Aeroporto de Manaus ganha novo voo cargueiro que agiliza o transporte de mercadorias para a Zona Franca

Grupo Nova Era promove casamento coletivo em Manaus
O Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho, é marcado por presentes e declarações de amor. Em Manaus, essa data terá um significado ainda mais especial para 22 casais que vão celebrar o amor de forma inesquecível, dizendo “sim”, em um casamento coletivo promovido pelo Grupo Nova Era para os seus funcionários. A celebração, no Dia dos Namorados, acontece das 15h às 18h, no Pátio Gourmet, na rua Terezina, bairro Adrianópolis, zona sul.
Entre os noivos está o assistente administrativo do Nova Era, Kairo Freitas, 31, que vai oficializar a união com Juliana dos Santos, 21. A história do casal começou na empresa, onde Juliana também trabalhava. “Nossa conexão foi muito rápida e forte. Com seis meses de namoro, já decidimos morar juntos. Agora, estamos esperando nosso primeiro filho, um menino. O casamento vem para formalizar tudo isso que já estamos construindo”, conta Kairo.
A mesma ação realizada em Manaus, também será promovida em cidades onde o Grupo tem atuação: em Boa Vista (RR), reunindo oito casais, e em Porto Velho (RO), com mais oito. Nessas duas cidades, as cerimônias acontecem no mês de junho. Ao todo, portanto, serão realizados 38 casamentos. Além da certidão de casamento, os casais terão direito a coquetel, bolo, brindes e decoração.
“Estamos felizes em fazer isso nos três estados onde atuamos. Junho é o mês do amor e queremos celebrar esse momento com os nossos colaboradores”, ressalta a gerente de Recursos Humanos do Grupo Nova Era, Roseane Veras. “Essa ação faz parte do nosso compromisso com o bem-estar e a valorização dos nossos funcionários. Sabemos que o casamento é um momento especial na vida de qualquer pessoa e poder proporcionar isso para eles é motivo de orgulho”, reforça.
Aegea apresenta ações de impacto social em Manaus à comitiva do Prêmio FGV

O trabalho desenvolvido pela Aegea em Manaus para promover o acesso ao saneamento básico em comunidades vulneráveis foi tema de visita da comitiva do Prêmio FGV de Responsabilidade Social. Na última semana, as soluções que levaram, pela primeira vez, redes de água e esgoto a uma comunidade de palafitas, foram apresentadas aos jurados da premiação, que reconhece iniciativas voltadas à melhoria da qualidade de vida de pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Participaram da visita os ministros André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Antônio Carlos Ferreira, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), além do bispo Abner Ferreira, da modelo e ativista Luiza Brunet, e de conselheiros da Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do prêmio.
“Ficamos felizes com o interesse da FGV em entender todo o trabalho feito em Manaus desde 2018, quando iniciamos a operação da Águas de Manaus. O que desenvolvemos aqui é parte do ideal da Aegea, de entender as características de cada região onde opera. Levar saneamento básico é pensar também no futuro do bioma amazônico, é investir em soluções que contribuam para a recuperação dos corpos hídricos da maior cidade da região Norte”, afirmou o vice-presidente regional da Aegea, Renato Medicis.
A comitiva conheceu o Beco Nonato, comunidade de palafitas na Zona Sul de Manaus, primeira beneficiada pelo programa Vem Com a Gente, iniciativa de relacionamento da concessionária que regularizou o abastecimento de água no local. As soluções aplicadas ali viraram modelo para outras áreas da capital amazonense e no Rio de Janeiro (RJ), onde a Aegea também atua.
O trabalho no Beco Nonato foi reconhecido com o Prêmio Cases de Sucesso em Água e Saneamento, concedido pelo Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 2023, mais de 900 moradores da região passaram também a ter acesso à coleta de esgoto, por meio de um projeto com redes adaptadas às particularidades de cada residência. Assim como o modelo de abastecimento de água, essa solução também foi levada a outras áreas da cidade.
“A mensagem é de integração entre saneamento, sonhos e mudanças de vida. A minha palavra para a sociedade em geral é que ela participe dessa transformação, use adequadamente a água, dê o tratamento devido ao esgoto, daquilo que você está usando dentro de casa, que você não vai mais usar, para que a sociedade como um todo ganhe”, destacou o ministro do STF, André Mendonça.
Após a visita ao Beco Nonato, a comitiva seguiu para o Complexo de Produção da Ponta do Ismael (PDI), responsável pelo abastecimento de 70% da capital. No local, acompanharam o processo de captação de mais de 700 milhões litros diários de água do Rio Negro e seu tratamento até a distribuição para a população.
“A qualidade do serviço prestado, a preocupação com a melhoria da qualidade de vida da população de Manaus já é reconhecida pelo país. Agora, ver de perto a qualidade, o volume do empreendimento, a grandeza, a grandiosidade desse empreendimento, realmente impressiona. Eu saio daqui com muita confiança no futuro, de saber que as novas gerações têm esse compromisso com o país, em construir um país melhor para todos”, destaca o ministro do STJ, Antônio Carlos Ferreira.

Os participantes também conheceram o Centro de Controle Operacional (CCO) da concessionária e se reuniram com lideranças comunitárias e colaboradores da companhia. O encontro foi marcado por relatos sobre a dignidade proporcionada pelo acesso ao saneamento básico, além da importância de iniciativas como as Tarifas Sociais vigentes na cidade, a Tarifa Manauara, que concede 50% de desconto no valor das contas, e a Tarifa 10, que fixou em R$ 10 o valor da conta para a parcela mais vulnerável da população. Atualmente, mais de 130 mil famílias da capital são protegidas pelas Tarifas Sociais.
“Toda pessoa que tem voz pode ser um agente transformador, levando uma fala orgânica e sensível para a população. É um orgulho saber que uma empresa como a Águas de Manaus muda vidas. O acesso ao saneamento básico representa conforto e uma estrutura digna de um lar que todos merecem”, destacou Luiza Brunet.
Brasil domina, vence Paraguai e carimba vaga na Copa do Mundo
Em partida marcada pela celebração do aniversário de 66 anos do técnico Carlo Ancelotti, a seleção brasileira derrotou o Paraguai nesta terça-feira (10), na Neo Química Arena, por 1 a 0. O resultado garantiu o time canarinho na Copa do Mundo de 2026.
Além do triunfo sobre os paraguaios em São Paulo, o Brasil também contou com a vitória do Uruguai sobre a Venezuela por 2 a 0, em Montevidéu, para confirmar sua presença no torneio internacional, que acontecerá na América do Norte.
O placar desta noite fez com que o time canarinho ultrapassasse o Paraguai na tabela de classificação, assumindo, de maneira temporária, a vice-liderança da chave sul-americana, com 25 pontos conquistados. A Argentina, classificada na última Data FIFA, ocupa o topo da competição, com 35 pontos.
Brasil x Paraguai
1º tempo
O Brasil fez uma excelente etapa inicial contra o time paraguaio, principalmente na defesa, onde pressionou com êxito a saída adversária logo após a perda da posse. No entanto, o time de Ancelotti pecou diversas vezes nos últimos detalhes ofensivos.
A primeira grande chance do jogo foi brasileira, e aconteceu aos 11 minutos. Matheus Cunha avançou em direção à linha de fundo e cruzou na segunda trave, mas Vini Jr. não conseguiu alcançar a bola para inaugurar o marcador.
No meio da etapa inicial, o Paraguai conseguiu pressionar a Seleção por alguns minutos, e acabou criando a sua principal oportunidade no confronto. Após falta, Cáceres teve espaço para finalizar dentro da área, mas chutou mal.
Aos 34 minutos, Matheus Cunha desperdiçou uma chance inacreditável. Martinelli superou a marcação no flanco esquerdo e cruzou na segunda trave. Sem goleiro, o atacante cabeceou para trás, perdendo o gol.
No entanto, perto dos acréscimos, o jogador do Wolverhampton se recuperou. Em jogada semelhante à primeira grande oportunidade brasileira, o atleta cruzou rasteiro, na pequena área, e viu Vinicius Júnior empurrar para a rede após disputa com o defensor: 1 a 0 Brasil!

2º tempo
A seleção brasileira voltou com a mesma escalação para o segundo tempo, e continuou controlando o duelo no segundo tempo, mas não conseguiu criar o mesmo volume de oportunidades perigosas.
O maior susto que a equipe de Ancelotti gerou no início da etapa final aconteceu aos 13 minutos, com Bruno Guimarães. Após um cruzamento ruim de Vini Jr., o meio-campista do Newcastle tentou devolver a bola para área, mas acabou mandando para o gol. Cáceres tirou sobre a linha, evitando a chance.
O Paraguai voltou a assustar após um erro de Alex Sandro na saída de jogo. O lateral rubro-negro perdeu a bola na entrada da área e obrigou Alisson a fazer sua primeira intervenção no chute de Sanabria.
O time comandado por Gustavo Alfaro precisava de um empate para confirmar seu retorno ao Mundial após 16 anos, até ensaiou uma pressão sobre os pentacampeões mundiais, mas não se esforçou muito para mudar o resultado negativo.
Próximas partidas
A vitória sobre o Paraguai encerrou a participação brasileira nesta Data FIFA. Com isso, a Seleção volta a campo apenas em setembro, quando irá enfrentar Chile e Bolívia pelas últimas rodadas das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Após o término do torneio classificatório, a ideia do time canarinho é enfrentar países asiáticos e africanos nas duas últimas janelas do ano (outubro e novembro), de acordo com o diretor Rodrigo Caetano. Ainda segundo o profissional, a equipe de Carlo Ancelotti deve duelar contra alguns dos principais europeus em março de 2026.
*Com informações de IG
Bolsonaro: golpe seria fácil de iniciar, difícil de manter
O ex-presidente Jair Bolsonaro(PL) prestou depoimento nesta terça-feira (10) ao Supremo Tribunal Federal no âmbito das investigações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. Durante o interrogatório, ele declarou que iniciar um golpe de Estado teria sido uma ação fácil, mas que sua sustentação encontraria obstáculos.
“O golpe seria fácil de começar. O problema seria o after day”, afirmou. Segundo Bolsonaro, as conversas com as Forças Armadas não representaram qualquer articulação formal.
“As conversas eram bastante informais, não era nada proposto, ‘vamos decidir isso aqui’. Era conversa informal para ver se existia alguma hipótese de um dispositivo constitucional para a gente atingir o objetivo que não foi atingido no TSE. Isso foi descartado na segunda reunião”, disse.
O ex-presidente refutou a existência de uma minuta de golpe e afirmou que qualquer documento discutido estaria dentro dos parâmetros constitucionais.
“Quando se fala de minuta, dá a se entender que é uma minuta do mal. Eu refuto qualquer possibilidade de falar de minuta de golpe, ou uma minuta que não esteja enquadrada dentro da Constituição brasileira”, declarou.
Ao ser questionado sobre eventual mobilização para instaurar estado de sítio, Bolsonaro negou a iniciativa e afirmou que o então comandante da Marinha, almirante Almir Garnier, nunca ofereceu tropas.
“Em hipótese alguma. Se nós fôssemos prosseguir com um estado de sítio, as medidas seriam outras”, afirmou.
Bolsonaro também afirmou que não havia condições para levar adiante qualquer plano fora da legalidade. “Não tinha clima, não tinha base minimamente sólida para fazer coisa”, disse.

Ele declarou ainda que tratou de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) e outras possibilidades, sempre dentro da Constituição: “Tratamos de GLO e possibilidades dentro da Constituição, jamais saindo das quatro linhas”.
Bolsonaro negou discutir ações golpistas
Durante o depoimento, Bolsonaro também negou que tivesse discutido ações golpistas. “Da minha parte, nunca se falou em golpe. Golpe é uma coisa abominável”, afirmou. Ao responder sobre o conteúdo das reuniões, ele disse que não se recorda com precisão dos temas e datas.
“Não posso garantir que tal dia foi tratado tal assunto. Essas reuniões que ocorreram foram, em grande parte, em função da decisão do TSE. Quando peticionamos o TSE sobre possíveis vulnerabilidades e, no dia seguinte, não foi acolhido, não se discutia mais nada”, completou.
O depoimento foi colhido no âmbito da Ação Penal relacionada à tentativa de reversão do resultado eleitoral de 2022 e à investigação sobre as responsabilidades pelos ataques às sedes dos Três Poderes.
*Com informações de IG
Ipaam registra queda de 21,09% no desmatamento e 37,5% nos focos de calor no Amazonas em maio

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) registrou uma redução no desmatamento e nos focos de calor no estado, durante o mês de maio de 2025. A área desmatada caiu 21,09%, totalizando 9.649 hectares, frente aos 12.229 hectares observados no mesmo período de 2024.
Os alertas de desmatamento também apresentaram uma queda de 38,05% em maio deste ano, com 1.706 registros, contra 2.754 em maio de 2024. A redução mais expressiva foi nos focos de calor, que diminuíram 37,5%, passando de 40 ocorrências, em maio do ano passado, para 25, em 2025.
Esses dados são provenientes do Programa Brasil Mais, resultado de um convênio entre o Ipaam e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que garante precisão no monitoramento das alterações ambientais. As áreas identificadas são disponibilizadas no Painel de Alerta de Mudança e delimitadas a partir de imagens do satélite Planet, com resolução espacial de três metros.
O diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, atribuiu os resultados ao aprimoramento das ações de vigilância ambiental. “Temos intensificado o uso de tecnologias que nos permitem acompanhar, quase em tempo real, o que acontece com a cobertura florestal no Amazonas. Essa capacidade de resposta rápida é um diferencial no enfrentamento aos crimes ambientais”, destacou.
Monitoramento avançado com o CMAAP
A estrutura do Centro de Monitoramento Ambiental e Áreas Protegidas (CMAAP) do Ipaam fortalece essa vigilância. O CMAAP conta com espaços para as gerências, um auditório para 100 pessoas e um sistema de monitoramento com dez painéis visuais de informações (dashboards), que disponibilizam dados diários de desmatamento e focos de queimadas em cada município do Amazonas.
Cada painel tem uma funcionalidade específica, incluindo o acompanhamento diário das áreas de Unidade de Conservação (UC). O CMAAP amplia o monitoramento com dados temporais, que permitem a observação contínua da cobertura vegetal nas áreas de maior degradação potencial, além de propriedades inseridas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), Empreendimentos Licenciados e Áreas Protegidas (Unidade de Conservação Estadual – UCE, Unidade de Conservação Federal – UCF e Terras Indígenas).
A coordenadora do CMAAP, Priscila Carvalho, ressaltou a cautela na análise dos dados sobre focos de calor e destacou a cooperação entre os entes ambientais e as Forças de Segurança. “O Ipaam monitora as áreas desmatadas e acompanha os focos de calor, colaborando com os bombeiros na atuação e prevenção. A integração entre os órgãos ambientais e as autoridades competentes é fundamental para garantir a proteção da nossa floresta e a redução desses índices”, explicou.
“Nem sempre um foco representa uma queimada criminosa”, acrescentou Priscila Carvalho. Segundo a coordenadora, pode ser consequência de processos naturais ou até mesmo de queimadas autorizadas e controladas, previstas na legislação. “Por isso, fazemos uma análise criteriosa antes de qualquer medida punitiva”, frisou.
Ranking dos municípios e sanções legais
Entre 1º e 31 de maio de 2025, os municípios com maior área desmatada no Amazonas foram Apuí, com 4.015 hectares; Lábrea, com 1.342 hectares; e Novo Aripuanã, com 851 hectares (a 453, 702 e 227 quilômetros de Manaus, respectivamente).
Em relação aos focos de calor, os maiores registros foram registrados em Manicoré, com 14 ocorrências, seguido por Autazes, com 3, e Iranduba, com 2 (respectivamente, a 332, 113 e 27 quilômetros da capital).
O desmatamento ilegal, conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008, pode resultar em multas de R$ 5 mil por hectare ou fração da área afetada. Esse valor pode ser dobrado em caso de uso de fogo ou incêndios ilegais. Além disso, as áreas desmatadas podem ser embargadas e os equipamentos utilizados na prática ilegal apreendidos.
Queimadas não autorizadas em áreas agrícolas, destinadas à renovação de pastagens ou cultivo, também são passíveis de autuação, com multas de R$ 3 mil por hectare, conforme o mesmo decreto.
Denúncias e fiscalização
Em caso de denúncia, o Ipaam disponibiliza o contato da Gerência de Fiscalização Ambiental (Gefa) pelo WhatsApp: (92) 98557-9454. As ações de fiscalização ambiental seguem sendo intensificadas para coibir práticas irregulares e assegurar a conservação da fauna amazônica.
O Instituto reforça que as operações continuarão em diversas regiões do Amazonas, com foco no combate a atividades ilegais que coloquem em risco o equilíbrio ambiental. A integração entre os órgãos de fiscalização e as Forças de Segurança pública permanece como pilar estratégico para a efetividade das medidas de proteção.
Roberto Cidade propõe PL que garante prioridade à aquisição de produtos da pesca artesanal por restaurantes da UEA
Uma iniciativa do deputado estadual Roberto Cidade (UB), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), pretende fortalecer a cadeia produtiva da pesca artesanal no Estado. Trata-se do Projeto de Lei Ordinária nº 513/2025, que assegura prioridade na aquisição de pescados provenientes da pesca artesanal pelos restaurantes universitários da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
A proposta, ao mesmo tempo que reconhece a importância desses trabalhadores, cria um mercado consumidor estável e direto para os pescadores artesanais, reduzindo intermediários e garantindo um preço mais justo durante a comercialização do pescado.
“Estamos falando de um setor que gera trabalho e sustento para milhares de famílias. Dar preferência à compra de pescados da pesca artesanal pelos restaurantes da UEA é uma maneira concreta de apoiar esses trabalhadores, além de promover uma alimentação mais saudável e sustentável para nossos estudantes”, afirmou.
Segundo dados do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), aproximadamente 140 mil pescadores dependem diretamente da atividade pesqueira no Estado, e cerca de 200 mil pessoas estão envolvidas no sistema produtivo da pesca e seus subprodutos, desde a captura até a comercialização do pescado.
A proposta deve beneficiar principalmente pescadores de pequenas comunidades ribeirinhas e cooperativas locais, que frequentemente enfrentam desafios de acesso ao mercado.
“Essa política contribuirá não só para o aumento da renda dos pescadores artesanais, mas também para o fortalecimento da economia local, promovendo práticas de pesca sustentável. Além disso, a nossa proposta pode servir como modelo para outras instituições públicas e privadas, incentivando práticas de compras sustentáveis e responsáveis”, ressaltou o presidente.
Pesca artesanal
A pesca artesanal é uma das principais atividades econômicas do Estado, especialmente em comunidades ribeirinhas.
Além de ser fonte de alimento, ela preserva técnicas tradicionais e contribui para a conservação dos ecossistemas aquáticos.
Galvão Bueno aponta jogador da Seleção como ‘novo Ronaldinho’
O renomado comunicador Galvão Bueno repercutiu a próxima partida da seleção brasileira e avaliou o elenco do time canarinho, que entrará em campo na noite desta terça-feira (10) para um duelo contra o Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Enquanto dizia as expectativas para o confronto de logo mais, ao mencionar o nome de Raphinha, Galvão traçou um forte comparativo entre o camisa 11 do Barcelona e outros nomes grandiosos do futebol, como Ronaldinho Gaúcho e Kaká, por exemplo.
“Não seria amanhã (hoje) o dia de sacrificar um volante e colocar o Raphinha fechando o meio-campo junto com alguém armando com ele? Vamos falar de seleção pentacampeã do mundo? Quem era o cara que vinha buscar e chegava com ela na área? Jogava pela esquerda, pela direita, cruzava, chutava…
Ronaldinho Gaúcho, né? Depois em 2006 era um tal de Kaká, né? Assim que o Raphinha tem que jogar. Eu acho o Raphinha o novo Kaká, o novo Ronaldinho Gaúcho da Seleção Brasileira” , disse o comunicador durante o programa “Galvão e Amigos”, exibido nesta segunda-feira, na Band.
Brasil em campo
Na noite desta terça-feira (10), o Brasil encara o Paraguai, na Neo Química Arena, pelo último compromisso da Seleção nesta Data Fifa, visando carimbar a vaga para a Copa do Mundo de 2026.
Após empatar sem gols com o Equador na última rodada, a Amarelinha precisa vencer a partida desta terça e torcer para o Uruguai bater a Venezuela, para já se garantir no próximo Mundial.
Em caso de empate em Montevidéu, a Seleção dependeria da vitória da Argentina contra a Colômbia.
*Com informações de IG
Relatório da CPI das Bets pede indiciamento de Virginia, Deolane e outras 14 pessoas; veja lista
A relatora da CPI das Bets, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), pediu em seu parecer o indiciamento de 16 pessoas. Entre os nomes que aparecem no relatório, estão os das influenciadoras digitais Virginia Fonseca e Deolane Bezerra, além de empresários e representantes de casas de apostas. O documento foi protocolado na manhã desta terça-feira, 10.
No parecer, Virginia Fonseca é acusada pelos crimes de publicidade enganosa e estelionato. Já Deolane aparece como um dos nomes nas contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa.
Veja a lista completa de indiciados:
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Adélia de Jesus Soares: crimes de lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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Daniel Pardim Tavares Gonçalves: crimes de falso testemunho, crimes de lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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Deolane Bezerra dos Santos: contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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Ana Beatriz Scipiao Barros: contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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Jair Machado Junior: contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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José Daniel Carvalho Saturino: contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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Leila Pardim Tavares Lima: contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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Marcella Ferraz de Oliveira: contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa;
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Virginia Pimenta da Fonseca Serrão Costa: crimes de publicidade enganosa e estelionato;
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Pâmela de Souza Drudi: crimes de publicidade enganosa e de estelionato;
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Erlan Ribeiro Lima Oliveira: crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa;
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Fernando Oliveira Lima: crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa;
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Toni Macedo da Silveira Rodrigues: crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa;
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Marcus Vinicius Freire de Lima e Silva: crimes de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, exploração de jogos de azar, associação criminosa, tentativa de influência indevida no Poder Judiciário, corrupção ativa e tráfico de influência;
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Jorge Barbosa Dias: crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, sonegação fiscal e exploração ilegal de jogos de azar;
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Bruno Viana Rodrigues: crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e exploração ilegal de jogos de azar.
CPI das Bets
A CPI das Bets investiga suspeitas de irregularidades no setor de apostas on-line. O relatório final consolida os trabalhos da CPI e pode, além de propor mudanças na legislação, enquadrar pessoas em determinados crimes. Nesses casos, o relatório é enviado para o Ministério Público ou para a Polícia Federal com a recomendação dos indiciamentos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito das Bets foi iniciada em novembro de 2024 e, desde então, realizou 20 reuniões e ouviu 19 pessoas. Entre os depoentes estão representantes do governo federal (responsável pela regulamentação das bets), influenciadores digitais e donos de sites de apostas. Sete dessas pessoas foram convocadas — ou seja, tinham obrigação de comparecer –, mas seis não compareceram para depor.
Atuação da CPI
Uma das frentes dos trabalhos da CPI foi debater a publicidade das empresas de apostas on-line por meio de influenciadores digitais. A relatora, Soraya, apontou que a divulgação dessas atividades deve observar o Código de Defesa do Consumidor, as normas do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) e as regras do governo federal que regulamentam a publicidade no setor.

A senadora também opinou que há controvérsias sobre a legalidade da exploração de apostas a partir de 2018, quando a Lei nº 13.756, sancionada pelo então presidente Michel Temer (MDB), abriu espaço para o setor. A lei previa regulamentação em até dois anos, prorrogáveis por mais dois; mas essa regulamentação só foi efetivada sete anos depois.
O colegiado, presidido pelo senador Hiran Gonçalves (PP-RR), também apurou suspeitas de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e outros ilícitos envolvendo o setor de apostas on-line. Para isso, a CPI pediu informações da Polícia Federal e das polícias civis de alguns entes federados, como Pernambuco e Distrito Federal.
A CPI ainda analisou 192 requerimentos de informações sigilosas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), das quais metade foi aprovada. Em resposta aos requerimentos, a Coaf enviou 63 documentos à comissão até o início de junho.
Além de investigar a possível associação do setor de apostas on-line com organizações criminosas e práticas ilícitas, outro objetivo da CPI foi analisar a influência dessas atividades no orçamento das famílias brasileiras e também seus impactos sociais.
Ex-viciados em jogos e especialistas em saúde mental foram alguns dos convidados recebidos pelo colegiado para explicar os efeitos da liberalização dos jogos de apostas na saúde dos brasileiros.
*Com informações de Terra
Mulher de 34 anos é resgatada após 22 de escravidão em Manaus













