Primeira plataforma do Brasil para o público 60+ será lançada hoje na Valer Teatro
O 1º Encontro Happy Sênior – Longevidade Com Propósito, marcará hoje, o lançamento da Happy Sênior, primeira plataforma brasileira criada especialmente para conectar pessoas com mais de 60 a serviços, experiências e conteúdos que valorizam o envelhecimento ativo. O evento acontece às 16h30, na Valer Teatro, no Largo de São Sebastião, um dos espaços mais simbólicos do centro histórico da capital.
Com o objetivo de celebrar a maturidade com leveza, afeto e representatividade, o encontro reunirá convidados da comunidade sênior em uma tarde de vivências e troca de saberes. A programação inclui uma conversa descontraída com a psicóloga Francivania Silva sobre os caminhos para o bem-estar na maturidade; dinâmica interativa sobre a arte como forma de expressão, conduzida pelo ateliê Casa Eloim, e bate-papo com a empreendedora Edelene Portela, exemplo de vitalidade e reinvenção após os 60 anos.
O evento também contará com uma apresentação do dançarino e professor Marcus Vinicius Prudente e uma mini exposição de marcas da Reciprolab Colaborativa, comandadas por criadores sêniores, como a Pimenta Portela, de geleias amazônicas, e a Aroma di Marina, com linhas de velas e cheiros artesanais diferenciados; reforçando a potência criativa e econômica desse público, que cresce e evolui a cada ano.
Outro momento especial da programação será o lançamento do grupo de embaixadores e embaixadoras da Happy Sênior, uma comunidade de apoiadores da longevidade com propósito. “O grupo terá papel ativo na criação de conteúdos, mobilizações sociais e apoio a encontros periódicos promovidos pela plataforma”, explica a idealizadora do projeto, a jornalista Yndira Assayag. O evento será encerrado com um chá da tarde especial oferecido aos participantes, em clima de confraternização e acolhimento.
Projeto de impacto
Necessidade presente na vida de muitas famílias, a Happy Sênior nasceu da experiência pessoal de Yndira com sua mãe, dona Ana, de 76 anos, ao perceber a dificuldade que é encontrar profissionais para acompanhar e apoiar os idosos em atividades simples do dia a dia — como uma ida ao médico, ao banco ou até ao supermercado. A partir dessa vivência, surgiu a ideia de criar um ambiente digital seguro, acolhedor e prático para conectar pessoas maduras não apenas a serviços qualificados, mas também a experiências de lazer, bem-estar e aprendizado contínuo.
Mais do que um marketplace, a plataforma pretende ser um canal de inclusão digital e valorização da longevidade, conectando profissionais que atuam (ou desejam atuar) com o público sênior a famílias que precisam desse suporte. A iniciativa foi uma das 5 vencedoras do programa Empreendedores de Impacto 2024, idealizado pelo Hub Conecta e implementado pelo Instituto Tecnológico Educacional do Amazonas (Iteam). Ao todo, foram 12 meses de estudos, pesquisa e mentoria.
Hoje, a Happy Sênior representa uma solução para uma demanda crescente: os 60+ já somam mais de 32 milhões de brasileiros e formam o público que mais cresce no país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A plataforma chega para atender essa geração com dignidade, propósito e afeto. Os profissionais e empreendedores que quiserem se juntar à iniciativa, podem entrar em contato pelo 99112-4735.
Com informações da assessoria
Com apoio da Prefeitura de Manaus, atleta José Henrique ‘Canela’ assina com o UFC
Com apenas 22 anos de idade, o manauara José Henrique Souza, conhecido como “Canela”, assinou nesta semana contrato com o UFC, a maior organização de MMA do mundo. Com o apoio da Prefeitura de Manaus, por meio do projeto Manaus Olímpica, Canela se torna o atleta amazonense mais jovem a chegar à elite do esporte.
Natural do bairro Lírio do Vale 2, zona Oeste de Manaus, Canela tem 1,95m de altura, iniciou sua trajetória no jiu-jítsu aos 6 anos, treinando na tradicional academia MPBJJ, do mestre Márcio Pontes, e migrou para o MMA aos 15 anos. Atualmente, é treinado por Dedé Pederneiras, um dos principais nomes do esporte no país.
“Quero agradecer o apoio do prefeito David Almeida e da Prefeitura de Manaus por tudo que vêm fazendo por mim. Não só por mim, mas pelo esporte em Manaus e no Amazonas. Estou muito feliz de ter assinado com o UFC. Prometo dar grandes shows, sempre dar o meu melhor e mostrar que o sangue manauara é forte. É do Norte, a gente cai para dentro! Estou muito feliz em representar cada um de nós, de Manaus e do Amazonas inteiro”, afirmou o atleta.
Com oito vitórias no currículo, sua mais recente conquista foi no Centurion FC 24, em novembro do ano passado, quando venceu Porfirio Alves por nocaute técnico no segundo round. Antes do contrato com o UFC, Canela também se destacou em eventos como o Shooto Brasil e o LFA.
O secretário municipal de Esporte e Lazer, Joel Silva, destacou a representatividade do atleta e a importância do trabalho desenvolvido pelo treinador Dedé Pederneiras.
“É o José Henrique saindo dos bairros direto para o mundo. Esses são nossos campeões: daqui saíram José Aldo, Fredson, Rony e agora o José Henrique. E o Dedé tem sido um verdadeiro garimpeiro da luta, sempre buscando os melhores talentos aqui em Manaus. Esse garoto vai brilhar muito, é uma promessa que vai trazer muitas vitórias e alegrar muitos corações. A Prefeitura de Manaus sempre acreditou nesses atletas das comunidades, que hoje fazem a diferença no mundo”, afirmou o secretário.
A Prefeitura de Manaus, por meio do projeto Manaus Olímpica, reafirma seu compromisso com o esporte de base e com a formação de novos talentos que levam o nome da cidade e do estado ao cenário mundial.
PT abandona Marina a ataques da bancada ruralista em comissão na Câmara
Graças à omissão do PT, a ministra Marina Silva (Meio Ambiente) se tornou o principal alvo dos deputados ruralistas que dominam a Comissão de Agricultura. Em um mês, ela foi convocada duas vezes a se explicar na Câmara.
Convocação mais recente ocorreu na última quarta. Os petistas presentes na sessão não demonstraram nenhuma disposição para defender a ministra do Meio Ambiente da intenção dos ruralistas de atacá-la. Ela é filiada à Rede.
O deputado Marcon (PT-RS) usou o tempo de fala para saudar vereadores de sua cidade que visitavam a comissão. Ele enalteceu o crescimento econômico de Nova Santa Rita (RS). “Quero aqui dar os parabéns para os nossos vereadores que estão aqui participando da marcha dos vereadores”, disse.
Na sequência, parlamentares da oposição fizeram discursos com críticas a Marina. Era uma repetição do que ocorre nas sessões da Comissão de Agricultura sempre que a ministra é citada. Ela já chegou a ser chamada de “câncer do Brasil”.
A segunda chance de o PT defender Marina naquele dia também foi desperdiçada. O deputado Padre João (PT-MG) teve oportunidade de discursar por três minutos. O presidente da Comissão de Agricultura costuma conceder mais tempo se houver solicitação.
O parlamentar dedicou somente 27 segundos à ministra. Ele se limitou a lamentar que tivesse ocorrido a convocação em vez de um convite. Não havia indignação ou espírito de embate na sua fala.
Em seguida, o deputado manifestou sua tristeza com a morte do papa Francisco. Padre João também reclamou da oposição. O deputado dedicou bastante tempo a estes dois tópicos.
Governo escolhe Fávaro
A liderança de governo também ignorou Marina. Na quarta-feira, havia requerimentos para convocar a ministra do Meio Ambiente e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
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Um emissário da liderança do governo foi até a comissão e só tratou do caso de Fávaro. A articulação deu resultado, com a convocação se transformando em convite. Na diplomacia do Congresso, há uma substancial diferença entre os dois termos:
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Convite: solicitação amistosa, com presença opcional;
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Convocação: Ordem para comparecer, prognóstico de perguntas hostis e disposição para embates.
Marina vai encarar a tropa de choque do ruralismo sem deputados para defendê-la. A Comissão de Agricultura é um lugar de exaltação de Ricardo Salles (Novo), ministro do Meio Ambiente no governo Jair Bolsonaro (PL). O presidente, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), tem orgulho de ser chamado de “terror do MST”.
Fileiras cerradas contra Marina
A falta de defensores permitiu a montagem de um cerco a Marina. Ela foi convocada pela primeira vez em 9 de abril. O requerimento previa abordar o desmatamento e os preparativos para a COP30, em Belém.
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Passada uma semana, os ruralistas perceberam que os assuntos eram muito restritos. Os parlamentares ficaram receosos de que Marina usasse a limitação de temas para não responder à maioria das perguntas.
Um novo requerimento de convocação foi elaborado. Apresentado pelo presidente da comissão desta vez, ele permitia perguntas sobre:
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Manifestação indígena que entrou em confronto com a polícia do Congresso;
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Desmatamento;
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Queimadas;
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Atuação do Ibama.
O leque de perguntas aumentou, mas se manteve o descaso do PT com Marina. Na primeira convocação, em 9 de abril, havia pedidos de comparecimento dela e do ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira.
A liderança de governo enviou um emissário, mas ele defendeu somente Teixeira. A convocação do ministro foi transformada em convite depois de reiterada insistência.
Os ruralistas sinalizaram que eram contrários a fazer o mesmo por Marina. O representante da liderança do governo fez o pedido uma única vez. Diante da negativa inicial dos deputados da oposição, ele abandonou o assunto.

Na última quarta, foi parecido. O representante da liderança de governo livrou Fávaro da convocação, mas nem sequer houve solicitação para converter a convocação de Marina em convite.
Silêncio no governo. Procurados, Marina, por meio da assessoria de imprensa do ministério, e a liderança do governo, mas eles não responderam até a última atualização deste texto. O espaço continua aberto a manifestações.
Ruralistas vão emparedar Marina
A expectativa é de uma sessão bastante dura. A ministra é vista como um alvo abandonado pelo governo e pelo PT, por isso os ruralistas preparam perguntas difíceis. A linha geral dos questionamentos já é conhecida. Recorde de queimadas, problemas na organização da COP e burocracia que atrapalha o crescimento nacional.
Eles também mostram disposição para embates. Marina deve ser ouvida no começo de maio.
A situação dela é diferente em relação aos demais ministros. Carlos Fávaro (Agricultura) deverá encontrar um ambiente menos carregado. Em relação a Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), haverá munição para ataques, mas os ruralistas preveem engrossar o discurso só caso o ministro seja provocador ou agressivo.
*Com informações de Uol
Por que Collor foi preso em processo da Lava Jato, que teve casos anulados
As ações envolviam o tríplex do Guarujá (SP), o sítio de Atibaia (SP) e duas denúncias relacionadas ao Instituto Lula. Segundo o ministro, os casos não se limitavam apenas aos desvios ocorridos na Petrobras, mas também a outros órgãos da administração pública.
Decisões envolvendo Lula tiveram efeito nos outros casos, como o de José Dirceu e Marcelo Odebrecht. Além deles, Dias Toffoli anulou as ações contra o ex-ministro Antônio Palocci, mas o caso está sendo analisado pela Segunda Turma do STF. Atualmente, o processo está empatado em 2 a 2 e será decidido por Nunes Marques.
No caso de Dirceu, o ministro Gilmar Mendes criticou a “confraria formada pelo ex-juiz Sergio Moro e os procuradores de Curitiba”. Ele disse que a operação “encarava a condenação de Dirceu como objetivo a ser alcançado para alicerçar as denúncias que, em seguida, seriam oferecidas contra Luiz Inácio Lula da Silva”.
Por isso, Gilmar decidiu estender a Dirceu o entendimento que anulou condenações de Lula. “A extensão, assim, legitima-se não como uma medida geral, que aproveita a qualquer outro investigado na Lava Jato, mas devido a indicativos de que o juiz e procuradores ajustaram estratégias contra esses réus, tendo a condenação de um deles como alicerce da denúncia oferecida contra outro”, decidiu o ministro do STF.
No caso de Odebrecht, Toffoli afirmou ser “incontestável” que tenha havido um conluio entre acusação e defesa nos processos da Lava Jato, violando os direitos do executivo. Ele anulou todos os atos vinculados à 13ª Vara Federal de Curitiba no âmbito da Lava Jato.
Prisão de Collor
Prisão é desdobramento da Lava Jato. Collor foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) em 2015, acusado de receber R$ 20 milhões em propinas entre 2010 e 2014 para viabilizar, por meio de indicações políticas, um contrato de troca de bandeira de postos de combustível celebrado pela BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.
Acusações se baseiam em delações premiadas e documentos. Os depoimentos do doleiro Alberto Yousseff, personagem central da Operação Lava Jato, e de Ricardo Pessoa, ex-presidente da UTC, foram fundamentais. Em 2015, Youssef disse ao Ministério Público Federal que entregou dinheiro para Collor diversas vezes. Em seu escritório também foram encontrados comprovantes de transações.
Collor usou sua influência política no esquema. Na época, ele era senador por Alagoas e usou sua posição para viabilizar, de forma irregular, quatro contratos entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia, de quem recebeu a propina. Ele também ofereceu apoio político para a nomeação de executivos da BR Distribuidora quando esta ainda era estatal.
Ele teve ajuda nas operações. Collor teria contado com o apoio dos empresários Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos e Luis Pereira Duarte de Amorim, condenados, respectivamente, a quatro anos e um mês de reclusão, em regime inicial semiaberto, e a penas restritivas de direitos.
O STF já havia condenado Collor em maio de 2023. Ele não foi preso de imediato porque a defesa dele ainda podia entrar com recursos. Desta vez, o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal, entendeu que o último apelo apresentado por Collor teve caráter “meramente protelatório” e, assim, determinou a prisão imediata.
Da pena total, quatro anos e quatro meses eram relativos ao crime de corrupção passiva. A defesa recorreu desta condenação específica, e Moraes negou os embargos. Em junho de 2024, porém, o ministro Dias Toffoli apresentou um voto-vista, entendendo que a pena de Collor para o crime de corrupção passiva deveria ser reduzida para quatro anos e 80 dias-multa.
*Com informações de Uol
Nelly Falcão de Souza: uma nova voz experiente impulsiona a educação na FAS

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) ganha um reforço de peso em seu Conselho de Educação com a chegada da renomada educadora amazonense Nelly Falcão de Souza. Assumindo a cadeira antes ocupada por Giselle Lins, reitora da Nilton Lins, Nelly traz consigo uma trajetória educacional singular e multifacetada, pavimentada por décadas de dedicação e inovação em todos os níveis de ensino.
“Assumo este novo desafio na FAS com a convicção de que a educação é o pilar fundamental para a construção de um futuro sustentável para a nossa Amazônia. Minha trajetória sempre foi pautada pela crença no potencial transformador da aprendizagem integral, que vai além do conhecimento técnico e abraça a formação de cidadãos conscientes e engajados com o meio ambiente e com o bem-estar social. Espero contribuir ativamente para que a FAS continue sendo um farol na promoção de práticas educacionais inovadoras e que inspirem a preservação da nossa riqueza natural e cultural”, destacou Nelly Falcão.
A história da educadora se entrelaça com o desenvolvimento da educação em Manaus desde 1978, quando vislumbrou o potencial do então Jardim da Infância Chapeuzinho Vermelho, transformando-o, em 1980, no Pinocchio Centro Educacional, que atualmente está localizado no bairro Adrianópolis. O espírito empreendedor e a visão pedagógica arrojada a impulsionaram a alçar voos mais altos, culminando, em 1986, com a fundação do Colégio Martha Falcão. A escola rapidamente se tornou referência ao apresentar uma proposta pedagógica inovadora para os alunos do ensino fundamental e médio egressos do Pinocchio.
A expansão de seu compromisso com a educação continuou em 1991, com a inauguração da acolhedora creche Zezé Pio de Souza, dedicada às crianças do bairro Redenção. Em 2000, Nelly Falcão concretizou um marco em sua jornada ao fundar a Faculdade Martha Falcão, um centro de ensino superior com forte atuação na região, que em 2014 foi vendido para outra instituição.
As instituições idealizadas por Nelly sempre carregaram o selo de uma formação integral, indo além do currículo tradicional ao incorporar a educação financeira, ambiental, o desenvolvimento socioemocional e o incentivo às diversas formas de expressão através do esporte, das artes, da ciência e da tecnologia.
Com um olhar atento para as necessidades da comunidade educacional, ela empreende também na área social através da Associação Casa do Professor. Com sede planejada para Presidente Figueiredo, a associação visa proporcionar bem-estar físico, social, emocional e intelectual aos professores aposentados das redes pública e privada de toda a Amazônia.
Atualmente, a professora também lidera regionalmente o Instituto ELA – Educadoras do Brasil, uma rede nacional que empodera mulheres e as transforma em agentes de transformação através da educação formal e informal.
De Nova York para o Manauara Shopping, Coach inaugura primeira loja da Região Norte em Manaus

Marca de bolsas americana mais vendida nos EUA, a Coach NY inaugura sua nova loja brasileira no Manauara Shopping. É a primeira unidade na Região Norte da grife famosa em todo o mundo pela qualidade de seus acessórios em couro.
A loja do Manauara Shopping será a 14ª no Brasil da Coach NY. Projetada pelo Grupo Global de Arquitetura da Coach, de Nova York, a loja terá 76 m² e contará com coleções femininas e masculinas. Entre os produtos disponíveis estão bolsas, acessórios em couro, cintos, lenços e perfumes.
“A loja da Coach no Manauara será a primeira da região com o novo conceito global da marca. É um privilégio oferecer essa exclusividade ao nosso público e ao mercado local.
É uma marca desejada por muitos manauaras e que agora poderá ser vivenciada de perto. Essa inauguração mostra a força do mercado consumidor da região Norte e a confiança de marcas internacionais no potencial da nossa capital”, destacou a Gerente de Marketing do Manauara Shopping, Karla Henderson.
Conforme adiantou Karla Henderson, a loja de Manaus é a primeira da região com o novo layout global da Coach, em tons de bronze, como nas unidades mais recentes de Nova York.
Ao longo de seus mais de 84 anos, a Coach construiu um império com mais de 1.200 lojas em 20 países. Seus produtos são modernos e sofisticados, caracterizados por inovação, autenticidade e qualidade — valores típicos de Nova York. No Brasil, a Coach abriu sua primeira loja em 2012, em São Paulo, e atualmente conta com 14 unidades em sete estados.
A distribuição da Coach no Brasil é feita pelo Grupo Aste, fundado em 1971, referência no varejo nacional. O grupo é responsável pela operação de um portfólio de grandes marcas internacionais, como Coach, UGG, Diesel, Kipling, Reebok, Original Penguin, Hoka, Jansport e Caterpillar, oferecendo know-how e infraestrutura completa de importação, distribuição e varejo.
Fundada em 1941 como uma empresa familiar em Manhattan, a Coach NY é hoje uma marca presente em mais de 20 países, em constante crescimento e referência no mercado global. Ao longo de sua trajetória, criou peças únicas em couro, reconhecidas pela durabilidade, versatilidade e estilo.
Sob a direção criativa do renomado designer Stuart Vevers, a marca é globalmente reconhecida como referência de tendências e moda, participando anualmente da NYFW — New York Fashion Week.
Sediada em Nova York, a Coach NY comercializa seus produtos em lojas próprias, de departamento, boutiques multimarcas especializadas, além do e-commerce global e brasileiro, disponível em: www.brazil.coach.com.
Mario Frias defende Cauã Reymond e critica Globo: ‘Ser homem virou crime’

O deputado federal Mario Frias (PL-SP) publicou um texto em seu perfil oficial no X, no qual sai em defesa de Cauã Reymond, envolvido em polêmicas nos bastidores do remake de “Vale Tudo”. Frias alegou que o intérprete de César Ribeiro na novela da Globo vem sendo perseguido por “uma cruzada ideológica contra a masculinidade no Brasil”.
Ele chamou Cauã de “defensor de valores sólidos” e afirma que o ator teve seu nome “arrastado por manchetes e linchamentos digitais” por expressar comportamentos que o parlamentar define como “firmes e masculinos”. “O que está em curso não é justiça, mas um cancelamento sistemático de homens que demonstram força, liderança e clareza. Querem transformar essas qualidades em defeitos. A nova moralidade exige um homem passivo, silencioso, quase envergonhado de existir”, escreveu.
Mario Frias, que foi protagonista da novela “Malhação” no fim dos anos 1990, criticou a emissora. “A Globo, em vez de proteger sua equipe contra campanhas de difamação e espetáculos ideológicos, se acovarda e age como braço auxiliar de um novo código moral, onde ser homem já é, por si só, um crime.”
O deputado também relembrou o episódio envolvendo o ator José Mayer, que enfrentou acusações de assédio em 2017. Para ele, o ex-colega de profissão teria sido vítima de uma “encenação cuidadosamente montada para atender à narrativa do feminismo radical” e lamentou: “Anos se passaram, a verdade veio à tona, mas sua carreira nunca mais se reergueu”.
Por fim, Frias apontou o que considera ser a motivação por trás da polêmica com Cauã Reymond: “A missão é clara: desfigurar a identidade do homem até que ele se torne irrelevante — e, com ele, a família, a autoridade paterna e os valores que sustentam a sociedade. A nova moralidade exige um homem passivo, silencioso, quase envergonhado de existir.”
A Guerra Contra a Masculinidade no Brasil.
O caso envolvendo Cauã Reymond é mais do que uma polêmica de bastidores: é um retrato fiel da cruzada ideológica contra a masculinidade no Brasil. Um ator reconhecido, experiente, pai de família, defensor de valores sólidos — agora… pic.twitter.com/aX13uEhncr
— MarioFrias (@mfriasoficial) April 23, 2025
*Com informações de Folha de São Paulo
Bolsonaro segue sem movimentos intestinais há duas semanas e permanece na UTI













