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Preço do diesel pode interferir no sucesso de medidas do governo para baratear alimentos

A infraestrutura precária de estradas e a logística de caminhões para transporte de alimentos impactam no valor da cesta básica (Foto: TOTVS)

As medidas anunciadas pelo governo para tentar conter a inflação dos alimentos, zerando impostos de importação, devem ser impactadas por problemas crônicos ligados à infraestrutura logística nacional, usada no escoamento de sua produção.

O ano começou com sinais de que terá mais uma safra recorde de soja, um cenário a ser comemorado. Acontece que essa mesma colheita tem consumido a maior parte dos caminhões disponíveis no país, comprometendo outras colheitas em andamento, além de refletir o aumento do preço do frete, puxado pelos ajustes recentes do óleo diesel.

O próprio governo sente na pele os efeitos da infraestrutura precária. Na semana passada, uma das empresas que transportam milho para a estatal Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) jogou a toalha. Em um ofício, ao qual a Folha teve acesso, a empresa Padrão Transportes de Cargas e Logística afirma que vai ter que suspender a entrega de 500 toneladas encomendadas pela Conab, porque não encontra caminhão disponível e por causa do preço do frete.

Sediada em Pernambuco, a empresa de logística venceu uma licitação da Conab para carregar 10 mil toneladas de milho, decidiu pedir uma suspensão de 45 dias para realizar o serviço, concentrado nos estados do Piauí e da Paraíba.

“Em paralelo ao transporte de milho, está ocorrendo o transporte de soja, o que tem impactado, de forma bastante significativa, o frete a ser contratado para o transporte do milho. Isto porque a safra de soja –destaque-se, a maior registrada neste ano– elevou o valor do frete e reduziu a quantidade de caminhoneiros interessados em realizar viagens de longa distância, afirma a empresa.

Em Mato Grosso, estima-se que mais de dois terços da soja já foram colhidos. Como o transporte não pode demorar, o resultado são longas filas com milhares de caminhões nas principais estações de transbordo do país, como Rondonópolis (MT) e Itaituba (PA). “Verifica-se, ainda, além da alta safra de soja, o aumento no valor do diesel, que também impacta consideravelmente o valor do frete”, diz a transportadora.

Paulo Bertolini, presidente da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho), diz que o reajuste do diesel já fez o frete subir entre 30% e 40% em relação ao ano passado, dependendo da região do país. À dificuldade de transporte, diz ele, soma-se a falta de estrutura para armazenamento de grãos.

“Não temos estruturas de armazenamento dentro das fazendas. No Brasil, só 15% das propriedades têm isso, enquanto nos Estados Unidos essa média é superior a 50%. Com os silos no campo, seria possível administrar melhor o estoque, mas o que acaba acontecendo é que o caminhão vira o próprio centro de armazenamento”, diz Bertolini, que cobra medidas efetivas do governo para incentivar a construção dessas estruturas no campo.

Logística e profissionais

Filas de caminhões têm segurado os motoristas até por 48 horas nas regiões de transbordo. Para dificultar a situação, a preferência dos caminhoneiros são os trajetos mais curtos, de até 300 km, o que também reduz a oferta do transporte.

Daniel Furlan Amaral, diretor de economia e assuntos regulatórios da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), avalia que o governo pode até recorrer a medidas paliativas e temporárias, como o corte do imposto de importação para quem traz alimentos de outros países, mas diz que isso não resolve o problema.

“Do ponto de vista interno, temos de trabalhar a questão da infraestrutura e condições que melhoram o ambiente de negócios. Temos de nos espelhar no que fizeram China e Estados Unidos, que investiram em modais de longo curso, como hidrovias, que é o melhor modal de transporte de grãos, e ferrovias. No ano passado, a participação das ferrovias caiu”, disse Amaral.

A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) aponta que há 3,165 milhões de caminhões de cargas em geral, em seus diversos tamanhos, rodando pelas estradas brasileiras. Do lado dos profissionais do volante, as sinalizações são preocupantes. Cerca de 60% da carga nacional passa pelas rodovias.

“A verdade é que, infelizmente, a situação tende a piorar, porque os trabalhadores do setor estão envelhecendo e não tem havido renovação de profissionais no ritmo necessário”, diz Lauro Valdivia, assessor técnico da NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística).

Em janeiro, a NTC&Logística fez uma pesquisa com 400 empresas sobre dificuldades de contratar motoristas. Entre os entrevistados, 93% confirmaram que têm passado por problemas para conseguir encontrar profissionais.

“Vemos com preocupação o cenário, porque muitas empresas ficam usando os caminhões como armazém. Além disso, há falta de segurança e infraestrutura. O motorista parado não ganha nada. É um absurdo essa situação”, diz Wallace Landim, diretor da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), que representa os caminhoneiros autônomos.

Com informações da Folha de S.Paulo

‘Falhei com a galera do Garantido’, diz David Assayag após ser punido pelo Garantido

David Assayag durante apresentação no Festival Folclórico de Parintins em 2024 (Foto: Mauro Neto / Governo do Amazonas)

O Boi Garantido decidiu, na noite de quinta-feira (6), punir o levantador de toadas David Assayag após ele se envolver em uma polêmica durante a apresentação no Carnaboi de Parintins, realizada na terça-feira (4). A decisão foi tomada dois dias após o incidente, que gerou desconforto entre os dirigentes do bumbá.

Na tarde de quinta-feira, Assayag se manifestou nas redes sociais, pedindo desculpas pela situação e reconhecendo o erro grave.

“Falhei com a galera do Boi Garantido e com aqueles que me cederam sua confiança para representar o item 02”, afirmou. O cantor também declarou que acatará qualquer decisão da diretoria do boi e reafirmou seu amor pelo Garantido.

Polêmica

Durante a apresentação no Carnaboi de Parintins, Assayag foi flagrado dizendo palavrões, errando as letras das músicas e até iniciando por engano uma canção do rival Caprichoso.

Após o ocorrido, houve uma reunião na noite de quarta-feira (5) com o presidente Fred Góes e membros da diretoria para discutir o futuro de Assayag e a escolha de seu sucessor.

Em 19 de fevereiro, Assayag havia sido anunciado como único levantador de toadas do Garantido para o festival deste ano, ocasião em que faria sua despedida do item, após mais de três décadas de carreira.

Advertência

Em nota, a Associação Folclórica Boi-Bumbá Garantido informou que adotou as providências cabíveis conforme o seu Estatuto Social. A decisão do Conselho de Ética, do Conselho Fiscal, da Diretoria e da Comissão de Artes foi de aplicar uma advertência ao cantor pelos atos que comprometeram a seriedade e o profissionalismo da instituição.

A associação reafirmou seu compromisso com a história e cultura do Boi Garantido, destacando que situações como essa não serão toleradas.

“Qualquer pessoa ou item que represente a instituição deve respeitar sua imagem e compromisso com o 33º título”, diz o comunicado.

Apesar da decisão, o Boi Garantido não especificou qual tipo de advertência será aplicada ao levantador de toadas David Assayag.

Com informações do g1-AM

Desmate impacta volume das chuvas no verão e no inverno amazônico, aponta estudo

Foto: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

O desmatamento da Amazônia perturba o regime climático da região, fazendo aumentar a quantidade de chuva durante os meses da estação úmida, mas reduz a precipitação durante a estação seca, quando a floresta mais precisa de água, mostra um novo estudo.

O trabalho, realizado por um grupo de cientistas da China e da Tailândia, combinou imagens de imagens de satélite, dados meteorológicos e simulações computacionais para entender melhor a variação sazonal da influência do desmate sobre o clima local. O artigo dos pesquisadores está na edição de hoje da revista científica Nature.

Já se sabia que a remoção de vegetação no bioma estava por trás de alterações na chuva tanto na floresta quanto em outras áreas da América do Sul, mas pesquisas realizadas até agora não permitiam ver com tanta clareza como o mecanismo opera em cada época do ano.

Isso foi possível agora com um método inovador criado pelo grupo, liderado pelo climatólogo Yingzuo Qin, da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, de Shenzhen (China). Usando dados do período 2000-2020 e modelagem matemática, os cientistas conseguiram separar os efeitos do desmatamento no clima das áreas devastadas com aqueles mais distantes (de 60 km a até 1.000 km), e mostraram melhor os mecanismos por trás desse efeito.

Uma medida de impacto contida no estudo é que áreas de mata perdem 1 milímetro de chuva mensal por ponto percentual de área desmatada. Esse número varia um pouco conforme a região, mas é bastante relevante, considerando que 20% do bioma original da Amazônia já foi destruído.

Uma das principais variáveis envolvidas nesse efeito, afirmam os cientistas, é a quantidade de evapotranspiração: a produção combinada de vapor a partir da evaporação da água de superfície e da transpiração de plantas e animais.

Durante a estação úmida (de dezembro a fevereiro), o desmatamento intensifica o transporte de umidade atmosférica na direção das áreas desmatadas, aumentando a chuva localmente, mas reduzindo-a em áreas mais distantes contra a direção dos ventos. Cidades fluviais como Manaus, Belém e Porto Velho, ficam mais vulneráveis a enchentes sob esse cenário.

Já durante a estação seca (de julho a agosto) a evapotranspiração diminui na área desmatada, diminuindo as chuvas tanto localmente quanto em áreas ao redor. O fenômeno estudado pelos pesquisadores ajuda a alimentar o processo de savanização da Amazônia (a transformação de floresta em vegetação savânica de cerrado) e é uma notícia preocupante para o agronegócio do continente em áreas tropicais, porque o efeito de amplificação da estação seca, sobretudo, impacta áreas hoje ocupadas por agricultura no Cerrado e em outros biomas da América do Sul. Queimadas e propagação do fogo são outra consequência.

“Pelo papel essencial que a floresta remanescente na Amazônia tem na regulação do clima regional e global, será preciso um esforço permanente para protegê-la e para reabilitar terras degradadas”, escrevem Qin e seus coautores no estudo.

A perturbação do regime de chuvas e a savanização, dizem os cientistas, são ainda mais preocupantes porque são um fenômeno que se retroalimenta. A perda de área vegetada, inicialmente, contribui para a savanização porque as chuvas nas áreas do limite entre a Amazônia e o Cerrado se reduzem. E uma vez derrubadas as árvores, o carbono contido nelas vai parar na atmosfera na forma de CO₂, o principal causador do efeito estufa e do aquecimento global.

Ponto de não retorno

A Amazônia sobrevive em grande parte porque conta com a umidade que ela captura e retém. Um terço da chuva que cai sobre a floresta está apenas retornando água produzida pela sua própria evapotranspiração, algo que não ocorre em nenhum outro bioma do mundo.

Essa característica é que dá força e estabilidade ao bioma, mas paradoxalmente é o que o torna frágil diante do desmatamento.

Um dos grandes desafios da ciência climática atual é o de determinar qual é o chamado “ponto de não retorno” da Amazônia, um conceito criado pelo cientista brasileiro Carlos Nobre. Esse termo é uma referência ao limite de encolhimento da floresta a partir do qual ela não conseguiria mais sustentar a si própria. Há indícios de que com um quinto da mata derrubada, ela já começa a cruzar esse ponto.

Comentando o estudo de Qin em um outro artigo na própria Nature, o cientista Wim Thiery, da Universidade Vrije de Bruxelas, afirma que o trabalho dos chineses contribui para elucidar essa questão.

“Somente quando os efeitos de interação entre mudanças climáticas, desmatamento e saúde da vegetação estiverem vinculados, o risco de savanização poderá ser verdadeiramente avaliado. Considerar a sazonalidade, como Qin fez, assim como a seca e os extremos de calor, serão etapas essenciais neste processo”, escreveu o pesquisador.

Com informações de O Globo

Vereadoras de Manaus reforçam a representatividade feminina no Legislativo

Fotos: Eder França e Cleuton Silva / Dicom - CMM

Março inicia trazendo consigo um simbolismo especial: é o mês da mulher, um período de reconhecimento e celebração das conquistas femininas ao longo da história. A Câmara Municipal de Manaus (CMM) destaca a importância da participação feminina na política e o trabalho das vereadoras. Com a atuação pautada no compromisso com a sociedade, as vereadoras Yomara Lins (Podemos), Professora Jacqueline (União Brasil) e Thaysa Lippy (PRD) reforçam a presença de mais mulheres no Legislativo.

A trajetória das parlamentares evidencia a força feminina na política. A presença de vereadoras é essencial para garantir que as demandas das mulheres sejam ouvidas e transformadas em políticas públicas que beneficiem toda a cidade.

Desafios no Legislativo

Atuante na defesa dos direitos das mulheres, a vereadora Yomara Lins (Podemos), que está em seu segundo mandato, tem como compromisso garantir a participação das mulheres na vida pública. Advogada formada pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a parlamentar também é pastora e uma das fundadoras da Comunidade Evangélica Internacional do Avivamento (Ceia). Yomara foi a primeira mulher a assumir o principal cargo do Executivo municipal como prefeita em exercício em 2023.

Segundo a parlamentar, para que mais mulheres ocupem espaços de decisão, é necessário fortalecer políticas de inclusão, investir na formação de lideranças femininas e, acima de tudo, garantir que a voz das mulheres seja respeitada e valorizada nos debates políticos.

 “Apesar dos avanços, a representatividade feminina no Legislativo ainda enfrenta desafios significativos. É fundamental criar mecanismos que incentivem a participação política das mulheres, desde a ampliação de oportunidades dentro dos partidos até a garantia de um ambiente seguro e igualitário para atuar na política. Ainda lidamos com barreiras como a violência política de gênero, a dificuldade de acesso a financiamentos de campanha e a resistência cultural à liderança feminina”, afirma a vereadora.

Representatividade feminina no Legislativo

Com um histórico familiar atuando na política, a vereadora Thaysa Lippy (PRD) trabalha por diversas causas sociais, dentre elas, a luta pelos direitos das pessoas com autismo.

Além de vereadora, Thaysa Lippy é empresária e advogada. Para ela, apesar dos avanços, ainda há um contraste significativo na representação política das mulheres nos parlamentos e defende que é essencial que políticas públicas se empenhem em reduzir todas as formas de discriminação e valorizem o trabalho das mulheres na sociedade.

“Somos metade da população brasileira (51,13%) e 53% do eleitorado, conforme dados do IBGE e do TSE. Precisamos estimular as mulheres a participarem do processo político e criar oportunidades reais dentro dos partidos”, afirma.

Parlamentares defendem a presença de mais mulheres no Legislativo – Fotos: Eder França e Cleuton Silva / Dicom – CMM

Para as mulheres, especialmente as mais jovens, Thaysa Lippy deixa uma mensagem de incentivo à participação na política. Ela reforça que a falta de mulheres nos espaços de decisão enfraquece a democracia e as deixa à margem da elaboração de políticas públicas.

“Todas têm o direito e a capacidade de ocupar os espaços que desejarem. Na Câmara Municipal de Manaus, há um histórico de baixa representação feminina. Dos 41 parlamentares, geralmente apenas três ou quatro são mulheres. Isso é muito pouco. Chegar ao parlamento é um desafio, mas as mulheres podem contribuir com coragem, força, determinação e sensibilidade”, reforça a vereadora.

Ensino e a qualificação profissional como ferramentas de transformação social

A vereadora Professora Jacqueline (União Brasil), com sua experiência na educação, traz para o parlamento a defesa de projetos que valorizam o ensino e promovem a qualificação profissional, entendendo que a educação é a base para a transformação social. A parlamentar é educadora desde 1995 e, atualmente, está em seu terceiro mandato.

Jacqueline desempenha papéis fundamentais sendo Presidente Municipal do União Brasil Mulher, Procuradora Especial da Mulher e vice-presidente da Comissão da Mulher, membro da Comissão de Educação, na Câmara Municipal.

Efeito Trump pode ser triplamente negativo para o clima, diz Marina Silva

Ministra Marina Silva na COP29 em Baku - Foto: Maxim Shemetov / Reuters

As ações para conter o aquecimento global estão em risco devido a um efeito triplamente negativo desencadeado pelo retorno do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Casa Branca, disse hoje a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, enquanto o Brasil se prepara para sediar a COP30 no final deste ano.

Trump se retirou do Acordo de Paris sobre mudança climática, lançou uma guerra comercial com Canadá, China e México e alterou a política dos EUA sobre a guerra na Ucrânia.

Marina disse a repórteres em Déli, falando por meio de um tradutor, que o “contexto geopolítico cada vez mais complexo”, caracterizado por turbulências e tarifas comerciais, pode interromper o progresso na contenção das mudanças climáticas… – Veja mais em https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/reuters/2025/03/06/efeito-trump-pode-ser-triplamente-negativo-para-o-clima-diz-marina-silva.htm?cmpid=copiaecola

“Eles podem drenar recursos e também podem prejudicar o ambiente de confiança entre as partes. Temos um efeito negativo triplo, pois quanto menos ação vemos, menos dinheiro vemos, resultando em menos cooperação entre os países.” afirmou Marina Silva.

O Brasil, que sediará a COP30 em novembro, disse que usará sua presidência para pressionar pelo multilateralismo e pelo respeito à ciência, em uma réplica a Trump.

Desde o rompimento realizado por Trump da prioridade dada pelos Estados Unidos à ajuda para resolver problemas globais e fornecer financiamento internacional, Marina disse que outros países podem sentir que precisam redistribuir as finanças para áreas como a defesa.

Ela colocou em dúvida o acordo alcançado na COP do ano passado para triplicar o financiamento às nações pobres para US$ 300 bilhões anuais até 2035, dizendo que isso “não pode ser dado como certo”.

Marina também disse que as disputas sobre tarifas comerciais são “ruins para todos” e só trazem benefícios políticos de curto prazo.

“No longo prazo, elas podem levar à inflação, podem levar a uma diminuição da popularidade… As pessoas não serão solidárias se suas casas forem queimadas por incêndios, se houver impacto em sua segurança alimentar por causa da inflação”, afirmou ela.

*Com informações de Uol

Samu registra 475 ocorrências durante feriado de carnaval

Foto: Divulgação / Semsa

Colisão entre carro e moto, dispneia e queda de moto estão entre as ocorrências que mais demandaram atendimentos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da Prefeitura de Manaus, durante o carnaval. No período de sexta-feira, 28/2, a quarta-feira, 5/3, foram registradas 475 ocorrências. O serviço, coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), funciona 24 horas prestando atendimento pré-hospitalar na capital.

Entre os principais casos registrados ao longo das festas carnavalescas, destacam-se as colisões entre carro e moto (89 ocorrências), dispneia – falta de ar- (69), crise convulsiva (46), quedas da própria altura (40), colisão entre motos (28) e agressão física (19).

Os demais atendimentos mais frequentes no feriadão estão relacionados à adinamia (fraqueza muscular) com 18 ocorrências, irresponsividade e diminuição do nível de consciência, com 14 e 11 atendimentos, respectivamente.

A diretora do Samu, Elen Assunção, avalia que quando comparados ao feriado de carnaval do ano passado, é possível verificar que este ano houve aumento no número de atendimentos realizados pelo atendimento móvel de urgência. Em 2024, foram 401 ocorrências registradas, enquanto em 2025, foram 475, uma diferença de 74 casos a mais este ano.

“Mas ao contrário do ano passado, quando os quadros de dispneias, situações em que o usuário apresenta falta de ar, este ano as colisões envolvendo carros e motos, foram as ocorrências mais frequentes, o que evidencia que os condutores de veículo precisam redobrar a atenção e dirigir com responsabilidade para resguardar a própria vida e a dos demais condutores e pedestres”.

Elen Assunção reitera que o período carnavalesco é sempre desafiador para o Samu. O serviço funciona 24 horas por dia prestando atendimento de urgência e emergência com o objetivo de reduzir o sofrimento e o agravamento do quadro do paciente até sua chegada a uma unidade de pronto atendimento ou estabelecimento hospitalar.

“A população precisa ser mais cautelosa no período de festas. Este ano, nossos registros apontam que os acidentes de trânsito foram os casos que mais nos demandaram. Precisamos que todos sejam mais cautelosos para evitar situações que muitas vezes são irreversíveis”, pontua a diretora do Samu.

Desabrigados pela enchente em Porto Alegre enfrentam de fila a briga com vizinhos

Tragédia no Rio Grande do Sul já soma 176 mortos - Foto: Agência Brasil

A auxiliar de serviços gerais Márcia Elisa Rodrigues, 43, se emociona ao lembrar da enchente em Porto Alegre, em 2024, quando precisou ficar quase um mês fora de casa. Moradora há dez anos de uma vila em Navegantes, ela tinha trazido a mãe, Noeli, 83, de São Borja para morar no mesmo terreno.

Com a cheia, a casa de Márcia ficou bem avariada; a de sua mãe, inabitável. “Ela fica triste por não ter mais o cantinho dela, mas decidimos que não poderia mais ficar ali. Também não podemos mexer na estrutura da casa, então agora a última esperança é uma casa nova.”

A enchente de 2024 agravou a situação dos moradores de comunidades de Navegantes, como as vilas Tio Zeca e Areia. Da mesma forma que Márcia, eles já esperavam por indenizações e realocação por conta da obra da Nova Ponte do Guaíba, na zona norte de Porto Alegre.

O Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) diz que das obras remanescentes falta concluir três ramos de acesso. Técnicos da autarquia estimam até 24 meses para o fim dos trabalhos. Atualmente o processo de contratação da conclusão das obras está em fase de elaboração do edital de licitação, com prazo estimado de quatro meses para ser publicado.

De volta à sua casa, que terá de ser demolida para a conclusão da obra, e sem condições de se mudar, a técnica de enfermagem Caroline de Oliveira, 42, tomou uma decisão drástica: largar um dos dois empregos, o que tinha conquistado por meio de um concurso público, para ver se consegue ser contemplada com um imóvel.

“Estudei para ter uma vida melhor. Moro bem na passagem onde vai ser construída a ponte, e a minha casa ficou 45 dias debaixo d’água. Sempre que ia para o serviço, passava aqui em frente e sentia uma angústia”, conta. Ela diz que sempre ouvia motivos diferentes para não ser contemplada: por ser de família unipessoal (só com uma pessoa) ou por ter renda acima do teto para o programa de compra assistida.

Na terça-feira (25), o contrato de número 500 do programa de compra assistida do Minha Casa, Minha Vida Reconstrução foi assinado em Porto Alegre, e ao todo, já foram firmados 508 deles na capital —cerca de 9% do total de 5.821 pedidos encaminhados pela prefeitura de moradores que vivem em áreas de reassentamento, com obras públicas (diques), da região das ilhas ou vilas à beira do Guaíba.

Destas mais de 5.000 famílias, 2.752 foram consideradas elegíveis (já tem garantido o direito ao imóvel).

Jardim do Margs após enchentes em Porto Alegre – Foto: Camila Diesel / Sedac / Governo do estado do Rio Grande do Sul / Divulgação

O programa viabiliza a compra de imóveis de até R$ 200 mil por quem teve a casa destruída ou interditada definitivamente pelo evento climático. É preciso ter renda mensal familiar de até R$ 4.700.

Após perder sua casa, a agente comunitária Patrícia Menna Barreto, 39, acaba de assinar o contrato. “Fico feliz, mas não deixo de brigar pelos que ainda estão nas comunidades. Depois da enchente, passamos a conviver com o medo de furtos e de animais que entram nas casas.”

O rigor com as famílias unipessoais no Cadastro Único não afeta apenas os que enfrentaram as enchentes. O governo federal tem intensificado as ações de regularização, após identificar um novo aumento de famílias unipessoais no fim de 2024.

Segundo Maneco Hassen, coordenador do escritório do governo federal no Rio Grande do Sul, para destravar a questão das famílias unipessoais, o governo vai liberar que os municípios assinem a responsabilidade de atestar que o candidato vive sozinho e que o endereço está correto.

“Agora o programa ganhou ritmo. É como um financiamento da casa, leva alguns meses”, diz. Além dos 508 contratos em Porto Alegre, foram 777 no Rio Grande do Sul. Ele afirma que o governo pretende chegar a 1.000 no estado até o Carnaval e a 1.000 em Porto Alegre até a primeira quinzena de março.

“Não tem ninguém reprovado, o que tem é muita confusão por desconhecimento”, diz Hassen, que reforça que, por conta da demanda ser maior do que a oferta de imóveis já prontos, serão construídas habitações em Porto Alegre, região metropolitana e Vale do Taquari.

“Para ser justo, acelerou. Nunca a União tinha feito algo assim, e o programa tem regras que podem causar estranheza nos inscritos [como a necessidade do Habite-se ou de o imóvel ser regularizado]. Mas até pelo que eu ouvi dos contemplados, quando enfrentam os problemas, eles conseguem”, diz o diretor do Demhab (Departamento Municipal de Habitação), André Machado.

Na zona sul, desabrigados conquistaram junto ao governo do estado um terreno no bairro Cristal para construir moradias populares pelo programa Minha Casa Minha Vida Entidades.

As famílias vêm de bairros atingidos pelas enchentes e haviam ocupado um antigo prédio da Fepam (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler), no Centro Histórico de Porto Alegre, até serem despejados. Após uma ação na sede do governo estadual, eles conquistaram o terreno para a construção das moradias.

Dupla Gre-Nal cancela treinos e ajuda desabrigados pelas enchentes – Foto: Reprodução

O futuro empreendimento vai abrigar as famílias da ocupação Sarah Domingues, mas sofre resistência por parte de moradores do bairro. Um dos apontamentos é que a obra traria impactos ambientais pela presença de uma nascente de água no terreno.

No último dia 23, o MLB-RS (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas no Rio Grande do Sul), organizou um ato de resistência no terreno.

O local foi cedido por edital público, e a entidade vencedora tem 18 meses para obter financiamento para a construção de 120 moradias.

Segundo Luciano Schafer, coordenador nacional do MLB no Rio Grande do Sul, o movimento tem buscado o diálogo com os moradores e explicar a importância do projeto. “Iniciamos um debate, tem uma feira em frente ao nosso terreno e já houve um episódio de agressão a um militante, mas barrar a construção não é a vontade geral, e soubemos de constrangimentos e ameaças de quem não concorda com o abaixo-assinado.”

Presidente da Frente Parlamentar Invasão Zero, o deputado estadual Gustavo Victorino (Republicanos) foi acionado por moradores do bairro que são contrários ao projeto. Destacando que o terreno não foi invadido, mas cedido aos integrantes, ele diz entender a preocupação dos moradores e
que a decisão causa estranheza, por se tratar de uma área nobre e com restrições ambientais.

“Aquela área é de preservação ambiental, tem água corrente, animais silvestres. Porto Alegre tem muitas áreas disponíveis, periféricas, circunvizinhas, mas não necessariamente um local nobre como aquele. Temos o exemplo de um conjunto habitacional que foi construído há alguns anos em uma área central e hoje se tornou um foco de crime, os moradores têm medo.”

Em nota, a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária informa que a cedência do terreno em questão foi por meio de edital. Seis entidades concorreram, e não houve contestação ao resultado.

“O terreno do estado estava sem uso e foi incluído na lista de áreas públicas disponibilizadas para programas de habitação de interesse social e o entorno da região tem as características arquitetônicas adequadas para construção de moradias nesse formato.”

Leia íntegra da nota do Dnit:

O Dnit informa que das obras remanescentes da Nova Ponte sobre o rio Guaíba na BR-116/290/RS falta concluir a construção de três ramos de acesso da Nova Ponte Sobre o Rio Guaíba na interseção com a BR-290/RS, a Freeway e serviços de pavimentação, acabamento e sinalização em parte dos ramos já construídos. Técnicos da autarquia estimam 18 meses para a conclusão dos trabalhos, após o início efetivo dos serviços, o que depende da remoção das famílias do local das obras.

Se considerarmos a execução do sistema de proteção dos pilares dos vãos centrais (Dolfins), o prazo para a execução total do empreendimento, deverá ser de 24 meses. Atualmente o processo de contratação da conclusão das obras está em fase de elaboração do edital de licitação, com prazo estimado de quatro meses para ser publicado.

O processo de realocação das famílias das Vila Tio Zeca e Vila Areia está em andamento. As ações estão sendo executado pela Caixa Econômica Federal, em conjunto com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Justiça Federal, Ministério Público Federal e com apoio do Dnit. Informações sobre o andamento dos processos de realocação devem ser direcionadas à CEF.

O Dnit assumiu a responsabilidade pela demolição das edificações, limpeza, remoção e recuperação da área após a realocação das famílias. Neste sentido, já possuí empresa contratada para execução dos serviços, aguardando apenas a liberação das frentes de serviço.

As famílias que foram atingidas pelas enchentes estão sendo atendidas pelo MCMV Reconstrução, com gestão pelo Ministério das Cidades, CEF e Prefeitura de Porto Alegre.

*Com informações de Folha de São Paulo

Seleção: com retorno de Neymar, Dorival Júnior anuncia convocados para jogos contra Colômbia e Argentina

Dorival Junior divulga lista dos convocados para jogos contra Colômbia e Argentina - Foto: Reprodução / CBF

O técnico Dorival Júnior anunciou nesta quinta-feira, 6, a lista dos 23 convocados para defender a Seleção Brasileira nos duelos contra Colômbia e Argentina, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo em 2026. As partidas serão disputadas, respectivamente, nos dias 20 e 25 de março.

A principal novidade na lista é o retorno de Neymar, do Santos. Convocados em outras oportunidades, Alisson (Liverpool) e Rodrygo (Real Madrid) também retornam. Esta é a sexta lista de convocados de Dorival desde que assumiu a Seleção em março de 2024.

A convocação tem seis jogadores que atuam no futebol brasileiro, de Flamengo, Palmeiras e Santos.

O Brasil enfrenta a Colômbia, no Mané Garrincha, em Brasília, no dia 20 de março, às 21h45 (de Brasília). Em seguida, a Seleção enfrenta a Argentina no dia 25, em Buenos Aires, às 21h. O Brasil ocupa o quinto lugar das Eliminatórias com 18 pontos.

Veja a lista de convocados para a seleção brasileira:

Goleiros

  • Alisson – Liverpool (ING)

  • Bento – Al-Nassr (SAU)

  • Ederson – Manchester City (ING)

Zagueiros

  • Gabriel Magalhães – Arsenal (ING)

  • Léo Ortiz – Flamengo

  • Marquinhos – Paris Saint-Germain (FRA)

  • Murillo – Nottingham Forest (ING)

Laterais

  • Guilherme Arana – Atlético-MG

  • Danilo – Flamengo

  • Vanderson – Monaco (FRA)

  • Wesley – Flamengo

Meio-campistas

  • André – Wolverhampton (ING)

  • Bruno Guimarães – Newcastle (ING)

  • Gerson – Flamengo

  • Joelinton – Newcastle (ING)

  • Matheus Cunha – Wolverhampton (ING)

  • Neymar Jr. – Santos

Atacantes

  • Estevão – Palmeiras

  • João Pedro – Brighton (ING)

  • Raphinha – Barcelona (ESP)

  • Rodrygo – Real Madrid (ESP)

  • Savinho – Manchester City (ING)

  • Vinicius Jr. – Real Madrid (ESP)

*Com informações de Terra

INFS promovem campanha de doação de absorventes para mulheres em situação de vulnerabilidade

Combate à pobreza menstrual e empoderamento feminino marcam celebrações do Dia da Mulher nas INFS - Foto: Assessoria

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, o Pinocchio Centro Educacional e o Colégio Martha Falcão, que integram as Instituições Nelly Falcão de Souza (INFS), realizarão no sábado, 8 de março, uma programação especial voltada para a comunidade escolar. O evento, com o tema “Mulheres que Cultivam o Futuro”, terá como ponto alto a arrecadação de absorventes para mulheres em situação de vulnerabilidade social, além de rodas de conversa e serviços de saúde e bem-estar.

“O Dia da Mulher é uma data para celebrarmos as conquistas femininas e, ao mesmo tempo, refletirmos sobre os desafios que ainda enfrentamos”, afirma Nelly Falcão de Souza, diretora das INFS. “Acreditamos que a educação e a solidariedade são ferramentas poderosas para transformar a realidade de muitas mulheres. Por isso, convidamos toda a comunidade escolar a se juntar a nós nesta corrente do bem.”

A campanha de arrecadação de absorventes será destinada ao projeto “Adote um Ciclo”, do Instituto ELA, que distribui produtos de higiene íntima para escolas públicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), comunidades, maternidades, abrigos de imigrantes e outras instituições que atendem mulheres em situação de vulnerabilidade de Manaus e interior do Estado.

Conscientizar comunidade

A pobreza menstrual, caracterizada pela falta de acesso a produtos de higiene menstrual e à informação adequada, impacta diretamente a saúde, a educação e a dignidade de milhões de mulheres em todo o mundo. A campanha de doação de absorventes promovida pelas INFS busca amenizar esse problema, garantindo que mais mulheres tenham acesso a itens básicos de higiene e possam viver seus ciclos menstruais com dignidade. Além disso, a iniciativa visa conscientizar a comunidade sobre a importância da saúde menstrual e quebrar tabus relacionados ao tema.

“Os absorventes arrecadados durante o evento serão utilizados em ações que realizaremos ao longo do mês”, explica Nelly Falcão de Souza, que também é gestora regional do Instituto ELA no Amazonas. “O instituto nasceu com o propósito de criar uma rede de mulheres e educadoras que se apoiam, se fortalecem e se inspiram mutuamente.”

A programação segue no dia 14, com instituições parceiras, em Presidente Figueiredo, a 107km de Manaus, no auditório da prefeitura do município, onde a INFS desenvolve o projeto da Associação Casa do Professor. No dia 15, a ação vai acontecer em Manaus, na Creche Zezé Pio de Souza, localizada no bairro Redenção. Na ocasião, serão beneficiadas mães e responsáveis de alunos, além de mulheres de baixa renda que residem nas adjacências da instituição. No dia 22, está prevista uma ação na Associação das Mulheres do Novo Aleixo, na zona Leste da cidade.

Roberto Cidade é autor de PL que incentiva práticas de inovação e empreendedorismo no interior do Amazonas

Foto: Herick Pereira

O empreendedorismo é um dos principais vieses da economia em todo o mundo e, para incentivar esse nicho localmente, o deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), é autor do Projeto de Lei nº 95/2025, que estabelece diretrizes para a promoção de Centros de Inovação e Empreendedorismo no interior do Estado, com foco no estímulo ao desenvolvimento regional sustentável.

“Precisamos criar e fortalecer os meios para que o empreendedorismo seja uma realidade no Amazonas. Na capital, essa é uma prática mais estabelecida. No entanto, no interior, precisa ser melhor utilizada. Acredito que, se dispusermos dos meios adequados, muito em breve teremos o empreendedorismo fortalecido e, consequentemente, a economia do Estado”, opinou.

O PL estabelece diretrizes gerais com o objetivo de promover a inovação tecnológica, o empreendedorismo e o desenvolvimento sustentável, respeitando as particularidades regionais. Com isso, a implementação e o funcionamento dos Centros de Inovação e Empreendedorismo precisam incentivar a instalação de hubs de inovação tecnológica em cidades estratégicas do interior do Amazonas e promover parcerias entre governo, setor privado, universidades e organizações da sociedade civil para o desenvolvimento de iniciativas voltadas ao empreendedorismo.

Além disso, a iniciativa pretende estimular a criação de negócios baseados em soluções inovadoras e sustentáveis, com foco nas potencialidades locais, como biotecnologia, setor agroflorestal, turismo e economia digital; fomentar a qualificação técnica e empreendedora de jovens e adultos, por meio de cursos, workshops e capacitações práticas; e facilitar o acesso a recursos tecnológicos, como internet de alta velocidade, espaços de coworking e laboratórios de inovação.

O PL também propõe a promoção de programas de incentivo à economia criativa e digital, visando à inclusão social e ao fortalecimento das comunidades locais, além da articulação de esforços para atrair investimentos públicos e privados voltados ao desenvolvimento de negócios inovadores.

Para viabilizar a implementação das diretrizes estabelecidas no PL, o Poder Executivo deverá realizar estudo de viabilidade para a concessão de incentivos fiscais a empresas e iniciativas vinculadas aos centros de inovação, além da adoção de mecanismos de financiamento público-privado, com possibilidade de captação de recursos de fundos nacionais e internacionais.

Também deverá ficar a cargo do Executivo estimular a integração com programas de inovação existentes em nível federal, como os do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A prioridade será a implantação de iniciativas de inovação nas cidades do interior, considerando critérios como potencial de impacto econômico e social, infraestrutura já existente para apoiar projetos de inovação e necessidades específicas das comunidades locais.

O PL sugere que a supervisão e coordenação fiquem a cargo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI).

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