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CPI das Apostas convoca Carlinhos Maia para depor no Senado

Carlinhos Maia - Foto: Reprodução / Instagram

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Apostas Esportivas, instalada no Senado Federal, aprovou a convocação do influenciador digital Carlinhos Maia. O objetivo é investigar seu envolvimento na promoção de plataformas de apostas online, alvo de denúncias de irregularidades e possíveis práticas ilegais.

O requerimento 462/2025, apresentado pela relatora da CPI, senadora Soraya Thronicke(PODEMOS-MS), solicita o depoimento de Luiz Carlos Ferreira dos Santos, nome de registro de Carlinhos Maia. O documento busca esclarecer a atuação do humorista em campanhas publicitárias de jogos de azar na internet, como o popular “Joguinho do Tigrinho”. Ainda não há data definida para sua audiência.

Terceiro influenciador a ser ouvido

Se comparecer, Carlinhos Maia será o terceiro digital influencer a depor perante a comissão. Anteriormente, Virginia Fonseca e Rico Melquiades prestaram esclarecimentos sobre parcerias com empresas de apostas. A CPI investiga o impacto dessas divulgações, especialmente entre jovens, e se há indícios de condutas abusivas ou enganosas.

Padre Patrick critica publicidade de apostas

Além da convocação de Maia, a CPI ouviu o padre Patrick Fernandes, que relatou ter recebido propostas para promover casas de apostas, mas recusou. O religioso defendeu legislação mais rígida para coibir a divulgação desses serviços por influenciadores.

Análises financeiras de Virginia e Rico

A comissão também aprovou a solicitação de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) sobre Virginia Fonseca e Rico Melquiades ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). Os documentos podem revelar movimentações suspeitas ligadas a contratos publicitários.

*Com informações de IG

Prefeito David Almeida lança operação de cidadania para resgatar pessoas em situação de rua

Foto: Clóvis Miranda / Semcom

Em uma ação histórica, o prefeito de Manaus, David Almeida, lançou, nesta quinta-feira, 22/5, uma operação de cidadania voltada à população em situação de rua. A mobilização começou na avenida Brasil, zona Oeste da cidade, reunindo mais de dez órgãos municipais, com o objetivo de oferecer dignidade, cuidado e oportunidade para quem mais precisa.

“Essa é uma ação de acolhimento, que busca devolver a essas pessoas a dignidade que lhes foi tirada. Estamos com equipes integradas, oferecendo oportunidades reais para quem precisa de tratamento, saúde, emprego ou moradia. A rua não é lugar para se viver, e a prefeitura está aqui para abrir portas, inclusive com acesso ao programa Minha Casa, Minha Vida”, destacou David Almeida.

A operação integra o Plano de Ação Municipal para a População em Situação de Rua e mobilizou um grande efetivo da prefeitura, com participação direta das secretarias da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), Saúde (Semsa), Limpeza Urbana (Semulsp), Segurança Pública e Defesa Social (Semseg), Habitação (Semhaf), Empreendedorismo e Inovação (Semtepi), além do Fundo Manaus Solidária, Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) e a Defensoria Pública do Estado.

Resultados da ação

A operação mapeou 14 pontos críticos ao longo da avenida Brasil e abordou 15 pessoas em situação de rua: dez homens e 5 mulheres. Não foram identificadas crianças, adolescentes ou idosos no local.

Dentre os encaminhamentos da ação, um homem seguiu para acolhimento na Casa de Passagem Amine Daou; seis pessoas, sendo cinco homens e uma mulher, foram conduzidas para tratamento contra dependência química; uma pessoa foi direcionada para acesso a benefício social; duas pessoas recolocadas no mercado de trabalho; cinco pessoas recusaram qualquer forma de intervenção; e três afirmaram não residir no local, estando apenas de passagem.

A Unidade de Saúde da Família (USF) Leonor de Freitas deu suporte clínico aos atendimentos, garantindo acolhimento médico e encaminhamentos necessários.

Secretários reforçam compromisso

Segundo o secretário da Semasc, Saullo Vianna, a ação representa a união da gestão municipal para enfrentar uma realidade que se agravou no mundo após a pandemia. “Nosso trabalho é resgatar a dignidade dessas pessoas, oferecendo acolhimento, Auxílio-Aluguel, encaminhamento para abrigos e tratamento de saúde. Vamos também ofertar vagas de emprego e cursos de qualificação. Cuidar das pessoas é fundamental, e é isso que estamos fazendo”.

O titular da Semulsp, Sabá Reis, reforçou o aspecto humanitário da ação. “O que incomoda a todos nós é ver famílias morando em locais sem nenhuma condição de sobrevivência. O prefeito David determinou que oferecêssemos tudo que estiver ao nosso alcance: moradia, tratamento, emprego. Vamos deixar o igarapé limpo e iluminado, mas o mais importante é a transformação de vidas que está acontecendo aqui”.

Foto: Clóvis Miranda / Semcom

Já o secretário da Semhaf, Jesus Alves, explicou como a política habitacional da prefeitura se integra ao esforço de reintegração social. “Essa é uma ação transversal da Prefeitura de Manaus, conduzida pelo prefeito David Almeida, com o objetivo de oferecer alternativas reais para pessoas em situação de rua. São muitos os fatores que levam alguém a essa condição, e o nosso papel é estender a mão. A Secretaria de Habitação garante que 3% de todas as unidades dos nossos programas, como o ‘Bairro Planejado’, serão destinadas a essa população. Estamos oferecendo mais do que uma casa: estamos oferecendo recomeços”.

A presidente do Fundo Manaus Solidária, Viviana Lira, destacou a importância do acolhimento qualificado e do apoio contínuo. “Essas pessoas não estão nessa situação porque querem. Precisam de apoio, e a prefeitura está oferecendo esse suporte. Conseguimos vagas em instituições parceiras como a Fazenda da Esperança e o Desafio Jovem. Também garantimos cursos, retirada de documentos e apoio para quem deseja voltar ao seu Estado de origem. É a prefeitura respondendo com humanidade e ação”.

Próximas etapas

De acordo com David Almeida, a operação não se restringe à avenida Brasil, na próxima semana as equipes atuarão nas proximidades da avenida Itaúba, no Jorge Teixeira, zona Leste, onde já foi realizado o mapeamento da área. A proposta é levar o modelo de atuação integrada a todas as zonas da cidade. “Estamos ampliando abrigos e casas de acolhimento. Vamos percorrer toda Manaus, porque nosso objetivo é resgatar vidas e oferecer dignidade a quem mais precisa”.

Além dos atendimentos sociais e de saúde, a Semulsp realizou serviços de limpeza como capinação, varrição, lavagem e remoção de resíduos, garantindo mais bem-estar à comunidade do entorno e, ainda, maior fluidez para as equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) que atuarão na localidade nos próximos dias, com ações de drenagem e recapeamento.

A operação marca uma nova fase da gestão municipal, com foco em ações estruturantes e humanizadas voltadas aos mais vulneráveis. A dignidade de Manaus começa pelo cuidado com quem foi esquecido.

Governo do Amazonas realiza mutirão e castra 80 gatos acolhidos por casal de idosos no Careiro da Várzea

A ação foi coordenada pela Sepet, com apoio de 20 voluntários e profissionais - Foto: Joedi Porto / Sepet

O Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Proteção Animal do Amazonas (Sepet), realizou, na quarta-feira (21/05), um mutirão emergencial de castração no município de Careiro da Várzea (a 25 quilômetros de Manaus). A ação resultou na captura de 95 gatos, sendo 46 machos, 34 fêmeas e 15 filhotes. Destes, 80 animais adultos foram castrados, enquanto os filhotes, por serem muito jovens, não passaram pelo procedimento.

Todos os animais capturados estão sendo destinados à adoção responsável. Aqueles que não forem adotados retornarão para a casa do casal de idosos que, ao longo dos anos, acolheu os animais abandonados por compaixão, mas que atualmente enfrenta dificuldades em razão da cheia dos rios, que afetou a comunidade.

O trabalho foi conduzido pelo Castramóvel da Sepet e contou com a participação de 20 voluntários, entre médicos-veterinários e estudantes de Medicina Veterinária, além da equipe pet da deputada estadual Joana D’arc, presidente da Comissão de Proteção aos Animais, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), que prestou apoio na captura segura dos animais.

“Essa ação é uma demonstração de como a atuação conjunta pode levar cuidado, dignidade e respeito aos animais e às pessoas. O casal não é acumulador; eles acolheram os animais por compaixão, mas, com a cheia, a situação se agravou, e nós viemos dar o suporte necessário”, afirmou a titular da Sepet, Leda Maia.

O mutirão de captura teve duração de quatro horas, seguido por pouco mais de uma hora de procedimentos cirúrgicos, realizados dentro do Castramóvel da Sepet, assegurando o bem-estar dos animais e a redução de futuros abandonos.

Além dos gatos, quatro filhotes de cachorro que estavam na comunidade foram resgatados e estão disponíveis para adoção. A comunidade ainda possui outros animais em situação de risco devido ao avanço rápido das águas.

Participaram da ação a deputada estadual Joana D’arc, que acompanhou a equipe no resgate, e o vereador Aldenor Lima, presidente da Comissão de Proteção e Bem-Estar Animal da Câmara Municipal de Manaus (CMM), que reforçou a importância de ações preventivas de controle populacional.

Solidariedade

A iniciativa integra os esforços permanentes do Governo do Amazonas para o controle ético e responsável da população animal, além de prestar assistência a famílias em situação de vulnerabilidade.

Interessados em adotar os animais ou prestar apoio ao casal podem entrar em contato pelo número (92) 98201-3805.

Eduardo Bolsonaro festeja fala de secretário de Estado dos EUA sobre possível sanção a Moraes

Eduardo Bolsonaro (PL) - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Senado

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comentou uma declaração do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre possíveis sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo governo de Donald Trump.

Rubio fez a afirmação em resposta a uma pergunta do congressista republicano Cory Lee Mills na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes americana. Segundo o secretário, a questão está “sob análise” e há uma “grande probabilidade” de que as medidas sejam aplicadas.

“Agora nos EUA: Secretário Marco Rubio diz que está neste momento analisando sanções contra Moraes sob a ótica a Lei Magnitsky (violações de direitos humanos)”, afirmou Eduardo no X (antigo Twitter). “Pergunta foi feita pelo deputado Cory Lee Mills, que na semana passada se reuniu com os deputados Eduardo Bolsonaro e Filipe Barros. Venceremos!”, completou.

O filho “03” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda elogiou Mills, afirmando que ele é um homem de palavra que “disse e fez”.

Autoexilado nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro condicionou sua volta ao Brasil a quando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), for “sancionado”.

No início do mês de maio, Eduardo havia publicado em suas redes sociais que o chefe interino da Coordenação de Sanções do governo dos Estados Unidos, David Gamble, ia se encontrar com Jair Bolsonaro e com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Brasil. O deputado licenciado tratava a viagem como um passo rumo a uma eventual sanção contra Moraes por parte da Casa Branca. A reunião não foi realizada.

Em vez disso, Flávio Bolsonaro recebeu em seu gabinete no Senado o consultor sênior do Departamento de Assuntos Ocidentais do Departamento de Estado americano, Ricardo Pita, para tratar de crime organizado.

O que diz a lei Magnitsky, citada por Rubio

A lei Magnitsky prevê sanções como o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país. Aprovada durante o governo de Barack Obama, em 2012, a legislação foi criada após a morte de Sergei Magnitsky, advogado russo que denunciou um esquema de corrupção envolvendo autoridades de seu país e morreu em uma prisão de Moscou, em 2009. Inicialmente, a lei tinha como foco punir os responsáveis por sua morte.

O ministro do STF Alexandre de Moraes – Foto: Gustavo Moreno / STF

Para que sanções sejam aplicadas contra indivíduos estrangeiros, o presidente dos Estados Unidos deve apresentar provas confiáveis de infrações, incluindo execuções extrajudiciais, tortura e outras violações graves dos direitos humanos. Essas medidas podem ser impostas a agentes que reprimem denúncias de corrupção, cerceiam liberdades fundamentais ou atuam contra eleições democráticas.

Quem entra na lista pode enfrentar bloqueio de bens e contas bancárias no país, além de ter o visto cancelado e ser proibido de entrar nos EUA. Essas medidas são usadas contra pessoas, empresas ou organizações envolvidas em crimes financeiros ou violações de direitos humanos.

*Com informações de Terra

Fiocruz e University of Glasgow discutem impacto das mudanças climáticas sobre a saúde das populações na Amazônia

Fotos: Michell Mello / Fiocruz Amazônia Revista

Manaus sediará, entre os dias 2 e 6/06, o workshop Amazônia BR/UK, que reunirá 22 pesquisadores brasileiros e estrangeiros que desenvolveram ou estão em fase de conclusão de estudos que abordem questões relativas ao ambiente, às mudanças climáticas e aos impactos sobre a saúde das populações amazônicas. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz, por meio do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) e o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (CIDACS/Fiocruz), e a Universidade de Glasgow, no Reino Unido, com financiamento do Fundo Internacional de Parcerias Científicas (ISPF), do British Council.

Ao todo, 16 jovens doutores ou doutorandos em fase de conclusão de suas teses, foram selecionados por meio de edital lançado em dezembro de 2024, que teve em torno de 30 propostas de adesão ao workshop submetidas, das quais 16 foram aprovadas, sendo 12 jovens doutores e mais quatro candidatos ao título de Doutor, entre brasileiros e estrangeiros.

O British Council é uma organização internacional do Reino Unido para relações culturais e oportunidades educacionais nas áreas de língua inglesa. A coordenação geral do evento é do professor Jonathan Olsen, da School of Health & Wellbeing da University of Glasgow” (UK).

A ideia, de acordo com o pesquisador da Fiocruz Amazônia, Jesem Orellana, vice-coordenador do projeto, é promover a troca de experiências e a articulação entre grupos de pesquisa que estão trabalhando em torno dos temas Ambiente, Saúde e Mudanças Climáticas na Amazonia para gerar, a partir daí, novas linhas e grupos de pesquisas que possam preencher lacunas e inspirar estratégias de mitigação dos efeitos da crise climática na Amazônia, com projeções futuras, por exemplo.

“Nosso intuito é gerar um relatório com contribuições de acesso público que possam ser encaminhadas aos participantes da COP 30 e que, de alguma maneira, impactem nas discussões da Conferência, com sugestões aos tomadores de decisão e, ao mesmo tempo, com potencial de criar uma jovem e engajada rede internacional de colaboração, formada por acadêmicos e não-acadêmicos, com alternativas para as pessoas que estão sendo impactadas pela emergência climática na Amazônia”, explica Orellana.

Os participantes serão acompanhados por uma equipe de seis pesquisadores sêniores, que atuarão como mentores. São eles: Johnathan Olsen (coordenador-geral do evento), Jesem Orellana (Laboratório de Modelagem em Estatística, Geoprocessamento e Epidemiologia da Fiocruz Amazônia), Peter Craig (School of Health & Wellbeing da University of Glasgow), Maria Luiza Garnelo Pereira (ILMD/Fiocruz Amazônia), Helen da Costa Gurgel (Departamento de Geografia da Universidade de Brasília) e Júlia Pescarini (London School of Hygiene & Tropical Medicine).

Orellana destaca, entre os mentores, a contribuição da pesquisadora da Fiocruz Amazônia Luiza Garnelo, que é antropóloga e médica sanitarista com 30 anos de experiência com pesquisas, trabalho político e educacional com diversas sociedades indígenas na Amazônia Brasileira.

“Além de atuar na mentoria, Luiza Garnelo irá traçar um panorama da região amazônica para os participantes, comentando aspectos étnicos, demográficos e da saúde das populações amazônicas, em particular indígenas, para esse público heterogêneo formado por novos pesquisadores, que, apesar de trabalharem com os temas saúde e ambiente e os seus impactos na região, nem sempre conhecem a complexidade de um trabalho de campo na Amazônia e dos perigos contemporâneos existentes, como o da violência em regiões remotas, em particular áreas com mula ou limitada presença do Estado brasileiro”, pontua Jesem.

Orellana explica que, entre os participantes selecionados, haverá recém-doutores ou pessoas que estejam terminando suas teses de doutorado, no Brasil e no Reino Unido. “Teremos, por exemplo, participantes estrangeiros nascidos em diversos continentes e brasileiros de diversas regiões do país, os quais estão desenvolvendo estudos em 12 instituições diferentes do Reino Unido e Brasil, o que coloca a Fiocruz Amazônia como protagonista na discussão acadêmica e política dessa temática, com possibilidade de quantificarmos o impacto ambiental das mudanças climáticas na Amazônia Legal e seus efeitos na saúde da população do nível local ao nacional, expressando nossa decepção com a condução dada até hoje ao problema”, ressaltou.

Programação

Na programação do evento, serão discutidas experiências de metodologias e abordagens, que permitam desenvolver uma teoria para a formulação de intervenções que visem mitigar os efeitos das mudanças climáticas na saúde, adaptadas ao peculiar contexto da região amazônica e gerar um relatório abrangente que delineie o conhecimento existente e estabeleça coletivamente uma agenda de pesquisa.

“A finalidade é costurar todo esse corpo de conhecimento de diferentes pessoas e diferentes grupos de pesquisas, à luz das ciências de dados climáticos, das ciências sociais e humanos, da saúde pública e ambiental, bem como de um ponto de vista das políticas sociais, econômicas e dos sistemas de saúde”, observa Jesem,

O Workshop Amzônia BR/UK será aberto na segunda-feira, às 9h, no Salão Canoas, pela diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, que dará as boas-vindas aos participantes, seguindo-se de sessões temáticas e apresentações dialogadas.

Até a sexta-feira, 6/06, serão realizadas debates, atividades em grupos e apresentações sobre os principais achados, lacunas e perspectivas dos pesquisadores , a partir dos seus estudos e experiências na Amazônia. Em pequenos grupos, os participantes se reunirão para pensar em intervençõs ou estratégias que visem mitigar o impacto das mudanças climáticas sobre a saúde da população na Amazônia Legal, agrupando os principais temas e prioridades.

Janja e Michelle empatam para presidente em SP, diz pesquisa

Michelle Bolsonaro e Janja da Silva - Foto: Reprodução

Levantamento realizado entre os dias 4 e 8 de abril no estado de São Paulo indicou empate técnico entre Janja da Silva e Michelle Bolsonaro na preferência do eleitorado para uma eventual disputa presidencial.

Segundo a pesquisa divulgada pela Folha de S.Paulo, ambos registraram 41% das intenções de voto. O percentual de eleitores que declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados foi de 10%, enquanto 8% não responderam.

A amostragem incluiu 1.000 entrevistas por telefone, exclusivamente com eleitores paulistas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT).

Janja, primeira-dama e filiada ao PT, não pode ser candidata à Presidência em 2026, pois a legislação brasileira veda a candidatura de cônjuges do presidente da República durante o mandato.

O nome dela, no entanto, foi testado por representar simbolicamente a continuidade do governo Lula.

Na semana passada, ela esteve na China ao lado do presidente, ocasião em que comentou a atuação do TikTok com o presidente Xi Jinping.

Segundo relatos repassados a jornalistas brasileiros, a intervenção teria causado desconforto. Lula, em declaração posterior, afirmou que Janja apenas respondeu a um pedido dele durante o encontro.

Michelle Bolsonaro (PL-DF), ex-primeira-dama, é considerada uma das principais opções do partido para a sucessão presidencial, já que o ex-presidente Jair Bolsonaro(PL-RJ) está inelegível até 2030 por decisão da Justiça Eleitoral.

Governo de São Paulo

O mesmo levantamento também avaliou a disputa pelo governo do estado de São Paulo. O atual governador Tarcísio de Freitas(Republicanos-SP) aparece com 46% das intenções de voto.

Na simulação contra Geraldo Alckmin(PSB-SP), o vice-presidente soma 35%. Quando o nome de Marta Suplicy(PT-SP) substitui o atual vice-presidente, ela alcança 33%.

Márcio França(PSB-SP) atinge 28% no cenário testado. Já Alexandre Padilha(PT), atual ministro das Relações Institucionais, registra 15% das intenções de voto.

A pesquisa testou nomes da base governista com diferentes perfis, em um esforço para medir a viabilidade eleitoral de possíveis candidatos da esquerda no estado. Não foram divulgadas informações sobre possíveis candidatos da oposição além de Tarcísio.

*Com informações de IG

‘Cine Narciso Lobo’ apresenta produções da La Xunga nesta sexta-feira, na TV Ufam

Foto: Bruno Kelly

O Cine Narciso Lobo, programa da TV Ufam, canal 8, que aborda o cinema amazonense, apresenta as produções da La Xunga, nesta sexta-feira (23), às 23h. Entre os destaques desta edição estão o documentário “Anamã, a Veneza do Amazonas”, o curta-metragem “O Dilema de Antônia” e o videoclipe “A Bajara”.

Com direção de Orlando Júnior, “Anamã, a Veneza do Amazonas” foi gravado em 2021, durante uma das maiores enchentes que aconteceu nos rios da bacia Amazônica. A produção audiovisual mostra a rotina dos moradores do município que fica distante 162 quilômetros de Manaus e que, nos últimos 10 anos, sofrem os impactos da cheia do rio Solimões.

“O município fica completamente alagado e os moradores têm de se adaptar com a subida repentina das águas”, comenta o diretor. “Anamã é chamada de Veneza do Amazonas porque os moradores não gostam de construir passarelas, eles preferem navegar em canoas, lanchas entre outras embarcações pelas ruas da cidade, é uma história interessante”.

Em “O Dilema de Antônia”, de nove minutos, o enredo é voltado para a protagonista, vivida pela atriz Ana Rebouças, que vive uma mistura de sentimentos quando o carro que ela dirige começa a apresentar problemas no Centro da cidade. Diante da oportunidade de ajuda, a personagem alterna suas atitudes conforme o medo, ódio, alegria e vingança.

O videoclipe da música “A Bajara”, de Marcelo Nakamura, com participação do cantor pernambucano Otto, fecha a programação do Cine Narciso Lobo, apresentado por Caio Pimenta, editor-chefe do Cine Set.

O nome da composição é inspirado no meio de transporte popularmente conhecido no Pará como ‘bajara’, uma embarcação de pequeno porte, que, no contexto da canção, traz o movimento do carimbó, do Pará, passa por Manaus, no Amazonas, por Boa Vista, em Roraima; e por Santarém, de volta ao Pará. O videoclipe acontece de um encontro de estados diferentes da Amazônia e, a partir daí, é formado um movimento cultural que aproxima as realidades desses lugares e leva para outras regiões.

La Xunga

A La Xunga Produções foi fundada em fevereiro de 2014 e tem no comando Orlando Júnior, Fernando Crispim e Jayth Chaves Neto. A produtora atua em diversos segmentos do audiovisual, como produção de filmes de ficção, documentário, publicidade, jornalismo, institucionais, lives, shows e videoclipes.

Em 2020, durante a pandemia da Covid-19, a La Xunga registrou as dificuldades que surgiram por todo o Amazonas e estados vizinhos, colaborando com diversas agências de notícias nacionais e internacionais.

Com informações da assessoria

Justiça condena Sikêra a prisão por injúria à jornalista Luisa Mell; defesa já recorreu

Foto: Reprodução / TV

Sikêra recebeu uma pena de um mês e dez dias de detenção em regime aberto, mas a punição foi substituída pelo pagamento de dez salários-mínimos (R$ 15.180,00) à ativista.

No regime aberto, de semiliberdade, a execução da pena ocorre em casas de albergado, que é um presídio de segurança mínima. O condenado, que precisa obrigatoriamente trabalhar ou estudar, fica no local apenas durante a noite e nos finais de semana. Quando não há vagas nas casas de albergado, que são poucas no país, pode ficar em prisão domiciliar.

“Defende cachorro e o bolso dela”, disse Sikêra sobre Mell

A queixa-crime foi movida por Mell contra Sikêra após o apresentador participar do quadro “Para quem você tira o chapéu?”, do Programa Raul Gil, então exibido pelo SBT.

Ao justificar o motivo de não tirar o chapéu para a ativista, Sikêra disse: “Ela defende cachorro e o bolso dela”, declarou. “Ela gosta é de dinheiro. Se você colocar lá no Google, você vai ver a quantidade de denúncias que tem contra a fundação dela”, declarou, citando as doações ao Instituto Luisa Mell.

A ativista disse à Justiça que Sikêra a ofendeu “ao insinuar que obteria dinheiro indevidamente, descredibilizando sua luta árdua, de longos anos, em que trabalha voluntariamente pela causa.

“O devaneio de Sikêra Jr é tão grande, que basta uma pesquisa no Google para que se perceba a completa inexistência de ‘denúncias’ relacionando o Instituto Luisa Mel a qualquer caso de apropriação ou desvio de doações”, disse à Justiça a advogada Izabella Borges, que a representa.

Na defesa apresentada na ação, Sikêra afirmou que não cometeu crime algum, e que apenas exerceu o direito de crítica jornalística.

Afirmou “ser uma pessoa de bem, de origem humilde e que sempre exerceu suas atividades profissionais com dignidade e correção”.

O apresentador declarou que a controvérsia foi iniciada pela própria Luisa Mell, que o atacou nas redes sociais após ele ter exibido em seu programa uma reportagem sobre um homem que violentara sexualmente uma égua.

Na ocasião, a ativista dissera que, em vez de repudiar o fato, Sikêra havia achado graça da situação. Ele afirmou no processo que isso não era verdade, e que tal distorção gerou uma discussão acarolada entre eles.

“É necessário examinar o episódio como um todo”, disse à Justiça.

Ao condenar o apresentador, a juíza Mariana Annibal afirmou que ele colocou em xeque a reputação de Mell, induzindo, “sem qualquer fundamento, milhares de espectadores a duvidarem da credibilidade e da seriedade do trabalho” dela.

“É imperioso reconhecer que as expressões infamantes utilizadas pelo apresentador para se referir à ativista foram mais que suficientes para atingir sua honra”, disse na sentença.

Sikêra já recorreu da decisão.

Com informações do Uol

Mulher que afirma ter recebido R$ 20 mil para sexo com Neymar é presa

Any Awuada e Neymar - Foto: Reprodução / Instagram

Nayara Macedo, conhecida como Any Awuada, foi presa temporariamente em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo. Ela ficou famosa em março, após afirmar ter recebido R$ 20 mil para sexo com Neymar.

Influenciadora é suspeita de integrar um esquema de falsificação de cosméticos e perfumes comercializados por meio das redes sociais. A informação foi confirmada a Splash pela Secretaria de Segurança Pública de SP.

“As investigações tiveram início após uma mulher registrar boletim de ocorrência em agosto de 2023 relatando ter comprado perfumes importados pelo valor de R$ 857,90, mas, ao receber os produtos, constatou que eram falsificados. A perícia confirmou a presença de substâncias como metanol e etanol em concentrações fora dos padrões estabelecidos pela Anvisa, além da ausência de registro junto à agência reguladora.” afirmou a SSP-SP.

Além de Any, outras duas mulheres foram presas temporariamente ontem nas cidades de Mogi das Cruzes e Biritiba Mirim. Foram apreendidos cosméticos de marcas conhecidas e um veículo Audi Q3, avaliado em aproximadamente R$ 150 mil.

Movimentações bancárias das investigadas também levantaram suspeitas. Uma delas teria movimentado mais de R$ 1,2 milhão, enquanto as outras movimentaram R$ 600 mil e R$ 300 mil, respectivamente. As investigações prosseguem pelo 31º DP para reunir mais provas e esclarecer a extensão das atividades criminosas.

Reportagem tenta contato com a defesa de Nayara Macedo (Any Awuada).

Suposta ‘festinha’ com Neymar

Any Awuada afirmou que recebeu R$ 20 mil para manter relações sexuais com Neymar e amigos do jogador, em março, durante uma festa privada em uma chácara no interior de São Paulo. À época, por meio de nota oficial, a assessoria do atacante negou que ele tenha participado do encontro, mas admitiu que o helicóptero dele “pode ter sido visto” no local porque ele “costuma emprestar” a aeronave para amigos e familiares.

Ela disse que foi uma das várias profissionais de sexo contratadas para a festinha. A jovem contou que todas as meninas tiveram seus celulares recolhidos. “Nós não sabíamos quem era. A gente partiu de um ponto em São Paulo, pegaram os celulares de todo mundo, quando a gente chegou lá que a gente ficou sabendo de quem se tratava”, completou, em entrevista ao Fofocalizando (SBT).

*Com informações de Uol

Dilma é reconhecida anistiada política e recebe indenização

Dilma prestando depoimento na época da ditadura militar - Foto: Reprodução

A Comissão de Anistia da Ditadura Militar reconheceu, por unanimidade, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como anistiada política.

O colegiado do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania também aprovou, nesta quinta-feira, 22, a indenização no valor de R$ 100 mil para a petista.

“A anistia de 1988 é um instrumento de reconstrução democrática e reconhecimento do sofrimento político como violência de Estado”, disse o relator do caso Rodrigo Lentz ao dar seu voto. “Jamais poderá ser confundida com impunidade a conspirações autoritárias contra o regime democrático”.

Damares havia negado

Dilma protocolou o requerimento de anistia em 2002. No entanto, ele ficou suspenso entre 2003 e 2016, enquanto ela foi ministra de Estado e presidente da República. Em 2022, a ministra do governo Bolsonaro, Damares Alves, negou o pedido.

Tortura

Além da perseguição e inúmeras torturas às quais foi submetida quando tinha 22 anos, a defesa de Dilma ainda apontou que ela foi obrigada a deixar o curso de Economia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 1969, e anos depois, forçada a se demitir da Fundação de Economia e Estatística (FEE), órgão vinculado ao governo do Estado do Rio Grande do Sul durante o regime.

“A cada transferência, eram novas torturas e sempre pelos mesmos fatos investigados. Foi condenada à prisão e teve direitos políticos cassados. Foi libertada depois de 13 anos. Teve que prestar novo vestibular e sendo obrigada a cursar novamente todas as disciplinas. Atrasou a sua formação como economista”, relembrou Lentz.

A aprovação do pedido da ex-presidente torna formal o reconhecimento de que ela foi perseguida politicamente e torturada durante a ditadura militar (1964-85).

A Justiça Federal do Distrito Federal já havia reconhecido formalmente a perseguição política que Dilma sofreu, em fevereiro de 2023. Na ocasião, foi determinado o pagamento de uma indenização de R$ 400 mil, em parcela única, a título de danos morais.

*Com informações de Terra

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