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Medida cautelar do TCE-AM suspende contrato de R$ 1,3 bilhão da Seduc

Foto: Assessoria

Em medida cautelar publicada nesta quarta-feira (4), o Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) suspendeu um contrato da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc), avaliado em R$ 1,3 bilhão, após a identificação de indícios de irregularidades no processo de inexigibilidade de licitação pelo qual foi firmado.

A contratação realizada pela Seduc tinha como objeto a prestação de serviço de sistema integrado de ensino para os níveis fundamental e médio da rede estadual, por meio da Fundação de Desenvolvimento e Inovação Agro Socioambiental do Espírito Santo.

Sobre a decisão

Na decisão, foi apontado que não foram adotados os procedimentos necessários para assegurar que a contratação fosse, de fato, vantajosa à administração pública, já que não há comprovação de que o preço ofertado seja compatível com o praticado no mercado.

Ainda na medida cautelar, foi indicado que o valor de R$ 1,3 bilhão destinado à contratação representa uma quantia significativa de recursos públicos, motivo pelo qual os indícios de irregularidades poderiam causar “dano irreversível ao erário estadual”.

A decisão monocrática determina a suspensão imediata do contrato, bem como a proibição de qualquer pagamento decorrente da execução do serviço. Foi concedido o prazo de 15 dias para que a vice-presidente do Centro de Serviços Compartilhados, Andrea Lasmar, e a secretária da Seduc, Arlete Mendonça, apresentem manifestação sobre os pontos suscitados na decisão.

O documento pode ser acessado, na íntegra, em doe.tce.am.gov.br na edição desta quarta-feira (4).

Ocupação em áreas de deslizamento triplica e agrava risco de tragédias climáticas, aponta MapBiomas

Foto: Divulgação / Semcom

A urbanização do Brasil avançou em ritmo mais intenso nas áreas sujeitas a riscos de erosão e deslizamentos, segundo o mapeamento anual divulgado nesta quarta-feira (4) pela rede colaborativa de pesquisadores MapBiomas.

A ocupação urbana em altas declividades –terrenos com mais de 30% de inclinação– aumentou mais de três vezes no Brasil entre 1985 e 2024, passando de 14 mil hectares para 43,4 mil hectares. Desse total, 93% estão na mata atlântica.

A expansão nesses terrenos mais sujeitos a deslizamentos superou proporcionalmente o crescimento de 2,5 vezes da urbanização do Brasil no mesmo período, que passou de 1,8 milhão de hectares para 4,5 milhões de hectares, alcançando 0,5% do território nacional.

Minas Gerais é o estado com a maior área urbanizada em alta declividade no Brasil. Entre 1985 e 2024, essa área triplicou, chegando a praticamente 14,5 mil hectares. Juiz de Fora é a terceira cidade com maior área de urbanização em terrenos acima de 30% de inclinação no país, atrás apenas das cidades de Rio de Janeiro e São Paulo. Entre 1985 e 2024, essa ocupação aumentou 2,3 vezes –eram 547 hectares, chegando a 1.256 hectares em 2024.

Escorregamentos de encostas provocaram mais de 70 mortes na zona da mata mineira devido às chuvas extremas da última semana de fevereiro deste ano. Juiz de Fora foi a cidade mais afetada, onde ocorreram 65 óbitos.

“Se considerarmos que tragédias como a da zona da mata estão relacionadas à ocupação de áreas com grande declividade e próximas a rios, os dados mostram que houve um agravante na tendência de grandes desastres provocados por eventos climáticos”, afirma o engenheiro ambiental Edimilson Rodrigues, integrante do grupo de mapeamento do MapBiomas.

“O avanço da urbanização sobre relevos acentuados é um padrão muito forte na zona da mata. Juiz de Fora reflete esse problema de forma extrema, embora seja uma cidade média, hoje já é a terceira cidade do país com maior ocupação urbana em áreas de encostas e risco potencial”, afirma Talita Micheleti, da equipe do MapBiomas.

Rio Grande do Sul e Santa Catarina foram os estados com maior crescimento de urbanização em alta declividade em termos proporcionais. O aumento foi de sete vezes no Rio Grande do Sul e de seis vezes em Santa Catarina. Rio de Janeiro e São Paulo também tiveram crescimentos expressivos, chegando em 2024 a 8,6 mil e 8,1 mil hectares, respectivamente.

Desastres se intensificam e causam prejuízos bilionários – Foto: Alexandre Pessoa / Agência Brasil

Em 1985, os municípios com mais áreas urbanizadas em regiões de alta declividade eram Rio de Janeiro (1,16 mil hectares), Belo Horizonte (900 hectares) e São Paulo (730 hectares). Em 2024, a liderança continua com o Rio de Janeiro (1,7 mil hectares), porém São Paulo assumiu a vice-liderança (1,5 mil hectares) e Juiz de Fora subiu para a terceira posição (1,3 mil hectares), à frente de Belo Horizonte (1,2 mil hectares).

Outro indicador de exposição a risco ambiental foi o crescimento de 145% da ocupação urbana em terrenos com altura de três metros ou menos em relação a cursos d’água, pois são mais vulneráveis a enchentes, alagamentos e inundações. Esse tipo de urbanização passou de 493 mil hectares, em 1985, para 1,2 milhão de hectares, em 2024.

Rio de Janeiro e São Paulo respondem pelo primeiro e segundo lugares no ranking dos municípios com maior área urbanizada com até três metros de altura da drenagem mais próxima, com 25,62 mil hectares e 19,11 mil hectares, respectivamente. Brasília está na terceira posição, com 16,38 mil hectares.

Roraima tem 46,4% da sua área urbanizada em situação de vulnerabilidade a enchentes, ocupando a primeira posição entre os estados com maior risco para esse tipo de ocorrência. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 43%, seguido pelo Amapá, com 37,6%.

As favelas em terrenos com alta declividade passaram de uma área total de 2.266 hectares, em 1985, para 5.704 hectares, em 2024, representando um aumento de mais de 150%. O Rio de Janeiro lidera com 1.730 hectares, seguido por São Paulo (1.061) e Minas Gerais (1.057).

A área de favelas com risco de alagamento aumentou em mais de 200%, passando de 15.847 hectares para 45 mil hectares. Pará (7.450 hectares), Rio de Janeiro (5.260 hectares) e São Paulo (4.650 hectares) lideram o ranking dos estados com maiores áreas nessa condição.

O Rio de Janeiro se destaca por reunir uma das maiores proporções do país de áreas urbanizadas expostas a enchentes, com 43% em até três metros do nível da água, o que corresponde a cerca de 1,1 milhão de hectares de urbanização próxima à drenagem.

*Com informações de Folha de São Paulo

Roberto Cidade cobra planejamento urbano diante de crescimento de favelas em Manaus

Foto: Herick Pereira

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Roberto Cidade (UB), utilizou as redes sociais, nesta quarta-feira (4/3), para alertar sobre a classificação de Manaus no ranking nacional de crescimento de favelas. O parlamentar comentou dados divulgados pelo MapBiomas que mostram que a capital amazonense registrou o maior crescimento em extensão de áreas favelizadas no país quando comparada a outros territórios urbanos.

De acordo com o levantamento, a área ocupada por favelas em Manaus aumentou 2,6 vezes entre os anos de 1985 e 2024, colocando a Região Metropolitana de Manaus (RMM) com 11,4 mil hectares de áreas urbanizadas em favelas, a segunda maior do Brasil, atrás apenas de São Paulo (11,8 mil hectares) e à frente de Belém (11,3 mil hectares).

Roberto Cidade classificou o cenário como um alerta grave sobre a situação urbana da capital.

“O dado do MapBiomas é um alerta grave: Manaus tem hoje uma das maiores áreas de favelas do país. Isso mostra o fracasso de quem prometeu cuidar da cidade e deixou o problema explodir”, afirmou o parlamentar.

Segundo o deputado, o avanço desordenado dessas áreas reflete diretamente a ausência de planejamento urbano e políticas estruturantes voltadas à habitação e infraestrutura.

“Manaus virou líder em crescimento de favelas no Brasil. Isso é retrato de abandono. Quando falta planejamento, sobra ocupação irregular, alagamento e sofrimento para quem mais precisa”, destacou.

Para Roberto Cidade, os números reforçam a necessidade de políticas públicas voltadas ao planejamento das cidades, especialmente em regiões que enfrentam crescimento populacional acelerado.

“Manaus não pode viver à base de improviso. Manaus precisa de planejamento, respeito e solução de verdade. Uma cidade que cresce sem ordem acaba condenando o seu povo a viver sem qualidade de vida”, ressaltou Roberto Cidade.

O parlamentar também avaliou que o debate sobre urbanização precisa envolver diferentes níveis de governo e priorizar ações que garantam moradia digna, infraestrutura e segurança para as famílias que vivem em áreas vulneráveis.

O MapBiomas diz que as favelas brasileiras cresceram 92,3 mil hectares entre 1985 e 2024, quase triplicando de tamanho nesse período. A expansão dessas áreas ocorreu em ritmo superior ao crescimento geral das cidades, o que, segundo especialistas, intensifica desafios sociais, ambientais e urbanos.

Dados

Em novembro de 2024, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que das 392 Favelas ou Comunidades Urbanas encontradas no Amazonas, em 2022, 236 eram de Manaus, com 1.151.828 moradores. Ou seja, a maioria (55,81%) dos manauaras residia em favelas naquele ano da pesquisa.

Ainda de acordo com o IBGE, Manaus registrou, em 2022, 390.725 domicílios em favelas, o que representa 52,94% do total de moradias na capital.

Entre as 20 Favelas e Comunidades Urbanas mais populosas do país, oito estavam na região Norte, sendo seis delas, em Manaus (AM).

Exposição “Aurum Amazônico”, de Rejane Melo, abre nesta quinta-feira (5/3) no Museu da Cidade de Manaus

Foto: Divulgação / Manauscult

O Museu da Cidade de Manaus recebe, a partir desta quinta-feira, 5/3, às 18h, a exposição “Aurum Amazônico”, primeira mostra solo da artista plástica manauara Rejane Melo. A abertura marca um momento significativo para a cena cultural da capital, valorizando a produção artística local e o protagonismo feminino.

Embora a inauguração ocorra no dia 5 de março, a exposição dialoga simbolicamente com o Dia Internacional da Mulher, celebrado no próximo domingo, 8. A mostra evidencia a força, a sensibilidade e a potência criativa da mulher amazônida, reafirmando o papel feminino na construção cultural de Manaus.

Moradora do Centro Histórico e profundamente conectada às raízes da cidade, Rejane Melo apresenta uma coleção que ressignifica o conceito de “ouro” a partir da realidade amazônica. Em “Aurum Amazônico”, o brilho não está na exploração mineral, mas na luz que atravessa as copas das árvores, na biodiversidade vibrante e na sabedoria ancestral da floresta. Utilizando técnicas que exploram texturas e aplicações de folhas de ouro, a artista constrói obras que unem delicadeza estética e reflexão ambiental.

Instalada no Paço da Liberdade, a exposição estabelece um diálogo entre a arquitetura histórica e a arte contemporânea, proporcionando ao público uma experiência que conecta passado, presente e futuro. O espaço, símbolo da memória manauara, torna-se palco para uma narrativa que valoriza a identidade regional e a preservação como maior riqueza da Amazônia.

A exposição é realizada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), reforçando o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento da cultura e o incentivo aos talentos da cidade.

Para o diretor-presidente da ManausCult, Jender Lobato, a iniciativa reafirma o apoio às artes visuais e à produção feminina. “Abrir espaço para a primeira exposição solo de uma artista manauara no Museu da Cidade é valorizar nossa identidade cultural e reconhecer a força das mulheres na construção da história e da arte em Manaus. A cultura é um instrumento de transformação e pertencimento”, destacou.

A artista também celebrou o momento como a realização de um sonho construído com dedicação e amor pela cidade. “Expor no Museu da Cidade, no coração do Centro onde eu moro e construo minha trajetória, é muito simbólico para mim. ‘Aurum Amazônico’ nasce do meu olhar sobre a floresta e sobre Manaus. Quero que as pessoas sintam orgulho da nossa terra e percebam que o verdadeiro ouro está naquilo que preservamos”, afirmou Rejane Melo.

“Aurum Amazônico” é um convite à contemplação e ao respeito pela floresta em pé o verdadeiro ouro da região. Após a inauguração, a exposição estará aberta à visitação de 6 a 20 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, com entrada gratuita.

Trump diz que ‘não se importa’ com a participação do Irã na Copa: ‘País derrotado’

Donald Trump - Foto: Anna Moneymaker / Getty Images

Em meio ao clima tenso no Oriente Médio em função do ataque militar americano e israelense que matou líderes iranianos e desencadeou um conflito na região, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira, que não se importa se o Irã participar da Copa do Mundo de 2026. O torneio de seleções terá como sede, além dos Estados Unidos, o México e o Canadá.

Em entrevista concedida ao site Político, ele foi questionado sobre o tema e foi direto ao ponto. “Eu realmente não me importo (se o Irã participar). Acho que o Irã é um país muito derrotado. Eles estão à beira do colapso.”

Trump e sua administração, por vezes, repetiram essa retórica, segundo o periódico, mas, em seus primeiros comentários sobre a participação do Irã na Copa do Mundo desde os ataques de sábado, ele passou um cenário diferente.

Ao ser questionado para esclarecer ou detalhar a declaração de Trump um porta-voz da Casa Branca encaminhou ao portal os comentários do presidente. Segundo ele, a ação militar dos EUA “remove uma grande ameaça desestabilizadora e ajudará a proteger pessoas em todo o mundo, incluindo americanos e os milhões que planejam comparecer à Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos”.

O Irã integra o Grupo G da competição e terá como adversários a Bélgica, o Egito e a Nova Zelândia. A seleção iraniana tem compromissos agendados em Los Angeles e Seattle, mas sua participação foi colocada em dúvida pelo ataque militar americano e israelense.

A Copa do Mundo de 2026 tem seu início marcado para o dia 11 de junho e a decisão do torneio está marcado para 19 de julho.

*Com informações de Terra

Mais de 300 mil testes em laboratório por ano comprovam qualidade da água distribuída em Manaus

Água que chega às torneiras dos manauaras atende todos os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Relatório que comprova qualidade começou a ser entregue para a população nesta semana - Foto: Assessoria

A água que chega às torneiras da população de Manaus passa por um rigoroso processo de tratamento e por análises que atestam a qualidade do produto. Somente em 2025, foram realizados mais de 300 mil testes laboratoriais para verificar parâmetros químicos e biológicos da água distribuída na área urbana da cidade. Os dados estão disponíveis para a população no Relatório de Qualidade da Água, que começa a ser distribuído pela Águas de Manaus junto com as contas de água nesta quarta-feira (04).

Em média, são aproximadamente 30 mil análises por mês, com amostras de 604 pontos de coleta distribuídos pela cidade. A água atende aos padrões estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, do Ministério da Saúde, que define os procedimentos de controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano em todo o país.

As análises são realizadas em laboratório próprio da Águas de Manaus, além de laboratórios externos. Nessas análises, as equipes verificam a presença de partículas, substâncias ou microrganismos de origem animal, que podem transmitir doenças de veiculação hídrica, como diarreia, disenteria, hepatite e leptospirose, entre outras.

“A distribuição do relatório faz parte do nosso compromisso com a transparência de nossas ações. O documento comprova o trabalho que nossas equipes realizam diariamente, desde o tratamento da água captada do Rio Negro até o monitoramento contínuo do produto já distribuído na rede”, destaca a gerente de Operações da Águas de Manaus, Jessica Candeia.

Abastecimento seguro

Mais de 700 milhões de litros são captados diariamente do Rio Negro em um processo que alcança mais de 2 milhões de moradores de Manaus. Levar essa água de forma segura para a população requer um trabalho de correção de acidez, remoção de impurezas, adição de sulfato de alumínio e cloro, até a distribuição final para as torneiras de pessoas como a analista de TI Isabelle Coimbra.

“Poder abrir a torneira e ter a segurança de que a água que vai sair está pronta para o consumo é uma tranquilidade para a nossa família. A gente sabe que existe todo um cuidado com essa água e que isso reflete na nossa saúde. É algo que traz mais qualidade de vida para todos nós”, destaca.

Páscoa 2026 deve movimentar setor de confeitaria, com foco em produtos artesanais

Foto: Assessoria

A Páscoa de 2026 promete movimentar o setor de confeitaria artesanal. A expectativa é de crescimento nas vendas, segundo o Grupo Queiroz, impulsionado principalmente pelo comportamento do consumidor, que está procurando por produtos com maior custo-benefício. A empresa, que atua como apoio direto no fornecimento para pequenos e médios empreendedores, projeta um crescimento de 15% nas vendas de insumos diversos para a Páscoa, em comparação ao ano passado.

De acordo com diretor do Grupo, Anderson Queiroz, o mercado de chocolates tem mantido estabilidade nos últimos anos e a confeitaria artesanal tem ampliado a participação nas vendas.

Ele destaca que a empresa já registra aumento na procura por insumos típicos da Páscoa, como chocolates, embalagens, confeitos e ingredientes para produção artesanal. “Já estamos sentindo o aquecimento do setor. A Páscoa é uma das datas mais importantes para o food service e para os pequenos produtores. O Grupo Queiroz está preparado para oferecer todos os insumos necessários, desde chocolates e embalagens até itens complementares, garantindo que o empreendedor tenha acesso a variedade, qualidade e preço competitivo para produzir e lucrar”, frisa.

Tendências – Para 2026, a principal tendência apontada por especialistas é a busca por “menos quantidade e mais significado”. A confeiteira Taila Ordeles destaca que o produto artesanal segue em alta justamente por sua capacidade de oferecer exclusividade. “O artesanal vence pela exclusividade, pelas embalagens que encantam e por combinações de sabores que não são possíveis na produção em massa”, disse.

Taila Ordeles ressalta que, entre os nichos com maior potencial de crescimento este ano, estão os ovos de colher, que continuam como uma das opções mais procuradas. Os kits presenteáveis com brigadeiros, barras recheadas e outras opções também estão em alta por terem um custo-benefício para o consumidor que quer presentear várias pessoas. Os kits também são boas opções para vender para as empresas que compram em grande quantidade. “Quem não se prepara para oferecer kits lembrancinhas e combos fica para trás”, reforça a confeiteira.

Outro destaque para chamar atenção dos consumidores é a apresentação dos produtos, que deixou de ser detalhe e passou a ser protagonista na decisão de compra. “As embalagens funcionam como a primeira impressão. Elas transformam a compra em experiência e muitas vezes justificam um preço mais elevado pela percepção de maior valor e qualidade”, afirma.

Ela acrescenta que a personalização das embalagens, inclusive com identidade visual própria, tem sido uma das apostas dos empreendedores que desejam se destacar no mercado.

Em ato de filiação ao MDB, Saullo Vianna reúne lideranças nacionais e locais

Cerimônia de filiação do parlamentar do AM foi prestigiado por políticos de expressão nacional, principais forças do estado e prefeitos do interior - Foto: Assessoria

O deputado federal Saullo Vianna se filiou ao MDB nesta quarta-feira, 4, durante um ato realizado na sede do MDB Amazonas, no bairro Parque 10, em Manaus. A filiação foi conduzida pelo senador Eduardo Braga, presidente estadual da sigla e líder do MDB no Senado, e contou com a presença do senador Omar Aziz, do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, entre outros.

“Com a humildade de reconhecer que ainda tenho muito a aprender, tenho a convicção de que estou caminhando ao lado de lideranças que trabalham muito pelo Amazonas. E tendo a convicção do que se faz e com quem se anda, com certeza, a gente desempenha melhor o nosso trabalho e pode fazer muito mais pelas pessoas”, disse Vianna.

A movimentação de Saullo Vianna marca uma nova história na sua trajetória política e ocorre após a saída da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania, a Semasc, formalizada na terça-feira, 3. “Agora, passo a integrar uma sigla com forte presença nacional e ampla bancada, um movimento que fortalece o nosso diálogo político e institucional”, acrescentou.

Para Eduardo Braga, a chegada de Saullo ao MDB representa o fortalecimento do partido em Manaus com um nome de experiência administrativa e trânsito político entre a cidade e Brasília. Já o presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi, afirmou que era uma “honra para o partido receber deputados que honram o Amazonas”.

3º mais votado do pleito – Saullo Vianna, que deixa o União Brasil, foi o 3º deputado federal mais votado do Amazonas no pleito de 2022, e vinha liderando agenda intensa na área social, no fortalecimento da rede de proteção e ações voltadas à segurança alimentar, a exemplo do Prato do Povo, parte importante das entregas do deputado.

Em seu mandato na Câmara, Vianna tem destacado a necessidade de acompanhar de perto a construção orçamentária e a destinação de emendas para o Amazonas, mantendo o foco em resultados e entregas, tanto para Manaus quanto para os municípios do interior.

Com olhar à frente dos novos desafios de 2026, Saullo destaca que a próxima batalha no parlamento será garantir ao Amazonas recursos do Fundo de Diversificação Econômica, a ser implementado em nova fase de votações da Reforma Tributária.

“Esta será a nossa próxima batalha no âmbito da reforma neste ano”, revelou. Na direção de uma maior diversificação da pauta de produtos da ZFM, Vianna apresentou o projeto de Lei 890/2024, que prevê que ao menos 30% dos recursos arrecadados de P&D para investimentos em institutos de pesquisa com o objetivo de desenvolver projetos industriais sustentáveis.

Israel diz que qualquer novo sucessor de Ali Khamenei será ‘eliminado’

Líder supremo do Irã Ali Khamenei em Teerã - Foto: Divulgação via Reuters

O ministro da Defesa de Israel ameaçou nesta quarta-feira, 4, “eliminar” qualquer dirigente iraniano escolhido para suceder o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, que morreu no último sábado, 28, durante os ataques das forças israelenses e americanas contra Teerã.

“Qualquer dirigente eleito pelo regime terrorista iraniano para continuar liderando o plano de destruição de Israel, ameaçando os Estados Unidos, o mundo livre e os países da região, e reprimindo o povo iraniano, será um alvo de assassinato, não importa seu nome nem onde se esconda”, afirmou o ministro Israel Katz em uma mensagem publicada no X.

O Irã afirmou que tenta nomear rapidamente um novo líder supremo. “Estamos todos tentando”, disse Ahmad Khatami, integrante da Assembleia de Especialistas para a Liderança, responsável pela escolha do novo líder.

“Se Deus quiser, o líder será nomeado na primeira oportunidade. Estamos perto, mas a situação é de guerra”, disse Khatami à emissora estatal.

Citando autoridades que falaram sob condição de anonimato, o jornal The New York Times, afirmou que os clérigos estavam considerando anunciar que Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como sucessor do pai na manhã desta quarta-feira, mas que alguns expressaram reservas, temendo que isso pudesse expô-lo como alvo dos Estados Unidos e de Israel.

Na terça-feira os ataques contra o Irã foram ampliados com um bombardeio contra o prédio da Assembleia de Especialistas na cidade sagrada de Qom, onde 88 aiatolás deveriam se reunir para definir quem substituirá o líder supremo. Fontes iranianas disseram à agência Reuters que Mojtaba sobreviveu ao ataque.

Segundo filho mais velho de Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei tem 56 anos. Assim como o pai, ele é um aiatolá, ou seja, um clérigo de alto escalão dentro do islamismo xiita. Ele serviu o exército iraniano na Guerra Irã-Iraque, entre 1980 e 1988, e teria liderado a milícia paramilitar Basij na repressão aos protestos que ocorreram no país em 2009.

Foto aérea mostra sepulturas sendo preparadas para crianças mortas em ataque a uma escola primária em Minab, no Irã – Foto: Divulgação / Centro de Imprensa Iraniano via AFP

Mojtaba já era cotado como possível sucessor do pai antes mesmo do início da atual guerra no Oriente Médio. Ali Khamenei foi o segundo líder supremo do Irã após a Revolução Islâmica de 1979 e ficou no cargo de junho de 1989 até a data de sua morte, em 28 de fevereiro deste ano, durante os ataques conduzidos por americanos e israelenses.

*Com informações de Terra

Obesidade: Brasil tem 68% com excesso de peso e uso de emagrecedores preocupa

Especialistas alertam que medicamentos exigem acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida - Foto: Freepik

Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2025 apontam que, no Brasil, sete em cada dez pessoas têm excesso de peso (68%), o que ressalta ainda mais a importância do Dia Mundial da Obesidade, celebrado neste 4 de março. Atualmente, o tratamento mais conhecido para pessoas que querem perder peso é o uso de emagrecedores, mas especialistas alertam que o uso desses medicamentos precisa vir acompanhado de atenção redobrada.

A tendência de uso dos emagrecedores deve crescer ainda mais a partir deste ano, pois em 2026 encerra a exclusividade da patente da semaglutida, substância presente na fórmula do famoso Ozempic. Com isso, aumenta também a necessidade de uso responsável desses produtos, que podem causar complicações à saúde quando utilizados sem orientação profissional.

A obesidade é reconhecida como uma doença crônica e multifatorial, associada a doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares, e não deve ser tratada apenas sob a lógica estética. Segundo o supervisor farmacêutico da rede Santo Remédio, Jhonata Vasconcelos, a popularização dos medicamentos para emagrecimento, impulsionada por redes sociais e promessas de resultados rápidos, tem levado muitas pessoas à automedicação.

“O uso desses medicamentos sem avaliação clínica pode provocar efeitos adversos importantes, como alterações cardiovasculares, distúrbios gastrointestinais e até problemas psicológicos. Por isso, a orientação profissional é indispensável”, afirma.

Ele destaca que o primeiro passo para quem busca o tratamento com emagrecedores é procurar um médico que possa avaliar o quadro de saúde. Feita a indicação do medicamento, que exige receita, o paciente terá à disposição o farmacêutico em loja para tirar dúvidas sobre a posologia, efeitos colaterais e interações entre o medicamento e outras fórmulas.

Jhonata Vasconcelos também explica que o tratamento da obesidade deve ser visto como um processo contínuo, que envolve mudanças no estilo de vida, alimentação equilibrada e acompanhamento profissional. “Nenhum medicamento faz milagre sozinho. Ele é apenas uma ferramenta em um plano terapêutico maior, que precisa ser individualizado”, reforça.

Legalidade

Além da automedicação, outro problema crescente é a comercialização ilegal de medicamentos que prometem os mesmos efeitos dos emagrecedores encontrados em farmácias. O risco maior está no fato de essas fórmulas não passarem por inspeções de qualidade, além de estarem associadas a tratamentos sem acompanhamento médico.

“Quando o produto não vem de uma farmácia legalizada, não há garantia de que ele contenha o que está descrito na embalagem. Em muitos casos, são fórmulas adulteradas ou até proibidas pela Anvisa”, alerta o farmacêutico.

Ele lembra que as farmácias regularizadas são obrigadas a seguir normas rígidas de armazenamento, rastreabilidade e orientação ao paciente. “Adquirir medicamentos em estabelecimentos autorizados é uma forma de proteger a própria saúde”, pontua.

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