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Cavalo robô movido a hidrogênio pode revolucionar mobilidade

Foto: Kawasaki

Num futuro que galopa rápido, a Kawasaki decidiu apostar em quatro patas e um sopro de hidrogênio: o cavalo robô. Na Expo 2025, em Osaka, a gigante japonesa apresentou ao mundo o Corleo — um robô quadrúpede que lembra um cavalo de verdade, mas sem crina, sem relincho e sem sela de couro. No lugar disso, carrega um motor de 150cc alimentado por hidrogênio, olhos artificiais que leem o terreno e uma proposta ousada: reinventar a forma como nos movemos por lugares onde o asfalto não chega.

O Corleo é uma daquelas ideias que, à primeira vista, parecem saídas de um filme de ficção científica. Mas não se engane. Ele existe, tem estrutura metálica coberta por carenagens elegantes e patas que pisam firme com cascos de borracha — pensados para dar mais tração, absorver impactos e, quem sabe, um dia até substituir os cavalos de verdade em áreas rurais.

Apesar de ainda não estar a venda, o protótipo já mostrou que sabe o caminho das pedras. Em vídeos divulgados pela fabricante, o cavalo robô aparece escalando morros íngremes, cruzando ravinas e correndo em campos abertos como se tivesse nascido para isso. Mas o que move o Corleo não é só o motor — é uma ideia: a de que mobilidade e sustentabilidade podem andar juntas, lado a lado, como cavalo e cavaleiro em harmonia.

Energia limpa

O combustível? Hidrogênio. A emissão? Só vapor d’água. Uma pegada leve num mundo que tropeça em suas próprias pegadas de carbono. É por isso que o cavalo robô se destaca: ele não apenas anda — ele aponta o caminho.

O controle é feito com o corpo. Sim, isso mesmo. O piloto se posiciona sobre a estrutura e usa os próprios movimentos para dar comandos, como faria num cavalo de carne e osso. A inteligência embarcada entende os gestos, lê o solo com sensores e ajusta os passos com precisão cirúrgica. Nada de trancos ou tombos: o Corleo sabe onde pisa.

Uso e funcionalidade

Por trás da engenhoca está uma aposta clara: abrir trilhas em terrenos difíceis, onde tratores não entram e drones não tocam o chão. No campo, por exemplo, o Corleo pode monitorar plantações, levar ferramentas até áreas remotas ou até substituir pequenas cargas de transporte. É o tipo de inovação que promete fazer o que os drones fizeram pela agricultura de precisão — só que agora, no chão.

Na cidade, ele pode virar atração turística, meio de transporte alternativo ou solução para missões de resgate em áreas afetadas por desastres naturais. No setor militar, não faltam olhares atentos para a ideia de um robô robusto, ágil e silencioso.

O painel digital na frente exibe rotas, nível de combustível e outras informações úteis. Parece um tablet grudado no pescoço do bicho — uma mistura de sela tecnológica com GPS de última geração. Tudo muito bonito, tudo muito promissor. Mas, por enquanto, só conceito.

A Kawasaki ainda não cravou datas para produção em série. Mas a simples aparição do Corleo em Osaka já deixa um recado: a revolução da mobilidade não virá só sobre rodas. Ela pode muito bem chegar troteando, com quatro pernas metálicas, sem emitir um pingo de poluição. E talvez, quem sabe, com um relincho eletrônico ao fundo, só pra lembrar que o futuro também tem memória.

*Com informações de IG

David Almeida entrega campo do Bebé revitalizado e reforça compromisso com o esporte e a população de Manaus

Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom

O prefeito de Manaus, David Almeida, entregou, nesta segunda-feira, 14/4, a revitalização completa do campo do Bebé, no bairro Alfredo Nascimento, zona Norte da capital. A obra, realizada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), atende a um pedido antigo da comunidade e marca mais um compromisso da gestão municipal, que prevê a entrega de 15 campos esportivos reformados até o fim de 2025.

O novo espaço é o 7º campo entregue neste ano, refletindo a política de valorização do esporte como ferramenta de inclusão social e cidadania. A estrutura recebeu uma transformação completa: sistema de drenagem do tipo espinha de peixe, arquibancada com cobertura, gradil novo, pintura geral, calçadas acessíveis, vestiários masculino, feminino e adaptado para Pessoas com Deficiência (PcDs), além de um jardim paisagístico e playground para as crianças.

“Esse campo é mais do que uma entrega. É respeito com quem esperou por mais de 25 anos por um espaço digno. A nossa gestão é de trabalho e compromisso. Até o final do ano, vamos entregar 15 complexos esportivos reformados como este, e ao longo do mandato, serão 60”, afirmou o prefeito David Almeida durante a inauguração. O chefe do Executivo municipal também agradeceu ao ex-vereador Sassá da Construção Civil, que destinou emenda parlamentar para a obra, e aos demais vereadores presentes.

Além da revitalização do campo, o projeto contemplou a renovação completa da parte elétrica e hidráulica, novas traves, demarcação do gramado, terraplanagem e melhorias no entorno, promovendo segurança e organização urbana no bairro.

O vice-prefeito e titular da Seminf, Renato Junior, destacou que a entrega simboliza o compromisso da atual gestão com as comunidades que antes eram ignoradas. “Se fosse fácil, outros prefeitos já teriam feito. Mas o prefeito David escolheu estar de frente para o povo, entregando dignidade onde antes havia abandono. Aqui, a juventude vai praticar esporte, as igrejas vão fazer eventos e a comunidade vai ter um espaço de convivência de verdade. Isso é governo presente”, afirmou.

Já o presidente da Fundação Manaus Esporte (FME), Joel Silva, reforçou o impacto da obra para o esporte comunitário. “Estamos vivendo um novo tempo, o tempo do reconhecimento e da valorização. Há mais de 25 anos não se viam campos drenados e pavimentados com essa qualidade. A gestão do prefeito David tem feito a diferença, vestindo a camisa do povo e cuidando de cada espaço como patrimônio da comunidade”, declarou.

Homenagem

O nome do campo é uma homenagem ao morador José Filomeno, mais conhecido como Bebé, que lutou incansavelmente para ver esse espaço revitalizado. Sua dedicação e esforço em prol da comunidade foram reconhecidos, e hoje ele tem a alegria de prestigiar o resultado dessa conquista tão esperada.

“Eu sou o Bebé, sou líder e fundador do bairro Alfredo Nascimento, estou muito feliz por essa obra, é um sonho que virou realidade, quero agradecer o prefeito David Almeida e o vice Renato que me atenderam, antigamente eu fui atrás de todos os prefeitos mas só na gestão do David que fui atendido, estou muito feliz”, afirma Bebé.

A Prefeitura de Manaus segue com o cronograma de reformas e ampliações de campos e equipamentos esportivos nas diversas zonas da cidade, como parte de uma política pública que alia infraestrutura, inclusão social e ocupação positiva dos espaços urbanos.

Luiz Braga ganha mostra com imagens que jogam luz sobre a região amazônica

'Barqueiro Azul em Manaus' - Foto: Luiz Braga / Divulgação

Nas fotografias de Luiz Braga, Belém é uma cidade de cores saturadas e paisagens fulgurantes. Dos bares erguidos com ripas de madeira às casas de janelas sempre abertas, passando pelas mãos que colhem o açaí, tudo na capital paraense reluz de um modo diferente.

É como se Braga tivesse transformado a câmera num refletor, iluminando pessoas e cenários para dissipar o obscurantismo a respeito da região amazônica. Não por acaso, cores e luzes são elementos centrais na exposição “Arquipélago Imaginário”, no Instituto Moreira Salles, em São Paulo. Com 250 obras divididas em nove núcleos expositivos, a mostra marca os 50 anos de carreira de um dos fotógrafos mais importantes do país.

Nascido em Belém, ele se notabilizou por imagens que irradiam tanta luz que parecem esconder em seu interior pequenas lâmpadas de néon. Braga também é célebre por voltar as lentes para a cultura cabocla de sua terra natal, transformando situações cotidianas em matéria-prima para obras de arte.

As imagens do fotógrafo são como buracos na fechadura que convidam o público a espiar a vida íntima de seus conterrâneos. Evidência disso é a presença de portas e janelas abertas em muitas de suas fotografias, a começar pela primeira imagem da exposição. Na obra, uma jovem está do lado de fora de uma casa, olhando pela janela o que se passa dentro do imóvel.

Esse trabalho sintetiza de uma só vez a proposta estética de Braga e o objetivo da própria exposição. “Em todos os núcleos, há esse lugar da intimidade, porque o olhar dele é voltado ao micro, para o pequeno e para o detalhe”, diz Bitu Cassundé, que assina a curadoria da mostra.

Esses detalhes estão em fotografias que exibem objetos prosaicos, como ventiladores, ferros de passar roupas e vasos de flores. São utensílios que povoam a memória afetiva de Braga e aumentam a atmosfera intimista dos ambientes retratados.

A expografia também convida o público à observação. Os núcleos são separados por paredes com aberturas que lembram janelas. Desse modo, as pessoas conseguem enxergar o que se passa em diferentes espaços da mostra. “Essas fendas apontam para uma dimensão do espiar que está presente nas fotografias. É um olhar ligeiro, caloroso e afetivo.”

Nenhum elemento da expografia parece ter sido escolhido ao acaso. As paredes, por exemplo, foram pintadas com cores que Braga selecionou levando em conta a paleta cromática de suas fotografias. “Para mim, trata-se de uma ópera visual”, diz o fotógrafo.

‘Mãos de Açai’, de Luiz Braga – Foto: Luiz Braga

Essa sinfonia imagética é formada por obras de tons radiantes, mas também por fotografias em preto e branco —uma produção de sua autoria que é menos conhecida. Fazem parte dessa fase imagens que evidenciam a arquitetura do Pará, com casas de palafita e edifícios neoclássicos. Vemos também o contato da população com o sagrado em obras que retratam o Círio de Nazaré, a principal celebração religiosa do estado.

“O preto e branco são o alicerce da minha fotografia, porque tudo se inicia por aí. Os sujeitos são os mesmos e a vida cotidiana é a mesma das imagens coloridas. O que muda é que tive o privilégio e a bênção de descobrir as cores e de me aprofundar nelas”, ele diz.

O marco dessa descoberta aconteceu em meados dos anos 1980, quando o fotógrafo decidiu registrar uma mulher e um menino de mãos dadas observando as ondas do mar. “Fiz a foto e levei ao estúdio. Quando terminei de revelar, vi que estava tudo errado”, conta.

O céu tinha um tom estranhamento violáceo e o chão irradiava um verde quase radioativo. Por acidente, ele concebeu uma paisagem de cores surrealistas. Seis meses depois, decidiu revisitar a própria produção e se surpreendeu quando viu a imagem de novo. “Caramba, não é que ela tinha ficado legal?”, lembra.

Braga rompeu então com a fotografia clássica para apostar na subversão cromática. A partir daí, sua carreira deu uma guinada. “Comecei muito careta, convencional e preso a dogmas. Fui amadurecendo e me desfazendo da ideia de que o foco precisa ser bonitinho e a luz deve ser corrigida.”

Em 2004, deu uma nova guinada e começou a registrar a rotina na região amazônica com uma câmera para fotografar no escuro. Mas decidiu fazer mais uma subversão. Usou a visão noturna do equipamento para tirar fotos durante o dia. O resultado é a série “Night Vision”, um dos destaques da exposição no IMS.

O truque deu às imagens uma aparência holográfica. Olhar para as fotos é como estar dentro de uma vertigem ou diante de um devaneio. Embora seja o nosso mundo, é uma paisagem de aspecto quase celestial. “Quis construir um território que tanto na mitologia indígena quanto na ocidental representa uma terra sem males”, diz. “Esse mundo tem um encanto e uma surrealidade que mostram que não é aqui. É o Éden.”

Além de atribuir um caráter feérico aos trabalhos, a visão noturna o ajudou a mostrar outra perspectiva a respeito da região amazônica. “Eu rejeito aqueles estereótipos sobre a Amazônia, do Eldorado, do inferno verde e dos animais selvagens. Nunca quis isso. Fiquei muito feliz por ter conseguido apresentar uma floresta subvertida.”

Braga precisou inventar um Éden em “Night Vision” porque a realidade de Belém estava longe de ser idílica. “A cidade foi ficando áspera do ponto de vista visual e humano”, diz. Em razão do aumento da violência, as pessoas reagiam com desconfiança quando ele as fotografava. O próprio artista, aliás, já foi assaltado enquanto trabalhava. “Fotografia e medo não rimam. Jamais seria um fotógrafo de guerra.”

‘Caraparu’, de Luiz Braga – Foto: Luiz Braga

A arquitetura também se transformou, dando espaço a prédios altos e espelhados. “A cidade ficou com cara de nada”, diz. “As cores do meu trabalho estão na cidade ribeirinha, na cidade cabocla. As fachadas e as roupas nesses espaços falam muito mais ao meu coração do que um arranha-céu com pele de vidro.”

Braga decidiu então iniciar um projeto fotográfico na Ilha de Marajó, onde conseguiu recuperar um pouco da Belém de sua juventude. Ele diz que a incursão ao território marajoara ensinou a importância de ouvir o que a população local tem a dizer. “Riqueza para mim são as histórias. É ser recebido pela dona Maroca e ficar conversando fiado. É tomar o melhor tacacá do mundo. Isso não tem preço”, diz. “Muita gente até diz que eu não sei ganhar dinheiro. Na realidade, prefiro saber fotografar.”

*Com informações de Folha de São Paulo

Neto alerta Neymar e ironiza: ‘Vai passar vergonha no Santos’

Craque Neto - Foto: Reprodução

Neymar voltou a jogar pelo Santos após mais um de mês afastado dos gramados com uma lesão na coxa. No entanto, o retorno do camisa 10 não evitou a derrota para o Fluminense no Maracanã.

Para “Craque Neto”, ex-jogador e hoje apresentador, a partida contra o Fluminense serviu como um alerta: “O Neymar tomou cartão amarelo, caiu no primeiro lance, tá carequinha… Perdeu todos os cabelos, mas tá bem, tá com dinheiro. Então, tá bem. Todo santista ama o Neymar. Não tenho dúvida disso. Mas o Neymar da primeira passagem, já não existe mais”, disse Neto no “Apito Final”.

O ex-jogador reconheceu o talento de Neymar, dizendo que o camisa 10 foi o maior nome do Santos depois de Pelé, mas afirmou que com esse elenco atual do Peixe, o jogador iria passar vergonha nesta temporada.

“Ele, depois do Pelé foi o maior jogador que o Santo teve. Mas hoje, quando analisamos ele, é sempre no “será”… E outra coisa, sabe quantos gols o Soltedo fez esse ano? Um gol. Então assim, se tivesse um elenco para o Neymar ter tranquilidade, talvez ele jogaria melhor. Mas com o que o Santos tem hoje, ele vai passar vergonha”, disse Neto.

O Santos ainda não conseguiu vencer nesse Brasileirão, somando apenas um ponto após três rodadas. Foram dois empates e uma derrota para a equipe comandada por Pedro Caixinha, que está pressionado no cargo.

*Com informações de IG

Veja como foi o voo que levou Katy Perry e outras 5 mulheres ao espaço

Foto de divulgação da Blue Origin com tripulação da missão NS-31. Da esquerda para a direita: Lauren Sanchez, Amanda Nguyen, Kate Perry, Gayle King, Aisha Bowe e Keryanne Flynn - Foto: Blue Origin / X / AFP

A missão NS-31 foi um sucesso. A Blue Origin, empresa espacial do bilionário Jeff Bezos, levou hoje uma tripulação 100% feminina, incluindo a cantora Kate Perry, para o espaço.

Decolagem ocorreu às 10h30 (horário de Brasília) de hoje e, às 10h42, a tripulação voltou à Terra em segurança. Foguete New Shepard partiu de base de lançamento no Texas com uma tripulação totalmente feminina. No voo estavam presentes:

  • Cantora Katy Perry

  • Jornalista Lauren Sanchez (noiva de Jeff Bezos)

  • Produtora de filmes Karianne Flynn

  • Apresentadora Gayle King

  • Engenheira aeroespacial Aisha Bowe

  • Cientista Amanda Nguyen

Quando chegaram ao espaço, a cantora Katy Perry cantou “What a wonderful world” (que mundo maravilhoso, em tradução livre), de Louis Armstrong. Ao sair da cápsula, Kate beijou o chão. Durante entrevista, a cantora disse que a experiência de ir ao espaço foi a mais importante da sua vida após ser mãe. Sobre a escolha da música, disse que não cantou um de seus sucessos, pois não era sobre ela. “É sobre a energia coletiva, sobre tornar o espaço acessível para outras mulheres”, afirmou.

A viagem espacial de hoje é para fins turísticos e foi um “bate-volta” espacial. O foguete decolou, acelerando a mais de 3.000 km/h, e após 2m40s de voo, a cápsula com a tripulação desacopla do propulsor. Este, por sua vez, voltou à superfície por volta das 10h38. Enquanto isso, a cápsula chega até a linha de Kárman (que fica a 100 km de altitude acima do nível do mar).

Por cerca de 4 minutos, as tripulantes experimentam um ambiente de gravidade zero. Neste momento, a tripulação costuma retirar os cintos de segurança para poder flutuar dentro da cápsula, e observar a curvatura da Terra.

Na sequência, a cápsula começou o processo de descenso, por volta das 10h40. Ela conta com mini-foguetes que reduzem a velocidade na queda, e um paraquedas é acionado para uma volta suave, prevista para acontecer no deserto do Texas.

Este é o 12º voo com tripulantes do foguete New Shepard, da Blue Origin, e tem como destaque ter uma tripulação 100% feminina. Antes disso, em 1963, a União Soviética enviou a cosmonauta Valentina Tereshkova para uma missão de três dias na órbita da Terra.

Voos da Blue Origin já levaram famosos e até brasileiro que ganhou concurso. Em 2021, o próprio Jeff Bezos participou da missão inaugural. Foram ainda William Shatner (ator que interpretou o Capitão Kirk, na série Jornada das Estrelas) e a pioneira da aviação Wally Funk. Em junho de 2022, o brasileiro Victor Hespanha participou da missão, tornando-se o segundo brasileiro a ir ao espaço.

*Com informações de Uol

Ana Maria Braga emociona ao revelar arrependimento: ‘Não teria fumado’

Ana Maria Braga emociona ao revelar arrependimento: 'Não teria fumado' - Foto: Reprodução / TV Globo / Contigo

Aos 76 anos recém-completados no dia 1º de abril, Ana Maria Braga mostrou que continua com energia de sobra. Agora, também nas redes sociais, a apresentadora anunciou que vai divulgar uma série de vídeos especiais extraídos de uma entrevista gravada em comemoração ao seu aniversário.

Segundo Ana, o conteúdo produzido para celebrar a data foi tão rico que ela e sua equipe decidiram transformar o material em uma pequena série para o público digital. “Vamos compartilhar mais alguns trechos da entrevista que minha equipe fez comigo, com muito carinho. Neste primeiro corte, falo sobre o único arrependimento que carrego na vida”, escreveu na legenda da primeira publicação.

No primeiro vídeo divulgado, Ana fala com sinceridade:

“Sabe uma coisa que eu acho que não teria feito? Acho que eu não teria fumado ao longo da minha vida. Teria cuidado mais de mim, do meu organismo. Porque a doença, que já passei por algumas, a gente também aprende. Mas nunca deixei de acreditar realmente que eu ia sair delas e estou aqui até hoje. Mas eu não teria fumado”, confessou.

Ana Maria Braga rompe o silêncio sobre casamento após cerimônia discreta: ‘Sou expert’

Ana Maria Braga falou pela primeira vez nesta segunda-feira (7) sobre seu casamento com Fábio Arruda. Eles confirmaram os votos em uma cerimônia intimista na última sexta-feira (4) e, apesar de muito ter se falado sobre o assunto na mídia, a loira tocou discretamente no assunto.

Em suma, o assunto veio à tona durante o bate-papo com Alessandro Jodar sobre a rodada do Campeonato Brasileiro. Durante o Mais Você na Globo, a apresentadora indagou o colega de trabalho sobre a mudança em sua vida após se casar.

“Como vai a vida de casado?”, quis saber a veterana. “Ótima, uma delícia a vida de casado”, respondeu o jornalista. “Tá sem fome agora de manhã? Tomou café em casa?”, questionou Ana Maria Braga mais uma vez. Continue lendo aqui!

*Com informações de Terra

Ciclo de Solidariedade: servidores do TCE-AM criam rede de apoio e transformam vidas

Foto: Filipe Jazz / TCE-AM

A solidariedade entre os servidores do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) tem criado um movimento de apoio mútuo dentro da Corte de Contas, que tem transformado a maneira como os colaboradores se relacionam e se ajudam. A história de dona Joana Araújo, de 52 anos, zeladora terceirizada do TCE-AM, é um exemplo de como pequenos gestos podem gerar grandes mudanças na vida das pessoas.

“Olha aqui, eu ganhei as coisas pra ti, olha, filha…”. Ao ver os materiais odontológicos doados para sua filha, a jovem estudante de odontologia Déborah Christine Lima dos Santos, de 22 anos, dona Joana não pôde conter a emoção. A cena aconteceu em uma videochamada, onde mãe e filha, com lágrimas nos olhos, celebraram o gesto de solidariedade. “Mentira, mãe! Obrigada, obrigada, muito obrigada…”, disse a filha, sem conseguir esconder as lágrimas.

A doação foi possível graças à ‘Caixinha de Desejos’, uma das iniciativas que surgiram no TCE-AM, que conecta os servidores a necessidades específicas de outros colaboradores. Dona Joana nunca imaginou que um gesto simples – o de participar de um bazar solidário – resultaria em uma ajuda valiosa para a filha.

“São materiais caros, e isso vai ajudar muito. Eu não teria condições de comprar tudo, então fico muito grata a todos que participaram dessa ação”, afirma dona Joana, com a voz emocionada.

“Caixinha de Desejos” e o Brechó Solidário

O que começou como um bazar gratuito, realizado pelo Departamento de Gestão de Pessoas (Degesp) para promover o desapego e a solidariedade, logo se transformou em uma ação permanente e mais abrangente. Jeane Benoliel, chefe do Degesp, conta como a ideia surgiu. “Percebemos a necessidade de criar algo mais perene, que incentivasse a solidariedade diária entre os servidores. O sucesso do bazar gratuito, com milhares de itens doados, nos mostrou que a solidariedade é um valor presente no coração de todos os nossos colaboradores”, relatou.

Com isso, o “Brechó Solidário” foi estabelecido de forma permanente, e a ‘Caixinha de Desejos’ passou a ser uma ferramenta para atender necessidades mais específicas. “Nosso objetivo é que as pessoas tragam doações continuamente, sem precisar acumular uma grande quantidade para poder entregar. Qualquer item é bem-vindo, como uma vestimenta, uma lata de leite, um quilo de arroz”, explica Jeane. E, para quem tem necessidades mais específicas, a Caixinha permite que os servidores façam pedidos diretos de itens que precisam.

Integração

Para Jeane, o sucesso da ação vai além dos números. “O que estamos vendo é um impacto direto no clima organizacional, um envolvimento genuíno entre servidores, estagiários e terceirizados, que se sentem parte de um ciclo virtuoso de solidariedade”, destaca. O envolvimento dos colaboradores – que participam tanto doando quanto recebendo – fortalece o senso de coletividade e cria um ambiente mais colaborativo e humano dentro do tribunal.

A ação solidária tem se tornado um modelo, e o Degesp já começou a receber solicitações de outros órgãos públicos interessados em adotar iniciativas semelhantes. “Estamos vendo que o TCE-AM pode servir como exemplo para outras instituições públicas. A ideia de reaproveitar itens e ajudar quem está em necessidade vai além de um gesto de bondade; é uma ação permanente de sustentabilidade e responsabilidade social”, afirma Jeane.

A conselheira-presidente do TCE-AM, Yara Amazônia Lins, também se mostrou entusiasmada com a iniciativa e sua repercussão no ambiente de trabalho. “Estamos muito felizes com a criação desse espaço de solidariedade, de iniciativa dos próprios servidores. A ideia de que todos, independentemente da função, possam participar desse movimento de apoio mútuo é algo que fortalece nossa instituição. Espero que essa cultura se espalhe e inspire outras entidades públicas”, disse.

“Acredito que, com o tempo, a ideia vai se consolidar ainda mais. Estamos criando uma rede de apoio, um ciclo virtuoso, que só tende a crescer. O Tribunal de Contas do Amazonas tem o compromisso de fomentar a solidariedade, e o exemplo do TCE-AM pode inspirar outras instituições a seguirem o mesmo caminho”, concluiu Jeane.

Recuperação de Bolsonaro ‘não vai ser rápida’, diz médico responsável por cirurgia

Foto: @jairmessiasbolsonaro via Instagram

A recuperação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não deverá ser rápida, segundo o médico-chefe da equipe cirúrgica, Cláudio Birolini.

A informação foi dada em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira, 14, após 12 horas de cirurgia.

Bolsonaro passou por uma cirurgia abdominal, que durou 12 horas no domingo, 13, no Hospital DF Star, em Brasília.

UTI

Apesar de já estar consciente e conversando, o ex-presidente segue na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Birolini esclareceu que o “quarto” onde Bolsonaro está é, na verdade, o quarto da própria unidade intensiva, onde continuará sendo monitorado 24 horas por dia. Ainda não há previsão para a saída da UTI.

O Dr. Birolini diz que não há expectativa para uma evolução rápida do quadro, e que Bolsonaro deve continuar internado por, pelo menos, duas semanas. A recuperação total só deve acontecer dentro de 2 a 3 meses.

Sem pressa

No momento, Bolsonaro está sendo alimentado exclusivamente por nutrição parenteral (pela veia), sem previsão para retornar à alimentação por via oral. A prioridade é permitir que o intestino desinflame e retome suas funções naturais. Os médicos afirmaram que não pretendem apressar a recuperação.

A realimentação só deve ocorrer quando houver sinais claros de recuperação da atividade intestinal. “Nesse momento, ele será mantido com uma nutrição parenteral, que é a nutrição na veia, sem expectativa de que ele volte a se alimentar hoje, amanhã ou depois, até o intestino retomar sua atividade fisiológica”, disse Birolini.

Bolsonaro já apresentava desconforto abdominal, e ao realizar a cirurgia, os médicos encontraram um quadro inflamatório do intestino. A cirurgia tinha como objetivo liberar aderências intestinais e reconstruir a parede abdominal, como consequência de múltiplas intervenções cirúrgicas realizadas desde a facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018.

A equipe médica reforçou que as visitas ao ex-presidente estão restritas, com foco total nos cuidados pós-operatórios. Os médicos permanecem em plantão constante, avaliando a evolução do quadro. Segundo Birolini, a intenção é garantir uma recuperação completa e estável, sem correr riscos desnecessários.

Como foi a cirurgia

Segundo os médicos Cláudio Birolini e Leandro Echenique, que acompanham a saúde de Bolsonaro desde a facada sofrida em 2018, o procedimento foi um dos mais complexos já realizados no ex-presidente. Durante a cirurgia, foram encontradas múltiplas aderências intestinais e uma parede abdominal bastante danificada — sequelas de sete intervenções anteriores.

Para acessar a cavidade abdominal, foram necessárias cerca de duas horas, seguidas de mais quatro a cinco horas para liberar cuidadosamente as aderências. A reconstrução da parede abdominal foi feita de forma milimétrica, respeitando as condições encontradas durante a operação.

Birolini explicou que o intestino estava “sofrido” e acredita que o ex-presidente já apresentava um quadro de suboclusão intestinal há meses. “A cirurgia foi feita com a intenção de ser definitiva, mas não podemos garantir que novos episódios não ocorram no futuro, já que novas aderências podem se formar”, alertou o médico.

Recuperação lenta

De acordo com Echenique, procedimentos prolongados como esse geram uma forte resposta inflamatória no organismo. Isso aumenta o risco de complicações, como infecções, alterações na pressão arterial e problemas pulmonares. A equipe está em alerta nas primeiras 48 horas, consideradas as mais críticas do pós-operatório.

Birolini acrescentou que o valor do exame PCR (marcador inflamatório) de Bolsonaro subiu de forma acelerada antes da cirurgia — passando de 6 para 150 em pouco tempo — o que foi determinante para a decisão pela intervenção. “Tomamos a decisão de operar antes que o quadro evoluísse para algo mais grave, como uma perfuração intestinal.”

Se tudo evoluir como o esperado, a recuperação total deve levar de dois a três meses. Até lá, Bolsonaro deverá evitar esforços físicos e seguir orientações rígidas quanto à alimentação e movimentação. O objetivo da equipe médica é que a cirurgia seja uma solução definitiva para cessar os desconfortos abdominais, que vinham se intensificando nos últimos meses.

“A expectativa é que ele volte a ter um padrão de vida melhor, se alimentar melhor, e a nossa expectativa é que seja sem restrições, exceto restrições agora no pós-operatório imediato, nesses próximos dois ou três meses, que precisa conter a parede abdominal”, pontuou Birolini.

*Com informações de Terra

FPFtech mostra como o ‘Data Lakehouse’ pode gerar valor para empresas

Webinar no próximo dia 17 de abril vai abordar como negócios podem lidar com volume cada vez maior de dados - Foto: Leonardo Marinho

Em um cenário em que empresas lidam com volumes crescentes de dados, um dos principais desafios é combater a fragmentação das informações. Como uma resposta a essa demanda, surge o conceito Data Lakehouse, uma solução que une as vantagens do Data Lake (capacidade de armazenar grandes volumes de dados em diferentes formatos) com a organização típica de um Data Warehouse, tornando a análise muito mais eficiente e escalável. Em muitos casos, além de otimizar processos produtivos, usar os dados em favor dos negócios pode ainda trazer redução de custos e evitar perdas.

De acordo com Marco Rezende, engenheiro de dados que atua como analista de sistemas na FPFtech, a principal função de um Data Lakehouse é justamente permitir que diferentes áreas da empresa contribuam com informações para um ambiente centralizado.

A partir disso, é possível criar visualizações, prever tendências, automatizar processos e personalizar a experiência dos clientes. A análise de dados históricos permite, por exemplo, antecipar o comportamento do consumidor e otimizar estoques, campanhas e investimentos.

Rezende demonstra que Supermercados podem cruzar dados de vendas para descobrir relações de consumo, como a compra recorrente de cerveja com carvão, e reorganizar os produtos nas gôndolas para aumentar o faturamento. Já empresas industriais usam sensores para prever falhas em equipamentos e realizar manutenções antes que máquinas fiquem paradas e prejudiquem a produção.

Em outro exemplo, uma multinacional combinou dados da produção com registros de assistência técnica para identificar falhas em lotes específicos de equipamentos. ‘’A análise preditiva permitiu mapear onde estavam esses produtos e prever as peças necessárias para reposição em cada unidade de atendimento, o que reduziu custos e melhorou o tempo de resposta ao cliente. Antes, o processo era limitado a amostras de 5 mil registros por vez. Com o uso do Data Lakehouse, a empresa passou a analisar até 10 milhões de registros simultaneamente, garantindo uma visão mais abrangente e ágil do desempenho das suas operações’’, explica Rezende.

Volume de dados indica investimento

Esse tipo de estrutura, no entanto, não é exclusivo de grandes corporações. Segundo Marco Rezende, o investimento nessa estrutura varia conforme o volume de dados e a maturidade digital de cada negócio. Para empresas menores, muitas vezes um Data Lake mais simples já é suficiente para gerar valor. Na avaliação do especialista, a prioridade é garantir que os dados existam, estejam organizados e sejam acessíveis.

‘’A implementação de uma estratégia baseada em dados geralmente começa pela coleta e organização das informações. Essa etapa é conduzida por engenheiros de dados, que preparam a infraestrutura para o consumo por analistas e cientistas de dados. Os analistas interpretam essas informações e respondem a perguntas de negócio com base no histórico. Já os cientistas aplicam técnicas mais avançadas, como predição e inteligência artificial, com foco em tomada de decisão e automação’’, pontua Rezende.

O uso de dados não estruturados também tem ganhado destaque nesse cenário. Imagens, vídeos e áudios podem ser usados para treinar modelos de inteligência artificial, que, em exemplos práticos, detectam furtos em tempo real, classificam padrões de comportamento ou segmentam consumidores com alta precisão. Com a flexibilidade do Data Lakehouse, esse tipo de dado pode ser armazenado e processado junto com os dados estruturados provenientes de bases de dados relacionais, ERPS, planilhas ou APIs ampliando significativamente o seu potencial de análise e tomadas de decisões.

‘’Empresas que crescem rapidamente tendem a optar por armazenar seus dados na nuvem, pela flexibilidade e escalabilidade que essa abordagem oferece. Já organizações que exigem mais controle e segurança costumam manter seus dados em data centers próprios, respeitando requisitos de conformidade e regulamentação’’, completa.

Webinar aponta caminhos na construção de Data Lakehouse

A FPFtech, que já desenvolveu três Data Lakes, defende que o conhecimento gerado por essas tecnologias precisa ser compartilhado. Por isso, no dia 17 de abril, realizará o webinar “Como Gerar Valor para a Empresa Construindo um Data Lakehouse”, transmitido ao vivo pelo LinkedIn. A proposta é mostrar como o conceito pode ser aplicado na prática para resolver problemas reais e gerar diferencial competitivo.

Com o avanço da digitalização e o crescimento do volume de dados, o uso de soluções como o Data Lakehouse tende a se tornar cada vez mais estratégico, portanto, o encontro virtual deve abordar seus benefícios e desafios, as estratégias para governança e escalabilidade de dados e como gerar insights estratégicos e reduzir custos operacionais.

Marco Rezende, que além de analista de sistemas na FPFtech é também professor de Big Data na Escola FPFtech, irá conduzir o seminário online. Rezende possui aproximadamente 3 anos de experiência com construção e manutenção de arquiteturas de Big Data, sendo especialista em arquitetura medalhão, Data Lakehouse e Apache Spark.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do link: https://www.sympla.com.br/evento-online/webinar-como-gerar-valor-para-a-empresa-construindo-um-data-lakehouse/2880335?share_id=copiarlink

David Almeida lança plataforma digital para ouvir a população e planejar o futuro de Manaus

Foto: Clóvis Miranda / Semcom

Com o compromisso de fortalecer a participação popular e garantir que os investimentos dos próximos anos reflitam as reais necessidades da cidade, o prefeito de Manaus, David Almeida, lançou, nesta segunda-feira, 14/4, a plataforma digital do “PPA Participativo”. Pela primeira vez na história da capital, a população poderá ajudar a decidir, de forma simples e on-line, os rumos do município para o período de 2026 a 2029.

“Estamos colocando o cidadão como protagonista das decisões estratégicas, com transparência, inclusão e responsabilidade”, afirmou o prefeito. Segundo ele, a iniciativa devolve à população o direito de opinar sobre os investimentos do município nos próximos quatro anos. “Esta ferramenta do PPA Participativo vai permitir às periferias opinar: se quer uma escola nova, uma creche, infraestrutura, ônibus, moradia, UBS… Os próximos quatro anos serão decididos com base nessas informações”, destacou o chefe do Executivo municipal.

David Almeida também destacou os principais gargalos da cidade, identificados por meio de pesquisas. “O que mais se ouve em Manaus é o pedido por mais segurança. Por isso, ouvindo a população, armamos, equipamos e realizamos concurso público para a Guarda Municipal”. O prefeito também ressaltou o déficit habitacional de 52 mil moradias e a necessidade urgente de alternativas para melhorar a mobilidade urbana, lembrando que a cidade conta com mais de 975 mil veículos circulando diariamente.

Desenvolvida pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef), a plataforma digital permite que qualquer morador participe da construção do Plano Plurianual (PPA), principal instrumento de planejamento da administração pública. A consulta pública ficará aberta até o dia 27 de abril.

Na plataforma ppaparticipativo.manaus.am.gov.br, o cidadão escolhe dois eixos estratégicos – como Saúde, Educação, Infraestrutura ou Segurança – e seleciona duas propostas por eixo. Também é possível enviar sugestões próprias, permitindo que ideias nascidas nas comunidades cheguem diretamente ao planejamento oficial da cidade.

Além da votação digital, o PPA Participativo inclui audiências públicas e apresentações presenciais em todos os Setores Urbanos (SU) que compreendem o Plano Diretor Urbano e Ambiental de Manaus. As reuniões começaram pela zona Norte, onde os moradores da Colônia Santo Antônio elogiaram a iniciativa.

O secretário da Semef, Clécio Freire, celebrou a conquista e reforçou o papel da população no processo. “Estamos lançando o PPA Participativo. Isso é importante, porque o cidadão que contribui tem o direito de escolher onde o dinheiro será investido. E isso, prefeito, é um gesto de estadista: dar voz aos menos favorecidos”.

Clécio também destacou a mudança de paradigma no planejamento público. “O planejamento sempre foi feito de cima para baixo. Agora, ele começa pela base. A população vai decidir”. Segundo ele, a plataforma é uma verdadeira revolução e fortalecerá a atuação da prefeitura ao ouvir diretamente a população.

A subsecretaria de Orçamento e Projetos da Semef, Karliley Capucho, reforçou a importância da participação popular. “Estamos saindo das consultas públicas restritas a auditórios para alcançar toda a cidade com uma ferramenta acessível, democrática e digital”. Ela explicou que o PPA é previsto na Constituição Federal, na Lei Orgânica do Município e na Lei de Responsabilidade Fiscal, e que a votação permitirá à população escolher quatro propostas e ainda sugerir novas ideias.

Ao final do processo, as 30 propostas mais votadas pela população serão priorizadas no planejamento municipal e divulgadas oficialmente no portal do PPA. A plataforma foi pensada para ser intuitiva, acessível e para ampliar o envolvimento popular na construção de políticas públicas.

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