Flamengo acerta com técnico Leonardo Jardim após demitir Filipe Luís
O Flamengo acertou a contratação do técnico Leonardo Jardim, de 51 anos. Ele chega para substituir Filipe Luís, demitido na última segunda-feira após golear o Madureira por 8 a 0 na semifinal do Campeonato Carioca.
Houve um acordo verbal entre clube e treinador português por um compromisso até junho de 2027. Faltam as partes assinarem o contrato.
Português foi consultado com Filipe Luís ainda no cargo
Desejo do presidente rubro-negro Luiz Eduardo Baptista, Leonardo Jardim foi consultado pelo clube ainda com Filipe Luís no cargo.
Os representantes do treinador português chegaram ao Rio de Janeiro para se reunir com a diretoria horas antes da goleada do time da Gávea sobre o Tricolor Suburbano que marcou o fim da linha do agora ex-técnico.
Jardim já havia sido procurado pelo Flamengo na ocasião em que o processo de renovação de contrato de Filipe Luís se arrastou, no fim do ano passado. Na época, Bap se irritou com as pedidas de Filipe e de seu staff, e por pouco não deu por encerradas as negociações.
O português, no entanto, preferiu não avançar nas conversas pois havia decidido se afastar do futebol por questões pessoais, algo que o fez não continuar no Cruzeiro, por exemplo.
Agora, porém, o cenário mudou de figura. Jardim se mostrou interessado no projeto e disposto a encarar o desafio no clube de maior torcida do Brasil.
*Com informações de Uol
TCE-AM admite representação sobre contrato de R$ 1,3 bilhão da Seduc firmado sem licitação
O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) admitiu uma representação com pedido de medida cautelar para apurar possíveis irregularidades na contratação direta de R$ 1.348.300.206,00 realizada pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc). A decisão foi publicada no Diário Oficial Eletrônico da Corte nesta segunda-feira (2).
A representação foi ingressada pela Secretaria de Controle Externo (Secex) do TCE que questiona a inexigibilidade de licitação utilizada para firmar contrato com a Fundação de Desenvolvimento e Inovação Agro Socioambiental do Espírito Santo. O objeto é a prestação de serviço de sistema integrado de ensino para o ensino fundamental e médio da rede estadual.
No despacho de admissibilidade, a Presidência do TCE-AM destacou que a representação é instrumento legítimo de fiscalização e controle externo quando há indícios de ilegalidade ou má gestão pública. Segundo o documento, foram preenchidos os requisitos regimentais previstos no artigo 288 do Regimento Interno do TCE-AM, o que autoriza o processamento da demanda e o envio dos autos ao relator para análise do pedido cautelar.
Segundo a Secex, existe suposta irregularidade dado o valor e a modalidade de contratação escolhida que se deu por meio de inexigibilidade.
A Corte ressaltou ainda que possui competência para apreciar e conceder medidas cautelares, com base na Lei Orgânica do Tribunal e em seu Regimento Interno, podendo adotar providências para evitar lesão ao interesse público enquanto o mérito é examinado.
Inexigibilidade
A adoção da inexigibilidade elimina a etapa de concorrência pública e impede a comparação formal de preços e propostas técnicas. Em um setor que reúne múltiplos fornecedores de sistemas de ensino e plataformas educacionais, a justificativa de exclusividade tende a ser um dos pontos centrais da análise técnica.
Com a admissibilidade da representação, caberá agora ao relator do processo examinar o pedido de medida cautelar e decidir se haverá suspensão ou outras providências em relação ao contrato.
Lei de Roberto Cidade institui o Março Azul, mês de conscientização sobre o câncer colorretal no Amazonas
Um dos tipos de câncer mais incidentes no Norte, conforme o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o colorretal, também conhecido como câncer de intestino, tem em uma lei de autoria do deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), importante reforço na garantia de direitos e acesso de pacientes em tratamento.
Conforme o autor da Lei nº 6.053/2022, que institui o mês de março como “Março Azul Marinho”, de atenção ao câncer colorretal, a data é importante porque marca um momento de conscientização da população acerca do câncer colorretal, por meio da realização de campanhas informativas e preventivas.
“Este ano, o Inca divulgou um estudo que coloca o câncer colorretal como um dos mais incidentes entre homens e mulheres do Norte do país, por isso é fundamental que cada vez mais a gente possa conscientizar as pessoas sobre as formas de identificação da doença e mais do que isso, como fazer para prevenir a ocorrência de casos. São aspectos que podemos melhorar no nosso dia a dia e a nossa lei busca reforçar as iniciativas”, pontuou.
O câncer corrolateal está entre os cinco tipos de câncer mais incidentes entre os homens. Conforme o Inca, a escala fica com próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e cavidade oral, respectivamente. Já entre as mulheres, em ordem de incidência, predominam os cânceres de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e tireoide.
Segundo a lei de Cidade, durante o “Março Azul Marinho”, deverão ser reunidos esforços visando à conscientização da população acerca do câncer colorretal, por meio da realização de campanhas informativas e preventivas. Criado em parceria entre o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), o “Março Azul Marinho” é uma oportunidade para se educar mais sobre a doença e aprender como se prevenir.
Março Azul Marinho
Março Azul Marinho é uma campanha criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar às populações sobre a importância da prevenção do câncer colorretal.
Este tipo de câncer está associado ao aparelho intestinal que compreende tumores no intestino grosso, cólon, reto e ânus.
Sintomas do câncer colorretal:
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Diarreia ou constipação;
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Sensação de que o intestino não é completamente esvaziado;
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Presença de sangue nas fezes;
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Dor abdominal tipo cólica, sensação de inchaço abdominal;
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Cansaço e fadiga;
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Perda de peso sem um motivo específico.
Gestão Zema usou menos de 5% do previsto por ano para contenção de encostas em Minas Gerais
A gestão do governador Romeu Zema (Novo) aplicou menos de 5% do que programou para investir por ano em obras de contenção de encostas no estado de Minas Gerais de 2021 a 2024, último exercício para o qual há um relatório completo.
Os dados de 2025 estão disponíveis de janeiro a abril e também são baixos. Dos R$ 57 milhões previstos para o ano, R$ 150 mil haviam sido empregados. Os números estão na Lei Orçamentária do estado e em relatórios de monitoramento do Plano Plurianual, norma que estabelece prioridades da administração pública a curto e médio prazo.
São 12 projetos de contenção de encostas a serem implementados em 18 municípios mineiros. Nenhum deles é novidade. As obras foram aprovadas no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) de 2012, há 13 anos, e caminham desde então a passos lentos.
Todas são financiadas a fundo perdido pelo governo federal —isto é, os recursos não precisam ser devolvidos à União.
Entre os motivos para a demora estão problemas em documentos, projetos e licitações. A gestão Zema disse à Folha que “herdou um conjunto de projetos paralisados e defasados” e que vem atuando para atualizá-los “com viabilidade técnica, responsabilidade fiscal e foco na efetiva redução de riscos à população”.
Declarou também que “muitos dos projetos foram elaborados pelas prefeituras há mais de uma década” e que desde então o entorno das encostas sofreu impactos significativos, como novas construções.
Essas mudanças, afirmou o governo estadual, exigiram “a reavaliação, remanejamento de recursos e atualização de parâmetros para garantir que as intervenções sejam executáveis e eficazes”.
Cinco das propostas são para a região intermediária de Juiz de Fora, município que na última terça-feira (24) decretou estado de calamidade pública após deslizamentos e desmoronamentos causados por ocasião de um temporal. O último balanço divulgado pelo Corpo de Bombeiros apontava para 62 pessoas mortas.

O restante das propostas é direcionado às regiões de Belo Horizonte e de Ipatinga, no vale do Rio Doce. O estado afirmou em nota que atua dentro de suas competências no que diz respeito ao apoio às prefeituras.
A gestão Zema pediu a prorrogação dos convênios relacionados ao PAC em 2019, ano em que o governador assumiu.
Segundo um relatório de junho daquele ano, os contratos estavam em vias de vencer, apresentavam baixa execução e se encontravam ainda na primeira fase, a de elaboração de projetos. O mesmo documento estabeleceu uma ordem de prioridade para a retomada dos projetos, do primeiro ao último.
As 12 obras passaram a ser previstas no Orçamento e no Plano Plurianual a partir de 2022 —nos anos anteriores, 2020 e 2021, os projetos apareceram parcialmente. Dos R$ 168 milhões programados para aquele exercício, porém, apenas R$ 2 milhões foram de fato executados, o equivalente a 1,21% do montante.
A pendência levou o governo a empurrar a meta para os anos seguintes. Não deu certo. Em 2023, apontam relatórios, somente 0,05% dos recursos previstos foram empregados. O percentual para 2024 foi de 4,42% e para 2025, até o mês de abril, 0,26%.
A execução avança pouco porque apenas 2 das 12 iniciativas saíram do papel, condição necessária para a liberação de recursos. Ambas estão na zona da mata, região de Juiz de Fora, e abrangem os municípios de Além Paraíba e Muriaé.
Elas custarão R$ 8 milhões e R$ 16 milhões, respectivamente, em valores a serem investidos até 2030. O estado afirma que R$ 21 milhões já foram investidos.
Nenhuma delas está no topo das prioridades elencadas pela gestão Zema em 2019. A de Muriaé era a quinta do ranking; a de Além Paraíba, a sexta. A primeira andou 76,33% até aqui, segundo o governo de Minas Gerais, e a segunda, 66,74%. A previsão é de que sejam concluídas ainda neste ano.
A necessidade de mudanças nos projetos levou a gestão estadual a contratar em 2024 um escritório especializado para prestar serviços de consultoria. A administração alegou na época que a medida seria vital ante a falta de servidores especializados na Secretaria de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, à frente da negociação.

O Ministério das Cidades disse à reportagem que cumpre atentamente os compromissos de liberação de recursos financeiros. Afirmou também ser responsável pelas diretrizes gerais e pela seleção dos projetos apresentados pelos municípios e pelos estados.
“Aos entes demandantes cabe a elaboração e a apresentação dos projetos, bem como a licitação e a execução das obras. A Caixa, por sua vez, é responsável por analisar a conformidade dos projetos e acompanhar a execução das obras”, declarou a pasta em nota.
O projeto de Cataguases, o mais urgente da lista, chegou a ser licitado em certame homologado no início de 2021 pela administração mineira. O contrato, porém, precisou ser reprogramado pela necessidade de ajustes no local da obra.
Outras duas licitações foram feitas. Em uma não houve interessados. Outra acabou revogada por inconsistências que “comprometem a transparência e a segurança jurídica do procedimento, o que poderia gerar prejuízos à competitividade entre os licitantes”. A decisão é de fevereiro do ano passado.
O governo de Minas afirmou à Folha que prevê realizar “quatro novas licitações de projetos do PAC 2012 ainda no primeiro semestre deste ano, totalizando mais de R$ 100 milhões investidos”. Os projetos abrangem os municípios de Sabará, Santa Luzia, Ouro Preto, João Monlevade e a segunda etapa de Muriaé.
As demais, disse a gestão Zema, estão “em fase de validação junto aos órgãos federais responsáveis pela viabilidade de possíveis novas licitações ao longo de 2026”. A Folha apurou que o estado não solicita recursos para elas ao governo federal há mais de 48 meses.
A gestão Zema não nega. Em nota, porém, disse ser “importante esclarecer que a solicitação de recursos não ocorre de maneira antecipada, mas apenas após a devida aprovação da Caixa Econômica Federal e do Ministério das Cidades”.
Disse também que um dos projetos foi aprovado neste mês e que o procedimento “segue rigorosamente os trâmites legais e administrativos estabelecidos para a liberação de verbas públicas”.
Financiados pelo governo federal, os projetos do PAC 2012 são os únicos previstos no plano de metas de Minas Gerais para contenção de encostas. Não há indicações de iniciativas estaduais. O estado não disse se chegou a investir em algum outro empreendimento do gênero.
*Com informações de Folha de São Paulo
Manaus Airport ganha nova conexão para Caracas com dois voos semanais
O Manaus Airport passou a contar com uma nova conexão internacional regular para Caracas, a capital da Venezuela, neste início de 2026. A operação é realizada pela Rutaca Airlines, e a rota começou a funcionar na última semana de fevereiro marcando mais um movimento na estratégia da Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, membro da rede VINCI Airports, para a consolidação do aeroporto como hub regional da Amazônia.
As operações ocorrem de madrugada às quartas-feiras e domingos. A nova ligação internacional é a terceira novidade na malha aérea do Manaus Airport neste início de ano. No início de fevereiro, a GOL Linhas Aéreas anunciou novos voos diretos para Fortaleza (CE) e Boa Vista (RR), com início previsto para abril. O conjunto das medidas integra o plano comercial da concessionária para fortalecer a posição estratégica de Manaus no cenário regional.
Os anúncios ocorrem após um ano histórico para o terminal aeroportuário da capital amazonense. Em 2025, o aeroporto de Manaus registrou crescimento de 13,4% no volume de passageiros, com 3,342 milhões de embarques e desembarques entre janeiro e dezembro, o melhor resultado desde o início da concessão.
Para 2026, a estratégia é ampliar as opções aos passageiros e fortalecer Manaus como hub estratégico regional, conforme destaca Kleyton Mendes: “Estamos trabalhando para consolidar Manaus como protagonista na aviação regional. Sabemos do papel decisivo do aeroporto na atração de novas rotas, ampliando a oferta de destinos e garantindo que nossos passageiros tenham mais alternativas, com eficiência e competitividade. E esses anúncios são frutos desse extenso trabalho, que terá um impacto positivo para o intercâmbio cultural e a economia local.”
‘O Agente Secreto’ deve levar o Oscar de melhor filme, diz crítico do The Guardian

O jornal britânico The Guardian publicou nesta segunda-feira (2) um texto que defende a vitória do brasileiro “O Agente Secreto” na principal categoria do Oscar deste ano, a de melhor filme. O texto é de Peter Bradshaw, principal crítico de cinema do veículo.
O autor diz que nenhum dos seis favoritos à estatueta ficou tanto na sua cabeça quanto o longa de Kleber Mendonça Filho. “É incrivelmente sofisticado, excêntrico e prolixo, um filme sobre amor e paternidade, tirania e resistência, e sobre reconciliação com o passado. É inspiração pura.”
Bradshaw elogia a cena de abertura, em que Armando, o protagonista de Wagner Moura —numa performance que demonstra inteligência e força, afirma o crítico—, se depara com um cadáver e debate com policiais corruptos. Bradshaw diz que a sequência vez ou outra aparece nos seus sonhos.
“O Agente Secreto” concorre a quatro prêmios no Oscar —filme, ator, direção de elenco e filme internacional. Se o desejo de Bradshaw se concretizar, seria a primeira vitória de uma produção nacional na principal categoria.
*Com informações de Folha de São Paulo
CMM intensifica debate sobre proteção às mulheres e prevenção à violência

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) debateu, nesta segunda-feira (2 de março), a segurança das mulheres, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo dia 8. Durante a Sessão Plenária, os parlamentares reforçaram a necessidade de políticas públicas mais eficazes no enfrentamento à violência de gênero e na promoção de campanhas educativas ao longo do mês.
O tema foi inicialmente levantado pelo vereador Professor Samuel (PSD), que destacou a Lei nº 2.577, de 13 de janeiro de 2020. A legislação institui, no calendário oficial do município, a Semana Municipal de Conscientização e Combate ao Feminicídio e à Violência contra a Mulher, realizada sempre na primeira semana de março.
Ao defender a importância da mobilização, o parlamentar chamou a atenção para os índices nacionais de violência contra a mulher e para o impacto social dos casos registrados diariamente.
“Infelizmente, o Brasil apresenta números muito preocupantes quando o assunto é violência contra a mulher. Todos os dias somos impactados por notícias que nos entristecem e nos indignam. Não podemos naturalizar esses dados. Precisamos falar mais sobre isso, conscientizar, educar e fortalecer as políticas de proteção”, afirmou.
A discussão também avançou para a necessidade de instrumentos práticos que ampliem a rede de proteção às vítimas. Nesse contexto, o vereador Rodrigo Sá (Progressistas) apresentou um projeto de lei que propõe a criação do programa “SOS Mulher”, um aplicativo de emergência voltado a mulheres que já possuem medida protetiva de urgência concedida pelo Poder Judiciário.
De acordo com o parlamentar, a ferramenta permitirá que, com apenas um toque no celular, a vítima envie um alerta às autoridades, compartilhando automaticamente sua localização em situações de risco iminente.
“Trata-se de uma iniciativa que já é case de sucesso em cidades como São Paulo. A tecnologia precisa ser utilizada como aliada da segurança pública. Com um único botão, a mulher poderá acionar a Guarda Municipal e comunicar que está em situação de perigo”, explicou Rodrigo Sá, destacando o potencial do projeto para salvar vidas.
Combate ao bullying nas escolas
Além da violência doméstica, outro ponto abordado durante a sessão foi a campanha Março Laranja, voltada ao combate ao bullying e à violência nas escolas. O vereador Mitoso (MDB) reforçou que a discussão sobre o tema não é recente e precisa envolver toda a comunidade escolar.
“Desde 2010, defendo que esse debate precisa alcançar professores, pais e estudantes. O bullying não é um problema pequeno ou individual, como muitos pensavam. Casos recentes mostram as consequências graves que essa prática pode gerar. Precisamos tratar o assunto com seriedade e responsabilidade”, declarou.
Manauara anuncia ingressos promocionais para duelo decisivo pela Copa do Brasil

Com ingressos já disponíveis, o Manauara Esporte Clube enfrenta o Itabaiana nesta quarta-feira (4), às 20h, na Arena da Amazônia, em Manaus, em partida válida pela Copa do Brasil. A comercialização dos ingressos ocorre exclusivamente de forma online, por meio da plataforma Ingresso de Vantagens (https://www.ingressodevantagens.com.br/).
O clube mantém a política de meia-entrada promocional para todos os torcedores até a véspera do confronto. O valor do ingresso inteiro é de R$ 40, mas, durante o período promocional, as entradas podem ser adquiridas por R$ 20.
O duelo é tratado internamente como um dos compromissos mais importantes da temporada, por se tratar de confronto eliminatório em competição nacional, o que deve impulsionar a presença do público na Arena da Amazônia.
Segundo o presidente do Manauara, Paulo Victor, a venda online busca facilitar o acesso do torcedor ao estádio e integrar ações de mobilização previstas até o dia do jogo.
“Com a venda online, o nosso objetivo é otimizar ao máximo a aquisição dos ingressos, para que o torcedor tenha uma ótima experiência neste jogo. É um dos compromissos mais importantes que temos na temporada e contamos com a força da torcida amazonense para avançar de fase na competição”, disse.
Venda presencial
Não haverá venda física antecipada. A comercialização presencial ocorrerá apenas no dia da partida, a partir das 18h, diretamente nas bilheterias da Arena da Amazônia.
Serviço da partida
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Jogo: Manauara x Itabaiana — Copa do Brasil
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Data: 4 de março
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Horário: 20h
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Local: Arena da Amazônia — Manaus
Ingressos:
https://www.ingressodevantagens.com.br/
Valores:
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Inteira: R$ 40
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Meia promocional (somente até hoje, véspera do jogo): R$ 20
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Venda física: Somente no dia do jogo, a partir das 18h, na bilheteria do estádio













