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‘Quando terminar meu mandato vocês vão dizer ‘Lulinha’ fica’, diz presidente a prefeitos

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante café com jornalistas, no Palácio do Planalto - Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Lula (PT) disse nesta terça-feira (11) durante evento com prefeitos de todo o país que eles vão pedir “Lulinha fica” quando seu mandato chegar ao final.

“Eu sou muito humilde, mas eu duvido que na história desse país houve um presidente que já cuidou dos prefeitos como eu cuidei em todos os mandatos. E quando acabar o mandato vocês vão dizer: ‘Lulinha, fica. Porque nós precisamos de um presidente”, disse.

A fala foi feita durante o primeiro dia do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, que vai até quinta-feira (13) e reúne prefeitos e gestores municipais de todo o país.

O evento, coordenado pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência (SRI), tem o objetivo de fortalecer o diálogo entre as cidades e o governo federal, em um contexto pós derrota do PT em cidades-chave para o partido nas eleições municipais deste ano.

Em seu discurso, Lula deu destaque ao trabalho dos prefeitos e a necessidade de parceria entre as gestões municipais e o governo federal.

Ao longo de suas falas, Lula foi bastante aplaudido, mas recebeu o grito de “deixa de ser mentiroso, rapaz” ao falar que cidades lideradas por nomes da oposição não receberiam tratamento diferente em seu governo.

“Não haverá hipótese alguma de um Banco do Brasil, BNDES deixar de atender alguém por questão ideológica. Nós sabemos como a oposição é tratada nesse país e não faz muito tempo”, afirmou.

“Mas o dado concreto é que eu quero que vocês tenham a consciência e a certeza absoluta. Enquanto eu for o Presidente da República, nenhum prefeito e nenhuma prefeita será discriminado por não ser do meu partido.”

Foto: Reprodução

Participaram do evento os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e a maior parte dos ministros do governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não participou.

Entre os chefes locais que marcaram presença, estiveram os prefeitos João Campos (PSB), de Recife e Eduardo Paes (PSD), do Rio. A cerimônia foi realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília

Além da SRI, a realização é capitaneada pela CNM (Confederação Nacional de Municípios), a mesma organização responsável pela marcha dos municípios, evento em que Lula foi vaiado e cobrado pelos gestores, em maio deste ano. Na época, a principal demanda era a desoneração da folha de pagamento dos municípios.

O presidente da CNM, Paulo ZiulKoski discursou no encontro e agradeceu a Lula e voltou a falar do problema orçamentário das prefeituras. Em entrevista anterior à Folha, ZiulKoski criticou a burocracia para o envio de verbas às cidades, sobretudo em caso de catástrofes.

“Muitos dizem que a Confederação é um sindicato, que é dos prefeitos, mas nós estamos aqui como cidadãos, não como prefeitos”, disse nesta terça.

A ABM (Associação Brasileira de Municípios) e a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) também compõem a organização do evento desta terça.

Estão previstas cerca de 170 atividades simultâneas com informações sobre diretrizes e orientações sobre os programas do governo federal e recursos disponíveis, além de informações técnicas, administrativas e financeiras sobre os municípios.

Temas como enfrentamento de questões climáticas e eventos extremos, direitos humanos, cidadania e gestão local, políticas de integração, segurança pública e transição energética também estão na pauta.

Além disso, governo e gestores discutem o relacionamento institucional das prefeituras com ministérios e outros órgãos governamentais e o pacto federativo.

Foto: Agência Brasil

O evento é patrocinado pelos Correios, Sebrae, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, com Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) e Petrobras como parceiros institucionais.

*Com informações de Folha de São Paulo

Hamas torturou e executou terroristas gays, diz jornal

Segundo jornal americano, terroristas do Hamas foram mortos por serem homossexuais - Foto: Reprodução / New York Post

O Hamas torturou e executou terroristas que supostamente fizeram sexo gay, mostram documentos. Algumas vítimas israelenses do sexo masculino foram estupradas em cativeiro. As informações estão em uma reportagem do jornal NY Post.

O NY Post afirma que o grupo terrorista proxy iraniano tinha uma lista de recrutas considerados reprovados nas “verificações de moralidade” do Hamas por terem relações homossexuais. E por esse motivo, pagaram um alto preço, de acordo com documentos recuperados pelas Forças de Defesa de Israel e compartilhados com o The Post.

Os documentos revelam os “crimes” que foram supostamente cometidos por 94 recrutas do Hamas, juntando “conversas homossexuais”, “flertar com garotas sem um relacionamento legal” e “sodomia” com sérias alegações de estupro e tortura de crianças.

Ainda segundo o jornal, as alegações, feitas em 2012 e 2019, envolvem recrutas para a inteligência, o exército e o ministério do interior do Hamas. Novos membros teriam sido considerados “inaceitáveis” para continuar trabalhando com o grupo terrorista por causa de suas ações.

“Ele tem relacionamentos românticos no Facebook. Ele nunca reza. Ele é comportamental e moralmente desviante”, dizia outra alegação, usando o jargão do Hamas para ser gay.

Não está claro o que aconteceu com os recrutas identificados como “inaceitáveis” para o Hamas, mas a homossexualidade é ilegal em Gaza e pode resultar em anos de prisão — e até mesmo a morte.

Morte de membro do alto escalão

O The Post cita como exemplo o que ocorreu com o ex-comandante do Hamas Mahmoud Ishtiwi, que foi executado em 2016 após ser acusado de fazer sexo gay.

A confissão de Ishtiwi e o aparente testemunho sobre o tratamento brutal que ele recebeu foram incluídos nos documentos compartilhados com o jornal.

Faixa de Gaza – Foto: Israel Defense Forces / Handout via Reuters

“Cometer o crime de sodomia de forma hedionda enquanto ele é casado com duas mulheres”, escreveram os líderes religiosos nos documentos do Hamas. “Isso é mais hediondo do que adultério e foi descrito como obscenidade no Alcorão mais de uma vez.

“A sodomia recebe sua punição, no mínimo, que é apedrejamento até a morte.”

O Hamas executou Ishtiwi com três balas no peito depois de mantê-lo preso e torturá-lo por cerca de um ano, de acordo com os documentos.

Autoridades e sobreviventes dos terríveis ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 contra Israel relataram brutalidades em conversas recentes com o The Post em Israel.

Houve vários casos de combatentes do Hamas estuprando homens israelenses horrivelmente durante os ataques de 7 de outubro, e também de reféns mantidos em cativeiro após o ataque que desencadeou a guerra Israel-Hamas, afirma o The Post.

Documentos sigilosos

Questionada pelo jornal sobre os motivos dos relatórios não terem sido amplamente compartilhados na campanha de propaganda do grupo terrorista, destacando seus ataques de 7 de outubro, a fonte disse que é algo “profundamente contra a religião deles. Isso traria [ao Hamas] muita vergonha”.

A diretora de educação do One Israel Fund , Eve Harow, disse ao The Post que a violência do Hamas contra suas próprias fileiras prova que sua desumanidade não conhece limites.

“Mesmo dentro de sua própria sociedade, aqueles que não se conformam com a ideologia extremista do Hamas- mulheres, jornalistas, ativistas ou grupos minoritários — enfrentam perseguição, prisão ou até mesmo execução. Sua liderança prospera na destruição, sacrificando seu próprio povo enquanto culpa o mundo pelas consequências de sua própria brutalidade.”, disse.

*Com informações de IG

‘Parintins vai aumentar índices da Educação em escolas municipais’, afirma Mateus Assayag

Foto: Pitter Freitas / Secom Parintins

Durante reunião que envolveu gestores, coordenadores pedagógicos, coordenadores de polo de terra firme e equipe da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) no início desta semana, o prefeito de Parintins, Mateus Assayag, anunciou que toda a rede municipal de educação trabalhará para que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) do município cresça em 2025.

Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, Parintins desponta com o índice de 5,9 (meta era (5,8), enquanto nos anos finais ficou em 4,8 (meta era 5,4), conforme IDEB de 2023. A meta da Prefeitura de Parintins é manter o índice dos anos iniciais acima da média e melhorar os números dos anos finais, alcançando a média nacional.

Para alcançar melhorias no IDEB, o prefeito Mateus Assayag destacou uma prática pedagógica técnica e humana como principal elemento desse processo. De acordo com o prefeito, ele estará presente nas escolas das zonas urbana e rural para fazer o acompanhamento das atividades pedagógicas e verificar melhorias necessárias nos educandários a fim de proporcionar um ambiente com a estrutura necessária para o pleno processo de ensino e aprendizagem.

“Eu quero que Parintins esteja não apenas no dia a dia, na sala de aula, nas escolas com a melhor educação do Estado do Amazonas, mas eu quero que Parintins tenha os melhores índices do IDEB do Estado do Amazonas e também trabalhar ao longo do mandato para que a gente tenha dentro do Brasil. Para isso, é preciso que a gente melhore cada vez mais a estrutura física das escolas tanto da cidade quanto da zona rural. É preciso que a gente invista e nós vamos investir muito na capacitação continuada dos nossos profissionais da educação (professores, monitores, coordenadores pedagógicos, merendeiras, vigias, serviços gerais). Nós vamos investir bastante nisso”, garantiu o prefeito Mateus Assayag.

Alinhamento

No encontro com gestores e coordenadores promovido nesta segunda-feira, a Secretaria Municipal de Educação direcionou o planejamento para o início das atividades escolares em 2025. O ano escolar começa no dia 20 de fevereiro, com um grande encontro que ocorrerá na Arena Olímpica Rubem dos Santos. O ato envolverá todos os profissionais da rede municipal de educação.

Com informações da Prefeitura de Parintins

Manauara Shopping anuncia bailinhos, música ao vivo e oficinas para o Carnaval 2025

Clientes que fazem parte do Programa de Benefícios concorrem a três viagens e três jogos de malas - Foto: Divulgação

O Manauara Shopping já está se preparando para entrar em clima de folia e anunciou a programação especial do Carnauara, evento que promete agitar o Carnaval 2025 com atividades para toda a família. Nos dias 3 e 4 de março, das 15h às 21h, o Teatro Manauara será palco de uma verdadeira festa carnavalesca, com atrações para o público infantil.

A programação inclui bailinhos temáticos, música ao vivo, oficina de pintura facial, colares havaianos e máscaras carnavalescas e muito mais.

As inscrições para participar do Carnauara poderão ser feitas presencialmente nos dias 1º e 2 de março, em frente à loja Bemol, no piso Tucumã, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Os atendimentos ocorrerão das 11h às 21h. Para crianças, a participação exige a presença de um acompanhante maior de idade, limitado a dois adultos por criança e três crianças por adulto.

O evento tem inscrição beneficente, com a doação de 1kg de alimento não perecível por inscrição e as vagas são limitadas à capacidade do espaço.

“O Carnauara foi pensado para reunir famílias, amigos e diferentes gerações em uma celebração cheia de cor, música e cultura. É uma oportunidade de resgatar tradições carnavalescas e, ao mesmo tempo, criar memórias inesquecíveis”, disse a gerente de Marketing do Manauara Shopping, Karla Henderson.

O bailinho carnavalesco ocorrerá nos dias 3 e 4 de março, no Teatro Manauara, das 17h às 21h, com apresentações de DJ e da banda Brincando no Ateliê.

Com informações da assessoria

Roberto Cidade volta a cobrar instalação de Comitê Municipal Permanente de Crise

Foto: Herick Pereira

Com a previsão de 60 a 100 milímetros por dia de chuva para os próximos dias em Manaus, o deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), volta a cobrar que a Prefeitura de Manaus instale um Comitê Municipal Permanente de Crise. O objetivo é monitorar e atuar, de forma antecipada, diante das situações emergenciais que se apresentam em razão do período de chuvas, das cheias e das vazantes históricas dos rios e igarapés.

“As mudanças climáticas, o aumento no número de chuvas, as áreas de risco, tudo isso precisa ser acompanhado de perto pelo Poder Público. Hoje, o município possui apenas uma organização de um comitê de crise provisório quando uma situação crítica se apresenta. Isso é pouco. Manaus precisa de um trabalho melhor coordenado e com equipes que trabalhem, conjuntamente, a longo prazo e de forma permanente para que a população possa ser atendida de imediato, caso algum problema mais sério se apresente. O comitê também deve trabalhar na prevenção”, destacou o deputado presidente.

Apresentada mediante o Requerimento nº 3.898/2024, a indicação encaminhada ao prefeito de Manaus destaca que os eventos extremos têm ocasionado impactos graves sobre a infraestrutura urbana, a economia local, a segurança e a saúde da população, demandando uma resposta coordenada e eficiente por parte das autoridades públicas.

“O Comitê Municipal Permanente de Crise seria responsável por monitorar, prever e mitigar os efeitos adversos dessas situações emergenciais na capital”, reforçou.

O comitê deve envolver diversas secretarias e órgãos municipais, em articulação com instâncias estaduais e federais, incluindo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e demais entidades de pesquisa que possam oferecer dados e previsões essenciais para as tomadas de decisão.

Entre as responsabilidades do Comitê Municipal Permanente de Crise estariam o monitoramento contínuo dos níveis dos rios e igarapés, a articulação de ações emergenciais e preventivas, o planejamento e a execução de campanhas de conscientização pública sobre as ações de prevenção e resposta e o estabelecimento de uma comunicação direta e eficaz com as comunidades mais vulneráveis no estabelecimento de procedimentos de segurança.

“A criação do Comitê Permanente também permitiria a elaboração de um plano de resposta rápida, focado na minimização de danos e na resiliência da cidade em face de eventos climáticos extremos. Por meio dele também, a gestão pública municipal poderá promover ações que assegurem a proteção e o bem-estar da população, a integridade dos recursos naturais e a continuidade das atividades econômicas da cidade”, disse.

Aviso meteorológico

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu nesta segunda-feira (10/2), aviso para risco de eventos geo-hidrológicos na capital do Amazonas.

De acordo com o órgão, considera-se alta a probabilidade de ocorrência de movimentos de massa em Manaus, devido à grande quantidade de pessoas residindo em áreas sujeitas à deslizamentos de terra, aos acumulados registrados nas últimas 48 horas e à previsão de chuva ao longo do dia, que poderá ser na forma de pancadas de forte intensidade e gerar acumulados significativos.

O Inmet também emitiu nesta segunda-feira alerta de previsão de chuvas intensas (perigo) para Manaus nas próximas horas. O instituto prevê chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia, com ventos intensos entre 60 e 100 km/h.

Segundo o Inmet, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. O aviso iniciou às 10h (de Brasília) de ontem e se estende até as 10h de hoje (11).

Fonte: https://alertas2.inmet.gov.br/49818

Com informações da assessoria

Inflação cai em janeiro e fica com menor taxa para o mês desde o início do Plano Real

Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil / Arquivo

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou janeiro com alta de 0,16%, ante uma elevação de 0,52% em dezembro, informou nesta terça-feira, 11, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a menor taxa para um mês de janeiro desde o início do Plano Real, em 1994.

O resultado foi idêntico à mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast. O intervalo das previsões ia de alta de 0,05% a 0,24%, com mediana positiva de 0,16%.

O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,56%, resultado também idêntico à mediana das projeções, que iam de 4,31% a 4,64%. A meta de inflação perseguida pelo Banco Central é de 3%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.

Os preços de energia elétrica residencial recuaram 14,21% e exerceram o impacto negativo mais intenso (-0,55 p.p.) sobre o IPCA de janeiro. Fernando Gonçalves, gerente do IPCA, explica que “essa queda foi decorrência da incorporação do bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas em janeiro”.

A energia elétrica residencial integra o grupo da habitação, que registrou queda de 3,08% com impacto de -0,46 p.p. sobre o IPCA de janeiro.

Os preços do grupo transportes subiram 1,30% e exerceram um impacto de 0,27 p.p. sobre o IPCA de janeiro, por influência das altas em passagens aéreas (10,42%) e ônibus urbano (3,84%).

Já o grupo de alimentação e bebidas teve seu quinto aumento consecutivo (0,96%) e contribuiu com 0,21 p.p. para o índice do mês. Nesse grupo, a alimentação no domicílio subiu 1,07%, influenciado pelas altas da cenoura (36,14%), do tomate (20,27%), e do café moído (8,56%). Por outro lado, os preços da batata-inglesa (-9,12%) e do leite longa vida (-1,53%) recuaram.

Já a alimentação fora do domicílio desacelerou de 1,19% em dezembro para 0,67% em janeiro. Tanto o lanche (0,94%) quanto a refeição (0,58%) tiveram variações inferiores às do mês anterior (0,96% e 1,42%, respectivamente).

Com informações do Terra / Estadão

‘Pokémon: Horizontes’ tem música de abertura interpretada por artista amazonense Cella

Foto: Assessoria

A cantora e atriz Cella, ex-The Voice Kids, interpreta a versão em português da abertura da segunda temporada da série “Pokémon: Horizontes”, que estreou na Netflix na semana passada. A artista manauara, radicada no Rio de Janeiro, foi selecionada por testes e gravou a dublagem no ano passado. O anime acompanha os protagonistas Liko e Rain, e seus respectivos parceiros Pokémon, Sprigatito e Fuecoco, em suas aventuras pelo mundo Pokémon. Na temporada, intitulada “Pokémon: Horizontes – Temporada 2 – A Busca por Laqua”, os personagens continuam sua jornada para encontrar a lendária terra de Laqua e os seis heróis restantes, enquanto aprimoraram as habilidades como treinadores.

“O universo Pokémon esteve muito presente na minha infância, por causa do meu irmão que era fã e dividia o quarto comigo, então, tenho uma ligação afetiva com essas histórias e esses personagens desde pequena”, conta Cella, de 23 anos. “Fiquei muito feliz em ter sido convidada e passar nesse teste, porque sei que a minha voz vai estar presente na vida de muitas pessoas. Essas aberturas são icônicas e ficam eternizadas, como uma lembrança carinhosa”, comemora a cantora.

Ainda nos planos deste ano, está a reestreia do espetáculo “República Lee – Um Musical ao Som de Rita”, da In Cena Produções, que fez temporada de sucesso em São Paulo, no ano passado. Cella assina a idealização, produção do espetáculo, e está no elenco ao lado de Caio Nery, Rodrigo Salvadoretti, Ingrid Klug, e Pedro Balu, com texto e direção de Tauã Delmiro. O musical – que recebeu três indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital e duas ao Prêmio do Humor, do Fabio Porchat – chega a Manaus dias 12 e 13 de julho, e depois faz temporada no Rio de Janeiro.

Sobre Cella Bártholo

Cella iniciou sua carreira na infância. A multiartista representou o Amazonas no programa “The Voice Kids”, em 2017, ainda usando o nome de batismo Marcella Bártholo. No ano seguinte, se mudou para o Rio de Janeiro, onde se dedicou ao teatro musical e se apresentou por todo o Brasil. Sua dedicação aos palcos lhe rendeu indicações de Atriz Revelação e Atriz Coadjuvante em prêmios do segmento. Hoje, foca em sua carreira musical solo e seu trabalho como atriz, produtora e idealizadora.

É diretora artística do Grupo In Cena, formado pela escola In Cena Casa de Artes e pela In Cena Produções. O grupo iniciou suas atividades em 2020, com cursos virtuais de teatro musical e, um ano depois, já tinha sua sede em Botafogo, no Rio de Janeiro. Pela In Cena Casa de Artes já passaram mais de 1.000 alunos e muitos deles já estão no mercado de trabalho. A In Cena Produções lançou seus dois primeiros musicais profissionais em 2024: o infantil “Tumpatatum”, no Rio de Janeiro, e o adulto “República Lee – Um musical ao som de Rita”, em São Paulo, que recebeu três indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital e duas ao Prêmio do Humor, do Fabio Porchat.

Com informações da assessoria

Apae e secretaria estadual discutem parcerias em favor de pessoas excepcionais

Foto: Assessoria

A presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Manaus (Apae Manaus), Ione Tôma, e a secretária executiva da Secretaria de Pessoas com Deficiência (Sepcd), vinculada à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), Selma Trindade se reúnem para fortalecer parcerias e discutir novas ações para ampliar os serviços oferecidos às pessoas atendidas pela Apae.

Atualmente, a Apae Manaus conta com o Termo de Fomento 014/2024, firmado com a Sejusc, que garante o suporte de uma equipe multidisciplinar composta por profissionais das áreas de Psicologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Serviço Social e Administração. Esse apoio possibilita um atendimento mais amplo e especializado às pessoas com deficiência intelectual e múltipla que são assistidas pela instituição.

A reunião aconteceu no mesmo dia em que a Apae realizava um encontro com pais e responsáveis para discutir o retorno do ano letivo, o que tornou o momento ainda mais oportuno. “Foi uma reunião muito produtiva e essencial para o fortalecimento do nosso trabalho. A Apae está aberta a novas parcerias, tanto de instituições públicas quanto privadas, e quem quiser contribuir pode fazer a doação via PIX: CNPJ 04.216.628/0001-80. Toda ajuda é fundamental para continuarmos oferecendo um serviço de qualidade às pessoas com deficiência e suas famílias”, ressaltou a presidente da instituição, Ione Tôma.

Além do reforço no apoio aos serviços já oferecidos pela Apae, a secretária executiva Selma Trindade destacou a importância da inclusão social e anunciou o suporte da Sejusc para a emissão de documentos e carteiras de identificação para Pessoas com Deficiência (PcDs), facilitando o acesso a direitos e benefícios. Ela também apresentou o programa Crédito Mais Inclusão, voltado para mães atípicas que trabalham de forma autônoma, muitas delas sem condições de exercer atividades fora de casa devido aos cuidados diários com seus filhos PcDs.

“Faço questão de conhecer de perto as instituições apoiadas pelo Governo do Estado, pois só assim podemos entender melhor suas necessidades e buscar soluções mais eficientes. A Apae Manaus realiza um trabalho fundamental, e queremos fortalecer essa parceria para garantir que os atendidos tenham acesso a mais oportunidades e qualidade de vida”, afirmou Selma Trindade.

O Crédito Mais Inclusão é uma iniciativa da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam) em parceria com a Sejusc, oferecendo suporte financeiro para que essas mães possam investir em pequenos negócios e garantir uma renda própria. A secretária reforçou que a pasta segue empenhada em criar oportunidades para que as pessoas com deficiência e seus familiares tenham mais autonomia e dignidade.

Com esse encontro, a Apae Manaus reafirma seu compromisso com a inclusão e a assistência especializada, buscando constantemente parcerias e recursos para aprimorar seus serviços e proporcionar um futuro mais digno para as pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

Com informações da assessoria

Emendas de Eduardo Braga para Manaus são destacadas na abertura do ano na CMM

Foto: Assessoria

As emendas parlamentares do senador Eduardo Braga (MDB-AM) e sua articulação junto ao governo federal para obras e serviços na cidade de Manaus foram destacados por vereadores e pelo prefeito David Almeida (Avante) durante a abertura do ano legislativo na Câmara Municipal de Manaus (CMM). Ao todo, 41 parlamentares iniciam a 19ª Legislatura (2025-2028).

Na leitura da mensagem governamental, o prefeito David Almeida fez questão de lembrar da parceria com o senador Eduardo Braga. “Nunca se investiu tanto em (obras para solucionar) voçorocas (grandes erosões no solo). Foram 32 áreas que nós fizemos e temos agora mais 17 com 13, ou seja, mais 30 para fazer: emenda do senador Eduardo Braga de R$ 100 milhões de reais, numa cidade que não tinha nem secretaria de habitação”, destacou David Almeida.

De 2021 a 2024, o senador Eduardo Braga indicou R$ 413,4 milhões em emendas parlamentares para Manaus nas áreas de infraestrutura, saúde, habitação, assuntos fundiários, assistência social, segurança pública, defesa social e para feiras e mercados. Só no ano passado, o parlamentar empenhou R$ 119,2 milhões em emendas, principalmente, em infraestrutura e habitação.

A construção de conjuntos habitacionais a partir das emendas e articulação do senador junto ao governo federal através do programa Minha Casa, Minha Vida também foram ressaltadas na mensagem governamental do prefeito David Almeida. Sete residenciais populares já estão com obras em andamento e a expectativa é entregar 4.700 moradias por ano.

“Nos próximos quatro anos serão 4.700 moradias por ano. Já iniciamos a construção de sete conjuntos residenciais habitacionais. Agora no mês de maio, a gente entrega as primeiras 576 moradias. Até o mês de julho, a gente quer entregar lotes do novo residencial do Bairro Planejado. Nós queremos trabalhar, tirar as pessoas das áreas de risco. Infelizmente, Manaus tem mais de 56% da sua área ocupada de forma indevida. Pessoas que vão morar próximo a encostas, próximo aos igarapés por necessidade, por falta de políticas públicas”, disse David Almeida.

O prefeito David Almeida também agradeceu ao senador Eduardo Braga, que é líder nacional do MDB, pela cessão de vereadores do seu partido na composição da sua base governista na Câmara Municipal. São eles Luís Augusto Mitoso, Kennedy Marques Protetor dos Animais e Raulzinho.

Vereadores elogiam Eduardo Braga

Parlamentares tanto do MDB quanto de outros partidos como João Paulo Janjão (Agir), Paulo Tyrone e Ivo Neto do PMB reforçaram a importância do trabalho do senador Eduardo Braga em prol da cidade de Manaus.

Um deles foi o vereador Luís Augusto Mitoso (MDB). “O senador tem sido um parceiro enorme da Prefeitura de Manaus mandando emendas nas áreas de habitação, segurança, saúde. E agora não vai ser diferente: com três vereadores aqui na casa legislativa, vamos estar juntos e ainda mais próximos do senador, que com certeza vai continuar atendendo aos nossos pleitos”, ressaltou.

Raulzinho (MDB), 2º vice-presidente da Mesa Diretora da CMM nesta 19ª Legislatura, destacou o trabalho do senador Eduardo Braga durante a relatoria da regulamentação da Reforma Tributária, que manteve as vantagens e a competitividade da Zona Franca de Manaus. “O estado do Amazonas é grato, a Câmara Municipal é grata. Me sinto muito honrado como vereador e 2º vice-presidente divulgar os trabalhos do senador Eduardo Braga, não só na Reforma Tributária, mas todos os recursos de emenda e investimento para a cidade, obras importantes junto com a prefeitura e ao prefeito David”, disse.

O vereador João Paulo Janjão, mesmo de outro partido, o Agir, fez questão de enfatizar a relevância da atuação do senador Eduardo Braga pelo bem da cidade de Manaus. “O senador nunca deixou de ser parceiro de Manaus. Como relator da Reforma Tributária manteve os benefícios fiscais da Zona Franca, preservando mais de 400 mil empregos de forma direta e indireta. Imagina o que seria de nós sem o senador Eduardo Braga encabeçando essa luta lá no Senado. Eu acredito, sim, que o senador pode contribuir mais com a nossa cidade, como vem contribuindo”, disse.

Com informações da assessoria

 

‘Sem exceções’: Tarifas de Trump vão afetar aço e alumínio do Brasil e outros países

Foto: Agência Brasil

O presidente americano, Donald Trump, assinou ações executivas que impõem tarifas sobre as importações de aço e alumínio na noite desta segunda-feira (10).

Trump determinou uma tarifa de 25% sobre alumínio e aço e cancelou isenções e cotas livres de impostos para grandes fornecedores como Canadá, México, Brasil e outros países.

A taxa extra de 25% que os Estados Unidos cobrarão sobre a importação do aço brasileiro vai pressionar a siderurgia nacional, que precisará se desdobrar para vender o excedente do produto para outras partes do mundo, sob o risco de reduzir a produção e até cortar empregos. Para o restante da economia, a redução das vendas vai reduzir a circulação de dólares no Brasil, o que pode desvalorizar o real frente à moeda americana.

“Qualquer aço que entrar nos Estados Unidos terá uma tarifa de 25%”. A promessa foi feita no domingo (9) pelo presidente americano Donald Trump a jornalistas que voavam com ele para Nova Orleans para assistir ao Super Bowl.

Os EUA são os maiores importadores do aço brasileiro. O país foi o segundo maior fornecedor do produto para os Estados Unidos em 2024, atrás apenas do Canadá. Ao longo do ano passado, as siderúrgicas brasileiras forneceram 4 milhões de toneladas de aço aos americanos, o equivalente a US$ 3 bilhões em exportações.

Com a sobretaxa, as siderúrgicas precisarão se desdobrar para vender o excedente a outros lugares do mundo. “A realocação desse volume é um desafio enorme”, afirma o professor de Finanças e Governança Corporativa da ESPM, Jorge Ferreira dos Santos Filho. “A alternativa seria ampliar as exportações para a China. Outras opções seriam países da União Europeia e do Mundo Árabe, que aumentou a demanda ao longo dos últimos anos.”

“Seria necessário esforço diplomático e comercial do governo para ampliar as vendas para mercados tradicionais e buscar novos países”, afirma o professor.

O mercado interno dificilmente conseguiria absorver esse aço. “Dependeria de políticas públicas para incentivar a indústria, de projetos de infraestrutura e do aquecimento da construção civil”, diz Santos Filho. “Esses setores são grandes consumidores de aço. O automobilístico também poderia absorver parte da produção, mas depende de incentivos governamentais.”

Se não conseguir vender esse aço para outros países, o real pode se desvalorizar em relação ao dólar. “Uma queda nessas exportações resultará em uma diminuição significativa na entrada de dólares no Brasil. Isso pode levar a uma desvalorização do real frente ao dólar”, alerta o professor da ESPM.

No pior dos cenários, a produção nacional vai cair e siderúrgicas precisarão cortar empregos. “Pode ser que a produção nacional reduza, e pode até ter demissão”, diz Passos. Santos Filho concorda. “Um dos efeitos imediatos será a redução da produção de aço, o risco de desligamento de fornos e a demissão de trabalhadores, como ocorreu durante o primeiro mandato de Trump”, quando ele também elevou as taxas sobre o aço.

As empresas que atuam em território nacional vão sofrer mais. “A Usiminas, a CSN e outras siderúrgicas com atuação mais local terão impacto negativo em volume produzido e em preço”, diz Passos.

Poucas empresas brasileiras se aproveitariam da taxação. “Siderúrgicas que atuam nos EUA, com fabrica lá, se beneficiam da sobretaxa, como é o caso da Gerdau”, diz Passos. “Ela tem fábrica nos EUA, consegue atender a demanda local: 40% da geração de caixa dela vêm dos EUA. A Gerdau vai conseguir surfar, dada sua capilaridade geográfica.”

Empresas de outros setores também vão sofrer. “A taxação provavelmente terá efeitos para além do setor siderúrgico, pois os fornecedores da cadeia de matérias-primas, transportadores e indústrias que dependem do aço serão afetados também”, diz o professor. “Isso terá impacto no resultado financeiro das empresas, acarretando na redução de postos de trabalho”.

Brasil deve sobretaxar EUA

Apesar das más notícias para a siderurgia e para a moeda brasileira, a economia em geral será pouco afetada. “A exportação de aço tem pouca participação no PIB (Produto Interno Bruto) e por isso o impacto sobre a economia em geral será pequeno”, acredita Passos. Por isso, Lula deve evitar confrontar Donald Trump.

Antes de sobretaxar os produtos americanos, o Brasil precisa negociar. “Agir com reciprocidade é arriscado”, diz o professor. “O ideal é buscar negociações diplomáticas para proteger a siderurgia sem prejudicar outros setores ou as relações bilaterais com os EUA.”

Passos lembra que o Brasil não está na mira de Trump, já que a taxação envolveu todos os exportadores de aço. “Nossa situação é diferente de México e Canadá, que não têm margem de manobra em razão do déficit com os EUA. Os americanos têm superávit com o Brasil, então ainda podemos negociar. Não é uma boa saída responder imediatamente.”

Em 2024, as exportações para os EUA somaram US$ 40,3 bilhões. Já as importações de produtos americanos atingiram US$ 40,6 bilhões.

Antes da tarifa sobre o aço, o presidente Lula disse que pretendia responder à altura. “Se o Brasil optar pela reciprocidade, a área de tecnologia parece ser a mais provável para sobretaxação”, diz o professor. “Mas é crucial considerar os potenciais impactos econômicos e diplomáticos de tal medida.”

Se o Brasil retaliar os EUA, Trump pode colocar na mira produtos brasileiros com mais peso na economia. Alguns dos principais itens que o Brasil exporta para os EUA são petróleo bruto, produtos semiacabados de aço e ferro, café não torrado, celulose, aeronaves e carne bovina.

Até os americanos podem se prejudicar com a taxação do aço. “A primeira reação é esperar que os preços de aço e alumínio de curto prazo nos EUA aumentem devido a possível escassez de fornecimento regional ou interrupções na cadeia de fornecimento”, diz nota do banco de investimentos BTG Pactual.

Com informações do Uol

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