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Raiff Matos defende punição a invasores de terras

Vereador propõe PL que proíbe benefícios, homenagens e cargos públicos a condenados por violação do direito à propriedade privada - Foto: Jerônimo Garlott

O vereador Raiff Matos (PL) se manifestou contra a chamada “indústria das invasões” e defendeu a punição de envolvidos na ocupação ilegal de terrenos na capital amazonense. O pronunciamento foi dado no Pequeno Expediente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã desta segunda-feira.

O parlamentar destacou a necessidade de medidas rígidas para coibir a prática e destacou o Projeto de Lei 3/2025, em tramitação na Casa Legislativa, que veda a concessão de benefícios, cargos públicos e incentivos fiscais ou financeiros a pessoas condenadas por crimes de conflito fundiário.

“Manaus é uma das cidades mais favelizadas do Brasil, e isso acontece porque criminosos se aproveitam da desordem para lucrar com invasões de terras. O PT e a esquerda tentam romantizar esse tema, mas a verdade é que esses grupos organizados atuam como verdadeiros agentes de desordem”, afirmou Matos.

O PL 3/2025 determina que pessoas físicas ou jurídicas condenadas por invasão ou esbulho de imóveis públicos ou privados não possam ocupar cargos públicos no Executivo e Legislativo municipal, nem receber benefícios financeiros da Prefeitura de Manaus. Além disso, esses condenados ficam impedidos de participar de licitações promovidas pelo município.

O vereador enfatizou que, além da necessidade de políticas habitacionais para atender a população, é fundamental punir aqueles que promovem ocupações ilegais. “A casa própria é um direito, e projetos habitacionais são fundamentais, mas não podemos fechar os olhos para o crime organizado que usa a invasão de terras como ferramenta de poder. Precisamos punir quem lucra com essa prática e degrada a cidade”, declarou.

O projeto de lei já foi deliberado no plenário da CMM e aguarda tramitação nas comissões competentes antes de seguir para votação final.

Público reclama de Neymar no Carnaval: ‘Jogar, não quer’

Neymar Jr - Foto: Divulgação / Redes Sociais

Eliminadissímo! Após o Santos perder para o Corinthians na semifinal do Paulistão, torcedores passaram a detonar Neymar Jr que sentiu um desconforto na partida contra o Bragantino e, em seguida, foi curtir o Carnaval no Rio de Janeiro.

Na ocasião, o jogador alegou dor na coxa e não saiu do banco de reservas no jogo mas tempos depois foi curtir o clima carioca. Na web, não faltou críticas. ”E ele fica doente pra ir à balada?”, disse um internauta. ”Jogar, não quer”, ressaltou outro.

”O cara que não tem condições nem de fazer uma partida completa num campeonato paulista , aí é convocado pra seleção brasileira”, apontou um terceiro. ”Ele não jogava nem quando tava ganhando milhões, imagine agora que ganha dinheiro de pinga”, criticou um quarto.

Neymar na Seleção brasileira

Nesta quinta-feira, 06, Neymar Jr. celebrou a convocação para a Seleção Brasileira. Após um ano e meio fora da lista da Seleção, ele foi convocado para o duelo entre Brasil e Colômbia, que acontece em Brasília no dia 20.

Nas redes sociais, o craque, que atualmente está no Santos Futebol Clube, time que o revelou, comemorou o momento de sua carreira. “Feliz em estar de volta”, escreveu ele no Instagram.

*Com informações de Terra

Lua de Sangue no Brasil: como ver o 1º eclipse total do ano nesta sexta

Foto: EFE / EPA / CHRISTIAN MERZ

O primeiro eclipse lunar de 2025 está marcado para acontecer na sexta-feira, 14, e será visível do Brasil. Este também será o primeiro eclipse lunar total desde 2022, segundo a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa). O fenômeno criará o efeito de “lua de sangue”, quando o astro aparece avermelhado no céu.

A coloração vermelha neste tipo de eclipse se dá porque a Lua fica posicionada por completo na parte mais escura da sombra da Terra, chamada umbra.

“A parte da luz solar que passa pela atmosfera da Terra alcança a superfície da Lua, iluminando-a fracamente”, diz a Nasa em uma publicação sobre o fenômeno da sexta-feira. “Cores com comprimentos de onda mais curtos – os azuis e violetas – se dispersam mais facilmente do que cores com comprimentos de onda mais longos, como vermelho e laranja. Como esses comprimentos de onda mais longos atravessam a atmosfera da Terra, e os comprimentos de onda mais curtos se dispersaram, a Lua aparece laranja ou avermelhada”, explica a agência.

Um eclipse lunar ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham de modo que a Lua passe pela sombra da Terra.

Como ver do Brasil?

O fenômeno terá visibilidade do continente americano a partir das 0h57, no horário de Brasília, conforme previsão da Nasa. Por volta das 2h10, deve ser possível ver o eclipse parcial acontecer. E a partir das 3h26, o total.

O eclipse está previsto para se encerrar às 5h48. Como são estimativas, estes horários podem variar para mais ou para menos.

A visibilidade também depende da condição meteorológica no local de observação. Quando mais limpo o céu, mais fácil fica ver o eclipse.

“Não é necessário nenhum equipamento especial se as nuvens cooperarem. Afastar-se das luzes brilhantes lhe dará uma visão melhor, assim como utilizar binóculos”, diz a Nasa.

*Com informações de Uol

Brasil divulga carta com alerta para urgência climática e convoca ‘mutirão global’ na COP30

André Corrêa do Lago, presidente da COP30, discursa na sede da ONU em Nova York (Foto: Divulgação / COP30)

O embaixador André Corrêa do Lado, presidente da Conferência do Clima da ONU, a COP30, divulgou hoje (10), uma carta com a visão e os objetivos do Brasil para o evento, que será realizado em novembro em Belém, capital do Pará.

O documento com que páginas, faz um apelo para que governos, empresários e sociedade civil se mobilizem no combate ao que ele chamou de inimigo comum a todos: as mudanças climáticas.

Para André Corrêa do Lago, a COP30 servirá como convocação de um mutirão global para colocar em prática as decisões tomadas há três décadas em negociações internacionais do clima.

“Como nação do futebol, o Brasil acredita que podemos ‘vencer de virada’. Isso significa lutar para virar o jogo quando a derrota parece certa”, diz o texto, assinado pelo diplomata brasileiro.

A ambição é que a conferência de Belém, que começa em 10 de novembro, inaugure uma nova fase das COPs, traduzindo decisões técnicas e que muitas vezes parecem abstratas para a vida das pessoas, das organizações e das empresas.

Mais que isso: é preciso “fazer uma autocrítica e responder por meio de ações à percepção externa de que as negociações se arrastam por mais de três décadas com poucos resultados efetivos”, escreve o embaixador.

Trata-se de um reconhecimento dos limites desse sistema de cooperação internacional, disse Corrêa do Lago em conversa com jornalistas na última sexta-feira.

Fazem parte da Convenção do Clima (UNFCCC) quase todos os governos nacionais do mundo, e são eles que desde 1995 enviam representantes para negociar nas COPs.

O problema deste desenho, segundo o presidente da COP30, é que ainda existe a sensação de uma distância entre o mundo real e o que se discute e se decide nas conferências.

“A urgência climática nos obriga a essa ideia do mutirão, uma palavra que todo brasileiro entende e agora o mundo vai descobrir”, afirma o presidente da COP. “Temos de juntar não somente os países, mas a sociedade, o setor privado, a juventude”.

Descompasso

A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris é um exemplo desse aparente descompasso entre o processo que ocorre no âmbito da ONU e as ações no mundo real.

O governo americano ainda estará presente em Belém, pois o desligamento formal de Paris só deve se concretizar em janeiro. O abandono americano será um golpe para a cooperação global, entre outros motivos, porque o país é o maior emissor histórico de gases de efeito estufa.

Mas a ausência da esfera federal americana não significa que os Estados Unidos inteiros tenham abandonado o combate à mudança do clima, afirma Corrêa do Lago.

Esse esforço de ir “além das fronteiras” da COP significa abraçar todos os americanos ainda comprometidos com o tema. “Segundo avaliações que ouvi, pelo menos dois terços do PIB americano, incluindo Estados, cidades e empresas, vão ficar em Paris do ponto de vista prático”, diz o embaixador.

Ao mesmo tempo, ele afirma estar ciente de que muitas empresas e governos – e não somente nos Estados Unidos – estejam reduzindo seus compromissos com a agenda climática. Foi por esse motivo que a expressão “virar o jogo” foi incluída no documento que expõe a visão da COP30, diz Corrêa do Lago.

Apesar do chamado ao envolvimento do “mundo real” no que se discute nas COPs, o Brasil ainda está devendo a indicação do Campeão Climático de Alto Nível.

A pessoa indicada para o cargo tem justamente o papel de estabelecer a conexão entre o que se decide nas salas de negociações e todos os atores que não são partes formais da UNFCCC.

Questionado pelo Reset sobre o porquê da demora na escolha do nome, Corrêa do Lago afirmou que ele deve ser nomeado “proximamente”.

Um mundo instável

Outro problema talvez ainda mais crítico para as ambições da presidência brasileira da COP30 seja a instabilidade geopolítica global.

Entre os vários choques trazidos pela eleição de Donald Trump, um dos potencialmente mais importantes é o abalo na relação histórica entre americanos e europeus.

Incertos sobre a continuidade do apoio financeiro e militar de Washington, os países europeus estão recalculando seus orçamentos, o que deve significar tirar dinheiro de investimentos climáticos e do financiamento para o mundo em desenvolvimento, o tema que quase levou ao colapso da COP do ano passado.

As fissuras na aliança atlântica e o empoderamento de Vladimir Putin, na Rússia, têm colocado a questão climática em segundo plano em boa parte do mundo – mesmo com a sequência de tragédias e quebras de recordes de temperatura.

A COP30 terá de encontrar “uma nova maneira” de recolocar o tema entre as prioridades dentro das circunstâncias geopolíticas atuais, diz Corrêa do Lago.

O presidente da conferência não dá detalhes em sua carta sobre qual seria essa estratégia. Mas, convidado a fazer uma autocrítica na conversa com jornalistas, ele mencionou a palavra urgência.

“Sou negociador do clima há 25 anos. Lá atrás, estávamos negociando com a perspectiva de que os impactos da mudança do clima aconteceriam mais tarde e seriam menos intensos”, afirmou Corrêa do Lago. “Não podemos [pensar] na mesma condição hoje”.

Agenda oficial

Quanto à agenda formal da COP30, o presidente afirmou que não se esperam decisões do mesmo impacto das adotadas nas duas últimas edições.

Em Dubai (2023), o Balanço Global do Acordo de Paris era um item obrigatório da agenda. No ano passado, no Azerbaijão, o assunto central era a questão do financiamento climático para países em desenvolvimento.

Em Belém, a principal expectativa das negociações formais vai girar em torno das NDCs, como são conhecidos os planos nacionais de descarbonização.

Os países devem apresentar ao longo deste ano suas metas de emissões de gases de efeito estufa para o ano 2035. O conjunto desses planos será uma medida do progresso no objetivo de conter o aquecimento planetário a 1,5°C em comparação com a era pré-industrial.

Uma das medidas do sucesso da presidência brasileira da COP30 será a ambição dos cortes propostos nas NDCs. A maioria dos grandes emissores, incluindo China, Índia e União Europeia, ainda não apresentou as suas.

Corrêa do Lago afirmou que o secretário-geral da ONU, António Guterres, pretende organizar uma cúpula virtual de líderes para discutir o tema.

As dúvidas sobre Belém

Embora a logística e as questões de infraestrutura de Belém sejam atribuições de um órgão do governo federal criado especialmente com essa finalidade, o presidente da COP30 também foi questionado sobre a questão da hospedagem.

O tema ganhou uma dimensão “um pouquinho excessiva, porque a maioria das COPs tem problemas”, afirmou Corrêa do Lago. “Ninguém escolheu Belém porque era uma cidade brasileira que tem muitos hotéis”.

“A gente não pode perder a dimensão extraordinária, simbólica de a gente estar levando o mundo para a Amazônia neste momento”.

Com informações da Capital Reset

Prefeitura abre inscrições para workshop de ‘Empreendedorismo Cultural’ em Manaus

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi), em parceria com a Associação Amazonense dos Profissionais da Cultura e Arte Cristã Movimento Por Cristo, abre inscrições, a partir desta segunda-feira (10), para mais de 20 vagas no workshop “Empreendedorismo Cultural”, que será realizado presencialmente no Casarão da Inovação Cassina, localizado na rua Bernardo Ramos, bairro Centro.

A atividade, que vai acontecer no dia 13/3, a partir das 18h, será ministrada pela facilitadora Joci Carvalho, que é gestora cultural e gerente de projetos. Com o objetivo de capacitar os participantes para criar e gerir projetos culturais de forma inovadora, o workshop vai abordar desde a concepção de ideias até a execução de planos de negócios, orçamentos e estratégias de marketing. O conteúdo abrange a importância do setor cultural na economia criativa e o desenvolvimento de modelos de financiamento, como editais e parcerias.

“Essa iniciativa tem uma grande importância para o fortalecimento do setor cultural. A economia criativa tem se mostrado uma das grandes alavancas para o desenvolvimento de comunidades e para a criação de novas oportunidades de negócios. Além disso, o workshop abordará a relevância do financiamento e das parcerias no setor, aspectos fundamentais para a sustentabilidade e o sucesso dos projetos culturais”, afirmou o titular da Semtepi, Alonso Oliveira.

Para realizar as inscrições, os interessados devem acessar o link: https://acesse.one/InscricaoWorkshop1. A lista de selecionados será disponibilizada na quarta-feira (12), a partir das 12h.

Com informações da Semtepi

Roberta Miranda relembra trauma: ‘Colocou um revólver na minha cabeça e me estuprou’

Roberta Miranda falou ao Fantástico, sobre momentos difíceis de sua vida, da infância à ascensão na música (Imagem: Reprodução / Fantástico)

Em entrevista ao Fantástico deste domingo (9), a cantora revelou detalhes de um dos episódios mais traumáticos de sua vida.

Conhecida como “rainha do sertanejo”, Roberta Miranda tem uma trajetória marcada por desafios. No Fantástico, a cantora revelou detalhes de um dos episódios mais traumáticos de sua vida.

“Eu fui trabalhar na boate como cantora para continuar tendo um lugar, um teto. Foi aonde tinha uma pessoa, que todo mundo conhece lá, mas eu não vou falar o nome e ele se invocou comigo. Ele meteu o revólver na minha cabeça e ele me estuprou”, conta a cantora.

Roberta também relatou outra cena de violência vivida com o abusador, que resultou na perda do filho que ela estava esperando.

“Quando o meu filho estava com cinco meses e meio, ele me queria outra vez. Aí eu peguei a cadeira, dei uma cadeirada nele, eu tinha um ódio dele tremendo. Foi quando ele deu um chute na minha barriga e matou o meu filho. Isso para mim é um horror”, diz ela emocionada.

Livro autobiográfico

Mesmo diante da dor, Roberta encontrou força para seguir em frente. No livro autobiográfico que acaba de lançar, ela expõe suas cicatrizes na esperança de ajudar outras mulheres.

“Demorei anos para tomar essa decisão. Mas percebi que poderia dar força a outras mulheres. Se eu conseguir inspirar alguém a sair de uma situação de abuso, já valeu a pena.”

Dessa jornada, nasceu a música “A Corajosa”, voltada ao empoderamento feminino.

“Se a gente não tiver coragem de mandar embora alguém que não nos respeita, ele não vai embora. É preciso se impor”.

Com informações do Fantástico

Cachorro cadeirante perde corrida de pets, viraliza nas redes e comove internautas

Cãozinho cadeirante viraliza na web (Foto: Reprodução X, antigo Twitter / Jack Allen KATV)

Yumi, de 14 anos, viralizou em redes sociais como Facebook, Instagram, TikTok e X, antigo Twitter. O motivo? Ter participado de uma corrida com outros amigos de quatro patas. Em um vídeo, compartilhado na web, neste fim de semana, o animal surge em uma quadra com mais três pets.

O quarteto disputava uma corrida. Os três primeiros cruzaram a linha de chegada, mas o destaque ficou para Yumi. Com dificuldade para se locomover, o cãozinho fazia uso de uma cadeira de rodas. Mesmo chegando por último, ele foi ovacionado pela plateia que acompanhava a disputa canina.

“Ele pode não ter vencido a corrida Corgi deste ano, mas Yumi certamente conquistou nossos corações”, escreveu o jornalista esportivo Jack Allen KATV, autor da postagem no X. “Estou tão orgulhosa”, acrescentou outra internauta. “Eu não estou chorando, vocês que estão”, se emocionou ainda uma terceira.

Quando a cadeira de rodas é indicada?

A cadeira de rodas adaptada para cães é priorizada para pets que apresentem problemas na locomoção, seja em virtude da velhice ou por lesões e acidentes. O aparelho também pode ser indicado para animais com determinadas doenças, como osteoartrose, hérnia de disco, displasia de quadril e luxação. A utilização da cadeira de rodas auxilia na autonomia e mobilidade, mas deve sempre ter o uso orientado e acompanhado por um médico veterinário.

Com informações do ig

‘Empodera Ela’ abre espaço para negócios criados por mulheres, no Amazonas Shopping

Foto: Divulgação

No mês dedicado às mulheres, o Amazonas Shopping recebe o Empodera Ela 2025, movimento que incentiva o protagonismo feminino. Até 18 de março, o shopping abre espaço para empreendedoras amazonenses apresentarem seus produtos ao público. Além disso, o shopping promove a palestra “Autoliderança: Como se tornar protagonista da sua própria jornada profissional”, ministrada por Viviane Rezende, nesta quinta-feira (13) e sexta-feira (14), das 17h às 18h30.

A palestra tem por objetivo proporcionar um espaço de aprendizado sobre desenvolvimento profissional e liderança feminina, explica a gerente de Marketing do Amazonas Shopping, Ivanna Passos. Criado pela ALLOS, empresa administradora do shopping, o Empodera Ela já impactou 10 milhões de pessoas em todo país, desde 2019.

Além da programação voltada para conhecimento, o Empodera Ela 2025 abre espaço para empreendedoras locais apresentarem e comercializarem seus produtos. No período do evento, o público poderá conhecer marcas lideradas por mulheres, como Balaio Baré (Homezinda Urquiza), Vai de Cunhã (Marciele Albuquerque), Sapopema Biojoias (Regina Ramos), Lu Crochê (Luciana Mafra), Aroma de Marina (Arlieye Cabral) e Tribo do Kokedama Artes com Plantas (Rosângela Cordeiro). As exposições ocorrem no segundo piso do shopping, próximo à loja PBkids.

“Acreditamos que criar espaços como este é fundamental para fortalecer o protagonismo feminino. Nosso objetivo é oferecer visibilidade para essas mulheres, apoiar seus negócios e proporcionar um ambiente onde se sintam valorizadas e incentivadas a crescer”, destaca Ivanna Passos.

O Empodera Ela 2025 faz parte de uma ação nacional promovida pela ALLOS, que administra mais de 50 shoppings no Brasil. A iniciativa reforça o compromisso da empresa com a diversidade e o desenvolvimento feminino, oferecendo um ambiente propício para a troca de experiências, capacitação e fortalecimento do empreendedorismo liderado por mulheres. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

Com informações da assessoria

Pastores brasileiros nos EUA temem por fiéis: ‘Primeiro imigrante sem documentos foi Abraão’

Pastor Paulo Tenório fundou igreja em Massachusetts (Foto: Arquivo pessoal via BBC)

No culto do último dia 16 de fevereiro, o pastor Paulo Tenório subiu ao púlpito da igreja pentecostal brasileira The Growing Church, em Massachusetts, nos Estados Unidos, e pregou sobre “o medo que leva ao esconderijo”. “Quando os soldados de Israel viram que a situação era difícil, esconderam-se em cavernas e buracos”, lia o pastor, junto aos fiéis, um trecho da Bíblia, acrescentando: “É hora de declarar que o Deus que me trouxe aos Estados Unidos me levará até o final”.

O recado para os brasileiros presentes era a necessidade de “seguir firme” em tempos de medo. “As medidas de [Donald] Trump trouxeram muito abalo para as pessoas. Uma coisa muito difícil está sendo vivida aqui,”, diz Tenório à BBC News Brasil, sobre o endurecimento da política de imigração do novo governo americano.

Massachusetts abriga junto com a Flórida a maioria das 2 milhões de pessoas que fazem parte da comunidade brasileira nos EUA.

Donald Trump se elegeu prometendo a maior deportação da história do país, que tem cerca de 12 milhões de imigrantes em situação irregular, há ao menos 230 mil brasileiros entre eles, de acordo com o Pew Research Center.

Trump fez campanha dizendo que a imigração para os Estados Unidos estava descontrolada, fazendo o país ser “invadido” por estrangeiros, que estariam “envenenando o sangue” do país, “tomando vagas de emprego” de americanos e pressionando serviços públicos.

“Os criminosos não poderão mais se esconder nas escolas e igrejas da América para evitar a prisão”, afirmou um porta-voz do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês), que atua para colocar em prática as políticas migratórias americanas.

De lá para cá, operações se espalharam pelos Estados Unidos, e o pânico se instalou nos grupos de WhatsApp de evangélicos brasileiros.

Além da tensão, a comunidade evangélica brasileira tenta se equilibrar entre as afinidades com Trump e a nova ênfase da política migratória.

Por um lado, boa parte dos imigrantes brasileiros evangélicos apoiaram a volta do republicano à Casa Branca, graças a bandeiras como o combate a políticas de gênero e aborto e o apoio ao empreendedorismo. Por outro, uma parcela desta mesma comunidade é alvo da prioridade número um da gestão: prender e deportar o maior número possível de imigrantes sem documentos.

Ajuda legal e afinidade com Trump

Também liderada por brasileiros, a Igreja Presbiteriana CTK United aprovou um novo gasto fixo em seu orçamento mensal desde a volta de Trump à Presidência. Os mais de 600 fiéis que congregam em templos de Massachusetts, Connecticut e Washington D.C. têm agora à disposição um advogado especializado em imigração para prestar assistência. É a primeira vez que a instituição toma tal medida, embora tenha entre os frequentadores 30% de imigrantes sem documentos.

“As pessoas começaram a perguntar: se eu for surpreendido, meu filho vai ficar com quem? As minhas coisas ficam com quem?”, conta o pastor Pedro Lino, líder da CTK United.

Embora a Constituição dos Estados Unidos proteja atos religiosos, como cultos, de interrupção por agentes de segurança ou imigração, muitos pastores passaram a demonstrar dúvidas sobre como lidar com uma possível batida do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) nas igrejas.

Diante da demanda, a Associação de Pastores de Orlando chegou a fazer uma plenária com três escritórios de advocacia especializados em imigração para orientar os líderes das mais de cem igrejas associadas.

“Se o ICE bater numa igreja, qual o procedimento? Eles podem só chegar e entrar? Não. Tem todo um protocolo, tem que mostrar um mandado assinado por um juiz federal, com um alvo específico, não pode interromper o culto, nem fazer varredura dos fiéis”, diz o pastor André Loyola, presidente da associação.

Segundo ele, nenhuma batida do tipo aconteceu até agora em nenhum templo da região. Ainda assim, os líderes começaram a criar estratégias para potencialmente lidar com uma situação tensa.

“Se o agente chega, você precisa ter a calma de ser cooperativo, não estamos contra a lei”, diz Loyola. “O que sugerimos é treinar dois ou três membros da comunidade que falem bem inglês e que possam entender o que os agentes precisam, para que se possa discretamente cooperar, sem criar um pânico no público.”

Apoio a Trump

Apesar do atual desconforto com a ameaça aos fiéis, a maioria dos pastores ouvidos pela BBC News Brasil apoia e considera corretas as medidas do presidente americano.

“As leis existem para serem cumpridas, e cada presidente tem sua agenda, mas não vai acontecer essa violação, de invadirem igrejas, a menos que a igreja esteja cheia só de bandidos”, afirma o pastor Leidmar Lopes, da Alliance Church, na Flórida.

Uma das principais referências brasileiras evangélicas no país, o pastor Lopes é um entusiasta de Trump e tem colaborado com o recém-criado Escritório da Fé, ligado à Casa Branca.

O Escritório da Fé tem a função de investigar e denunciar qualquer tipo de “discriminação contra cristãos” no país e promover políticas de educação, adoção e combate a drogas junto a entidades religiosas. A iniciativa é inédita e foi comemorada por lideranças religiosas que, frente às políticas de deportação, têm adotado majoritariamente o discurso de que se trata de algo necessário, mesmo que eventualmente afete os próprios fiéis.

“A comunidade [evangélica] está, sim, apreensiva, mas, em linhas gerais, você não vê ninguém revoltado com o governo porque ele resolveu pôr fim a uma série de situações que eram erradas”, diz o pastor Pedro Lino, que vive há nove anos nos Estados Unidos.

O pastor defende que muita gente “mal-intencionada” entrou no país nos últimos anos, e acredita que governo Trump só vai querer ir atrás dos “criminosos”, algo repetido por grupos de apoiadores do republicano. O mesmo argumento é defendido pelo pastor Lopes.

Mesmo as declarações da Casa Branca de que todos os imigrantes em situação irregular estariam na mira — pois quem entra ilegalmente nos Estados Unidos já pode ser considerado um “criminoso” — não mudam o apoio das lideranças.

Na Flórida, o pastor Samuel Vitalino, líder da Igreja Esperança BPC, em Orlando, classifica como “infelicidade” o fato de algumas pessoas sem ficha criminal serem detidas em batidas do ICE. É o que tem sido chamado de “dano colateral”, como o caso do brasileiro Lucas Amaral revelado pela BBC News Brasil. Cantor gospel na Igreja Batista da Lagoinha na região de Boston, Amaral passou mais de um mês preso após ser encontrado em uma blitz migratória em Massachusetts.

Os exemplos na Flórida ou em Massachusetts mostram um dilema entre os imigrantes evangélicos, muitos sem documentos, nos Estados Unidos. Pesquisas eleitorais feitas antes do pleito de 2024 mostram que o apoio a Trump entre os evangélicos brancos passou dos 81%. Entre os evangélicos hispânicos, grupo que abarca grande parte da comunidade latina, 63% votaram em Trump.

“O Trump fala sobre imigrantes. Mas isso faz parte do que o público dele americano republicano gosta de ouvir. Eu acho que a gente está lidando com política. Para o grupo de apoio de Trump, esse barulho é muito bem-vindo.”

Segundo dados do DHS, no primeiro mês sob Trump, o ICE realizou mais de 20 mil prisões. Em média, são 700 prisões por dia, mais que o dobro da taxa diária nos últimos anos, sob Joe Biden, mas abaixo da meta de ao menos mil prisões diárias que Trump desejaria.

Recentemente, o pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, com ampla atuação nos Estados Unidos, usou o culto para fazer uma defesa de Trump, dizendo que Biden e Barack Obama deportaram “infinitamente” mais pessoas e que o “melhor lugar para se estar” no momento é a igreja, sugerindo ter havido uma redução no número de fiéis presentes.

Enquanto dialogava com a plateia, Valadão acabou expondo a tensão que cerca o grupo. Ao pedir para que levantassem a mão aqueles ali que eram imigrantes, ele viu uma reação tímida dos presentes. “Gente, a pessoa está com medo até de levantar a mão”, disse Valadão, arrancando risos no culto.

Os números do ICE comprovam que, sob Biden e Obama, mais deportações aconteceram do que ao longo do primeiro mandato de Trump.

O pastor Leidmar Lopes repete o argumento. Há mais de três décadas no país, ele diz que já viu muitas ondas de expulsão de imigrantes, inclusive nos governos democratas, e que a novidade agora seria apenas “o auê sensacionalista feito por influencers”, nas redes sociais, utilizando-se, inclusive, de vídeos de operações antigos.

Já o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, que também tem atuação nos Estados Unidos, postou um vídeo nas redes sociais em que diz que “defende em parte” a política de Trump.

Malafaia diz que Trump está certo em deportar pessoas com ficha criminal, mas “deportar gente trabalhadora, aí não”. “Nós não podemos aceitar a perseguição ao estrangeiro que é trabalhador num país cristão […] No passado, na escravidão americana, os evangélicos brancos se omitiram, ficaram calados, vão se omitir de novo na questão do imigrante?”, questionou o pastor, dizendo que vai pressionar líderes evangélicos americanos.

O limite para Trump

Apesar do apoio relativo às políticas de Trump, os líderes evangélicos têm dito que o cenário pode mudar, caso as operações anti-imigrantes se alonguem, aumentem em intensidade e passem a atingir mais e mais pessoas sem histórico criminal. “Mas a sensação é que Trump não avançou ainda [para esse grupo]. Agora, se ultrapassarem os limites dos criminosos, eu acho que aí o governo vai perder bastante dentro da comunidade evangélica”, diz o pastor Pedro Lino.

Julgamento cristão

Na avaliação da pesquisadora Thaysy Lopes, professora de Ciências das Religiões da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Trump de fato só perderia algum apoio da comunidade evangélica imigrante caso suas operações passem a afetar a igreja como instituição. “Se houver problemas ao movimento econômico e à garantia da estabilidade econômica da empresa religiosa, aí Trump vai ter problemas”, avalia Lopes.

Nas pesquisas que fez com cristãos brasileiros na Flórida, ela concluiu que há uma forte “imigração religiosa” na região.

Uma vez nos Estados Unidos, muitos brasileiros não evangélicos acabam se convertendo ao protestantismo.

“Há uma força gigantesca da igreja protestante. E são igrejas muito alinhadas ao perfil de ‘excepcionalidade dos Estados Unidos’, de melhorar de vida, do sucesso”, explica Lopes.

Em alguns casos, diz Lopes, os recém-chegados ganham até um “vale-culto” ao frequentar a igreja, podendo trocá-lo por enxoval e outros produtos pessoais.

“É como um apoio familiar. É ali onde os imigrantes se sentem acolhidos e fortalecidos para o sonho americano”, explica a pesquisadora.

Mas nem tudo soa acolhedor. Nas redes sociais de pastores e igrejas brasileiras, é muito frequente ver críticas de evangélicos sobre as pessoas que estão vivendo em situação irregular nos Estados Unidos.

O pastor Pedro Lino explica que “o imigrante que se legalizou se torna legalista”. Ou seja, passa a defender o cumprimento das leis sem nenhuma relativização.

“Não vamos ter vergonha dos imigrantes, não vamos ter vergonha da nossa gente. Agora, tudo isso de uma maneira muito equilibrada, olhando sempre os dois lados”, completa o pastor, que diz que o cristão não deve ser de direita nem de esquerda, mas “submisso a Cristo”.

O pastor Paulo Tenório, ele mesmo um ex-imigrante sem documentos que se regularizou após quatro anos nos Estados Unidos, diz ser necessária uma sensibilidade aos imigrantes em situação irregular para que estas pessoas ainda não se sintam tão mal.

“Sempre digo que o primeiro imigrante sem documentos foi Abraão, quando Deus falou: ‘Sai da terra para um lugar que vou te mostrar’. Deus não deu um green card para ele. Deus entregou a terra.”

Com informações da BBC News Brasil / g1

Unidades Móveis de Saúde da Mulher oferecem atendimento e exames em várias áreas

Foto: Semsa

A Prefeitura de Manaus reforça ao público feminino que cinco Unidades Móveis de Saúde da Mulher, gerenciadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), ofertam uma ampla carteira de serviços voltadas à saúde da mulher, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Das cinco estruturas de saúde, apenas uma, a que atende as demandas da zona Oeste, mudou de endereço.

A secretária municipal de Saúde, Shádia Fraxe, ressalta que o serviço representa um ganho efetivo para a promoção da saúde feminina e na prevenção de doenças, sobretudo do câncer de mama e do câncer do colo do útero, que representam um desafio à saúde pública devido ao número expressivo de casos na região.

“O diferencial das Unidades Móveis de Saúde da Mulher da Prefeitura de Manaus reside no fato de que elas circulam em todas as zonas geográficas da capital, levando consultas, exame preventivo do câncer do colo do útero, mamografia, testes rápidos e outros serviços de saúde. Essa capacidade de ir de um lugar para outro faz toda a diferença, principalmente nas regiões de vazios assistenciais na saúde, porque os serviços chegam a quem tem dificuldades de acesso”, reforça Shádia Fraxe.

Serviços

A oferta de consultas médicas e de enfermagem, mamografia, ultrassonografia, exame preventivo do câncer do colo do útero, consulta inicial do pré-natal, vacinação, testes rápidos para gravidez e para detecção de HIV, sífilis e hepatites B e C, e dispensação de medicamentos da farmácia básica, constam na carteira de serviços das unidades móveis.

Cada estrutura permanece nas localidades no período inicial de 15 dias, prazo que pode ser prorrogado conforme a demanda. Para ter acesso aos atendimentos, a Semsa orienta que as usuárias apresentem documento oficial de identidade e cartão do SUS.

Endereços das Unidades Móveis da Semsa

Zona Norte
Rua Maria Olinda Trentini, condomínio Manauara 2, etapa B, próximo ao Mercadinho 4M – bairro Santa Etelvina
Até 14/3

Zona Centro-Sul
Parque Municipal do Idoso, rua Rio Mar, nº 1.324 – bairro Nossa Senhora das Graças
Até 14/3

Zona Leste
Rua Nova Luz, próximo à igreja católica Mamãe Margarida – bairro Zumbi dos Palmares
Até 14/3

Zona Oeste
Rua das Cacimbas – bairro São Raimundo
10/3 a 28/3

Zona rural
Centro de Detenção Provisória Feminino, Km 8 da rodovia BR-174 (Manaus-Boa Vista)
Até 14/3

Com informações da Semsa

POLÍTICA

Amom prepara PEC que pode acabar com as Câmaras Municipais no...

O deputado federal Amom Mandel (Republicanos-AM) está articulando no Congresso Nacional para uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de sua autoria que altera...

ECOLÓGICAS

‘Oca vai à Escola’ fortalece educação ambiental e mobiliza estudantes da...

Com foco na formação da consciência ambiental de crianças e adolescentes, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizou,...