Ruivinha de Marte anuncia fim do namoro com empresário
A influenciadora e cantora Ruivinha de Marte, de 28 anos, comunicou nesta quarta-feira (28) o término do relacionamento com o empresário Arthur Défago. O casal havia assumido o namoro em junho de 2024 e usou um post conjunto no Instagram para oficializar a separação. A artista afirmou estar com o ” coração partido ” e agradeceu ao ex-companheiro pelas experiências vividas.
A ex- A Fazenda escreveu uma “ carta aberta ” aos seguidores, mencionando momentos do relacionamento e os benefícios que teria recebido durante o namoro.
“ Foram tempos de fartura, silicone de primeira, mega hair, lentes de contato nos dentes, harmonização facial, e passeios de lancha ”, disse.
A cantora ainda fez piada sobre o fim da união ao citar que seguirá como mãe solo da “ bebê reborn ”, uma boneca que simula um recém-nascido.
“ Espero que a pensão continue caindo, afinal, além da fralda da bebê, tem também os cuidados da mamãe, né? ”, escreveu. A frase gerou repercussão nas redes sociais e foi interpretada como uma indireta.
Em meio à onda de separações entre casais famosos, a influenciadora brincou com a coincidência: “ Em um momento em que tantos casais estão se desfazendo, decidimos terminar também .” Apesar do tom leve, Ruivinha afirmou que o término foi difícil. “ É com o coração partido que venho, publicamente, anunciar o fim do meu relacionamento com Arthur ”, destacou.
*Com informações de IG
CMM avança com Projeto de Lei de cotas raciais em concursos públicos e delibera LDO para 2026

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) deu início, nesta quarta-feira (28 de maio), à tramitação do Projeto de Lei (PL) que institui o sistema de cotas raciais nos concursos públicos realizados pela Casa Legislativa. O PL, de autoria da Mesa Diretora, foi deliberado durante a 42ª Sessão Plenária da 19ª Legislatura da CMM.
A proposta visa criar o sistema de reserva de vagas para pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos realizados pela CMM. Sendo deliberado no plenário, o PL agora segue para ser apreciado na 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).
“Ele [o Projeto de Lei] vem justamente em atenção à harmonização da legislação municipal com a federal e com a Constituição, que recomenda que todos os concursos públicos respeitem a política de cotas. A Câmara não tinha isso, mas segue a recomendação do Ministério Público e busca contemplar esse segmento, que precisa de um olhar da legislação municipal. A sensibilidade da Mesa Diretora e dos demais vereadores no sentido de trabalhar por essas pessoas é justa, é legal”, disse o vereador Gilmar Nascimento (Avante), corregedor da CMM e presidente da CCJR.
LDO
Ainda dentro dos Projetos de Lei, o Poder Executivo Municipal apresentou duas propostas, sendo a primeira sobre o Programa de Parcerias Público-Privadas (PPP/Manaus) e a segunda referente à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2026.
O PL da LDO foi deliberado na Sessão e encaminhado para a CCJR. O projeto compreende questões como: as prioridades da administração pública municipal; as metas e os riscos fiscais; e a estrutura e a organização dos orçamentos.
“A estimativa é um orçamento de R$ 11,6 bilhões, isso se não houver nenhuma intercorrência. É uma previsão, mas não o orçamento exato; pode haver um aumento ou diminuição. São muitas variáveis a serem levadas em consideração. O município tem muitas prioridades. A gestão do prefeito David Almeida tem se preocupado em fazer obras de infraestrutura que são realmente necessárias, mas tendo também um cuidado especial com as pessoas, tendo prioridades com habitação, aplicação de recursos na Cidade do Autista, renovação de frotas de ônibus, além de educação e saúde”, disse o vereador Eduardo Alfaia (Avante), líder do prefeito na Câmara.
Roberto Cidade critica abandono da BR-319 e pede mobilização: ‘Estrada é vital para o Amazonas’
O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Roberto Cidade (União Brasil), voltou a defender nesta quarta-feira (28/5) a recuperação da BR-319 e pediu união entre os parlamentares para cobrar do Governo Federal a pavimentação integral da rodovia. Durante a Sessão Plenária, ele propôs reuniões conjuntas com órgãos estaduais ligados ao tema e, após levantamento dos principais entraves, o encaminhamento das demandas à Brasília.
“A luta pela trafegabilidade na BR-319 existe há mais de 30 anos. Essa é uma pauta que une todos nós, independentemente de bandeiras partidárias. A população não aguenta mais esperar. Os municípios do Sul do Amazonas sofrem com o isolamento. A BR-319 já foi asfaltada no passado. É preciso vontade política para que volte a funcionar plenamente. Mais do que nunca, é hora de união em prol do Amazonas”, declarou.
Cidade também criticou a desigualdade nos investimentos federais na região. “Vemos recursos grandiosos sendo aplicados em estados vizinhos, enquanto o Amazonas segue à margem. Somos mais de quatro milhões de habitantes e, durante a pandemia da Covid-19, perdemos 15 mil vidas por falta de oxigênio. A ausência de infraestrutura contribui para tragédias como essa e, mesmo assim, não recebemos a devida prioridade”, afirmou.
Segundo o deputado, a recuperação da rodovia é essencial para o desenvolvimento do Estado. “A viabilidade econômica do Amazonas está diretamente ligada à logística. Se o Estado tiver condições de arcar com parte da pavimentação, que assim seja. Mas precisamos garantir que essa estrada saia do papel, seja em cinco ou dez anos”, reforçou.
Reunião com o DNIT
Roberto Cidade também lembrou que, no dia 24 de abril, o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Amazonas, Orlando Fanaia Machado, esteve na Aleam para apresentar os cronogramas das obras federais em andamento, incluindo a BR-319.
Na ocasião, foi anunciado que 20 quilômetros da rodovia devem ser pavimentados até o fim deste ano.
“É um esforço, mas ainda insuficiente. O Governo Federal precisa entender a urgência do povo do Amazonas e do Norte do Brasil”, concluiu o parlamentar.
Espetáculo ‘Manaus, Meu Amor – Poética Cantada’ estreia dia 30 de maio no Teatro Amazonas

A capital amazonense será celebrada em forma de arte no espetáculo “Manaus, Meu Amor – Poética Cantada”, que acontece nesta sexta-feira (30/05), às 20h, no Teatro Amazonas, com entrada gratuita. O evento une música e poesia para enaltecer a alma vibrante manauara e promete uma noite de afeto, memória e identidade.
A realização é do Ministério da Cultura, em parceria com a JR Adamver, de Florianópolis (SC), e conta com produção da MN Artes Produções e Manoel Passos Produções. O projeto foi contemplado pela Lei Rouanet e tem apoio do Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.
Dirigido por Manoel Passos, o espetáculo tem como protagonista o cantor e compositor Marquinhos Negritude, artista potiguar que vive em Manaus desde a infância, em meados dos anos 1980, e carrega no peito uma forte conexão com a cidade. “Manaus nos abraçou de uma forma que marcou a vida da minha família. Cantar essa cidade no palco do Teatro Amazonas é mais que uma honra: é um ato de amor e gratidão”, destaca o artista.
A apresentação mistura 11 canções autorais, que transitam entre samba, valsa e pop, com a declamação de poesias assinadas por Anete Valdevino, Wanderley Freitas, Franciná Lira, Gracinete Felinto e Bosquinho Poeta. As músicas exaltam símbolos icônicos como o Teatro Amazonas, o Largo de São Sebastião, o rio Negro, o mirante, o piso da praça e o lendário encontro das águas, todos apresentados sob a ótica do afeto e da identidade cultural.
A arte visual do projeto, criada por Liminha Junior, reforça essa conexão, retratando um painel colorido de Manaus com seus diversos povos: indígenas, negros, brancos, ribeirinhos e imigrantes. “Manaus, Meu Amor é um tributo ao povo ordeiro, às múltiplas religiões e à beleza da convivência plural em meio à floresta”, afirma Marquinhos.
Com uma linguagem sensível e envolvente, Manaus, Meu Amor – Poética Cantada é mais que um espetáculo: é um convite para redescobrir a cidade pela lente da arte, da poesia e da emoção. Uma noite para sentir orgulho de ser amazônida e celebrar a força poética que pulsa no coração da floresta.
Eduardo Alfaia defende instalação de radares eletrônicos em Manaus: ‘Estamos falando de vidas’

O vereador Eduardo Alfaia (Avante), líder do prefeito na Casa Legislativa, defendeu com veemência a implantação de radares eletrônicos na capital amazonense. O pronunciamento do parlamentar foi realizado na Câmara Municipal de Manaus (CMM), em entrevista à imprensa.
Para o vereador, a medida deve ser analisada com responsabilidade técnica e prioridade à preservação da vida, afastando qualquer viés político do debate.
“O radar é uma necessidade hoje na nossa cidade. Só é contra quem vive praticando infração de trânsito. O cidadão de bem, que dirige com responsabilidade, quer segurança para sua família. Estamos falando de vidas, não de política”, afirmou o parlamentar.
O vereador destacou ainda que a Prefeitura de Manaus tem tomado medidas para garantir mais transparência ao processo, por meio da intensificação da sinalização nas vias e da ampliação da comunicação com a população. Segundo ele, o adiamento do início da operação dos equipamentos foi estratégico para permitir um diálogo mais amplo com a sociedade e oferecer melhores condições de adaptação aos condutores.
“A Prefeitura está trabalhando com seriedade. O objetivo é salvar vidas, reduzir acidentes e garantir que os motoristas estejam bem informados sobre as mudanças”, acrescentou o vereador.
A instalação dos radares faz parte de um conjunto de ações voltadas à melhoria da segurança viária na cidade, com foco na prevenção de acidentes e no respeito às leis de trânsito.
Grande Expediente da CMM
Durante o Grande Expediente desta terça-feira (27 de maio), os vereadores da Casa Legislativa abordaram temas de grande relevância para a capital e para o Amazonas. Entre os destaques estavam o licenciamento ambiental que favorece a pavimentação da BR-319, obras de infraestrutura urbana, e a fiscalização na área da saúde.
O vereador João Paulo Janjão (Agir) abriu os pronunciamentos destacando o novo marco do licenciamento ambiental como um avanço fundamental para viabilizar a tão esperada pavimentação da BR-319. A proposta, segundo ele, representa um passo importante para o desenvolvimento regional.
O debate sobre a rodovia foi reforçado por outros parlamentares. O vereador Raulzinho (MDB) afirmou que a CMM não pode se omitir sempre que o assunto for levado ao plenário, e criticou a postura da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que se posicionou contra a pavimentação. Já Allan Campelo (Podemos) afirmou que o atraso nas obras representa um retrocesso para todo o Brasil, e não apenas para o Amazonas.
O vereador Mitoso (MDB) também se manifestou com firmeza sobre o tema. “Esse assunto nos pertence. Tem que ser discutido aqui na Câmara e na Assembleia Legislativa. O Amazonas não é o quintal do Brasil!”, declarou.
Para o vereador Elan Alencar (Democracia Cristã), o novo marco ambiental representa “uma luz no fim do túnel” para o Amazonas.
Infraestrutura urbana
As obras de infraestrutura em Manaus também estiveram entre os assuntos debatidos. O vereador Raulzinho (MDB) destacou o “Pacote de Obras de Verão”, que está sendo executado pela prefeitura nos bairros da cidade. Ele explicou que um levantamento das principais necessidades da população foi feito durante o período de chuvas, e agora, com a chegada do verão amazônico, as obras estão sendo iniciadas. O bairro Alvorada, na zona Centro-Oeste, já está sendo beneficiado pelas ações.
Saúde
A saúde também foi tema do Grande Expediente. O vereador Dione Carvalho (Agir) chamou a atenção para um caso de óbito relacionado a uma possível negligência médica. O parlamentar reforçou sua responsabilidade como fiscalizador e citou a Lei nº 8.080, que rege o Sistema Único de Saúde (SUS), destacando a necessidade de garantir atendimento adequado e de qualidade à população.
A misteriosa ‘vala comum’ de dinossauros, onde milhares deles estão enterrados

Escondida sob as encostas de uma floresta exuberante em Alberta, no Canadá, encontra-se uma vala comum de proporções monumentais.
Milhares de dinossauros foram enterrados aqui, mortos imediatamente em um dia de devastação total.
Agora, um grupo de paleontólogos chegou ao riacho Pipestone —conhecido apropriadamente como rio da morte— para ajudar a resolver um enigma de 72 milhões de anos: como eles morreram?
A tentativa de descobrir exatamente o que aconteceu aqui começa com o forte golpe de uma marreta.
É necessária força bruta para romper a espessa camada de rocha que cobre o que a professora Emily Bamforth, que está liderando a escavação, descreve como “paleo-ouro “.
À medida que sua equipe inicia o trabalho mais delicado de remover as camadas de terra e poeira, um amontoado de ossos fossilizados começa a emergir lentamente.
“Achamos que aquele grande pedaço de osso ali é parte de um quadril”, diz Bamforth, observada por sua cadela Aster, cuja função hoje é latir se avistar algum urso por perto.
“Então aqui temos todos esses ossos longos e finos. São costelas. E este está impecável —faz parte de um osso do dedo. Esta aqui, não temos ideia do que seja —é um ótimo exemplo de um mistério do riacho Pipestone.”
A equipe de reportagem da BBC News foi até o riacho Pipestone para testemunhar a magnitude deste cemitério pré-histórico, e ver como os pesquisadores estão reunindo pistas.
Milhares de fósseis foram coletados no sítio arqueológico e estão constantemente gerando novas descobertas.
Todos os ossos pertencem a um dinossauro chamado Paquirinossauro. A espécie e a escavação liderada por Bamforth aparecem em uma nova série de documentários da BBC, Walking With Dinosaurs (caminhando com dinossauros), que usa efeitos visuais e ciência para dar vida a esse mundo pré-histórico.
Esses animais, que viveram durante o período do Cretáceo Superior, eram parentes do Tricerátops. Medindo cerca de cinco metros de comprimento e pesando duas toneladas, as criaturas de quatro patas tinham cabeças enormes, adornadas com um “babado” ósseo característico e três chifres. Sua marca registrada era uma grande protuberância no nariz.
A temporada anual de escavação acabou de começar —e dura até o outono no hemisfério norte. Os fósseis no pequeno pedaço de terra em que a equipe está trabalhando estão incrivelmente compactados; Bamforth estima que haja até 300 ossos por cada metro quadrado.
Até o momento, sua equipe escavou uma área do tamanho de uma quadra de tênis, mas o leito de ossos se estende por um quilômetro na encosta.
“É de cair o queixo em termos de densidade”, diz ela.
“Acreditamos que esse seja um dos maiores leitos de ossos da América do Norte.”
“Mais da metade das espécies de dinossauros conhecidas no mundo são descritas a partir de um único espécime. Temos milhares de Paquirinossauros aqui.”
Os paleontólogos dizem acreditar que os dinossauros estavam migrando juntos em uma manada colossal por centenas de quilômetros, partindo do sul —onde passavam o inverno— para o norte, onde passariam o verão.
A região, que tinha um clima muito mais quente do que o atual, teria sido coberta por uma vegetação rica, fornecendo alimento abundante para esse enorme grupo de animais que se alimentavam de plantas.
“Trata-se de uma única comunidade de uma única espécie animal em um momento específico, e o tamanho da amostra é enorme. Isso quase nunca acontece no registro fóssil”, explica Bamforth.
Animais maiores oferecem pistas
E esse trecho do noroeste de Alberta não era apenas o lar do Paquirinossauro. Dinossauros ainda maiores vagavam por essa terra, e estudá-los é essencial para tentar entender esse antigo ecossistema.
A duas horas de carro, está Deadfall Hills. Para chegar lá, é preciso fazer uma caminhada pela floresta densa, atravessar com dificuldade um rio com correnteza forte —ou nadar cachorrinho, no caso de Aster— e escalar pedras escorregadias.
Aqui não é necessário escavar; ossos gigantescos jazem junto à margem, arrancados das rochas e limpos pela água corrente, apenas esperando para serem coletados.
Uma vértebra enorme é rapidamente avistada, assim como pedaços de costelas e dentes espalhados pela lama.
O paleontólogo Jackson Sweder está particularmente interessado no que parece ser um pedaço de crânio de dinossauro. “A maior parte do que encontramos aqui é um dinossauro com bico de pato chamado Edmontossauro. Se for um osso de crânio, trata-se de um dinossauro grande —provavelmente com dez metros de comprimento”, diz ele.
O Edmontossauro, outro herbívoro, vagava pelas florestas como o Paquirinossauro —e está ajudando os paleontólogos a construir uma imagem desta terra ancestral.
Sweder é o gerente da coleção do Museu dos Dinossauros Philip J. Currie, na vizinha Grande Prairie, para onde os ossos desses dois gigantes são levados para limpeza e análise. Ele está atualmente trabalhando em um enorme crânio de Paquirinossauro, com cerca de 1,5 metro de comprimento, apelidado de Big Sam.
Ele aponta para onde os três chifres deveriam estar na parte superior do “babado”, mas o do meio está faltando. “Todos os crânios que estão decentemente completos têm um chifre neste local”, diz ele. “Mas esse belo e pequeno chifre de unicórnio parece não estar lá.”
Ao longo dos anos de trabalho no extraordinário sítio arqueológico, a equipe do museu coletou 8.000 ossos de dinossauros, e as superfícies do laboratório estão cobertas de fósseis; há ossos de Paquirinossauros de todos os tamanhos, de jovens a idosos.
Ter material de tantos animais permite que os pesquisadores aprendam sobre a biologia dos dinossauros, respondendo a perguntas sobre como a espécie cresce e a composição da comunidade. Eles também podem observar variações individuais, para ver como um Paquirinossauro poderia se destacar da manada —como pode ser o caso de Big Sam e seu chifre ausente.
Um evento repentino devastador
Toda essa pesquisa detalhada, no museu e nos dois sítios arqueológicos, está ajudando a equipe a responder à pergunta vital: como tantos animais no riacho Pipestone morreram ao mesmo tempo?
“Acreditamos que se tratava de uma manada em uma migração sazonal que se envolveu em algum evento catastrófico que efetivamente dizimou, se não toda a manada, uma boa parte dela”, afirma Bamforth.
Todas as evidências sugerem que esse evento catastrófico foi uma inundação repentina —talvez uma tempestade nas montanhas que enviou uma torrente incontrolável de água em direção à manada, arrancando as raízes das árvores e removendo rochas.
Bamforth diz que o Paquirinossauro não teria a menor chance diante de algo do tipo. “Estes animais não conseguem se deslocar muito rápido devido ao seu grande número, e são muito pesados —e, realmente, não são nada bons em nadar.”
As rochas encontradas no sítio arqueológico mostram os redemoinhos de sedimentos da água corrente que revirou tudo. É como se a destruição estivesse congelada no tempo como uma onda na pedra.
Mas esse dia de pesadelo para os dinossauros é agora um sonho para os paleontólogos.
“Sabemos que, toda vez que viermos aqui, é 100% garantido que encontraremos ossos. E todo ano descobrimos algo novo sobre a espécie”, diz Bamforth.
“É por isso que continuamos voltando, porque ainda estamos descobrindo coisas novas.”
Enquanto os integrantes da equipe arrumam suas ferramentas para voltar outro dia, eles sabem que há muito trabalho pela frente. Eles apenas arranharam a superfície do que existe aqui —e há muitos outros segredos pré-históricos à espera para serem desvendados.
*Com informações de Folha de São Paulo
Senado aprova curso gratuito de defesa pessoal para mulheres
A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou um projeto de lei que autoriza a oferta gratuita de cursos de defesa pessoal para mulheres vítimas de violência doméstica.
A proposta, de autoria da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), segue agora para análise na Câmara dos Deputados.
texto prevê que os cursos poderão ser oferecidos pela União, estados, municípios e o Distrito Federal, preferencialmente em espaços já utilizados para o atendimento às vítimas, como unidades da rede de proteção e Centros de Referência de Assistência Social (Cras).
A relatoria ficou a cargo da senadora Ivete da Silveira (MDB-SC), que votou a favor da medida. Segundo ela, o curso representa um avanço importante para garantir mais segurança às mulheres.
“Não se pode esquecer que, na maior parte dos casos, a violência doméstica e familiar é cometida dentro da residência das vítimas, ‘entre quatro paredes’, o que dificulta pedidos de socorro e, sobretudo, o acionamento da polícia”, ressaltou.
A participação nas aulas será voluntária. A proposta garante que a recusa da vítima em participar do curso não poderá ser utilizada contra ela em processos judiciais, nem como motivo para limitar a proteção policial oferecida.
Um ajuste no texto também retirou a limitação que previa a oferta dos cursos apenas em cidades com mais de 50 mil habitantes, ampliando o alcance da medida.
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