Início Site Página 539

Jovem italiano que morreu há 19 anos será o 1º santo do milênio

Imagem de Carlo Acutis, que morreu aos 15 anos - Foto: Gregorio Borgia / Divulgação

Carlo Acutis, um adolescente italiano nascido na Grã-Bretanha que criou sites para espalhar sua fé, será proclamado o primeiro santo da geração millennial da Igreja Católica neste mês, segundo informações oficiais do Vaticano.

De acordo com a mãe do jovem, Antonia Salzano Acutis, nunca houve dúvidas de que Carlo era especial. Mas, em muitos aspectos, ela disse que o filho era como qualquer outro adolescente. O menino morreu em 2006, aos 15 anos, vítima de leucemia.

Durante sua vida, Acutis aprendeu diversas linguagens de programação de computadores e desenvolveu sites para sua paróquia.

Caminho até virar Santo

Com a crescente fama de sua devoção e o avanço oficial de seu processo de canonização, o corpo do jovem foi transferido — como ele desejava — para a cidade de Assis, no centro da Itália. Lá, ele foi sepultado em um caixão transparente, com um molde de cera de seu rosto sobre o corpo, vestido com sua blusa de corrida, calça jeans e tênis.

Desde então, o local se tornou ponto de peregrinação. Multidões se reúnem ao redor do caixão, movidas por sua história e espiritualidade. A cerimônia de canonização está marcada para 27 de abril, na Praça de São Pedro, e deve reunir dezenas de milhares de fiéis. O Vaticano espera que o Papa Francisco, ainda em recuperação de uma pneumonia dupla, consiga presidir o evento.

“Ajudar as pessoas a terem mais fé”

Em entrevista à Reuters, sua mãe lembra que o que tornava Carlo especial era justamente sua vida comum. Ela conta que o filho era apenas mais um adolescente dos anos 2000, tentando se adaptar à escola e ao dia a dia como qualquer outro jovem.

“Carlo era uma criança comum como (as outras). Ele costumava brincar, ter amigos e ir à escola. Mas sua qualidade extraordinária era o fato de ter aberto a porta do seu coração para Jesus e colocado Jesus em primeiro lugar em sua vida.”

“Ele usou essa habilidade para espalhar as boas novas, o Evangelho”, acrescentou. “Ele queria ajudar as pessoas a terem mais fé, a entender que existe uma vida após a morte, que somos [passageiros] neste mundo.”

Fiéis rezam em frente ao túmulo do Beato Carlo Acutis, um adolescente que passou a vida divulgando sua fé online – Foto: AFP

Ela disse que o filho estava comprometido em ajudar os necessitados. Ele pediu aos pais que fizessem doações aos pobres. “Ele era muito severo consigo mesmo… Se eu quisesse comprar dois pares de sapatos, ele dizia, não, um seria suficiente.”

Milagres

A reputação do jovem cresceu ainda mais com o registro de milagres relatados após sua morte e atribuídos à sua intercessão com Deus. Autoridades da Igreja dizem que houve a cura de um menino brasileiro de 4 anos com uma grave malformação pancreática e de uma mulher costarriquenha de 21 anos que estava à beira da morte após um acidente de bicicleta.

As mães do menino e da mulher rezaram a Acutis pedindo ajuda, disseram autoridades do Vaticano. Supostas relíquias de Acutis — descritas como partes de suas roupas e até mesmo de seu corpo — começaram a aparecer online, algumas delas à venda em sites de leilão, incluindo o eBay.

Em Assis, jovens fiéis disseram que vieram ver Carlo Acutis pessoalmente, em busca de inspiração e exemplo, informou a agência de notícias.

*Com informações de IG

Pickleball movimenta Manaus com primeiro campeonato oficial no feriado de 21 de abril

Esporte que mais cresce nos EUA mistura tênis, tênis de mesa e badminton e já tem centenas de praticantes em Manaus - Foto: Divulgação

A Federação Amazonense de Pickleball (FAP) realiza nesta segunda-feira (21), feriado de Tiradentes, o primeiro campeonato oficial da modalidade no Amazonas. O evento marca o início da temporada do circuito estadual e será realizado das 8h às 18h no Sesi – Clube do Trabalhador, localizado no bairro Aleixo, zona Centro-Sul de Manaus.

O torneio é aberto ao público e representa um marco importante na consolidação do pickleball na capital amazonense. Adaptado para todas as idades, o esporte é considerado inclusivo, de fácil aprendizado e baixo impacto físico.

A modalidade, que nasceu nos EUA, ganhou força mundialmente durante a pandemia, combinando elementos do tênis, tênis de mesa e badminton. É praticada com uma bola plástica perfurada e raquetes sólidas, em uma quadra semelhante à de badminton, com rede baixa. As partidas são rápidas, estratégicas e envolventes.

No Amazonas, a prática já era realizada informalmente, mas a Federação Amazonense de Pickleball foi registrada em dezembro de 2024 com o objetivo de estruturar e expandir o esporte em todo o estado. Segundo o presidente da FAP, Rogério Marchioretto, a entidade está mobilizando atletas, além de promover ações de divulgação e dialogando com o poder público.

“Nosso foco neste momento é sensibilizar gestores para a liberação de mais espaços públicos, incentivar a prática em escolas e formar uma comunidade sólida de praticantes. Em breve, também pretendemos promover cursos para técnicos, formação de árbitros e treinadores, além de representar o Amazonas em eventos nacionais”, afirma Marchioretto, que também é professor de educação física e ex-atleta de tênis de mesa.

A competição contará com categorias por idade e nível técnico, incluindo duplas masculinas, femininas, mistas e jogos individuais.

A origem do nome “pickleball” é curiosa: uma das versões mais conhecidas é que Pickles, o cachorro da família de um dos criadores do esporte, adorava correr atrás da bola durante as partidas. Em homenagem ao mascote, o jogo passou a ser chamado assim.

SERVIÇO:

  • O quê: 1º Campeonato Oficial de Pickleball do Amazonas

  • Quando: Segunda-feira, 21 de abril (feriado) – das 8h às 18h

  • Onde: Sesi – Clube do Trabalhador (Rua São Pedro, Aleixo – Manaus)

  • Aberto ao público | Entrada gratuita

Brasil tem 19,5 milhões vivendo em vias sem pavimentação, diz Censo

Fotos: Divulgação / Assessoria de Comunicação do Vereador Alonso Oliveira

O Brasil ainda tinha 19,5 milhões de pessoas morando em vias sem pavimentação em áreas com características urbanas em 2022, apontam novos dados do Censo Demográfico divulgados nesta quinta-feira (17) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número absoluto corresponde a 11,2% do total de habitantes pesquisados nesses locais (174,2 milhões). O contingente era similar à população inteira de Minas Gerais à época (20,5 milhões).

Já a parcela que morava em vias com pavimentação em áreas urbanas foi de 154,1 milhões em 2022. O contingente correspondia a 88,5% do total de habitantes dessas localidades.

Os dados integram a Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios, que faz parte da operação do Censo. Devido a mudanças na metodologia, o IBGE evita a comparação direta dos números com 2010, ano do recenseamento anterior.

Para ser considerada pavimentada em 2022, uma via precisava ter algum tipo de cobertura em mais de 50% do trecho analisado. Em 2010, espaços menores já bastavam para o registro de pavimentação.

O instituto considera diferentes tipos de cobertura, como asfalto, paralelepípedo e concreto. A Folha questionou o IBGE sobre os fatores que podem impedir um avanço maior da pavimentação no país, mas o órgão afirma que não investigou isso na pesquisa.

“A pavimentação das vias públicas é fundamental para o desenvolvimento urbano e a qualidade de vida dos cidadãos. Esses fatores juntos contribuem para cidades mais eficientes, seguras e agradáveis para se viver”, diz a publicação do instituto.

Os dados confirmam diferenças regionais. Em seis unidades da federação, mais de 90% dos moradores de áreas urbanas residiam em vias pavimentadas em 2022.

Foto: Diego Peres / Secom

Foram os casos de São Paulo (96%), Minas Gerais (95,3%), Distrito Federal (94,2%), Goiás (94%), Paraná (91,8%) e Espírito Santo (91,3%).

Outros sete estados, por outro lado, contavam com menos de 80% dos moradores em vias pavimentadas. Essa relação incluiu Pará (69,3%), Rondônia (70,4%), Amapá (71,9%), Pernambuco (76,3%), Maranhão (77,5%), Mato Grosso do Sul (78,8%) e Paraíba (79,2%).

As diferenças também aparecem quando a análise foca os municípios. Em 77 cidades brasileiras, 100% dos moradores de áreas urbanas viviam em vias pavimentadas, segundo o IBGE. No município de São Paulo, o percentual foi de 97,4%.

Apesar disso, a falta de pavimentação ainda é realidade para moradores de bairros como o Jardim Celeste, no Butantã, zona oeste paulistana. É o caso de um trecho na rua Bernardo Buontalenti, na altura do número 395, que não tem asfalto e que corre risco de ter uma cratera.

“A gente já tem pedido asfalto na rua, mas a subprefeitura começa, faz metade e metade fica sem asfalto. Encontra com a [rua] Antônio do Vale, que é asfaltada”, diz a líder comunitária Maria Gorete Ferreira, 53.

A moradora do bairro diz que já pede há três anos por melhorias além da pavimentação, como a zeladoria nos cantos da rua e em uma praça. O risco de cratera, diz Gorete, ocorre por causa de um córrego que passa junto ao local e pode causar instabilidade na rua.

Procurada, a Prefeitura de SP afirmou que “faz ações rotineiras de zeladoria” e que “abriu um processo licitatório, que está em andamento, para a execução dos serviços de asfaltamento no trecho sem pavimentação”.

Na outra ponta da lista, cinco cidades registraram menos de 15% dos habitantes em vias pavimentadas. Foram os casos de Capão do Leão (RS), com 11,3%, Colniza (MT), com 12,4%, Aceguá (RS), com 13,1%, Arambaré (RS), com 14,4%, e Morro Cabeça no Tempo (PI), com 14,5%.

O instituto analisou informações de quase 341 mil setores censitários (unidades de divisão do território) com características urbanas, incluindo comunidades tradicionais e favelas.

Calçadas ainda mostram dificuldades

A pesquisa investiga dez quesitos relacionados à infraestrutura urbana. A existência de calçada ou passeio, a exemplo da pavimentação, integra a lista.

Foto: Márcio Melo / Seminf

Em 2022, 84,1% dos moradores pesquisados residiam em vias com calçada ou passeio no Brasil, o equivalente a 146,4 milhões. O IBGE considerou estruturas com ou sem pavimentação.

Em 2010, a análise também englobou esse tópico, mas abrangia somente caminhos pavimentados ou calçados para pedestres –o percentual havia sido de 66,4% à época.

Uma das novidades de 2022 é a investigação sobre calçadas livres de obstáculos. Segundo o IBGE, apenas 32,8 milhões de moradores residiam em trechos sem esses gargalos. O número equivale a 18,8% do total de habitantes –só um em cada cinco.

Barreiras à circulação de pedestres criadas por vegetação, placas mal sinalizadas e buracos são exemplos de obstáculos nas calçadas.

O IBGE também indicou que apenas 26,5 milhões de moradores residiam em vias com rampa para cadeirantes no Brasil em 2022, o equivalente a 15,2% do total. Em 2010, a proporção era ainda menor, de 3,9%.

Outro indicador analisado é a presença de árvores em áreas urbanas. Em 2022, o país tinha 58,7 milhões de moradores em vias públicas sem arborização. O número equivale a 33,7% do total (um terço).

Enquanto isso, 114,9 milhões (ou 66%) viviam em vias com a presença de pelo menos uma árvore. Por mudança de critérios entre 2010 e 2022, a comparação direta sobre arborização fica impossibilitada, diz o IBGE.

80 milhões vivem sem boca de lobo

De acordo com o instituto, quase 93,6 milhões de habitantes de áreas urbanas residiam em vias com bueiros ou bocas de lobo em 2022. O número representa 53,7% do total.

FOTO: Divulgação / Casa Militar

Nesse caso, o IBGE disse que é possível uma comparação direta com 2010. À época, o percentual de moradores em vias com bueiros ou bocas de lobo era menor, de 39,3%.

Essas estruturas são importantes para evitar alagamentos e acúmulo de água, que podem causar danos a pessoas e propriedades.

Os dados de 2022 indicam que 80,1 milhões de habitantes de áreas urbanas ainda viviam em vias sem bueiros ou bocas de lobo. O número equivale a 46% (quase a metade) da população investigada.

“É um retrato quase incontestável do nível de segregação do nosso modelo de desenvolvimento urbano”, disse o professor Valter Caldana, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie.

Ele destacou o risco maior de acidentes para pedestres que moram em vias sem calçamento e os impactos na sociabilidade, uma vez que moradores de áreas com infraestrutura precária tender a sair menos de casa e ter menos acesso a lazer. “O nível de desigualdade se materializa em todos os quesitos da urbanização: na infraestrutura sanitária, na mobilidade, na oferta de serviços.”

Quando o quesito analisado é a iluminação pública, os números sinalizam uma cobertura maior. Em 2022, 97,5% dos moradores de áreas urbanas residiam em vias com essa infraestrutura (169,7 milhões).

Em 2010, o percentual era de 95,2%, de acordo com o IBGE.O instituto investigou a presença da iluminação, e não o funcionamento dela. O Amapá foi o único estado com índice inferior a 90% em 2022.

A pesquisa ainda traz informações sobre a capacidade máxima de circulação nas vias –outra novidade da edição de 2022.

Segundo o IBGE, 5 milhões de brasileiros residiam em vias que apresentavam capacidade mais restrita à época. Ou seja, em trechos que conseguiam receber somente motos, bicicletas e pedestres.

FOTO: Osmar Neto / Seminf

Esses 5 milhões representavam 2,9% do total de moradores das áreas pesquisadas. Amapá (15,1%), Pernambuco (8,4%), Amazonas (8,3%), Bahia (6,9%) e Rio de Janeiro (5,7%) tiveram os maiores percentuais de habitantes em vias com capacidade restrita. Goiás (0,08%) e Mato Grosso (0,09%) mostraram as menores proporções.

No Brasil, a maior parcela dos moradores (158,1 milhões, ou 90,8% do total) estava em vias que conseguiam receber veículos maiores, como caminhões ou ônibus.

Outros 10,5 milhões de pessoas (ou 6,1%) residiam em trechos com capacidade máxima para circulação de carros ou vans.

*Com informações de Folha de São Paulo

Fazer papel do diabo ajudou no entendimento sobre Jesus, diz José Loreto em Nova Jerusalém

José Loreto durante encenação na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, em Pernambuco - Foto: Allison Torres / Divulgação

Intérprete de Jesus na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, o ator José Loreto diz que ter feito o papel do diabo durante o Carnaval o ajudou na atuação como Jesus no espetáculo em Nova Jerusalém, no distrito de Fazenda Nova, a 180 quilômetros do Recife.

Loreto foi alvo de críticas nas redes sociais por ter feito o papel do demônio cerca de 40 dias antes da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Ele interpretou o diabo durante o desfile da escola de samba Unidos de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, no início de março.

“Ter feito o demônio 40 dias antes de Jesus foi perfeito para eu viver esses dois extremos e até pro meu entendimento [ser] melhor. Acho que o diabo me ajudou no meu entendimento de Jesus. Ficou mais fácil de entender e dar mais potência e verdade”, diz o ator à Folha.

Loreto conta que, após receber os dois convites, teve a reflexão de que 2025 seria um ano de extremos na sua atuação na dramaturgia.

“A preparação [para interpretar o diabo e Jesus] é o oposto. No carnaval, tinha um trem fantasma, era outro tipo de encenação e agora é um teatro à céu aberto. Lá na avenida [Marquês de Sapucaí], foram 40 minutos em uma passada só e aqui são três horas de apresentação diárias durante três dias”, afirma.

O representante de Jesus da Paixão de Cristo no teatro a céu aberto de Nova Jerusalém acredita que, como ator e intérprete, tem que fazer as funções com profissionalismo.

“Estou aqui para causar reflexões. Não esperava que fosse daquele tamanho [a polêmica], mas acho que ficou bem entendido, inclusive para as pessoas que me julgaram e entenderam que sou ator e intérprete”, diz.

Loreto e os outros atores estão hospedados em Nova Jerusalém desde a semana passada. O evento teve uma pré-estreia para convidados no dia 11 e começou para o público geral no dia 12. As apresentações continuam até o dia 20 e recebem 10 mil pessoas por noite em média. Os ingressos para a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém são vendidos pela internet e custam até R$ 220.

José Loreto interpreta Jesus pela primeira vez na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém – Foto: Allison Torres / Divulgação

O intérprete de Jesus descansa durante o dia para ter energia máxima nas apresentações noturnas diárias.

“Nunca fiz um trabalho parecido. É uma imersão muito grande e as pessoas vêm acreditando nisso também, muito emocionadas. É um teatro com cenários realistas e ficamos como numa outra época. Vivo Jesus aqui 24 horas por dia”, diz.

“O descanso é agora [durante o dia]. Durmo [além da madrugada], entre o almoço e a peça. Às 18h começa a minha preparação, se não não aguento”, afirma. “Estou à base de chá”, diz Loreto, com a voz rouca na quarta-feira (16), quando falou com a reportagem.

Para fazer o papel de Jesus, o ator carioca procurou antecessores na função. Loreto diz que procurou atores como Igor Rickli, que interpretou Jesus em 2015 em Nova Jerusalém, e Renato Góes, que atuou em 2018.

Para José Loreto, há duas dificuldades: manter a essência do personagem e a preparação física para interpretá-lo no espetáculo.

“É [preciso] construir esse personagem dando humanidade, sendo de humor e carisma. Jesus sempre ficou na minha cabeça, e acho que de muita gente, num pedestal intocável e, no momento em que tive que fazer ele, tive que entender mais esse personagem, com o magnetismo dele, de juntar as pessoas e falar as coisas certas, e sentir tudo pelos outros, ser à frente do seu tempo”, diz.

“E a segunda dificuldade é que pra fazer Jesus aqui tem que ser atleta, são três horas, é um desgaste físico absurdo. Minha voz está assim [rouca] desde o primeiro dia. Tenho que gritar, sou torturado, crucificado, levo chicotadas, carrego a cruz. Sinto as dores que ele sentiu, então é uma parte difícil também.”

Neste ano, o evento terá um dia a mais em relação a edições anteriores, por causa do feriado de Tiradentes, que será na segunda-feira. Com isso, o evento terminará no domingo.

Loreto descarta voltar a Nova Jerusalém para fazer o papel de Jesus. “Acho que já está contemplado. É um personagem único e muito desgastante fisicamente, mentalmente. Quando acabarem as apresentações, vou morrer de saudade disso tudo, mas estou vivendo plenamente. Não é fácil dar tanta energia e acho que outra pessoa merece ter essa experiência também.”

José Loreto na Marquês de Sapucaí durante desfile da Vila Isabel – Foto: Tata Barreto / Divulgação / Riotur

Neste ano, Letícia Sabatella interpreta Maria. Leopoldo Pacheco faz o papel de Pilatos, e Werner Schünemann interpreta o rei Herodes ao lado de Luana Cavalcante como a rainha Herodíades. Ao todo, a apresentação envolve cerca de 50 artistas pernambucanos e cerca de 300 figurantes.

Uma das novidades é a volta da personagem Verônica, que, na cena da Via Sacra, enxuga o rosto de Jesus com um véu. A intérprete é a atriz pernambucana Angélica Zenith. O último ano em que a personagem fez parte na trama foi em 1993, quando o papel foi vivenciado por atriz Letícia Sabatella.

Outra inovação é a inserção de novos efeitos especiais. Além disso, a organização levou, de São Paulo para Pernambuco, três cavalos pretos da raça frísio para compor a cena do cortejo de chegada do governador da Judeia, Pôncio Pilatos, ao Fórum Romano e no cortejo de Jesus até a Via Sacra.

*Com informações de Folha de São Paulo

Feirão do Pescado da ADS comercializa mais de 30 toneladas de peixes em três dias de ação

O evento, realizado em três pontos da capital, reuniu 46 piscicultores, além de bancas com a venda de produtos regionais - Foto: Lara Gomes / ADS

Mais de 20 mil pessoas frequentaram o Feirão do Pescado – edição Semana Santa, realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), na quarta, quinta e nesta sexta-feira (16, 17 e 18/04), em três pontos da capital. Ao todo, nos três dias de evento, foram comercializadas mais de 30 toneladas de peixes, além de hortifrúti, movimentando cerca R$ 1 milhão na economia local.

A diretora-presidente da ADS, Michelle Bessa, destacou que durante a ação o consumidor contou com estrutura completa onde encontrou, além do pescado, legumes e frutas regionais, café regional e almoço. A programação foi realizada na Arena Amadeu Teixeira, no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola e no Centro Cultural Povos da Amazônia.

“Foram três dias em que a ADS colocou à disposição dos consumidores pescado de qualidade e produtos regionais, apoiando tanto os piscicultores, quanto os pequenos produtores rurais. Nos três pontos em que foi realizado o Feirão, também foram garantidos higiene e segurança para todos os visitantes”, ressaltou Michelle Bessa.

A piscicultora Suzy Pinheiro, do ramal Francisca Mendes, no município de Rio Preto da Eva (distante 57 quilômetros de Manaus), destacou a estrutura oferecida pela ADS. Ela realizou suas vendas nos três dias de evento, na Arena Amadeu Teixeira. “Eu trouxe aproximadamente cinco toneladas de pescado e, graças a Deus, a expectativa para mim foi maravilhosa, vendemos muito bem. Eu agradeço muito à ADS. Ano que vem estaremos aqui de novo”, declarou.

O Amazonense e consumidor, Edvaldo Ramos, afirma que veio à feira para prestigiar os produtos da ADS. Ele ressaltou a organização da ação. “Gostei, a feira está bem localizada, bem organizada. Compramos os itens de hortifrúti, legumes, os peixes e fizemos todo o processo de tratamento do pescado. Tudo muito bom. Parabéns à equipe, fiquei satisfeitíssimo”, afirmou.

Países asiáticos apostam alto para se tornarem próxima superpotência dos veículos elétricos

Carros elétricos de vietnamita vinfast em Hanói - Foto: Nhac Nguyen / AFP

Em um escritório modesto que se assemelha mais a uma startup do que a uma torre de marfim, Yossapong Laoonual, presidente honorário da Associação de Veículos Elétricos da Tailândia, adota um tom otimista.

Apegar-se ao motor de combustão interna é “como insistir em carruagens puxadas por cavalos muito tempo depois que os veículos motorizados se tornaram o padrão”, diz ele.

Um passeio pelo campus de Yossapong na Universidade de Tecnologia King Mongkut Thonburi em Bangkok faz com que tal otimismo pareça completamente natural. Três ônibus elétricos estão estacionados ao lado de um ponto de carregamento, e placas descrevem o plano de neutralidade de carbono da faculdade de engenharia.

Governos do Sudeste Asiático estão apostando que Yossapong está certo. Muitos na região, particularmente Tailândia, Indonésia e Vietnã, querem uma fatia do crescimento global dos veículos elétricos. Ao fomentar o investimento relativamente cedo, a ideia é que eles possam se tornar centros de produção cruciais, com benefícios colaterais como a redução da poluição do ar. Mas o sucesso está longe de ser garantido, e grandes investimentos estão sendo feitos, enquanto muitos esquemas parecem um pouco imprudentes.

A Tailândia tem sido a mais agressiva dos três países, esperando que um mercado consumidor em expansão atraia a produção. Sob o projeto “EV 3.0” lançado em 2022, as compras são subsidiadas por meio de cortes de impostos e pagamentos diretos de até 150 mil baht (R$ 26,3 mil) por veículo, o que significa que os veículos elétricos não custam mais do que carros comuns. De quase nada há alguns anos, sua participação nas vendas disparou para cerca de 15%.

Na Indonésia, essa participação é de 5%; o número mais baixo é em parte explicado pelo fato de o governo estar mirando os produtores em vez dos consumidores. A Indonésia lançou uma mistura de incentivos, que vão desde isenções fiscais até vantagens de investimento. Mas o país também está tentando aproveitar ao máximo seu domínio de minerais necessários para os elétricos, usando proibições de exportação para forçar as empresas a produzir localmente.

Por exemplo, no níquel, onde a Indonésia desfruta de um quase monopólio, uma proibição de exportação de minério bruto que entrou em vigor em 2020 levou a investimentos em fundições.

Enquanto isso, o Vietnã está apostando na VinFast, sua campeã nacional. A empresa, um desdobramento do principal conglomerado do Vietnã, que tem ligações com o Estado, dominou o mercado doméstico desde 2022, quando começou a vender exclusivamente carros elétricos.

Carro elétrico – Foto: FreePik

Uma investida nos Estados Unidos falhou —”funções básicas não funcionam de forma confiável”, escreveu um dos críticos mais brandos do VF8 da VinFast—, mas novas expansões na Índia e na Indonésia estão em andamento. Em uma nova concessionária da empresa em Jacarta, os motoristas são convidados a adotar uma “imaginação sem limites”.

A VinFast recebe algum apoio financeiro do Estado, incluindo um plano recente para subsidiar a eletricidade em 150 mil estações de carregamento (em grande parte de propriedade da própria empresa). Mais significativo é o apoio político. Como observa Marco Förster, da consultoria Dezan Shira & Associates, a empresa é um “projeto de glória” ao qual os líderes do Vietnã estão profundamente ligados.

Cada abordagem encontrou suas próprias dificuldades. A Tailândia já é o maior produtor de automóveis do Sudeste Asiático, com empresas automotivas japonesas contando com seus fornecedores de peças. No entanto, os carros elétricos exigem menos peças do que os carros comuns. Além disso, os fabricantes de elétricos chineses na Tailândia dependem de peças fabricadas em casa.

A política da Tailândia, portanto, corre o risco de uma redução líquida nos empregos de fabricação de automóveis. Fabricantes de peças do país já estão reclamando de uma queda acentuada nos pedidos. Em resposta, um novo esquema “EV 3.5” aperta os requisitos locais e reduz os subsídios. Os ministros também começaram a aumentar o apoio aos híbridos, para os quais os produtores japoneses da Tailândia estão mais bem preparados.

Embora a estratégia industrial da Indonésia tenha parecido atrair fabricantes, a realidade é menos animadora. Entre 2016 e 2024, a Indonésia recebeu US$ 29 bilhões (R$ 169 bi) em investimento estrangeiro direto relacionado a veículos elétricos, de acordo com o think-thank Lowy Institute. No entanto, grande parte disso é de empresas chinesas, que novamente montam veículos a partir de kits importados.

Em princípio, elas estão sujeitas a requisitos de conteúdo local que aumentam com o tempo, mas não está claro quão agressivamente a Indonésia aplicará essas exigências. Críticos acusam o governo de concessões fiscais que valem muito mais do que os benefícios que chegam aos indonésios.

E a VinFast está penando muito. Apesar do aumento nas entregas e na receita, nunca teve lucro. A empresa vende carros com uma perda acentuada; sua margem bruta é de -45% e os preços estão caindo, com as últimas reduções anunciadas em 2 de março. A VinFast sobreviveu apenas graças à generosidade de seu proprietário. Pham Nhat Vuong, um bilionário que também dirige o conglomerado mais amplo, prometeu US$ 2 bilhões de sua riqueza pessoal para a empresa. Ele também usou os recursos do conglomerado para sustentar sua subsidiária. Em 2023, cerca de 90% da receita da VinFast veio de vendas para outras empresas controladas por Vuong, de acordo com a Hunterbrook, um fundo de hedge e mídia.

*Com informações de Folha de São Paulo

Bolsonaro tem ‘boa evolução’, mas segue na UTI, diz boletim médico

Jair Bolsonaro disse que se mantém candidato à presidência em 2026 - Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve “boa evolução clínica”, mas segue sem previsão de alta da UTI do hospital DF Star, em Brasília, segundo boletim médico.

Bolsonaro mantém “melhora laboratorial dos marcadores inflamatórios”, de acordo com boletim. Ele continua em jejum oral e recebendo alimentação pela veia, após passar por uma cirurgia de 12 horas no domingo para fazer desobstrução do intestino e a reconstrução da parede intestinal.

O ex-presidente também está sem dor e sem “outras intercorrências”. Ele realizou novas tomografias de controle, sem evidência de complicações, diz o documento, assinado por Cláudio Birolini, chefe da equipe cirúrgica.

Bolsonaro continua fazendo fisioterapia motora, com caminhadas fora do leito hospitalar, e respiratória. O tratamento para os pulmões é importante devido a uma preocupação dos médicos de que pacientes que passam por longas operações desenvolvam pneumonia. Apesar da melhora, o quadro clínico continua inspirando cuidados, e o ex-presidente segue sem poder receber visitas.

Na última quarta, o ex-presidente publicou um vídeo em que aparece falando e demonstrando mais disposição. Bolsonaro tem registrado nas redes sociais o passo a passo da sua reabilitação. Os vídeos mostram o ex-presidente andando pelos corredores da unidade, com apoio de um andador ou dos fisioterapeutas, e acompanhado pela equipe médica. Nas gravações, ele usa sonda nasal e tem eletrodos no corpo.

*Com informações de Uol

Fiocruz Amazônia apresenta projetos de inovação e é premiada no I Congresso de Biotecnologia do Norte

Foto: DIvulgação / Fiocruz Amazônia

O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) teve uma participação de destaque no I Congresso de Biotecnologia do Norte, evento promovido pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) que ocorreu entre os dias 14 e 17/04, na cidade de Santarém (PA), e permitiu a apresentação de trabalhos de pesquisas desenvolvidos por instituições de todo o País, com a participação de pesquisadores e acadêmicos. Da Fiocruz Amazônia, o pesquisador em Saúde Pública Luis André Morais Mariúba, membro do Laboratório de Diagnóstico e Controle de Doenças Infecciosas na Amazônia (DCDIA) e coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), participou do evento junto com um grupo de alunos orientados dos programas de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), da Fiocruz Amazônia, e Pós-Graduação em Biotecnologia (PPGBIOTEC) e Imunologia Básica e Aplicada (PPGIBA), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). No total, foram apresentados nove trabalhos, dos quais dois receberam Menções Honrosa, além do segundo e terceiro lugares para as melhores apresentações orais dos projetos.

O I CBIN encerrou nesta quinta-feira, 17/04, com a entrega das menções honrosa em reconhecimento aos trabalhos “Seleção e Avaliação Prévia de Anticorpos Recombinantes Candidatos ao Diagnóstico da Malária” e “Expressão e Purificação de Glutamato Desidrogenase de Plasmodium falciparum em Escherichia coli: Produção de Anticorpos para Diagnóstico Imunológico da Malária”, de autoria de Caio Coutinho de Souza e Juliane Corrêa Glória. O segundo e terceiro lugares de melhor apresentação oral foram para Eliza Raquel Duarte da Silva e Alice Pereira de Alencar, respectivamente. Apresentaram ainda Joyce Melo, Fernanda Batalha, Fernando Soares, Emmily Mourão e Yuri Silva, todos com projetos desenvolvidos pelo DCDIA, entre trabalhos de mestrado, doutorado e pós-doutorado, apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

O evento disponibilizou uma plataforma para apresentação das pesquisas, proporcionando troca de experiências e o estabelecimento de colaborações que podem levar a novas descobertas e inovações. Para Luis André Mariúba – que foi um dos palestrantes do segundo dia de programação do evento – a participação no congresso foi de suma importância por se tratar do primeiro evento regional em biotecnologia do Norte do País. “O CBIN tem potencial para se tornar um evento recorrente na área e, para nós, poder apresentar os trabalhos em desenvolvimento por nosso grupo foi um caminho para a formação de novas parcerias na área, divulgação de nossos resultados e conhecer o que vem sendo realizado em outras instituições da região”, afirmou.

Segundo o pesquisador, durante a visita à “startup” Bionama, foi possível conhecer produtos e o trabalho que vem sendo realizado, em Santarém, pela doutora em Imunologia, Josiane Silva (egressa do PPGIBA-UFAM). Mariúba apresentou as inovações geradas no ILMD/Fiocruz Amazônia em Biotecnologia Aplicada à Saúde, em sua palestra no segundo dia do congresso. “Durante minha apresentação, destaquei trabalhos que vêm sendo desenvolvidos sob minha orientação nas áreas de novos métodos diagnósticos, imunidade passiva e novos protótipos vacinais, além das patentes depositadas pelo ILMD por diferentes grupos de pesquisa institucional”, pontuou.

Impacto

De acordo com a organização do congresso, a participação de estudantes e jovens pesquisadores é fundamental para inspirar a nova geração de cientistas e incentivar o interesse pela biotecnologia. Além de palestras, o congresso contou com workshops e sessões de pôsteres, proporcionando um ambiente rico em aprendizado e interação. A realização do I Congresso de Biotecnologia do Norte coloca o Norte do Brasil no mapa da biotecnologia, atraindo investimentos e parcerias que podem impulsionar o desenvolvimento local. A biotecnologia é uma área estratégica que pode contribuir significativamente para a economia, saúde, agricultura e meio ambiente da região.

Foto: DIvulgação / Fiocruz Amazônia

Segundo a UFOPA, a troca de experiências e a formação de parcerias podem resultar em projetos inovadores que atendam às necessidades específicas da região, como o desenvolvimento de novas culturas agrícolas resistentes a pragas, soluções para a conservação ambiental e avanços na saúde pública.

Dia Mundial da Criatividade: Abertura tem Alaidenegão, Johnny Jack Mesclado e Casa de Caba na rua Barroso

Programação inclui ainda Feira de Economia Criativa, Feira de Gastronomia da Abrasel, bicicletário, espaços instagramáveis e programação integrada no Casarão de Ideias - Foto: Divulgação

Com o apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, no dia 21 de abril, a partir das 16h, tem início a comemoração do Dia Mundial da Criatividade 2025, com o evento internacional World Creativity Day – WCD. Tendo como anfitrião o Centro Cultural Casarão de Ideias, a abertura vai se dar com um grande encontro na rua Barroso, com shows das bandas Alaidenegão, Johnny Jack Mesclado e Casa de Caba e participações especiais de Adriano Arcanjo e Nicolas Jr.

Em Manaus, o Dia Mundial da Criatividade tem o apoio do Governo do Amazonas, por meio das secretarias de Estado de Cultura e Economia Criativa e de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (S|edecti).

A abertura do WCD, maior festival colaborativo de economia criativa do mundo, conta ainda com uma Feira de Economia Criativa, com mais de 30 estandes de produtos diversificados, Feira de Gastronomia da Abrasel, bicicletário e espaços instagramáveis.

Como não poderia deixar de ser, haverá atividades integradas ao Centro Cultural Casarão de Ideias, o anfitrião da festa de abertura do Dia Mundial da Criatividade, que está com programação de comemoração de seus 15 anos. As atividades integradas se darão no Jardim de Roselle, Livraria da Barroso e nos demais espaços do Casarão de Ideias.

Mais Criatividade

Nos dias 22 e 23, o festival pelo Dia Mundial da Criatividade segue com atividades como palestras, rodas de conversa, oficinas, workshops e vivências em cinco pontos da cidade: Casarão de Ideias, Sebrae Lab, Faculdade Martha Falcão Wyden, Bosque da Ciência do Inpa e Galeria 07 são os anfitriões da edição manauara do maior festival colaborativo de economia criativa do mundo.

A programação completa, com datas, horários e locais de realização das atividades pode ser conferida em no site do Instituto Valendo (valendo.org.br) ou no link https://worldcreativityday.com/brazil/manaus/activities, onde as inscrições para participar podem ser realizadas

O Dia Mundial da Criatividade tem o apoio, além do Governo do Amazonas, da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Amazonas, da Central Única das Favelas no Amazonas, Refricar Soluções Automotivas, Selva Homes, Logic Pro Soluções Tecnológicas e Souedo.

O World Creativity Day é uma iniciativa reconhecida pela ONU, por meio da Resolução 71/284, que institui o dia 21 de abril como o Dia Mundial da Criatividade e Inovação. O evento acontece simultaneamente em diversos países e coloca a criatividade no centro do debate sobre educação, empreendedorismo, cultura e tecnologia.

Após denúncias de vereador Rodrigo Guedes, postos de combustíveis baixam o preço da gasolina em Manaus

Foto: Kelvin Dinelli

Após o vereador Rodrigo Guedes (Progressistas) realizar inúmeras denúncias sobre a falta de repasse na redução do preço da gasolina na refinaria aos consumidores em Manaus, os postos de combustíveis reduziram nessa quinta-feira, 17/04, R$0,20 no valor da gasolina, assim o combustível passou a custar R$ 7,09.

As denúncias sobre a falta de redução no valor da gasolina nos postos de Manaus foram feita por Guedes desde o ano passado, o vereador chegou a denunciar que mesmo a Refinaria da Amazônia (REAM) reduzindo o preço da gasolina para as distribuidoras, a redução não chegou nas bombas.

Desde dezembro de 2024 até abril deste ano, a refinaria realizou oito reduções consecutivas, reduzindo R$ 0,82 centavos no valor da gasolina.

Porém, a redução nos postos só chegou nessa quinta-feira, quando o valor nos postos desceu de R$ 7,29 para R$ 7,09, ou seja, uma queda de R$ 0,20.

“Essa é a verdadeira função do parlamentar, ser um representante da população. Finalmente conseguimos uma redução no preço da gasolina, uma redução de R$ 0,20 centavos. Não vamos parar de denunciar irregularidades do cartel e não vamos nos conformar! Cidadão, nunca se conforme e sempre lute pelo seu direito e seu dinheiro”, declarou.

POLÍTICA

Vamos ter que resolver problemas da família Bolsonaro para ganhar as...

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse que os problemas da família Bolsonaro precisarão ser resolvidos para que o senador Flávio Bolsonaro (PL)...

ECOLÓGICAS

HPVet-AM alcança mais de 33 mil animais atendidos e reforça importância...

A Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet) destacou, neste sábado (04/04), o balanço dos seis primeiros meses de funcionamento do Hospital Público Veterinário...