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Web detona gafes de Donald Trump no velório do papa: ‘Narcisista’

Foto: Dan Kitwood / Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou para si os holofotes da imprensa internacional com gafes cometidas no velório do papa Francisco. Nas redes sociais, internautas também repercutiram as ‘falhas de comportamento’ do republicano na cerimônia deste sábado, 26.

O norte-americano se destacou entre os demais líderes mundiais por uma escolha questionável de outfit. Apesar de o Vaticano recomendar o uso de trajes escuros e gravatas pretas, Trump achou de bom-tom marcar presença na Praça de São Pedro com um costume azul.

Para além do tom fúnebre da viagem ao Vaticano, Trump aproveitou a viagem para se reunir com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e discutir a resolução da guerra com a Rússia. O encontro a sós, que aconteceu dentro da Basílica de São Pedro, durou aproximadamente 15 minutos.

Outra falha, considerada ainda mais grave pelos fiéis, foi o fato de o presidente republicano e sua esposa, Melania Trump, pisarem no tapete sobre o qual foi exposto o caixão do papa. A área estava reservada a religiosos e integrantes do rito funerário.

“Todos os líderes mundiais prestam suas homenagens ao papa, ficando de pé, longe do caixão, exceto Trump, que fica em cima do tapete. Narcisista”, apontou um internauta no X (antigo Twitter).

Reunião entre Trump e Zelensky

Zelensky chegou a Roma na manhã deste sábado, enquanto Trump aterrissou na capital italiana na noite de sexta-feira, 25. Ambos estavam acompanhados de suas esposas, Olena Zelenska e Melania Trump.

Eles se encontraram pouco antes do funeral do pontífice. Segundo o diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, o encontro se deu em particular e rendeu uma discussão “muito produtiva”.

“Ótima reunião. Discutimos bastante, individualmente. Esperamos resultados em tudo o que abordamos. Protegendo as vidas do nosso povo e um cessar-fogo total e incondicional. Uma paz confiável e duradoura que impedirá o início de outra guerra. Uma reunião muito simbólica com potencial para se tornar histórica, se alcançarmos resultados conjuntos”, escreveu Zelensky em sua conta no X (antigo Twitter), sobre a reunião com Trump.

Trump e Zelensky conversam dentro da Basílica de São Pedro – Foto: Team Zelensky

De acordo com o jornal italiano La Stampa, Trump afirmou que a Rússia e Ucrânia estavam “muito perto de um acordo”, sem dar mais detalhes. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, por sua vez, mencionou a possibilidade de “negociações diretas”.

Na segunda-feira, 21, o enviado dos Estados Unidos, Steve Witkoff, se encontrou com Putin pela quarta vez desde a retomada das relações entre as duas potências. Vários funcionários do Kremlin disseram que o diálogo EUA-Rússia estava progredindo positivamente.

Fontes ouvidas pelo La Stampa revelaram ainda que Zelensky e Trump concordaram em se encontrar mais tarde neste sábado, depois do funeral. Ao menos 130 delegações estrangeiras, incluindo 50 chefes de Estado e 10 monarcas, confirmaram presença no evento.

*Com informações de Terra

Conta de luz volta a ter taxa extra com bandeira amarela para bancar térmicas em maio

Linhas de transmissão de energia da hidrelétrica de Guri, na Venezuela - Foto: Jorge Silva / Reuters

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou nesta sexta-feira (25) que a conta de luz passará novamente a ter taxa extra para bancar usinas térmicas em maio. Com a implantação da bandeira amarela, a taxa será de R$ 1,88 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

Segundo a agência, a bandeira será acionada porque chove pouco na transição entre o período chuvoso e o período seco do ano. “As previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ficaram abaixo da média”, disse.

O consumidor estava sem pagar taxa extra na conta de luz desde dezembro. “A previsão de geração de energia proveniente de hidroelétrica piorou, o que nos próximos meses poderá demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara”, afirmou a agência.

O sistema de bandeiras tarifárias foi implantado em 2015 e tem o objetivo de bancar o acionamento de usinas térmicas em períodos de pouca chuva, ao mesmo tempo em que sinaliza ao consumidor de que o cenário energético é desfavorável.

“Com o acionamento da bandeira amarela, a Aneel reforça que é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico”, disse a agência em nota distribuída nesta sexta.

A necessidade de taxa extra na conta de luz volta a pressionar a inflação, que vem em desaceleração nos últimos dois meses, mas ainda acima do teto da meta estabelecido pelo Banco Central, o que reforça expectativas de nova alta na taxa de juros em maio.

Nesta sexta, o IBGE divulgou que o IPCA-15, prévia da inflação oficial, fechou abril em 0,43%, queda em relação ao mês anterior, mas ainda com grande pressão de preços dos alimentos. Em 12 meses, a taxa é de 5,49%.

Entenda mais sobre as bandeiras tarifárias

  • Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo

  • Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos

  • Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido

  • Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido

*Com informações de Folha de São Paulo

Seleção Brasileira deixará azul de lado e terá segundo uniforme com cor inédita em 2026, diz site

Foto: Staff Images / CBF

O Brasil poderá viver algo inédito na Copa do Mundo de 2026. De acordo com o site Footy Headlines, o uniforme reserva da seleção pentacampeã pode deixar o azul para trás e assumir uma cor nunca antes usada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Por enquanto, não se sabe exatamente qual será a escolha do conjunto, que deve ser lançado no começo do próximo ano. Além do azul, o verde e o branco estão descartados, ainda segundo a publicação especializada.

Nos últimos anos, a fornecedora Nike apostou em uniforme branco, em 2019, e preto, em 2023, para a Seleção. As peças, porém, foram usadas como um terceiro uniforme e não tiraram o espaço da tradicional azul.

Para vestir o uniforme inédito na próxima Copa do Mundo, a Seleção Brasileira precisa primeiro garantir vaga no Mundial. A equipe ocupa a quarta colocação com 21 pontos, seis a mais que a Venezuela, que, no momento, ocupa a zona de repescagem.

Até o momento, apenas a Argentina garantiu vaga na América do Sul. Ao todo, incluindo os países-sede Estados Unidos, México e Canadá, já são sete seleções classificadas. Japão, Irã e Nova Zelândia completam a lista.

Para se juntar ao grupo, a Seleção Brasileira ainda procura um novo técnico para substituir Dorival Júnior. Carlo Ancelotti, do Real Madrid, e Jorge Jesus, do Al Hilal, estão entre os cotados.

*Com informações de Terra

Como funcionava o esquema bilionário de fraude no INSS

Fraude no INSS: descontos irregulares na folha de pagamento de aposentados e pensionistas podem ter causado rombo de bilhões de reais - Foto: Agência Brasil

Segundo PF e CGU, associações descontaram ilegalmente R$ 6,3 bilhões de aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024. Entidades prometiam serviços para os quais não tinham estrutura para oferecer.A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) investigam um esquema bilionário de descontos ilegais em aposentadorias e pensões que teriam ocorrido entre 2019 e 2024.

A investigação foi revelada nesta quarta-feira, 23, com a deflagração da Operação Sem Desconto, que cumpriu 211 mandados de busca e apreensão e outros seis de prisão temporária em 13 estados e no Distrito Federal.

Após o teor das apurações se tornar público, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demitiu o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, que está entre os investigados. A Justiça Federal já havia determinado o afastamento dele e de outros cinco servidores.

Como ocorriam os descontos?

O esquema envolvia associações de classe que cobravam um valor de aposentados e pensionistas para a realização de serviços como assessoria jurídica ou convênios com academias e planos de saúde. Esse dinheiro podia ser descontado diretamente da folha de pagamento dos beneficiários, desde que houvesse o consentimento explicito. Essas entidades também precisavam assinar um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o INSS.

Uma Medida Provisória de 2019 tentou regulamentar o arranjo ao estabelecer uma revisão periódica dos descontos em vigor, mas o Congresso derrubou as normas em 2022, após pressão do setor.

Os descontos eram ilegais?

Em 2023, a CGU identificou o aumento na reclamação de débitos indevidos e abriu as investigações. O volume de recursos descontados saltou de R$ 617 milhões em 2019 para R$ 2,8 bilhões em 2024. A partir de junho do ano passado, a PF instaurou 12 inquéritos sobre o caso.

Os órgãos, então, descobriram que os descontos estavam sendo realizados sem a autorização das pessoas. Há indícios, inclusive, de falsificação de documentos para simular o aval.

A CGU conduziu 1,3 mil entrevistas com beneficiários, dos quais 97% confirmaram que nunca autorizaram as operações.

Os órgãos estimam que os descontos somaram R$ 6,3 bilhões desde 2019, embora tenham esclarecido que nem todo esse montante era ilegal, porque uma parte contou com o aval dos segurados.

“Mas acho que dá para dizer com alguma tranquilidade, com base na auditoria da CGU, que a maioria deles não tinham autorizado esses descontos”, afirmou o ministro da CGU, Vinícius Marques.

“Em 2016, foram R$ 413 milhões; em 2017, R$ 460 milhões; em 2018, R$ 617 milhões; em 2019, R$ 604 milhões. Em 2020, em meio à pandemia da covid-19, o valor caiu para R$ 510 milhões. Em 2021 foram descontados R$ 536 milhões. Em 2022, R$ 706 milhões. Em 2023, R$ 1,2 bilhão. E, no ano passado, R$ 2,8 bilhões”, detalhou o ministro.

Entre janeiro de 2023 e maio de 2024, o INSS recebeu 1 milhão de reclamações acerca de descontos indevidos, motivando o cancelamento dos descontos autodeclarados como não autorizados.

Dos 40,6 milhões de segurados da Previdência, cerca de seis milhões têm valores retidos pelas associações mensalmente, entre os quais 80% estão ligados às entidades investigadas.

Quais são as associações investigadas

As entidades investigadas não tinham sequer estrutura operacional para fornecer os serviços que ofereciam, de acordo com a PF e a CGU. Das 29 associações analisadas, 72% não havia nem entregue ao INSS a documentação necessária para o acordo que permitiram os descontos. Onze delas foram alvo de medidas judiciais e tiveram os contratos suspensos.

A CGU recomendou ao INSS o bloqueio cautela imediato da concessão de novas autorizações para os descontos, além do aprimoramento dos procedimentos relacionados ao fechamento desses acordos.

A PF e a CGU também apuram o envolvimento de servidores do INSS no esquema, para entender se o processo foi facilitado por funcionários da instituição. “Mas não temos como ficar antecipando nada para não comprometer as investigações”, disse Carvalho.

Como saber se é alvo de descontos

Segundo o Ministério da Previdência Social, os segurados podem consultar no extrato de benefícios se há algum tipo de desconto mensal. As operações podem ser bloqueadas pelo serviço “excluir mensalidade associativa”, disponível no site Meu INSS, aplicativo de celular ou pelo número de telefone 135.

*Com informações de Terra

Wilson Lima moderniza setor de pesca com entrega de notebooks para entidades em Manacapuru

Aparelhos vão beneficiar mais de 60 mil pescadores em todo o Amazonas, promovendo a inclusão digital nas atividades - Fotos: Diego Peres e Mauro Neto / Secom

O governador Wilson Lima entregou, neste sábado (26/04), notebooks que vão atender mais de 90 associações, sindicatos e colônias de pescadores do Amazonas, modernizando o trabalho do setor pesqueiro em pelo menos 51 municípios amazonenses. O evento ocorreu em Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus) com o repasse de kits para trabalhadores da pesca.

“Aqui nós estamos diante de profissionais que acordam muito cedo, encarando as madrugadas, as adversidades do rio correndo riscos, mas o trabalho de vocês é fundamental para garantir o alimento na nossa mesa. Os pescadores tem sido os trabalhadores mais prejudicados diante das intempéries da natureza, eu reconheço muito o trabalho de vocês e estou vindo aqui para reforçar o compromisso que temos com a pesca”, afirmou o governador Wilson Lima.

Ao todo, serão entregues 200 laptops para associações credenciadas pela Secretaria de Estado de Pesca e Aquicultura (Sepa), beneficiando mais de 60 mil pescadores do Amazonas. Os itens foram adquiridos em uma parceria do Governo do Amazonas e o Ministério das Comunicações, com articulação do deputado federal Silas Câmara.

Os notebooks foram viabilizados por meio do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, e distribuídos pelo Governo do Amazonas. Pela iniciativa, os aparelhos que eram de órgãos públicos são recondicionados para uso e doados para instituições sociais, promovendo a inclusão digital.

“Vamos entregar para todo mundo com o resultado de entregar tecnologia e de fazer com que cada computador vire um posto do INSS, por exemplo, em uma associação, um sindicato numa colônia, onde possa cadastrar pescadores no RGP (Registro Geral de Pescadores), onde possa tirar aposentadoria, onde possa resgatar o benefício”, explicou o titular da Sepa, Alexandre Cohen.

A presidente da Colônia de Pescadores de Autazes, Valdenira Carvalho, foi contemplada com um dos aparelhos. Ela falou sobre a importância do incentivo à atividade pesqueira, sobretudo para melhorar a atividade diária dos pescadores da região.

“Esses kits e os computadores, eles só vão ajudar ainda mais a nossa entidade. Ela já é toda equipada, mas vai nos ajudar a montar, a organizar o nosso trabalho no município. A pesca nunca foi tão valorizada quanto agora. Ele (governador) tem ajudado muito o setor primário, inclusive a pesca, em todo o estado”, destacou Valdenira.

Além do governador Wilson Lima, participaram do evento o deputado federal Silas Câmara; o deputado estadual Cristiano D’Ângelo; a prefeita de Manacapuru, Valciléia Maciel; vereadores do município e secretários estaduais.

Atualiza Pescador

Além dos computadores, o Governo do Amazonas destinou kits pelo programa Atualiza Pescador para trabalhadores do município. Durante o evento, foram repassados 12 kits referentes à terceira fase do programa, beneficiando pescadores artesanais ao levar mais segurança e saúde na prática da atividade.

Cada kit é composto por itens como camisas de proteção UV, chapéu, lona, colete salva-vidas e protetor solar. Desde 2023, o programa Atualiza Pescador entregou mais de 3 mil kits para pescadores de todo o Amazonas, já a meta para 2025 é entregar mais de 1.500 kits.

João Vicente de Castro revela que é podolatra; conheça o termo

O ator avaliou o pé de famosos e amigos - Foto: Reprodução / GNT

João Vicente de Castro afirmou que é podolatra. Como o sufixo ” podos ” entrega, a palavra tem relação com os pés. O ator, de 42 anos, chegou a avaliar a parte do corpo de famosos, como Isis Valverde, Fábio Porchat e Wanessa Camargo .

Além da fixação, o intérprete de Renato, de ” Vale Tudo “, também revelou que o interesse se estendia ao lado sexual. Por outro lado, não perde o tesão caso o pé da pessoa seja feio, e nem faz questão de chupá-los — apesar de já ter feito a prática.

“Eu tenho uma coisa que eu acho que o pé é uma parte íntima e acho que isso me desperta qualquer tipo de deslumbramento ao ver o pé de outra pessoa que por outro motivo é o meu objeto de desejo”, explicou João Vicente no o programa “Não Importa”, do Porta dos Fundos.

Gregório Duviver contou que o amigo é entendedor do tema. Por isso, sabe como é o pé de várias pessoas que já viu: “Você tem uma memória fotográfica para pés, inclusive só para pé. Tem uma curiosidade que ele não sabe o nome de ninguém, porque a cabeça dele só tem pé”, brincou.

A podolatria

A podolatria é uma prática que envolve a interesse ou excitação sexual por pés. O termo deriva do grego podos ( pé) e latreia ( adoração). Embora nem sempre tenha conotação sexual, é comum que esteja relacionada ao desejo erótico.

A preferência é considerada um fetiche e, por isso, faz parte de uma categoria conhecida como parafilias — comportamentos sexuais que envolvem fantasias ou impulsos fora do que é convencional. No entanto, a podolatria não é um distúrbio, desde que seja praticada de forma consensual e não interfira negativamente na vida da pessoa.

Esse desejo pode se manifestar de formas variadas: do simples prazer em observar os pés de alguém até o desejo de tocá-los, massageá-los, cheirá-los ou beijá-los. O uso de acessórios como sandálias, meias ou esmaltes específicos também pode intensificar o fetiche.

*Com informações de IG

Joana Darc realiza palestra sobre proteção e maus-tratos aos animais para os alunos da Fametro

Foto: Assessoria de Comunicação

A deputada estadual Joana Darc (UB), autora da Lei Estadual nº 7.129, de 17 de outubro de 2024, que institui a campanha “Abril Laranja” dedicada à prevenção da crueldade contra os animais, conversou com acadêmicos do curso de Medicina Veterinária sobre proteção e maus-tratos aos animais, na quinta-feira (25/4), no Centro Universitário Fametro.

A cor laranja foi escolhida pela American Society for the Prevention of Cruelty to Animals (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra Animais em tradução livre), uma entidade internacional de proteção animal, para representar o “Mês da Prevenção à Crueldade contra os Animais” em todo o mundo.

“Estamos falando sobre isso, fazendo evento e ações de conscientização sobre como alguns animais são submetidos ao crime de maus-tratos. Quando combatemos o abandono e os maus-tratos, muitas vezes, óbvio, a gente resgata o animal e precisamos, logo em seguida, encontrar um lar para ele. Então, sempre fazemos esses eventos com adoção responsável”, disse.

Médica veterinária e presidente da Comissão de Proteção aos Animais da Assembleia Legislativa do Amazonas (CPAMA-Aleam), Joana Darc defendeu as leis, de sua autoria, apresentadas na Casa Legislativa estadual e destacou alguns resgates de animais no Estado.

Animais para adoção

Aproveitando a oportunidade, a CPAMA realizou um evento de adoção de animais no Centro Universitário Fametro. A ação foi em conjunto com a Comissão de Proteção e Bem-estar Animal da Câmara Municipal de Manaus (Compets).

Princesa, Cabecinha, Bob e Junior foram os animais escolhidos para o evento de adoção responsável. Todos os cães foram resgatados pela deputada estadual Joana Darc, presidente da especializada em situação de maus-tratos aos animais da Aleam. Importante ressaltar que todos os animais são castrados, vacinados e vermifugados.

Conscientização contra os maus-tratos

Na ocasião, a equipe da CPAMA entregou panfleto sobre “Abril Laranja”, um material que descreve o que pode ser considerado maus-tratos contra os animais. Além disso, o folheto conta com um disque denúncia ligado direto à Delegacia Especializada de Crimes contra o Meio Ambiente (Dema), responsável pelas diligências que envolvem a causa animal no Estado.

Maus-tratos é crime

Maus-tratos é crime, e se condenado, o indivíduo pode pegar cinco anos de prisão, conforme a Lei n.º 14.064/2020, com aumento das penas combinadas quando se tratar de cão ou gato.

Se comprovado o crime de maus-tratos, os responsáveis ainda deverão arcar com o tratamento médico-veterinário, conforme a Lei Estadual n.º 5.408/2021, de autoria da deputada Joana Darc.

Sede da COP30, Belém é a 6ª capital menos arborizada do Brasil, revela Censo do IBGE

Árvores artificiais plantadas pelo Governo do Pará para receber turistas na COP30 - Foto: Leonardo Macedo / Seop / Governo do Pará

A cidade de Belém, capital do Pará e sede da COP30, está entre as cidades menos arborizadas do País. Segundo dados do Censo Demográfico 2022: Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 44,65% da população da capital vive em áreas urbanas com pelo menos uma árvore no entorno de seus domicílios.

O índice é o sexto mais baixo entre as 27 capitais brasileiras, ficando atrás de cidades como Salvador (34,10%) e São Luís (34,27%).

Os dados trazem à tona o debate sobre os desafios ambientais que a capital paraense precisará enfrentar antes de receber, em novembro de 2025, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) –um dos principais encontros globais sobre meio ambiente, clima e sustentabilidade.

A falta de arborização revela uma contradição: a cidade que será vitrine mundial da agenda climática tem menos da metade de sua população cercada por árvores no espaço urbano. No estado do Pará o índice de arborização também é baixo: 52,07%, o nono pior entre todos os estados, enquanto a média nacional é de 65,99%.

Norte e Nordeste têm índice mais baixo de arborização

A capital com maior proporção de moradores vivendo em ruas arborizadas é Campo Grande (MS), com 91,39%, seguida de Goiânia (89,64%) e Palmas (88,7%). Outras grandes metrópoles, como Curitiba (85,24%) e Brasília (84,19%), também aparecem no topo da lista.

Por outro lado, Salvador, São Luís e Rio Branco (39,86%) apresentam os índices mais baixos. Belém, apesar de estar inserida na Amazônia, fica atrás inclusive de Aracaju (44,31%) e Florianópolis (43,97%).

Confira o ranking das capitais mais e menos arborizadas do Brasil:

Mais arborizadas:

  • Campo Grande – 91,39%

  • Goiânia – 89,64%

  • Palmas – 88,7%

  • Curitiba – 85,24%

  • Brasília – 84,19%

Menos arborizadas:

  • Salvador – 34,10%

  • São Luís – 34,27%

  • Rio Branco – 39,86%

  • Florianópolis – 43,97%

  • Aracaju – 44,31%

  • Belém – 44,65%

*Com informações de Terra

Comissão de Habitação da CMM discute desafios em pautas relacionadas à moradia

Encontro reuniu vereadores da CMM e representantes do poder público estadual - Fotos: Cleuton Silva / Dicom | CMM

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) realizou mais uma reunião da 21ª Comissão de Habitação e Regularização Fundiária Urbana. O encontro reuniu vereadores que compõem a Comissão e representantes do poder público estadual com o intuito de discutir soluções para os desafios habitacionais da capital amazonense.

Entre as pautas debatidas, o destaque foi para o programa “Amazonas Meu Lar”, que visa ampliar o acesso à moradia em Manaus.

A reunião foi conduzida pelo presidente da Comissão, vereador Diego Afonso (União Brasil), e contou com a participação dos vereadores Allan Campelo (Podemos), Professora Jacqueline (União Brasil) e Rodrigo Sá (Progressistas).

Segundo Diego Afonso (União Brasil), os parlamentares tiveram a oportunidade de acompanhar de perto o andamento dos projetos habitacionais, além de identificar os principais desafios enfrentados nessa área.

“Tivemos acesso ao número de beneficiados pelo programa, informações sobre o subsídio, quem são as pessoas aptas a participar, além de discutirmos soluções para retirar famílias de áreas de calamidade e garantir dignidade a essas pessoas. Seguimos firmes nesse compromisso com a população”, afirmou o vereador.

O parlamentar também destacou que o tema seguirá em pauta, com novos desdobramentos previstos. “Realizaremos uma Audiência Pública para levar esse assunto ao plenário e debater, juntamente com os parlamentares e o poder público, melhorias habitacionais para a população”, complementou.

Estiveram presentes representantes de diversos órgãos governamentais, como a Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), a Secretaria de Estado das Cidades e Territórios (SECT) e a Superintendência de Habitação (Suhab).

A secretária da SECT, Renata Queiroz, ressaltou a importância do diálogo entre o governo e o município como fator essencial para promover melhorias na capital, com destaque para a área habitacional.

“Essas reuniões são extremamente importantes para que possamos discutir a viabilidade e as possibilidades de efetivar a regularização fundiária, especialmente em Manaus. A SECT atua como agente do Estado, e precisamos do apoio dos parlamentares municipais para avançarmos ainda mais nessa pauta”, explicou a secretária.

Dados

Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022, apontou que pelo menos 15% da população reside em domicílios considerados precários.

Na CMM, os parlamentares buscam reverter essa realidade por meio de ações e políticas efetivas. A 21ª Comissão de Habitação e Regularização Fundiária Urbana segue empenhada em garantir dignidade e segurança para a população. Novas reuniões sobre o tema já estão previstas para acontecer em breve.

Onça que matou caseiro em MS não deve voltar para a natureza

Onça capturada no Pantanal passa por check-up de saúde - Foto: Saul Schramm / Agência de Notícias do MS

A onça-pintada que teria matado e comido o corpo do caseiro Jorge Ávalos, 60, em Mato Grosso do Sul, não será reintroduzida à natureza.

O animal vai permanecer em cativeiro. O bicho deverá ser destinado a uma instituição mantenedora de fauna apta a recebê-lo e existe a possibilidade de ser incorporado ao Programa de Manejo Populacional da Onça-Pintada, coordenado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

O animal está desidratado e apresenta alterações hepáticas, renais e gastrointestinais. Segundo o boletim médico divulgado hoje, os veterinários ainda aguardam laudos e resultados de exames – como raio-X, ultrassom e hemograma – para concluir o diagnóstico do estado de saúde da onça.

O felino, um macho de cerca de nove anos e com 94 quilos, está ”bem abaixo do peso” e em situação ”combalida”. Após retornar da anestesia, ele está consciente, não vomitou ou regurgitou e está se comportando ”dentro da normalidade”, ainda conforme o boletim.

Onça está sendo mantida em um ambiente com grades. Ontem, o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), na capital Campo Grande, precisou ser isolado para a chegada da onça e a entrada de pessoas não autorizadas foi proibida no local para garantir o manejo adequado do animal e a proteção da população, de acordo com a Polícia Militar Ambiental.

Situação de magreza do bicho pode ter contribuído para o ataque. ”Um animal magro pode já ser mais idoso ou está passando por algum tipo de problema e, portanto, pode estar tendo dificuldade de capturar suas presas habituais no ambiente natural. Isso pode ter levado ele a buscar fontes de recurso mais fácil, como a presa humana”, explicou o biólogo Tiago Leite.

O biólogo falou ainda que ataques predatórios como esses são muito raros. Ele esclarece que, em áreas naturais sujeitas a impactos ambientes, há uma tendência de que animais passem a buscar tipos de presas não habituais, como animais domésticos e, raramente, humanos.

Casos do tipo geram desinformação e “pavor”, colocando animais em risco, conclui especialista. “Infelizmente, esse tipo de evento acaba ganhando grande repercussão por ser um evento traumático que causa um certo terror, e isso acaba gerando muita especulação e uma série de problemas”, diz. Ele alerta ainda que, após eventos como esses, a população pode buscar “fazer justiça com as próprias mãos”.

Relembre o caso

Restos mortais de Jorge foram encontrados no último dia 22 próximos a uma propriedade rural de Aquidauana. Conforme divulgado por associações locais de pescadores, além dos policiais ambientais, familiares e guias da região encontraram partes do corpo de Jorge próximos de uma toca onde a onça repousava.

Homem foi atacado perto de um pesqueiro dentro do local onde trabalhava como caseiro da área de pesca. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram marcas de sangue vistas por moradores no sítio, conhecido como pesqueiro Touro Morto, no Pantanal, às margens do Rio Miranda.

Após a confirmação da morte de Jorge, órgãos estaduais iniciaram buscas pela onça. Uma equipe da Polícia Militar Ambiental foi designada para os trabalhos, acompanhada por Gediendson Ribeiro de Araújo, pesquisador da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul) e especialista em manejo de onças-pintadas, além de dois guias locais.

*Com informações de Uol

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