para criar materiais visuais impactantes, além de receber dicas sobre layouts, tipografia, paletas de cores, entre outras estratégias de design.

“Este workshop é uma excelente oportunidade para empreendedores e profissionais que desejam melhorar a presença visual de suas marcas sem precisar ser especialistas em design. Com a parceria da Hattori, a Prefeitura de Manaus oferece aos participantes, ferramentas valiosas para otimizar suas estratégias de marketing visual e aumentar o engajamento com o público”, afirmou Alonso Oliveira, titular da Semtepi.

Para participar, os interessados devem realizar a inscrição por meio do link: https://sympla.com/hattori e comparecer ao local com vestimentas adequadas e documento de identificação com foto.

Com informações da assessoria 

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