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David Almeida aumenta recursos para escolas de samba e fortalece apoio ao Carnaval 2025

Foto: João Viana / Semcom

O prefeito de Manaus, David Almeida, participou nesta sexta-feira (14), do evento de entrega do fomento para as 24 escolas de samba do Carnaval 2025. A cerimônia aconteceu no mirante Lúcia Almeida, no Centro da cidade, e marcou o repasse de R$ 2.653.750,00 às agremiações, um aumento de 20% em relação ao ano anterior.

O fomento será concedido por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) e beneficiará as escolas dos três principais grupos do Carnaval manauara. As escolas do Grupo Especial receberão R$ 165.000,00, as do Grupo de Acesso A, R$ 99.000,00, e as do Grupo de Acesso B, R$ 63.250,00.

Durante o evento, o prefeito David Almeida destacou a importância do investimento na cultura e no impacto econômico gerado pelo Carnaval.

“Anunciar esse fomento é de fundamental importância para que possamos continuar contribuindo para a realização do Carnaval em Manaus. Ampliamos os recursos investidos, antecipamos o pagamento e, até o final da tarde de hoje, o valor já estará na conta das escolas de samba e dos grupos. Sem dúvida, isso representa um diferencial nos investimentos em cultura”, afirmou Almeida.

O chefe do Executivo municipal também ressaltou que o Carnaval movimenta a economia local, gerando empregos diretos e indiretos em diversos setores.

“Quando entregamos um fomento como esse, estamos ajudando a gerar empregos para costureiros, soldadores, eletricistas, pintores e alegoristas. Além disso, movimentamos a economia ao beneficiar cidadãos que trabalham com a venda de água, refrigerantes e outros produtos”, salientou David.

O vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza, também participou do evento e reforçou a importância econômica do Carnaval para a cidade.

“Segundo a Confederação Nacional do Comércio, mais de 70 mil empregos temporários são gerados nesse período. O Carnaval vai muito além da alegria e da diversão; é, acima de tudo, uma atividade econômica. Que Manaus continue sendo, dentro da região Norte, uma referência como centro cultural das manifestações populares”, explicou Tadeu de Souza.

Fortalecimento do Carnaval

Para garantir que todas as escolas fossem contempladas, a Manauscult criou um comitê especializado para orientar as agremiações no processo de solicitação dos recursos. O objetivo foi assegurar que todas as entidades carnavalescas cumprissem os critérios necessários para a obtenção do fomento.

Diretor-presidente da Manauscult, Jender Lobato enfatizou a importância do reajuste no fomento e o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento do Carnaval.

“Sabemos das dificuldades de organizar o Carnaval. Quem preside uma associação, independentemente de qual seja, conhece esses desafios. Felizmente, contamos com a sensibilidade do prefeito David, que atendeu a nossa demanda para ampliar o fomento. Gradualmente, conseguiremos aumentar esse investimento, garantindo mais recursos para as escolas de samba. Com isso, todos juntos poderemos fortalecer e realizar um Carnaval ainda melhor”, disse Lobato.

O presidente da escola de samba Mocidade Independente de Aparecida, Luiz Pacheco, comemorou o apoio da prefeitura e reforçou a importância do repasse para a organização do evento.

“O Carnaval está em festa, e a palavra de ordem hoje é gratidão. Assim como todas as outras escolas, a Aparecida está forte, pois o prefeito David Almeida tem cumprido sua palavra, permitindo que as escolas se organizem”, reforçou Pacheco.

Presidente da Mocidade Independente do Coroado, Lilian Cássia salientou que o apoio da Prefeitura de Manaus é essencial para que as escolas de samba dos grupos de acesso possam realizar os desfiles.

“Os repasses que são passados pela prefeitura são de grande ajuda para o Carnaval dentro da Escola de Samba, porque hoje nós estamos trabalhando em torno de 50 artistas. Tem as costureiras, temos artistas produzindo as fantasias, nós temos os artistas na alegoria, produzindo os carros. Então esse aporte nesse momento vem de grande ajuda, vem melhorando muito mais o Carnaval”, finalizou Cássia.

Com informações da Semcom

 

Justiça nega pedido de prisão de Eduardo Costa por ofensas a Fernanda Lima

Eduardo Costa foi condenado a prestar serviços comunitários em ação movida pela apresentadora Fernanda Lima (Foto: Divulgação)

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão do cantor Eduardo Costa, 46, no caso que envolve ofensas feitas pelo cantor contra a apresentadora Fernanda Lima, 47.

O Ministério Público havia pedido a prisão do artista após descumprimento de sentença. O músico foi condenado a prestação de serviços comunitários em queixa-crime movida pela apresentadora Fernanda Lima. À época, o cantor recorreu da sentença, chegando a apelar para o STF (Supremo Tribunal Federal), mas sem sucesso.

Advogados do cantor pediram a conversão da pena de prestação de serviços comunitários em pena pecuniária [pagamento de dinheiro]. Eles alegaram que a atividade profissional do artista, com frequentes viagens, impossibilitaria o cumprimento da pena.

A juíza Maria Tereza Donatti negou o pedido de substituição da pena. Ela classificou como “risível” [cômico] a alegação de que o cumprimento da prestação de serviços comprometeria a subsistência do cantor e de sua família.

“Determino que ele seja intimado para se apresentar à Central de Penas e Medidas Alternativas, no prazo improrrogável de 5 (cinco) dias, para a escolha da instituição conveniada com o Tribunal de Justiça do RJ onde deverá o apenado cumprir a sua pena” diz um dos trechos de decisão da juíza Maria Tereza Donatti do 4º Juizado Especial Criminal.

Com informações da Splash / Uol

Sindarma parabeniza Suframa por 58 anos de avanços para a navegação no Amazonas

Foto: Assessoria

O Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Amazonas, participou da homenagem aos 58 anos da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) prestada pela Fecomércio AM, em sua sede em Manaus.

O presidente do Sindarma, Galdino Alencar, ressaltou a importância do órgão para o desenvolvimento da região e também sua importância para o setor da navegação, uma vez que grande parte dos produtos e insumos que tem como destino e origem as fábricas do polo industrial, são transportados via fluvial gerando emprego e renda para milhares de famílias neste segmento.

Alencar também parabenizou o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, pelos esforços para viabilizar uma nova rota de transporte pelo Porto de Chancay, no Peru, e também pela revitalização do Distrito Agropecuário da Suframa na BR-174 e AM-010.

“São projetos importantes que estão sendo retomados e acelerados que podem tornar o Amazonas independente na produção de alimentos, ao mesmo tempo em que reduzem o tempo de transporte e escoamento da safra de grãos e mercadorias para o outro lado do planeta em até duas semanas”, acrescentou Galdino Alencar.

Durante o encontro, dirigido pelo presidente da Fecomércio Aderson Frota, Bosco Saraiva apresentou um breve histórico do órgão e seu impacto na economia e na sociedade da região ao longo dos anos.

“Esta é uma oportunidade de agradecer e reconhecer o valor daqueles que vieram antes de nós. A Zona Franca é indústria, comércio e agro e esse é um trabalho que a gente vem realizando”, destacou Saraiva, ao ressalta que entre as ações para este ano está a regulamentação da reforma tributária.

Com informações da assessoria

Wilson Lima e presidente da CBF discutem sobre Copa do Mundo Feminina no Amazonas

Foto: Diego Peres / Secom

O governador Wilson Lima, em reunião nesta sexta-feira (14), com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, reforçou o compromisso do Governo do Amazonas em disponibilizar a estrutura necessária para que Manaus seja subsede da Copa do Mundo Feminina de 2027. A capital é uma das cidades brasileiras candidatas a receber jogos do torneio que terá o Brasil como país sede.

Wilson Lima, durante a reunião, na sede da Confederação no Rio de Janeiro, destacou o trabalho desenvolvido nas praças Arena da Amazônia, Estádio da Colina e Estádio Carlos Zamith, colocando-as à disposição da competição, bem como apresentou o potencial do Amazonas para receber grandes eventos.

“É importante falar dessa disposição e, naturalmente, contar com o apoio para que o Amazonas continue recebendo jogos cada vez mais importantes, como os jogos nacionais que temos recebido recentemente. Estamos à disposição para manter os investimentos e fomentar o futebol, seja pela Copa da Floresta e pelo futebol profissional masculino e feminino, que tem sido uma pauta muito importante tocada pela CBF”, afirmou o governador.

Além do governador, também participaram do encontro o secretário de Desporto e Lazer, Jorge Oliveira, o deputado estadual e presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Rozenha, e a deputada estadual Alessandra Campelo. Outros projetos do Governo do Amazonas em parceria com a CBF para fomentar o futebol entre povos indígenas e Pessoas com Deficiência também foram abordados na reunião.

Copa do Mundo

Em novembro de 2024, o Governo do Estado recebeu uma equipe da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para uma vistoria técnica nos estádios Carlos Zamith, Ismael Benigno e Arena da Amazônia. O intuito da inspeção foi avaliar as condições dos estádios para a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027, a exemplo do que ocorreu em 2014, quando Manaus foi escolhida e recebeu quatro partidas do torneio mundial masculino.

Para a competição feminina, a Fifa percorreu as três praças esportivas do Amazonas e estádios de outras 11 cidades brasileiras, analisando as administrações, tecnologias, bilheterias e hospitalidade, além de infraestrutura técnica, transportes e aeroportos.

O presidente da CBF e membro do conselho da Fifa, Ednaldo Rodrigues, destacou que o próximo passo da entidade será em avançar nas tratativas junto à federação para que o Amazonas seja um dos estados a realizar jogos do torneio.

“O Amazonas tem uma arena totalmente dotada de tudo aquilo que é exigido como pré-requisito da Fifa. A Fifa esteve lá fazendo a sua vistoria e o governador colocou o governo à disposição para que a Arena da Amazônia atenda qualquer exigência. Agora será um trabalho que a CBF vai desenvolver com a Fifa para que possamos consolidar o Amazonas como um dos estados sede”, reforçou o presidente da CBF.

Com informações da Secom

Mudanças climáticas já afetam mercado de trabalho e podem exterminar profissões

Eventos climáticos como secas históricas e vazantes severas, ameaçam extinguir postos de trabalho e profissões no Brasil e no mundo (Foto: Joédson Alves / Agência Brasil)

As mudanças climáticas, que já provocam consequências em setores diversos da sociedade, também vão transformar empregos e profissões.

No Brasil, pesquisadores apontam que, nos próximos anos, o mercado de trabalho será impactado principalmente de duas formas. A primeira é a possível extinção de ocupações devido à transformação produtiva de setores que fazem a transição para uma economia de baixo carbono.

A tendência é que, para cumprir os acordos climáticos, o Brasil faça cada vez menos uso de usinas termelétricas, por exemplo, extinguindo assim postos de trabalho na área.

Por outro lado, outras ocupações podem ter o número de vagas diminuído ou extinto devido à redução dos recursos naturais essenciais para seu funcionamento, inviabilizando, em determinados casos, a atividade econômica e a geração de empregos.

“Nesse caso, temos as ocupações da agricultura e da extração florestal em áreas que venham a ser mais afetadas por secas, inundações, novas pragas agrícolas ou pela perda da biodiversidade. E também as ocupações da pesca em regiões impactadas pela acidificação dos oceanos ou pela poluição de rios e mares”, explica Aguinaldo Maciente, especialista em políticas de emprego e mercado de trabalho do escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.

Segundo Marcos Wesley Pedroso, assessor político e institucional do Comitê COP30, essa extinção gradual de profissões pode desencadear um efeito dominó, forçando comunidades inteiras a buscar alternativas que, muitas vezes, significam migração para cidades ou entrada em atividades predatórias, como o garimpo ilegal ou o desmatamento.

“Embora se espere que, à medida que os mares e rios se aqueçam, alguns peixes possam se adaptar ou busquem áreas onde ainda consigam sobreviver, isso pode não acontecer, pois as condições não existem em outros locais”, diz Priscila Lopes, professora do departamento de ecologia da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).

“Em alguns casos, a espécie até encontra boas condições e se desloca. Mas este deslocamento pode ser de muitos milhares de quilômetros, tornando inviável o deslocamento conjunto da pesca de pequena escala e afetando assim a renda de muitos brasileiros que dependem dessa atividade no Brasil”, completa Priscila.

O que pode ser feito

As mudanças climáticas já devem alterar a rotina de trabalho de muitos profissionais no curto prazo, principalmente por causa do aumento das temperaturas.

Em setores como a agricultura e a construção civil, em que os trabalhadores estão expostos ao calor extremo, pode ser necessário ajustar os turnos para períodos mais frescos do dia, como o início da manhã ou o final da tarde.

“O aumento da temperatura global e a intensificação de ondas de calor e seca são as mudanças que tendem a ter um impacto mais direto e severo no trabalho, especialmente em regiões tropicais, como Brasil”, alerta Aguinaldo Maciente.

O relatório da OIT intitulado “Garantir a segurança e a saúde no trabalho em um clima em mudança” aponta que, na atualidade, 2,4 bilhões de trabalhadores do mundo (cerca de 70%) já estão expostos ao calor excessivo em algum momento do seu trabalho. Esses fenômenos podem levar à desidratação, exaustão, insolação e outros problemas de saúde, como doenças renais crônicas.

Além disso, ao prejudicar a capacidade de concentração e aumentar o risco de acidentes, reduzem a produtividade e a qualidade de vida.

No Brasil, instituições como a Fundacentro, do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), também têm divulgado estudos e orientações sobre os riscos das mudanças climáticas e de ondas de calor para a saúde e segurança no trabalho.

Nelson de Chueri Karam, economista do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), explica que algumas categorias já têm negociado em seus acordos coletivos cláusulas de proteção ao trabalhador diante das adversidades provocadas pelas mudanças climáticas.

“É o caso dos Correios, com a mudança na jornada de trabalho externa e entregas sendo feitas com mais frequência no período matutino, que tem menor incidência solar. E temos outros exemplos, como os intervalos maiores de descanso por horas trabalhadas e equipamentos de proteção mais eficazes contra o calor, como uniforme com proteção ultravioleta, bonés e fornecimento de água filtrada para hidratação, que são um pleito da construção civil”, diz Chueri Karam.

Entretanto, a inclusão dessas cláusulas trabalhistas em convenções e acordos de categorias profissionais ainda caminha a passos lentos no setor privado no Brasil. Um levantamento feito pelo Dieese mostra que apenas 1,5% das cláusulas negociadas pelos sindicatos com as empresas tratam do tema ambiental.

Karam diz que não é possível enfrentar a urgência climática sem garantir que este processo de transição seja justo para os trabalhadores e comunidades. Há de prevalecer um equilíbrio entre as demandas e necessidades ambientais, econômicas e sociais.

“Para isso, é fundamental a presença e coordenação do governo, por meio da abertura de canais de diálogo social, disponibilidade de recursos e financiamento para efetivar uma transição voltada para geração e proteção dos empregos ameaçados pelo clima”, afirma o economista.

Profissões e atividades que correm risco

Operadores de termelétricas: com o incentivo à redução de emissão de gases do efeito estufa, profissões ligadas a indústrias de alta emissão, como as termelétricas, devem ter o número de postos de trabalho reduzido ou extinto nos próximos anos. Isso porque a tendência é que, para cumprir os acordos climáticos, o Brasil faça cada vez menos uso de usinas termelétricas, que geram energia através da queima de combustíveis fósseis.

Agricultores de subsistência: com secas prolongadas, chuvas excessivas e o esgotamento dos solos, práticas agrícolas que dependem de previsibilidade climática podem se tornar insustentáveis. Pequenos agricultores devem enfrentar dificuldades em se adaptar às novas condições, o que pode levar ao abandono de terras e à migração para outros locais ou atividades. Na Amazônia, essas mudanças afetam não apenas a produção alimentar como também a conexão cultural das comunidades com o território.

Trabalhadores da indústria de carros a combustão: as vagas de trabalho nessa área podem diminuir por duas razões: primeiro, pelos acordos climáticos, o Brasil caminha para incentivar cada vez mais o uso de carros híbridos ou elétricos. Isso pode fazer com que muitos dos profissionais da indústria automobilística tenham que migrar para a produção desse tipo de veículo, mas para isso é necessária a qualificação. Até 2040, estima-se que mais da metade da produção automotiva global será de veículos elétricos, segundo relatório da BNEF (Bloomberg New Energy Finance). Além disso, o setor automotivo já tem sido duramente impactado pelo uso da tecnologia, com a robótica sendo cada vez mais utilizada em processos de produção dos novos carros, substituindo a mão de obra humana.

Pescadores artesanais: as alterações nos padrões de reprodução de peixes, a redução de espécies disponíveis e a degradação dos ecossistemas aquáticos, como os rios da Amazônia, tornam a pesca tradicional cada vez mais inviável. Secas severas e mudanças nos níveis dos rios dificultam o acesso às áreas de pesca, comprometendo a subsistência de famílias inteiras.

Extrativistas: especialmente aqueles que dependem de produtos florestais como castanha-do-pará, açaí, borracha e outros. Esses recursos estão cada vez mais ameaçados por mudanças nos ciclos de chuva, aumento de temperaturas e alterações na biodiversidade. Em algumas regiões, os impactos climáticos dificultam o manejo sustentável e a coleta desses produtos, reduzindo sua viabilidade econômica e levando à perda de conhecimentos tradicionais associados ao trabalho.

Profissões que podem crescer

Relatório publicado pela OIT estima que até 2030, a transição para uma economia de baixo carbono pode gerar 24 milhões de novos postos de trabalho, desde que as políticas certas para promover uma economia mais verde sejam implementadas. Entre as profissões que podem crescer estão:

Profissões relacionadas às energias renováveis: para atingir metas ambientais de descarbonização, profissões relacionadas a produção de energia renovável podem ter um crescimento do número de vagas nos próximos anos. Dentre as ocupações, estão engenheiro de energia solar e eólica; técnico de instalação de painéis solares e especialistas em eficiência energética;

Engenheiros ambientais e de reciclagem: profissões que estudam a exploração sustentável de recursos naturais e analisam a dinâmica de ecossistemas, com o objetivo de minimizar os impactos ambientais, prevenir acidentes e regenerar áreas degradadas também podem crescer nos próximos anos. Nesse sentido, deve aumentar a procura por engenheiros ambientais, engenheiros de resiliência urbana, especialistas em gestão de riscos climáticos e em restauração de ecossistemas.

Profissionais de infraestrutura e construção: engenheiros e arquitetos especializados em infraestrutura e em construção com materiais sustentáveis devem ser cada vez mais requisitados. Primeiramente, por conta da tendência de aumento de práticas sustentáveis na construção civil, e também por serem necessários após eventos climáticos extremos.

Epidemiologistas e médicos de emergência: epidemiologistas especializados em doenças relacionadas ao clima e em saúde ambiental serão profissionais cada vez mais requisitados. Médicos de emergência para lidar com impactos de desastres naturais e profissionais especializados em prevenção de doenças por vetores também tendem a ser mais requisitados.

Profissionais de tecnologia: tanto na agricultura como em outros segmentos da sociedade, profissionais de tecnologia que desenvolvam aplicativos de monitoramento climático, especializados em inteligência artificial para previsão do tempo e cientistas de dados para análise climática devem ser mais demandados nos próximos anos.

Com informações do Uol

Zelensky diz que só se encontrará com Putin após plano com Trump ser negociado

Zelensky e Trump se reuniram na Trump Tower, em Nova York, em 27 de setembro de 2024 - Foto: Handout / Ukrainian Presidential Press Service / AFP

Questionado sobre as promessas de Donald Trump, o presidente ucraniano disse acreditar que o republicano é a chave para acabar com a guerra e confirmou que ele lhe deu seu número de celular direto.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que só irá se encontrar com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, depois que um plano para a paz for negociado entre Kiev com o governo de Donald Trump e a Europa, nesta sexta-feira (14).

“Eu me encontrarei com apenas um cara russo, com Putin. Somente depois que tivermos um plano comum com Trump, Europa, e nos sentaremos com Putin e pararemos a guerra. Somente neste caso estou pronto para me encontrar”, afirmou.

Durante uma roda de debate na Conferência de Segurança de Munique, o ucraniano disse que Trump é “um homem forte” e que acredita que ele é a chave para acabar com a guerra entre seu país e o governo russo.

Questionado por um repórter, Zelensky também confirmou que o presidente dos Estados Unidos lhe deu seu número direto de celular e disse que ele pode ligar a qualquer hora.

Mais tarde, o presidente ucraniano e o vice de Trump, J.D Vance, tiveram uma reunião bilateral, acompanhados do secretário de Estado americano, Marco Rubio. Zelensky disse que ela foi “boa” e que EUA e Ucrânia estão trabalhando no acordo proposto recentemente por Trump de troca de “terras raras” por apoio.

Mais cedo, Vance se encontrou separadamente com o presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier; o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte; e o secretário de Relações Exteriores britânico, David Lammy. Ele usou os compromissos para reiterar o apelo da administração republicana para que os membros da Otan gastem mais em defesa.

“Queremos ter certeza de que a OTAN seja realmente construída para o futuro, e achamos que uma grande parte disso é garantir que a OTAN compartilhe um pouco mais de responsabilidades na Europa, para que os Estados Unidos possam se concentrar em alguns dos nossos desafios no Leste Asiático”, disse Vance a Rutte.

Negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (13) uma reunião em Munique, na Alemanha, entre integrantes do “alto escalão” de Rússia, Ucrânia e EUA. O encontro deve acontecer na sexta-feira (14). No entanto, o governo ucraniano negou que vai participar.

“Têm uma reunião em Munique amanhã [sexta-feira]. A Rússia vai estar lá com nossa gente. A Ucrânia também está convidada. Não tenho certeza exatamente de quem vai representar cada país, mas será gente do alto escalão de Rússia, Ucrânia e Estados Unidos”, disse Trump.

Na quarta-feira (12), Trump conversou com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, por telefone. Os dois debateram vários temas durante a conversa, incluindo a guerra na Ucrânia.

Já nesta quinta-feira, o presidente norte-americano disse acreditar que Putin quer a paz e afirmou confiar no líder russo sobre assuntos que envolvem a guerra na Ucrânia.

Especialistas militares europeus demonstraram preocupação com declarações recentes do governo dos Estados Unidos, incluindo uma possível entrega de territórios da Ucrânia à Rússia. Segundo eles, algumas concessões poderiam colocar a segurança da Europa em risco.

Com informações do g1

Lula: ‘Se EUA taxarem aço brasileiro, vamos denunciar na OMC ou taxar produtos deles’

Foto: Ricardo Stuckert / PR / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (14), que haverá reciprocidade caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, imponha taxas à importação de produtos brasileiros.

“Eu ouvi dizer que vai taxar o aço brasileiro. Se taxar o aço brasileiro, nós vamos reagir comercialmente, ou vamos denunciar na Organização Mundial do Comércio (OMC) ou vamos taxar os produtos que a gente importa deles”, disse Lula em entrevista à rádio Clube do Pará.

“Nós queremos paz, não queremos guerra. Agora, se tiver alguma atitude com o Brasil, haverá reciprocidade. Não tem dúvida”, declarou ainda Lula.

O presidente brasileiro também afirmou que “não tem relacionamento” entre ele e Trump. “Ainda não conversei com ele e ele não conversou comigo. Relacionamento é entre estado brasileiro e estado americano”. Lula também afirmou que espera que “os Estados Unidos reconheçam o Brasil como um país muito importante”.

“O que eu estou preocupado é que os Estados Unidos, depois da Segunda Guerra Mundial, viraram uma espécie de patrono da democracia no mundo, de xerife do planeta Terra. Eles se colocaram nessa posição, de defensor da democracia. Agora, os discursos não são mais esses. Agora, estão defendendo o protecionismo. É ‘os Estados Unidos para os americanos’, é ‘tudo para os americanos'”, disse Lula.

Os Estados Unidos são um mercado essencial para o setor siderúrgico brasileiro. O país é destino de 48% das exportações de aço do Brasil e 16% das de alumínio, totalizando US$ 5,7 bilhões em vendas em 2024. A reimposição das tarifas pode impactar diretamente as siderúrgicas brasileiras, além de reacender disputas comerciais entre os dois países.
Tarifas impostas por Trump

Na última segunda-feira, 10, Trump, anunciou, como prometido, um aumento significativo nas tarifas sobre importações de aço e alumínio, retomando taxas que tinham sido flexibilizadas para grandes fornecedores como Canadá, México e Brasil.

A decisão, formalizada por meio de proclamações assinadas por Trump, amplia as tarifas sobre o alumínio de 10% para 25% e reimpõe a taxa de 25% sobre o aço, eliminando isenções e cotas que permitiam a entrada de milhões de toneladas desses produtos sem taxas.

A medida faz parte da estratégia de Trump para proteger a indústria siderúrgica e metalúrgica norte-americana, dentro do escopo das tarifas de segurança nacional da Seção 232, implementadas originalmente em 2018.

Além do aumento nas tarifas, Trump determinou a criação de um novo padrão para importação de aço e alumínio na América do Norte. Agora, o aço importado deve ser “fundido e vertido” e o alumínio “fundido e moldado” na região, o que deve restringir a entrada de produtos minimamente processados da China nos EUA. A medida também atinge produtos derivados que utilizam aço importado.

O conselheiro comercial de Trump, Peter Navarro, justificou a decisão afirmando que ela beneficiará a produção nacional e reforçará a segurança econômica dos EUA. “As novas tarifas acabarão com o dumping estrangeiro, impulsionarão a produção doméstica e garantirão que as indústrias de aço e alumínio continuem sendo a espinha dorsal da nossa economia e segurança nacional”, declarou.

Com informações do Terra

‘Cauxi Eletrizado’ terá Mundo Livre S/A, Couro Velho e Uendel Pinheiro neste sábado

Foto: Banda Mundo Livre (Foto: Divulgação)

O bloco de Carnaval mais esperado acontece neste sábado (15). O Cauxi Eletrizado está de volta para a Arena da Amazônia, que abre os portões a partir das 17h, com DJ Carol Amaral, Couro Velho, Uendel Pinheiro, Mundo Livre S/A e a banda oficial da festa, formada por integrantes da Alaídenegão, Cabocrioulo e Os Tucumanus.

Os ingressos já estão no terceiro lote e disponíveis por R$ 70, no perfil do Instagram (@cauxieletrizado). No dia do evento, a pulseira do bloco ainda dá direito ao after free na Augusta Haus, na avenida Pedro Teixeira, 2673, no Dom Pedro, de meia-noite até 3h30.

A principal mudança da 13ª edição está na apresentação dos grupos anfitriões, que, desta vez, trazem os sucessos de cada um para dentro do repertório da Cauxi Eletrizado.

“Durante o show, vai acontecer a troca de músicos da Alaídenegão, Cabocrioulo e Os Tucumanus no palco, mas a banda não vai parar. Isso vai trazer fluidez, tem tudo para ser dinâmico”, afirma Davi Escobar, produtor cultural e um dos fundadores do bloco.

Mundo Livre S/A

Os pernambucanos com 40 anos de carreira e um dos principais nomes do manguebeat chegam a Manaus com o show comemorativo de 30 anos do lançamento do seu primeiro disco, “Samba Esquema Noise”.

Formada por Fred Zero Quatro (voz, cavaco, violão e guitarra), Xef Tony (bateria e voz), Leo D (teclado), Pedro Diniz (baixo) e Pedro Santana (percussão), a banda revisita as 13 faixas do álbum de estreia, entre os sucessos estão “A Bola do Jogo”, “Musa da Ilha Grande”, “Livre Iniciativa” e “Rios, Pontes & Overdrives”, mas tem também fazem uma viagem por toda a sua discografia.

O manguebeat surgiu em Recife, em 1991, em um contexto de renovação cultural que teve como idealizadores Chico Science, Fred Zero Quatro, Mabuse, Héder Aragão e Renato L. O movimento trouxe elementos da cultura regional de Pernambuco, como o maracatu, o coco e a ciranda, e da cultura pop, hip-hop e rock.

Histórico

É a segunda vez que o Cauxi Eletrizado acontece na Arena da Amazônia. Em 2019, a festa ocupou o espaço com shows de Gang do Eletro, Uaná System e Juca Culatra.

O bloco é inspirado no Quanta Ladeira, conhecido em Pernambuco por fazer versões irreverentes de músicas famosas e reunir artistas de diferentes bandas no Carnaval. Entre os nomes que já passaram pelo Cauxi Eletrizado estão ainda Otto, em 2023, e Wanderley Andrade, em 2020.

Confira a programação:

17h – Carol Amaral
18h – Couro Velho
20h – Uendel Pinheiro
22h – Mundo Livre S/A
0h – Cauxi Eletrizado

Com informações da assessoria

Pauderney diz que empresas mostram interesse em investir na ZFM com Reforma Tributária

Foto: Assessoria

O deputado federal Pauderney Avelino, afirma que fim da guerra fiscal, com adoção plena do novo sistema tributário brasileiro, está estimulando grandes grupos empresariais a se instalarem no AM. Alguns, segundo ele, o têm procurado para conhecer as oportunidades no Polo Industrial de Manaus.

Em visita à nova planta da Indústria de Pneus da Amazônia, que inicia operações no Polo Industrial de Manaus neste ano, o deputado federal, Pauderney Avelino (União-AM), revelou que grandes grupos empresariais o têm procurado para conhecer as vantagens de se instalar na Zona Franca, após a Reforma Tributária.

“A todos que me procuram, afirmo que a Reforma Tributária estipulou uma data para o fim da chamada “guerra fiscal” entre os estados: 2032, que é quando se encerra o prazo de transição para o novo sistema tributário. Com isso, somente a Zona Franca de Manaus poderá oferecer benefícios fiscais”, assegurou.

Pauderney acrescentou ainda, que o modelo ficará ainda mais atrativo a novos negócios ao oferecer segurança jurídica ao investidor como único estado da federação a usufruir de vantagens tributárias, condição prevista na Constituição de 1988, que será definitivamente resgatada com a Reforma Tributária.

Fortalecimento do polo de duas rodas

A Indústria Pneus da Amazônia ocupa uma área aproximada de 105.000 metros quadrados, que abrigará as instalações da nova fábrica de pneus. Localizada no Km 23 da AM-010 (Manaus-Itacoatiara), tem previsão de gerar 600 empregos diretos e 1.800 indiretos na produção de pneus e câmaras para bicicletas e motocicletas.

Ao lado do presidente da empresa, Eugênio Ribeiro, Pauderney destacou a iniciativa da nova empresa de adquirir matéria-prima de famílias de ribeirinhos extrativistas do Amazonas. “Esse empreendimento vai fortalecer uma cadeia produtiva importante no nosso PIM, que hoje é o maior polo de duas rodas do país”, revelou.

Com informações da assessoria

Conheça Gabriela Lacerda, a piauiense vencedora do Miss Universe Brasil 2025

Gabriela Lacerda, Miss Piauí e vencedora do Miss Universe Brasil 2025 (Imagem: Reprodução / YouTube / Miss Universe Brasil TV)

Maria Gabriela Silva Lacerda, mais conhecida como Gabriela Lacerda ou Gaby Lacerda, 22, venceu o Miss Universe Brasil 2025, realizado ontem (13), em Barueri, região metropolitana de São Paulo, após derrotar outras 23 candidatas. Esta não foi a primeira vez que ela participou de um concurso de Miss.

Ela ficou em segundo lugar no Miss Universo Brasil 2021, quando havia outro licenciado do Miss Universo no país. Na ocasião, Gabriela perdeu a coroa para a cearense Teresa Santos, mas ganhou a faixa de Miss Simpatia (na edição 2025 também).

Antes da competição nacional, ela venceu o Miss Teen Brasil quando era adolescente, organizado pelo atual CEO do Miss Universe Brasil 2025, Gerson Antonelli. Ela ficou no Top 12 do Miss Teen Mundial 2018, em El Salvador.

Em setembro do ano passado, na ocasião do Miss Universe Brasil 2024, o primeiro sob a gestão de Antonelli, Gabriela foi repórter do evento. Ela realizou entrevistas com personalidades presentes antes do concurso começar.

Em seu Instagram, Gabriela diz que é católica e jornalista. Ela não falou se terminou a faculdade. Seu Linkedin aponta que ela é estudante de Jornalismo na Universidade Anhanguera no período de 2021 a 2025.

Ela também é embaixadora do “Mães da Sé”, uma instituição sem fins lucrativos que desde 1996 ajuda famílias na busca por seus entes desaparecidos. Ela publicou um vídeo em seu Instagram falando do projeto.

Causa foi defendida na final do concurso. Perguntada sobre qual seria sua plataforma social se eleita Miss Brasil, ela respondeu de forma tranquila e enfática: “Já tenho um projeto social que é impressionantemente esquecido pela sociedade. A gente quer falar sobre os desaparecidos que muitas vezes estão esquecidos pela própria lei e pela Justiça desse País”.

Gabriela conta que mulheres e mães passam anos buscando por seus filhos perdidos: “Eu conto a história das Mães da Sé e eu quero contar essa história não só para o Brasil, mas para o mundo inteiro, já que essa é uma realidade mundial”.

“Sei que o Miss Universo é essa plataforma, para que todos possam entender a gravidade disso e como nós podemos transformar a vida dessas mães e famílias que tanto estão sofrendo pela invisibilidade, pelo esquecimento. Eu serei essa miss, a miss de atitude”, disse Gabriela Lacerda, na etapa das perguntas antes de vencer o Miss Universe Brasil.

Gabriela Lacerda vai representar o Brasil no Miss Universo 2025, na Tailândia. O concurso está previsto para acontecer em novembro. A dinamarquesa Victoria Kjaer vai coroar sua sucessora após um ano de reinado.

Com informações da Splash / Uol

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