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Pauderney diz que empresas mostram interesse em investir na ZFM com Reforma Tributária

Foto: Assessoria

O deputado federal Pauderney Avelino, afirma que fim da guerra fiscal, com adoção plena do novo sistema tributário brasileiro, está estimulando grandes grupos empresariais a se instalarem no AM. Alguns, segundo ele, o têm procurado para conhecer as oportunidades no Polo Industrial de Manaus.

Em visita à nova planta da Indústria de Pneus da Amazônia, que inicia operações no Polo Industrial de Manaus neste ano, o deputado federal, Pauderney Avelino (União-AM), revelou que grandes grupos empresariais o têm procurado para conhecer as vantagens de se instalar na Zona Franca, após a Reforma Tributária.

“A todos que me procuram, afirmo que a Reforma Tributária estipulou uma data para o fim da chamada “guerra fiscal” entre os estados: 2032, que é quando se encerra o prazo de transição para o novo sistema tributário. Com isso, somente a Zona Franca de Manaus poderá oferecer benefícios fiscais”, assegurou.

Pauderney acrescentou ainda, que o modelo ficará ainda mais atrativo a novos negócios ao oferecer segurança jurídica ao investidor como único estado da federação a usufruir de vantagens tributárias, condição prevista na Constituição de 1988, que será definitivamente resgatada com a Reforma Tributária.

Fortalecimento do polo de duas rodas

A Indústria Pneus da Amazônia ocupa uma área aproximada de 105.000 metros quadrados, que abrigará as instalações da nova fábrica de pneus. Localizada no Km 23 da AM-010 (Manaus-Itacoatiara), tem previsão de gerar 600 empregos diretos e 1.800 indiretos na produção de pneus e câmaras para bicicletas e motocicletas.

Ao lado do presidente da empresa, Eugênio Ribeiro, Pauderney destacou a iniciativa da nova empresa de adquirir matéria-prima de famílias de ribeirinhos extrativistas do Amazonas. “Esse empreendimento vai fortalecer uma cadeia produtiva importante no nosso PIM, que hoje é o maior polo de duas rodas do país”, revelou.

Com informações da assessoria

Conheça Gabriela Lacerda, a piauiense vencedora do Miss Universe Brasil 2025

Gabriela Lacerda, Miss Piauí e vencedora do Miss Universe Brasil 2025 (Imagem: Reprodução / YouTube / Miss Universe Brasil TV)

Maria Gabriela Silva Lacerda, mais conhecida como Gabriela Lacerda ou Gaby Lacerda, 22, venceu o Miss Universe Brasil 2025, realizado ontem (13), em Barueri, região metropolitana de São Paulo, após derrotar outras 23 candidatas. Esta não foi a primeira vez que ela participou de um concurso de Miss.

Ela ficou em segundo lugar no Miss Universo Brasil 2021, quando havia outro licenciado do Miss Universo no país. Na ocasião, Gabriela perdeu a coroa para a cearense Teresa Santos, mas ganhou a faixa de Miss Simpatia (na edição 2025 também).

Antes da competição nacional, ela venceu o Miss Teen Brasil quando era adolescente, organizado pelo atual CEO do Miss Universe Brasil 2025, Gerson Antonelli. Ela ficou no Top 12 do Miss Teen Mundial 2018, em El Salvador.

Em setembro do ano passado, na ocasião do Miss Universe Brasil 2024, o primeiro sob a gestão de Antonelli, Gabriela foi repórter do evento. Ela realizou entrevistas com personalidades presentes antes do concurso começar.

Em seu Instagram, Gabriela diz que é católica e jornalista. Ela não falou se terminou a faculdade. Seu Linkedin aponta que ela é estudante de Jornalismo na Universidade Anhanguera no período de 2021 a 2025.

Ela também é embaixadora do “Mães da Sé”, uma instituição sem fins lucrativos que desde 1996 ajuda famílias na busca por seus entes desaparecidos. Ela publicou um vídeo em seu Instagram falando do projeto.

Causa foi defendida na final do concurso. Perguntada sobre qual seria sua plataforma social se eleita Miss Brasil, ela respondeu de forma tranquila e enfática: “Já tenho um projeto social que é impressionantemente esquecido pela sociedade. A gente quer falar sobre os desaparecidos que muitas vezes estão esquecidos pela própria lei e pela Justiça desse País”.

Gabriela conta que mulheres e mães passam anos buscando por seus filhos perdidos: “Eu conto a história das Mães da Sé e eu quero contar essa história não só para o Brasil, mas para o mundo inteiro, já que essa é uma realidade mundial”.

“Sei que o Miss Universo é essa plataforma, para que todos possam entender a gravidade disso e como nós podemos transformar a vida dessas mães e famílias que tanto estão sofrendo pela invisibilidade, pelo esquecimento. Eu serei essa miss, a miss de atitude”, disse Gabriela Lacerda, na etapa das perguntas antes de vencer o Miss Universe Brasil.

Gabriela Lacerda vai representar o Brasil no Miss Universo 2025, na Tailândia. O concurso está previsto para acontecer em novembro. A dinamarquesa Victoria Kjaer vai coroar sua sucessora após um ano de reinado.

Com informações da Splash / Uol

Preço dos alimentos cresceu por fatores internos do Brasil, aponta estudo

Alta do preço dos alimentos é considerado por analistas um dos principais fatores por trás da queda recente de popularidade do governo Lula (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

Segundo dados do IBGE, os alimentos ficaram 7,7% mais caros no ano passado com alta do dólar e fatores climáticos. Governo vem debatendo possíveis ações que possam contribuir com a queda no preço dos alimentos no país.

Estudo do Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização suprapartidária que busca formas para enfrentar problemas urgentes do país, avalia que “fatores internos” desempenharam um papel muito mais relevante no aumento dos preços domésticos de alimentos no ano passado.

E recomenda transferências diretas aos mais vulneráveis para combater os seus efeitos, mas sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.

Entre os fatores domésticos que impulsionaram para cima os preços dos alimentos estão a alta do dólar, que é fruto da ascensão do então candidato Donald Trump no cenário de sucessão à Casa Branca, nos Estados Unidos, e também incertezas sobre as contas públicas, além de fatores climáticos, como a chuva no Sul, depois a seca e as queimadas no segundo semestre.

O dólar alto pressiona os alimentos porque os preços desses produtos são cotados em moeda norte-americana. Já os fatores climáticos adversos diminuem a oferta, encarecendo os produtos. Com a conjunção desses fatores, os alimentos ficaram 7,7% mais caros no ano passado, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Somente no segundo semestre daquele ano [2024] o índice em dólares começou a registrar aumentos, mas em uma magnitude menor do que a observada em reais. Essa discrepância indica que os fatores internos desempenharam um papel muito mais relevante no aumento dos preços domésticos de alimentos, dado que o comportamento dos preços globais não justifica a aceleração vista no mercado brasileiro”, diz a CLP, no estudo.

E acrescenta: “o fato de o índice de preços em reais ter ultrapassado significativamente o índice em dólares nos últimos meses reforça ainda mais tal hipótese”.

Transferências aos mais vulneráveis

O estudo da CLP avaliou várias possibilidades de atenuar a alta dos preços dos alimentos para os mais pobres, e concluiu que a melhor forma, no curto prazo, é “fortalecer os instrumentos de proteção social por meio de transferências de renda, direcionadas especificamente aos grupos mais vulneráveis”.

Mas acrescenta que isso deve ser feito com sustentabilidade fiscal, ou seja, sem prejudicar o bom desempenho das contas públicas, pois isso poderia pressionar mais o dólar (como aconteceu no fim do ano passado) e resultar em um “impacto significativo” sobre os preços dos alimentos.

“A sustentabilidade fiscal desempenha um papel crucial na estabilidade da taxa de câmbio. Quando o governo apresenta um desempenho fiscal saudável, reduz-se o risco de insolvência e a necessidade de financiamento externo, fatores que contribuem para uma valorização do real. Por outro lado, déficits persistentes ampliam a percepção de risco, resultando em menor entrada de capitais e maior pressão cambial”, avaliou a CLP. Por isso, recomendou que o aumento do Bolsa Família tenha contrapartidas em outras áreas, como, por exemplo, a limitação dos supersalários do setor público.

A CLP avalia ainda, no documento, que há um consenso crescente de que nenhum modelo isolado é suficiente para lidar com o problema de alta e volatilidade nos preços dos alimentos.

E afirmou que é preciso “combinar políticas que assegurem a sinalização de mercado (permitindo que os preços reflitam a escassez ou abundância relativa dos produtos) com medidas de apoio aos mais pobres, sem ignorar a necessidade de reformas de médio e longo prazos que promovam maior competitividade e resiliência em todo o setor de alimentos”.

Veja as alternativas para controlar preços de alimentos

1. Controle Direto de Preços: segundo a CLP, o controle direto de preços, como o estabelecimento de tetos para os preços dos alimentos, é uma medida frequentemente adotada para conter aumentos rápidos e proteger consumidores no curto prazo. Diz que, no entanto, evidências sugerem que essas políticas são geralmente ineficazes a longo prazo, pois geram distorções de mercado, podendo gerar falta de produtos e um mercado paralelo.

2. Subsídios Tributários: a entidade avalia que a redução de impostos sobre alimentos, como a eliminação de tarifas de importação ou do imposto sobre valor agregado (IVA), pode aliviar os custos para os consumidores, especialmente em momentos de alta nos preços internacionais. Mas avalia que essas políticas têm um “custo fiscal elevado e, muitas vezes, beneficiam grupos que não estão em situação de vulnerabilidade”.

3. Controle de Estoques: a CLP observou que o gerenciamento estratégico de estoques públicos de alimentos, com o governo acumulando produtos durante abundância e liberando-os em cenários de escassez, é uma política amplamente defendida para lidar com a volatilidade dos preços. Mas ponderou que a eficácia da medida “depende da capacidade institucional de gerenciar estoques de forma transparente e eficiente”, e que uma “má gestão pode resultar em desperdícios ou liberação inadequada, exacerbando a volatilidade em vez de mitigá-la”.

4. Políticas Comerciais: a entidade citou a redução de tarifas de importação ou proibição de exportações, este último fator sendo negativo pois pode desestimular a produção no longo prazo. “Para evitar esses impactos adversos, políticas comerciais devem ser calibradas com cuidado, buscando promover a integração ao mercado global enquanto oferecem suporte temporário aos consumidores mais afetados”.

5. Transferências de Renda: para a CLP, as transferências diretas aos mais vulneráveis são amplamente consideradas uma das políticas mais eficazes para lidar com aumentos de preços de alimentos e citou o reajuste do Bolsa Família. Mas ponderou: “No entanto, essa política deve ser usada de modo a não maiores complicações fiscais para o Governo Federal, preferencialmente com contrapartidas em outras áreas, como supersalários do setor público”.

Na semana passada, a Casa Civil desmentiu o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias (PT-PI), e disse nesta sexta-feira (7) que o governo federal não estuda e não discutirá um aumento no valor do benefício do Bolsa Família.

Dias havia afirmado que a medida buscaria amenizar para as famílias mais pobres o aumento no preço dos alimentos. “A Casa Civil da Presidência da República informa que não existe estudo no governo sobre aumento do valor do benefício do Bolsa Família. Esse tema não está na pauta do governo e não será discutido”, informou o governo, por meio de nota.

Atualmente, o valor da parcela mínima mensal recebida pelas famílias atendidas pelo programa Bolsa Família é de R$ 600. O valor pode ser maior de acordo com a configuração de cada família, como o número de filhos e a idade das crianças. A principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa. Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

Com informações do g1

Oficinas de brinquedos sustentáveis são atração do fim de semana no Parque Angatu

Foto: Divulgação

O parque temático do Angatu, oncinha mascote do Amazonas Shopping, recebe neste fim de semana duas oficinas sustentáveis. As crianças vão aprender a confeccionar um jogo de damas e o brinquedo vai e vem, com materiais reciclados. Além disso, os pequenos podem se divertir nas atrações do parque, como tobogã, cama de gato, piscina de bolinhas, pula-pula, além de uma área gamer e de realidade virtual.

A oncinha Angatu também estará presente no parque para tirar fotos e brincar com as famílias, de sexta-feira (14) até domingo (16), em três horários: das 17h às 17h30, 18h às 18h30 e 19h às 19h30.

A oficina de confecção de jogo de damas acontece no sábado (15). No domingo (16), os pequenos vão aprender a fazer o brinquedo vai e vem usando garrafa pet.

Ao adquirir o ingresso para o parque e doar um quilo de alimento não perecível, a criança pode aproveitar as atividades da oficina, além de ter 10 minutos a mais para se divertir nos brinquedos. Os ingressos custam R$ 40,00 por 30 minutos (unitário). A atração vai funcionar até o dia 26 de fevereiro e é indicada para crianças de 02 a 10 anos, com altura máxima de 1,60 metro e peso até 80 quilos. Crianças com necessidades especiais têm acesso gratuito, mediante apresentação da carteirinha.

Com informações da assessoria

Pró-reitor da UEA recebe Prêmio Jovem Cientista por inovação e impacto acadêmico

Foto: Daniel Brito / UEA

Os mais de 15 anos de dedicação à pesquisa, vasta contribuição acadêmica e alta qualificação conduziram o pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Darlisom Ferreira, ao reconhecimento no Prêmio Jovem Cientista. O docente foi agraciado com a categoria Mérito Científico na 30ª edição da premiação, que teve como tema “Conectividade e Inclusão Digital”. O evento foi realizado nesta semana, no Sesi Lab, em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

Apaixonado pela Enfermagem, docência e pesquisa, Darlisom Ferreira acumula mais de 50 artigos publicados e 70 orientações. A trajetória acadêmica do professor ganhou força em 2010, após ingressar no mestrado em Educação pela Universidade do Estado do Pará (Uepa). Desde então, tem se dedicado ao desenvolvimento de novas tecnologias educacionais, destacando-se pelo trabalho inovador e pela habilidade de colaboração.

Como docente e pesquisador, Darlisom dedicou-se ao compromisso com a produção de conhecimento, a busca por soluções criativas e o impacto positivo na área, o que lhe rendeu amplo reconhecimento acadêmico.

A UEA alcançou, recentemente, uma importante conquista que contou com a contribuição ativa do professor Darlisom Ferreira. Doutor em Enfermagem, o docente participou diretamente do processo que resultou na aprovação do primeiro doutorado profissional de Enfermagem em Saúde Pública da região Norte. O novo curso terá como área de concentração “Práticas de Enfermagem em Saúde Pública na Amazônia”, ampliando as oportunidades de formação avançada e fortalecimento da pesquisa na região.

Emocionado no discurso, o docente destacou o poder de transformação da ciência. “A Enfermagem, por meio da educação pública, me proporcionou de tudo na vida. Ingressei na UEA, fui coordenador de curso, diretor de unidade, pró-reitor e, hoje, jovem cientista. Expresso minha gratidão ao reitor André Zogahib e, em seu nome, aplaudo os investimentos públicos em pesquisas e políticas voltadas aos povos indígenas, do campo, da floresta e das águas. Que os resultados de nossas investigações retornem sempre a esses atores sociais, fortalecendo a qualidade de vida e promovendo justiça social”, exclamou.

Repercussão positiva

Segundo o reitor da UEA, André Zogahib, o reconhecimento é um orgulho para toda a comunidade acadêmica da instituição. “O prêmio, um dos mais importantes da ciência no Brasil, é um reflexo da dedicação e da excelência do professor Darlisom na pesquisa, na docência e na inovação científica. Além de sua produção acadêmica e de sua atuação na formação de novos pesquisadores, o professor tem um papel fundamental à frente da Proex na consolidação de iniciativas que fortalecem a UEA como uma instituição de referência”, disse.

A categoria Mérito Científico reconhece o pesquisador com título de doutor, considerando sua qualificação, experiência, capacidade de formação de pesquisadores e produção científica em área do conhecimento relacionada ao tema do prêmio. “Parabenizo os jovens cientistas da 30ª edição do prêmio, vindos de diferentes instituições e estados do nosso imenso Brasil. Que esse reconhecimento seja um impulso para continuarmos produzindo conhecimento transformador. Seguimos aqui, firmes na defesa da ciência e da educação pública”, finalizou o pró-reitor da UEA Darlisom Ferreira.

Sobre o prêmio

O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, com o apoio de mídia da Editora Globo e o Canal Futura e o patrocínio da Shell. Há mais de 40 anos, o Prêmio Jovem Cientista revela talentos, impulsiona a pesquisa no país e investe em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade brasileira.

A primeira edição aconteceu em 1981, com o tema “Telecomunicações”. Desde então, a cada edição do Prêmio Jovem Cientista é indicado um tema importante para o desenvolvimento científico e tecnológico, com prioridade nacional, que atenda às políticas públicas do Governo Federal e seja de relevância para a sociedade brasileira.

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, anunciou que a próxima edição do prêmio terá como tema “Resposta às mudanças climáticas: ciência, tecnologia e inovação como aliadas”. “Estamos alegres em fortalecer essa agenda de premiação. A retomada do Jovem Cientista é um sinal de que estamos no caminho certo. É um resgate de uma tradição que foi interrompida, simbolizando um novo momento da ciência para o Brasil”, explicou a ministra.

Com informações da UEA

Primeira audiência pública do ano na CMM discute metas nas finanças da Prefeitura

Foto: Cleuton Silva / CMM

A Câmara Municipal de Manaus (CMM), por meio da 3ª Comissão de Finanças, Economia e Orçamento, realizou a primeira audiência pública de 2025. A atividade, realizada nesta quinta-feira (13), na Casa Legislativa, tratou da avaliação e o cumprimento das metas fiscais do 3º quadrimestre de 2024 do Executivo Municipal. Vereadores e técnicos da Secretaria Municipal de Finanças (Semef) participaram da reunião.

A Comissão, presidida pelo vereador Marcelo Serafim (PSB), tem como principal função analisar e emitir pareceres sobre questões financeiras, como o orçamento municipal e Projetos de Lei nas áreas econômica e financeira. O objetivo é garantir transparência, responsabilidade fiscal e uma boa gestão do orçamento da cidade.

Para o parlamentar, os dados apresentados evidenciam a capacidade financeira da Prefeitura de Manaus, com destaque para o aumento da arrecadação, o que coloca a cidade entre as que possuem as melhores gestões fiscais do Brasil.

“A gente sempre vê muito questionamento em relação ao aumento do IPTU, mas quando analisa-se o balanço, não houve um aumento real de arrecadação dentro do IPTU e isso chama bastante atenção. A prefeitura precisa ser e mostrou ser ao longo desse último ano, competente. A receita corrente líquida subiu em torno de 13,7%, isso é muito acima da inflação que nós tivemos nos últimos 12 meses”, destaca o vereador.

A subsecretária de Orçamento e Projetos da Semef, Karliley Karla Capucho, ressaltou que os números apresentados destacam pontos positivos nos gastos públicos realizados pelo Executivo Municipal.

“Alcançamos mais de 26% em aplicação em Educação e Magistério, e também, a aplicação mínima do recurso do Fundeb em magistério, que é 70%, superando esse limite. Na saúde, que a aplicação mínima é 15%, superamos e chegamos a quase 19% em aplicação nessa área com recursos resultantes de impostos. Estamos dentro dos limites de endividamento e o resultado da nossa arrecadação teve um crescimento formidável em 2024, principalmente nas nossas receitas próprias”, destacou.

Ao final da audiência foi redigida uma ata que será encaminhada à prefeitura e, posteriormente, apresentada ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM).

A audiência também contou com a presença dos vereadores Joelson Silva (Avante), vice-presidente da Comissão; Diego Afonso (União); Alan Campelo (Podemos); Marco Castilhos (União); Eduardo Alfaia (Avante) e Mitoso (MDB).

Com informações da CMM

Morre Cacá Diegues, diretor de ‘Bye bye Brasil’, ‘Deus é brasileiro’ e ‘Tieta do Agreste’

Foto de Paula Fernandes @paulalouisefs / site www.cacadiegues.com.br

O cineasta Cacá Diegues morreu na madrugada desta sexta-feira (14) no Rio de Janeiro. Ele tinha 84 anos e teve complicações em uma cirurgia. Não foi informado em que hospital ele estava nem a que procedimento se submeteu.

Carlos José Fontes Diegues nasceu em Maceió no dia 19 de maio de 1940. Ele se mudou para o Rio com 6 anos de idade. Na capital fluminense, passou a infância e adolescência no bairro de Botafogo, na Zona Sul.

Cacá Diegues foi um dos fundadores do Cinema Novo ao lado de Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni, Joaquim Pedro de Andrade e outros cineastas.

Obra

Ao longo da carreira de cineasta, Diegues fez mais de 20 filmes de longa-metragem. Entre os mais premiados estão “Xica da Silva” (1976), “Bye bye Brasil” (1980), “Veja esta canção” (1994), “Tieta do Agreste” (1995) e “Deus é brasileiro” (2003).

Também são filmes dele: “Ganga Zumba” (1964), “Os herdeiros” (1969), “Joanna Francesa” (1973), “Chuvas de verão” (1978), “Quilombo” (1984), “Um trem para as estrelas” (1987), “Orfeu” (1999), “O maior amor do mundo” (2005) e “O grande circo místico” (2018), inspirado na obra do poeta Jorge de Lima.

Cacá foi homenageado no Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, em 2012, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Enredo de escola de samba

O cineasta foi homenageado pela escola de samba Inocentes de Belford Roxo em 2016. A agremiação desfilava na então Série A do carnaval, e o enredo era “Cacá Diegues — Retratos de um Brasil em cena”.

O enredo foi do carnavalesco Márcio Puluker. Cacá desfilou no último carro, se emocionou, e definiu a apresentação da escola como um “grande encontro familiar”.

“Eu estou muito feliz em ser homenageado por uma escola de samba. Para mim, é um prazer inenarrável”, explicou Cacá.

Academia Brasileira de Letras

Cacá Diegues foi eleito como ocupante da cadeira 7 da Academia Brasileira de Letras (ABL) em 2018. Ele herdou o lugar deixado pelo também cineasta Nelson Pereira dos Santos. Os dois eram amigos.

Antes deles, a Cadeira 7 já pertenceu a nomes como o do escritor Euclides da Cunha e do fundador da ABL Valentim Magalhães – que escolheu como patrono Castro Alves. Outros ocupantes: Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Júnior, Hermes Lima, Pontes de Miranda, Dinah Silveira de Queiroz e Sergio Corrêa da Costa.

Família

Cacá Diegues era pai de quatro filhos, sendo dois deles do casamento com a cantora Nara Leão. Ele era casado, desde 1981, com a produtora de cinema Renata Almeida Magalhães. O cineasta deixa três netos.

Com informações do g1

Nova Era cria escola de Educação Infantil para atender filhos de colaboradores

O local conta com estrutura completa e capacidade para receber crianças de um a cinco anos - Foto: Assessoria

O Grupo Nova Era, maior rede atacadista da região Norte, deu início a uma iniciativa inédita no país, para atender os filhos dos colaboradores com oferta de Educação Infantil. A empresa inaugurou na unidade da avenida Governador José Lindoso, Novo Aleixo, em Manaus, a Escolinha Nova Era, empreendimento para receber, sem custos, os filhos de colaboradores com idade entre um e cinco anos. A escola é gerenciada pela YUPI, uma instituição especializada e referência no segmento, que atua no Amazonas desde 2013.

O projeto da Escolinha Nova Era nasceu de um desejo antigo da família fundadora do grupo. Segundo a diretora executiva, Francine Gastaldi, a iniciativa tem o propósito de oferecer um espaço educacional e humano em que os colaboradores tenham a tranquilidade e a confiança de deixar os filhos, sabendo que estão sendo bem cuidados, enquanto trabalham. “Acreditamos que essa é uma maneira de retribuir para a sociedade e para a nossa equipe todas as conquistas e aprendizados que estamos construindo juntos. Somos gratos ao nosso time interno e aos parceiros que nos possibilitaram transformar esse sonho em realidade”, destaca.

Ela ressalta que as experiências vivenciadas na primeira infância são determinantes para a formação de um cidadão. “A Escola Nova Era se propõe a oferecer uma educação integrada e humana, atuando no desenvolvimento emocional, social, perceptivo, cognitivo e nutricional das crianças, para que elas cresçam saudáveis”, pontua.

O Nova Era conta, atualmente, com um quadro de 3.729 colaboradores em Manaus. Desses, 665 são mães e 585 pais. “São pessoas que muitas vezes não possuem uma rede de apoio integral para deixar o filho, quando precisam sair para trabalhar. Nós entendemos que quando essas mães e pais estão seguros de que os filhos estão recebendo cuidados, sentem-se muito mais independentes e motivados para olhar para a própria carreira. Isso tem reflexo positivo para todos”, acrescenta o diretor de Recursos Humanos do Nova Era, Luiz Araújo. O diretor reforça que não há nada mais precioso, na vida de uma mãe ou um pai do que o filho, e cuidar de parte da educação dessas crianças é também cuidar do funcionário da empresa.

Pesquisa

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 31% das mulheres com filhos de até 6 anos, não procuram trabalho por precisar cuidar das crianças. “É fato que a maternidade faz com que muitas mulheres abdiquem da carreira para cuidar dos filhos. Algumas por opção, mas a maioria por falta de apoio, seja de pessoas ou de uma creche. O que o Nova Era busca com essa iniciativa é fazer a diferença também na vida dessas famílias, para que elas tenham o poder de escolha com relação à carreira, sabendo que os filhos estão recebendo toda a assistência necessária para se desenvolver”, frisa.

Para essas famílias, ter um ambiente seguro para deixar os filhos e poder sair para trabalhar significa também mudar a própria realidade e o futuro. “Quanto mais oportunidades a pessoa recebe, maior a capacidade dela de mudar o seu futuro e dos familiares. Se isso não ocorrer, como acontece com várias pessoas, incluindo as mães solo sem rede de apoio, por exemplo, tudo se mantém da mesma forma. É dentro desse contexto que a Escolinha Nova Era foi imaginada. Para dar a oportunidade das famílias mudarem suas realidades”, ressalta.

Suporte – Entre as colaboradoras que conseguiram uma vaga na Escola Nova Era está a analista de Recursos Humanos, Eduarda Santos da Rocha, mãe da pequena Tábita Lauren da Rocha Farias, de um ano e nove meses, que vai para a escola pela primeira vez.

Eduarda conta que ser mãe sempre foi um sonho e quando aconteceu de uma forma até inesperada. “É uma mistura muito grande de sentimentos, felicidade, ansiedade pelo futuro e de como ia ser no trabalho, mas tudo foi além do esperado. Eu trabalhava como atendente de loja e quando surgiu uma seleção interna para o setor de RH. Eu grávida, imaginei que era impossível passar, mas me inscrevi, e, para surpresa, passei. Isso teve um significado muito importante de que a empresa me apoiava como profissional, independente de eu sair de licença maternidade depois de poucos meses”, relata.

Foto: Assessoria

Agora, com a filha crescendo, Eduarda novamente pode contar com o suporte da empresa. Ela acrescenta que, quando anunciaram o projeto da escolinha, foi uma benção. “Foi a resposta para os meus pedidos. Eu não tenho dúvida de que a minha filha vai se desenvolver imensamente tanto na parte intelectual como emocional, convivendo com outras crianças. Para mim, como mulher, mãe e profissional, a escola é uma segurança e uma independência para poder me dedicar às minhas atividades com a tranquilidade de que minha filha está sendo cuidada”.

Quem também matriculou o filho Guilherme, de dois anos e nove meses, foi Gisele Viana. Sem rede de apoio, Gisele sempre precisou deixar o filho na creche, o que gerava um custo bastante alto no orçamento da família. Em período de férias, por exemplo, dependia do apoio de amigos para cuidar do pequeno. “Teve dias que eu não tinha ninguém disponível e tive que trabalhar de casa remotamente”, ressalta. “O que mais me cativou no projeto da Escolinha Nova Era foi saber que a empresa se preocupa com o bem-estar da minha família. Sou muito grata por essa oportunidade”. diz ela.

Currículo – O currículo aplicado na Escolinha Nova Era leva em consideração a idade dos alunos. A Yupi, instituição especializada em Educação Infantil, utiliza metodologias de ensino para favorecer habilidades e competências, estimulando a criança a aprender, pensar, refletir e questionar. A escola do Nova Era tem capacidade para receber 100 crianças e vai funcionar em horário integral, das 7h às 17h30.

A estrutura foi totalmente pensada para atender a necessidade dos alunos. O espaço conta com salas de aulas, fraldário, brinquedoteca, parquinho, banheiros adaptados para crianças, salas de esporte, de reunião, para os professores e direção.

MPF firma acordo com plataforma para combater comércio ilegal de mercúrio na Amazônia

Área de garimpo ilegal na Amazônia (Foto: Agência Brasil)

O Ministério Público Federal (MPF) firmou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com a B2Brazil, maior plataforma de comércio exterior das Américas, para combater a venda ilegal de mercúrio metálico. Esse metal altamente tóxico é comumente utilizado na mineração ilegal de ouro na Amazônia.

A medida faz parte do Projeto Rede Sem Mercúrio, iniciativa do 2º Ofício da Amazônia Ocidental, que visa impedir grandes empresas de tecnologia e marketplaces de facilitar o comércio clandestino de mercúrio.

Investigações realizadas pelo MPF indicaram que a plataforma estava sendo utilizada para a importação ilegal de mercúrio, sem controle sobre o destinatário e sem as autorizações necessárias para a entrada do produto no Brasil.

Com o acordo firmado, a B2Brazil se comprometeu a adotar mecanismos eficazes para bloquear novos anúncios ilegais, incluindo filtros de palavras-chave e a remoção imediata de conteúdos relacionados ao mercúrio.

Multas e controle rigoroso

A B2Brazil se comprometeu a excluir anúncios ilegais dentro de até três dias úteis, sob pena de multa diária de R$ 1.000, com valor máximo de R$ 10.000 por anúncio. Além disso, a empresa fornecerá ao MPF dados sobre os usuários envolvidos na tentativa de comercialização do mercúrio, o que permitirá identificar responsáveis pelo tráfico dessa substância.

Impactos do mercúrio

O mercúrio, embora presente em pequenas quantidades na natureza, é uma substância extremamente tóxica, especialmente para a vida intrauterina e o desenvolvimento infantil. Quando despejado no meio ambiente, o mercúrio contamina rios, peixes e comunidades ribeirinhas. Estudo recente da Fundação Fiocruz apontou que 56% das mulheres e crianças da Terra Indígena Yanomami apresentam níveis elevados dessa substância no organismo.

As atividades de garimpo ilegal, frequentemente associadas ao uso do mercúrio, têm causado danos devastadores ao meio ambiente e à saúde humana, principalmente nas áreas da Amazônia.

Projeto rede sem mercúrio

O Projeto Rede Sem Mercúrio já resultou em compromissos semelhantes com outras plataformas, como Mercado Livre, OLX e Facebook/Instagram. A iniciativa visa desmantelar a cadeia de fornecimento de mercúrio e combater suas fontes, restringindo o acesso do garimpo ilegal a esse metal tóxico, um dos maiores responsáveis pela degradação ambiental na Amazônia.

A medida integra o conjunto de ações do Ministério Público Federal para a proteção do meio ambiente e a saúde pública na região amazônica, combatendo a comercialização ilegal de mercúrio e buscando soluções para os impactos do garimpo ilegal na saúde dos povos indígenas e nas comunidades ribeirinhas.

Com informações do MPF

CBF demite Wilson Seneme e monta time internacional para comandar arbitragem

Foto: Reprodução

A CBF anunciou uma reestruturação geral de sua comissão de arbitragem, que não terá mais o comando de Wilson Seneme.

O presidente Ednaldo Rodrigues oficializou a mudança na tarde desta quinta-feira (13). Segundo ele, será uma comissão multidisciplinar e técnica, que contará com profissionais internacionais.

O dirigente agradeceu Seneme pelos quase três anos de trabalho junto à entidade. Seneme esteve nesta manhã no Centro de Arbitragem e foi para a sede da entidade após o almoço, mas não retornou. O árbitro chefiava a comissão desde 2022 e esteve nos holofotes nas últimas temporadas respondendo às polêmicas de arbitragem no futebol brasileiro.

A CBF montou um comitê internacional que terá o árbitro argentino Nestor Pitana, o italiano Nicola Rizzoli e o brasileiro Sandro Meira Ricci como consultores. Pitana apitou a final da Libertadores de 2021 e a da Copa de 2018, enquanto Rizzoli foi o árbitro da decisão da Copa do de 2014, disputada no Brasil. Além deles, Marcelo Van Gassen, Fabrício Vilarinho, Luiz Carlos Bezzera, Evelyn Almeida, Rodrigo Cintra e Enzo, responsável pela avaliação física, também integrarão o grupo.

A CBF também informou que prevê a profissionalização da arbitragem nos próximos 23 meses. Falando pela entidade, Rodrigo Cintra disse que até lá será preciso fazer o “chão de fábrica” para zelar pela qualidade e pelo respeito aos árbitros brasileiros. A previsão é que o primeiro grupo de árbitros sejam profissionalizados no Brasil até o final de dezembro de 2026.

“A CBF quer informar a todos uma nova reestruturação da nova comissão de arbitragem. É multidisciplinar, técnica, com nomes internacionais e também com aqueles que fazem parte do futebol brasileiro, com experiência dentro de campo. Para que a arbitragem brasileira possa deixar tranquilos torcedores, clubes e atletas”, anunciou o presidente da CBF

“É um trabalho não só da comissão, da estrutura da arbitragem. Tem que ser comungado com clubes e jogadores para que não possa ter tantas situações que acontecem e colocam que a arbitragem é a culpada”.

“Quero agradecer ao Seneme, um árbitro que sempre esteve dentro das maiores competições. Nesse período de quase três anos, fez quase tudo o que era necessário fazer. A CBF agora tira o papel de um condutor. A CBF expande para que sejam pessoas com total conhecimento, para que de uma forma conjunta as pessoas possam trabalhar para ter melhor solução ao Brasileiro”, concluiu.

Com informações do Uol

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