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Xabi Alonso toma decisão sobre o atacante Rodrygo no Real Madrid

Foto: Diego Souto / Getty Images

Novo comandante do Real Madrid, Xabi Alonso parece já ter definido o time titular “ideal” para a próxima temporada europeia. Com a presença de reforços, o atacante Rodrygo fica fora.

De acordo com o jornal espanhol “Cadena Ser”, o brasileiro deve perder a vaga no time titular para o argentino Mastantuono, de apenas 17 anos. Ele chegará ao clube após a disputa do Mundial, vindo do River Plate.

Além do argentino, nomes recém-chegados como Hujisen e Trent Alexander-Arnold, devem estar no time titular da equipe merengue.

O lateral-esquerdo Álvaro Carreras, do Benfica, também é citado como um provável titular de Xabi Alonso, porém, ainda não acertou com o Real Madrid.

Confira abaixo o time titular definido por Xabi Alonso, segundo o jornal espanhol:

Courtois; Arnold, Huijsen, Rüdiger, Carreras; Tchouaméni, Valverde, Bellingham, Mastantuono; Vinícius e Mbappé.

Mundial de Clubes

O Real Madrid, comandado por Xabi Alonso, estreia no torneio no dia 18 de junho, contra o Al-Hilal, da Arábia Saudita. Figurando no Grupo H, a equipe encara o Pachuca, do México, no dia 22, e o RB Salzburg, da Áustria, no dia 26 de junho.

*Com informações de IG

Bolsonaro contradiz depoimento de Cid em 2 pontos, mas confirma outros 5

Jair Bolsonaro (PL) foi interrogado no STF na ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado - Foto: Antonio Augusto / STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contradisse dois pontos do depoimento do tenente-coronel Mauro Cid durante os interrogatórios sobre a trama golpista no STF, mas confirmou outros cinco relatos dele.

Apesar de tentar descredibilizar os depoimentos de Cid, Bolsonaro confirmou grande parte do que ele disse. Uma das estratégias da defesa é questionar e apontar contradições na delação do ex-ajudante de ordens.

Ex-presidente admitiu, por exemplo, que leu a minuta do golpe. Ao ser interrogado pelo ministro Alexandre de Moraes, ele confirmou que trechos do documento foram exibidos durante uma reunião com os comandantes das Forças Armadas. “Isso foi colocado numa tela de televisão e mostrado de forma rápida ali”, disse.

Bolsonaro, no entanto, negou ter alterado o documento. Segundo Cid, o ex-presidente leu a minuta e “enxugou” para retirar a prisão de autoridades, mantendo apenas a de Moraes. Questionado pelo ministro, ele respondeu que “não procede o enxugamento”.

Ele também negou pressão ao ex-ministro da Defesa. No interrogatório, Cid afirmou que, em 2022, Bolsonaro teria pressionado Paulo Sérgio Nogueira a produzir um relatório “duro” com objetivo de lançar suspeitas sobre a lisura do processo eleitoral.

“Eu não sei se foi por ligação, por conversa particular, mas essa pressão realmente existia. O general Paulo Sérgio tinha uma conclusão nesse documento, voltado para um lado mais técnico. E havia a tendência de fazer algo voltado mais para o lado político.” afirmou Mauro Cid, em depoimento no STF.

Esse ponto foi negado pelo ex-presidente. “Jamais pressionei, seja o ministro que for”, declarou. “Não houve pressão em cima dele [Paulo Sérgio Nogueira] para fazer isso ou aquilo”.

Estado de sítio e GLO

Segundo Cid, Bolsonaro era pressionado para assinar um decreto que determinasse estado de sítio ou de defesa. O ex-ajudante de ordens diz que essas medidas também constavam na minuta do golpe. O ex-presidente já havia confessado em lives e entrevistas coletivas que cogitou essa possibilidade e, durante o interrogatório, voltou a dizer que houve discussão sobre o assunto.

O ministro do STF Alexandre de Moraes – Foto: Gustavo Moreno / STF

O estado de defesa restringe liberdades individuais e é acionado para preservar a ordem pública. Já o estado de sítio é previsto em casos de comoção de repercussão nacional ou guerra, por exemplo.

Ex-presidente admitiu que cogitou decretar estado de sítio. A ideia teria surgido depois que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitou o pedido do PL para anular parte dos votos do segundo turno. O partido foi multado em R$ 22,9 milhões por má-fé ao questionar o resultado das eleições. “Sobrou para gente buscar uma alternativa na Constituição”, disse Bolsonaro.

Questionado por Moraes, Bolsonaro disse que também discutiu um decreto de GLO (Garantia de Lei e da Ordem). Segundo ele, a medida teria sido o assunto de uma reunião com o general Freire Gomes, ex-comandante do Exército, e o almirante Almir Garnier, da Marinha. “Teve reuniões para tratar de outros assuntos. Por exemplo, tratamos de GLO. Por quê? Os caminhões estavam parando”, falou.

“Toda pressão que estava sendo feita em cima do presidente era para que ele assinasse o decreto, só não consigo dizer qual decreto, mas que ele assinasse um decreto, que ele determinasse uma ação militar, um estado de defesa, um estado de sítio.” disse Mauro Cid.

“A discussão sobre esse assunto já começou sem força, de modo que nada foi à frente. A ideia que alguns levantaram seria um estado de sítio, por exemplo.” afirmou Jair Bolsonaro.

Reuniões com as Forças Armadas

Bolsonaro confirmou que fez reuniões com os chefes das Forças Armadas para discutir “possibilidades”. Mauro Cid já havia relatado os encontros à PF, e voltou a falar sobre o assunto no interrogatório.

Ex-presidente tenta dar ar de legalidade às discussões. Ele diz que as possibilidades debatidas após a derrota eleitoral estão “dentro das quatro linhas” da Constituição.

Diante de Moraes, Bolsonaro disse que “golpe é abominável”. No interrogatório ele afirmou que em nenhum momento pensou “em fazer algo ao arrepio da lei ou da Constituição”. O ex-presidente, porém, participou de “brainstorm” sobre prisão de autoridades, segundo oficiais-generais.

“Houve pelo menos três reuniões entre Bolsonaro e os comandantes. Freire Gomes estava muito preocupado e pedia para que eu o informasse, temendo que algo fosse decidido sem sua intervenção.” declarou Mauro Cid.

Mauro Cid em interrogatório no STF – Foto: Reprodução / TV Justiça

“O senhor está dizendo que a cogitação, a conversa, o início desta questão de estado de sítio, estado de defesa, teria sido em virtude da impossibilidade de recurso eleitoral? É isso?” indagou Alexandre de Moraes.

“Sim, senhor.” disse Jair Bolsonaro, em resposta a Moraes.

Acampamentos golpistas

Em seu depoimento, Cid disse que Bolsonaro não quis agir para desmobilizar as manifestações em frente aos quartéis em 2022. Isso também foi confirmado pelo ex-presidente. Ele alega, porém, que não estimulou os protestos.

“O presidente nunca deu nenhuma orientação para mim com relação aos manifestantes. Ele nunca mobilizou, mas também não mandou embora.” disse Mauro Cid.

“Se nós desmobilizarmos aquilo, poderia o pessoal ir na região aqui da Praça dos Três Poderes, o que é pior ainda. É melhor ficar lá [nos quartéis], afastado.” declarou Jair Bolsonaro.

Reunião com hacker

Conforme havia sido relatado por Cid, Bolsonaro confirmou que recebeu o hacker Walter Delgatti e a deputada Carla Zambelli (PL-SP) no Palácio do Alvorada. O objetivo do encontro, segundo o tenente-coronel, era discutir a possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas.

“Foi na hora do café da manhã. Eles chegaram bem cedo. O hacker estava levantando as hipóteses de como poderia ter sido feita a fraude e como se poderia descobri-la.” disse Mauro Cid

“A Carla Zambelli levou o hacker e eu recebi. Não entendo nada de informática, não senti confiança nele.” afirmou Jair Bolsonaro.

Cid afirmou que, depois da reunião, Bolsonaro pediu que o então ministro Paulo Sérgio Nogueira marcasse outro encontro com o hacker para continuar a discussão. O ex-ministro confirmou o pedido e disse a Moraes que recebeu Delgatti no ministério por cerca de 15 minutos.

A fase de interrogatórios deve se estender até essa sexta-feira (13) – Foto: Gustavo Moreno / STF

Próximos passos

Fase de interrogatórios terminou. As defesas dos oito réus ouvidos pelo STF podem requerer, dentro do prazo de cinco dias, novas diligências para a produção de provas.

Depois disso, as partes apresentarão suas alegações finais, no prazo de 15 dias. Apenas após essa fase do processo, o ministro Alexandre de Moraes fará um relatório e apresentará seu voto pela absolvição ou condenação dos réus. Finalizadas estas etapas, a ação penal poderá seguir para o julgamento na Primeira Turma do STF.

Bolsonaro responde por cinco crimes. São eles: organização criminosa armada, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado.

*Com informações de Uol

Leo Lins ataca Mion: ‘Prefiro falar m* que ser boneco’

Leo Lins e Marcos Mion - Foto: Reprodução / Instagram / Globo

O humorista Leo Lins usou seu perfil no Instagram para comentar os recentes ataques sofridos pelo apresentador Marcos Mion, acusado por parte do público de apoiá-lo após sua condenação judicial. Em um texto direto, Lins negou que Mion tenha defendido sua pessoa, afirmando que o apresentador apenas se posicionou a favor da liberdade de expressão antes de recuar diante da pressão.

“Estão atacando o Marcos Mion achando que ele me defendeu. Vim aqui esclarecer: Mion nunca esteve do meu lado. Ele defendeu a liberdade de expressão. Aí a militância apertou, ele me xingou e defendeu o contrato com as marcas”, escreveu Lins, acrescentando que muitos nem teriam tido “a coragem que ele teve por 3 minutos”.

O humorista ainda criticou o que chamou de “militância de coerção agressiva” e rebateu supostas insinuações de que teria feito comentários sobre Romeu, filho de Mion, que é autista. “Nunca falei do seu filho. Você sabe o que houve, a gente conversou em privado, na época em que chegaram até a ameaçar meus pais”, afirmou.

Lins também ironizou a postura de Mion, sugerindo que o apresentador teria se rendido a interesses comerciais: “Prefiro falar as m… que eu quero do que ser um boneco de ventríloquo com uma empresa enfiando a mão no meu rabo e mexendo minha boca pra eu falar o que ela quer.”

O post foi finalizado com uma charge satirizando Mion, reforçando o tom crítico da publicação. A discussão ganhou repercussão nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores da liberdade de expressão sem limites e críticos que consideram o humorista responsável por discursos de ódio.

O caso ocorre semanas após a condenação de Lins a oito anos de prisão por injúria racial e outros crimes, ampliando o debate sobre os limites do humor e as consequências legais de piadas consideradas ofensivas.

*Com informações de IG

David Almeida entrega 1.150 registros definitivos na comunidade Rio Piorini

Foto: Dhyeizo Lemos / Semcom

O prefeito de Manaus, David Almeida, realizou, nesta quinta-feira, 12/6, a entrega de 1.150 registros definitivos de imóveis a moradores da comunidade Rio Piorini, na zona Norte da capital. A solenidade, conduzida pela Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), integra a programação da “Semana de Mobilização Solo Seguro – Favela”, promovida nacionalmente pela Corregedoria Nacional de Justiça, em parceria com diversos órgãos públicos, incluindo a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) e os cartórios de registro imobiliário.

Com este novo marco, a Prefeitura de Manaus ultrapassa a marca de 10,5 mil documentos definitivos entregues à população desde 2023, de acordo com a Semhaf. A ação consolida a gestão David Almeida como uma das que mais promoveu regularização fundiária no país, garantindo dignidade, segurança jurídica e valorização patrimonial a milhares de famílias manauaras. “Até hoje, muitos eram posseiros das terras que ocupavam. A partir de agora, passam a ser, de fato e de direito, proprietários dos seus imóveis”, destacou o prefeito David Almeida, que agradeceu o trabalho técnico e o empenho dos servidores da Semhaf e demais parceiros.

Durante o evento, o prefeito também reforçou a importância da confiança da população no poder público e ressaltou que ainda há mais de 2.500 imóveis mapeados na comunidade aguardando a conclusão do processo. “Infelizmente, por conta de promessas antigas que não se cumpriram, muitos moradores ainda desconfiam. Mas hoje estamos aqui para provar que esse sonho é possível e está se tornando realidade”, disse, pedindo apoio dos beneficiários para que incentivem seus vizinhos a participarem da regularização.

O subsecretário de Habitação e Assuntos Fundiários, Zuldy Omena, também emocionou o público ao relembrar histórias de beneficiários que aguardavam há décadas pelo título. Ele agradeceu o apoio da gestão municipal e exaltou o compromisso do prefeito David Almeida, responsável pela reestruturação da pasta e pela retomada da política habitacional no município. “Estamos aqui, mais uma vez, transformando vidas com muito esforço e dedicação”, afirmou.

A entrega dos títulos contou com a participação do juiz corregedor auxiliar do TJ-AM, Igor Campagnoli, que ressaltou que o documento recebido representa mais do que a posse de uma propriedade — simboliza a conquista de um direito fundamental. “Isso aqui é segurança jurídica. É a devolução da dignidade de quem lutou, de quem esperou por 10, 15 ou 20 anos. Só vocês sabem o que isso significa”, afirmou. O defensor público Thiago Rosas destacou que a gratuidade dos títulos é prevista em lei federal e rompe com o ciclo histórico de exclusão. “Hoje, vocês deixam de ser invisíveis. Passam a ter comprovante de residência e acesso pleno à cidadania”, declarou.

Uma das beneficiadas, Odete da Silva Fernandes, de 78 anos, não escondeu a emoção ao receber o documento que tanto esperou. “Hoje, eu estou feliz. Esperei por mais de 20 anos. Agora é meu, ninguém vai me tomar”, disse, arrancando aplausos da multidão, e agradecendo pessoalmente ao prefeito e aos servidores. “Valeu a pena confiar”, completou.

Ao encerrar o evento, o prefeito David Almeida reafirmou seu compromisso com a ampliação das ações de habitação e regularização fundiária em Manaus. “Seguiremos trabalhando para alcançar todas as famílias que ainda esperam por esse momento, porque garantir o direito à moradia é também garantir dignidade, cidadania e justiça social”, finalizou.

Pecuária sustentável: tecnologia no pasto reduz emissões de metano

A Fazenda Santa Silvéria, em Piratininga (SP), abriga cerca de 1.600 cabeças de gado em seus 1.200 hectares - Foto: Divulgação / Fazenda Santa Silvéria

Uma fazenda no interior de São Paulo é um exemplo de que, com tecnologia e pesquisa, é possível diminuir as emissões de metano no país.

A Fazenda Santa Silvéria, em Piratininga (SP), abriga cerca de 1.600 cabeças de gado em seus 1.200 hectares. Desde 2012, a propriedade de Clelia Brissac de Camargo Pacheco promove o ILP, sistema integração lavoura-pecuária.

A técnica implica na rotação de atividades agrícolas e pecuárias em uma mesma área, com objetivo de aumentar a produtividade e reduzir o impacto ambiental. A lavoura e os pastos bem manejados sequestram carbono da atmosfera, compensando as emissões de metano do gado.

Fulvio Domeneck, médico-veterinário e gerente geral da Santa Silvéria, conta que resolveu implantar o sistema ILP para recuperar terras e pastagens degradadas e promover receita através da inclusão de mais uma cultura.

“Ao fazermos agricultura de soja e sorgo nas áreas em que precisamos recuperar as pastagens, conseguimos aumentar os níveis de produtividade com baixos ou quase nenhum nível de suplementação. Isso diminui nosso custo. E produzimos mais, preservando o meio ambiente”, diz.

Com a melhora na qualidade do pasto, o gado da fazenda também tem engordado mais rápido, permitindo um abate mais precoce, que também reduz as emissões de metano da propriedade.

“Há quinze anos, o ciclo de produção de pecuária de corte no Brasil era de, em média, quatro anos (48 meses). Hoje, com as novas tecnologias, esse ciclo é de 30 a 36 meses”, diz Alexandre Berndt, pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste. “Ou seja, conseguimos, atualmente, no Brasil, ter cerca de 25% menos emissões produzindo a mesma quantidade de carne”, completa.

Em busca de equilíbrio

Dono do maior rebanho comercial bovino do mundo, com cerca de 224 milhões cabeças de gado, o Brasil é o quinto maior emissor de metano (CH4) do planeta Terra. Estudo do Observatório do Clima aponta que, no país, 75% das emissões são oriundas da agropecuária – setor que mais emite o CH4.

Considerado um dos causadores do aquecimento global, o metano tem 28 vezes mais potencial de esquentar o planeta em cem anos do que o dióxido de carbono (CO2), o maior causador da crise climática.

“Ao interagir com a luz solar, o metano contribui para a geração do ozônio (O3) troposférico”, explica Gabriel Quintana, analista de ciência do clima do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola).

“Nas camadas mais baixas da atmosfera, o O3 tem efeitos nocivos sobre a qualidade do ar e a saúde humana, ele afeta a respiração, o equilíbrio de ecossistemas e a produção agrícola”, completa.

Boa parte das emissões de metano vem da pecuária. Elas são provenientes da fermentação entérica – processo de digestão dos animais, principalmente a eructação bovina, famoso “arroto de boi” – e do manejo e disposição final dos dejetos dos animais.

Em seguida, respondendo por apenas 2% das emissões da agropecuária está a atividade agrícola com o arroz irrigado, que emite metano devido à decomposição anaeróbica da matéria orgânica do vegetal em ambiente irrigado.

Ciência como aliada

Além do sistema ILP, usado na Fazenda Santa Silvéria, o Brasil dispõe de várias outras alternativas para diminuir as emissões de metano.

“É crescente o número de pecuaristas adotando técnicas de melhoramento do pasto, na finalidade de produzir capim mais facilmente digerível para que o gado atinja mais cedo o peso para o abate. Além disso, já temos aditivos que promovem um melhor desempenho da fermentação ruminal do animal, com o objetivo de reduzir a geração de metano”, diz Flávio Portela Santos, engenheiro-agrônomo e professor da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo).

Uma pesquisa da FZEA (Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP) em parceria com a Embrapa, com o gado da raça nelore, mostrou que óleos essenciais de tomilho e orégano adicionados a ração de ruminantes podem diminuir a produção de gás metano emitido por eles.

Outro artigo publicado na revista científica Agronomy, em 2020, revelou que a altura do capim oferecido ao gado também pode influenciar na quantidade de metano que o animal gera. A pesquisa mostra que, se o capim cresce e passa do ponto, ele pode ficar excessivamente fibroso, refletindo em um aumento na produção de CH4.

“A agropecuária brasileira dispõe de uma série de métodos para redução de metano tanto em termos absolutos (de quantidade de emissão) quanto em intensidade (quando se leva em consideração as emissões por quilograma ou litro de produto obtido), o que permite conciliar o aumento de produtividade com a mitigação de gases do efeito estufa (GEE)”, afirma Gabriel Quintana, analista de ciência do clima do Imaflora.

Para emissões de metano oriundas do manejo de dejetos de animais, a estratégia mitigadora que mais tem sido adotada é a substituição de sistemas de tratamento de dejetos menos eficientes por tecnologias mais eficientes, como biodigestores.

Alternativas na produção de arroz

No Brasil, cerca de 92% da produção de arroz é feita pelo sistema irrigado – modelo de produção que também emite metano.

Segundo Walkyria Bueno Scivittaro, pesquisadora da Embrapa Clima Temperado, a emissão acontece pela decomposição anaeróbica da matéria orgânica em sistemas irrigados, onde ocorre a inundação do solo.

“A quantidade emitida de metano está vinculada ao tamanho da área cultivada, assim como o tempo e tipo de irrigação, além da forma de preparo do solo antes do seu cultivo”, explica a pesquisadora.

Scivittaro ressalta que existem três processos principais envolvidos com a emissão de CH4 para a atmosfera: na forma de bolhas de ar (ebulição), por difusão molecular, através da superfície do solo e da água e pelo aerênquima (tecido vascular) das plantas.

Entre as estratégias de mitigação das emissões de CH4 do cultivo de arroz, estão sistemas alternativos, como a irrigação por inundação intermitente, irrigação por sulco e aspersão, até redução no período de irrigação do arroz e diminuição da altura da lâmina de água.

“Essas estratégias são associadas a identificação de variedades de arroz adaptadas aos sistemas alternativos e práticas para economizar água já testadas, com uma redução nas emissões de CH4 de 30 % a mais de 70%”, diz Scivittaro.

A redução nas operações de preparo do solo (cultivo mínimo) e a antecipação do preparo para o outono (preparo antecipado) constitui-se em outra estratégia para emitir menos CH4 na lavoura de arroz, gerando uma redução média de 30% em relação ao preparo convencional.

“Da mesma forma, a diversificação de culturas, com a inserção de cultivos de sequeiro em rotação ao arroz irrigado tem grande potencial para reduzir as emissões de CH4 do arroz cultivado em sucessão, dado que melhora a drenagem do solo e aumenta o período em que esse é mantido oxidado”, ressaltou Scivittaro.

Pesquisadores também apontam que a adequação da fertilização nitrogenada mineral, estabelecendo doses que otimizem o rendimento de grãos, métodos de aplicação e fontes que minimizem perdas também tem potencial para reduzir as emissões de CH4 do cultivo de arroz.

Quais são os desafios?

O empenho para descarbonizar a agropecuária brasileira não é de hoje. Há pelo menos trinta anos, centros de pesquisa do Brasil têm se dedicado em encontrar formas capazes de reduzir as emissões de metano no setor.

Algumas das técnicas descobertas vêm ajudando o Brasil a tornar sua agropecuária mais sustentável. Outras, porém, ainda precisam ultrapassar os muros dos centros de pesquisa e chegar à população como políticas públicas.

Uma das estratégias que mais obteve sucesso nos últimos anos foi a de proibir a queima da palha da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo. Desde 2002, a Lei Estadual n. 11.241 permite a colheita da cana apenas de forma mecanizada no estado.

As queimadas são responsáveis por emitir, além do metano, outros gases nocivos na atmosfera, como o gás carbônico (CO2), o monóxido de carbono (CO) e o óxido nitroso (N2O).

Outra iniciativa que buscou reduzir ainda mais as emissões de metano foi a criação, em 2010, pelo governo federal, do Plano ABC – Agricultura de Baixa Emissão de Carbono. O projeto foi instituído com o objetivo de levar tecnologias sustentáveis e produtividade para os produtores rurais do Brasil.

Durante o primeiro decênio do Plano ABC, o programa liberou R$ 32,27 bilhões para o financiamento de tecnologias ABC. Agora, espera-se que até 2030, ele possa ajudar o Brasil a expandir o sistema ILPF (integração lavoura-pecuária-floresta) em mais 10 milhões de hectares, para que assim cerca de 23% de hectares de área plantada no Brasil tenham o sistema de rotação.

“O Brasil já tem um portfólio de tecnologias bastante desenvolvido para reduzir as emissões de metano. O desafio principal agora é que essas informações cheguem aos produtores”, diz Alexandre Berndt, da Embrapa.

*Com informações de Uol

Grupo Nova Era promove Mutirão da Empregabilidade, abrindo 160 vagas em Manaus, para contratação imediata

Foto: Divulgação

O Grupo Nova Era, líder no setor varejista na região, está promovendo um Mutirão de Empregabilidade, abrindo 160 vagas para contratação imediata. Os novos colaboradores são para a área operacional da empresa. A ação acontecerá neste sábado (14/06), das 8h às 13h, na unidade Ponta Negra. Os interessados devem comparecer ao local munidos apenas de currículo impresso, para participar da pré-seleção presencial.

O mutirão é direcionado a pessoas com mais de 18 anos, com ensino médio completo para a maioria das vagas, além de disponibilidade de horário. As oportunidades abrangem funções como operadores de loja, operadores de perecíveis, auxiliares de cozinha, atendentes de restaurante, padaria e cafeteria, além de cargos em açougue e peixaria, que exigem experiência e, em alguns casos, ensino fundamental.

Durante o processo de pré-seleção, serão avaliadas habilidades como comunicação, proatividade, responsabilidade, comprometimento e trabalho em equipe. Para as funções que exigem experiência, também serão consideradas as atividades anteriores desempenhadas pelo candidato. Segundo a coordenadora de Recursos Humanos do Grupo Nova Era, Roseane Nascimento, o mutirão vai além da simples contratação. “Queremos atrair talentos com vontade de crescer junto com a gente. Esse mutirão é uma porta aberta para quem busca uma nova chance ou o primeiro emprego em uma empresa que investe nas pessoas”, afirmou.

Com quase 5 mil colaboradores e 38 unidades distribuídas entre Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Boa Vista (RR), o Grupo Nova Era aposta no desenvolvimento interno, oferecendo um plano de carreira sólido e valorizando quem veste a camisa. “Além disso, oferece benefícios como alimentação na empresa ou vale-refeição, transporte, plano de saúde, vale-compras, creche integral gratuita para os filhos dos colaboradores, ambiente de trabalho acolhedor e a possibilidade de atuar em unidades próximas à residência do funcionário”, enumera a coordenadora de RH.

Para quem vai participar do mutirão, a orientação da empresa é simples: levar o currículo atualizado e demonstrar vontade de aprender e crescer. Chegar no horário e comunicar-se com clareza também são diferenciais valorizados. “Não buscamos apenas habilidades técnicas. Queremos pessoas comprometidas, que enxerguem no grupo uma oportunidade de construir algo duradouro”, reforça Roseane.

Vagar e Requisitos

As vagas disponíveis são para diferentes áreas e têm requisitos específicos. Para as funções de Operador de Loja (como check-out, mercearia e logística) e Operador de Perecíveis (frutas, legumes, verduras e frios), é necessário ter 18 anos ou mais, ensino médio completo, documentação em dia e disponibilidade de horário. Não é exigida experiência prévia nessas funções.

Já para as vagas de Açougue e Peixaria, é preciso ter 18 anos ou mais, ensino fundamental completo e, nesse caso, a experiência na área é obrigatória.

Por fim, para as funções de Auxiliar de cozinha, Cozinheiro, Atendente de restaurante, Atendente de cafeteria e Atendente de padaria, os candidatos devem ter 18 anos ou mais, ensino médio completo, documentos atualizados, disponibilidade de horário e experiência comprovada na área.

Comissão da CMM avança com LDO 2026 e debate defesa da BR-319

Vereadores também debateram PL que visa criar frente parlamentar em defesa da BR-319 - Foto: Cleuton Silva / Dicom-CMM

A 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Câmara Municipal de Manaus (CMM), emitiu, nesta quarta-feira (11 de junho), parecer favorável ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2026. O PL, de autoria do Poder Executivo Municipal, voltará ao plenário, onde poderá ser debatido pelos demais parlamentares.

“Foi realizada a 13ª reunião da Comissão. Tratamos de 14 projetos dentro da pauta e dois fora da pauta. Avançamos com a LDO por unanimidade dos votos, aprovando o parecer”, relatou o vereador Dr. Eduardo Assis (Avante), vice-presidente da CCJR.

O presidente da Comissão, vereador Gilmar Nascimento (Avante), conduziu a reunião desta quarta-feira. Também participaram os vereadores Eduardo Alfaia (Avante), Dr. Eduardo Assis (Avante), Paulo Tyrone (PMB), Kennedy Marques (MDB), Marco Castilhos (União Brasil), Rodinei Ramos (Avante) e Mitoso (MDB).

Outro assunto debatido na reunião foi o Projeto de Lei para a criação da Frente Parlamentar em Defesa da BR-319.

“Destaco, ainda, o Projeto de Lei para a criação da frente parlamentar [em defesa da BR-319], de autoria do vereador João Paulo Janjão (Agir), para discutir esses problemas que enfrentamos na BR, tentando ajudar não só a população da cidade de Manaus, como também a do nosso Estado”, complementou o vice-presidente da CCJR.

Os projetos discutidos na reunião foram encaminhados para serem votados pelos demais vereadores em Sessões Ordinárias no Plenário Adriano Jorge.

Sobre a CCJR

É competência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação discutir e analisar as proposituras, opinando sobre o aspecto constitucional, legal e jurídico, de redação e técnica legislativa, de todas as matérias em apreciação na Casa.

Braga celebra inclusão dos aeroportos de Parintins, Itacoatiara e Barcelos em programa federal de modernização

De iniciativa do Ministério de Portos e Aeroportos, o AmpliAR vai permitir investimentos privados e que concessionárias assumam a gestão de terminais aéreos considerados estratégicos - Foto: Assessoria

Uma das principais vozes na defesa da infraestrutura aeroportuária do Amazonas, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), comemorou nesta quarta-feira (11/06) a inclusão dos aeroportos de Parintins, Itacoatiara e Barcelos no novo programa federal para modernizar o transporte aéreo regional do país, o AmpliAR (Programa de Investimentos Privados em Aeroportos Regionais). Uma portaria publicada, hoje no Diário Oficial da União, instituiu a criação do programa. Eduardo Braga é um dos grandes defensores da aviação regional. Quando governador concedeu uma redução de 18 pontos percentuais no ICMS incidente sobre a gasolina e querosene de aviação.

“Boa notícia para o Amazonas! Barcelos, Itacoatiara e Parintins serão beneficiados pelo Ampliar, que vai facilitar emergências médicas, a entrega de vacinas e medicamentos, além de reforçar a fiscalização ambiental e proteger comunidades indígenas e isoladas. Mais conexão e desenvolvimento para o nosso estado”, disse Eduardo Braga nas suas redes sociais.

A iniciativa, criada pelo Ministério de Portos e Aeroportos, tem como objetivo principal permitir que concessionárias que já possuem contrato com a União para atuar no setor aéreo assumam a gestão de terminais aéreos regionais considerados deficitários, porém prioritários e estratégicos.

Aeroportos

Ao todo, 19 aeroportos em 11 estados da Amazônia Legal e do Nordeste foram escolhidos nesta primeira etapa do programa, com base no Plano Aeroviário Nacional (PAN). Os investimentos iniciais somam R$ 1,35 bilhão, aproximadamente R$ 77 milhões por aeroporto, em média.

Os aeroportos serão ofertados por meio de um processo competitivo simplificado e de forma individualizada. As empresas interessadas serão remuneradas por meio de aditivos que reequilibrarão os contratos vigentes. A previsão é de que as propostas sejam abertas em setembro, com os ajustes contratuais concluídos até o fim do ano. Aeroportos que não receberem propostas nesta rodada permanecerão disponíveis, assim como novos lotes futuramente oferecidos pelo AmpliAR.

Aviação regional no Amazonas

A aviação regional no interior do Amazonas é desafiadora e o programa AmpliAR vai ser fundamental para, além de melhorar a infraestrutura aeroportuária, atuar na saúde, viabilizando deslocamentos de emergência e facilitando a distribuição de medicamentos e vacinas em comunidades de difícil acesso. A expectativa é de que também impulsione a fiscalização ambiental, o monitoramento de áreas isoladas e a proteção de comunidades indígenas.

Lei reduziu a cobrança do ICMS

O senador Eduardo Braga é um grande defensor da aviação regional desde o período que era governador do Amazonas. Em 2009, sancionou a Lei 3.430 que, à época, reduziu a base de cálculo do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) nas operações internas com querosene de aviação (QAV) e gasolina de aviação (GAV) de forma que a carga tributária correspondesse a 7%. Antes, o Estado do Amazonas cobrava 25% de ICMS sobre estas operações.

Karnal diz que tirou Vitor Fadul de namorada e que jovem é ‘o velho da relação’

Leandro Karnal e Vitor Fadul são casados desde 2019 Foto: Reprodução/Instagram

Leandro Karnal e Vitor Fadul estão juntos há mais de cinco anos e provam diariamente que a idade é um mero detalhe na relação. Os dois brincam que há um ‘Jesus Cristo’ entre eles, pois possuem 33 anos de diferença.

Enquanto o historiador tem 62 anos, o músico tem 29, mas os dois têm jeitos muito parecidos. Gostam de música clássica, museus e teatro. “Se o Vitor fosse um jovem que gostasse de balada, seria uma vida difícil. Mas, curiosamente, o velho da relação é ele. É o Vitor que detesta sair, não bebe nada, não gosta de música alta. […] O Vitor ainda tem o fato de ser um filho temporão, tem os pais mais velhos, isso estabelece uma relação com uma maturidade diferente”, comentou Karnal ao gshow.

Eles se conheceram em novembro de 2019, enquanto o músico namorava uma mulher. Vitor conta que já era fã e havia terminado de ler um livro dele há quatro dias, quando Karnal se “materializou” na sua frente.

“Não tinha em mente um relacionamento como o nosso, era tão ignorante que não sabia que uma relação entre dois homens com diferença de idade tão grande fosse possível. Fiquei entusiasmado em ser amigo do Leandro porque o admirava. […] Ficamos quase um ano conversando. Em algum momento, me dei conta que estava completamente apaixonado”, relembra.

O historiador confirma que seu interesse foi maior e que tomou a iniciativa de mandar uma mensagem primeiro. “Convidei para um sarau. Tirei o Vitor de uma namorada”, brinca.

O músico acredita em coisas que são “estimuladas por alguma forma que aproxima e afasta”, como descreve Karnal, que considera que as coincidências são criadas.

“Ele escrevia resenhas de teatro e ia toda semana e vou muito também. E ler um livro meu não é uma coisa extraordinária, tenho mais de 20 publicados, então não é algo raro. Várias coisas explicam estarmos aqui hoje”, reflete.

Como lidam com as críticas

O casal não está nem aí para os comentários ruins sobre a relação, embora saiba que existam. “Escuto nas redes sociais desde que tornamos pública a relação. Publiquei uma foto com o Vitor recentemente e uma pessoa disse: ‘Ele é seu neto?’, outra diz: ‘Ele é seu filho?’. É uma posição agressiva”, diz Karnal.

Ele aponta que essa agressividade pertence à pessoa, e Vitor complementa dizendo que tem “um mar de gente” que gosta dos dois e se inspira na relação.

Eles celebram o Dia dos Namorados há seis anos, mesmo encarando de maneiras diferentes. Enquanto Vitor é pouco apegado a essas comemorações, Karnal sempre o lembra.

“Ele diz que na casa dele não havia celebrações, minha casa era de datas, não importa o que houvesse, teria uma festinha. Introduzi na vida do Vitor a formalidade das datas. Não é um drama, por exemplo, estarmos na noite de Natal num país islâmico onde não vai ter celebração de Natal”, explica o historiador.

Depois de todo este tempo de relacionamento, o músico confessa que hoje faz sentido celebrar. “Acho importante o Dia dos Namorados porque é mais uma oportunidade para celebrar a união, apesar de comercial ou não, acho isso muito bonito, e, para além da data, criar ocasiões para manter essa chama acesa e a data faz esse papel”, pontua Vitor.

*Com informações de Terra

Armando Soares e Alib Said fazem shows no Millennium Shopping neste fim de semana

Apresentações musicais fazem parte da programação cultural do shopping para o mês de junho e acontecem no sábado (14) e domingo (15), para animar o intervalo do almoço - Foto: Divulgação

A programação musical do Millennium Shopping para este fim de semana terá um repertório que vai do sertanejo à MPB e promete agradar a todos os gostos.

No sábado (14) quem comanda o palco é o cantor Armando Soares, que se apresenta das 12h30 às 14h30, transformando o almoço em um momento de entretenimento, lazer e conforto. Já no domingo (15) quem anima o público é o cantor Alib Said, dono de um repertório eclético, que se apresenta das 13h às 15h. Os eventos são gratuitos.

A coordenadora de Marketing do Millennium Shopping, Elizandra Xavier, destaca que a programação musical é permanente para todo o mês de junho, com os artistas locais se apresentando todos os sábados e domingos, sempre no intervalo do almoço.

“Além da variedade de restaurantes disponíveis em nossa praça de alimentação, a nossa programação musical é um atrativo a mais para o intervalo do almoço. E com opção de diversão, também, para as crianças, que podem se divertir no nosso Espaço Kids enquanto os pais apreciam os shows”, disse Elizandra.

O Espaço Kids funciona todos os finais de semana na Praça de Alimentação, sempre das 13h às 18h, com atividades lúdicas como o cantinho da pintura, contação de histórias, oficinas e brincadeiras, e tem acesso gratuito.

Sobre o Millennium Shopping

O empreendimento possui 100 lojas, praça de alimentação com capacidade para 600 lugares, 7.200 vagas rotativas nos estacionamentos, oito salas (sendo quatro delas em 3D) da rede de cinemas “Cinépolis”, além de salão de beleza, bancos, restaurantes, wi-fi, setores de ‘achados e perdidos’ e de empréstimos de cadeiras de roda. Tudo isso em um só complexo multiuso, garantindo praticidade, comodidade, conforto e segurança

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